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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

One-to-One Festival regressa a Oeiras para segunda edição

Nos dias 15 e 16 de novembro, a Companhia Gato Escaldado realiza a segunda edição do One-to-One Festival, na Fábrica da Pólvora, em Oeiras. Um evento com entrada gratuita, para toda a família, e que integra 9 propostas artísticas pensadas para serem vividas de um para um.

 

O One-to-One Festival está de regresso à Fábrica da Pólvora, em Oeiras, no fim de semana de 15 e 16 de novembro, das 15h às 20h, para a segunda edição consecutiva deste evento internacional que oferece performances desenhadas para serem experienciadas de um para um, num encontro único entre artista e espectador.

 

De entrada gratuita, e adequado a toda a família, o Festival é composto por performances de 9 artistas provenientes de Portugal, Croácia, Eslovénia, Espanha, Finlândia, Itália e Ucrânia, que trabalham em áreas como teatro, dança, música ou artes visuais. Inês Magalhães e Rita Vilhena são as 2 artistas portuguesas que marcarão presença no One-to-One Festival, com as performances ÁGORA (uma instalação imersiva, baseada no desenho) e C-O-M, (um solo de dança interativo), respetivamente.

 

Da Finlândia, chegam o compositor e artista sonoro Antti Tolvi, com For Hand, uma peça minimalista e individual que tem início nas mãos do espectador; e Jaakko Autio, artista sonoro que apresenta a obra de vídeo generativo em tempo real Nature Within. Nelo Vera, artista espanhol, apresenta a experiência interativa Gabinete Poético, que mistura teatro de sombras e objetos, música ao vivo e poesia, enquanto Antonia Kuzmanić e Jakov Labrović, da companhia Room 100 (Croácia/Espanha), trazem a performance C8H11NO2 (2.0), que convida cada espectador a questionar como se constrói a individualidade.

 

Giulia Galina, artista italiana, traz-nos Sonic Migrations, uma performance eletroacústica para um único participante, onde o toque e a presença geram som em tempo real; Eva Nina Lampic, da Eslovénia, apresenta a performance narrada Inside, que se traduz numa visita guiada por uma casa assombrada imaginária, construída a partir das memórias do público; e Eva Holts, da Ucrânia, apresenta a performance/instalação Take my Love, que explora histórias de amor em diferentes tipos de relacionamento.

 

"Na primeira edição, o One-to-One Festival transformou a Fábrica da Pólvora durante duas tardes dedicadas a performances e experiências, reunindo oito artistas, 450 pessoas e 500 apresentações únicas. Como numa caça ao tesouro artística, cada performance foi cuidadosamente colocada num ponto distinto do espaço, convidando o público a explorar os recantos da Fábrica, em diálogo com a natureza e a história deste lugar singular. O resultado foi uma imersão total, em que cada participante pôde refletir-se e emocionar-se através da arte One-to-One", referem Ana Isabel Sousa e David Correia, responsáveis pela organização do Festival. "Este ano, o Festival volta a invadir a Fábrica da Pólvora, reafirmando-se como uma celebração da proximidade e da experiência partilhada entre artistas e público", acrescentam.

 

O One-to-One Festival é parte do projeto One-to-One Art, apoiado pelo programa Europa Criativa da União Europeia e promovido pela companhia de teatro Gato Escaldado (Portugal), pela kulttuuriosuuskunta ILME (Finlândia) e pelo Kuća Klajn / House of Klajn (Croácia). O One-to-One Art visa promover a arte one-to-one, apoiar artistas e desenvolver novos públicos. Além do Festival, o projeto inclui residências artísticas, performances em contextos sociais e de saúde, bem como uma série de podcasts, um guia e um livro sobre a arte one-to-one, que terão lugar nos três países parceiros.

ANTÓNIO CLAREZA APRESENTA AS SUAS MEMÓRIAS NA SESSÃO “LIVROS ABERTOS” DA BIBLIOTECA DE LOULÉ

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A 15 de novembro, pelas 21h00, é apresentado na Biblioteca Municipal de Loulé o livro “As memórias de António Clareza”, no âmbito de mais uma sessão de “Livros Abertos”. A apresentação estará a cargo de Luísa Martins e Ana Soares

António José da Palma Clareza nasceu na freguesia de S. Sebastião de Loulé, em 29 de janeiro de 1949.

Na sua adolescência foi cofundador do primeiro conjunto de Yé-Yé da vila de então, mais precisamente em 1965. Obteve o curso Geral do Comércio na Escola Industrial comercial de Faro, ingressando na vida militar em 1969, por três anos, dois dos quais em Angola.

Regressado à Metrópole, dedicou-se durante alguns anos, com alguns amigos, à composição musical tendo composto cerca de doze canções, algumas delas com assinalável sucesso.

Em 1980, recebe formação teatral do Prof. Luís Aguilar, diretor e encenador do T.L. Faro, ingressando naquela Companhia Profissional de Teatro do Algarve durante os três anos seguintes, como ator e músico.

Em Loulé, em 1996 ingressou no Teatro Análise de Loulé da Casa da Cultura de Loulé, onde se mantém desde então como ator, músico e coencenador. São suas catorze das peças representadas até hoje por aquele grupo.

Pelo caminho ficou uma das suas atividades mais prazenteiras que era o fazer rádio no saudoso período das rádios locais.

Está aposentado do Ministério da Justiça onde exerceu o cargo de Oficial de Justiça durante a sua vida profissional.

JOÃO PAULO MARTINS VAI AO ARQUIVO DE LOULÉ FALAR DE INDÚSTRIA DE MOBILIÁRIO

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"Loulé: mobiliário para edifícios públicos” é o tema de mais uma conferência integrada no ciclo “LOULÉ na linha do tempo”, que vai ser apresentada por João Paulo Martins, no próximo dia 15 de novembro, pelas 15h, no Arquivo Municipal de

A leitura de documentação guardada no Arquivo Municipal de Loulé contribui de um modo significativo para o conhecimento da indústria produtora de mobiliário em Portugal, a partir da década de 1930.

Por um lado, numa escala de proximidade, permite-nos identificar diversas empresas existentes no concelho. Por outro, reúne informação abundante e detalhada acerca das empresas nacionais vocacionadas para o fornecimento de mobiliário e outro tipo de equipamentos, sobretudo os destinados às escolas do ensino primário.

Uma imagem das condições vividas no quotidiano dessas escolas do concelho revela-se a partir da correspondência trocada ao longo do tempo entre as professoras e o município.    

João Paulo Martins é Licenciado em Arquitetura (1988, FA-UTL), Mestre em História da Arte (1995, FCSH-UNL) e Doutor em Arquitetura (2006, UTL). É Professor Auxiliar da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa e membro do Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design.

Coordenou o livro “Mobiliário para edifícios públicos. Portugal 1934-1974”, publicado na sequência da exposição “O respeito e disciplina que a todos se impõe” (2014, MUDE, Câmara Municipal de Lisboa).

Space Festival 2025 → Programa completo e reservas disponíveis

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O Space Festival 2025 propõe um percurso itinerante de 10 dias consecutivos, que nos leva a descobrir inúmeros artistas e espaços em Montemor-o-Velho, Valença, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Caminha e Arcos de Valdevez. A entrada é livre, com possibilidade de reserva. Fazemos um resumo do que vai acontecer de 7 a 16 de novembro.

 

MONTEMOR-O-VELHO → 7 - 8 NOV

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À semelhança do ano passado, o festival começa em Montemor-o-Velho, trazendo a esta vila no distrito de Coimbra projetos com sonoridades muito diferentes. Na sexta-feira à noite, dia 7, Omnispectrum (Jorge Quintela, Henrique Fernandes e Inti Gallardo) e The Selva (Ricardo Jacinto, Gonçalo Almeida e Pedro Oliveira). No sábado, dia 8, Nada Contra (Mrika Sefa e Francisco Cipriano) pelas 17h30, e LANTANA (Anna Piosik, Carla Santana, Joana Guerra, Maria do Mar e Maria Radich) às 22h. Todos os concertos decorrem no Teatro Esther de Carvalho, à exceção de Omnispectrum. 

 

VALENÇA → 9 - 10 NOV

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Seguimos caminho para Valença, com 3 propostas em 3 espaços diferentes. No domingo, dia 9, Calcutá & Maria Amaro no Centro Cultural de Verdoejo, às 16h30, seguidas por REQUIEM de Mariana Dionísio e João Carreiro, às 18h30 na Pousada de Valença. Na segunda-feira, dia 10, os Triedro (Frederic Cardoso, Ricardo Pinto e Paulo Costa) apresentam o seu novo álbum na Academia de Música Fortaleza de Valença, às 18h. 

 

VILA NOVA DE CERVEIRA → 11 NOV

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Terça-feira, dia 11, há passagem pelo Museu da Bienal de Cerveira, com direito a visita às exposições e reserva deste espaço, orientada por Mafalda Santos (Diretora Artística da Bienal de Cerveira) e Rita Veríssimo (conservadora e restauradora do museu), às 17h30, seguida pelo concerto multimédia Sons de Resistência, a mais recente proposta do percussionista e mestre da experimentação sonora Luís Bittencourt, às 18h30. 

 

 PAREDES DE COURA → 12 - 13 NOV

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A meio caminho, o Space Festival passa por Paredes de Coura. Na quarta-feira, dia 12, a Capela do Espírito Santo acolhe Stones and Seeds pelas 18h30, projeto que une três grandes nomes do jazz nacional e internacional (Almut Kühne, João Pedro Brandão e Marcos Cavaleiro). A noite continua no Centro Cultural de Paredes de Coura, com a antestreia do filme SPACE FESTIVAL - Um documentário experimental e improvisado, às 21h30. Na quinta-feira, dia 13, o Quartel das Artes (sede das Comédias do Minho) acolhe, a partir das 21h30, dois projetos marcados pela irreverência e originalidade: URTIQA (Frederica Campos e Bruna de Moura) e Novelo Vago (Vera Morais, Teresa Costa e Inês Lopes).

 

CAMINHA → 14 NOV

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Não podia faltar a já habitual paragem no Teatro Valadares em Caminha, que na sexta-feira, dia 14, será palco de duas propostas totalmente diferentes, a partir das 21h30: o quarteto de cordas "imperfeito" tellKujira (Ambra Chiara Michelangeli, Francesco Diodati, Stefano Calderano e Francesco Guerri) e a performance audiovisual 30xNdos @c (Pedro Tudela e Miguel Carvalhais) e Visiophone (Rodrigo Carvalho). 

 

ARCOS DE VALDEVEZ → 15 - 16 NOV

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Este ano, o fim da itinerância fica reservado para Arcos de Valdevez. No sábado, dia 15, pelas 22h15, Hedera 4tet sobem ao palco da Casa das Artes, acompanhados pelo ator Miguel Moreira no âmbito de um projeto interdisciplinar. O último dia do festival termina com uma caminhada e o concerto ao ar livre de KRAKE (Pedro Oliveira) na Floresta Encantada da Miranda. O ponto de encontro para este programa de domingo, dia 16, é o Parque de Merendas de Miranda, às 10h30. 

Semana da Igualdade de Género: Sexóloga Tânia Graça e ex-governante Catarina Marcelino à conversa no IPS

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Arte, educação sexual, violência no namoro e liderança no feminino são os temas em cima da mesa  

 

O Politécnico de Setúbal (IPS) dá início, na próxima terça-feira, dia 11 de novembro, à Semana da Igualdade de Género, uma iniciativa que pretende reunir vários intervenientes da esfera pública para uma reflexão sobre quais os caminhos a trilhar para uma sociedade mais equitativa.

Para este debate, o IPS convidou a psicóloga clínica e sexóloga Tânia Graça, conhecida ativista pelos direitos das mulheres, que falará sobre “Educação Sexual: Caminhos para uma Sociedade Mais Justa”, bem como a ex-secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, a quem cabe abordar o tema “Violência no Namoro no Ensino Superior”.

 

Do mundo corporativo, para debater a “Liderança no feminino”, o IPS recebe várias diretoras de Recursos Humanos, nomeadamente Patrícia Chambel, da DHLSofia Nunes, do Sheraton Cascais Resort e Hyatt Regency Lisboa, e Rute Santos, CEO da IT People Innovation.

 

Sendo a igualdade de género uma temática transversal às várias dimensões da vida em sociedade, a arte não podia ficar de fora, enquanto instrumento na “luta pela diversidade”. Sobre esta perspetiva falarão os atores Ren-d-Marcus e Patrícia Paixão, do Teatro Estúdio Fontenova, companhia de Setúbal.

 

A Semana da Igualdade de Género é uma iniciativa da Comissão de Igualdade de Género do IPS, em parceria com a associação juvenil Omnis Factum, do Montijo, no âmbito do projeto multinacional EID – Empowering Inclusive Democracy, cujo objetivo é fortalecer a mobilização cívica e promover políticas inclusivas em toda a União Europeia.

Conversa com ilustradores de destaque vai acontecer na Fábrica das Histórias

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Uma conversa com Teresa Cortez, Marco Fraga da Silva e Ema M., três nomes de destaque do universo académico e da ilustração nacional, vai acontecer no próximo dia 15 de novembro, partir das 15h00, na Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino, em Torres Vedras.

Será uma oportunidade de mergulhar nos trabalhos e projetos individuais destes artistas que estão a moldar o panorama da ilustração contemporânea, numa partilha enriquecedora de processos criativos, inspirações e visões únicas que prometem abrir novas perspetivas sobre a arte de ilustrar.

O programa da atividade é o seguinte:

 

15h00 | Teresa Cortez, apresentará a sua fascinante "Balbúrdia"

16h00 | Marco Fraga da Silva, guiar-nos-á pelas histórias do tempo e do espaço

17h00 | Ema M, abordará o seu cativante projeto "Contar o Tempo"

 

As inscrições, as quais são gratuitas e têm um número limite de 40, devem ser efetuadas até 13 de novembro, por contacto telefónico (261 320 738 | 261 315 428) ou de email (fabricadashistorias@cm-tvedras.pt).

Casino Estoril inaugura 39ª edição do Salão de Outono no próximo dia 8 de novembro

Com entrada livre na Galeria de Arte

 

. Com obras de 23 artistas plásticos

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A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Trata-se de mais uma edição desta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura, na qual poderão encontrar-se alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é livre.

 

Na sua 39ª edição, o Salão de Outono reúne um notável elenco de obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 23 artistas:

Pintura - Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paula Gouveia, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.

 

Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.

 

 

 

A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura no próximo dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Esta mostra colectiva ficará patente ao público até 8 de dezembro. A entrada é gratuita.

 

NAZARÉ TOJAL I Criaturas sem sombra I Sá da Costa

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A Sá da Costa tem o prazer de a/o convidar para a exposição CRIATURAS SEM SOMBRA de NAZARÉ TOJAL.

A exposição poderá ser visitada até dia 13 de Novembro, de segunda a sábado, entre as 14h30 e as 19h, ou noutro horário mediante marcação para a.sadacosta.mi@gmail.com.

 

 

“Uma corrente subtil, mas estruturante, percorre cada uma destass obras, relacionando as noções de fóssil, de ruína e de memória ou, dito de outra maneira, elas, as obras expostas, desvelam-se indiferentemente como relíquias e/ou talismãs, como naturezas mortas e/ou paisagens habitadas ou, ainda, como reminiscências ou fragmentos de mitos.”

José Sousa Machado

 

“João Carvalho, Poros da Pele” Exposição temporária no Museu PO.RO.S

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18 de outubro de 2025 a 15 de março de 2026

 

O Museu PO.RO.S inaugura, no próximo dia 18 de outubro, às 18h00, a exposição João Carvalho, Poros da Pele, dedicada à obra escultórica do artista João Carvalho. A mostra convida o público a mergulhar no universo sensorial e simbólico da pele: matéria viva, memória ancestral e elo entre o corpo e o espírito.

 

João Carvalho nasceu em 1962, em Torres Novas, e desde cedo revelou uma profunda ligação ao universo dos curtumes, legado de gerações familiares. A técnica apurada e a sensibilidade artística fundem-se na sua obra, que transforma o material orgânico em expressão estética e emocional. Entre a herança industrial e a vertente criadora, o artista desenvolveu um percurso singular que alia o domínio técnico à pesquisa sobre a forma humana.

 

Com vasta experiência na área dos curtumes e do desenvolvimento de peles, João Carvalho tem participado em feiras internacionais como Le Cuir à Paris e Lineapelle. Paralelamente, construiu uma carreira artística consolidada, com destaque para a coleção Nu Eterno, exibida em galerias e museus nacionais e internacionais, onde explora a tridimensionalidade do corpo e a sua imortalização através da pele.

 

Em Poros da Pele, o artista aprofunda essa reflexão, apresentando um conjunto de esculturas que evocam a sensualidade, a fragilidade e a permanência do corpo humano. Cada peça revela a tensão entre o efémero e o eterno, entre a matéria e o espírito, convidando o visitante a confrontar-se com a sua própria humanidade.

 

A exposição pode ser visitada até 15 de março de 2026, na Sala de Exposições Temporárias do Museu PO.RO.S, em Condeixa-a-Nova, de terça a domingo, das 10h00 às 18h00, com entrada gratuita.

 

O PO.RO.S – Museu Portugal Romano em Sicó é um espaço cultural dedicado à divulgação do património romano da região e à valorização do território de Sicó. Através de exposições, atividades pedagógicas e eventos culturais, o museu promove o diálogo entre o passado e o presente, estimulando novas formas de olhar e interpretar a herança histórica e artística.

PO.RO.S – Museu Portugal Romano em Sicó

Qta de S. Tomé - Av. Bombeiros Voluntários de Condeixa-a-Nova, 41

3150-160 Condeixa-a-Nova

 

Vamos fazer amigos?

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15 nov. / 10h30-12h

Biblioteca Municipal de Belém

(Rua da Junqueira 295/7, Lisboa)

Gratuito

Convidamos as famílias a mergulhar numa aventura mágica na nossa próxima Hora do Conto e Oficina!

Descubra o segredo mais divertido de todos: como fazer amigos. Baseada na adorada história “Vamos fazer amigos”, de Adam Relf, esta atividade especial é perfeita para crianças maiores de 3 anos e as suas famílias.

Venha descobrir quem será o seu próximo grande amigo! Venha descobrir quem será o seu próximo grande amigo!

 

Necessidade de marcação prévia: bib.belem.infantil@cm-lisboa.pt 

IV Concerto Solene - As Amelianas

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15 nov. / 21h

Museu Nacional dos Coches

(Av. da índia 136, Lisboa)

Gratuito

No âmbito das celebrações dos 160 anos do nascimento da Rainha Dona Amélia, dos 120 anos da fundação do Museu dos Coches Reais no antigo Picadeiro Real de Belém e dos 10 anos da abertura do novo edifício do Museu Nacional dos Coches, terá lugar um ciclo de quatro concertos intitulado Amelianas.

Das grandes árias de Ópera de Handel até Tchaikovsky, passando pelas amáveis canções de Tosti, ou as grandes Marchas Militares, as Pavanne, as Valsas, as Berceuses, os Fados Balada para piano, os Hinos, será apresentado ao público um vasto universo musical ligado à Rainha D. Amélia.

 

Sujeita à lotação da sala.

Mais informações aqui

Exposição de Céu Guarda no Museu Nacional Soares dos Reis

 
“Ver sem pressa o que não me pertence”
 
25 outubro 2025 a 18 janeiro 2026

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Nome de referência no panorama da fotografia portuguesa, Céu Guarda é autora da exposição "Ver sem pressa o que não me pertence", a inaugurar no Museu Nacional Soares do Reis, no próximo dia 25 outubro, pelas 15h00, com entrada livre.
 
Tendo curadoria de Rui Pinheiro, a exposição ficará patente até 18 janeiro 2026, com mecenato da Fundação Millennium bcp e apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.
 
Na sequência de uma residência artística enquadrada no tema da programação anual do MNSR “Confluências e Criação”, Céu Guarda apresenta uma mostra fotográfica assente em múltiplas dimensões de diálogo: o que se estabelece com as peças do Museu, das quais isola e fixa os planos captados pelo seu olhar; o que estabelece com os autores do Museu, na coincidência da prática do desenho académico e na atualização do meio pelo qual a exprime, a fotografia.
 
Retratos e fotografias de viagem dão conta do percurso de Céu Guarda por aqui. E de tudo o que trouxe de fora. São eles que revelam o oculto no lugar sem explicarem o propósito e deixando que a leitura do público complete, eventualmente, uma narrativa rarefeita.
 
A viagem está no centro de toda a deslocação neste espaço. Desde as obras da coleção até às reservas escondidas da luz e omissas ao visitante usual de onde Céu Guarda escolhe o que ver. Todos estes autores foram ver mundo. Encheram os olhos e o entendimento daquilo que era (e é) diferente de si retornando a posteriori essa alteridade em forma de produto artístico. Classificar o mundo, enumerá-lo, arrumá-lo, explicá-lo ou, pelo contrário, vê-lo pela trama da surpresa e do insólito, daquilo que é simplesmente do próprio. Ou então ser o resultado de se ter voltado um outro após a viagem ter obrigado a atenção a deter-se, sem pressa, naquilo que é de outro.  
 
O movimento não para na obra, não se esgota na forma nem se ilustra com os objetos recolhidos do outro lado do mundo. O que fica, então? Ficam cadernos de apontamentos, desenhos apressados, esboços de paisagens, papéis metidos nos bolsos de forma inadvertida. “Ver sem pressa o que não me pertence” é a multi-expressão desse mistério repetido da descoberta que cada viagem permite retomar.
 
 
Céu Guarda nasceu em Mora e cresceu em Lisboa, onde vive. Estudou Fotografia e Pintura na AR.CO e na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa onde também desenvolveu projetos em vídeo. Começou a trabalhar na imprensa escrita por acaso, primeiro como ilustradora, depois como fotógrafa e, mais tarde, como editora de fotografia. Colaborou com várias publicações portuguesas e estrangeiras.
Foi co-fundadora do Coletivo Kameraphoto e da KGaleria com a qual trabalhou durante mais de uma década. Expõe regularmente e está representada dentro e fora do país.
É atualmente fotógrafa independente e ensina Fotografia, desenvolvendo projetos expositivos, individualmente ou em coletivo, através dos quais relaciona o seu trabalho com os lugares do mundo.  
 
 
Exposição "Ver sem pressa o que não me pertence"
Patente de 25 outubro 2025 a 18 janeiro 2026
 
Museu Nacional Soares dos Reis
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
 
Entrada livre para residentes em Portugal

Vila do Conde no coração dos poetas -'O que nos vale são os poetas!' · até 13 DEZ na Casa Antero de Quental

 
 
Gil Vicente, Camões, Leonor de Almeida, Bocage, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Eça de Queirós, Rafael Bordallo Pinheiro, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, José Gomes Ferreira, José Régio, Saúl Dias, Miguel Torga, Agustina Bessa-Luís, Sophia de Mello Breyner, José Saramago, Natália Correia, Mário Cesariny, Eugénio de Andrade, Ruy Belo, as Três Marias e Luiza Neto Jorge são os nomes que inspiraram Beatriz Sendin para a exposição O que nos vale são os poetas!, na qual, com tecido, barro, alfazema e um talento inegável, presta homenagem aos vultos maiores da literatura portuguesa. A exposição, apresentada na Casa Antero de Quental, em Vila do Conde, coloca em destaque as figuras dos escritores intimamente ligados a Vila do Conde.
 
Beatriz Sendin (Porto), antes de frequentar a Escola Artística Soares dos Reis, licenciou-se em Economia, desempenhando a sua atividade profissional no mundo têxtil. Fascinada pela diversidade das matérias-primas e dos produtos que via sair das máquinas, desenvolveu paralelamente um projeto na área artesanal. E começou a criar, com rara sensibilidade, conjuntos temáticos, presépios, figuras e santos populares, heróis... e, agora, O que nos vale são os poetas!, uma surpreendente galeria dos mais icónicos vultos da literatura portuguesa. Na faceta de artista, Beatriz Sendin granjeou o reconhecimento público e mereceu a atribuição pela FIA - Feira Internacional de Artesanato, em 2012 e em 2022, do prémio para a melhor peça de artesanato contemporâneo, sendo presença prestigiante em Vila do Conde, na Feira Nacional de Artesanato.
 
A exposição está patente na Casa Antero de Quental até 13 de dezembro, com entrada livre.

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📌 ATÉ 13 DEZ 2025
O que nos vale são os poetas!

𝗕𝗲𝗮𝘁𝗿𝗶𝘇 𝗦𝗲𝗻𝗱𝗶𝗻
Casa Antero de Quental, Vila do Conde
[entrada livre]

MANIFESTUM arte de dizer > 7.ª edição de um festival fora dos formatos convencionais e das centralidades habituais! > 14 a 22 NOV

MANIFESTUM arte de dizer 2025
7.ª edição de um festival com palavra!

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O MANIFESTUM arte de dizer é um festival de palavra, cujo contexto é todo e nenhum, ou não fossem as palavras o nosso dia-a-dia. Com a mesma palavra, podemos entrar numa canção, lembrar um filme, recuperar uma carta ou dizer um poema. Este é o espaço onde se sublinha a importância das palavras. Sobretudo se conseguirmos juntar muitas e muita gente à volta delas. Palavras, poemas e prosas, com livros, música, performance, conversas, fotografia e humor. Um espaço para sermos felizes. E é para todos, fora dos formatos convencionais e das centralidades habituais. Basta seguir o mapa.
 
Na 7.ª edição do MANIFESTUM arte de dizer prometem-se palavras por Hugo van der Ding, Francisca Bartilotti, Hugo Carvalhais e Cláudia Rubim; Ana Zanatti, Jorge Serafim, Rui Pedro Claro, Pedro Serrazina, Pedro Correia, Idalinda Fitas, Manuela Gomes e Jorge Pereira; Ana Deus, Madalena Sá Fernandes, Antonino de Sousa e Miguel Ribeiro; Ana Celeste Ferreira, Ricardo Caló, Pedro Carneiro e Raquel Andrade; Nelson d’Aires, Frederica Vieira Campos, Sérgio Sousa Martins, Renato Filipe Cardoso, João Rios, Isaque Ferreira, e muitos outros.
 
Mas dizer as palavras em voz alta, improvisando em territórios inusitados, sem preocupações formais, arriscando a irreverência... e sem pedir desculpas, essa é a proposta para a abertura oficial do MANIFESTUM arte de dizer: Van der Ding Manifesta-se! (14 NOV, 21h30, Fórum de Ermesinde), uma criação inédita e irrepetível, um encontro entre o humor, a poesia e a palavra, que junta as audaciosas e acutilantes histórias de Hugo van der Ding – figura da rádio, da televisão e do teatro, autor da rubrica Vamos Todos Morrer (Antena 3) – partilhadas com as leituras de Francisca Bartilotti – médica nas horas ocupadas e uma das novas vozes da poesia e da arte de dizer – e com os ritmos marcados por Hugo Carvalhais – um dos grandes e sui generis contrabaixistas portugueses da actualidade –, com a ajuda da intérprete de Língua Gestual Portuguesa Cláudia Rubim, chamados todos ao palco de forma... garantidamente singular.
 
Mas o fim-de-semana arranca logo pela manhã, com a Poesia vai à Feira (14 e 15 NOV, 11h, Feiras de Ermesinde e Valongo), que leva cabazes de palavras, versos e poemas à convivência matutina dos mercados semanais de Ermesinde e Valongo, pela mão do poeta e professor João Rios, e do jornalista, poeta e diseur Renato Filipe Cardoso, com o grupo ASA – Acreditamos em Seniores Ativos, um programa de valorização da população sénior do concelho de Valongo. Momentos entusiásticos que juntam feirantes, clientes, curiosos e um grupo de pessoas com vontade de dizer palavras em voz alta, no seguimento de um laboratório que tem lugar durante a semana prévia ao festival.
 
No sábado, o MANIFESTUM avança com uma das propostas de continuidade do festival, a 4.ª edição do Ver Longo (15 NOV, 19h30, Fórum Vallis Longus), um laboratório orientado por Nelson d’Aires – fotógrafo independente, com foco na fotografia documental como prática artística – que tem vindo gradualmente a subir de intensidade e de grau de exigência, apresentando os ensaios fotográficos de 15 participantes, que exploram as afinidades do território paisagístico e imaterial de Valongo e as apresentam em palco num espectáculo que se estende ao campo musical e electrónico, pela harpista Frederica Vieira Campos, e à palavra, pelo diseur Renato Filipe Cardoso. Este ano, o Ver Longo tem uma alavanca especial: uma materialização diferente do habitual, a publicação de um objecto editorial exclusivo, a ser lançado neste dia, que integra as 45 fotografias realizadas pelos formandos, postas em diálogo com as palavras de 15 poetas convidados: André Tecedeiro, António Carlos Cortez, Aurelino Costa, Catarina Costa, Francisca Bartilotti, Helga Moreira, Inês Morão Dias, Jaime Rocha, João Gesta, João Rios, José Carlos Barros, Luís Quintais, Margarida Vale de Gato, Renato Filipe Cardoso Rita Taborda Duarte.
 
No domingo, é a vez de Há Palavras Que Nos Beijam (16 NOV, 18h, Fórum de Ermesinde), a apresentação final do laboratório orientado por Ana Celeste Ferreira – cantora de vários estilos musicais, formadora de canto e técnica vocal, locutora e diseur de poesia e conto – a meias com um conjunto de primeiras vozes em estreia na leitura de poemas em palco, integradas num espectáculo, acompanhado por Ricardo Caló ao piano, e com a participação especial do intérprete, maestro e pedagogo Sérgio Sousa Martins, com uma carreira que abrange ópera, oratória, música sacra e coral, actualmente na direcção artística do Orfeão de Ermesinde, um colectivo com mais de 25 anos, que completa o elenco desta apresentação.
 
A semana prossegue com o programa do Serviço Educativo do MANIFESTUM voltado para a comunidade escolar e a aposta no Cinema de Animação (17 a 19 NOV, Agrupamentos Escolares, Fórum Vallis Longus e Fórum de Ermesinde), que proporciona a mais de mil crianças do concelho o alargamento da aprendizagem em contexto escolar, levando os alunos às salas de cinema, para um conjunto de curtas-metragens nacionais e internacionais de cinema de animação de produção independente e fora do circuito comercial, com a presença alguns dos realizadores, propostas estas com curadoria da Casa da Animação.
 
O segundo fim-de-semana do MANIFESTUM arranca com o Fado Contado (21 NOV, 21h30, Fórum Vallis Longus), uma proposta-concerto com a cantora, intérprete e diseur Ana Celeste Ferreira, colaboradora do MANIFESTUM desde a primeira edição, que nos traz uma proposta artística da sua autoria, acompanhada de três músicos: Ricardo Caló ao piano, Pedro Carneiro no violino e Raquel Andrade no violoncelo. A ideia é contar uma história a partir de um conjunto muito diverso de músicas, uma outra possibilidade do texto literário enquanto letra de canção, conciliando as várias tonalidades para contar a história de uma fadista e do seu triste fado, numa noite de concerto.
 
Mas a melhor tarde do MANIFESTUM é a de sábado: desde 2019, no MANIFESTUM há sempre espaço para o Benefício da Dúvida (22 NOV, 15h30 + 17h, Biblioteca de Valongo) e a edição de 2025 celebra as palavras em duas sessões vizinhas, que extravasam os limites da arte: Ana Deus – cantora, autora e exploradora de linguagens disruptivas, com trabalho desenvolvido num percurso entre música, poesia e imagem – estará à conversa com Jorge Serafim – conhecido pela passagem por um programa de humor, mas, na verdade um escritor, ilustrador e contador de histórias, que recolhe, trata e investiga o património tradicional que nos é deixado na vertente de oralidade —, e que se pretende assumir como mais uma das valências do MANIFESTUM. Na sessão seguinte, juntamos Madalena Sá Fernandes – escritora e cronista, uma das mais jovens figuras do romance e da prosa – a Antonino de Sousa, uma voz jovem e dinâmica da religião, membro da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus e investigador no âmbito de um Doutoramento em Bioética na Universidade Católica Portuguesa. Para moderar as conversas, identificar linhas de força e explorar o inusitado e inesperado destas múltiplas dimensões, temos a presença já habitual do jornalista-cantor Miguel Ribeiro.
 
No encerramento do MANIFESTUM, traz-se a palco um formato pela primeira vez levado a cabo no festival, mas que se pretende que seja uma marca em anos futuros: um espectáculo multidisciplinar, que estende a palavra dita a vários domínios, num culminar de acções desenvolvidas durante o ano e que se apresentam juntos numa proposta unida.. Afinal (23 NOV, 21h30, Fórum de Ermesinde) parte da criação de um ambiente onírico, uma espécie de sonho, que desde logo cruza o universo clown, com a adaptação de Talvez, um espectáculo de Pedro Correia, com dois blocos de leituras consistentes, pela voz dos Incomuns – Idalinda Fitas, Manuela Gomes e Jorge Pereira – três pessoas que iniciaram as suas leituras em laboratórios, criando o seu próprio grupo para comunicar através da poesia. A actriz e escritora Ana Zanatti é a convidada especial, para com a sua elegância e incrível voz nos trazer a uma selecção própria de poemas. Neste sonho cabe ainda a curta-metragem histórica do cinema de animação português, que completa em 2025 os seus 30 anos, Estória do Gato e da Lua, de Pedro Serrazina, também presente em palco, assim como a guitarra portuguesa de Rui Pedro Claro, com composições inéditas e uma incursão pelo legado de uma das grandes referências da música portuguesa, Carlos Paredes, cujo centenário de nascimento se celebra também este ano. O contador de histórias Jorge Serafim será aqui o anfitrião, acolhendo todos os que vão passar por esta sala-de-estar onírica, e procurando diminuir o espaço entre o palco e a plateia, num momento de partilha e reflexão conjuntos.
 
O MANIFESTUM arte de dizer é um evento promovido pela Câmara Municipal de Valongo, com programação e produção da Exemplo Extremo, coordenado pela Biblioteca Municipal de Valongo.
 
Segundo o Município de Valongo, “a iniciativa insere-se numa aposta forte do executivo na Cultura, enquanto pilar de formação de cidadãos mais autónomos e envolvidos na vida cívica política de toda a comunidade, e num reforço da oferta cultural de elevada qualidade e acessível a todos, consolidando este festival como um pilar de desenvolvimento da comunidade e de projecção do nosso território, sendo um importante estímulo à leitura e ao conhecimento, e um incentivo ao saber falar, exprimir e defender os pontos de vista, ideias e sonhos”.
 
O programa da 7.ª edição do MANIFESTUM arte de dizer arranca já a 12 de Novembro com o Poemar (12 NOV, 18h, Âmbito Cultural do El Corte Inglés), uma antecâmara do festival, apresentada Isaque Ferreira, programador do festival, e por Ana Celeste Ferreira, uma das participantes desde o primeiro momento.
 
. . . . .
 
MANIFESTUM arte de dizer 2025
— programa

12 NOV 18h30
POEMAR: PALAVRAS PARTILHADAS [apresentação]
Com Isaque Ferreira, Ana Celeste Ferreira
Âmbito Cultural, El Corte Inglês, Vila Nova de Gaia
 
14 NOV 11h00
POESIA VAI À FEIRA DE ERMESINDE [performance poética]
Com Renato Filipe Cardoso, João Rios e ASA – Acreditamos em Seniores Ativos
Largo da Feira de Ermesinde
 
14 NOV 21h30
VAN DER DING MANIFESTA-SE! [espectáculo]
Com Hugo van der Ding, Francisca Bartilotti, Hugo Carvalhais e Cláudia Rubim
Fórum Cultural de Ermesinde
 
15 NOV 11h00
POESIA VAI À FEIRA DE VALONGO [performance poética]
Com Renato Filipe Cardoso, João Rios e ASA – Acreditamos em Seniores Ativos
Largo da Feira de Valongo
 
15 NOV
18h00 VER LONGO [apresentação laboratório + lançamento livro]
Com Nelson D’ Aires, participantes do laboratório, Frederica Vieira Campos e Renato Filipe Cardoso
Fórum Cultural Vallis Longus
 
16 NOV 18h00
HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM I [apresentação laboratório]
Com Ana Celeste Ferreira, Ricardo Caló, participantes do laboratório, Sérgio Sousa Martins e Orfeão de Ermesinde
Fórum Cultural de Ermesinde
 
17 a 19 NOV
CINEMA DE ANIMAÇÃO [serviço educativo]
Com Casa de Animação e agrupamentos escolares do concelho
Fórum Cultural Vallis Longus e Fórum Cultural de Ermesinde
 
21 NOV 21h30
FADO CONTADO [concerto]
Com Ana Celeste Ferreira, Ricardo Caló, Pedro Carneiro e Raquel Andrade
Fórum Cultural Vallis Longus
 
22 NOV
15h30 BENEFÍCIO DA DÚVIDA – DIÁLOGOS [conversa]
Com Ana Deus e Jorge Serafim, moderação de Miguel Ribeiro
Biblioteca Municipal de Valongo
 
17h00 BENEFÍCIO DA DÚVIDA – DIÁLOGOS [conversa]
Com Madalena Sá Fernandes e Antonino de Sousa, moderação de Miguel Ribeiro
Biblioteca Municipal de Valongo
 
21h30 AFINAL [espectáculo]
Com Ana Zanatti, Jorge Serafim, Rui Pedro Claro, Pedro Serrazina, Pedro Correia, (in)comuns: Idalinda Fitas, Manuela Gomes e Jorge Pereira
Fórum Cultural de Ermesinde
 

Exposição "Espirito Elevado" na IGREJA DE SANTIAGO - GALERIA DE ARTE em Monsaraz, dia 17 de outubro - Ildebranda Martins

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No dia 17 de outubro, pelas11 horas, inaugura a minha exposição “Espirito Elevado” na Igreja de Santiago – Galeria de Arte em Monsaraz.

SINOPSE

Uma reflexão sobre a prática da religião em ambientes modernos, intelectuais, urbanos, em sociedades onde a Inteligência Artificial é apreciada, a informática imprescindível., o virtual uma linguagem vulgar.

Acaso teremos seres humanos mecanizados e robôs humanizados!

 

LOCAL:

Igreja de Santiago | Galeria de Arte

Rua de Santiago, Monsaraz 7200-175 Monsaraz

De fundação remota e data desconhecida sabe-se, segundo os documentos existentes, que esta igreja já existia na segunda metade do século XIII. Primitiva benesse de Ordem de Santiago da Espada e, mais tarde, integrada na Ordem de Cristo, a igreja original desapareceu por completo, com exceção da moldura de uma obra gótica. A traça atual pertence ao reinado de D. José I, que encetou obras de reparação após os estragos provocados pelo terramoto de 1755. Na década de 80 do século XX, a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz procede ao restauro desta igreja, que se situa na falda ocidental da vila e contígua às casas que pertenceram a D. Durando Pais no período medieval. Presentemente, este monumento acolhe exposições de arte.

Esta igreja é uma das salas de exposição do Ciclo de Exposições Monsaraz Museu Aberto.

De fundação remota e data desconhecida, a igreja de Santiago já existia, de acordo com fontes conhecidas, na segunda metade do século XIII. Sabe-se, no entanto, que teria sido uma primitiva benesse da Ordem de Santiago da Espada e mais tarde integrada na Ordem de Cristo.

O primitivo templo medieval ducentista desapareceu por completo, com exceção da moldura de uma porta gótica. A construção atual é obra tardia do reinado de D. José I.

Foi destruída com o terramoto e mais tarde recuperada pela Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, transformando o templo religioso num espaço cultural, onde se realizam atualmente debates, colóquios e exposições.

 

PERIODO EXPOSIÇÃO: 17/10/2025 A 16//11/2025

Horário de funcionamento:

Verão (abril a setembro): 09h30-12h30 | 14h00-18h00. Inverno (outubro a março: 09h30-13h00 | 14h00-17h00.

 

NOVEMBRO a crepitar uma estreia // Teatro Estúdio Fontenova

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O Erro de GPTO ou as mentiras de PI

14 a 23 de Novembro // Fórum Municipal Luísa Todi

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foto: Helena Tomás

 

 

Estreia a 14 de Novembro // O Erro de GPTO ou as mentiras de PI

14 a 23 de Novembro // Fórum Municipal Luísa Todi

(de quarta a Sábado às 21h e domingos às 17h)

 

“Um dos grandes desafios da robótica neste momento, como todos sabem,

é a sua integração.”

 

PI. Mas quem é verdadeiramente PI? Uma marioneta humanizada qual filho de Gepeto ou uma actualização de sistema gerada por AI sob o comando de GPTO?

Um corpo deambula entre o desprendimento dos fios que o sustêm ou que, na verdade, o aprisionam. Na perspectiva que levamos à cena “Pinóquio” já não é o que a obra nos contou pela mão de Carlo Collodi, em 1881, com “As Aventuras de Pinóquio”. Já não é um boneco de madeira pois a sua paisagem interior é metaforizada com recurso à robotização ou, por outras palavras, a relação entre tecnologia e corpo. Mas permanece a questão: quando é que um corpo deixa de ser manipulado social e culturalmente para passar a fazer ecoar a sua voz interior?

 

Aqui reúne-se um lugar de fala quer da autora, Rosa Dias, quer do intérprete, Ren D-Marcus numa comunhão que esperamos ser habitat da identidade de género e, acima de tudo, de equidade humana na sua plenitude.

Para já, e enquanto a estreia não nos bate à porta, sussurramos o nosso teaser aos olhares mais curiosos. 

 

 

Sinopse

Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer. E para medir uma pessoa, por onde começar? Pelos pés, mãos, umbigo ou cabeça? Por onde anda, faz, pensa de si ou do mundo? E quando medida, porque atributos é então definida? Quais os factores que entram na equação? A sua altura, peso, mobilidade, os seus órgãos, pêlo, voz, cabelo, idade, racionalidade, emotividade, identidade? Se Πr² é a função da área do círculo, qual a função da área humana? E se mesmo a matemática pode ser infinita e irracional na busca de uma definição, da área da perfeição, e, ainda assim, estar sempre errada, produzindo apenas um valor aproximado, pode o ser humano, por seu lado, buscar a imperfeita verdade, fundada no interminável caos e na paradoxal experiência do mundo que o rodeia? Pi tenta medir-se, procurando a sua função entre o seu corpo artificial, a sua consciência imaterial, o mundo intransigente e as suas mentiras de sobrevivente.
Gpto tenta medir-se, procurando a sua função entre o trabalho que realizou, o amor que dedicou, os sacrifícios que sofreu e os inadmissíveis erros que cometeu.
Por onde é que se começa a medir uma pessoa? Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer."

Lançamento do livro // 15 de Novembro

Culsete // 16h30

O lançamento do livro faz-se naquele que é também um porto abrigo para o Teatro Estúdio Fontenova: a Culsete, pois, as parcerias são feitas dos lugares que habitamos com amizade e respeito.

 

Para que a tarde seja de conversa cheia, teremos como convidadas Dani Bento Engenheira de Software, licenciada em Astrofísica e Astronomia e pós-graduada em Sexualidade Humana. Ativista pelos direitos LGBTQIA+, justiça social e saúde mental.

Luísa Monteiro dramaturga e professora e Rosa Dias, autora do texto.

Estará também a equipa artística para compor este ramalhete inclusivo.

 

Conversa com o público // 16 de Novembro

FMLT // Após o espectáculo

Depois do espectáculo juntamo-nos, neste dia, para uma conversa com Tomás Barão (Coletivo Qardume e Activista LGBTQIA+) e Joana Peres (Cooperativa SEIES). Questões, inquietações, provocações, são todas bem-vindas e aguardam a presença de todes os que se queiram juntar a nós!

 

Sessão para escolas // 18 de Novembro

FMLT // 11h e às 15h

 

Sessão com audiodescrição // 23 de Novembro

FMLT // 17h

 

Exposições de Alexandra Bircken, Carlos Nogueira e biarritzzz na Culturgest

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© Alexandra Bircken. Foto: Andy Keate

A Culturgest inaugura três exposições – SomaSemaSoma, de Alexandra Bircken, pensamentos. em papel, de Carlos Nogueira e KaOuS, de biarritzzz – no dia 24 de outubro (sexta), às 22:00. As exposições de Alexandra Bircken e Carlos Nogueira podem ser visitadas até 1 de fevereiro de 2026 e a de biarritzzz pode ser visitada até 9 de novembro de 2025.
 

SomaSemaSoma, de Alexandra Bircken, com curadoria de Bruno Marchand e Selma Meuli
O trabalho de Alexandra Bircken (Alemanha, 1967) explora analogias entre o corpo humano e a máquina. Interessa-lhe o modo como essa relação permite levantar questões relacionadas com a identidade, a fragilidade e as limitações do indivíduo. O seu método de eleição é a colagem e é através da combinação de uma ampla variedade de materiais e de técnicas que a artista afere os limites entre os seres humanos e os ambientes construídos. Em sentido inverso, ao dissecar com precisão cirúrgica máquinas e outros dispositivos quotidianos, Bircken revela as qualidades biomórficas de muitos dos aparatos que nos rodeiam. Essa dinâmica resulta num corpo de trabalho ambivalente, simultaneamente cibernético e andrógino, que tanto questiona o comportamento e o desejo humanos, como desvenda a vulnerabilidade dos corpos em relação à tecnologia.

SomaSemaSoma apresenta uma seleção de obras criadas ao longo das últimas duas décadas, incluindo várias concebidas especificamente para esta ocasião. Este título deriva dos étimos gregos sōma, que significa «corpo», e sēma, que significa «signo». Ao longo da exposição, a artista explora esta semiótica dos corpos, subvertendo arquétipos relacionados com o género e o poder. As suas esculturas surgem como presenças híbridas cuja verticalidade, forma, escala e volume sugerem corpos (ou partes deles) análogos aos nossos, estabelecendo connosco ora relações de identificação, ora de diferença.

Tal como o nome da exposição, grande parte das obras de Bircken resulta da fusão de elementos díspares, muitos deles provenientes do quotidiano. A sua atenção curiosa e abrangente capta, processa e, por fim, integra no ato criativo uma vasta gama de objetos e componentes. O conjunto inédito de vitrines aqui presente ilustra este processo de referenciação e “montagem” através da apresentação de imagens e materiais recolhidos ao longo dos últimos trinta anos. Estes referentes ressoam com as obras circundantes, promovendo com elas trocas dinâmicas.

pensamentos. em papel, de Carlos Nogueira, com curadoria de Bruno Marchand
Carlos Nogueira (Moçambique, 1947) tem vindo a desenvolver, desde o início do seu percurso, trabalhos que podem ser descritos genericamente como “desenhos de projeto”. Nesta categoria cabem esboços para as suas esculturas ou performances, mas também um leque muito variado de expressões gráficas que se espraiam por cadernos, pautas, folhas de agenda ou outro tipo de suportes que associamos a atividades burocráticas.

A palavra ocupa aqui um lugar peculiar, funcionando como marca, como instrução, como poema ou exortação, mas também como desenho, a estabelecer diálogos ou tensões com os elementos que a rodeiam. Esta exposição – com curadoria de Bruno Marchand - reúne um conjunto alargado dessas obras, focando-se, sobretudo, nos conjuntos produzidos na passagem para a década de 1980.
 

KaOuS, de biarritzzz, um projeto Contemporânea
biarritzzz (Brasil, 1994) recorre às linguagens visuais da cultura da internet e às lógicas de apropriação e remix da web art para criar contra-narrativas, em que ética, estética e política se entrelaçam como campos equivalentes numa disputa cosmológica de realidades.

Em KaOuS (2025), a artista apresenta uma nova interpretação para a música kAPTURA oU sURTAH, que integra o seu álbum Eu Não Sou Afrofuturista (2020), através de um filme expandido. Nele, biarritzzz procura desestabilizar o conceito ocidental de progresso, cuja linearidade cronológica enfatiza uma crença nos crescimentos económico e material infinitos. No tempo espiralar que propõe, coexistem ruínas e projeções, ancestralidades e virtualidades, realidades e ficções.

A cultura pop, a estética dos videojogos, as “políticas do erro”, a memética (pedagogias do meme), a magia, e “baixa resolução” como estratégia de contraposição estão presentes no seu trabalho.

Este é um projeto da Contemporârea, no âmbito da Comissão Atlantic 2025, com direção artística de Celina Brás e coordenação de Paula Ferreira. A Comissão de Seleção foi composta por Inês Grosso, João Laia, Raphael Fonseca e Vitória Cribb. Uma iniciativa da Contemporânea em parceria com a Culturgest, esta exposição conta com o apoio da DGArtes – Direção-Geral das Artes.


Visitas guiadas
Durante o tempo de permanência da exposição terão lugar algumas visitas guiadas às exposições.
No dia 25 de outubro, às 16:00, realiza-se a visita à exposição de Alexandra Bircken, com a artista, e nos dias 22 de novembro, 13 de dezembro e 31 de janeiro. Esta exposição dispõe de visitas com recursos de acessibilidade: com Língua Gestual Portuguesa, no dia 15 de novembro, às 16:00, e com Audiodescrição, no dia 10 de janeiro, às 16:00.
No dia 29 de novembro, às 16:00, realiza-se uma visita guiada à exposição de Carlos Nogueira, com o artista e Catarina Rosendo.


Horário e bilhetes
As exposições podem ser visitadas de terça a domingo, das 11:00 às 18:00. A exposição de Carlos Nogueira e biarritzzz são gratuitas, e a exposição de Alexandra Bircken, de terça a sábado, custa 4€ (com descontos) e, ao domingo, é gratuita.

Casino Estoril inaugura a 39ª edição do Salão de Outono no dia 8 de novembro

Na Galeria de Arte, de 8 de novembro a 8 de dezembro

 

. Com obras de 23 artistas plásticos

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A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo sábado, dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Trata-se de mais uma edição desta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura, na qual poderão encontrar-se alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é livre.

 

Na sua 39ª edição, o Salão de Outono reúne um notável elenco de obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 23 artistas:

Pintura - Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paula Gouveia, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.

 

Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.

 

 

 

A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura no próximo sábado, 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Esta mostra colectiva ficará patente ao público até 8 de dezembro. A entrada é gratuita.

 

“Um Filme em Cada Esquina” regressa com sessão internacional em Algueirão-Mem Martins.

O festival internacional de cinema Um Filme em Cada Esquina - UFECE International Film Festival regressa no próximo dia 14 de novembro, às 21h00.

A sexta sessão do UFECE acontece no Ponto Kultural, um espaço de criação e investigação artística, em Algueirão-Mem Martins.

 

Nesta sessão, o público poderá assistir a três curtas-metragens de diferentes países:

  • Vegetalidade, de Frederico Ferreira (Portugal, 2024)

  • 3 vendors of Ipanema, de Jonathan S. Lee (Estados Unidos, 2024)

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Vegetalidade
de Frederico Ferreira, Portugal 2024
duração: 17 minutos

 

SINOPSE:
Uma reflexão sobre a nova era na história do consumo de arte:

o museu como um lugar rico em cenários fotogénicos adequados para autorretratos de sucesso.

  • Embrasse-moi, de Hristo Todorov (França, 2024)

Como é habitual no festival, a exibição será seguida de uma conversa com os realizadores presentes, criando um espaço de diálogo e partilha com o público.

Às 15h00 terá lugar a sessão dedicada exclusivamente à comunidade escolar, com o mesmo alinhamento de filmes e a conversa com os cineastas.

Fiel à sua missão de descentralizar o acesso à cultura cinematográfica, o festival Um Filme Em Cada Esquina continua a levar, todos os meses, cinema e debate a diferentes freguesias do concelho de Sintra, promovendo a reflexão em torno da sétima arte e aproximando o público das diversas formas de criação cinematográfica.

O festival é uma iniciativa da RUGAS associação cultural, em parceria com a produtora Cidades Irrequietas Filmes, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra.

A entrada é gratuita, limitada à lotação do espaço.



Sessão 6

14 de novembro às 15h00

[ exclusiva para a comunidade escolar - Escola Secundária Gama Barros]

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3 vendors of Ipanema
de Jonathan S. Lee, Estados Unidos da América 2025

duração: 24 minutos

 

SINOPSE:
“O ser humano só é livre quando é mestre de si próprio”.

Três vendedores ambulantes que trabalham de forma autónoma, com dignidade,

numa economia severa e que amam o trabalho que fazem.

Por isso são conhecidos e adorados pela comunidade LGBTQIA+ por décadas.

 

14 de novembro às 21h00

[ público geral - entrada livre, sujeita à lotação do espaço ]

 

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Embrasse-moi
de Hristo Todorov, França 2024

duração: 12 minutos

 

SINOPSE:
Alex, um jovem muito bonito, e Philippe, um homem encantador

na casa dos seus cinquenta, têm um encontro. Era para ser apenas uma aventura,

mas as coisas tomam um rumo inesperado…




SINTRA, JF Algueirão-Mem Martins
14 de novembro no Ponto Kultural

Programação completa em ufeceiff.com 

 

Sobre Um Filme em Cada Esquina - UFECE International Film Festival

Um Filme em Cada Esquina é uma celebração do cinema. O Festival procura quebrar  barreiras entre o público e os filmes, transformando locais quotidianos em salas de cinema. A edição inaugural conta com 11 sessões em diferentes Freguesias de Sintra, cada uma delas concebida para tornar o cinema mais acessível e envolvente para todos os membros da comunidade.

 

DIREÇÃO E PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL PATRÍCIA CAIRRÃO e RICARDO G. SANTOS
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO ANDREIA LOLA LOURENÇO
PRODUÇÃO EXECUTIVA E GESTÃO DE REDES SOCIAIS ARTUR DINIS

ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO ANA FELÍCIO (estágio) 

OPERAÇÃO TÉCNICA FERNANDO GUERREIRO
ORGANIZAÇÃO RUGAS ASSOCIAÇÃO CULTURAL
PARCEIRO INSTITUCIONAL CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA, ICA - INSTITUTO DO CINEMA E DO AUDIOVISUAL
CO-PRODUÇÃO CIDADES IRREQUIETAS FILMES e FORNO ESPAÇO CULTURAL
APOIOS COFFEEPASTE, FILMFREEWAY, GERADOR,  MA3COR - ATELIER DE IMPRESSÃO E PUBLICIDADE, MORTINHOS POR SAIR DE CASA - ANTENA 1
PARCEIROS DE PROGRAMAÇÃO JUNTA DE FREGUESIA DE ALGUEIRÃO MEM-MARTINS, PONTO KULTURAL, UNIÃO DE FREGUESIAS QUELUZ E BELAS, UNIÃO DE FREGUESIAS AGUALVA E MIRA SINTRA, UNIÃO DE FREGUESIAS DE MASSAMÁ E MONTE ABRAÃO, JUNTA DE FREGUESIA DE RIO DE MOURO, JUNTA DE FREGUESIA DE CASAL DE CAMBRA, UNIÃO DE FREGUESIA ALMARGEM DO BISPO, PÊRO PINHEIRO E MONTELAVAR, UNIÃO DE FREGUESIAS SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM, JUNTA DE FREGUESIA DE COLARES, UNIÃO DE FREGUESIAS DE SINTRA (SANTA MARIA E SÃO MIGUEL, SÃO MARTINHO E SÃO PEDRO DE PENAFERRIM), UNIÃO DE FREGUESIAS CACÉM E SÃO MARCOS
AGRADECIMENTOS CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA, JUNTA DE FREGUESIA DE ALGUEIRÃO MEM-MARTINS, PONTO KULTURAL

 

INFORMAÇÕES
PONTO KULTURAL

Rua Domingos Saraiva n.º2D

2725-397 Algueirão-Mem Martins

 

RESERVAS
rugasproducao@gmail.com

(+351) 96 785 97 41 (chamada para a rede móvel nacional)

 

RECOMENDAÇÕES AO PÚBLICO

Entrada gratuita, limitada à lotação do espaço.

Não é permitido filmar nem fotografar durante a sessão.

Teatro Nacional D. Maria II e Braga 25 promovem evento sobre o futuro da arte e da cultura em Portugal

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Cenários 2025 é a 4.ª edição do programa de pensamento Cenários, do Teatro Nacional D. Maria II. O evento, de entrada gratuita, terá lugar em Braga, a 27 e 28 de novembro, e é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II em parceria com a Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura.

 

 

A 4.ª edição do programa Cenários, do Teatro Nacional D. Maria II, acontece em Braga, a 27 e 28 de novembro, numa parceria com a Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura. Com entrada gratuita, o Cenários 2025 reúne artistas, pensadores e público em geral, para refletir sobre questões fundamentais para o futuro da arte e da cultura em Portugal, partindo das experiências e aprendizagens proporcionadas pelos projetos Odisseia Nacional (realizado pelo D. Maria II em 2023 e 2024) e Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura.

 
Em 2023 e 2024, com a Odisseia Nacional, o D. Maria II levou programação artística a mais de 90 municípios do país, num movimento de descentralização cultural que envolveu comunidades, artistas e autarquias através de espetáculos, projetos participativos e dedicados ao público escolar, formação, eventos de pensamento e uma exposição. Por seu turno, ao longo deste ano de 2025, o programa Braga 25 tem promovido o encontro entre a criação artística nacional e as múltiplas possibilidades de ligação com a Europa, valorizando o papel dos artistas e agentes culturais locais na sua construção. A partir do cruzamento das experiências locais e nacionais proporcionadas por ambos os projetos, a edição de 2025 do Cenários propõe refletir sobre os caminhos da cultura em Portugal e o papel da democracia cultural na construção de um futuro mais plural, participado e descentralizado.

 

O programa do Cenários 2025 inicia-se no dia 27 de novembro, às 10h30, no Pequeno Auditório do Theatro Circo, com uma sessão de abertura que contará com intervenções de Alberto Santos (Secretário de Estado da Cultura), João Rodrigues (Presidente da Câmara Municipal de Braga), Rui Catarino (Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II) e Joana Fernandes (Conselho de Administração da Faz Cultura). Segue-se o debate Braga Capital Portuguesa, sobre o que fica após uma capital da cultura, com a presença de Cristina Farinha (especialista em políticas culturais), Daniel Pereira e Fernando Ferreira (arquitetos, da Space Transcribers).

 

Na parte da tarde, o programa continua na BlackBox do gneration, com um debate sobre a Odisseia Nacional, as aprendizagens, transformações, impacto e legado deste projeto, com Cátia Terrinca (diretora artística do UMCOLETIVO), Fátima Alçada (diretora geral e artística das Comédias do Minho), Luís Sousa Ferreira (Adjunto da Direção Artística do Teatro Nacional D. Maria II) e Patrícia Silva Santos (Avaliação e Monitorização, no Teatro Nacional D. Maria II). E ainda um debate sobre o estado da Cultura Nacional, com o objetivo de explorar os desafios, as práticas em vigor, os apoios, o envolvimento dos públicos e as estratégias para fortalecer e dinamizar a criação cultural em Portugal, e intervenções de Ana Feijó da Cunha (Diretora da Fundação ”la Caixa”), Mónica Guerreiro (Diretora Artística do Ponto C) e Sara Barros Leitão (atriz, encenadora e Diretora Artística da Cassandra). O dia terminará no Mercado Municipal de Braga, com uma tertúlia sobre Processos Participativos, com a participação de Catarina Carvalho Gomes (artista), Marta Moreira (Diretora Artística da Plataforma do Pandemónio), Lara Soares e Sandra Barros (artistas e responsáveis pelo Coletivo Burilar).

 

No dia 28 de novembro, às 9h30, a 4IS - Associação para a inovação social promove um Fórum Jovem, no espaço Multiusos do gneration, onde dezenas de jovens se reunirão em várias mesas redondas, para refletirem sobre a cultura no município de Braga e o futuro da cidade. Também durante a manhã, no Salão Nobre do Theatro Circo, a Associação Social e Cultural PELE ativa um encontro informal entre artistas da Região Norte e agentes culturais nacionais, dedicado à apresentação de ideias e projetos num formato dinâmico e colaborativo, intitulado Criar, Programar, Mediar – Encontro para pensar o fazer cultural.

 

A parte da tarde será marcada por dois debates, na BlackBox do gneration: Equidade do Território, com Samuel Guimarães (mediador cultural) e Rafaela Santos (cofundadora da Companhia Amarelo Silvestre); e Arte e Tecnologia, com Carincur e João Pedro Fonseca (artistas e Diretores Artísticos da ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana), Manuel Bogalheiro (investigador e professor universitário) e Tatiana Macedo (artista). Às 18h30, será exibido o documentário Cartografia do Encontro, com realização de Grazie Pacheco e João Afonso Vaz, que acompanhou o projeto Odisseia Nacional, do D. Maria II, durante todo o ano de 2023. A encerrar a programação do Cenários, o Theatro Circo apresenta, no Grande Auditório, o espetáculo A vida secreta dos velhos, de Mohamed El Khatib, às 21h30.

 

O Cenários 2025 tem entrada gratuita (à exceção do espetáculo A vida secreta dos velhos) e as inscrições já estão abertas, aqui. O evento contará com interpretação em Língua Gestual Portuguesa em todos os debates, na sessão de abertura, na tertúlia e na apresentação que antecede a exibição do documentário.

 

> Mais informações e programa completo do Cenários 2025 aqui.