O Open Mic decorre no Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, nas terceiras terças-feiras de cada mês
A mais recente iniciativa do Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, o Open Mic, abre as portas e o palco do Cinema-Teatro a novos talentos que queiram apresentar todo o tipo de artes performativas, desde música, a stand-up comedy, passando por teatro ou poesia. O Open Mic decorre todas as terceiras terças-feiras do mês no Foyer do espaço e é apresentado por Risumik. Tem lotação limitada e entrada gratuita, mediante de levantamento de bilhete no próprio dia do evento.
Com início a 20 de janeiro de 2026, o Open Mic requer uma inscrição prévia, através do preenchimento desteformulário. O Cinema-Teatro disponibiliza equipamento técnico básico, incluindo som e iluminação adequados ao espaço. Após a inscrição, os participantes serão contactados pela equipa do Cinema-Teatro com a confirmação e informações adicionais.
A iniciativa pretende dar visibilidade a talentos emergentes, promover a diversidade cultural e reforçar o papel do Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida como centro de criação e experimentação artística no concelho do Montijo.
A primeira sessão do Open Mic, a realizar-se na próxima semana, dia 20 de janeiro, será introdutória ao conceito deste projeto, com uma Quizz Night com serviço de bar, que pretende juntar equipas de até 4 elementos e desafiá-las a responder a perguntas de cultura geral e artes. A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete.
Em fevereiro, o Open Mic realiza-se a 24 de fevereiro e, em março, no dia 17. As atuações serão anunciadas no próprio dia.
Estas noites de Open Mic são uma aposta do Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida e da Câmara Municipal do Montijo, convidando artistas e público a participar e a usufruir desta nova proposta cultural, que pretende transformar o formato de café-concerto numa plataforma vibrante de criatividade e descoberta.
Regresso das Jazz Sessions no Tivoli Avenida Liberdade com Samuel Lercher Trio
No próximo dia 22 de janeiro ,a partir das 19h00 o Hotel Tivoli Avenida recebe mais um concerto no âmbito da iniciativa Tivoli Live Sessions, com a atuação de Samuel Lercher Trio.
O trio apresenta Fractal, um álbum autobiográfico que traduz a essência de Liberdade recebe Samuel Lercher enquanto homem e músico, através de oito temas originais. Acompanhado por André Rosinha e Bruno Pedroso, que compõem a secção rítmica, o pianista francês propõe composições que cruzam o jazz e a música clássica com lirismo.
Com atuações em palcos de referência em Portugal, Espanha e França, o trio tem vindo a conquistar reconhecimento além-fronteiras.
O concerto tem entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço, e decorre ao entardecer no lobby do hotel, convidando o público a apreciar de uma experiência musical intimista num dos locais mais emblemáticos da cidade.
Lançadas em 2024 sob o mote “Make Room for Bright Performances”, as Tivoli Live Sessions afirmam o compromisso do hotel com o apoio às artes e à cultura, recebendo nomes consagrados e talentos emergentes. Todos os concertos têm início às 19h00, e podem ser apreciados tanto no lobby como na mezzanine do hotel.
Em ambos os espaços, o público poderá aproveitar para tomar uma bebida, petiscar ou prolongar a experiência com um jantar descontraído na renovada Cervejaria Liberdade.
Abertura da exposição do conhecido artista plástico acontece este sábado, dia 17 de janeiro, às 11h00 na Escola Secundária António Inácio da Cruz e às 15h00, na Biblioteca e Arquivo do Municipio de Grândola.
João Fonte Santa, natural de Évora, é um dos artistas mais representativos da sua geração. Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Além da sua prática artística, também atua como comissário de exposições de arte contemporânea e colaborador em diversas publicações nacionais e estrangeiras como ilustrador. Expõe regularmente desde os anos 90, em nome individual ou, coletivamente, a nível nacional e internacional.
Em «Mundo de Aventuras» João Fonte Santa aborda a problemática das mitologias nacionais e a desconstrução do colonialismo.
Com curadoria de José Alberto Ferreira, a exposição de arte é constituída por três núcleos. Aborda, no primeiro,a identidade nacional, entre o Berço da Nação e A Portuguesa. No segundo, grandes telas representam imagens do livro «De Angola à Contracosta», originalmente publicado em 1886, que retratam a narrativa dos exploradores portugueses Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, acerca duma viagem de aventura e descobertas pelo continente africano.O terceiro núcleo, exposto na Escola Secundária António Inácio da Cruz, e criado sobre um original de banda desenhada português, anónimo, datado de 1977, explora a fauna africana, com telas de cores fortes e traço preciso, que convidam a interpretar a beleza dum mundo natural, um paraíso selvagem, numa África em guerra.