Com entrada livre, até ao próximo dia 9 de fevereiro
Estão patentes 24 obras na Galeria de Are
A exposição “Fragmentos de Lisboa”, da autoria do artista plástico Maramgoní, continua a suscitar o interesse dos visitantes do Casino Estoril. São 24 obras que estão patentes, até ao próximo dia 9 de fevereiro, na Galeria de Arte. A entrada é gratuita.
O paisagista brasileiro, natural de São Paulo, realiza a sua quarta exposição individual na Galeria de Arte do Casino Estoril, sendo a segunda em que escolheu Lisboa como tema.
Os bairros, as ruas e os jardins, o Tejo e o Castelo, são transportados para as telas de um modo singular, com uma paleta riquíssima de cores quentes e com uma técnica inconfundível.
Maramgoní nasceu em São Paulo, 1972, interessando-se desde a infância por desenho e demonstrando grande habilidade com formas e proporções. Com apenas 10 anos de idade, traça as diretrizes de seu destino artístico: a pintura. Após alguns anos como autodidata, em 1987 abre seu próprio atelier onde passa a lecionar e de maneira definitiva se aprofunda na arte contemporânea. Indiferente aos modismos, sua obra mantém-se autêntica e suas técnicas e cores revelam seu genuíno dom e amor pela arte.
A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 9 de fevereiro, a exposição “Fragmentos de Lisboa”, da autoria de Maramgoní. A entrada é gratuita.
De entrada gratuita, a iniciativa decorre no dia 28 de janeiro, pelas 20h30, na ESECS
‘Cinema para Todos’ é o mote da sessão de cinema acessível promovida pelo CRID - Centro de Recursos para a Inclusão Digital, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Leiria, que terá lugar na próxima quarta-feira, dia 28 de janeiro, a partir das 20h30, no auditório 2 da Escola. De entrada gratuita e aberta a toda a comunidade, a iniciativa marca o arranque das comemorações do 20.º aniversário do CRID.
Serão exibidas duas curtas-metragens do cineasta brasileiro Luiz Alberto Cassol – ‘Esclerosada Não é a Vó’ e ‘Grito’ –, exibidas pela primeira vez em Portugal, contando com recursos de acessibilidade, nomeadamente audiodescrição (AD), Libras (Língua Gestual Brasileira) e Legendas Descritivas (LSE), reforçando o compromisso do CRID com a inclusão cultural e o acesso universal à arte.
Num contexto marcado por uma sociedade machista, misógina, racista e capacitista, o documentário ‘Esclerosada Não é a Vó’, dirigido por Cassol em codireção com Erenice Oliveira e Marcia Denardin, apresenta os testemunhos de quatro mulheres que convivem com a Esclerose Múltipla (EM) e que partilham os seus quotidianos e os desafios de viver com condições crónicas, dando voz a experiências frequentemente silenciadas.
Por sua vez, a curta-metragem de ficção ‘Grito’ apresenta uma narrativa breve e intensa, que lembra que nem todo o grito sai da boca.
“Esta sessão pretende não só celebrar duas décadas de trabalho do CRID, como também promover a reflexão sobre diversidade, inclusão e acessibilidade no cinema, reforçando a importância de tornar a cultura acessível a todas as pessoas, independentemente das suas capacidades ou necessidades”, refere Célia Sousa, coordenadora do CRID e professora da ESECS do Politécnico de Leiria.
Luiz Alberto Cassol é cineasta, realizador e produtor brasileiro, com uma obra marcada pelo compromisso com os direitos humanos, a inclusão e a acessibilidade no cinema. Os seus filmes abordam temáticas sociais contemporâneas, dando visibilidade a experiências frequentemente marginalizadas. O seu trabalho tem sido premiado e reconhecido em diversos festivais de cinema no Brasil e no estrangeiro, destacando-se também pela integração de recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendas descritivas e língua gestual.
Entre as várias distinções, destaca-se o Prémio Vitor Mateus Teixeira, na categoria ‘Cineasta’ (2021), homenagem atribuída pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o Troféu Sérgio de Assis Brasil da Câmara de Vereadores de Santa Maria (2011), e a homenagem do Cineclube da Boca, da UFSM (2019), em reconhecimento à sua trajetória no cinema, no cineclubismo e na defesa dos direitos do público.
Museu Nacional Soares dos Reis apresenta a exposição
“Face a Face - Rita Magalhães e a Natureza-Morta na Coleção do MNSR
O Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) inaugura, a 29 janeiro, pelas 18h30, com entrada livre, a exposição “Face a Face - Rita Magalhães e a Natureza-Morta na Coleção do MNSR”, comissariada por Manuela Hargreaves. A exposição ficará patente até 18 maio, contando com mecenato do BPI / Fundação “la Caixa” e apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.
Esta exposição propõe-se, por um lado, a promover um diálogo com a pintura de natureza-morta presente na coleção do Museu Nacional Soares dos Reis, convocando artistas que, ainda que não tenham feito deste género a sua prática exclusiva, o exploraram de forma significativa. Estas obras convivem com as de Rita Magalhães, estabelecendo uma linha de continuidade que vai da escola flamenga e holandesa dos séculos XVII e XVIII, passando pelo realismo e naturalismo em Portugal no século XIX, até ao limiar da modernidade.
As fotografias de Rita Magalhães “apresentadas face a face com este conjunto de obras, estabelecem uma ligação entre dois tempos da história: o da pintura de naturezas-mortas, enquantoleitmotiv, e a sua reverberação na fotografia contemporânea, que em tudo se assemelha a uma pintura clássica – embora não o seja”, salienta Manuela Hargreaves.
Por outro lado, a exposição inscreve-se numa continuidade de projetos expositivos realizados a nível nacional e internacional que visam recuperar a natureza-morta como um género artístico autónomo. Ao longo do tempo, diversos autores contemporâneos têm recorrido a este tema em momentos específicos dos seus percursos - de David Hockney a Damien Hirst - contribuindo para a sua legitimação e reforçando a sua relevância no contexto da prática artística contemporânea.
Nas palavras de António Ponte, Diretor do MNSR, “o trabalho de Rita Magalhães convida-nos a olhar para os objetos do quotidiano com renovada atenção, a ponderar o significado da imagem e a apreciar a riqueza dos diálogos artísticos que atravessam séculos. Entre tradição e inovação, a natureza-morta continua viva, reinventando-se em novas linguagens e sensibilidades”.
Outro dos principais méritos desta exposição foi ter possibilitado a intervenção de restauro de várias das pinturas que agora se apresentam publicamente, devolvendo-lhes a visibilidade de que foram privadas pela longa permanência em reserva.
“Não sendo destinados à exibição imediata, [os bens culturais em reserva] tendem a ser preteridos também nas prioridades de restauro. A degradação do estado de conservação contribui para o fecho das obras sobre si próprias. No caso concreto da pintura a óleo, suportes e pigmentos degradados e vernizes envelhecidos dificultam a leitura, ocultando dados decisivos como caraterísticas de pincelada, assinaturas, marcas de fabrico, datas e outras inscrições. Na vida dos objetos instala-se então um ciclo de crise silencioso que os submerge na invisibilidade e os priva da formação de significados. Quanto mais se aprofunda a perda de significado, mais improvável se torna o resgate”, sublinham as curadoras da Coleção de Pintura do MNSR, Ana Paula Machado e Ana Nascimento.
Realizadas as intervenções de conservação e restauro, foi possível trazer à luz do conhecimento uma série de informações e pormenores que ajudam a documentar o histórico das pinturas, os seus autores, técnicas e materiais.
Das 28 obras do MNSR selecionadas para esta exposição, 15 foram agora objeto de intervenção de restauro, o que, para além de permitir a leitura das obras na sua plenitude, revelou, nalguns casos, assinaturas e marcas há muito “perdidas”. Dado o volume de obras e a complexidade de algumas intervenções, os trabalhos foram repartidos pelas equipas de restauro do Laboratório José de Figueiredo e da Divisão de Museus da Câmara Municipal do Porto. Graças ao apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis, foi ainda possível reforçar esta campanha com recurso aos serviços de uma conservadora-restauradora externa.
Orientadas pelos técnicos do Museu da Presidência da República (MPR), as visitas percorrem a ala protocolar do Palácio, passando pela Sala das Bicas, Sala de Jantar, Sala Dourada, Capela, Sala Império, Sala dos Embaixadores e o Gabinete Oficial do Presidente da República. Já no exterior, visitam-se o Pátio dos Bichos e os jardins do Buxo, das Tileiras e da Cascata.
Palácio Nacional da Ajuda (Largo da Ajuda, 1349-021 Lisboa)
Gratuito com vagas limitadas
A iniciativa é organizada pelo Departamento de História, Artes e Humanidades da Universidade Autónoma de Lisboa, em parceria com o Palácio Nacional da Ajuda e com a Parques de Sintra – Monte da Lua.
Os keynote speakers serão Rui Vieira Nery, Rosana Marreco Brescia (Grupo Música no Período Moderno) e Simon Keefe.
José Maria Rodrigues nasceu em Ribolhos, Castro Daire, em 1906. Aprendeu a arte de moldar o barro e tornou-se num dos mais reputados oleiros de Portugal. Começou por produzir objetos domésticos utilitários, mas a mudança nos hábitos de consumo e a introdução de novos materiais forçaram-no a abandonar a roda de oleiro, passando a dedicar-se à construção de figuras inspiradas na vida rural e no quotidiano da Serra de Montemuro.
A Junta de Freguesia de Belém convida para uma visita guiada à exposição Um mês, um objeto
Uma oportunidade para refletir sobre a Penca de Balangandãs, um adorno de cintura. Inicialmente uma das joias de crioulas, remetendo à diáspora africana por escravização.
Gosta de um bom desafio? 🧩 Peça a peça, vamos montar em conjunto!
Para celebrar o Dia Mundial do Puzzle, que ocorre a 29 de janeiro, a Biblioteca da JF-Belém preparou uma semana inteira dedicada aos entusiastas dos quebra-cabeças.
Temos vários puzzles prontos a montar, mas o desafio não fica por aqui: convidamo-lo a trazer o seu puzzle de casa para desafiar a restante comunidade!
Dr. Why está de volta com 30 perguntas que vão dar que pensar... e ganhar!
E se o ano começasse com uma pergunta? Daquelas que fazem pensar e quem sabe, terminar a noite com um prémio na mão! NoAlameda Shop&Spot, janeiro não começa com sossego, mas sim com desafios e a promessa de que o conhecimento pode valer muito mais do que se imagina.
Excecionalmente à quarta-feira, é já no próximo dia28 de janeiro, que o centro comercial gerido e comercializado pelaCBRE, dá início a mais um ano cheio de prémios com o regresso doAlameda Quiz Night, para uma noite totalmente dedicada à cultura geral.
É oDr. Whyquem dita o ritmo da noite, com um quiz composto por30 perguntasque, ao longo de cerca de uma hora, desafia os participantes a navegar por temas como história, geografia, ciência, entretenimento e muito mais.
Para participar basta efetuar apré-inscriçãonaApp do Alameda Shop & Spot, disponível para descarregar nas plataformasPlay StoreeApp Store, preenchendo o formulário próprio para o efeito.O quiz é totalmente gratuitoe pode ser jogadoindividualmenteou emequipa até 4 elementos.
O melhor de tudo é que, além de se divertirem, ainda se habilitam a ganhar prémios, nomeadamente:
A iniciativa irá decorrer pelas20h30naPraça da Restauraçãodo centro comercial. Do que está à espera? No Alameda, uma pergunta pode mudar a noite. Trinta podem fazer o seu ano começar em grande!