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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Conferências sobre Banalidades

25 de Novembro de 2010

18h30

 

Santiago Alquimista

Rua de Santiago, 19
Lisboa

 

Este texto era para ser outro até ver a definição de “banalidade” na Wikipedia. Grande erro. Banalidade como tributo feudal pago pelo servo para utilizar instalações e equipamentos do senhorio, com incumprimento a valer pena de morte, não me espaço para nada mais. Uma banalidade pode ser tudo menos vulgar, tudo menos frívola, tudo menos insípida. Adoro também que a banalidade tenha viajado no tempo até à actualidade, intocável, com outros disfarces e outros nomes (o que chamar aos servos da gleba independentes que obedientemente cortam a sua vida em dois uma vez por mês para pagar Segurança Social da qual usufruem apenas serviços mínimos? Banalidades!). Santiago Alquimista devolve a dignidade à banalidade, e nós participamos na festa. / Bananita