Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Pintura de Kim Prisu em exposição na Biblioteca Municipal de Palmela

 

“Fragmentos de Tempos”

Até 19 de Março de 2011

 

Biblioteca Municipal de Palmela

 

 

 

 

 

 

Inaugura a 28 de Janeiro, na Galeria da Biblioteca Municipal de Palmela, a exposição de pintura “Fragmentos de Tempos”, de Kim Prisu.

 

Residente em Pinhal Novo, Kim Prisu – aliás, Joaquim António Gonçalves Borregana – nasceu em 1962 em Aldeia da Dona, distrito da Guarda, e chegou a França com apenas nove meses de idade. Rendido, desde cedo, ao mundo da arte, criou com Quim P., nos anos 80, em Paris, o conceito Nuklé-Art. Realizou exposições pessoais e colectivas e, em 1990, foi convidado pela galeria “East SideGallery - GDR” de Berlim para pintar sobre o Muro, na parte oriental. Em Novembro de 2009, foi, novamente, convidado a regressar à Alemanha para participar na cerimónia comemorativa dos 20 anos da queda do muro e para recuperar a pintura original. Bastante ligado ao teatro, fez o seu primeiro cenário ainda em França e, hoje, colabora com o teatro Aquilo da Guarda, com o Teatro Artimanha de Pinhal Novo e com o Bando.

 

A sua exposição estará patente até 19 de Março, numa organização da Câmara Municipal de Palmela.

 

 

 

 

 

«O trabalho artístico sobre a nossa era contemporânea não se cumpre apenas na influência da fotografia, do cinema, da arte conceptual ou da instalação, mas também na pintura no desenho e na escultura… mas tudo tem o seu valor, encaminhar o Pensamento.

 

Kim Prisu cria uma obra visual que negava entre cores, récitas em alegorias num ensejo de caligrafias, alvoroço emocional numa compreensão múltipla, embaralho de figuras que nos levam num Impensamental em vanguarda, configurado de modo que se ajustassem em Inteiro numa Livre Figuração Singular.»

 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.