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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Inaugurações Simultâneas

3 de Março de 2011

19h30

 

Fábrica Braço de Prata

Rua da Fábrica de Material de Guerra 1
Lisboa

 

Não sei quando é que percebi que aquilo não ia a lado nenhum. Provavelmente nunca. Que é como quem diz, sempre o soube, nunca tive que percebê-lo. E daí não sei, que ‘sempre’ e ‘nunca’ é muito tempo. Bom, não sei quando é que percebi que aquilo não ia a lado nenhum. Mas distingo perfeitamente o momento em que chamou ‘fábrica de despojos’ ao Braço de Prata. Foi o meu ponto de não retorno. Ouvi sinos – coisa que resulta muito melhor em inglês ainda que o som seja o mesmo – fiz um trocadilho infantilóide com as palavras ‘despojo’ e ‘braço’ referindo-me a realidades bem mais escatológicas e fui à minha vidinha. Nessa noite, que era de Verão mas à distância me parece Novembro, a minha vidinha passou outra vez pelo Braço de Prata. Dá-se-lhes um dedo e – já se sabe – querem logo o Braço todo. / Inês Alvim

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