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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

O Feio Para Além do Belo

17 e 18 de Março de 2011

 

Faculdade de Letras da UL e Faculdade de Belas-Artes da UL
Lisboa

A maior prova de que a beleza é relativa, é esse provérbio tão repetido por todos os que namoram com alguém muito pouco parecido com uma Gisele Bundchen ou um Brad Pitt: quem feio ama, bonito lhe parece. Ou melhor: antes marido feio e laborioso, do que bonito e preguiçoso! A lista é longa, o que só por si daria um colóquio. O feio é hoje em dia mais credível do que o belo uma vez que este pactua, desde o início da propaganda e da difusão dos média, com o imoral. Ser patinho feio passou a ser uma vantagem, quase um sinónimo de inteligente. A base da conversa que se propõe neste seminário é esta: reflectir sobre o feio, desvinculando-o da tradicional oposição ao belo. Dissecar o abjecto, o nonsense, o kitsch, o monstruoso, o caricatural, o grotesco. Já dizia a minha Mãe: não há feio sem sua graça, nem bonito sem seu senão. / Marta D'Orey

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