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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Castelos no Ar” em Palmela

Castelo de Palmela recebe contadores de contos

Fantasia e boa-disposição dominam próximo fim-de-semana

 

Nos dias 23 e 24 de Julho, o programa “Castelos no Ar” é dedicado ao tema Contos, com iniciativas para todos os públicos. Ao percorrer os diversos espaços do Castelo de Palmela, cruzamo-nos com pequenas estórias do quotidiano, que nos divertem e emocionam, e surpreendemo-nos com as novas roupagens dos contos milenares, que nos têm encantado ao longo dos tempos.

“Estórias de Engraxar” pela FIAR, Associação Cultural, “Cantadora de Contos” por Genoveva Faísca e uma sessão de “Contos Populares” com o humorista Jorge Serafim animam o próximo fim-de-semana no Castelo de Palmela, numa organização da Câmara Municipal. Entrada livre.

 

 

23 e 24 Julho | 16h30 | Vários Locais do Castelo

“Estórias de Engraxar” pela Fiar

Estreado no FIAR em 2010, “Estórias de Engraxar” situa-se no território das linguagens performativas, cruzando a escrita, o teatro e a arte de contar. Esta proposta valoriza um encontro de proximidade entre a cena e o público, de forma a privilegiar um tom intimista, uma partilha de vivência e
confidências.

 

23 e 24 Julho | 18h00 | Igreja de Santiago

“Cantadora de Contos” por Genoveva Faísca

M/3

A “Cantadora de Contos” tem sempre novas histórias para contar, umas acabadinhas de fazer (há 500 anos ou mais), outras tão velhas como o ser humano (estas nascerão dentro em pouco).
Saindo quer dos labirintos dos cérebros da “Cantadora” e do público, quer dos mil livros, livrinhos e livrões que não a largam nem para dormir, estes contos cantados (serão cantos contados?) são inúmeros.

 

23 Julho | 22h00 | Igreja de Santa Maria (espaço ao ar livre)

Jorge Serafim

M/12

Narrador de histórias rocambolescas, onde habitam personagens pitorescos em situações que não lembram nem ao diabo, Jorge Serafim gosta de as temperar com uma pitada de absurdo e mais duas de imprevisto. Depois de elas lhe tomarem o gosto, refoga-as com muita sátira aos bons e maus costumes, não se lhe escapando nada nem ninguém nem pelo buraco de uma agulha. Arremata o suculento, cozinhando com um polvilhado de Stand Up, mais uns baguinhos de non-sense e finalmente, confeccionadas que estão as supostas gargalhadas, é favor rir a bandeiras despregadas...