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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

O Cultura de Borla Aconselha:

ESTREIA DIA 20 ABRIL 2012
SEXTAS E SÁBADOS 22H

 

Formada por uma sociedade historicamente aristocrata, na qual os títulos de nobreza e o “nome” valem mais que o próprio carácter, a França foi o cenário inspirador para os textos de Jean-Luc Lagarce. Esse retrato é explícito em...
 AS REGRAS DA ARTE DE BEM VIVER NA SOCIEDADE MODERNA
 

 

SINOPSE
Na peça, quatro “senhoras” passam orientações a respeito de como os indivíduos se devem comportar nas situações sociais comuns, como o nascimento, o baptismo, o casamento, as bodas de prata e o funeral. É um texto totalmente narrativo, sem nenhuma indicação de acção propriamente dita. Ainda assim, são tão absurdas algumas afirmações das personagens, que surge daí a comédia. “As Regras da Arte de Bem Viver na Sociedade Moderna” é, na verdade, uma aguçada crítica aos padrões “politicamente correctos” que ganharam força a partir dos anos 80, período que marca o início da dramaturgia de Lagarce.
O AUTOR
Jean-Luc Lagarce nasceu em França em Fevereiro de 1956. No final dos anos 70 fundou o Théâtre de la Roulotte, onde apresentou os seus primeiros trabalhos como dramaturgo. Já nos anos 80, através de encenadores importantes como Berangère Bonvoisin e Hans Peter Cloos, o seu teatro desperta grande interesse em Paris, sobretudo pela acção do Théâtre Ouvert. Na década seguinte, conquistou definitivamente os encenadores europeus que tiveram contacto com sua escrita delicada e sofrida, sempre com uma abordagem aos conflitos permanentes da humanidade. Após a sua prematura morte, em 1995, Lagarce viu a sua obra ser difundida por toda e Europa e fora dela, tornando-se então num dos autores franceses contemporâneos mais encenados em todo o mundo.
SOBRE A OBRA
As Regras da Arte de Bem Viver na Sociedade Moderna é um texto da última fase de Lagarce, escrito em 1994, um ano antes de sua morte prematura. A peça tem sua génese decalcada de um livro escrito em 1889, intitulado Usages du Monde - Règles du savoir-vivre dans la société moderne, da autoria de Blanche-Augustine-Angèle Soyer, conhecida por Baronesa de Staffe, nascida em Givet, em 1843, e morta em Sauvigny-sur-Orge, em 1911. As Regras da Arte de Bem Viver na Sociedade Moderna é o seu best-seller e actualiza a cartilha de boas maneiras do século XVIII, Livre de la civilité puérile et honnête. Na verdade, ela nunca foi Baronesa, seu título foi inventado, mas frequentou, parece, os círculos literários provincianos e escreveu para os jornais Le Figaro, Paris-Journal, Le Clairon, Journal des Jeunes Méres, Modes Parisienes, entre outros.
EQUIPA ARTÍSTICA
Elenco - Ana Samora, Rita Conduto, Sara Santinho e Susana Marques
Encenação – Carina Silva
Assistentes de Encenação – Catarina Santana e Vanda Robalo
Cenografia – João Pimenta
Montagem – Dário Valente
Figurinos – Ana Pimpista e Maria Matilde Cavaco
Confecção – Teresa Balbi
Desenho de Luz – João Henrique Oliveira
Operação de Luz e Som – Fábio Mirra e Vanda Robalo
Design Gráfico – João Pimenta
Produção e Divulgação – Rita Conduto
Fotografia - Cláudio Ferreira
Agradecimentos – João Cavaco

“Para se adaptar, basta seguir as regras e aplicar os princípios, e saber que para toda e qualquer circunstância, existe sempre uma solução, uma forma de reagir e de se comportar, uma explicação para os problemas, porque a vida é apenas e somente uma longa lista de ínfimos problemas e, cada um necessita e deve obter uma resposta.”

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