Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Galeria Beltrão Coelho recebe última mostra da Bienal Art’Oeste Internacional

81dY26ABF0281.jpg

 

 
Circuito percorreu quatro municípios com obras de 30 artistas de todo o mundo


A Galeria Beltrão Coelho recebe, a partir de 5 de setembro, a última exposição do circuito da 3.ª Bienal Art’Oeste Internacional.

A Bienal Art’Oeste Internacional consiste na realização de um circuito itinerante de exposições de artes plásticas, cujo objetivo é divulgar as obras, os artistas que nela participam, os locais que a acolhem e os municípios onde decorrem.

Durante cinco meses, o circuito em 2019 já percorreu quatro municípios, com 31 obras de 30 artistas plásticos de todo o mundo. O evento iniciou-se nas Caldas da Rainha, no Museu Barata Feyo, passando depois para o Museu João Mário, em Alenquer, o Palácio Baldaya, em Lisboa, e o Museu Municipal do Bombarral, culminando agora na última mostra na Galeria Beltrão Coelho em Lisboa.

Entre os artistas estão Alcina Morais, Ana Camilo, Ana Malta, Aparício Farinho, Aucta Duarte, Cláudia Ferro, Conceição Oliveira, Dália Cordeiro, Gaby Reynam, Gia Gaião, Herberto Gomes, Isabel Alfarrobinha, Jorge Rebelo, Lena Poinha, Liliana Resende, Lita Duarte, Maria Amélia Ramos (MAR), Maria José Couto, Maria Teresa, Nuno Confraria, José Silveira, Vítor Fernandes (‘Vifer’), Zita Dantas, Lohanga Konga (Centro de Pesquisa Arte Kimbagu, e Hugo Graça.

A 3.ª Bienal Art’Oeste Internacional 2019 é organizada em parceria pela Cultartis – Associação para a Cultura das Artes e a Costa Verde e Prata/Silver and Green Coast – Património Cultural do Oeste.

A exposição é de entrada gratuita e pode ser visitada até 18 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30.

A Galeria Beltrão Coelho foi criada em 2015 com o propósito de promover e auxiliar o progresso da arte em todas as suas manifestações, defender os interesses dos artistas e permitir aos seus visitantes um momento de viagem para outras realidades, transportando-os para um mundo de novas emoções.
 

Exposição: “3.ª Bienal Art’Oeste Internacional”
Data: 5 de setembro a 18 de outubro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30
Local: Galeria Beltrão Coelho – Rua Sarmento Beires, 3A 1900-410 Lisboa

Passatempo SATURDAY NIGHT FEVER

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a YELLOW STAR COMPANY tem bilhetes duplos para SATURDAY NIGHT FEVER para os dia 29 de Setembro às 17h no SALÃO PRETO E PRATA DO CASINO DO ESTORIL aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver SATURDAY NIGHT FEVER com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

21555106_IW327.jpeg

 

Os tempos áureos do disco sound vão finalmente chegar a Portugal, pela primeira vez numa super produção com assinatura Yellow Star Company. Um musical inesquecível e que não pode perder!

Tony Manero é um jovem que vive no bairro de Brooklyn. É um excelente bailarino nos tempos do disco sound mas é feliz apenas aos fins de semana, depois de passar a semana inteira a trabalhar numa monótona loja de tintas.

Sob a influência do seu irmão, um padre frustrado, e de Stephanie, a sua parceira de dança, começa a questionar a maneira como encara a vida e a limitação das suas perspectivas. Paralelamente Tony vive uma crise amorosa, enquanto se prepara para participar num importante concurso de dança.

SOPHIA UMA VOZ DE TODOS NÓS

image004.jpg

 

No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, a Associação Portuguesa de Escritores promove uma sessão de leitura colectiva com textos desta escritora.

O evento, coordenado por Luís Machado, irá decorrer nos Paços do Concelho de Lisboa (sala do Arquivo Histórico ) e está marcado para 23 de Setembro (segunda-feira ) às 18 horas.

De acordo com o programa, esta jornada de leitura colectiva inicia-se com uma introdução à obra da escritora a cargo de José Manuel Mendes, Presidente da APE.

A Associação Portuguesa de Escritores espera   que esta leitura partilhada, em voz alta, mobilize  muitos dos admiradores desta figura maior da literatura portuguesa do século XX.

Recorde-se que Sophia de Mello Breyner nasceu no Porto em 1919 e morreu em Lisboa em 2004. Entre as muitas distinções recebidas, para além do Prémio Camões, Premio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana, Sophia recebeu o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores e o Grande Prémio  Vida Literária da APE.

Esta sessão, com entrada livre, mereceu o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Antena 1.

Orquestra Chinesa de Macau em concerto no Museu do Oriente | 24 Setembro | 19h00 | Gratuito

Para celebrar as boas relações entre a China e Portugal

Macao Chinese Orchestra.jpg

 

O Museu do Oriente recebe a Orquestra Chinesa de Macau para um concerto comemorativo das boas relações entre a China e Portugal, no dia 24 de Setembro, às 19h00. Realizado no âmbito do Festival de Cultura Chinesa em Portugal, este concerto é de entrada gratuita.

 

No ano em que se assinalam o 70º aniversário da fundação da República Popular da China, o 40º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre a China e Portugal e o 20º aniversário da transferência da administração de Macau para a China, o Museu do Oriente celebra este país e a sua cultura, através da música, procurando reforçar a amizade entre os dois povos.

 

A China é um território vasto, com recursos abundantes, composto por 56 grupos étnicos com cultura e arte diversificadas. Este concerto combina as características da música das províncias de Guangdong e Hebei, bem como de regiões do Nordeste, do Noroeste e do Sudoeste da China.

 

A Orquestra Chinesa de Macau (OCHM), fundada em 1987, é uma orquestra profissional tutelada pelo Instituto Cultural do Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), que defende a missão de divulgar globalmente “o legado da China e do Ocidente, espalhando cultura”.

 

Dirigida pelo Maestro Liu Sha, pretende, através da fusão dos elementos chineses e ocidentais e da arte musical chinesa contemporânea, promover a cooperação e o intercâmbio, bem como a imagem cultural de Macau de integração das culturas chinesa e ocidental.

 

Concerto Orquestra Chinesa de Macau

24 de Setembro, terça-feira

19h00

Duração: 75’, sem intervalo

Gratuito, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

Co-organização Embaixada da China em Lisboa e Instituto Cultural do Governo R.A.E. de Macau

Produção Orquestra Chinesa de Macau

 

Programa

 

Impressões da China,

Maestro | Liu Sha

 

Luo Ziyi

A Lichia Vermelha, para Orquestra Tradicional Chinesa               

 

Arranjo e Orquestração de Zhu Lin

Lua Nova na Madrugada para Banhu e Orquestra                           

Banhu: Li Feng, solista

 

Kuan Nai-chung (1939)

Fantasia para Macau No.2 para Suona e Orquestra 

Suona: Tian Ding, solista

 

Wang Danhong (1981)

Cordas de Lingnan, Concerto para Erhu e Orquestra                                      

Erhu: Dong Lizhi, solista

 

Zhao Cong, Arranjo de Yin Tianhu

Rota da Seda e Apsaras, para Pipa e Orquestra                               

Pipa: Deng Le, solista

 

Kuan Nai-chung (1939)

Pavão, Concerto para Sheng e Orquestra

1º and|2º and|3º and|4º and: "O Casamento"

Sheng: Jia Lei, solista

 

Wang Danhong (1981)

Capricho de Macau

  1. "As Luzes da Igreja"
  2. "Festival Português"
  3. "As luzes dos Barcos de Pesca”
  4. "Saudade"
  5. "Fogo de Artifício"

 

 

Inauguração das Exposições: Exposição "Entre Mundos" de Fernanda Guerreiro I Sexta-feira, 4 out, 21h e Exposição de Gravura de Jorge Pé-Curto I Sexta-feira, 25 out, 21h - GALERIA DE ARTE IMARGEM

FG imagem.JPG

 

Captação fotográfica do momento de diálogo entre o objecto, a sombra própria, o ecran que os filtra e a sombra projectada no ecran que a recebe. Obra da luz do instante irrepetível, no entanto, o acto de fotografar repete-se, uma e outra vez, dando origem a sequências. Propõe-se ao público que crie estórias a partir destas que serão expostas junto das imagens e serão usadas para a produção de novas imagens, usando a fotografia ou outras técnicas, dando corpo a nova exposição.

 

 

Exposição de Gravura de Jorge Pé-Curto

Inauguração sexta-feira, 25 out I 21h I Galeria de Arte Imargem  

Patente até 12 nov 2019

 

A presente exposição de gravura é o resultado de uma prática  que recentemente veio a ganhar relevo significativo no meu percurso artístico mas que sempre cultivei paralelamente ao  meu trabalho de escultor .A ligação desta técnica com a escultura faz todo o sentido , a construção da matriz exige do artista desafios semelhantes aos que encontra no domínio dos materiais ,sobretudo quando se trata de chapa de ferro como é o caso destas gravuras .

 

 
 
APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

Cinema de Goa no Museu do Oriente | Gratuito

I am nothing 1.jpeg.png

 

A viagem cinematográfica “Era uma vez em Goa: Identidades e Memórias no Cinema” continua no Museu do Oriente, nos dias 13, 18 e 22 de Setembro, às 18h00, com a exibição de “Vitória ou Morte – Queda da Índia Portuguesa” (2002), de Pedro Efe, “I am Nothing” (2019) e “Caazu” (2015), de Ronak Kamak, “Dances of Goa” (2012), de Nalini Elvino de Sousa, “Shifting Sands” (2013), de Sonia Filinto e “Saxtticho Koddo – O Celeiro de Salcete” (2018), de Vince Costa. A entrada é gratuita.

 

“Vitória ou Morte – Queda da Índia Portuguesa” (2002), de Pedro Efe, é um documentário que retrata um acontecimento que, no conturbado ano de 1961, vem abalar profundamente as fundações do regime salazarista: a anexação de Goa pelas tropas da União Indiana, a 17 de Dezembro. De acordo com a sinopse do filme, ao longo de 14 anos – desde que, pela primeira vez, a Índia passou a reivindicar a integração de Goa, Damão e Diu no país recentemente independente – a tensão cresce entre Portugal e a União Indiana, apesar da mediação da ONU e de outras instâncias internacionais. Na crença de que o pacifista Nehru não usaria a força contra o ‘solo sagrado’ da pátria portuguesa, Salazar fica profundamente abalado com o ataque. Uma força de 50 mil homens, com equipamentos modernos, cercou as colónias portuguesas de Goa, Damão e Diu defendidas apenas por um efectivo de 3.500 militares portugueses. Após a apresentação, o filme será comentado por Nuno Vassallo e Silva e Jason Keith Fernandes, com moderação da comissária Maria do Carmo Piçarra.

 

Este ciclo de cinema prossegue com “I Am Nothing” (2019), de Ronak Kamat, no dia 18 de Setembro. Trata-se nas palavras do realizador, de “uma investigação sobre a vida e obras do lendário e enigmático artista goês-português, Vamona Navelcar. O filme fixa o seu processo criativo e tenta compreender o pensamento por detrás das suas obras, enquanto recolhe opiniões profundas e perspicazes sobre e pelo homem informalmente conhecido como ‘o artista de três continentes’”. O filme será comentado por Rosa Maria Perez e outros convidados, com moderação de Maria do Carmo Piçarra.

 

A 22 de Setembro são exibidos quatro filmes documentais sobre a cultura das comunidades goesas, que serão comentados por Jason Keith Fernandes. A projecção inicia-se com “Caazu” (2015), de Ronak Kamak, que mostra a produção artesanal de fenim de caju, uma aguardente produzida nas remotas aldeias de Goa; segue-se “Dances of Goa” (2012), de Nalini Elvino de Sousa, que fixa os estilos de vida, rituais e costumes, revelados através das danças tradicionais das aldeias de Goa; já “Shifting Sands” (2013), de Sonia Filinto, incide sobre a pesca tradicional, o modo de vida das comunidades piscatórias e as ameaças ao seu estilo de vida e ambientais com que se confrontam. A sessão termina com “Saxtticho Koddo – O Celeiro de Salcete” (2018), de Vince Costa, que documenta os costumes da aldeia de Curtorim, na região de Salcete, subjacentes à sua herança.

 

“Era uma vez em Goa: Identidades e Memórias no Cinema” prolonga-se até 29 de Setembro.

 

Ciclo de Cinema

“Era uma vez em Goa: Identidades e Memórias no Cinema”
13, 18 e 22 de Setembro
Auditório e Sala Beijing

18h00
Entrada Gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete

Comissária: Maria do Carmo Piçarra

 

Programa

 

13 Setembro| Sala Beijing

Vitória ou Morte – Queda da Índia Portuguesa

De Pedro Efe

2002 |Duração 54’20’’ | Língua original: Português

 

18 Setembro | Sala Beijing

I am Nothing

De Ronak Kamat

2019 |Duração 50’ | Língua original: Inglês

 

22 Setembro | Auditório

COMUNIDADES GOESAS E CULTURAS EM FILMES DOCUMENTAIS

Caazu

De Ronak Kamat

2015 |Duração 7’58’’ | Língua original: Inglês e Concanim, legendas em Inglês

Dances of Goa

De Nalini Elvino de Sousa

2012 |Duração 26’36’’ | Língua original: Inglês

Shifting Sands

De Sonia Filinto

2013 |Duração 28’47’’ | Língua original: Inglês e Concanim, legendas em Inglês

Satticho Koddo – O Celeiro de Salcete

De Vince Costa

2018 |Duração 37’50’’ | Língua original: Inglês, legendas em Português

 

www.museudooriente.pt

 

Venha aprender um novo idoma nas comemorações do DIA EUROPEU DAS LÍNGUAS

Dia Europeu das Línguas

 

Comemorações a 28 de setembro, em Lisboa, são uma oportunidade única para descobrir 14 línguas!

image002.png

O Dia Europeu das Línguas será celebrado em Lisboa no dia 28 de Setembro, no Jardim do Campo Grande, num evento organizado pela EUNIC Portugal e que conta com o apoio da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

MAAT com duas novas exposições: a coletiva PLAYMODE e uma individual do artista egípcio BASIM MAGDY

 

 

Playmode propõe uma reflexão sobre as possíveis relações entre arte e os jogos de vídeo e sobre a utilização de estratégias lúdicas e multissensoriais no campo de produção artística contemporânea. Em M.A.G.N.E.T, Basim Magdy apresenta um filme sobre um cenário hipotético sobre a gravidade da terra, uma encomenda do MAAT ao artista.

 

 

Com a participação de mais de trinta artistas nacionais e internacionais, a exposição coletiva Playmode propõe uma reflexão sobre o poder da transformação do jogo, integrando-o nas suas obras com propósitos distintos: evasão à realidade, construção e transformação social, subversão ou crítica dos próprios mecanismos de brincadeira e jogo. Uma exposição que explora novos modos de ver, de participar e de transformar o mundo, ao usar o jogo de forma crítica.

 

 

Com curadoria de Filipe Pais e Patrícia Gouveia, Playmode inclui trabalhos de artistas como Brad Downey, Gabriel Orozco e Ana Vieira, que adotam o tema e propõem uma reflexão sobre o período de ludificação que as sociedades contemporâneas atravessam, dividindo o espaço expositivo em três áreas temáticas: «modo de desconstruir, de modificar e de especular», «modo de transformar, de sonhar e de trabalhar» e «modo de participar e de mudar». Na primeira secção, o conjunto de obras presentes explora os modos de jogar, de desconstruir, de modificar e de especular sobre o jogo, e os artistas têm liberdade para transformar as regras e os jogos que conhecemos em novas interpretações capazes de exprimir e sugerir outras visões sobre o mundo em que vivemos. Em «transformar, sonhar e trabalhar», os curadores exploram o paradoxo dos conceitos de brincadeira e jogo e do seu poder de transformação das estruturas cognitivas, físicas e sociais. Por último, a secção «modo de participar e de mudar» evoca o poder do jogo nos chamar à atenção, da sua capacidade de nos fazer participar em algo, convocando a nossa atenção mais profunda. Os sete jogos digitais presentes nesta área, propõe-nos diferentes modos de mudar de perspética e de consciência sobre certas condições sociais e culturais.

 

 

Artistas participantes:

The Pixel Hunt, Pippin Barr, Aram Bartholl, /////////fur//// art entertainment interface, Gabriel Orozco, Priscila Fernandes, !Mediengruppe Bitnik, Mary Flanagan, Harun Farocki, Molleindustria, Bill Viola and USC Game Innovation Lab, Samuel Bianchini, Eva and Franco Mattes, Lucas Pope, Joseph DeLappe, Brent Watanabe, Filipe Vilas-Boas, Shimabuku, Auriea Harvey & Michaël Samyn, Tale of Tales, David Shrigley, André Gonçalves, Isamu Noguchi, Ana Vieira, Miltos Manetas, David OReilly, Brad Downey, Dunne & Raby with Michael Anastassiades, Os Espacialistas, CADA.

 

 

 

M . A . G . N . E . T é o título do mais recente filme de Basim Magdy, uma encomenda para o Video Room do MAAT. Magdy trabalha no limiar de narrativas ficcionais e historiográficas. O artista equaciona questões sociais e políticas de forma crítica e quimérica, com lugar a interpretações diversas, um tanto psicadélicas, do passado, do presente e do futuro. Esta exposição é a primeira mostra individual de Basim Magdy em Portugal.

 

Com curadoria de Inês Grosso e de Irene Campolmi, o artista egípcio apresenta um novo filme, comissariado pelo MAAT, onde sugere um cenário hipotético de factos inegáveis ocultados, durante séculos, por teorias da conspiração e por uma possível interpretação errada da história. Relata, através do cruzamento de narrativas poéticas e eventos inesperados, a forma como comunidades por todo o mundo recebem a notícia de que a gravidade terrestre está a aumentar gradualmente. O filme foi gravado durante um período de quase dois anos em diferentes locais da Europa, incluindo a cratera vulcânica na ilha de Nisyros, Grécia, os petróglifos de Foz Côa e o Cromeleque dos Almendres, em Portugal, e um laboratório de robótica em Manchester, no Reino Unido.

 

É comum no trabalho de Magdy a utilização de algumas técnicas muito particulares nos seus vídeos, como por exemplo, a aplicação de filtros de cor. Inês Grosso, curadora do MAAT, refere os «os efeitos e recursos cinematográficos utilizados pelo artista que «nos transportam para uma série de lugares inóspitos e aparentemente abandonados, proporcionando uma experiência sensorial imersiva e inquietante.»

 

Testando os limites da realidade e da ficção, o artista convida-nos a refletir sobre o impacto das alterações climáticas, do aquecimento global do mundo e nas potenciais consequências catastróficas destes fenómenos, que podem tornar a Terra um lugar inabitável para o ser humano. 

 

Inês Grosso reforça ainda a importância desta exposição no contexto da programação do MAAT: “A exposição do Basim Magdy revela ainda a importância que museu tem dado à inclusão de artistas provenientes de diferentes geografias e contextos na sua programação e ainda de proporcionar a produção de obras fílmicas de complexa produção e realização e inquestionável valor social, politico e artístico."

 

 

Biografia do artista

Basim Magdy (1977) é um artista multidisciplinar com uma ampla e consagrada produção no campo da imagem em movimento. Reside entre Basel, Suiça, e Cairo, Egipto. As suas mais recentes exposições incluem Surround Audience: 2015 New Museum Triennial, New Museum, Nova Iorque; Lest the Two Seas Meet, Museum of Modern Art Warsaw; The Heart is Deceitful Above All Things, HOME Manchester, Reino Unido e Lismore Castle Arts, Irlanda; La Biennale de Montreal, Canada; MUMA – Monash University Museum of Art, Melbourne e Art in General, Nova Iorque. O seu trabalho tem sido integrado em várias exposições individuais e coletivas, tais como na SeMA Biennial MediaCity, Seoul, Coreia, 2014; 13th Istanbul Biennial, Turquia, 2013; Biennale Jogja XII, Indonésia, 2013; Sharjah Biennial 11, UAE, 2013; La Triennale, Palais de Tokyo, Paris, 2012 e Transmediale, Haus der Kulturen der Welt, Berlim, 2012. Foi um dos selecionados para a shortlist da segunda edição do Future Generation Art Prize, Pinchuk Art Centre em 2012, e ganhou os prémios Abraaj Art Prize, Dubai e New:Vision Award, CPH:DOX Film Festival, Copenhaga em 2014. Magdy recebeu em 2016 o prémio anual Deutsche Bank Artist of the Year.

 

Maia Blues Fest | De 20 a 22 de setembro | Auditório exterior Fórum Maia

f61dd46e-f51d-4e77-8b0a-20bcc3cd9f77.jpg

Em Setembro a Maia sorri para… os Blues!

Nos dias 20, 21 e 22 de setembro, a Câmara Municipal da Maia, através do Pelouro da Cultura, com produção da Trovas Soltas, promove a primeira edição do Maia Blues Fest - Festival Internacional de Blues.

Enquadrado nas comemorações dos “500 Anos do Foral da Maia”, este evento com acesso gratuito, é mais uma realização que corporiza a estratégia de aproximação dos maiatos à cultura nas suas múltiplas expressões, potenciando a elevação social, a criatividade e multiculturalidade.

Esta primeira edição conta com a presença de artistas nacionais e internacionais. Dos EUA chega-nos a cantora Shanna Waterstown, da Grã-Bretanha o músico Julian Burdock e, de Espanha, o também músico Danny del Toro. O contingente nacional é representado por Budda Power Blues & Maria João e Delta Blues Riders.



Maia Blues Fest

Dias: 20, 21 e 22 de setembro 2019
Local: auditório exterior do Fórum Maia

20 setembro
Shanna Waterstown
18:30

21 setembro
Julian Burdock e Danny del Toro
18:00

Budda Power Blues & Maria João
21:30

22 setembro
Delta Blues Riders
16:00

Trovas Soltas

A Trovas Soltas, nasce no Porto em Janeiro de 2007 e está sediada na cidade da Maia desde 2009.

Tem no seu curriculum um vasto número de festivais, dos quais destacamos o Matosinhos em Jazz, Gaia Jazz, Gaia Blues, Santa Maria Blues (Santa Maria – Açores), Seia Jazz & Blues, Évora Jazz & Blues, Évora Folk, Arte Fora do Sítio (Matosinhos), Lisbon Blues Fest, Festival Vilar de Mouros 2014, Coimbra em Blues, Porto Blues Fest, Reguengos Wine & Blues Fest.

A Trovas Soltas foi escolhida pela European Blues Union para a organização do European Blues Challenge 2019. Este evento é a “eurovisão” do Blues, o maior evento de Blues da Europa com 22 bandas de 22 países, que teve lugar em Ponta Delgada nos dias 4, 5 e 6 de Abril.