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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Braga recebe Festival Política para debater a Europa

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O Festival Política chega pela primeira vez a Braga durante os dias 9, 10 e 11 de Maio e todas as actividades são de entrada gratuita. Após três edições em Lisboa, o evento, que este ano é dedicado à Europa, arranca a 9 de Maio, Dia da Europa, às 15h00, com o comissário europeu Carlos Moedas, que terá uma conversa com os cidadãos sobre o projecto europeu e as ameaças que enfrenta.

Criado em 2017, o Festival Política tem como objectivo envolver a sociedade civil e fomentar o debate em torno da política através de debates, performances, concertos, filmes, workshops e actividades para famílias. Em ano de eleições europeias, o festival procura chegar a um maior número de participantes, promovendo uma maior consciência política e social, sobretudo nas gerações mais novas.

Durante a apresentação do Festival, que decorreu esta Sexta-feira, 3 de Maio, no gnration, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, referiu que este tipo de eventos são muito importantes para aumentar a participação dos cidadãos na vida política da Europa, do país e das suas Cidades. “Em Braga temos vindo a desenvolver diversas iniciativas no sentido de aproximar os cidadãos da vida activa das comunidades em que estão inseridos. Este é um trabalho que tem especial ênfase nas camadas mais jovens da população que, actualmente têm à sua disposição diversas ferramentas para se fazerem ouvir e até concretizarem os seus projectos”, garantiu o Autarca, acrescentando que para Braga “é uma honra receber as comemorações do Dia da Europa”.

Rui Oliveira Maques, co-fundador do projecto, afirmou que “a cidade de Braga tem-se afirmado cada vez mais e revelado uma população com grande interesse político, incluindo as gerações mais novas. Faz assim sentido o Festival crescer para o norte do país nesta cidade para combater as elevadas taxas de abstenção que nas últimas eleições europeias atingiram 66,2 por cento em Portugal”. “O Festival Política vai ser uma montra e um laboratório do poder da cidadania na reformulação da identidade europeia, contribuindo para tornar inteligível o próximo caminho da UE num mundo inegavelmente multicultural e interdependente”, completou Bárbara Rosa, co-fundadora do festival.

A programação deste ano está já disponível em www.festivalpolitica.pt. Tendo como palco o gnration, entre as 19 actividades programadas para Braga destaca-se um espectáculo-lição de História, onde o humorista Hugo van der Ding promete fazer uma viagem pelos preconceitos europeus e sobre as várias personagens que ajudaram a escrever a História do continente (10 de Maio, 22h15). A humorista Cátia Domingues irá também dinamizar um workshop sobre como o humor ajuda a combater a discriminação e o discurso de ódio (9 de Maio, 18h30).

Haverá também a inauguração da instalação “Free Entrance”, na Avenida Central, junto ao monumento João Paulo II. Trata-se de uma obra de Pedro Pires que constituiu uma metáfora sobre a ideia de Europa fortaleza (9 de Maio, 16h30). O Festival irá apresentar o filme “The Trial: The state of Russia vs Oleg Sentsov”, sobre o opositor declarado da anexação da Crimeia pela Rússia, Oleg Sentsov, entretanto preso na Sibéria e que foi premiado com o Prémio Sakharov atribuído pelo Parlamento Europeu (9 de Maio, 17h).

Outro dos atractivos será um speed dating, cara-a-cara com representantes dos grupos parlamentares com assento na Assembleia da República. Durante cinco minutos cada cidadão poderá apresentar, individualmente, uma queixa, proposta ou sugestão a um deputado (10 de Maio, 17h30).

Também a Bracarense Sofia Saldanha irá apresentar “No escuro e à escuta” (11 de Maio, 18h30). Trata-se de um documentário sonoro sobre a censura e a propaganda em Portugal durante os anos da ditadura. Nesse mesmo dia às 21h30, Rogério Nuno Costa, actor e encenador que também tem desenvolvido o seu trabalho na região, apresenta “Terceira Via”, uma conferência-performance que ficcionaliza um partido político, um guru espiritual e uma ideia mais ou menos espectacular de comício, para falar de uma terra prometida.

Toda a programação do Festival Política está disponível no site do Município de Braga em: http://bit.ly/2WpAwy4

Município e Fundação EDP promovem arte urbana em meio rural

 

O Município de Braga e a Fundação EDP, no âmbito da Arte Pública Fundação EDP, vão iniciar o projecto ´Energizarte´, que visa a implementação no Concelho de intervenções artísticas de arte pública em meio rural, particularmente em territórios de baixa densidade, como instrumento de inclusão social. O projecto irá realizar-se nas freguesias do Concelho: Padim da Graça; Merelim S. Paio, Panoias e Parada de Tibães; Palmeira e Crespos e Pousada.

Juntando artistas consagrados (João Martinho Moura, Sebastião Peixoto e José Pedro Santos) com artistas locais, o projecto consistirá num processo participativo com a população local, de forma a dar corpo a um conjunto de intervenções artísticas, tendo por base o património cultural, as tradições locais e as situações sociais concretas.

O primeiro passo para a concretização deste projecto passa pela realização de assembleias comunitárias de acordo com a seguinte calendarização: 12 de Abril, às 21h30, no Centro Cívico de Palmeira; 13 de Abril, às 15h00, na Sede da Junta de Freguesia de Parada de Tibães e às 17h00 na Sede da Junta de Freguesia de Crespos e 14 de Abril, às 10h30, na Sede da Junta de Freguesia de Padim da Graça.

Nestas assembleias pretende-se criar um espaço de diálogo entre os artistas e a população local, resultando, no final, na definição de um roteiro de arte e dos espaços públicos a intervencionar, que inclui também postos de transformação e armários da EDP Distribuição. Após estas assembleias os artistas irão reflectir e elaborar as suas propostas criativas, de acordo com o feedback obtido neste contacto inicial com a comunidade, e serão realizadas novas assembleias no mês de Junho para apresentação final das intervenções artísticas a executar.

Desta forma, incorporam-se diferentes estímulos numa nova relação com o espaço e o contexto envolventes, únicos e intransmissíveis. O ´Energizarte´ funcionará como instrumento de inclusão social, envolvendo a população local, em particular quem se encontre em situações de risco e/ou de exclusão, promovendo o acesso à arte e aumentando, desta forma, a auto-estima das comunidades.

A Arte Pública Fundação EDP já realizou projectos similares em Campo Maior (Mayor.art), no Algarve (WATT?), em Trás-os-Montes (Voltagem), no Ribatejo (UniArt) e em Vila Nova da Barquinha (ARTEJO).

"Utopia", da artista portuense Cristina Troufa, desenvolve-se a partir de poemas de Sophia de Mello Breyner | Em exposição até 4 de maio na zet gallery, em Braga

Artista trabalha a autorepresentação

 CRISTINA TROUFA EXPÕE “UTOPIA”

NA ZET GALLERY EM BRAGA

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ATÉ 4 de maio é possível visitar gratuitamente a exposição individual de Cristina Troufa, na zet gallery, em Braga. Com curadoria de Helena Mendes Pereira, "Utopia" desenvolve-se a partir de uma seleção de poemas de Sophia de Mello Breyner (1919-2004), no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento.

Em UTOPIA a artista, que nasceu no Porto e trabalha a autorepresentação, apresenta sete dezenas de obras, entre pintura, desenho e instalação, produzidas desde 2007, mas com particular enfoque nos últimos três anos. O trabalho de Cristina Troufa é, de acordo com a própria, “algo espiritual, uma viagem entre várias vidas e diferentes estágios no tempo, na mesma vida, coexistindo lado a lado, através de estratégias de autorepresentação que, no limite, questionam o sentido da vida. O meu trabalho é sobre a minha vida, sobre mim e sobre as minhas crenças.”

UTOPIA ilustra a obra de Cristina Troufa que, a partir de fotografias que capta de si própria, com destaque para a luz e cor. Através do acrílico expressa simbolicamente as reflexões e conversas que tem consigo. As suas pinturas, propositadamente de aspeto inacabado, refletem a admiração pelos pintores impressionistas e pela utilização das superfícies lisas, sem grande tratamento, típicas dos pós impressionistas. Paula Rego, Graça Morais e Júlio Pomar são algumas das referências contemporâneas nos campos da manipulação cromática e da construção cénica.

No catálogo que serve de apresentação à exposição, a curadora sublinha a sua visão da trabalho da artista e sintetiza o espírito de UTOPIA. “A artista é sempre o foco da sua própria pintura, alargando-nos o ponto de fuga para uma ideia mais abrangente da Mulher, das suas forças, fraquezas, tentações, misticismos, dúvidas e delitos. A utopia feminina é a utopia de Cristina que se cruza com a utopia de Sophia, numa meta-leitura entre poesia, imagem, música e celebração”. E acrescenta: “na autorepresentação de Cristina Troufa não sentimos o medo da dor ou da exposição das fraquezas. Deparamo-nos com a inteligência e a crueza dos sentidos, com a agressividade e a doçura das expressões, com a violência e a candura dos gestos, com o erotismo e o pudor dos corpos”.

A exposição, de entrada livre, estará patente até 4 de maio, na zet gallery. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

CANDIDATURAS PARA XXIV EDIÇÃO DO GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA DST ATÉ 29 DE MARÇO

Edição de 2019 distingue obras de prosa de autores portugueses

 

 

Termina já na próxima sexta-feira o prazo para a entrega das obras a concurso ao Grande Prémio de Literatura dst, que este ano  distingue obras em prosa de autores portugueses, publicadas entre 2017 e 2018. Instituído há quase 25 anos pelo grupo empresarial dst group, o Grande Prémio de Literatura dst é já uma das mais importantes distinções nacionais na área da literatura, com um papel preponderante no estímulo à produção literária nacional, nomeadamente de autores portugueses residentes em Portugal. O vencedor recebe um valor pecuniário de 15 mil euros.

O júri é composto por figuras de relevo no meio literário nacional e com os quais o grupo dst tem vindo a contar desde a génese do prémio. Vítor Manuel Silva, José Manuel Mendes e Carlos Mendes de Sousa são os três elementos do júri a quem caberá a análise, escolha e fundamentação da obra premiada, que será publicamente anunciada no dia 28 de junho, no âmbito da inauguração da Feira do Livro de Braga. A primeira etapa de seleção decorre até 24 de maio, altura em que serão escolhidos os cinco livros de poesia finalistas.

Recorde-se que o Grande Prémio de Literatura dst tem um funcionamento rotativo, premiando alternadamente obras em poesia e em prosa. Manuel Alegre foi o vencedor da edição de 2016 com a obra “Bairro Ocidental”, sucedendo a Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, Maria Ondina Braga, Jacinto Lucas Pires. Em 2018 venceu Daniel Jonas, com o livro de poesia “Oblívio”.

Regulamento disponível em www.dstgsps.com (https://www.dstsgps.com/art-and-society-pt-pt/culture-pt-pt-2/#/#text)

(https://www.dstsgps.com/assets/Regulamento-e-formulario-GPL-dst-2019.pdf)

 

Candidaturas para a 1ª edição do Prémio de Literatura dstangola/Camões

Estão também abertas até 30 de março as candidaturas para a 1ª edição do Prémio de Literatura dstangola/Camões, uma iniciativa lançada recentemente pelo dst group e pelo Instituto Camões que visa distinguir, anualmente e de forma alternada, os trabalhos em poesia e prosa de artistas nascidos em Angola, residentes ou não, com obras publicadas no país ou no estrangeiro, nos dois anos anteriores, desde que em língua portuguesa.

A primeira edição, cujo galardão será entregue a 10 de junho, Dia da Língua Portuguesa, em Luanda, distinguirá obras em poesia, editadas em 2017 e 2018. Também com um valor de 15 mil euros, o prémio terá um júri de referência, presidido por Irene Guerra Marques, linguista e chefe do Departamento de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, de Luanda, e constituído pelo escritor José Eduardo Agualusa e pelo jornalista e diretor do Novo Jornal de Angola, Carlos Ferreira, ao qual caberá a análise, escolha e fundamentação da obra premiada.

O regulamento do Prémio de Literatura dstangola está disponível em www.dstgsps.com (https://www.dstsgps.com/art-and-society-pt-pt/culture-pt-pt-2/#/#text 

(https://www.dstsgps.com/assets/Regulamento-e-formulario-PL-dst-angola-2019-FINAL.pdf )

 

Sobre o dst group

O dst group nasceu nos anos 40 e desenvolve atividade nas áreas da Engenharia & Construção, setor que lhe deu origem e no qual é um dos grupos nacionais de referência. Atento às exigências do mercado, diversificou para as áreas do Ambiente, Energias Renováveis, Telecomunicações, Real Estate e Ventures, somando competências nas suas diversas empresas. O grupo dst pauta-se por uma ação diferenciadora no mercado e tendo em conta que a cultura é a variável que mais influencia a competitividade construiu redes com agentes culturais nas áreas das artes, da literatura, do teatro, da música e da dança, pois acredita que é nestas literacias que reside a sua proposta de valor, a fórmula da sua competitividade relativa.

 

Braga recebe exposição ‘Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa’

Obras da Secretaria de Estado da Cultura em depósito na Colecção de Serralves patente no Forum Arte Braga

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Até 18 de Março, a Cidade de Braga recebe a exposição ‘Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa’. Trata-se de um conjunto de obras da Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Colecção de Serralves, e que tem a particularidade de ser a primeira exposição de 2019 do Forum Arte Braga.

A mostra foi inaugurada esta Quarta-feira pela Ministra da Cultura, Graça Fonseca, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que salientou a “profícua colaboração” entre o Município Bracarense com a Fundação Serralves. “Temos tido várias iniciativas de colaboração com Serralves e esta exposição corporiza a responsabilidade do sector privado na interacção com o sector público e, acima de tudo, a capacidade de promover uma verdadeira descentralização cultural”, referiu Ricardo Rio, sublinhando que esta exposição “é uma verdadeira viagem no tempo aos primórdios da própria Fundação Serralves.”

Como explicou o Autarca, esta iniciativa “vem dar cumprimento a um dos importantes objectivos delineados em 2015 aquando da adesão de Braga à Fundação Serralves e ao seu Conselho de Fundadores, e que permite diversificar a oferta cultural e atrair novos públicos para Braga”.

Exposta na galeria de arte contemporânea criada em 2018 no Altice Forum Braga, esta exposição representa uma perspectiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960 e 1980. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses do pós-guerra souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional. Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Colecção de Serralves especificamente seleccionadas para os locais de exposição, com o objectivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

O programa para 2019 do Forum Arte Braga é completado por uma exposição da autoria do artista austríaco Oliver Laric (de 29 de Março a 22 de Junho), uma Colectiva de Jovens Artistas Portugueses (de 28 de Junho a 5 de Outubro) e uma mostra do artista portuense Jonathan Uliel Saldanha, de 11 de Outubro a 10 de Janeiro.

Cristina Troufa inaugura "Utopia" na zet gallery, em Braga | A Exposição desenvolve-se a partir de poemas de Sophia de Mello Breyner

 

Dia 9 de março, às 16 horas

 CRISTINA TROUFA INAUGURA “UTOPIA”

NA ZET GALLERY EM BRAGA

 

A zet gallery inaugura no próximo dia 9 de março, às 16 horas, “UTOPIA”, uma exposição individual de Cristina Troufa (n.1974), com curadoria de Helena Mendes Pereira. A exposição desenvolve-se a partir de uma seleção de poemas de Sophia de Mello Breyner (1919-2004), no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento.

Em UTOPIA a artista que nasceu no Porto e trabalha a autorepresentação apresenta sete dezenas de obras, entre pintura, desenho e instalação, produzidas desde 2007, mas com particular enfoque nos últimos três anos. O trabalho de Cristina Troufa é, de acordo com a própria, “algo espiritual, uma viagem entre várias vidas e diferentes estágios no tempo, na mesma vida, coexistindo lado a lado, através de estratégias de autorepresentação que, no limite, questionam o sentido da vida. O meu trabalho é sobre a minha vida, sobre mim e sobre as minhas crenças.”

UTOPIA ilustra a obra de Cristina Troufa que, a partir de fotografias que capta de si própria, com destaque para a luz e cor. Através do acrílico expressa simbolicamente as reflexões e conversas que tem consigo. As suas pinturas, propositadamente de aspeto inacabado, refletem a admiração pelos pintores impressionistas e pela utilização das superfícies lisas, sem grande tratamento, típicas dos pós impressionistas. Paula Rego, Graça Morais e Júlio Pomar são algumas das referências contemporâneas nos campos da manipulação cromática e da construção cénica.

No catálogo que serve de apresentação à exposição, a curadora sublinha a sua visão da trabalho da artista e sintetiza o espírito de UTOPIA. “A artista é sempre o foco da sua própria pintura, alargando-nos o ponto de fuga para uma ideia mais abrangente da Mulher, das suas forças, fraquezas, tentações, misticismos, dúvidas e delitos. A utopia feminina é a utopia de Cristina que se cruza com a utopia de Sophia, numa meta-leitura entre poesia, imagem, música e celebração”. E acrescenta: “na autorepresentação de Cristina Troufa não sentimos o medo da dor ou da exposição das fraquezas. Deparamo-nos com a inteligência e a crueza dos sentidos, com a agressividade e a doçura das expressões, com a violência e a candura dos gestos, com o erotismo e o pudor dos corpos”.

A inauguração contará com a habitual visita guiada e com uma atuação musical. A exposição, de entrada livre, estará patente até 4 de maio, na zet gallery. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

 

Espiral em digressão por Braga, Porto, Caldas da Rainha e Palmela

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Esta semana, o trio feminino Espiral levará a música celta a diversos pontos do país, apresentando temas tradicionais da Irlanda, Escócia, Bretanha e Galiza, a par com novos arranjos de composições próprias, em espectáculos dirigidos a todas as idades.

A primeira apresentação será já no dia 21, pelas 21h30, no Salão Nobre da Universidade do Minho (Braga), no âmbito da V Semana Cultural Convergências Portugal - Galiza, com entrada livre. No dia 22, a associação cultural Casa Bô (Porto), acolherá o trio pelas 22 horas, que dinamizará um baile de danças europeias, com diversos ritmos tradicionais como a valsa, mazurka, círculo circassiano, andro, chotiça, chapelloise e bourrée, entre outros. Este mesmo reportório de baile voltará a ser apresentado no dia 23, pelas 17 horas, no Museu José Malhoa (Caldas da Rainha) e dia 24, pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela.

O trio é constituído por Anne Clément (flautas de bisel, tin whistle e gaita-de-foles galega), Emiliana Silva (violino) e Sara Louraço Vidal (harpa celta, guitarra acústica e voz). Mais informação em www.sonsvadios.pt/espiral.

 

Cultura é pilar de afirmação de Braga e da Euro-região

Braga recebeu passagem de testemunho da Capital da Cultura do Eixo Atlântico

 

Ricardo Rio defende que a Cultura “será um dos grandes pilares de afirmação da Cidade de Braga e da Euro-região, traduzindo-se num factor de qualificação da população e de competitividade económica”. Durante a cerimónia de passagem de testemunho da Capital da Cultura do Eixo Atlântico - título que Braga irá ostentar em 2020, sucedendo a Santa Maria da Feira -, o Autarca Bracarense explicou que o próximo ano servirá como ‘balão de ensaio’ para a candidatura a Capital Europeia da Cultura em 2027.

“Queremos que essa candidatura seja euro-regional, onde todo o Eixo Atlântico se reveja e que seja capaz de agregar todas as cidades e os seus agentes culturais”, adiantou o presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo que com o título de Capital da Cultura do Eixo Atlântico, Braga “vai continuar a afirmar-se como um território de Cultura e de desenvolvimento, onde o património se conjuga com a inovação criando dinâmicas para potenciar a expressão artística dos seus cidadãos”.

Na sessão que decorreu esta Sexta-feira, 11 de Janeiro, no Salão Nobre da Câmara de Santa Maria da Feira, Ricardo Rio explicou que Braga está “fortemente empenhada” para assumir este projecto cultural do Eixo Atlântico, salientando que a Cultura “é uma peça fundamental do desenvolvimento dos territórios e o motor do progresso de cada uma das Cidades que compõem esta associação transfronteiriça”.

Desde 2014 que a Autarquia Bracarense tem procurado participar activamente em todas as dimensões de intervenção do Eixo Atlântico. Nesse sentido Ricardo Rio lembrou que, ainda este ano, Braga será a sede dos Jogos do Eixo Atlântico, irá acolher a Expo Cidades, além dos vários contributos no domínio da agenda urbana, da valorização do ambiente ou da criação de oportunidades para os jovens. “Em vários contextos Braga tem dito presente e continuará a fazê-lo porque o Eixo Atlântico é uma realidade territorial com a qual nos identificamos e que se assume como um dos motores do desenvolvimento dos dois países e de qualificação dos nossos cidadãos”, referiu o Autarca Bracarense.

Na presença de Emídio Sousa, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Ricardo Rio enalteceu o trabalho desenvolvido por esta Autarquia ao longo do ano transacto que se traduziu “num bom exemplo de como se deve trabalhar um projecto desta natureza, ao envolverem os agentes locais para corporizarem uma programação de grande qualidade, que teve o condão de mobilizar e projectar a cidade além-fronteiras”.

Também Lídia Dias, vereadora da Cultura do Município de Braga, referiu que este título é “um importante passo” para a Cidade e uma oportunidade para o futuro. “Queremos que a Capital da Cultura do Eixo Atlântico seja um momento de afirmação da nossa identidade, que contribua para aumentar a dinâmica e o envolvimento da comunidade e dos seus agentes culturais”, sustentou.

A responsável explicou que a programação será apresentada em Junho mas já foi possível levantar um pouco do véu. Certo está o regresso do jazz a Braga, numa das iniciativas propostas, além de um evento centrado exclusivamente na arte urbana, que tem como pretensão levar a Cultura às periferias. Entre as propostas previstas está também o programa “Braga no Eixo”, que tem como objectivo levar os projectos culturais Bracarenses em itinerância pelos 42 municípios que integram a associação transfronteiriça.

Braga pretende também criar um legado permanente desta “capitalidade” através da criação de um Jardim devotado ao Eixo Atlântico, além de uma galeria onde estarão expostas todas as obras premiadas das sucessivas edições da Bienal de Pintura do Eixo Atlântico.

Além de Santa Maria da Feira, também Vila Nova de Gaia em 2009, Viana do Castelo em 2011, Ourense em 2014 e Matosinhos e Vila Real em 2016 acolheram a Capital da Cultura do Eixo Atlântico.

 

SINGULAR PACE: Obras de 19 jovens artistas para serem descobertas na zet gallery até 5 de janeiro de 2019

SINGULAR PACE” pode ser vista até 5 de janeiro de 2019 

ZET GALLERY APOIA JOVENS ARTISTAS

 DA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA uNIVERSIDADE DE LISBOA

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A zet gallery apresenta até 5 de janeiro de 2019 a exposição coletiva SINGULAR PACE, com curadoria de Helena Mendes Pereira. A exposição, a última da programação artística anual da galeria de Braga, tem como objetivo lançar novos talentos, consolidando a sua missão de se aproximar e de divulgar artistas recém-formados pela Academia. Os 19 convidados são provenientes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

As obras que integram a “Singular PACE” resultam de uma seleção, realizada no contexto das Galerias Abertas, edição de 2018, por um júri composto por Cabral Pinto, diretor artístico da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernanda Araújo, artista plástica, Jorge da Costa, diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, e inclui estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Alberto Rodrigues Marques, Ana Sofia Sá, André Silva, Carla Afonso, Carolina Serrano, Dora Meirelles, Fábio Veras, Francisco Correia, Jéssica Burrinha, Joana Pitta (Não Joana), Lena Wan, Marco Pestana, mikha-ez, Poli Pieratti, Rita Vidigal, Rodrigo Empis, Rúben Lança, Sal Silva e Tiago Santos são os jovens protagonistas de SINGULAR PACE, que compõem uma exposição versátil, singular e com diferentes manifestações artísticas. Da pintura à fotografia, passando pelo vídeo, pela escultura e instalação, “tudo o que se apresenta em SINGULAR PACE é o início do caminho de um autor, em alguns casos, ainda em formação”, destaca Helena Mendes Pereira.  “Chegar à razão de 19 protagonistas não mereceu discussões alargadas dado que, de uma forma geral, nos pareceram estes como os que claramente se destacavam, positivamente, entres centenas de hipóteses”, revela a curadora da zet gallery, “não negando as disciplinas, a vanguarda acentua-se na negação dos vícios classificativos e quando sentimos que o atelier (ou a Escola) são verdadeiros laboratórios”, sublinha.

A entrada na exposição é livre. As obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reserva de obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento.

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175, 4710-923 Braga | Site: www.zet.gallery

SINGULAR PACE: Novos talentos da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa expõem na zet gallery, em Braga

SINGULAR PACE” pode ser vista até 5 de janeiro de 2019 

ZET GALLERY APOIA JOVENS ARTISTAS

 DA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

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Até 5 de janeiro, a zet gallery apresenta a exposição coletiva SINGULAR PACE, a última da programação artística anual da galeria de Braga. Com curadoria de Helena Mendes Pereira, a exposição tem como objetivo lançar novos talentos, consolidando a sua missão de se aproximar e de divulgar artistas recém-formados pela Academia. Os 19 convidados são provenientes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

As obras que integram a “Singular PACE” resultam de uma seleção, realizada no contexto das Galerias Abertas, edição de 2018, por um júri composto por Cabral Pinto, diretor artístico da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernanda Araújo, artista plástica, Jorge da Costa, diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, e inclui estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Alberto Rodrigues Marques, Ana Sofia Sá, André Silva, Carla Afonso, Carolina Serrano, Dora Meirelles, Fábio Veras, Francisco Correia, Jéssica Burrinha, Joana Pitta (Não Joana), Lena Wan, Marco Pestana, mikha-ez, Poli Pieratti, Rita Vidigal, Rodrigo Empis, Rúben Lança, Sal Silva e Tiago Santos são os jovens protagonistas de SINGULAR PACE, que compõem uma exposição versátil, singular e com diferentes manifestações artísticas. Da pintura à fotografia, passando pelo vídeo, pela escultura e instalação, “tudo o que se apresenta em SINGULAR PACE é o início do caminho de um autor, em alguns casos, ainda em formação”, destaca Helena Mendes Pereira.  “Chegar à razão de 19 protagonistas não mereceu discussões alargadas dado que, de uma forma geral, nos pareceram estes como os que claramente se destacavam, positivamente, entres centenas de hipóteses”, revela a curadora da zet gallery, “não negando as disciplinas, a vanguarda acentua-se na negação dos vícios classificativos e quando sentimos que o atelier (ou a Escola) são verdadeiros laboratórios”, sublinha.

A entrada na exposição é livre. As obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery