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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Música nas Catedrais, ciclo de concertos em 1ª edição no verão de 2019

 

Ciclo de Concertos, de 28 de junho a 26 de julho, às 21:30

 

 

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja promovem entre os dias 28 de junho e 26 de julho de 2019 o ciclo “Música nas Catedrais”, na sua primeira edição.

 

Esta iniciativa, que se enquadra no projeto nacional Rota das Catedrais, é coordenada pelo Teatro Nacional de São Carlos, que assegura diretamente alguns concertos através do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a Orquestra Clássica do Sul, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. O Ciclo tem o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp.

 

Os concertos, com início às 21:30, têm entrada livre, sujeita à capacidade do espaço.

O Programa detalhado segue em anexo.

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

 

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Orquestra Clássica do Sul

Orquestra Filarmonia das Beiras

Orquestra do Norte

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Concerto na Catedral de Santarém, Beja, Elvas e Leiria

 

Solistas do Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Soprano: Raquel Alão 

Meio-Soprano: Ana Ferro 

Tenor: João Queiroz 

Barítono: Carlos Pedro Santos 

Baixo: Nuno Dias 

 

 

 

 

Piano: Kodo Yamagishi

Direção musical: Giovanni Andreoli

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Giuseppe Verdi (1813-1901), Nabucco

Giuseppe Verdi (1813-1901), I Lombardi alla prima crociata

Giuseppe Verdi (1813-1901), Forza del Destino

Pietro Mascagni (1863-1945), Cavalleria Rusticana 

Pietro Mascagni (1863-1945), Iris

Alfredo Keil (1850-1907), Dona Branca

Gioachino Rossini (1792-1868), Mosè in Egitto

Giacomo Puccini (1858-1924), Tosca

 

 

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, um dos pilares artísticos da única instituição que no nosso país se dedica há mais de dois séculos ao género lírico, propõe-nos uma deambulação  pela ópera romântica italiana, sublinhando o facto de a religiosidade ter assumido na mesma uma particular importância.

 

A viagem vai iniciar-se com o compositor que deixou na força expressiva dos coros algumas das páginas mais veementes da sua obra - Giuseppe Verdi, de quem começaremos por ouvir o universalmente amado e sempre atual Va pensiero, canto de dor de gentes oprimidas e afastadas à força da terra natal. Depois de outros coros verdianos, segue-se música de alguns outros compositores maiores italianos de ópera do século XIX: Pietro Mascagni (com dois hinos ao divino - o Innegiamo, de Cavalleria Rusticana e o Hino Ao Sol, da menos conhecida ópera Iris); Gioachino Rossini (génio risonho que foi dos mais cantados em São Carlos, mas que ouviremos na sua vertente trágica); Giacomo Puccini (com o Te deum que encerra o I ato da sua ópera Tosca, que decorre em Sant’Andrea della Valle). Terminaremos, assim, numa das mais belas igrejas de Roma.

 

A ópera portuguesa está representada por aquele que será o mais popular título da sua história: A Serrana de Alfredo Keil, um singular tributo à ruralidade portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

Concerto na Catedral de Faro

 

Soprano: Bárbara Barradas

 

Direção musical: Rui Pinheiro

Orquestra Clássica do Sul

 

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Die Schöpfung, Hob.XXI:2 (Prelúdio e Ária n.º 4)

Frederick Delius (1862-1934), On Hearing the First Cuckoo in Spring (Ária n.º 8)

Frederick Delius (1862-1934), Summer night on the river (Recitativo e Ária (n.º 14 e 15)  

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Sinfonia n.º 95 em Dó menor, Hob I:95

 

 

A Orquestra Clássica do Sul propõe um programa em que energicamente se saúda e louva a Natureza. Inicia-se o concerto com dois trechos da monumental oratória A Criação de Joseph Haydn, que em 1797 tentou descrever musicalmente o mito judaico-cristão da Criação do Mundo baseando-se em alguns Livros d’A Bíblia e no poema O Paraíso Perdido de John Milton. Embalados pelo grande poeta do tempo de Cromwell partiremos para Inglaterra, de onde prosseguiremos com Two Pieces for Small Orchestra de Frederik Delius, obras que  também cantam assumidamente a Natureza.

 

A primeira – On Hearing the First Cuckoo in Spring – foi composta em 1912 e estreada em Leipzig no ano seguinte. É uma evocação do campo e dos sons que aí se pode ouvir. A segunda peça intitula-se, não menos significativamente, Summer Night on the River.

 

A terminar, de novo a música de Joseph Haydn, compositor que na década de 1790 efetuou duas viagens a Londres que resultaram em duas séries de seis sinfonias. Estas doze obras ficaram conhecidas como as «Sinfonias Londrinas». São peças essenciais do repertório orquestral de Haydn. Muitas delas têm sugestivos títulos («Surpresa»; «Milagre»; «Militar», «Relógio»; «Toque de Tambor»; «Londres»), mas a Sinfonia n.º 95 não apresenta título algum - é, aliás, a única das doze sinfonias em questão escrita numa tonalidade menor (Dó menor) e a única que não tem uma introdução lenta no primeiro andamento.

 

Joseph Haydn teve uma longa vida que se estendeu dos finais do Barroco aos inícios do Romantismo e foi um dos mais importantes compositores do período clássico. Talvez a sua mais importante conquista tenha sido a cristalização da «Forma-Sonata»  - esta, na sua ânsia de perfeição formal, faz-nos sonhar numa Humanidade em harmonia com o Cosmos.

 

 

Concerto na Catedral de Viseu

 

Soprano: Isabel Alcobia

Contratenor: João Paulo Azevedo

Órgão: João Santos

 

Direção musical: António Vassalo Lourenço 

Orquestra Filarmonia das Beiras

 

 

Johann Sebastian Bach (1685-1750)

Georg Friedrich Händel (1685-1759)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

 

A Catedral ou Sé de Viseu, que começou a ganhar significado maior com a implantação da nacionalidade, sempre acolheu fraternalmente as diferentes correntes estéticas surgidas no decorrer da sua já tão longa viagem pelo tempo. O Barroco que foi, não esqueçamos, uma sensibilidade verdadeiramente europeia que transcendeu as mais vincadas divisões religiosas

que se opunham no continente, trouxe ao edifício importantes obras de talha, azulejaria e pintura, mantendo-o a par das correntes plásticas dominantes no século XVIII.

 

Assim, surge com naturalidade a música solene de dois dos maiores compositores barrocos alemães, homens que marcaram indelevelmente a linguagem e o sentir musical de parte da

Europa na primeira metade do século XVIII. Não será também estranho ouvir nesta Catedral, onde desde sempre se rezou a fé Apostólica Romana, estruturada pelo Concílio de Trento, obras musicais fundadas nas fés luterana ou anglicana. As monumentais Paixões e outras obras sacras de Bach (Magnificat, Oratória de Natal, Missa em Si menor, entre outras) ou as grandes oratórias bíblicas de Händel, com as suas estruturadas e grandiosas polifonias, o brilho dos seus metais e a sua intrínseca teatralidade sonora casam-se bem com esta arquitetura erguida ao Divino e que o mantém no centro de todas as convergências.

 

Com a música de Mozart saltaremos, a finalizar, para o estertor desse século XVIII. Apesar de obras como a Missa da Coroação, toda cheia de fulgor e majestade, há no compositor de Salzburgo um sentido humaníssimo do transcendente (não há retrato da morte como o do Requiem) e um sentimento tranquilo, quase infantil, do divino (ouça-se o Ave verum corpus).

 

 

 

Concerto na Catedral de Braga e de Miranda do Douro

 

Direção musical: José Ferreira Lobo

Orquestra do Norte

 

Richard Wagner (1813-1883), Siegfried-Idyll, WWV103

Ludwig van Beethoven (1770-1827), Sinfonia n.º 4 em Si Bemol Maior, op. 60

 

Idílio de Siegfried; ou a mais bela prenda de aniversário do mundo!

 «Quando acordei ouvi um som que crescia continuamente; apercebi-me então que já não estava a sonhar, mas que estava a ouvir música, e que música! Quando esta terminou, Richard veio ter comigo com as cinco crianças e ofereceu-me a partitura da sua prenda sinfónica.» - palavras no Diário de Cosima Wagner, que recordam a prenda de aniversário que acabara de receber.

 

A composição tem um título bem mais arrevesado: «Idílio de Triebschen com canto de pássaros Fidi e nascer do sol alaranjado, prenda de aniversário sinfónica de Richard Wagner à sua Cosima». A obra foi composta em 1870 após o nascimento do último filho do casal, Siegfried Wagner (Fidi).  A peça foi estreada nas escadas interiores da grande Villa de

Triebschen na manhã do dia 25 de dezembro de 1870, dia em que Cosima completava trinta e três anos. O poema sinfónico teve, pois, uma génese extremamente íntima e familiar.

 

A Sinfonia n.° 4, em Si Bemol Maior, op. 60 de Beethoven foi escrita no verão de 1806 e está dedicada ao Conde Fransz von Oppersdorff, que a tinha encomendado ao compositor depois

de ter adorado ouvir a sua Sinfonia n.º 2. A obra foi estreada em março de 1807 dirigida pelo próprio Beethoven. Robert Schumann referir-se-ia à sinfonia como «uma esbelta donzela grega entre gigantes nórdicos». Foi escrita num tempo conturbado, ao contrário de Idílio de Siegfried.

 

Em Portugal, por exemplo, no final desse mesmo ano de 1807 a nossa corte iniciava a sua dramática partida para o Brasil. A Viena de Beethoven seria também em breve tomada por Napoleão e o Imperador pouco tempo depois casaria com uma Arquiduquesa austríaca.

 

Passatempo - STAND UP SESSIONS

O Blog Cultura de Borla em parceria com a  MEIO TERMO tem bilhetes para a sessão de STAND UP SESSIONS para o dia 25 de Maio às 22h no ESPAÇO VITA em Braga aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

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Comediantes Hugo Sousa, Francisco Menezes e Renato Albani em Braga

Dia 25 de Maio, a capital do Minho vai receber um espectáculo de stand-up comedy que junta Portugal e Brasil. Os comediantes Hugo Sousa e Francisco Menezes vão juntar-se a Renato Albani, a mais recente
promessa do humor brasileiro, para um espectáculo cheio de humor e animação.

Depois do solo "Maturado", Hugo Sousa, volta aos palcos com o seu humor de observação e muito storytelling, enquanto o humorista Francisco Menezes, vai conjugar muita música com comédia para divertimento de todos. Para adocicar ainda mais a noite, Renato Albani junta-se aos conhecidos comediantes da nossa praça para um espectáculo repleto de boa disposição e muitas gargalhadas.

O espectáculo terá lugar no Espaço Vita e está marcado para as 22h. Os bilhetes estão á venda na ticketline e nas lojas habituais pelo preço de 14 euros.

BILHETES JÁ À VENDA PARA CONCERTO SOLIDÁRIO DE TATANKA EM BRAGA

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Espetáculoa decorrer a 4 de junho é promovido pela Vida Norte no ano em que a IPSS completa 20 anos de existência

 

No ano em que a Vida Norte celebra 20 anos, Tatanka junta-se à IPSS promovendo o primeiro concerto solidário da associação em Braga. O espetáculo está agendado para 4 de junho, às 21h30, no Theatro Circo e os bilhetes já se encontram à venda no Theatro Circo, na BOL e em outros locais habituais.

 

Atualmente a Vida Norte atua nos concelhos do Porto e de Braga, apoiando uma média de 100 grávidas e famílias por mês. Este apoio inicia-se habitualmente desde da gravidez até ao bebé completar 18 meses de vida, e baseia-se num acompanhamento de proximidade através de visitas domiciliárias, encontros presenciais e sessões de capacitação, procurando garantir que as famílias terão as condições necessárias para dar seguimento a um projeto de vida estruturado e feliz.

 

A todos os que queiram ajudar a associação a dar continuidade a esta missão poderão fazê-lo adquirindo entradas para o concerto que variam entre os 9,60€ e os 12€ e que revertem a favor da Vida Norte. Se por um lado estarão a apoiar grávidas, famílias e bebés em situação de vulnerabilidade, por outro, terão a garantia de desfrutar de uma noite de descontração e muito boa música.

 

Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais bem-sucedidas bandas portuguesas da atualidade, os The Black Mamba. Dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka iniciou em 2016 a carreira a solo, num registo mais pessoal e de regresso às suas raízes, contando histórias e apresentando temas originais em português. Em dezembro de 2017, estreou-se a solo na Casa da Música (Sala 2), com casa esgotada, num concerto em que contou com vários convidados, tendo regressado em 2018, desta vez na Sala Suggia. Tatanka encontra-se agora a finalizar o seu álbum de estreia, a editar ainda este ano.

 

A primeira parte deste concerto será assegurada por VIA. Natural do Porto, VIA encontra-se agora a trabalhar no seu álbum de estreia. O single de avanço, Não Te Mereço, foi lançado em dezembro de 2017, e o segundo single Feita de Ferro, no início de 2018. No início de 2019 apresentou Já Não Sei Quem Sou, em dueto com Miguel Araújo.

 

Mais informações sobre o evento podem ser acompanhadas AQUI.

 

 

ASSOCIAÇÃO VIDA NORTE | A Vida Norte é uma IPSS com 20 anos que atua nos concelhos do Porto e Braga. Tem como principal missão apoiar grávidas e bebés em situação de vulnerabilidade, através de um acompanhamento de proximidade.

Atualmente a instituição acompanha uma média de 100 grávidas e famílias por mês, desde a gravidez até ao bebé completar 18 meses de vida, trabalhando ao nível da Capacitação para que findo este período a Mãe possa, de forma autónoma, dar seguimento a um projeto familiar estruturado e feliz.

A Vida Norte trabalha diariamente para que todos os bebés tenham oportunidade de nascer e crescer num ambiente protegido, com afeto e dignidade.

 

http://vidanorte.org/

zet gallery inaugura "Diálogo(s) com um Universonauta" | Exposição de Volker Schnüttgen e de Domingos Loureiro | dia 11, às 16 horas

Exposição de Volker Schnüttgen e Domingos Loureiro

 ZET GALLERY INAUGURA EM BRAGA

DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA

*Sábado, dia 11, às 16 horas

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A zet gallery, em Braga, inaugura no próximo sábado, dia 11, às 16 horas, "DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA", um exercício curatorial que reúne obras de Volker Schnüttgen e de Domingos Loureiro.

Mais do que uma exposição, “DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA” é, de acordo com Helena Mendes Pereira, curadora da galeria, “um encontro e um exercício curatorial de contágio conceptual entre as produções artísticas de Volker Schnüttgen e Domingos Loureiro, entre as suas esculturas e pinturas (respetivamente)”. As ligações que estas trazem da natureza e as que estabelecem com um processo de pensamento sobre o Homem  despertam, de acordo com a curadora, “o apelo da fuga para a frente, para o cosmos dos nossos delírios, voltando ao sonho de criança de sermos astronautas e podermos flutuar no universo enquanto observamos a vida na Terra com a distância dos sábios.”

O nome da exposição parte de uma obra de arte de Costa Pinheiro (1932-2015), percursor da integração de práticas conceptuais que marcaram a conjuntura de rutura artística de 1960/70. Segundo a curadora da zet gallery, “as suas palavras e a irreverência proporcionaram o mote para o casamento entre os dois artistas, que resulta na emergência da madeira-suporte da obra de arte e que combina as dimensões do vídeo e da performance, com a das possibilidade de pintura”.

Em DIÁLOGO(S) COM UM UNIVERSONAUTA, Habitat, de Volker Schnüttgen, artista que integra a coleção de obras de Arte do dstgroup, proporciona um cenário feito de objetos escultóricos de madeira de carvalho que vertem a identidade plástica de um artista que, desde 1993, escolheu Sintra como local de residência fixa. Cada escultura de Habitat tem um universo interior para ser descoberto pelo espetador, “como se a respiração e a alma das árvores contivessem a senda dos nossos quereres e não quereres. Poderiam ser esculturas falantes ou a natureza a indagar, mas é antes a multidisciplinaridade da proposta artística que faz o objeto integrar um monitor e uma coluna que servem de palco virtual à dança”.

Por sua vez, Domingos Loureiros apresenta quatro séries de trabalhos - Blind Lanscape, Landscape_Body_Landscape,  Manmade Landscape e Building Utopia - e, ainda, a obra Visible, non visible landscape, que não sendo pertença de nenhuma das séries, cruza as fases Blind e Manmade Landscapes. As obras em exposição correspondem a uma visão antológica do seu percurso e representativas das diversas fases da sua carreira, ainda que a maior parte das produções artísticas sejam resultado de criação recente ou recuperações de processos inacabados.

A exposição, de entrada livre, estará patente até 29 de junho, na zet gallery. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

Sobre os artistas

Volker Schnüttgen (n.1961) nasceu em Attendorn, na Alemanha e licenciou-se em escultura e gravura pela Universidade de Artes de Bremen, em 1986. Desde então, já participou em inúmeras exposições coletivas e individuais, bem como em residências artísticas e simpósios numa geografia curricular da Alemanha a Portugal, passando por Espanha, França, Holanda, Noruega, Suécia, Irão ou Moçambique.  Em 2008 concluiu o Mestrado em Arte Multimédia na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde viria a lecionar escultura entre 2010 e 2016.

Domingos Loureiro nasceu em Valongo e é doutor em Arte e Design pela Universidade do Porto. Acumula a sua atividade de artista visual com a de Professor Auxiliar na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, no Departamento de Artes Plásticas – Pintura. Tem diversos cargos e funções associados à Academia e é autor e editor de diversos documentos científicos e académicos. Artista premiado, conta no seu currículo com exposições em diversos países tais como Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica, Itália, Irlanda, EUA, Brasil, Japão, Alemanha, Canadá e Holanda.

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um pequeno auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reservas, devidamente equipadas para acondicionar obras de arte.

 

J.BUCK APRESENTARÁ “LOVE ME BACK” EM DIGRESSÃO IBÉRICA |VILA NOVA DE FAMALICÃO | BRAGA

J. Buck distingue-se como um artista a solo e compositor de letras profundas, que mergulha em ritmos de soul e blues. Em 2015, lançou o seu primeiro EP "The J. Buck Experience", que segundo Murfreesboro Pulse citou como "um passo em direção um passo em direção à nova versão da geração de Marvin Gaye. Passado um ano, J. Buck lançou o tão aguardado álbum, "Love Matters", com temas como “Where I Am”, “Dear Heart”, entre outros.

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J. Buck apresenta-nos hoje o single “Love Me Back”, que faz parte do EP "Love Matters", e prepara-se para entrar numa digressão ibérica em Maio, que promete espalhar amor e paz, encantar, com a sua poderosa voz, e entreter o público português e espanhol

 

Braga recebe Festival Política para debater a Europa

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O Festival Política chega pela primeira vez a Braga durante os dias 9, 10 e 11 de Maio e todas as actividades são de entrada gratuita. Após três edições em Lisboa, o evento, que este ano é dedicado à Europa, arranca a 9 de Maio, Dia da Europa, às 15h00, com o comissário europeu Carlos Moedas, que terá uma conversa com os cidadãos sobre o projecto europeu e as ameaças que enfrenta.

Criado em 2017, o Festival Política tem como objectivo envolver a sociedade civil e fomentar o debate em torno da política através de debates, performances, concertos, filmes, workshops e actividades para famílias. Em ano de eleições europeias, o festival procura chegar a um maior número de participantes, promovendo uma maior consciência política e social, sobretudo nas gerações mais novas.

Durante a apresentação do Festival, que decorreu esta Sexta-feira, 3 de Maio, no gnration, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, referiu que este tipo de eventos são muito importantes para aumentar a participação dos cidadãos na vida política da Europa, do país e das suas Cidades. “Em Braga temos vindo a desenvolver diversas iniciativas no sentido de aproximar os cidadãos da vida activa das comunidades em que estão inseridos. Este é um trabalho que tem especial ênfase nas camadas mais jovens da população que, actualmente têm à sua disposição diversas ferramentas para se fazerem ouvir e até concretizarem os seus projectos”, garantiu o Autarca, acrescentando que para Braga “é uma honra receber as comemorações do Dia da Europa”.

Rui Oliveira Maques, co-fundador do projecto, afirmou que “a cidade de Braga tem-se afirmado cada vez mais e revelado uma população com grande interesse político, incluindo as gerações mais novas. Faz assim sentido o Festival crescer para o norte do país nesta cidade para combater as elevadas taxas de abstenção que nas últimas eleições europeias atingiram 66,2 por cento em Portugal”. “O Festival Política vai ser uma montra e um laboratório do poder da cidadania na reformulação da identidade europeia, contribuindo para tornar inteligível o próximo caminho da UE num mundo inegavelmente multicultural e interdependente”, completou Bárbara Rosa, co-fundadora do festival.

A programação deste ano está já disponível em www.festivalpolitica.pt. Tendo como palco o gnration, entre as 19 actividades programadas para Braga destaca-se um espectáculo-lição de História, onde o humorista Hugo van der Ding promete fazer uma viagem pelos preconceitos europeus e sobre as várias personagens que ajudaram a escrever a História do continente (10 de Maio, 22h15). A humorista Cátia Domingues irá também dinamizar um workshop sobre como o humor ajuda a combater a discriminação e o discurso de ódio (9 de Maio, 18h30).

Haverá também a inauguração da instalação “Free Entrance”, na Avenida Central, junto ao monumento João Paulo II. Trata-se de uma obra de Pedro Pires que constituiu uma metáfora sobre a ideia de Europa fortaleza (9 de Maio, 16h30). O Festival irá apresentar o filme “The Trial: The state of Russia vs Oleg Sentsov”, sobre o opositor declarado da anexação da Crimeia pela Rússia, Oleg Sentsov, entretanto preso na Sibéria e que foi premiado com o Prémio Sakharov atribuído pelo Parlamento Europeu (9 de Maio, 17h).

Outro dos atractivos será um speed dating, cara-a-cara com representantes dos grupos parlamentares com assento na Assembleia da República. Durante cinco minutos cada cidadão poderá apresentar, individualmente, uma queixa, proposta ou sugestão a um deputado (10 de Maio, 17h30).

Também a Bracarense Sofia Saldanha irá apresentar “No escuro e à escuta” (11 de Maio, 18h30). Trata-se de um documentário sonoro sobre a censura e a propaganda em Portugal durante os anos da ditadura. Nesse mesmo dia às 21h30, Rogério Nuno Costa, actor e encenador que também tem desenvolvido o seu trabalho na região, apresenta “Terceira Via”, uma conferência-performance que ficcionaliza um partido político, um guru espiritual e uma ideia mais ou menos espectacular de comício, para falar de uma terra prometida.

Toda a programação do Festival Política está disponível no site do Município de Braga em: http://bit.ly/2WpAwy4

Município e Fundação EDP promovem arte urbana em meio rural

 

O Município de Braga e a Fundação EDP, no âmbito da Arte Pública Fundação EDP, vão iniciar o projecto ´Energizarte´, que visa a implementação no Concelho de intervenções artísticas de arte pública em meio rural, particularmente em territórios de baixa densidade, como instrumento de inclusão social. O projecto irá realizar-se nas freguesias do Concelho: Padim da Graça; Merelim S. Paio, Panoias e Parada de Tibães; Palmeira e Crespos e Pousada.

Juntando artistas consagrados (João Martinho Moura, Sebastião Peixoto e José Pedro Santos) com artistas locais, o projecto consistirá num processo participativo com a população local, de forma a dar corpo a um conjunto de intervenções artísticas, tendo por base o património cultural, as tradições locais e as situações sociais concretas.

O primeiro passo para a concretização deste projecto passa pela realização de assembleias comunitárias de acordo com a seguinte calendarização: 12 de Abril, às 21h30, no Centro Cívico de Palmeira; 13 de Abril, às 15h00, na Sede da Junta de Freguesia de Parada de Tibães e às 17h00 na Sede da Junta de Freguesia de Crespos e 14 de Abril, às 10h30, na Sede da Junta de Freguesia de Padim da Graça.

Nestas assembleias pretende-se criar um espaço de diálogo entre os artistas e a população local, resultando, no final, na definição de um roteiro de arte e dos espaços públicos a intervencionar, que inclui também postos de transformação e armários da EDP Distribuição. Após estas assembleias os artistas irão reflectir e elaborar as suas propostas criativas, de acordo com o feedback obtido neste contacto inicial com a comunidade, e serão realizadas novas assembleias no mês de Junho para apresentação final das intervenções artísticas a executar.

Desta forma, incorporam-se diferentes estímulos numa nova relação com o espaço e o contexto envolventes, únicos e intransmissíveis. O ´Energizarte´ funcionará como instrumento de inclusão social, envolvendo a população local, em particular quem se encontre em situações de risco e/ou de exclusão, promovendo o acesso à arte e aumentando, desta forma, a auto-estima das comunidades.

A Arte Pública Fundação EDP já realizou projectos similares em Campo Maior (Mayor.art), no Algarve (WATT?), em Trás-os-Montes (Voltagem), no Ribatejo (UniArt) e em Vila Nova da Barquinha (ARTEJO).

"Utopia", da artista portuense Cristina Troufa, desenvolve-se a partir de poemas de Sophia de Mello Breyner | Em exposição até 4 de maio na zet gallery, em Braga

Artista trabalha a autorepresentação

 CRISTINA TROUFA EXPÕE “UTOPIA”

NA ZET GALLERY EM BRAGA

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ATÉ 4 de maio é possível visitar gratuitamente a exposição individual de Cristina Troufa, na zet gallery, em Braga. Com curadoria de Helena Mendes Pereira, "Utopia" desenvolve-se a partir de uma seleção de poemas de Sophia de Mello Breyner (1919-2004), no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento.

Em UTOPIA a artista, que nasceu no Porto e trabalha a autorepresentação, apresenta sete dezenas de obras, entre pintura, desenho e instalação, produzidas desde 2007, mas com particular enfoque nos últimos três anos. O trabalho de Cristina Troufa é, de acordo com a própria, “algo espiritual, uma viagem entre várias vidas e diferentes estágios no tempo, na mesma vida, coexistindo lado a lado, através de estratégias de autorepresentação que, no limite, questionam o sentido da vida. O meu trabalho é sobre a minha vida, sobre mim e sobre as minhas crenças.”

UTOPIA ilustra a obra de Cristina Troufa que, a partir de fotografias que capta de si própria, com destaque para a luz e cor. Através do acrílico expressa simbolicamente as reflexões e conversas que tem consigo. As suas pinturas, propositadamente de aspeto inacabado, refletem a admiração pelos pintores impressionistas e pela utilização das superfícies lisas, sem grande tratamento, típicas dos pós impressionistas. Paula Rego, Graça Morais e Júlio Pomar são algumas das referências contemporâneas nos campos da manipulação cromática e da construção cénica.

No catálogo que serve de apresentação à exposição, a curadora sublinha a sua visão da trabalho da artista e sintetiza o espírito de UTOPIA. “A artista é sempre o foco da sua própria pintura, alargando-nos o ponto de fuga para uma ideia mais abrangente da Mulher, das suas forças, fraquezas, tentações, misticismos, dúvidas e delitos. A utopia feminina é a utopia de Cristina que se cruza com a utopia de Sophia, numa meta-leitura entre poesia, imagem, música e celebração”. E acrescenta: “na autorepresentação de Cristina Troufa não sentimos o medo da dor ou da exposição das fraquezas. Deparamo-nos com a inteligência e a crueza dos sentidos, com a agressividade e a doçura das expressões, com a violência e a candura dos gestos, com o erotismo e o pudor dos corpos”.

A exposição, de entrada livre, estará patente até 4 de maio, na zet gallery. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

CANDIDATURAS PARA XXIV EDIÇÃO DO GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA DST ATÉ 29 DE MARÇO

Edição de 2019 distingue obras de prosa de autores portugueses

 

 

Termina já na próxima sexta-feira o prazo para a entrega das obras a concurso ao Grande Prémio de Literatura dst, que este ano  distingue obras em prosa de autores portugueses, publicadas entre 2017 e 2018. Instituído há quase 25 anos pelo grupo empresarial dst group, o Grande Prémio de Literatura dst é já uma das mais importantes distinções nacionais na área da literatura, com um papel preponderante no estímulo à produção literária nacional, nomeadamente de autores portugueses residentes em Portugal. O vencedor recebe um valor pecuniário de 15 mil euros.

O júri é composto por figuras de relevo no meio literário nacional e com os quais o grupo dst tem vindo a contar desde a génese do prémio. Vítor Manuel Silva, José Manuel Mendes e Carlos Mendes de Sousa são os três elementos do júri a quem caberá a análise, escolha e fundamentação da obra premiada, que será publicamente anunciada no dia 28 de junho, no âmbito da inauguração da Feira do Livro de Braga. A primeira etapa de seleção decorre até 24 de maio, altura em que serão escolhidos os cinco livros de poesia finalistas.

Recorde-se que o Grande Prémio de Literatura dst tem um funcionamento rotativo, premiando alternadamente obras em poesia e em prosa. Manuel Alegre foi o vencedor da edição de 2016 com a obra “Bairro Ocidental”, sucedendo a Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, Maria Ondina Braga, Jacinto Lucas Pires. Em 2018 venceu Daniel Jonas, com o livro de poesia “Oblívio”.

Regulamento disponível em www.dstgsps.com (https://www.dstsgps.com/art-and-society-pt-pt/culture-pt-pt-2/#/#text)

(https://www.dstsgps.com/assets/Regulamento-e-formulario-GPL-dst-2019.pdf)

 

Candidaturas para a 1ª edição do Prémio de Literatura dstangola/Camões

Estão também abertas até 30 de março as candidaturas para a 1ª edição do Prémio de Literatura dstangola/Camões, uma iniciativa lançada recentemente pelo dst group e pelo Instituto Camões que visa distinguir, anualmente e de forma alternada, os trabalhos em poesia e prosa de artistas nascidos em Angola, residentes ou não, com obras publicadas no país ou no estrangeiro, nos dois anos anteriores, desde que em língua portuguesa.

A primeira edição, cujo galardão será entregue a 10 de junho, Dia da Língua Portuguesa, em Luanda, distinguirá obras em poesia, editadas em 2017 e 2018. Também com um valor de 15 mil euros, o prémio terá um júri de referência, presidido por Irene Guerra Marques, linguista e chefe do Departamento de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, de Luanda, e constituído pelo escritor José Eduardo Agualusa e pelo jornalista e diretor do Novo Jornal de Angola, Carlos Ferreira, ao qual caberá a análise, escolha e fundamentação da obra premiada.

O regulamento do Prémio de Literatura dstangola está disponível em www.dstgsps.com (https://www.dstsgps.com/art-and-society-pt-pt/culture-pt-pt-2/#/#text 

(https://www.dstsgps.com/assets/Regulamento-e-formulario-PL-dst-angola-2019-FINAL.pdf )

 

Sobre o dst group

O dst group nasceu nos anos 40 e desenvolve atividade nas áreas da Engenharia & Construção, setor que lhe deu origem e no qual é um dos grupos nacionais de referência. Atento às exigências do mercado, diversificou para as áreas do Ambiente, Energias Renováveis, Telecomunicações, Real Estate e Ventures, somando competências nas suas diversas empresas. O grupo dst pauta-se por uma ação diferenciadora no mercado e tendo em conta que a cultura é a variável que mais influencia a competitividade construiu redes com agentes culturais nas áreas das artes, da literatura, do teatro, da música e da dança, pois acredita que é nestas literacias que reside a sua proposta de valor, a fórmula da sua competitividade relativa.

 

Braga recebe exposição ‘Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa’

Obras da Secretaria de Estado da Cultura em depósito na Colecção de Serralves patente no Forum Arte Braga

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Até 18 de Março, a Cidade de Braga recebe a exposição ‘Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa’. Trata-se de um conjunto de obras da Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Colecção de Serralves, e que tem a particularidade de ser a primeira exposição de 2019 do Forum Arte Braga.

A mostra foi inaugurada esta Quarta-feira pela Ministra da Cultura, Graça Fonseca, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que salientou a “profícua colaboração” entre o Município Bracarense com a Fundação Serralves. “Temos tido várias iniciativas de colaboração com Serralves e esta exposição corporiza a responsabilidade do sector privado na interacção com o sector público e, acima de tudo, a capacidade de promover uma verdadeira descentralização cultural”, referiu Ricardo Rio, sublinhando que esta exposição “é uma verdadeira viagem no tempo aos primórdios da própria Fundação Serralves.”

Como explicou o Autarca, esta iniciativa “vem dar cumprimento a um dos importantes objectivos delineados em 2015 aquando da adesão de Braga à Fundação Serralves e ao seu Conselho de Fundadores, e que permite diversificar a oferta cultural e atrair novos públicos para Braga”.

Exposta na galeria de arte contemporânea criada em 2018 no Altice Forum Braga, esta exposição representa uma perspectiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960 e 1980. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses do pós-guerra souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional. Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Colecção de Serralves especificamente seleccionadas para os locais de exposição, com o objectivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

O programa para 2019 do Forum Arte Braga é completado por uma exposição da autoria do artista austríaco Oliver Laric (de 29 de Março a 22 de Junho), uma Colectiva de Jovens Artistas Portugueses (de 28 de Junho a 5 de Outubro) e uma mostra do artista portuense Jonathan Uliel Saldanha, de 11 de Outubro a 10 de Janeiro.