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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Miguel Moreira ('Djon África') recebe Prémio Novo Talento nos Prémios Actores de Cinema da Fundação GDA

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O actor Miguel Moreira sagrou-se vencedor nos Prémios Actores de Cinema da Fundação GDA, na categoria Novo Talento, pelo desempenho no filme Djon África, de Filipa Reis e João Miller Guerra, numa cerimónia realizada hoje, no Teatro da Trindade. No filme – produzido pela Terratreme e co-produzido pela Desvia, Oll e Uma Pedra no Sapato - Miguel Moreira faz o papel de um jovem que vai para Cabo Verde em busca do pai que nunca conheceu.

Miguel Moreira (John Tibars África Noventaz) nasceu em Lisboa em 1990. No cinema, como protagonista, participou nos filmes Li Ké Terra (2010), Fora da Vida (2015) e Djon África (2018), todos realizados por Filipa Reis e João Miguel Guerra. Começou o seu trabalho na música, em 2004, num estilo de hip-hop original e underground. Fez várias colaborações com músicos portugueses e de diversos países africanos e lançou, em 2018, o EP Nada Fazi (F.P. NOVENTAZ). 

Antes deste prémio atribuído pela Fundação GDA, ganhou o prémio de melhor música original, representando Djon África, nos Prémios Sophia 2019, em conjunto com o director de fotografia, Vasco Viana.

Djon África teve estreia mundial, em competição, no festival de Roterdão (secção Tiger), em Janeiro de 2018, foi exibido no New Directors/New Films, em Nova Iorque, no festival do Uruguai - onde ganhou o prémio FIPRESCI, atribuído pela crítica, e uma menção especial atribuída pelo júri - entre muitos outros festivais, e teve estreia comercial em Portugal, Brasil, Inglaterra e Alemanha.

Os Prémios Actores de Cinema da Fundação GDA têm a particularidade de serem atribuídos entre pares: são prémios de interpretação atribuídos a atores por atores, anualmente. Nesta 12ª edição, o júri foi constituído pelos actores Diogo Dória, Joana Bárcia e João Reis, que avaliaram a qualidade, a excelência e o mérito do trabalho de interpretação dos colegas nas obras analisadas.

Todos os anos a Fundação GDA escolhe um júri diferente composto por três atores que analisa as obras da lista de produções cinematográficas de longa-metragem portuguesas, de ficção, estreadas comercialmente em sala entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro no ano anterior ao da atribuição do prémio.

Para além de Miguel Moreira, foram vencedores os actores Adriano Carvalho, na categoria de Melhor Actor Principal, pelo desempenho no filme Vazante, de Daniela Thomas, e Ana Cristina Oliveira, que interpreta o papel de Sveta, no filme Carga, de Bruno Gascon.

Ao troféu Melhor Actor/Actriz corresponde um prémio de €3.000 euros, ao de Melhor Actor/Actriz Secundário(a) um prémio de €2.000 euros e ao Novo Talento um prémio de 1.000€.

Sobre o filme:
http://www.umapedranosapato.com/pt/#djon-africa

CINANIMA 2019: cine-concerto e sessão de filmes premiados > 7 DEZ

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Durante a tarde de sábado, 7 de dezembro, há cinema de animação de autor e um cine-concerto na Culturgest. O CINANIMA - Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho - realiza, às 19:00, uma sessão com filmes vencedores do festival que aconteceu em novembro, em Espinho (entrada gratuita) e, antes desta sessão, às 16:00, realiza-se um cine-concerto de Fernando Mota e Rui Rebelo (bilhete único: 5€).

No cine-concerto, destinado a toda a família, os músicos Fernando Mota e Rui Rebelo inspiram-se no Fenacistoscópio, mais conhecido como Fantascope, o primeiro dispositivo a criar a ilusão de uma imagem movimento. O dispositivo utilizava um disco de cartão circular com 16 ilustrações sequenciais que, quando rodado, transformava-as num curto filme animado.

No espetáculo, os músicos criam uma banda sonora improvisada de excertos de filmes de animação, a partir de instrumentos feitos com objetos e brinquedos.

Na sessão de filmes, às 19:00, no Grande Auditório da Culturgest, são apresentados dez premiados deste ano do CINANIMA, que, de 11 e 17 de novembro, concentrou, em Espinho, alguns dos maiores nomes nacionais e internacionais do cinema de animação da atualidade. 

Os filmes vencedores do 43.º CINANIMA que podem ser vistos na sessão são: O Peculiar Crime do Estranho Sr. Jacinto, de Bruno Caetano (Menção Honrosa), Memorável, de Bruno Collet (França - Prémio do Público), Bavure, de Donato Sansone (França), A Luz Mais Escura, de Andrea Bonetti (Itália - Prémio para Melhor Curta-metragem de mais de 5 até 24 minutos), Purpleboy, de Alexandre Siqueira (Portugal - Menção Honrosa do Prémio para Melhor Curta-metragem de mais de 5 até 24 minutos), Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno Castro e Guto Br, (Brasil - Prémio para o melhor Documentário), Tio Tomás - A Contabilidade dos Dias, de Regina Pessoa (Portugal - Prémio Especial do Júri) e O meu Estranho Irmão Mais Velho, de Júlia Orlik (Polónia - Menção Honrosa do Prémio de Melhor Filme de Estudantes).

Na categoria até 18 anos, são apresentados os portugueses Dependências Não Convencionais, realizado pelo coletivo de alunos do CEPAM, Os Chapéus de Pessoa, realizado pelas crianças das oficinas do Anilupa (Menção Honrosa) e na categoria de mais de 18 anos, A Mãe de Sangue, de Vier Nev. 

O CINANIMA realiza-se desde 1976, em Espinho. É o mais antigo festival de cinema português, o terceiro mais antigo do mundo e um dos festivais de animação mais importantes do mundo. Todos os anos, a Culturgest apresenta uma seleção dos filmes premiados, feita pela organização do festival a partir dos filmes nacionais e internacionais exibidos na semana de competição.

A sessão de filmes é gratuita e os bilhetes para o cine-concerto têm um preço único de 5€ e estão à venda na Culturgest, online e na rede Ticketline.

Prémio Atores de Cinema da Fundação GDA aproxima jovens artistas ao setor audiovisual

Prémio Atores de Cinema da Fundação GDA aproxima jovens artistas ao setor audiovisual

 

Com as categorias Melhor Ator/Atriz, Melhor Ator/Atriz Secundário(a) e Novo Talento, a 12.ª edição do Prémio Atores de Cinema, atribuído pela Fundação GDA desde 2008, realiza-se a 3 de dezembro no Teatro da Trindade, em Lisboa. Antes da cerimónia de entrega dos prémios, apresentada pelo ator José Pedro Gomes, o dia será preenchido por ações centradas na formação dos atores.

 

O Prémio Atores de Cinema Fundação GDA promove, nesta que é a sua 12.ª edição, a aproximação de jovens artistas ao mercado audiovisual, nomeadamente através de encontros com produtores/as que estão em fase de pré-produção dos seus filmes/séries e procuram atores que possam integrar os elencos dos seus projetos.

 

A Fundação GDA atribui, pelo 12.º ano consecutivo, o Prémio Atores Cinema, no próximo dia 3 de dezembro, no Teatro da Trindade, distinção que visa divulgar e prestar homenagem pública ao trabalho de interpretação dos atores portugueses. Esta cerimónia é antecedida pelas “Jornadas para o Ator”, que consistem num conjunto de ações direcionadas para a formação de jovens atores e na sua aproximação ao mundo audiovisual. 

1º Festival de Cinema Documental de Braga | Iniciativa envolve mais de 3500 alunos em idade escolar para promover a alfabetização através da Sétima Arte

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DOBRA decorre no Espaço Vita, conta com o dstgroup como mecenas e apoio do Porto/Post/Doc

FESTIVAL DE CINEMA DOCUMENTAL DE BRAGA

Realiza-se nos dias 25 e 26 de novembro

*Cariz essencialmente pedagógico para combater o analfabetismo das imagens

 *Iniciativa envolve mais de 3500 alunos da cidade

 

DOBRA é o nome do Festival de Cinema Documental de Braga, que decorre pela primeira vez, em Braga, entre os dias 25 e 26 de novembro, numa iniciativa promovida pela equipa do Plano Nacional de Cinema do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante (PNC-AECA), em colaboração com o Espaço Vita e com mecenato do dstgroup.

Com programação maioritariamente dedicada ao público escolar, desde o Jardim de Infância ao Ensino Secundário, o DOBRA destaca-se por ser um festival de cinema diferenciador com uma missão essencialmente pedagógica, que se propõe trabalhar a alfabetização através do cinema, combatendo assim o analfabetismo das imagens. Para além disso, oferece uma programação diversificada e segmentada para diversas tipologias de público, visando assim aproximar pedagogicamente todos os públicos da sétima arte.

A programação desta primeira edição conta com a assinatura do Porto/Post/Doc, cuja experiência na organização de eventos de promoção de cinema documental é já sobejamente reconhecida.

O evento decorre durante dois dias no Espaço Vita e prevê a exibição gratuita de nove sessões de cinema, oito para o público escolar e uma para o público, em geral. Para além dos alunos do AECA, a iniciativa estende-se também aos estudantes dos agrupamentos de Escolas Francisco Sanches e Sá de Miranda, assim como aos alunos da Escola Artística Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. No total, um universo de 3600 alunos da cidade de Braga terão a possibilidade de participar nesta iniciativa, que se destina a aproximar este público do cinema, através da divulgação de obras cinematográficas nacionais previstas no programa do Plano Nacional de Cinema.

DOBRA com programação variada para crianças em diferentes idades escolares

No dia 25, a partir das 9h30, os alunos do 2º ciclo terão a oportunidade de assistir a uma programação variada, que inclui a exibição de filmes como DvaTramvaya", de Svetlana Andrianova, "Le Renard Minuscule", de Aline Quertain, SylwiaSzkiladz, "Le Lion Et Le Singe", de Benoit Feroumont, "Snowflake", de Natalie Chernysheva, "Paniek!", de Joost Lieuwma e Dann Velsink, "The Bird & The Whale", de Carol Freeman, "Hors Piste", de Léo Brunel, Loris Cavalier, Camille Jalabert e OscarMalet, e "VivatMusketeers!", de Anton Dyakov.

Às 11h30, cabe ao público do pré-escolar e do 1º Ciclo assistir, no Espaço Vita, aos filmes "Coucouleurs", de Oana Lacroix, "SamsDream", de Nolween Roberts, "Le Tigre SansRayures", de Raul Robin Morales Reyes, "Sloth", de Julia Ocker, e "La Petite Pousse", de Chaitane Conversat.No dia 26, de manhã, o DOBRA é dedicado aos alunos do 3º Ciclo com uma programação que contempla obras como "Viagem a Cabo Verde", de José Miguel Ribeiro, "Kali, O Pequeno Vampiro", de Regina Pessoa, "Água Mole", de Alexandra Ramires (Xá) e Laura Gonçalves, "Gambozinos", de João Nicolau, "Russa", de João Salaviza e Ricardo Alves Jr.

"Transnistra", de AnnaEborn, em Competição na edição de 2019 do Porto/Post/Doc 2019, é o filme escolhido pela organização para os alunos do ensino secundário, com exibição dupla prevista para as tardes de segunda e terça-feira, às 14 e às 16 horas.

No último dia do DOBRA, a organização promove uma sessão gratuita aberta ao público convidando a assistir ao filme "Hamada", de Eloy Domínguez Serén, vencedor do Prémio Companhia das Culturas/Fundação Pereira Monteiro para o melhor realizador da Competição Internacional entre autores emergentes do Porto/Post/Doc 2018.

 As sessões decorrem no auditório do Espaço Vita, no coração da cidade, um espaço cultural da Arquidiocese de Braga, que, ao longo dos últimos anos, tem acolhido e promovido diversos eventos culturais, entre os quais se destacam alguns ciclos de cinema, no sentido de educar para os valores e abrir, desde tenra idade, os horizontes do pensamento, razão pela qual a co-organização do DOBRA é mais um contributo que o Espaço Vita presta à comunidade escolar na área do cinema documental.

Para o Presidente do Conselho de Administração do dstgroup “há muito tempo que aguardamos a oportunidade de apoiar um projeto de cinema, de documentário ou de curtas. O desafio já havia sido feito pelo Espaço Vita. Precisávamos de um encontro celeste. O Agrupamento de Escolas Carlos Amarante fez-nos o desafio e a conexão franca do Espaço Vita e do Reverendíssimo D. Jorge Ortiga fez o resto. É uma arte complementar às artes que apoiamos. O público alvo, jovens estudantes interessa-nos. Estão criadas as condições para mais um grande evento cultural em Braga apoiado pelo dstgroup”.

Com esta iniciativa a organização e os parceiros do evento contribuem assim para a promoção e disseminação do programa de literacia para o cinema previsto pelo Programa Nacional de Cinema, que pretende estimular a divulgação de obras cinematográficas nacionais junto do público escolar e garantir instrumentos essenciais, leitura e interpretação de obras cinematográficas junto dos alunos das escolas abrangidas pelo programa.

'Klimt & Schiele - Eros e Psique' - estreia 3 dezembro

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No âmbito do ciclo A Grande Arte no Cinema, é apresentado o filme Klimt & Schiele - Eros e Psique, a partir de 3 de dezembro, em Lisboa (UCI El Corte Inglés), Vila Nova de Gaia (UCI Arrábida), Cascais (O Cinema da Villa) e Penafiel (Cinemax Penafiel).
 

UCI El Corte Inglés (Lisboa) e UCI Arrábida (Vila Nova de Gaia)
3 dezembro – terça 21h30
4 dezembro – quarta 19h00
5 dezembro – quinta 14h00
Bilhetes: 10€

O Cinema da Villa (Cascais)
6, 7 e 8 dezembro – 16h30
Bilhetes: 9€

Cinemax Penafiel
8, 9 e 10 dezembro – 19h30
Bilhetes: 6,30€

Salão Piolho | A 4ª edição volta a Lisboa para um ciclo de 7 cine-concertos | Realizadores míticos, musicalidades intemporais e espaços marcantes da cidade de Lisboa | 20 a 24 de novembro | Fundação INATEL

Salão Piolho. 4ª edição
Lisboa
20 a 24 de novembro
ENTRADA LIVRE

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A 4ª edição do Salão Piolho volta a Lisboa para um ciclo de 7 cine-concertos onde os protagonistas se multiplicam entre realizadores míticos, musicalidades intemporais e espaços marcantes da vida cultural da cidade de Lisboa.

De 20 a 24 de novembro grandes clássicos do cinema mudo passarão pelo Chapitô, Estação do Cais do Sodré, Teatro Ibérico, Livraria Ler Devagar, Camones CineBar, Cinemateca Júnior e Igreja da Madalena onde serão acompanhados por música da inspiração tradicional à eletrónica.

Filmes como "O Homem da Câmara de Filmar", acompanhado ao vivo por Rui Maia no Teatro Ibérico fazem parte deste ciclo. Há também lugar para a comédia com Chaplin e Buster Keaton, acompanhados, respetivamente, pela viola campaniça d'O Gajo e o acordeão de Inês Vaz.

Esta iniciativa da Fundação INATEL, já na sua 4ª edição, é de entrada livre*. Uma oportunidade única para ver e ouvir grandes artistas como Diogo Vida, Charlie Mancini, Arsénio Martins Ensemble, Nuno Costa e Óscar Graça em ambientes intimistas acompanhando outros clássicos como "Aurora", "A Paixão de Joana D'Arc", curtas de Georges Méliès e até o "Gato Félix" na sessão infantil no Salão Foz da Cinemateca Júnior.

Este ano a iniciativa volta também ao Porto de 12 a 15 de dezembro.

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Cinema Infantil no Fórum Cultural: Extensão da Monstra – Festival de Animação de Lisboa

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O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 24 de novembro, pelas 11:00h, a Sessão “Monstrinha” da Extensão da Monstra – Festival de Animação de Lisboa.

 

Dirigida a famílias e crianças maiores de 3 anos, esta sessão de cinema infantil tem entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

 

A altas horas da noite, enquanto toda a gente dorme, formas caricatas e monstros divertidos deambulam pelo quarto. Há tanto para descobrir!

Edmund, um pinguim rabugento, foge da sua colónia para se encontrar a si mesmo, mas tem que proteger o seu iceberg de Otto, um simpático urso polar que quer companhia.

A lutar pela sobrevivência num mundo nos céus, um homem e um monstruoso peixe gigante voador precisam de encontrar comida. Vão ter que trabalhar em conjunto para terem sucesso na ladroagem.

A história começa de uma maneira tradicional: o lobo tenta usar os seus truques para ficar com a comida que a Capuchinho Vermelho vai levar à avó. Só que rapidamente percebe que é melhor não tentar enganar esta Capuchinho Vermelho.

Num dia quente de verão, Koyaa só quer relaxar na sua espreguiçadeira, mas, de repente, esta engole-o e lança-o em direção à falésia. Koyaa fica suspenso numa trepadeira à beira do abismo e tenta domá-la sem sucesso. O que fará a seguir?

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Um dia com três filmes de Leonor Teles

Um dia com três filmes
de Leonor Teles

 

Sábado, 30 de Novembro são exibidos três filmes de Leonor Teles: Cães que Ladram aos PássarosTerra Franca e Balada de Um Batráquio. O primeiro em sala, no Porto/Post/Doc, e os outros dois na RTP2.

A estreia nacional de Cães que Ladram aos Pássaros, o mais recente filme da realizadora, acontece às 21:30 de dia 30 de Novembro, no Porto/Post/Doc, durante a cerimónia de entrega de prémios do festival, no Teatro Municipal Rivoli, no Porto.

Com estreia mundial no festival de Veneza, esta curta-metragem acompanha os dias de Verão de Vicente e da sua família, obrigados a sair da sua casa no centro do Porto, por força da especulação imobiliária.

As aulas terminaram e sente-se uma azáfama no ar. Os turistas enchem as ruas e os cafés do Porto. O velho e decadente é agora vendido como ponto alto da gentrificação. Vicente pedala pela cidade montado na sua Órbita azul e observa a transformação urbana a cada dia que passa. O Porto já não é o mesmo e ele também não. Entre família e amigos, Vicente vive com expectativa os primeiros dias de férias, que trazem a promessa de mudança e a incerteza de uma vida nova.

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Terra Franca e Balada de um Batráquio na RTP2
Na mesma noite, um pouco mais tarde, Balada de um Batráquio Terra Franca são exibidos na RTP2, às 23:15 e 23:30, respectivamente.

Terra Franca (2018) - primeira longa-metragem da realizadora - acompanha durante um ano a vida de Albertino Lobo, um pescador de Vila Franca de Xira.

À beira do Tejo, numa antiga comunidade piscatória, um homem vive entre a tranquilidade solitária do rio e as relações que o ligam à terra. Terra Franca retrata a vida deste pescador, atravessando as quatro estações que renovam os ciclos da natureza e acompanham as contingências da vida de Albertino Lobo.

Sobre o filme, Leonor Teles refere “nasci e cresci em Vila Franca. Aqui conheci este homem; um pescador. Lobo nasceu num barco e talvez seja essa a razão da sua profunda relação com o rio. Importa revelar este homem, Albertino Lobo, na sua essência simultaneamente simples e enigmática; um homem com uma vida dura que se encontra em pleno ciclo de mudança. Mais que fazer um filme etnográfico sobre a tradição piscatória, queria mostrar estas pessoas – Lobo e a sua família. Interessou-me ainda explorar a relação que Lobo tem com os seus lugares íntimos, em particular com o rio. A água é claramente o seu elemento, existe um encontro consigo próprio e uma pertença quando se encontra nesse espaço. Fascina-me esse equilíbrio. De como a sua solidão se encaixa no mundo. Por contraponto, existe a dimensão familiar que se encontra em terra e está fortemente ligada à cidade”.

Com estreia mundial no Cinéma du Réel Festival Internacional de Cinema Documental, onde se sagrou vencedor do Prémio SCAM, Terra Franca recebeu outros prémios, nomeadamente Melhor Longa-metragem de Ficção no Festival Caminhos do Cinema Português (2018), Prémio para a Melhor Primeira Obra Internacional, no Festival Internacional de Cine de Mar del Plata, Prémio Escolas – Prémio ETIC para Melhor Filme da Competição Portuguesa, no Doclisboa 2018, e algumas menções especiais

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Em Balada de um Batráquio (2016) – curta-metragem vencedora do Urso de Ouro no Berlinale International Film Festival, entre outros prémios (Melhor Curta Metragem no festival de Hong Kong, no festival de Belo Horizonte, Prémio Revelação no Caminhos do Cinema Português, etc.) – a realizadora foca-se na tradição de colocar sapos de loiça em espaços comerciais como forma de afastar os ciganos.

Tal como os ciganos, os sapos de loiça não passam despercebidos a um olhar mais atento. Balada de um Batráquio surge assim num contexto ambíguo. Um filme que intervém no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento xenófobo.

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'Tristeza e Alegria na Vida das Girafas', de Tiago Guedes, estreia esta semana

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Um filme de Tiago Guedes, baseado numa peça de Tiago Rodrigues, com música original de Manel Cruz
 
‘TRISTEZA E ALEGRIA NA VIDA DAS GIRAFAS’
CHEGA ESTA SEMANA AO GRANDE ECRÃ

 


‘Tristeza e Alegria na Vida das Girafas’, de Tiago Guedes - realizador do premiado filme ‘A Herdade’ - chega esta semana às salas de cinema nacionais. Baseado na peça de teatro homónima, do encenador e produtor Tiago Rodrigues, ‘Tristeza e Alegria na Vida das Girafas’ conta com as interpretações de Maria Abreu, Tónan Quito, Miguel Borges, Miguel Guilherme, Romeu Runa e Gonçalo Waddington, entre outros.

Com banda sonora original de Manel Cruz, o filme conta a história de uma menina de 10 anos que atravessa a cidade de Lisboa em busca da única pessoa que pode ajudá-la: o primeiro ministro. A perceção da realidade social e política é desafiada, através da voz de uma criança que apresenta um trabalho escolar e empreende a tarefa enciclopédica de tentar explicar o mundo.
 
Desse estranho mundo chamado Lisboa fazem parte a crise económica, a aventura heroica de um urso de peluche com tendências suicidas chamado Judy Garland, o Discovery Channel, um pantera-negra, o dicionário escolar da editora Sampaio, o dramaturgo russo Anton Tchekhov e uma menina alta demais para a sua idade, a quem a mãe chamava girafa. Mergulhado nas trevas esperançosas do imaginário infantil, esta história revela medo pelo que as crianças pensam e raiva pelo que os adultos fazem.
 
Com antestreia na edição deste ano do IndieLisboa e tendo estreado internacionalmente em competição, no México, no Guadalajara International Film Festival, 'Tristeza e Alegria na Vida das Girafas' e foi apresentado em outubro, no Brasil, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
 
Trata-se da quarta longa-metragem de Tiago Guedes, depois de ‘A Herdade’, ‘Entre os Dedos’ (2008) e ‘Coisa Ruim’ (2006), entre outros filmes que fez para televisão, como ‘Alta Fidelidade’ (2000), séries de televisão como ‘Odisseia’ (2013) e ‘Noite Sangrenta’ (2010), para além de trabalhos em teatro como encenador, nomeadamente, PillowMan, de Martin McDonagh (2006), 'Blackbird', de David Harrower (2009), 'Os Belos Dias de Aranjuez', de Peter Handke (2014), 'O Pato Selvagem', de Enrik Ibsen (2016), 'Órfãos', de Dennis Kelly (2017) e 'A Matança Ritual de Gorge Mastromas', de Dennis Kelly (2019).
 
Sinopse:
‘Tristeza e Alegria na Vida das Girafas’ conta história de uma menina de 10 anos que atravessa a cidade de Lisboa em busca da única pessoa que pode ajudá-la: o primeiro ministro. A perceção da realidade social e política é desafiada, através da voz de uma criança que apresenta um trabalho escolar e empreende a tarefa enciclopédica de tentar explicar o mundo.  Desse estranho mundo chamado Lisboa fazem parte a crise económica, a aventura heroica de um urso de peluche com tendências suicidas chamado Judy Garland, o Discovery Channel, um pantera-negra, o dicionário escolar da editora Sampaio, o dramaturgo russo Anton Tchekhov e uma menina alta demais para a sua idade, a quem a mãe chamava girafa. Mergulhado nas trevas esperançosas do imaginário infantil, esta história revela medo pelo que as crianças pensam e raiva pelo que os adultos fazem.
Salas de estreia:
 
Lisboa: Cinemas NOS Alvaláxia, Cinemas NOS Amoreiras, UCI Cinemas El Corte Inglês,
Cinemas NOS Oeiras Parque
Almada: Cinemas NOS Fórum Almada
Coimbra: Cinemas NOS Alma Shopping Coimbra
Aveiro: Cineplace 8.ª Avenida
Porto: Cinema Trindade, Cinemas NOS Alameda Shop & Spot, Cinemas NOS Parque Nascente, UCI Arrábida 20
Braga: Cinemas NOS Braga Parque, Cineplace Nova Arcada
Viseu: Cinemas NOS Fórum Viseu
Faro: Cinemas NOS Fórum Algarve

Nomeado à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019 | O DRAMA ‘PASSÁMOS POR CÁ’ DE KEN LOACH, ESTREIA A 21 DE NOVEMBRO

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A história de ‘PASSÁMOS POR CÁ’, o mais recente filme do realizador britânico Ken Loach, nomeado à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019, tem como base o drama quotidiano de uma família da classe operária, após a crise financeira de 2008.

 

‘PASSÁMOS POR CÁ’ conta a história de Ricky (Kris Hitchen), pai de uma família de Newcastle, que luta arduamente para ultrapassar as dívidas, desde o colapso financeiro, em 2008. Na tentativa recuperar alguma independência, Ricky compra uma carrinha nova, que lhe possibilita adquirir um franchise de entrega de encomendas por conta própria. Mas as condições são arriscadas, com horários rigorosos, longas horas de trabalho e severas penalidades contratuais.

 

O filme de Loach, o mais recente após ‘I, Daniel Blake’ vencedor da Palma de Ouro no festival de Cannes do ano passado, terá a sua antestreia hoje na 13º edição do LEFFEST, e transporta-nos para o habitual realismo social, ao usar a dinâmica familiar para explorar a forma como a austeridade atingiu os trabalhadores no Reino Unido. 

 

Sinopse:

Ricky (Kris Hitchen) e a sua família lutam arduamente contra as dívidas desde o colapso financeiro de 2008. A certa altura, Ricky tem uma oportunidade de recuperar alguma independência com uma furgoneta novinha em folha e a possibilidade de ter o seu franchise como motorista de entregas por conta própria. É um trabalho duro, mas o emprego da mulher como cuidadora não é mais fácil. A família é forte, mas quando ambos são empurrados em sentidos diferentes, o ponto de rutura torna-se iminente. Filme nomeado à Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2019.

 

A 21 DE NOVEMBRO NOS CINEMAS