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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Showcase de Carlos Esperança na FNAC Almada

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Carlos Esperança vai apresentar os seus dois álbuns de originais no próximo sábado, 25 de janeiro, às 21h30, na loja FNAC, no Fórum Almada. Vai ser uma ótima oportunidade de assistir de perto à energia e à criatividade que o jovem multi-instrumentista Carlos Esperança mostra em palco.
Os concertos da FNAC são conhecidos por darem a conhecer ao público em geral novos talentos musicais, com showcases informais e onde a audiência convive de perto com os artistas. Após a atuação de Carlos Esperança em Almada, ele estará disponível para autografar os dois CDs editados por si: The Sky Is Blues e The Wellington's Eagle Nest.
O Blues é a base da sua música e onde explora as influências que o género tem deixado noutros estilos musicais, caso do Rock e do Soul. Todos as músicas e letras são originais seus e todos os instrumentos, incluindo a voz, foram gravados por si naquilo que é uma verdadeira edição de autor. Ao vivo, é acompanhado por outros excelentes músicos: David Carvalheiro, no saxofone, clarinete, teclas e guitarra, Daniel Guerreio, na bateria, e Filipe Almeida, no baixo elétrico.

 

Manel Cruz apresenta novo espectáculo no Teatro Tivoli BBVA a 29 de Fevereiro

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Tour Nedó é o novo espectáculo de Manel Cruz e da sua banda, composta por António Serginho, Eduardo Silva e Nico Tricot. Um pretexto para se fazer e reinventar música, tendo como ponto de partida o recente Vida Nova, mas também o repertório mais antigo, passando por inéditos e outros temas que nunca vão existir. 

Depois de Ornatos Violeta, Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada chegou Vida Nova, o há muito desejado álbum de estreia de Manel Cruz. A expectativa era grande e foi superada desde o primeiro momento. Os concertos de apresentação, dois na Casa da Música no Porto e um no Capitólio em Lisboa, esgotaram rapidamente. O CD em formato de livro foi procurado por todo o país e o valor da obra unanimemente reconhecido.

Ao longo de 12 músicas, Manel Cruz dá-se a conhecer mais um bocadinho e é muito o que ainda tem para revelar. As canções e poemas que não deixam ninguém indiferente, destacam-se individualmente e como um todo. "Ainda Não Acabei", "Beija-Flor", "Cães e Ossos" e "O Navio Dela" são os singles.

Em palco, a solo ou com António Serginho (percussão, piano, xilofone), Eduardo Silva (baixo, voz) e Nico Tricot (piano), músicos com quem toca há mais de 10 anos e, nesta formação, há mais de seis anos, Manel Cruz mostra-se um homem novo. Em teatro, auditórios, festivais e grandes palcos, Vida Nova marca o começo da nova vida do músico e compositor portuense.

Entretanto, surgiram as comemorações dos Ornatos Violeta e Manel Cruz entregou-se de corpo e alma. Como sempre faz, e só assim sabe fazer. O Verão de 2019 ficou marcado pelo reencontro do grupo de amigos cuja história foi escrita nos anos 90 e ainda hoje é querida por todos.Mas, terminado este reencontro, é tempo de Manel Cruz retomar a sua Vida Nova, em 2020.

 

M6

TEATRO TIVOLI BBVA

29 Fevereiro | 21h30

QUINTETO MARIA JOÃO FURA DÁ CONCERTO EM GRÂNDOLA

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O Cineteatro Grandolense recebe dia 25 de Janeiro, às 21h30, o concerto com o Quinteto Maria João Fura, num espectáculo que será uma viagem entre a Bossa-Nova, o Pop-Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music. A Entrada é gratuita.

A cantora e compositora irá apresentar em quinteto o disco FURA, recheado de belas canções em português, todas de sua autoria.

Numa sonoridade multifacetada, as contagiantes melodias tecidas por vários estados de alma, desenvolvem-se numa ambiência que viaja entre a Bossa-Nova, o Pop - Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music, gerando um clima de festa com forte participação do público.

Se a maioria das vezes as canções parecem ter voz de mulher, podem também transfigurar-se em pele de qualquer um ao abordar o quotidiano atual com ironia.

A sua autenticidade tem merecido o reconhecimento do público em concertos em Portugal e no Brasil e do meio musical, com a seleção de duas canções (Serei Feliz por Acaso e Mais Um Gole) para os prémios Zeca Afonso e Ary dos Santos. FURA tem também o reconhecimento do meio cinematográfico com a integração da canção "Fui Eu" na curta metragem francesa "La Loi Sana Moi" de 2019.

Janeiro no Museu Nacional da Música

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JOVENS SOLISTAS DA METROPOLITANA | 15 de Janeiro, 18H | Entrada Livre
PROGRAMA
J. D. Price Intrada Dramatica (1)
Tradicional Shenandoah (arr. James Olcott) (1)
G. F. Händel Marcha da oratória Judas Maccabeus (arr. James Olcott) (1)
W. Byrd The Earle of Oxfords Marche (1)
W. A. Mozart Allegro vivace assai, 1.º and. do Quarteto de Cordas N.º 14, KV 387, (A Haydn) Primavera (2)
A. Glazunov Interludium: Moderato, 2.º and. do Quarteto para Cordas N.º 3, Op. 26, Eslavo (1888) (2)
J. Ibert Trois pièces brèves (3)
G. Ligeti Seis Bagatelas (3)

(1) Alexandra Moita (trompete), Brian Andrade (trompete), Carlos Lopes (trompete), Duarte Anjo (trompete), Maria Batista (trompete), Rafael Simões (trompete), Sara Antunes (trompete), Sérgio Cabral (trompete)

(2) Beatriz Tomás (violino), Inês Ferreira (violino), Diogo Lopes (viola), Joana Rosa (violoncelo)
(3) Diogo Soares (flauta), Nazaré Pinto Leite (oboé), Helena Gabriela (trompa), Nuno Mourão (fagote), Joana Neves (clarinete)  

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Casa das Artes apresenta Recital «Três Músicos. Três Trios»

A Associação António Fragoso orgulha-se de apresentar TRÊS fabulosos Músicos interpretando TRÊS peças de TRÊS grandes Compositores portugueses. Dia 17 de janeiro, pelas 19h00, na Casa das Artes, Porto.

 

A oportunidade de juntar três músicos de exceção interpretando três trios de grandes compositores portugueses, criados em datas diferentes, mas todos eles com a excelência como característica principal.

 

Fragoso compôs o seu Trio em 1915, com apenas 18 anos de idade e é uma das suas mais belas e mais apreciadas peças.

 

Frederico de Freitas  nasceu em 1902 e faleceu em 1980. Foi um dos mais prolíferos compositores de Portugal. Criou peças musicais de vários géneros, desde sinfonias, ao ballet e ao musical, entre outros. Criou também música de câmara, das quais se salienta, pela sua qualidade, o seu Trio.

 

Pedro Macedo Camacho é um dos compositores contemporâneos mais criativos e a sua música é de excelente qualidade. O Trio 1 marca a sua primeira peça de câmara, mas dá-nos a sensação de já compor música de câmara há muito tempo.

 

Músicos

Luís Costa - piano

Eliseu Silva - violino

Alexander Znachonak - violoncelo

 

Entrada livre.

No Fórum Cultural – Baixa da Banheira: Concerto de Ano Novo com Camerata Musicamera

 

A Camerata Musicamera dá as boas-vindas a 2020 com o Concerto de Ano Novo, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a 12 de janeiro, pelas 16:00h. O espetáculo, dirigido a maiores de 6 anos, tem entrada gratuita, mediante levantamento dos bilhetes a partir de 7 de janeiro.

 

A intensidade e o lirismo das cordas sublinham o registo vocal de Natasa e Juliana. Strauss, Mozart, Verdi e Rossini, entre muitos outros, são interpretados neste concerto que dá as boas-vindas a um novo ano.

 

Soprano: Natasa Sibalic; Mezzo: Juliana Mauger; Quarteto Lopes-Graça: Luís Pacheco Cunha – Violino I; Maria José Laginha - Violino II; Isabel Pimentel – Violeta; Catherine Strynckx – Violoncelo; Alejandro Erlich Oliva – Contrabaixo

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

 

Venha festejar o Ano Novo em Lisboa

 
 


Em Lisboa, a melhor música para receber 2020

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Três dias ao som de Clássicos no Tejo, José Cid,
Xutos & Pontapés e Ornatos Violeta
 
Nos três últimos dias do ano voltamos à maior sala de espetáculos ao ar livre de Lisboa com um conjunto de concertos gratuitos de estilos muito diferentes. Recebemos 2020 no Terreiro do Paço a cantar e a dançar ao som da melhor música na maior festa da cidade.
 
No domingo (dia 29) apresentamos um concerto de música clássica, com uma orquestra original formada de raiz para esta ocasião e composta por 52 músicos. Clássicos no Tejo será dirigido pelo Maestro Cesário Costa e apresentará operetas, bailados, danças, valsas e polcas num concerto de final de tarde (18h) muito especial à beira-rio.
 
A 30 de dezembro (segunda feira), a noite é de um dos ícones da música pop nacional e o mais recente Grammy Latino de Excelência Musical: José Cid sobe ao palco, a partir das 21h30, numa atuação festiva para cantar temas como A Minha Música; Ontem, Hoje e Amanhã e Cai Neve em Nova Iorque.
 
À meia noite de 31 de dezembro recebemos o Ano Novo em Lisboa com fogo de artifício. Durante 15 minutos, entre o rio e a belíssima praça da cidade, festejamos com um envolvente espetáculo de luz.
 
A música da noite de passagem de ano está assegurada por duas das maiores bandas do pop rock português que desafiámos a estar connosco: Xutos & Pontapés, com as músicas de sempre, autênticos hinos para as várias gerações que, ao longo de 40 anos, acompanharam a banda; e Ornatos Violeta, num concerto de celebração da entrada no novo ano. Será uma festa inesquecível feita de canções intemporais.
 
Nesta grande festa no Terreiro do Paço, e à semelhança do ano passado, a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, em parceria com a Cerveja Sagres, incentiva o público a adotar comportamentos mais sustentáveis, através da disponibilização de copos reutilizáveis nos pontos de venda oficiais do patrocinador principal do evento que se pretende cada vez mais ecológico. Na compra da primeira bebida, o copo terá uma caução de 1€, valor devolvido no momento da entrega do copo no bar de compra e nos pontos de recolha com decoração Sagres.

Concertos até ao final de Dezembro no Museu Nacional da Música

RECITAL DE PIANO | Jamie Gurt e Michael Gurt | 17 Dez., 19H | Entrada Livre

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PROGRAMA

Leos Janacek (1854-1928)
Nikolai Medtner (1880-1951)
Alexander Scriabin (1871-1915)
Ronaldo Miranda (1948- )
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)


MICHAEL GURT é professor de piano na Louisiana State University. Ganhou o primeiro prémio na Gina Bachauer International Piano Competition in 1982, e foi também premiado
em Pretoria e Sydney. Tocou como solista na Chicago Symphony, na Philadelphia Orchestra, na Utah Symphony, na Baltimore Symphony, na Memphis Symphony, na Capetown Symphony, na China National Symphony Orchestra, e na Natal Philharmonic Orchestra in Durban, África do Sul.
A solo, tocou no Alice Tully Hall e Weill Recital Hall (Carnegie Hall) Nova Iorque, Ambassador Auditorium, Los Angeles, Orchestra Hall, Detroit, City Hall, Hong Kong; Victorian Arts Center, Melbourne, , Baxter Hall, Capetown; , Attaturk Cultural Center, Istanbul.
Recentemente fez uma digressão no Brasil.
Colaborou com o Takacs String Quartet e o Cassatt String Quartet, e actuou no Australian Festival of Chamber Music emTownsville, Queensland. Foi júri no Gina Bachauer International Piano Competition e no New Orleans International Piano Competition, e gravou pela Naxos, Centaur e Redwood labels.
Gurt
Gurt apresenta-se como Mentor de Piano no National Music Festival em Chestertown, Maryland, e foi chefe do departamento de piano no Sewanee Summer Music Festival de 1987 a 2007. Foi professor da cadeira de piano da Louisiana Music Teachers Association e ensinou em dois seminários de música de Verão realizados na Universidade de Tunghai em Taichung, Taiwan. O professor Gurt é formado pela Universidade de Michigan e pela Juilliard School.

JAMIE RUF GURT nasceu em St. Louis, Missouri. Aos 3 anos começou a estudar piano e fez a sua estrei em orquestra aos 14.
Tem uma agenda preenchida como solista e músico de câmara.
Recentemente tocou no Virtuosi Gravatá, Encontro Internacional de Pianistas de Piracicaba, Utah Valley University, the Beethoven Festival in Park City, Utah, the Southern University Chamber Music Series, the Festival Internacional Alfredo De Saint Malo in Panama City, Panama, e fez concertos em Recife, João Pessoa, Natal e Porto Alegre no Brazil.
Jamie tocou como solista com a Louisiana Sinfonietta na estreia de Diakos Suite do compositor Dinos Constantinides e com o Sewanee Festival Orchestra, a Alton Symphony, e a Meremac Symphony em St. Louis. Participou na apresentação da American Musicological Society conference 2012 em New Orleans.
Tem o mestrado de performance em piano da Louisiana State University, onde estudou e leccionou como assistente do professor Gregory Sioles.
Continuou os estudos com Sheila Paige, actuando e como aluna no Seminário Keyboard Wellness.
Actualmente continua a sua carreira como pianista e professora.  
 
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Gala Bolsas Fundação GDA / EAMCN | 18 Dez., 19H | Entrada Livre
Pelo terceiro ano consecutivo é realizado no Museu Nacional da Música a Gala de Bolsas Fundação GDA / EAMCN para a prossecução de estudos superiores de jovens músicos finalistas da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional. Mais do que uma cerimónia formal, este evento consiste numa festa concerto onde participam os bolseiros premiados no ano anterior. Um momento de reencontro, motivação e fruição da grande música.

GDAweb (1).jpgRecital de Guitarra Clássica | Yuri Marchese (Brasil) | 19 Dez., 19H | Entrada Livre

“Música do século XX para guitarra clássica”

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Manuel Ponce, Richard Rodney Bennet, Joaquin Rodrigo, Heitor Villa-Lobos

Yuri Marchese, nascido em Vitória (Espírito Santo, Brasil) é Mestre em Música pela Universidade de Aveiro (Portugal) e formado em Música pela Universidade Estadual de Londrina (Paraná/BR). Estudou com Paulo Vaz de Carvalho (UA/PT), Fabio Zanon (SP), Inácio Rabaioli (UEL) e Natanael Fonseca. Realizou sua primeira digressão internacional aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Tcheca.
Conquistou diversos prémios, com destaque para o 1º Lugar no IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu (Rio de Janeiro, 2017), 1º Lugar e melhor intérprete de música portuguesa no Concurso Internacional de Leiria (Portugal, 2017), 1º lugar no VII concurso FITO (São Paulo, 2012), 2º lugar e Melhor Intérprete Capixaba no X Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória, BR 2013), 2º lugar no I Concurso Terras de Santo Estevão (Portugal, 2015), entre outros.
De 2010 a 2014 foi bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (Estado de São Paulo) onde teve aulas com conhecidos guitarristas como Zoran Dukic, José Antonio Escobar, Maria Lívia São Marcos, Michael Lewin, João Luiz (Brasil Guitar Duo) e Eduardo Fernandez.
Participou de vários festivais e séries internacionais de concerto como o Festival de Música de Londrina, Young Prag Festival (CZ), Ponto de Guitarra (Vila Real, Portugal) Irmão Violão e Zêzere Arts Festival (Portugal). Neste último, realizou, com a orquestra do festival, a estreia mundial da versão integral do concerto para violão de Jaroslav Pelikan sob regência de Brian MacKay. Solou o concerto de Mario Castelnuovo-Tedesco com a Orquestra Sinfónica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL).
Actua como professor há mais de quinze anos. Trabalhou em Portugal no Conservatório Regional de Coimbra, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório David de Souza em Figueira da Foz e Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Reside actualmente em Lisboa.

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Visite:
https://www.yurimarchese.com/
https://www.youtube.com/user/Yuriclassicalguitar
https://www.instagram.com/yurimarchese/  
 
 
UM MÚSICO, UM MECENAS | Sábado, 28 de Dez., 18H | Entrada Livre

Ricardo Leitão Pedro na Tiorba de 1608

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A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Ricardo Leitão Pedro, na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608 (nº. inv. MNM 0252).
 
A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA
A tiorba MM 252 foi construída em Roma, em 1608, pelo alemão Matheus Buchenberg, famoso construtor de alaúdes e tiorbas (ou chitarrones, como também eram conhecidos naquela região). Trezentos anos depois, em 1903, Alfredo Keil adquiriu este e outros instrumentos musicais (que actualmente também fazem parte do espólio deste museu) a Louis Pierrard, construtor e restaurador belga. Fê-lo através do seu filho, Luís Keil, que visitava os instrumentos, os descrevia ao pai através de cartas e fotografias, e tratava de agilizar a expedição dos mesmos para Lisboa.
A tiorba que este ano celebra 407 anos de existência sofreu várias intervenções ao longo dos tempos. Há um restauro de 1810, a que se seguiram outros dois, já no século XX: um em 1903, e o de Gilberto Grácio, em 1978. Neste último, o instrumento não ficou tocável, mas o braço, que se encontrava descaracterizado, foi modificado segundo o plano de um instrumento de Buchenberg pertencente à colecção do Victoria & Albert Museum. Em 2014, no âmbito do ciclo Um Músico, Um Mecenas, e através do patrocínio de um particular (Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor), foi finalmente possível recuperar-se o som desta tiorba. O restauro esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível da caixa e do braço.
Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem alguns exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, um em Itália, em Florença, no Museu Bardini. e o de Londres, no Victoria and Albert Museum.
 
Ricardo Leitão Pedro
Fascinado desde sempre pelos cantores-instrumentistas da Antiguidade e as suas encarnações em todos os períodos históricos até ao presente, Ricardo Leitão Pedro é um dos raros músicos de hoje dedicado à prática histórica do canto al liuto, acompanhado-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada.
Nascido no Porto em 1990, tomou o alaúde aos dezoito anos de idade inspirado por um concerto de Hespérion XXI e encorajado pelo então professor de guitarra clássica Pedro Fesch. Um ano depois é aceite na licenciatura em música antiga da ESMAE (Porto, Portugal), durante a qual recebeu uma bolsa Erasmus para estudar no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon na classe de Eugène Ferré.
Em 2013, muda-se para a Suíça para estudar na prestigiada Schola Cantorum Basiliensis, onde termina uma licenciatura em alaúdes medievais e renascentistas com Crawford Young e Marc Lewon e conclui actualmente o mestrado em canto na classe de Dominique Vellard. A nível privado, trabalhou com cantores como Margreet Honig, Gerd Türk e Patrizia Bovi e alaúdistas como Paul O'Dette, Hopkinson Smith, Eduardo Egüez e Rolf Lislevand.
Membro dos ensembles Concerto di Margherita (ensemble EEEmerging 2017-2018) e I Discordanti (ensemble EEEmerging 2016) com os quais mantém uma agenda ocupada pelos palcos europeus, é regularmente convidado a colaborar com diferentes ensembles e orquestras como cantor e alaúdista (Orquestra XXI, Coro Casa da Música, Capella Sanctae Crucis, Troxalida, Agamémnon, La Boz Galana, Domus Artis). Em duo com o alaúdista Guilherme Barroso ganhou o 2o prémio (1o não atribuído) da competição JIMA (Oeiras, Portugal) na categoria de música de câmara. Ávido pelo contacto com outras expressões criativas, mantém o hábito de improvisar com artistas da dança e circo contemporâneos. Compôs o tema para o solo de trapézio 'Planisfério' apresentado no FIS na Póvoa do Varzim e foi o músico seleccionado por Rostislav Novak (La Putyka) para o seu grupo de trabalho no festival de circo contemporâneo Die Originale enquadrado no Berliner Festspiele.
Igualmente investido na investigação musicológica do ponto de vista do performer, prepara actualmente a edição das canções e peças instrumentais do manuscrito Thibault (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para a editora Terem-Music baseada em Basel.
 
Em breve + informação relativa ao programa
 
 

Próximos concertos no Museu Nacional da Música

UM MÚSICO, UM MECENAS | Sábado, 28 de Dez., 18H | Entrada Livre

Ricardo Leitão Pedro na Tiorba de 1608

PROGRAMA
DOWLAND (1563-1626) E CASTALDI (1580-16
 
A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Ricardo Leitão Pedro,
na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608 (nº. inv. MNM 0252).

tiorbista.jpgA TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

A tiorba MM 252 foi construída em Roma, em 1608, pelo alemão Matheus Buchenberg, famoso construtor de alaúdes e tiorbas (ou chitarrones, como também eram conhecidos naquela região). Trezentos anos depois, em 1903, Alfredo Keil adquiriu este e outros instrumentos musicais (que actualmente também fazem parte do espólio deste museu) a Louis Pierrard, construtor e restaurador belga. Fê-lo através do seu filho, Luís Keil, que visitava os instrumentos, os descrevia ao pai através de cartas e fotografias, e tratava de agilizar a expedição dos mesmos para Lisboa.
A tiorba que este ano celebra 407 anos de existência sofreu várias intervenções ao longo dos tempos. Há um restauro de 1810, a que se seguiram outros dois, já no século XX: um em 1903, e o de Gilberto Grácio, em 1978. Neste último, o instrumento não ficou tocável, mas o braço, que se encontrava descaracterizado, foi modificado segundo o plano de um instrumento de Buchenberg pertencente à colecção do Victoria & Albert Museum. Em 2014, no âmbito do ciclo Um Músico, Um Mecenas, e através do patrocínio de um particular (Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor), foi finalmente possível recuperar-se o som desta tiorba. O restauro esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível da caixa e do braço.
Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem alguns exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, um em Itália, em Florença, no Museu Bardini. e o de Londres, no Victoria and Albert Museum.

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RICARDO LEITÃO PEDRO
Fascinado desde sempre pelos cantores-instrumentistas da Antiguidade e as suas encarnações em todos os períodos históricos até ao presente, Ricardo Leitão Pedro é um dos raros músicos de hoje dedicado à prática histórica do canto al liuto, acompanhado-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada.
Nascido no Porto em 1990, tomou o alaúde aos dezoito anos de idade inspirado por um concerto de Hespérion XXI e encorajado pelo então professor de guitarra clássica Pedro Fesch. Um ano depois é aceite na licenciatura em música antiga da ESMAE (Porto, Portugal), durante a qual recebeu uma bolsa Erasmus para estudar no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon na classe de Eugène Ferré.
Em 2013, muda-se para a Suíça para estudar na prestigiada Schola Cantorum Basiliensis, onde termina uma licenciatura em alaúdes medievais e renascentistas com Crawford Young e Marc Lewon e conclui actualmente o mestrado em canto na classe de Dominique Vellard. A nível privado, trabalhou com cantores como Margreet Honig, Gerd Türk e Patrizia Bovi e alaúdistas como Paul O'Dette, Hopkinson Smith, Eduardo Egüez e Rolf Lislevand.
Membro dos ensembles Concerto di Margherita (ensemble EEEmerging 2017-2018) e I Discordanti (ensemble EEEmerging 2016) com os quais mantém uma agenda ocupada pelos palcos europeus, é regularmente convidado a colaborar com diferentes ensembles e orquestras como cantor e alaúdista (Orquestra XXI, Coro Casa da Música, Capella Sanctae Crucis, Troxalida, Agamémnon, La Boz Galana, Domus Artis). Em duo com o alaúdista Guilherme Barroso ganhou o 2o prémio (1o não atribuído) da competição JIMA (Oeiras, Portugal) na categoria de música de câmara. Ávido pelo contacto com outras expressões criativas, mantém o hábito de improvisar com artistas da dança e circo contemporâneos. Compôs o tema para o solo de trapézio 'Planisfério' apresentado no FIS na Póvoa do Varzim e foi o músico seleccionado por Rostislav Novak (La Putyka) para o seu grupo de trabalho no festival de circo contemporâneo Die Originale enquadrado no Berliner Festspiele.
Igualmente investido na investigação musicológica do ponto de vista do performer, prepara actualmente a edição das canções e peças instrumentais do manuscrito Thibault (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para a editora Terem-Music baseada em Basel.
 
 
 
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CICLO MÚSICAS DO ACERVO
Compositores Portugueses e seus Contemporâneos - 4ª Temporada
Comissário: Adriano Nogueira
A 4ª temporada do ciclo "Músicas do Acervo: Compositores Portugueses e seus Contemporâneos" vai ter início no próximo dia 3 de Janeiro, às 19 horas, com um recital de piano a quatro mãos, no Museu Nacional da Música em Lisboa.
Recordamos que neste ciclo poderemos ouvir obras de compositores portugueses pouco conhecidos do grande público, algumas delas do acervo do museu, assim como obras de autores estrangeiros seus contemporâneos.
Sempre às 19H /Sempre com #EntradaLivre  

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CICLO MÚSICAS DO ACERVO 2020
03 de Janeiro - Duarte Pereira Martins e Philippe Marques
07 de Fevereiro - Karin Fernandes
19 de Março - Anne Kaasa
27 de Março - KVAR Ensemble
03 de Abril - Felipe Rodrigues
17 de Abril - Ricardo Martins
22 de Maio - Diana Botelho Vieira
01 de Junho - Thomas Powell Sineux
17 de Julho - Beatriz Maia e Gustavo Afonso  
 
RECITAL DE PIANO | Duarte Pereira Martins e Philippe Marques  | 
1º Concerto: 3 de Janeiro, 19h  

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PROGRAMA:
Igor Stravinsky (1882-1971) | Pétrouchka (1910-11, rev. 1947)

I. Dança Russa (do primeiro quadro)
II. Segundo quadro – No quarto de Pétrouchka
III. Dança da bailarina e Valsa (da bailarina e do mouro)
IV. Quarto quadro – Festa popular da Semana Gorda (ao fim da tarde)


Fernando Lopes-Graça (1906-1994) | Melodias rústicas portuguesas (3.º caderno - 1979)

I. Canto do S. João
II. Este ladrão novo
III. Deus te salve, ó Rosa
IV. S’nhora da Póvoa
V. Oração de S. José
VI. Pastoril transmontano
VII. A virgem se confessou
VIII. Canção de berço
IX. Ó da malva, ó da malvinha!
X. Martírios
XI. Maragato son


Maurice Ravel (1875-1937) | La Valse (1919)


NOTAS DE PROGRAMA:


A inspiração da Dança foi muitas vezes fundamental para vários compositores ao longo da História, pela sua associação natural à Música. Neste programa, revisitam-se duas obras fundamentais da segunda década do século passado, de que agora celebramos o centenário, obras que certamente muito influenciaram o meio musical português: Pétrouchka e La Valse.
Nessa década, assistia-se em Lisboa a algumas apresentações dos famosos Ballets Russes, de Sergei Diaghilev. Entre as obras estreadas pela companhia do carismático empresário russo encontra-se Pétrouchka, de Igor Stravinsky. Estreada em Junho de 1911, em Paris, com coreografia do célebre Mikhail Fokine, o bailado baseia-se num libreto dramático em quatro partes, resultante de uma colaboração entre o compositor russo e o dramaturgo Alexander Benois.
No primeiro quadro, Festa popular da Semana Gorda, representa-se a animação de rua, com um espectáculo de marionetas em que desfilam várias personagens. Entre elas está Pétrouchka, dançando acompanhada pela Bailarina e pelo Mouro. Esse momento é, no entanto, abruptamente terminado quando Pétrouchka é atirada violentamente para o seu quarto, dando-se início ao segundo quadro, No quarto de Pétrouchka, no qual a boneca chora, numa tentativa de libertação do espaço fechado. No terceiro quadro, No quarto do Mouro, a Bailarina convida o Mouro para uma dança. O Palhaço, apaixonado pela Bailarina, pressente o perigo quando o Mouro a pega ao colo, o que acaba em confrontos entre ambas as personagens masculinas, com a entrada repentina de Pétrouchka em toda a confusão. A acção regressa, por fim, no quarto quadro, à Festa popular da Semana Gorda (ao fim da tarde), onde a animação é entrecortada com a disputa proveniente da cena anterior. Pétrouchka acaba por morrer pela cimitarra do Mouro, revelando, afinal, a humanidade que conquistou.
Fernando Lopes-Graça era um confesso admirador de Stravinsky, bem como de outros músicos que se inspiravam com regularidade na música popular dos seus países (casos de Bartók ou Falla), tendo baseado em melodias tradicionais portuguesas diversas das suas mais importantes obras, em formações tão distintas como o ensemble coral ou o piano solo. O terceiro caderno de Melodias Rústicas Portuguesas, para piano a quatro mãos, segue-se a dois primeiros escritos precisamente para piano solo, num total de 27 melodias harmonizadas e rearranjadas com o habitual trabalho sólido do compositor. As onze pequenas peças permitem uma viagem por quase todo o território português, do Minho ao Algarve, sendo dedicadas ao pianista Nuno Barroso, com a seguinte epígrafe: “Para o Nuno Miguel tocar com os jovens pianistas seus companheiros”.
Ao contrário da disponibilidade que a obra de Stravinsky encontrou em Diaghilev, o poema coreográfico – nas palavras do seu autor, Maurice Ravel – La Valse não foi considerado adequado para os Ballets Russes. A obra que encerrará o concerto ganhou forma ao longo de toda a década de 1910, sendo apresentada pela primeira vez, numa versão orquestral, a 12 de Dezembro de 1920. Nas palavras do compositor, a obra foi concebida «como uma espécie de apoteose da valsa vienense, à qual se mistura (…) a impressão de um giro fantástico e fatal». As diversas versões para piano existentes, produzidas ao longo de todo o século XX, são de extrema dificuldade técnica.

DUARTE PEREIRA MARTINSduarte.pmartins@gmail.com
Licenciado em piano pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Jorge Moyano, concluiu o curso do Conservatório Nacional com a classificação máxima, tendo aí estudado com Hélder Entrudo e Carla Seixas. Fundou o MPMP, dirigindo a sua temporada de eventos durante as três primeiras temporadas, mantendo agora o cargo de coordenador de projectos e produção.
É director artístico de inéditas gravações integrais das sonatas de Carlos Seixas (por José Carlos Araújo) e João Domingos Bomtempo (por Philippe Marques). É director executivo da Glosas, revista de música, desde 2017.
Premiado em diversos concursos de piano, apresenta-se regularmente em concerto por todo o país e estrangeiro, em variadas formações, com destaque para a divulgação do património musical português. Realizou já gravações para a RTP/Antena 2, para a TV Brasil (com Philippe Marques, no âmbito de uma digressão realizada em 2014) e para a etiqueta do MPMP. Apresenta regularmente estreias de obras de compositores contemporâneos, como foram os casos de João Pedro Oliveira, Sérgio Azevedo, Amílcar Vasques-Dias ou Hugo Ribeiro.
É membro fundador do KVAR Ensemble, projecto em que trabalha obras maiores do repertório camerístico para cordas e piano. Frequentou o curso de Engenharia Física Tecnológica do Instituto Superior Técnico e termina, actualmente, o mestrado em Empreendedorismo e Estudos da Cultura do ISCTE. Lecciona actualmente na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional.

PHILIPPE MARQUES nasceu em 1991 na cidade de Lausanne, na Suíça. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional Silva Marques com a prof. Catherine C. Paiva. Em 2006 foi admitido na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa e lá completou o Curso de Piano com 20 valores, na classe do prof. Hélder Entrudo.
Actua regularmente por todo o país, destacando-se as apresentações no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz, Teatro Nacional de São Carlos, Teatro da Trindade, CCB, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Palácio Nacional de Queluz e Palácio Nacional da Ajuda.
Como solista, estreou-se em 2011 com a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, sob a direcção de Vasco Pearce de Azevedo, interpretando o primeiro concerto para piano de F. Liszt. Recentemente, apresentou o segundo concerto para piano de J. D. Bomtempo e “Rapshody in Blue”, de G. Gershwin, com a Orquestra Académica da Universidade de Lisboa, sob a direcção de Tiago Oliveira. Em 2014, participou numa digressão ao Brasil onde se apresentou em alguns dos principais palcos de cinco cidades.
Ao longo do seu percurso participou em masterclasses sob orientação de conceituados professores, como Luiz de Moura Castro, Sequeira Costa, Artur Pizarro e Dmitri Alexeev. Já estreou obras de vários compositores portugueses e estrangeiros, entre os quais se destacam Edward Luiz Ayres d’Abreu, Nuno da Rocha, Luís Salgueiro, Daniel Moreira, Hugo Ribeiro e Ana Seara. Colabora regularmente com instituições como Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa e o Ensemble MPMP.
Finalizou em 2014, com a máxima classificação, o Mestrado em Música na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação do professor Miguel Henriques. Lecciona actualmente no Conservatório de Música da Metropolitana, na Escola Profissional Metropolitana e na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional.  
 
 
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RECITAL DE PIANO | ROMOLO SACCOMANNI | 6 de Jan., 19H | Entrada Livre

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PROGRAMA:
- L. V. Beethoven: 32 variazioni in Do minore
- F. Mendelssohn: 3 Fantasie op. 16
- F. Mendelssohn: Studio op. 104 N°2
- Bach/Busoni: preludio corale “Nun Komm’ der Heiden Heiland”
- F. Chopin: Studio op. 25 N°5
- S. Prokofiev: Valzer da “Cinderella” op. 102
- S. Rachmaninoff: “Pulcinella” op. 3 N°4

https://youtu.be/IF1cUUo2EPM

ROMOLO SACCOMANNI nasceu em 1999. Começou muito jovem o estudo do piano com a professora Antonella Clemente. Aos 15 anos é admitido nos cursos académicos de piano de 1º nível no Conservatório E.R. Duni de Matera, na classe da professora Paola Montemurro. Em Março de 2018 licencia- se com a distinção máxima e o louvor discutindo a tese intitulada "O rosto romântico da Sonata" e realizando a Sonata op. 80 de P. I. Tchaikovsky. Actualmente frequenta o primeiro ano de mestrado na classe da professora Paola Montemurro. Tem vindo a ganhar várias competições nacionais e internacionais como solista e em formação da câmara incluindo: Competição Nacional "Città di Conversano" (2014), Competição Internacional "Città di Sannicandro di Bari" (2015), Competição Internacional "Mediterraneo" (2016) Concurso Nacional "Terra delle Gravine" (2017), Concurso Internacional "Città di Fasano" (2017, 2018 e 2019). Tem participado em várias Masterclasses com os maestros Fedele Antonicelli, Mikko Heininen, Pierluigi Camicia, Pietro de Maria, Maxim Skogorev, Francesco Libetta, Roberto Prosseda e Ana Telles. Em 2017, executa o quinteto de piano e instrumentos de sopros KV 452 de W.A. Mozart para o "Festival de Maio" organizado pelo Conservatório de Matera. Em 2018 acompanha ao piano em vários concertos o Coral da Câmara de Duni dirigido pelo maestro Pasquale Veleno; no mesmo ano toca ‘ Suor Angelica" de G. Puccini para o ‘Festival dei Claustri’ em Altamura em colaboração com as professoras Daniela Monteduro e Antonella Rondinone. Em Fevereiro de 2019, toca o concerto para 3 pianos e orquestra em ré menor BWV 1063 deJ. S. Bach em ocasião da inauguração dos eventos para Matera 2019 na sala dos Actos do Campus Universitário de Matera. Em Outubro último, toca na presença do Ministro da Educação Lorenzo Fioramonti por ocasião da sua visita à cidade de Matera.