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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Arquitetura, Urbanismo e Ambiente em debate na Casa da Cultura de Setúbal

Ana Jara, arquiteta, Sérgio Manso Pinheiro, geógrafo, e Vítor Matias Ferreira, sociólogo, são os oradores convidados de mais um debate no âmbito do ciclo “O Resto, o Sobrante...”, iniciativa do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e da Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha.

 

A decorrer já no próximo dia 10 de maio, pelas 18h00, na Casa da Cultura de Setúbal, o colóquio propõe uma reflexão sobre o tema “Arquitetura, Urbanismo e Ambiente”, convidando a comunidade académica e os cidadãos em geral a dar o seu contributo. 

 

Depois das temáticas “Humanidade”, “Arte” e “Ciência e Filosofia”, este é o quarto debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública questões de natureza sociocultural.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, o ciclo de debates "O Resto, o Sobrante..." propõe aos cidadãos um espaço de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade.

 

O ciclo encerra no próximo dia 23 de maio, à mesma hora e no mesmo local, abordando “O Resto, o Sobrante... das Palavras na Literatura e na Comunicação Social”, num debate conduzido por Ana Sousa Dias, jornalista, José Carlos Faria, ator e encenador, e Maria João Cantinho, ensaísta e poeta.

IPS reflete sobre educação intercultural e para a cidadania

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Roteiro para uma Educação Antirracista | 4 de maio | Biblioteca Municipal

“Educação intercultural, antirracista e para a cidadania” é o próximo tema em debate no âmbito do Roteiro para uma Educação Antirracista, uma iniciativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal (CMS), que decorre desde janeiro em vários espaços da cidade de Setúbal.

 

Agendada para o próximo sábado, dia 4, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Setúbal, esta quinta sessão, com entrada livre, propõe debater de que forma pode a educação contrariar processos de desigualdade étnico-racial e de racismo e quais os principais desafios que se colocam no terreno aos profissionais da área.

 

A reflexão será conduzida pelas investigadoras Inocência Mata, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), Ana Sequeira e Cristina Gomes da Silva, ambas da ESE/IPS, dirigindo-se preferencialmente a educadores e professores do Ensino Básico e Secundário, bem como aos estudantes de Educação, mas igualmente aberta ao público em geral.

 

O Roteiro para uma Educação Antirracista encerra, a 1 de junho, com o seminário “Políticas de combate ao racismo e desigualdade étnico-racial”, que convida para a discussão, ente outros intervenientes, os secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, e da Educação, João Costa, a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Emília Brederode Santos, e Vasco Malta, representante do Alto Comissariado para as Migrações.

 

Para setembro, está ainda agendada uma visita à descoberta da “Presença Negra na Região de Setúbal”. 

Jornadas Culturais | 3ª Sessão de Debates, Castelo de Vide

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EM TEMPO DE QUARESMA AS JORNADAS CULTURAIS | “PORQUE SE FAZEM AS FESTAS?” DEBATEM A IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS RELIGIOSOS

A 3ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR EM CASTELO DE VIDE

Aproveitando o período de reflexão da Quaresma e a celebração da Páscoa este mês, a 3ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?”  convida-o/a para uma conversa sobre "Os Rituais Religiosos".

A região anfitriã desta iniciativa será Castelo de Vide, um município conhecido pelas suas tradicionais celebrações da Semana Santa. A sessão decorrerá dia 6 de Abril, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

A 3ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide.

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Maria Filomena Molder, Rui Moreira e António Guerreiro são os convidados deste debate

 

 O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha, vão retomar, já no próximo dia 21 de fevereiro, o ciclo de debates “O resto, o sobrante”, desta vez em torno da temática da Ciência e Filosofia.

 

A conversa, agendada para as 17h30, no anfiteatro da Escola Superior de Educação (ESE/IPS), tem como convidados os académicos Maria Filomena Molder (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas –UNL), Rui Nobre Moreira (Faculdade de Ciências – UL) e António Guerreiro (Faculdade de Belas Artes de Lisboa), também cronista, crítico literário e editor da revista “Electra”.

 

Depois das temáticas Humanidade e Arte, “O resto, o sobrante da Ciência e Filosofia” é o terceiro debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública, junto da comunidade académica e dos cidadãos em geral, questões de natureza sociocultural. A iniciativa adota, simbolicamente, o nome do pássaro que povoa o campus de Setúbal do IPS, conhecido pela sua intensidade vocal, mas sobretudo pela sua inteligência e destreza.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, pretende-se, mais uma vez, criar um tempo de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade. Em suma, um “debate sem sobras”, no sentido contrário à lógica reinante do consumo e desperdício. 

 

Neste âmbito, até ao próximo mês maio de 2019, seguem-se ainda as temáticas da Arquitetura e Urbanismo (12 de abril) e das Palavras (23 de maio), reunindo especialistas em diferentes espaços da cidade de Setúbal. 

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

O Cancro, as Pessoas e a Tecnologia:

Um encontro de múltiplos olhares e experiências

4 de fevereiro 2019 -  Dia Mundial do Cancro | Hospital CUF Descobertas

 

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

 

Num encontro que motiva a criação de ambientes proporcionados pela tecnologia - investigadores, pessoas com cancro, cuidadores, médicos, biomédicos e start ups juntam-se no Auditório do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas, no dia 4 fevereiro, entre as 17h e às 20h, para assinalar o Dia Mundial do Cancro com uma discussão sobre a importância da tecnologia no apoio da gestão da doença oncológica.

 

Como é que a tecnologia apoia cada um dos interlocutores e se torna numa ferramenta de capacitação? Esta é a grande questão que em foco no Encontro, através de um programa que junta uma mostra de startups com aplicações tecnológicas criadas na área da saúde, aos discursos de oradores no campo da Medicina, Tecnologia e Comunicação, para uma discussão sobre o impacto que a tecnologia tem e os possíveis caminhos que tomará no futuro.

 

Carlos Liz, Coordenador do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas e moderador do encontro, explica que “A tecnologia é um veículo de corresponsabilização e envolvimento de toda a comunidade oncológica. É um veículo de relacionamento informal entre pessoas com cancro que não se conhecem, e, até mesmo, uma ponte para uma comunicação mais efetiva entre doentes e profissionais de saúde”

 

Uma jornalista que sublinha a importância do conversar, Laurinda Alves; uma oncologista, professora e investigadora, Sofia Braga; uma doente com cancro, que dirige uma associação nascida no facebook, Miriam Brice; um gestor e dirigente de instituições empenhadas na transformação digital, Alexandre Nilo Fonseca, juntamente com um psiquiatra e professor catedrático, José Caldas de Almeida, cruzam os seus diferentes olhares sobre o que tem sido e o que pode vir a ser uma dinâmica de co-gestão da saúde e da doença dos Portugueses. O encontro, termina com uma reafirmação do valor da subjetividade: o cirurgião oncológico, José Mendes de Almeida falará, precisamente, sobre “Tecnologia e Subjetividade”.

 

Como se distribuem os papéis de profissionais, doentes e curadores nas várias etapas

(prevenção, diagnóstico, tratamento, vigilância) da doença oncológica? Até onde pode ir a

Tecnologia de proximidade às pessoas e aos seus quotidianos? Quanto vale não estar sozinho em plena fragilidade? Como se lida com inevitáveis ansiedades, medos, mantendo a saúde mental?

 

A entrada é livre e os interessados em participar nesta ação podem inscrever-se AQUI .

 

Debate sobre Aborto e Eutanásia: 8 dez. às 15h em Setúbal

sábado, dia 8 de dezembro, às 15h

na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal

Debate: Aborto e Eutanásia (Facebook)

Organização: Clube de Debate da Escola Secundária du Bocage

Apoio: Câmara Municipal de Setúbal (Gabinete da Juventude)

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Na Escola Secundária du Bocage (Liceu) um grupo de alunos e alunas juntou-se para dar resposta à falta de espírito crítico e debate informado que sentem na sociedade ao seu redor. Criaram o Clube de Debate, e de há uns meses para cá têm organizado debates na sua escola de duas em duas semanas, com temas atuais e polémicos.

 

A Câmara Municipal de Setúbal prontamente apoiou este coletivo de jovens. Quiseram chegar a novos públicos, e em novembro fizeram a sua primeira sessão fora da escola, na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal, sobre Legalização das Drogas. Foi um debate muito profícuo.

Qual o papel dos serviços educativos dos museus na promoção do conhecimento? 150 profissionais debatem desafios e dificuldades no Pavilhão do Conhecimento

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Os serviços educativos são a alma das organizações de ciência e cultura na promoção do conhecimento. O seu trabalho envolve públicos e comunidades de todas as faixas etárias e de diferentes contextos sociais. Nos dias 24 e 25 de Setembro, o Pavilhão do Conhecimento acolhe a iniciativa "Mediação do Conhecimento e Cultura Científica", um encontro de reflexão, debate e troca de experiências do que constitui o trabalho destes serviços.

Durante dois dias, uma centena e meia de profissionais da área da ciência, cultura e educação, comunicadores de ciência, gestores de programação cultural e de projectos educativos, investigadores e bibliotecários irão partilhar experiências inovadoras e boas práticas num debate vivo e participado, controverso em alguns casos e de olhos postos no futuro.

O painel Ciência e Cultura no actual contexto de políticas educativas reúne os representantes das entidades que organizam esta iniciativa: Rosalia Vargas, Presidente da Ciência Viva, Maria Fernanda Rollo, Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Costa, Secretário de Estado da Educação, e Miguel Honrado, Secretário de Estado da Cultura.

Justin Dillon será o key note speaker do primeiro dia do encontro com a comunicação The value of out-of-school science in addressing wicked problems. Docente da Universidade de Exeter, tem-se dedicado nos últimos 15 anos à investigação ligada à aprendizagem das áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em espaços como museus, centros de ciência e jardins botânicos. No segundo dia, a conferência (In)Comunicar traz ao Pavilhão do Conhecimento o criador do seu primeiro logótipo: o designer e ilustrador Henrique Cayatte.

Nas sessões paralelas, serão várias as questões em debate: Como é feita a avaliação dos programas educativos dos museus e espaços culturais ligados à promoção do conhecimento científico? Como envolver os cidadãos na curadoria dos espaços? Como abrir as portas a novos públicos, culturas e contextos sociais? Como programar fora de portas? Estarão os museus e centros de ciência atentos e reactivos ao que se passa na sociedade? Como podem os museus beneficiar de financiamento privado através do mecenato e de patrocínios? E que instrumentos de financiamento público estão disponíveis na área da disseminação da cultura científica?

Num registo descontraído serão apresentadas ideias "fora da caixa" para cativar novos públicos ou surpreender os habituais no painel Deslumbra-me, moderado por alguém a quem a palavra arrojo assenta como uma luva: Fernando Alvim. E porque os erros por vezes também acontecem - Ups! -, os participantes serão convidados a partilhar as aprendizagens que resultaram de experiências menos bem-sucedidas. Com um café à frente, para despertar os mais tímidos.


Programa em www.encontroservicoseducativos.pt

CCB | .Debate de encerramento «Paris Haussmann» na Garagem Sul.

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7 de junho | 18:30 | Sala de Leitura
Obra Aberta 2018

Programa da Renascença no CCB
Maria João Costa conversa com o músico Kalaf Epalanga e o poeta Luís Quintais sobre os livros que leem e as obras que recomendam a futuros leitores. Programa com edição e organização de João Paulo Cotrim.
Entrada Livre
 
 

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9 de junho | 17:00 | Garagem Sul
Debate de encerramento
Paris Haussmann

A entrada é livre mediante a apresentação do bilhete para a exposição.
Terá lugar na Garagem Sul o debate de encerramento da exposição Paris Haussmann. Modelo de Cidade. Este debate com moderação de André Tavares contará com a participação dos arquitetos Éric Lapierre e Gonçalo Byrne.
Entrada Livre