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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

O Cancro, as Pessoas e a Tecnologia:

Um encontro de múltiplos olhares e experiências

4 de fevereiro 2019 -  Dia Mundial do Cancro | Hospital CUF Descobertas

 

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

 

Num encontro que motiva a criação de ambientes proporcionados pela tecnologia - investigadores, pessoas com cancro, cuidadores, médicos, biomédicos e start ups juntam-se no Auditório do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas, no dia 4 fevereiro, entre as 17h e às 20h, para assinalar o Dia Mundial do Cancro com uma discussão sobre a importância da tecnologia no apoio da gestão da doença oncológica.

 

Como é que a tecnologia apoia cada um dos interlocutores e se torna numa ferramenta de capacitação? Esta é a grande questão que em foco no Encontro, através de um programa que junta uma mostra de startups com aplicações tecnológicas criadas na área da saúde, aos discursos de oradores no campo da Medicina, Tecnologia e Comunicação, para uma discussão sobre o impacto que a tecnologia tem e os possíveis caminhos que tomará no futuro.

 

Carlos Liz, Coordenador do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas e moderador do encontro, explica que “A tecnologia é um veículo de corresponsabilização e envolvimento de toda a comunidade oncológica. É um veículo de relacionamento informal entre pessoas com cancro que não se conhecem, e, até mesmo, uma ponte para uma comunicação mais efetiva entre doentes e profissionais de saúde”

 

Uma jornalista que sublinha a importância do conversar, Laurinda Alves; uma oncologista, professora e investigadora, Sofia Braga; uma doente com cancro, que dirige uma associação nascida no facebook, Miriam Brice; um gestor e dirigente de instituições empenhadas na transformação digital, Alexandre Nilo Fonseca, juntamente com um psiquiatra e professor catedrático, José Caldas de Almeida, cruzam os seus diferentes olhares sobre o que tem sido e o que pode vir a ser uma dinâmica de co-gestão da saúde e da doença dos Portugueses. O encontro, termina com uma reafirmação do valor da subjetividade: o cirurgião oncológico, José Mendes de Almeida falará, precisamente, sobre “Tecnologia e Subjetividade”.

 

Como se distribuem os papéis de profissionais, doentes e curadores nas várias etapas

(prevenção, diagnóstico, tratamento, vigilância) da doença oncológica? Até onde pode ir a

Tecnologia de proximidade às pessoas e aos seus quotidianos? Quanto vale não estar sozinho em plena fragilidade? Como se lida com inevitáveis ansiedades, medos, mantendo a saúde mental?

 

A entrada é livre e os interessados em participar nesta ação podem inscrever-se AQUI .

 

Debate sobre Aborto e Eutanásia: 8 dez. às 15h em Setúbal

sábado, dia 8 de dezembro, às 15h

na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal

Debate: Aborto e Eutanásia (Facebook)

Organização: Clube de Debate da Escola Secundária du Bocage

Apoio: Câmara Municipal de Setúbal (Gabinete da Juventude)

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Na Escola Secundária du Bocage (Liceu) um grupo de alunos e alunas juntou-se para dar resposta à falta de espírito crítico e debate informado que sentem na sociedade ao seu redor. Criaram o Clube de Debate, e de há uns meses para cá têm organizado debates na sua escola de duas em duas semanas, com temas atuais e polémicos.

 

A Câmara Municipal de Setúbal prontamente apoiou este coletivo de jovens. Quiseram chegar a novos públicos, e em novembro fizeram a sua primeira sessão fora da escola, na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal, sobre Legalização das Drogas. Foi um debate muito profícuo.

Qual o papel dos serviços educativos dos museus na promoção do conhecimento? 150 profissionais debatem desafios e dificuldades no Pavilhão do Conhecimento

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Os serviços educativos são a alma das organizações de ciência e cultura na promoção do conhecimento. O seu trabalho envolve públicos e comunidades de todas as faixas etárias e de diferentes contextos sociais. Nos dias 24 e 25 de Setembro, o Pavilhão do Conhecimento acolhe a iniciativa "Mediação do Conhecimento e Cultura Científica", um encontro de reflexão, debate e troca de experiências do que constitui o trabalho destes serviços.

Durante dois dias, uma centena e meia de profissionais da área da ciência, cultura e educação, comunicadores de ciência, gestores de programação cultural e de projectos educativos, investigadores e bibliotecários irão partilhar experiências inovadoras e boas práticas num debate vivo e participado, controverso em alguns casos e de olhos postos no futuro.

O painel Ciência e Cultura no actual contexto de políticas educativas reúne os representantes das entidades que organizam esta iniciativa: Rosalia Vargas, Presidente da Ciência Viva, Maria Fernanda Rollo, Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Costa, Secretário de Estado da Educação, e Miguel Honrado, Secretário de Estado da Cultura.

Justin Dillon será o key note speaker do primeiro dia do encontro com a comunicação The value of out-of-school science in addressing wicked problems. Docente da Universidade de Exeter, tem-se dedicado nos últimos 15 anos à investigação ligada à aprendizagem das áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em espaços como museus, centros de ciência e jardins botânicos. No segundo dia, a conferência (In)Comunicar traz ao Pavilhão do Conhecimento o criador do seu primeiro logótipo: o designer e ilustrador Henrique Cayatte.

Nas sessões paralelas, serão várias as questões em debate: Como é feita a avaliação dos programas educativos dos museus e espaços culturais ligados à promoção do conhecimento científico? Como envolver os cidadãos na curadoria dos espaços? Como abrir as portas a novos públicos, culturas e contextos sociais? Como programar fora de portas? Estarão os museus e centros de ciência atentos e reactivos ao que se passa na sociedade? Como podem os museus beneficiar de financiamento privado através do mecenato e de patrocínios? E que instrumentos de financiamento público estão disponíveis na área da disseminação da cultura científica?

Num registo descontraído serão apresentadas ideias "fora da caixa" para cativar novos públicos ou surpreender os habituais no painel Deslumbra-me, moderado por alguém a quem a palavra arrojo assenta como uma luva: Fernando Alvim. E porque os erros por vezes também acontecem - Ups! -, os participantes serão convidados a partilhar as aprendizagens que resultaram de experiências menos bem-sucedidas. Com um café à frente, para despertar os mais tímidos.


Programa em www.encontroservicoseducativos.pt

CCB | .Debate de encerramento «Paris Haussmann» na Garagem Sul.

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7 de junho | 18:30 | Sala de Leitura
Obra Aberta 2018

Programa da Renascença no CCB
Maria João Costa conversa com o músico Kalaf Epalanga e o poeta Luís Quintais sobre os livros que leem e as obras que recomendam a futuros leitores. Programa com edição e organização de João Paulo Cotrim.
Entrada Livre
 
 

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9 de junho | 17:00 | Garagem Sul
Debate de encerramento
Paris Haussmann

A entrada é livre mediante a apresentação do bilhete para a exposição.
Terá lugar na Garagem Sul o debate de encerramento da exposição Paris Haussmann. Modelo de Cidade. Este debate com moderação de André Tavares contará com a participação dos arquitetos Éric Lapierre e Gonçalo Byrne.
Entrada Livre

Porto: Á descoberta do Órgão da Igreja de S. Bento da Vitória

«Um Objeto e seus Discursos por Semana»

O órgão da Igreja de S. Bento da Vitória

Porto | 26 maio | 18h30

 

Inserido no ciclo de debates «Um Objeto e seus Discursos por Semana», vai decorrer, no próximo dia 26 de maio, pelas 18h30, uma sessão dedicada à Igreja de S. Bento da Vitória, tendo como convidados Fernando Miguel Jalôto e Elisa Lessa, para além de Isabel Sereno, técnica da Direção Regional de Cultura do Norte. 

Sonoridades de flautas, violões, trombetas, címbalos, clarins, cornetas e até vozes humanas juntam-se a tantos outros sons numa orquestra guardada num único e complexo instrumento, o órgão. Magnífica no aparato barroco das caixas, varandas e torretas, em talha dourada, e na pintura polícroma dos tubos coroados por aves fantásticas, cúpulas e brasões, a capela de canto d’orgão de S. Bento da Vitória, obra do entalhador Gabriel Marques (1716-1722), foi colocada junto ao belíssimo cadeiral do coro alto da igreja, iluminada pelo amplo espelho envidraçado. O órgão foi concebido pelo mestre organeiro e monge beneditino, Frei Manuel de S. Bento, que nele trabalhou entre os anos de 1716 e 1717. Tendo sofrido alterações ao longo dos tempos, foi restaurado pela oficina de organaria Pedro Guimarães (1999-2001), uma história que nos será introduzida por Isabel Sereno, arquiteta que irá mediar a sessão, acompanhada pelo organista Fernando Miguel Jaloto e pela musicóloga e investigadora Elisa Maria Maia Silva Lessa.

O ciclo de debates Um Objeto e seus Discursos por Semana acontece todos os sábados, sempre às 18h00 horas, em torno de objetos de museus, bibliotecas, arquivos, teatros, jardins e de muitos outros locais da cidade do Porto, da nossa memória coletiva, afetiva e até imaterial. Todas as sessões contam com a presença de convidados que abordam o assunto em causa nas suas diversas vertentes. 

 

Local: Igreja de S. Bento da Vitória, Porto

Lotação: 190 lugares

Nota: Excecionalmente, esta sessão iniciar-se-á às 18h30.

 

Cientistas e deputados debatem acesso aos dados pessoais dos cidadãos

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A quantidade e a variedade de dados pessoais têm vindo a crescer de forma quase descontrolada e nos mais variados domínios. São dados sobre o nosso salário, os movimentos bancários, os nossos investimentos e poupanças. São dados de saúde, como o historial de doenças, consultas médicas, e incluem dados específicos do nosso genoma. Mas também dão informação sobre as nossas viagens e contactos, a nossa residência e local de trabalho, amigos, clubes desportivos ou simpatias políticas.

Hoje, sem nos apercebermos, os smartphones conseguem transmitir dados sensíveis sobre os nossos dados pessoais em diferentes contextos, além dos nossos movimentos, com alto nível de fidelidade.

A quem pertencem esses dados? Quem controla e protege o seu acesso? Quais os fins da sua utilização e quem lucra com a sua divulgação?

No próximo dia 11 de Abril, quarta-feira, às 18.00, cientistas, deputados, especialistas de organizações não-governamentais e de instituições públicas debatem os desafios da protecção de dados na 17.ª edição do Café de Ciência na Assembleia da República.

Esta iniciativa, criada em 2005, pretende promover o debate entre investigadores, membros da Assembleia da República, comunidade científica e empresários, numa colaboração conjunta da Ciência Viva, da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência e do CLA - Conselhos dos Laboratórios Associados.

Gestão de risco de desastres em património cultural é tema de debate em Lisboa

Debate sobre políticas públicas de preservação cultural, uma iniciativa do projeto STORM

 

Museu dos Coches, 5 de abril, das 10:00 às 18:00

 

 

No âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, realiza-se na quinta-feira, 5 de abril, no Museu dos Coches, em Lisboa, o simpósio “Risco e Património em Portugal”, uma iniciativa do

projeto europeu STORM – Safeguarding Cultural Heritage through Technical and Organisational Resources Management

 

O objetivo do encontro é fomentar o debate sobre políticas e estratégias de prevenção, proteção e intervenção em sítios culturais, ameaçados por desastres naturais e antrópicos. 

 

O primeiro dia do simpósio é aberto ao público. A Diretora-Geral do Património Cultural, Paula Silva, o Diretor Nacional de Planeamento de Emergência da Autoridade Nacional da Proteção Civil, José Oliveira, e a Diretora do Museu Nacional dos Coches, Silvana Bessone, abrem a sessão. 

 

A conferência inaugural será proferida por Isabel Raposo Magalhães, do Museu Nacional dos Coches, membro do Conselho Geral do ICCROM, seguida pela apresentação do projeto STORM por parte dos parceiros nacionais – a Direção-Geral do Património Cultural, a Troia Resort, o Município de Grândola, a Nova Conservação e o INOV. 

 

A tarde organiza-se em duas sessões: “Estratégias de Proteção e Prevenção” e “Avaliação e Proteção: desafios e oportunidades” moderadas por Soraya Genin, Presidente do ICOMOS-PT, e José Delgado Rodrigues, Investigador-Coordenador do LNEC (Ap.), respetivamente. Será ainda exibido o documentário “Renascer das águas. A Coleção Calouste Gulbenkian de Livros Manuscritos Ocidentais e as inundações de 1967”, com realização de Márcia Lessa, em colaboração com o Museu Calouste Gulbenkian – Coleção do Fundador. 

 

Durante o segundo dia do encontro, reservado aos stakeholders do projeto STORM, serão realizadas sessões de brainSTORMing para debater e trabalhar sobre orientações e melhoria de políticas na área da gestão de riscos em património cultural. 

 

O projeto STORM propõe-se inovar em ações preventivas para a conservação de estruturas históricas, em medidas de emergência para mitigar o impacto de desastres naturais e das alterações climáticas e na criação de uma rede de informação e ferramentas entre todos os parceiros europeus. Neste contexto, o projeto está a desenvolver novos modelos preditivos e a melhorar métodos não-invasivos e não-destrutivos de investigação e diagnóstico, para uma previsão mais eficaz de alterações e ameaças que possam danificar o património cultural. 

 

O STORM é financiado no âmbito do Programa de Investigação e Inovação Horizonte 2020 da Comissão Europeia (Grant Agreement Nº 700191), tema 3 do pilar Desafios Societais: Resiliência a desastres e alterações climáticas - mitigação do impacto das alterações climáticas e dos desastres naturais em sítios, estruturas e artefactos patrimoniais. O projeto tem uma duração de 36 meses, e decorrerá até maio de 2019. 

 

O Ano Europeu do Património Cultural 2018 é assinalado por iniciativa da Comissão Europeia, enquadrado pelos grandes objetivos da promoção da diversidade e do diálogo interculturais e da coesão social, visando consciencializar os cidadãos para o papel do património cultural no desenvolvimento social e económico e nas relações externas da União Europeia. 

 

O simpósio tem entrada livre no dia 5 de abril. Para mais informações, por favor contactar arqueologia@troiaresort.pt

 

Sobre o STORM

Safeguarding Cultural Heritage through Technical and Organisational Resources Management Website do projeto: www.storm-project.eu 

Consórcio: 20 parceiros de sete países 

Início: 1 junho 2016

Duração: 36 meses

Investimento total: EUR 7 297 875

Financiamento UE: EUR 7 297 875

 

Mais informação sobre o projeto: http://www.storm-project.eu/

Sobre o Ano Europeu do Património Cultural: http://anoeuropeu.patrimoniocultural.gov.pt/ 

 

 

DIA MUNDIAL DO TEATRO @ TEATRO ABERTO

O Teatro Aberto vai celebrar o Dia Mundial do Teatro com uma iniciativa que decorrerá na Sala Azul, dia 27 de março, a partir das 21h00. A entrada é livre.

O evento será terá três momentos:

 

ABERTURA

João Lourenço

“LEMBRANDO”

 

DEBATE - O TEATRO E O FUTURO

Cristina Carvalhal - Actriz e Encenadora | Marta Dias – Encenadora | Rui Francisco – Cenógrafo

Moderação Tiago Palma - Jornalista

 

ESTREIA DO DOCUMENTÁRIO

DESCOBRIR

Um Filme de - João Lourenço e Eduardo Breda

 

Conversas de Ponta - Setúbal - 13 de Janeiro

 

Ciclo de Debates
 
Título – Reconhecimento e Justiça Ambiental

Conferencista – Carla Gomes 

Moderação – João Paulo Maia
 
Casa da Cultura de Setúbal
Rua Detrás da Guarda (junto à Praça do Bocage)
13 de Janeiro (sábado), 15h00

Resumo: 
A minha liberdade deve acabar onde começa a do outro. É um princípio que, à partida, parece simples. Mas que é posto à prova no momento em que diferentes outros, e as suas formas de estar no mundo, entram em conflito num mesmo território temporal e espacial. No fim de contas, a minha liberdade não existe num vácuo. Ela inscreve-se fisicamente na história, nas minhas interações sociais, numa paisagem. 
Não será por acaso que o conceito de reconhecimento – de outras identidades, valores e culturas - tem vindo a emergir no estudo da justiça ambiental. Diferentes conhecimentos ecológicos, formas de nos relacionarmos com o ambiente e de gerirmos os seus recursos, têm vindo a entrar em conflito no contexto dos ‘problemas ambientais globais’, da crise alimentar às alterações climáticas. 
Não foi preciso muito tempo para que os padrões de consumo dos chamados países ‘desenvolvidos’ desequilibrassem perigosamente o clima e os recursos disponíveis no planeta. Os mais vulneráveis à crise ambiental global são precisamente, por múltiplas razões, os países mais pobres do ‘Sul Global’. Mesmo a procura de soluções – como a produção de biocombustíveis – acaba por aumentar a pressão sobre uma terra cada vez mais escassa. Por todo o mundo, surgem movimentos em defesa da justiça alimentar e climática, pela proteção das terras indígenas e dos modos de vida das populações rurais.
Nesta conferência, partindo do meu recente trabalho de campo entre os agricultores de Moçambique, proponho-vos uma reflexão sobre o papel do reconhecimento em prol de uma melhor justiça social e ambiental.

Nota biográfica: Carla Gomes iniciou a carreira como jornalista, dedicando-se sobretudo à área do ambiente. Fez na Universidade de Aveiro o Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais. Uma aventura que a levou até Cabo Verde e culminou na publicação do livro “Alterações Climáticas e Desenvolvimento Limpo”, premiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Quando deu por si era uma ‘cientista social ambiental’. Tem-se dedicado ao estudo das alterações climáticas, sustentabilidade e desenvolvimento, sobretudo em África. Acaba de concluir um doutoramento em Desenvolvimento Internacional, pelas Universidades de Lisboa e de East Anglia (Reino Unido), com uma tese sobre os camponeses do Norte de Moçambique.

Respirar Ponto - Associação ANTDR com ciclo de debates e eventos em novembro

RESPIRAR PONTO

 

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Associação ANTDR com ciclo de debates e eventos em novembro

Entre os próximos dias 3 e 29 de novembro irá realizar-se no Espaço Atmosfera M, em Lisboa, o evento “RESPIRAR PONTO – Viver em plenos pulmões”, um evento organizado pela Associação Nacional da Tuberculose e Doenças Respiratórias (ANTDR), cujo objetivo é sensibilizar a comunidade para a importância de respirar bem para uma melhor qualidade de vida e bem-estar, utilizando como veículo a Cultura.

 

No evento “RESPIRAR PONTO – Viver em plenos pulmões”, organizado pela ANTDR, decorre um ciclo de conferências onde serão apresentados temas como: “As alergias andam no ar”; “A tuberculose e o Tango”; “Comer, Respirar e Amar”; “Respirar e as Cidades”; “Respirar Melhor a Pintar”. Serão ainda incluídos no programa cultural intervenções na área da dança, música e pintura.

 

“Com este evento pretendemos sensibilizar a comunidade para a importância da qualidade respiratória, através de conferências, exposições e um programa rico do ponto de vista cultural com o objectivo de demonstrar que o espaço, as ações e a nossa envolvência influenciam o respirar”, comenta Maria Conceição Gomes, Presidente da ANTDR.

 

Nos dias 16 e 27 de novembro, entre as 10h e as 18h serão, ainda, realizados rastreios respiratórios gratuitos à população.

 

Neste evento pode-se contar com um espaço de Exposição ilustrativa sobre o trabalho da ANTDR, a sua história e intervenção até aos dias de hoje, onde estarão expostos, entre outros, os seguintes trabalhos: Da inteligência artificial à história contada em objetos; Vinhetas e selos: breve exposição da importância a nível mundial e nacional da vinheta/selo utilizado na divulgação de bons hábitos de saúde.

 

Este evento destina-se à sociedade civil em geral, sem limite de idade, e ainda à comunidade estudantil, em particular, nas ações específicas que existirão associadas às visitas escolares previstas. Todas as ações previstas no evento, desde a exposição, ao ciclo de conferências, aos rastreios e eventos culturais são de entrada gratuita.

 

Poderá encontrar o programa detalhado do evento RESPIRAR PONTO - Viver em plenos pulmões em:  http://respirarponto.pt/agenda.html

 

 

Mais sobre a ANTDR Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias:

ANTDR é uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social), federada na Union Internacionale contre la Tuberculose et les Maladies Respiratoires, fundada em 1989. Tem por objetivo dinamizar a Sociedade Civil na promoção da Saúde Respiratória dos portugueses, nas áreas da prevenção, diagnóstico precoce e aconselhamento dos doentes, em todas as doenças dos brônquios, pulmões e pleura.