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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Qual a factura a pagar pela falta de cultura científica? Pavilhão do Conhecimento dedica três debates ao tema em Maio

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A falta de cultura científica pode ter custos: de saúde e qualidade de vida mas também económicos. O assunto estará em foco durante este mês no Pavilhão do Conhecimento, no ciclo de debates "A Falta de Cultura Científica Paga Imposto", que terão lugar nos dias 9, 23 e 30 de Maio, entre as 19.00 e as 22.00.

Cada sessão contará com um painel de oradores convidados que irão procurar clarificar a confusão que circula acerca de um tema de interesse geral. Na segunda parte, um interveniente discutirá os custos da falta de cultura científica, associados ao tema da palestra.

O primeiro debate, no dia 9, será dedicado à Alimentação. Sem glutén, sem lactose, sem juízo, sem nada! Suplementos alimentares, alimentos sem glúten para não celíacos, testes de intolerância alimentar, dietas da moda e nutricionistas alternativos. Tudo isto será esmiuçado por Vítor Hugo Teixeira, da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, Mariana Couto, alergologista, e Ana Luísa Ferreira, do Grupo de Interesse de Alergia Alimentar da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

No dia 23 os Cosméticos prometem outro debate aceso. Com Q10, Pro-retinol ou ácido hialurónico. Especiais só no preço ou fazem mesmo a diferença? Como se prova a eficácia de um creme anti-rugas? Alguém verifica as alegações de eficácia? Que efeitos secundários podem ter?
Perguntas a serem feitas a Patrícia Pinto, química responsável pela criação de cosméticos para a marca própria de uma grande empresa, Helena M. Ribeiro, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, e Diana Barbosa, Presidente da Comunidade Céptica Portuguesa.

Remédios homeopáticos, complexos de vitaminas e outras coisas que desconfiamos que talvez nos façam bem. A credibilidade acrescida de que goza um produto à venda em farmácias é justificada? Que critérios têm as farmácias para a sua oferta sem receita médica? Dúvidas e inquietações que servirão para lançar o tema do debate "À Venda nas Farmácias", que acontece no dia 30. Os convidados são Armando Brito de Sá, médico de clínica geral e familiar, Bruno Santos, da DECO - Associação para a Defesa dos Consumidores, e Alexandrina Ferreira Mendes, do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra.

Programa completo em pavconhecimento.pt

"O que é o Arquivo?" - a Cidade e o Arquivo em debate entre 15 e 17 de maio

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O QUE É O ARQUIVO?
 A cidade e o arquivo em debate nos dias 15, 16 e 17 de Maio


 O terceiro laboratório do ciclo O que é o Arquivo? propõe uma reflexão sobre o encontro entre a cidade e o arquivo e tem lugar de 15 a 17 de Maio, na Biblioteca de Marvila, em Lisboa, sob o mote do Espaço Expectante.

No decorrer do laboratório investigadores e artistas debruçam-se sobre o tema, em três mesas de trabalho, organizadas sob três linhas de investigação: “Território” (desenho e planeamento), “Extratos” (tempo) e “Terreno” (ocupação). 
 E
ntre outras problematizações, procura-se dar resposta a questões como as potencialidades do espaço vazio no meio de uma cidade.

 

15 MAIO, 4ª feira

15h00 | MESA DE TRABALHO 1. TERRITÓRIO: Desenho e planeamento

Desenho e planeamento territorial e o modo como este influencia ou se relaciona com os trajetos e a habitação.

 A primeira mesa de trabalho conta com a participação da artista ALEXANDRA DO CARMO, do antropólogo e investigador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, EDUARDO ASCENÇÃO; da investigadora e arquiteta JOANA BRAGA, cujo trabalho se desenvolve em torno da dimensão política e social do espaço urbano e de PAULO CATRICA, fotógrafo que se tem focado nas diversas vertentes da fotografia urbana e de paisagem. 

 

 

 

 

16 MAIO, 5ª feira

10h00 | MESA DE TRABALHO 2. ESTRATOS: Tempo

A sedimentação visível de camadas temporais numa mesma paisagem, acumulação de tempos de que a ruína é uma sinédoque.

 

Participam na segunda mesa de trabalho: ANA ALCÂNTARA, historiadora especialista em História Urbana, da Indústria e dos Transportes portugueses entre o século XIX e o século XX; FERNANDA FRAGEIRO, artista; LUÍS SANTIAGO BAPTISTA, arquiteto e crítico de arquitectura e MARIA FILOMENA MOLDER, professora catedrática, pensadora, autora do programa atualmente no ar “Ruas de Sentido Único” (Antena 2) que faz uma reflexão prática sobre a experiência estética da cidade contemporânea.

 

15h00 | MESA DE TRABALHO 3. TERRENO: Ocupação
 
Questões relacionadas com a Terra, potencialidades da ocupação e da tomada do espaço urbano e das possibilidades de um espaço afirmado como improdutivo ou vago.

 
Com as participações da artista CARLA FILIPE, da realizadora e antropóloga CATARINA ALVES COSTA, do investigador e professor JOSÉ AUGUSTO BRAGANÇA DE MIRANDA e de SUSANA VENTURA, investigadora no 
Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP).

 

17 MAIO, 6ª feira

21h30 | SESSÃO DE CINEMA AO AR LIVRE

A Primeira Árvore no Parque de Chelas (reportagem da RTP, de 24 Janeiro de 1974)
 Brasília: contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade
 Pé na Terra, de João Vladimiro
 Fire Child, de Gordon Matta – Clark.

 

Todas as atividades são de entrada livre e abertas ao público.

 

Esta é uma iniciativa organizada pelo Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, em parceria com o projeto OBRA – Fragmentação e Reconfiguração : A experiência da cidade entre arte e filosofia, com curadoria de Inês Sapeta Dias, Joana Ascenção, Maria do Mar Fazenda, Nélio Conceição e Susana Nascimento Duarte.

 

Arquivo / Cidade
 A proposta deste laboratório surge do confronto e da observação direta de uma zona da cidade de Lisboa em intensa transformação, Marvila, onde parece ser particularmente premente levantar questões sobre o arquivo, com enfoque na sua importância para a construção de um lugar. O laboratório foi precedido de sessões de trabalho com investigadores e artistas cujo trabalho está de alguma forma ligado a este território em particular: António Miranda, Fátima Tomé Ribeiro, Frédéric Vidal, Guya Accornero, Joana Braga, Mariana Viegas, Paulo Catrica, Susana Ventura, Tiago Castela e representantes das associações locais.

 

Espaço Expectante é o terceiro, e será o último, laboratório do ciclo O que é o Arquivo? que surgiu em 2017 com o objetivo de refletir em torno da definição contemporânea de arquivo, questionando o seu papel, definições e amplitude na era digital. O primeiro laboratório teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em torno da temática Arte/Arquivo, dando origem à publicação O que é o arquivo? Arte / Arquivo, numa edição bilingue publicada pela Sistema Solar (Documenta); e o segundo, decorreu no ano passado, na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, sob o mote Cinema / Arquivo

 

Arquitetura, Urbanismo e Ambiente em debate na Casa da Cultura de Setúbal

Ana Jara, arquiteta, Sérgio Manso Pinheiro, geógrafo, e Vítor Matias Ferreira, sociólogo, são os oradores convidados de mais um debate no âmbito do ciclo “O Resto, o Sobrante...”, iniciativa do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e da Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha.

 

A decorrer já no próximo dia 10 de maio, pelas 18h00, na Casa da Cultura de Setúbal, o colóquio propõe uma reflexão sobre o tema “Arquitetura, Urbanismo e Ambiente”, convidando a comunidade académica e os cidadãos em geral a dar o seu contributo. 

 

Depois das temáticas “Humanidade”, “Arte” e “Ciência e Filosofia”, este é o quarto debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública questões de natureza sociocultural.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, o ciclo de debates "O Resto, o Sobrante..." propõe aos cidadãos um espaço de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade.

 

O ciclo encerra no próximo dia 23 de maio, à mesma hora e no mesmo local, abordando “O Resto, o Sobrante... das Palavras na Literatura e na Comunicação Social”, num debate conduzido por Ana Sousa Dias, jornalista, José Carlos Faria, ator e encenador, e Maria João Cantinho, ensaísta e poeta.

IPS reflete sobre educação intercultural e para a cidadania

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Roteiro para uma Educação Antirracista | 4 de maio | Biblioteca Municipal

“Educação intercultural, antirracista e para a cidadania” é o próximo tema em debate no âmbito do Roteiro para uma Educação Antirracista, uma iniciativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal (CMS), que decorre desde janeiro em vários espaços da cidade de Setúbal.

 

Agendada para o próximo sábado, dia 4, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Setúbal, esta quinta sessão, com entrada livre, propõe debater de que forma pode a educação contrariar processos de desigualdade étnico-racial e de racismo e quais os principais desafios que se colocam no terreno aos profissionais da área.

 

A reflexão será conduzida pelas investigadoras Inocência Mata, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), Ana Sequeira e Cristina Gomes da Silva, ambas da ESE/IPS, dirigindo-se preferencialmente a educadores e professores do Ensino Básico e Secundário, bem como aos estudantes de Educação, mas igualmente aberta ao público em geral.

 

O Roteiro para uma Educação Antirracista encerra, a 1 de junho, com o seminário “Políticas de combate ao racismo e desigualdade étnico-racial”, que convida para a discussão, ente outros intervenientes, os secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, e da Educação, João Costa, a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Emília Brederode Santos, e Vasco Malta, representante do Alto Comissariado para as Migrações.

 

Para setembro, está ainda agendada uma visita à descoberta da “Presença Negra na Região de Setúbal”. 

Jornadas Culturais | 3ª Sessão de Debates, Castelo de Vide

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EM TEMPO DE QUARESMA AS JORNADAS CULTURAIS | “PORQUE SE FAZEM AS FESTAS?” DEBATEM A IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS RELIGIOSOS

A 3ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR EM CASTELO DE VIDE

Aproveitando o período de reflexão da Quaresma e a celebração da Páscoa este mês, a 3ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?”  convida-o/a para uma conversa sobre "Os Rituais Religiosos".

A região anfitriã desta iniciativa será Castelo de Vide, um município conhecido pelas suas tradicionais celebrações da Semana Santa. A sessão decorrerá dia 6 de Abril, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

A 3ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide.

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Maria Filomena Molder, Rui Moreira e António Guerreiro são os convidados deste debate

 

 O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha, vão retomar, já no próximo dia 21 de fevereiro, o ciclo de debates “O resto, o sobrante”, desta vez em torno da temática da Ciência e Filosofia.

 

A conversa, agendada para as 17h30, no anfiteatro da Escola Superior de Educação (ESE/IPS), tem como convidados os académicos Maria Filomena Molder (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas –UNL), Rui Nobre Moreira (Faculdade de Ciências – UL) e António Guerreiro (Faculdade de Belas Artes de Lisboa), também cronista, crítico literário e editor da revista “Electra”.

 

Depois das temáticas Humanidade e Arte, “O resto, o sobrante da Ciência e Filosofia” é o terceiro debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública, junto da comunidade académica e dos cidadãos em geral, questões de natureza sociocultural. A iniciativa adota, simbolicamente, o nome do pássaro que povoa o campus de Setúbal do IPS, conhecido pela sua intensidade vocal, mas sobretudo pela sua inteligência e destreza.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, pretende-se, mais uma vez, criar um tempo de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade. Em suma, um “debate sem sobras”, no sentido contrário à lógica reinante do consumo e desperdício. 

 

Neste âmbito, até ao próximo mês maio de 2019, seguem-se ainda as temáticas da Arquitetura e Urbanismo (12 de abril) e das Palavras (23 de maio), reunindo especialistas em diferentes espaços da cidade de Setúbal. 

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

O Cancro, as Pessoas e a Tecnologia:

Um encontro de múltiplos olhares e experiências

4 de fevereiro 2019 -  Dia Mundial do Cancro | Hospital CUF Descobertas

 

CUF Instituto de Oncologia promove discussão sobre importância da tecnologia na gestão da doença oncológica

 

Num encontro que motiva a criação de ambientes proporcionados pela tecnologia - investigadores, pessoas com cancro, cuidadores, médicos, biomédicos e start ups juntam-se no Auditório do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas, no dia 4 fevereiro, entre as 17h e às 20h, para assinalar o Dia Mundial do Cancro com uma discussão sobre a importância da tecnologia no apoio da gestão da doença oncológica.

 

Como é que a tecnologia apoia cada um dos interlocutores e se torna numa ferramenta de capacitação? Esta é a grande questão que em foco no Encontro, através de um programa que junta uma mostra de startups com aplicações tecnológicas criadas na área da saúde, aos discursos de oradores no campo da Medicina, Tecnologia e Comunicação, para uma discussão sobre o impacto que a tecnologia tem e os possíveis caminhos que tomará no futuro.

 

Carlos Liz, Coordenador do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas e moderador do encontro, explica que “A tecnologia é um veículo de corresponsabilização e envolvimento de toda a comunidade oncológica. É um veículo de relacionamento informal entre pessoas com cancro que não se conhecem, e, até mesmo, uma ponte para uma comunicação mais efetiva entre doentes e profissionais de saúde”

 

Uma jornalista que sublinha a importância do conversar, Laurinda Alves; uma oncologista, professora e investigadora, Sofia Braga; uma doente com cancro, que dirige uma associação nascida no facebook, Miriam Brice; um gestor e dirigente de instituições empenhadas na transformação digital, Alexandre Nilo Fonseca, juntamente com um psiquiatra e professor catedrático, José Caldas de Almeida, cruzam os seus diferentes olhares sobre o que tem sido e o que pode vir a ser uma dinâmica de co-gestão da saúde e da doença dos Portugueses. O encontro, termina com uma reafirmação do valor da subjetividade: o cirurgião oncológico, José Mendes de Almeida falará, precisamente, sobre “Tecnologia e Subjetividade”.

 

Como se distribuem os papéis de profissionais, doentes e curadores nas várias etapas

(prevenção, diagnóstico, tratamento, vigilância) da doença oncológica? Até onde pode ir a

Tecnologia de proximidade às pessoas e aos seus quotidianos? Quanto vale não estar sozinho em plena fragilidade? Como se lida com inevitáveis ansiedades, medos, mantendo a saúde mental?

 

A entrada é livre e os interessados em participar nesta ação podem inscrever-se AQUI .

 

Debate sobre Aborto e Eutanásia: 8 dez. às 15h em Setúbal

sábado, dia 8 de dezembro, às 15h

na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal

Debate: Aborto e Eutanásia (Facebook)

Organização: Clube de Debate da Escola Secundária du Bocage

Apoio: Câmara Municipal de Setúbal (Gabinete da Juventude)

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Na Escola Secundária du Bocage (Liceu) um grupo de alunos e alunas juntou-se para dar resposta à falta de espírito crítico e debate informado que sentem na sociedade ao seu redor. Criaram o Clube de Debate, e de há uns meses para cá têm organizado debates na sua escola de duas em duas semanas, com temas atuais e polémicos.

 

A Câmara Municipal de Setúbal prontamente apoiou este coletivo de jovens. Quiseram chegar a novos públicos, e em novembro fizeram a sua primeira sessão fora da escola, na Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal, sobre Legalização das Drogas. Foi um debate muito profícuo.