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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição "Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves"

 

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A Fundação de Serralves continua a proporcionar exposições em Torres Vedras a partir da sua coleção de arte.

Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves é a mais recente mostra que esta fundação leva à Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras, a qual foi inaugurada esta quarta-feira, dia 16 de dezembro.

No respetivo ato inaugural estiveram presentes a presidente da Fundação de Serralves, Ana Pinho, bem como o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes, e a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, tendo na ocasião a curadora da referida exposição, Joana Valsassina, efetuado uma visita guiada à mesma.

De referir que a mostra em torno do trabalho do grupo KWY que está a ser apresentada em Torres Vedras foi concebida a partir de uma exposição comissariada em 2015 por Catarina Rosendo para o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A mostra Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves é uma iniciativa que se integra num programa de exposições e apresentação de obras da coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, o qual tem o objetivo de tornar o acervo da referida fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

Refira-se que, constituído pelos artistas portugueses Lourdes Castro, René Bertholo, António Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada e Gonçalo Duarte, pelo búlgaro Christo e pelo alemão Jan Voss, o grupo KWY congregou-se em Paris em torno da edição da revista homónima, a qual foi publicada entre 1958 e 1964. Este grupo foi responsável pela abertura da arte portuguesa ao contexto internacional, dando impulso a um dos períodos mais estimulantes da cultura europeia no século XX.

No seu conjunto, a referida exposição demonstra “como o interesse, simultaneamente entusiasta e crítico, pelas novas configurações do real, pelos objetos e acontecimentos quotidianos, pela sociedade de consumo e pela omnipresença da imagem no espaço público é um sinal de como a arte se pode colocar no centro dos acontecimentos socioculturais do seu tempo”.

A mostra Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves pode ser visitada na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras, diariamente, entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 18h00, até ao próximo dia 21 de fevereiro.

No âmbito desta exposição será desenvolvido um programa paralelo de exploração pedagógica da mesma, que inclui ações como visitas guiadas, oficinas para famílias e uma ação de formação para professores, educadores e mediadores artísticos.

RUI MASSENA ABRE CICLO “ZET GALLERY MUSIC SESSIONS”

Maestro e artista plástico encerram programação 2020 da galeria do dstgroup

 

NO DIA EM QUE JOÃO LOURO APRESENTA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

 

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*Concerto de piano a solo marca pré-abertura da exposição “ABOUT TODAY”,

 

A zet gallery encerra a programação de 2020 com  o lançamento de uma iniciativa inovadora que abre mais uma porta na já diversificada oferta cultural e artística da galeria, projeto para as artes visuais do dstgroup. Trata-se da primeira edição das zet gallery music sessions, uma iniciativa inovadora que se estreia com o maestro Rui Massena, que atuará, a solo e ao piano, amanhã,  às 19 horas. À mesma hora, terá lugar a pré-abertura da última exposição do ano da zet gallery, “ABOUT TODAY”, assinada pelo artista João Louro e que poderá ser visitada durante o fim-de-semana (19 e 20 de dezembro),  entre as 9h30 e as 12h30, contando com a presença do artista.

O lançamento das  zet gallery music sessions amplificam o âmbito da programação da zet gallery que abraça, desde já, o ano de 2021 “com um projeto que tem como objetivo a promoção de concertos intimistas, no contexto das exposições patentes na galeria e sem palco, reservados a duas dezenas de espetadores mas com transmissão streaming de alta qualidade através do Facebook e do Instagram, tanto da zet gallery como do dstgroup”, adianta Helena Mendes Pereira, diretora da zet gallery.

Com as zet gallery music sessions, que terão periodicidade mensal, “o projeto originalmente criado pelo dstgroup com o propósito de promover e comercializar obras de arte de autores contemporâneos, afirma-se cada vez mais como um espaço de programação cultural transversal e de excelência, que reforça a sua ação interveniente na Pólis”, afiança a também curadora da galeria. “A zet gallery quer crescer enquanto Ágora, ou seja, lugar de debate e reflexão, a partir das práticas artísticas contemporâneas, sobre as problemáticas do nosso tempo, contribuindo para a construção de um ambiente global de cidadania que tem na literacia das artes e da cultura a sua base”, sublinha apontando ainda 2020 “como um ano de aproximação crescente a esta nossa vocação”.

“ABOUT TODAY” é o nome da nova  exposição individual de João Louro

Até 27 de março de 2021, a zet gallery apresenta ABOUT TODAY, uma exposição individual de João Louro dedicada à Mulher, com curadoria de Helena Mendes Pereira. Através de uma seleção de cerca de dezena e meia de trabalhos, produzidos entre 1995 e 2019, a maioria dos quais de exibição inédita, a exposição evidencia “o caráter premonitório e reflexivo da obra de João Louro e o  olhar inquieto e atento do artista sobre o mundo,  que há muito nos habituou às suas perguntas”, revela a curadora.

João Louro é , na opinião de Helena Mendes pereira, “um dos mais destacados artistas da sua geração e a sua obra convoca influências neoconceptuais e do minimalismo, associadas a um certo expressionismo na cor e a um quadro de referências da literatura, do cinema e da História, em que reforça a importância da palavra, já que, para o artista, ‘a palavra é invenção. Ela é o verdadeiro laboratório. É experiência’”. A exposição, que agora se inaugura, “expressa-se a partir de diferentes meios, ainda que não se possa negar que a bidimensionalidade e pictoralidade próprias da pintura sejam o fio condutor das propostas”, conclui.

Assim, “Arte”, a série de trabalhos que integram “História do Crime”, The Plagues”, “L’Avenir Dure Longtemps”, “Love”, “Cover #18 (Dylan Thomas)”, “Et Dieu Créa la Femme”, “From Left to Right #7”, “Clockwise from Abose #2”, “Blind Image #221”, “Le Mort Homme #1” e “Man Is a Being Made of Scars” integram o mapa expográfico que, ao longo de quase sete anos de história, têm preenchido e dinamizado a galeria de arte contemporânea, fundada por José Teixeira, CEO do dstgroup.

 

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um pequeno auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reservas, devidamente equipadas para acondicionar obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175,  4710-923 Braga | www.zet.gallery

 

Exposição "Villas e Jardins dos Medici na Toscana" na Capela do Palácio Nacional da Ajuda | 11 de Dezembro de 2020 - 31 de Janeiro de 2021

Exposição _Villas e Jardins dos Medici na Tosc

 

Instituto Italiano de Cultura de Lisboa e o Palácio Nacional da Ajuda apresentam a Exposição "Villas e Jardins dos Medici na Toscana", organizada em colaboração com a Região Toscana em Itália.

A exposição, patente na sugestiva Capela do Palácio Nacional da Ajudade 11 de Dezembro de 2020 a 31 de Janeiro de 2021, propõe o complexo “Villas e Jardins dos Medici na Toscana”, que faz parte da Lista dos Bens Culturais e Naturais do Património Mundial da UNESCO constituído por 14 vilas e jardins da família Medici situados na Toscana, região que foi a sua pátria e sede da Signoria que tem o seu nome.

A família dos Medici foi uma das mais importantes da época do Humanismo e do Renascimento, protagonista da História italiana e europeia do século XV ao século XVIII.

Assim, a família Medici dominou durante várias gerações a cena cultural, espiritual e científica do seu tempo: foram extraordinários mecenas das artes; a eles se deve a transformação do território na passagem da época medieval para a Idade Moderna, bem como contributos fundamentais para a revolução cultural que determinou o nascimento do pensamento moderno.

A expressão máxima do poder dos Medici cumpriu-se no formato de “villa com jardim”, uma nova modalidade de residência, sinal de um sistema extremamente inovador de gestão e organização do território que marcou a passagem da ocupação feudal da terra e da tipologia imobiliária fortificada para uma conceção do território como lugar pacificado onde a arquitetura está numa renovada relação dialética e aberta com os elementos naturais pertinentes e a paisagem circundante

A exposição, concebida pelo IIC de Lisboa juntamente com a Região Toscana, foi criada e transposta graficamente, enriquecida também por uma investigação de conteúdos, pelo ilustrador Paolo Marabotto.
Das 36 propriedades dos Medici registadas, apenas 14, escolhidas pela sua representatividade, entraram na Lista de Património Mundial, pela sua aclamada relevância cultural, artística e paisagística determinada por uma autenticidade e uma integridade funcional, estrutural e visual de exceção.

Neste complexo figuram os bens hereditários de Cafaggiolo e Trebbio, que pertenciam aos Medici desde o século XIV. Seguem-se a Villa de Careggi comprada em 1417, a de Fiesole de 1458, Castello de 1477, Poggio a Caiano iniciada em 1479, Petraia de 1544, o Jardim de Boboli de 1550, Cerreto Guidi de 1555, Seravezza de 1561, Pratolino de 1568, Magia de 1584, Artimino de 1593 e, por fim, Poggio Imperiale de 1622.

Exposição "mamaminha" | Inês Carrelhas

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© Inês Galvão Teles, Vista parcial da exposição, 2020 

 

Exposição mamaminha de Inês Carrelhas | 5 dezembro 2020 a 3 janeiro 2021
Curadoria de Sofia Marçal

Museu Nacional de História Natural e da Ciência 
Rua da Escola Politécnica,  56-58, Lisboa
ter. a sex. das 10-17h, sáb. e dom. das 10 - 12:30h, encerra domingos e feriado

 

Abriu ao público no passado dia 5 de dezembro no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, a exposição "mamaminha", apresentada pela artista Inês Carrelhas como a sua interpretação estética e artística da vivência de um processo de cancro de mama, com a participação e testemunhos de oito mulheres. 

O projeto nasceu em 2018, entre os corredores do Instituto Português de Oncologia (IPO) e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Nas palavras da artista: 

"Comecei a forrar os aros dos soutiens, que fui pedindo por aí, enquanto esperava pelas consultas. Chamei-lhe mamaminha. Resolvi representar 76 mulheres que tinham sofrido desta doença tão comum e com isso ajudar quem tenha necessidades de apoio, dar voz a esta problemática e sobretudo alertar para a prevenção e para o diagnóstico precoce." 


Paralelamente à exposição, entre os dias 15 e 23 de dezembro, haverá uma serie de Conversas ao Fim da Tarde, a partir das 17h, com a participação de especialistas das áreas da saúde e bem-estar para o reforço da autoestima das mulheres. 

Em 2021 o projeto prosseguirá com um Programa de Itinerância Nacional, com o apoio institucional da Liga Portuguesa Contra o Cancro, com o intuito de levar o tema a outros concelhos do país. Águeda e Portalegre foram os primeiros concelhos a demonstrar interesse em receber esta itinerância. 

Com curadoria de Sofia Marçal e organizada pelo MUNHAC, com a colaboração da Ocupart, esta exposição poderá ser visitada até 3 janeiro 2021, ter. a sex. das 10-17h, sáb. e dom. das 10 - 12:30h.

 

Inês Carrelhas

“A Inês Carrelhas (Lisboa, 1964), através do projeto mamaminha, dá continuidade a uma longa pesquisa iniciada enquanto aluna do Curso Desenho Têxtil da Escola de Artes Decorativas António Arroio (1982-1986) - onde lecionaram professores como a Maria Conceição Salgado (1929-2014), a Teresa Raposo, a Rafaela Zuquete, a Nazaré Ferreira, a Gisella Santi (1922-2006) e a Helena Estanqueiro, cuja matriz imagética era bauhausiana, e que a sensibilizaram para o significado e a importância da especificidade da linguagem da tecelagem e da tapeçaria.

A Inês é habitada por duas figuras totémicas que são a Maria Flávia de Monsaraz (1935-2019) e a Gisella Santi, com quem teve longa aprendizagem e colaboração, integrando o Grupo 3.4.5 – Associação de Tapeçaria Contemporânea Portuguesa,(...). Instituições como o Museu do Traje, a Sociedade Nacional de Belas-Artes, o Museu das Tapeçarias de Portalegre – Guy Fino, e a Faculdade de Belas-Artes, na qual a Inês foi aluna de estatuto livre recentemente (2016-19), instauram a enorme paixão pelo metier da tapeçaria nas suas obras. Possuidora de um saber fazer de elevada tecnicidade, abriu um atelier (1993) com sector de restauro e ensino que se tem mantido até ao presente. Participa regularmente em exposições coletivas e individuais de Tapeçaria Contemporânea desde os anos 80 e recebeu alguns prémios.”

In Catálogo mamaminha, texto de apresentação da artista por Hugo Ferrão, Professor de Tapeçaria na Escola Nacional de Belas Artes de Lisboa.

GALERIA MUNICIPAL DE TORRES VEDRAS ACOLHE NOVA EXPOSIÇÃO DE SERRALVES

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No âmbito do programa de exposições itinerantes da coleção de Serralves, a Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras acolhe entre os dias 16 de dezembro e 21 de fevereiro a mostra Um realismo cosmopolita: uma exposição em torno do grupo KWY.

Esta exposição parte do espírito cosmopolita e experimental da revista KWY, publicada entre 1958 e 1964, e apresenta uma seleção de obras e publicações de artista da Coleção de Serralves da autoria de artistas que integraram o grupo KWY e de artistas portugueses e estrangeiros que colaboraram no seu projeto editorial, como António Areal, Raymond Hains e Jorge Martins, ou noutros projetos ativos na altura, como a Daily Bul, a Sens plastique ou a Dé-collage.

No seu conjunto, a referida exposição demonstra como o interesse, simultaneamente entusiasta e crítico, pelas novas configurações do real, pelos objetos e acontecimentos quotidianos, pela sociedade de consumo e pela omnipresença da imagem no espaço público é um sinal de como a arte se pode colocar no centro dos acontecimentos socioculturais do seu tempo.

Constituído pelos artistas portugueses Lourdes Castro, René Bertholo, António Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada e Gonçalo Duarte, pelo búlgaro Christo e pelo alemão Jan Voss, o grupo KWY congregou-se em Paris em torno da edição da revista homónima. Este grupo foi responsável pela abertura da arte portuguesa ao contexto internacional, dando impulso a um dos períodos mais estimulantes da cultura europeia no século XX.

De referir que a mostra em torno do trabalho do grupo KWY que será apresentada em Torres Vedras é concebida a partir de uma exposição comissariada em 2015 por Catarina Rosendo para o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A mostra Um realismo cosmopolita: uma exposição em torno do grupo KWY é uma iniciativa que se integra num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, o qual tem o objetivo de tornar o acervo da referida fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

A exposição Um realismo cosmopolita: uma exposição em torno do grupo KWY poderá ser visitada na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras diariamente entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 18h00.

De referir ainda que no dia 19 de dezembro, pelas 11h, no âmbito da atividade "Sábado na Galeria", realizar-se-á, na Paços e no Espaço Cultural Porta 5, uma oficina de expressão plástica para famílias que terá como temática o trabalho do grupo KWY. As inscrições para a participação nesta oficina devem ser efetuadas pelo n.º de telefone: 261 334 040; ou pelo e-mail: galeria@cm-tvedras.pt.

FÁBRICA DAS HISTÓRIAS - CASA JAIME UMBELINO ACOLHE EXPOSIÇÃO "AO PÉ"

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A Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino, em Torres Vedras, acolhe entre os dias 12 de dezembro e 20 de fevereiro uma exposição de escultura e pintura da autoria de Isabel Azerêdo e Pedro Lunta intitulada Ao Pé.

Nesta exposição podem ser observados trabalhos criados a partir de velhos moldes de sapatos, os quais foram plasticamente intervencionados, sendo que esses trabalhos estabelecem “laços com a língua portuguesa num processo de continuidade e/ou descontinuidade entre estes e os provérbios ou ditados populares”. Ao se elaborar os trabalhos que constituirão a referida exposição fez-se sair os moldes de madeira intervencionados “da sua territorialidade de “coisas” para alcançarem uma linguagem poética que é, por certo, porta aberta a muitas outras histórias que todos os objetos, por mais simples ou banais, podem conter”.

A exposição Ao Pé poderá ser visitada de 3.ª a 6.ª feira, entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 17h00, e, ao sábado, entre as 10h00 e as 13h00 e as 15h00 e as 18h00.

PEQUENOS FORMATOS 2020

PEQUENOS FORMATOS 2020
DEZEMBRO, 11, 12 E 13
NO NOVO ESPAÇO DA GALERIA


OBRAS DE MAIS DE 50 ARTISTAS A PREÇO ÚNICO: 50€

A TRADIÇÃO AINDA É O QUE ERA!

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Horário/Schedule:
SEXTA-FEIRA, 11, das 15h00 às 21h00
SÁBADO 12 E DOMINGO 13, DAS 9h30 às 12h30 - depois, o evento seguirá ON-LINE em https://www.facebook.com/monumentalgaleria  

Devido às restrições sanitárias, as visitas serão realizadas com um número limitado de visitantes em simultâneo. Máscara obrigatória.
 

"Lisboa dos meus amores" dá mote à nova exposição de arte nacional no coração de Lisboa

Lisboa dos meus amores" dá mote à nova exposição de arte nacional no coração de Lisboa 

A Galeria Welcome to Art, na Embaixada (Príncipe Real), lançou o desafio aos autores Paulo Ossião, Alfredo Luz, Augusto Patrão e Diogo Navarro promovendo a criação de quatro obras em formato tríptico com dimensões consideráveis, que traduzissem na tela a emoção que o título da exposição traduzia em cada um. Nasceram, assim, obras únicas densas de narrativas de Lisboa e dos seus amores que prometem não deixar ninguém indiferente. 

3 dezembro a 6 de janeiro | Obras em exposição também disponíveis em: https://www.welcometoartlisbon.pt/

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Para assinalar o 3° aniversário da galeria – que durante o período de confinamento se reinventou apostando em iniciativas online de caráter solidário e, acima de tudo, de destaque e de divulgação do trabalho de artistas nacionais – a Welcome to Art apresentou esta exposição única e totalmente portuguesa, no dia 3 de dezembro, numa noite de fados no âmbito de uma parceria com o “Fado fora de portas”. 

Em vigor de 3 de dezembro a 6 de janeiro, “Lisboa dos meus amores” transmite muito mais do que a sua definição literal, apostando numa seleção de obras que foram criadas propositadamente para esta exposição com estados de espírito e sentimentos sem limitações. “O amor e a arte neste período natalício no enquadramento que estamos a viver vêm trazer-nos um bom motivo para sorrirmos, deixarmo-nos encantar por estas obras, com uma mensagem de motivação e de esperança, que também nos devolve pequenos prazeres que agora apreciamos de outra forma”, refere o CEO da galeria, José Manoel Pereira.  

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Augusto Patrão 

As expressões plásticas do pintor neo-figurativo e surrealista Alfredo Luz, as aguarelas do "mestre dos azuis" Paulo Ossião, a visão e sensibilidade do pintor Augusto Patrão, e a dimensão irreverente e o sonhar acordado que projecta  em instantes de luz e cor de Diogo Navarro, aguardam a presença de todo o público, o que vem completar as obras em que todos se empenharam. Estas propostas são direcionadas para verdadeiros amantes de arte, mas também para todos os que são apaixonados por decoração, pela cultura e pelo trabalho de cada um deles. 

Pensada de forma apaixonada, a exposição da galeria lisboeta está aberta a todos, diariamente, das 12h às 20h de segunda a sábado, e das 11h às 19h ao domingo, exceto nos períodos definidos pelo estado de emergência. 

 

Todas as regras definidas pela DGS estão salvaguardadas. 

Exposição "O Fazer da Pintura" | Ricardo Marcelino

RICARDO MARCELINO

O FAZER DA PINTURA

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© Ricardo Marcelino, Paisagem à noite", 2020 

 

Inauguração:  quinta-feira, 12 novembro | 12:30h às 20:00h


Exposição:  13 novembro a 18 dezembro 2020 | Segunda a Sexta, 14h30 - 19h

Espaço Camões da Livraria Sá da Costa

Largo de Camões 22, 4º Dt., 1200-994 Lisboa

 

No próximo 12 de novembro, entre as 12:30h e as 20:00h, inaugura a exposição "O Fazer da Pintura" do artista Ricardo Marcelino, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

Nesta exposição o artista mostra-nos um conjunto de pinturas recentes sobre diferentes suportes, com técnicas e formatos variáveis; auto-retratos, retratos, objectos quotidianos e paisagens que refletem sobre a formação da identidade. Obras muito texturadas e matéricas que revelam uma aturada insistência no fazer da pintura, refletindo sobre o tópico da representação e da constituição do símbolo.

"Esta mostra é sobre uma viagem. Viagem de elementos aparentemente aleatórios, que são espasmos, reflexos de uma actividade imersiva de atelier. A aleatoriedade é algo que o trabalho prático exigiu, para que se mantivesse uma busca plenamente subjectiva em toda a sua objectividade.(...)

No início, o pintor observou objectos presentes no atelier, figurados nas primeiras pinturas, e que são sobre a afecção do seu olhar, logo após tê-los esboçado, desenhando em papéis de vários formatos. Depois de perceber a inerência da figura pintada, passou para a pintura de retrato, retratando as pessoas próximas. Numa identificação cada vez maior com o que observava, relevava-se assim a coincidência do visto com aquele que vê, progressivamente demorando cada vez mais em cada pintura para uma depuração crescente dessa identificação. Foi aumentada a escala de uma paisagem, na esperança não expectante de depurar esse fazer demorado (...).”

Ricardo Marcelino in Dissertação de Mestrado em Pintura, julho 2020

Organizada pela Ocupart e pela Sá da Costa Arte esta exposição poderá ser visitada até 18 dezembro, de segunda a sexta, das 14h30 às 19:00 horas, no Espaço Camões da Livraria  Sá da Costa, localizada no Largo de Camões, 22, 4º Dt., 1200-994 Lisboa, ou noutro horário mediante marcação prévia para geral@ocupart.pt / a.sadacosta.mi@gmail.com.

 

Ricardo Marcelino, nasceu em Lisboa 1990, onde vive e trabalha.

Licenciado em Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 2017, Ricardo Marcelino obteve  o grau de  Mestre em Pintura, em 2020, na mesma faculdade.

Exposição Individual:
“Da Pintura”, Galeria Monumental, Lisboa 2017; 
 
Exposições Colectivas:
“Fourth Room: oucupação da casa da dona Laura, Campolide, Lisboa, 2018”
“O Escritório”, Conde Redondo, Lisboa 2018; “Locus 19”, Santos, Lisboa 2018;
“A dispensa”, CHLP Julio de Matos, Lisboa 2017;
“Pequenos Formatos”, Galeria Monumental, Lisboa 2016;
“Prémio Paula Rego”, Casa das Histórias Paula Rego, Cascais 2016;
Exposição colectiva na Galeria Shair (Braga) 2013

 

Organizada pela Ocupart e pela Sá da Costa Arte, a exposição poderá ser visitada até 18 de dezembro, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, de segunda a sexta das 14h30 às 19:00h, ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt ou a.sadacosta.mi@gmail.com.

 

"Paisagem à noite", 2020
 óleo sobre tela, 30 x 40 cm

 
 
Ocupart I Arte em Espaços Improváveis
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, 1200-243 Lisboa 

«Travessia» de Cristina Rodrigues inaugura este sábado no CCCB - Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco

 

«Travessia» de Cristina Rodrigues inaugura este sábado no CCCB - Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco

Projecto vem do Centro Internacional de Artes Vivas – Naves Matadero em Madrid e tem curadoria de Mateo Feijóo

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) inaugura a exposição «Travessia» já este sábado, dia 10 de Outubro, às 16h, num momento que conta com a presença da artista Cristina Rodrigues e do presidente da Câmara de Castelo Branco, José Augusto Rodrigues Alves.

Concebida pela artista plástica e o curador espanhol Mateo Feijóo, a mostra centra-se numa reflexão sobre o tema da emigração e ficará patente no CCCB até 31 de Janeiro de 2021.

O núcleo de «Travessia» assenta no projecto desenvolvido de raiz para o emblemático Centro Internacional de Artes Vivas – Naves Matadero, em Madrid, intitulado «Home is the Cathedral of Life [A Casa é a Catedral da Vida]», onde esteve exposto em 2019, tendo alcançado um elevado impacto junto do público madrileno e dos média espanhóis.

Cristina Rodrigues é uma artista plástica e arquitecta portuense com trabalho artístico apresentado em vários espaços de referência na Europa, Ásia e América do Sul, em diversas exposições a solo, aspecto que contribui para a afirmar como uma das artistas plásticas portuguesas mais relevantes da sua geração. Várias das suas obras integram colecções de museus e entidades públicas, entre as quais a da Catedral de Manchester e o Cheshire East Council, no Reino Unido; do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso; dos Municípios de Castelo Branco, Viseu, Vila do Conde e Baião e do Estado Português. A artista foi ainda capa da norte-americana Sculpture Magazine, na edição Janeiro-Fevereiro de 2016 (https://sculpturemagazine.art/print-archive/january-february-2016/).

Os órgãos de comunicação social estão convidados a participar na inauguração – convite em anexo.

 

Mais informação

Cristina Rodrigues, licenciada em Arquitectura pela Universidade Lusíada (2004) e mestre em História Medieval e do Renascimento pela Universidade do Porto (2007), é doutorada em Arte e Design pela Manchester School of Art (2016).

Mateo Feijóo é um curador e coreógrafo espanhol nascido no Gerês em 1968 que desenvolve um trabalho muito próximo e em colaboração directa com outros artistas de diferentes disciplinas – Marina Abramović, Elena del Rivero e Cristina Rodrigues –, o que confere ao seu trabalho um selo muito pessoal e sempre interdisciplinar. Em 2017 aceitou o cargo de director artístico do Naves Matadero – Centro Internacional de Artes Vivas, cessando funções em Março de 2020. Surgiu como escolha natural para a curadoria desta exposição desde que, em 2017-18, a artista expôs O Sudário numa das salas do Naves Matadero e travaram conhecimento. Nessa altura, convidou-a a conceber uma exposição de raiz para o museu.

Entre as exposições de Cristina Rodrigues, destacamos:

Em Portugal:

O Horizonte (2019), na Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea, Viseu;

Retrospectiva (2017), no Centro de Cultura Contemporânea, Castelo Branco.

No estrangeiro:

  • Espanha:

A Casa é a Catedral da Vida (2019), no Naves Matadero, Madrid;

O Sudário (2017-18), no Naves Matadero, em Madrid, Espanha;

A Paixão (2016), uma exposição distribuída por cinco dos mais icónicos monumentos de Sevilha: Fundação Valentín de Madariaga y Oya; Pavilhão de Portugal; Universidade de Sevilha; Casa de la Provincia e Real Alcázar de Sevilha.

  • Reino Unido:

O Reino dos Céus (2017), na Catedral de Manchester, Reino Unido.

  • Japão:

Ecos do Mar (2018), no The Hillside Forum, em Tóquio, Japão.

  • Sri Lanka:

O Sudário, na Colombo Art Biennale 2016, na Catedral de Colombo, Sri Lanka.