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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Heberth Sobral expõe na Boutique dos Relógios Plus Art e retrata o tempo com Playmobil

Artista brasileiro tem vindo a conquistar o circuito 'artsy', recorrendo a brinquedos Playmobil para ilustrar e criticar a sociedade moderna de uma forma lúdica

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A Boutique dos Relógios Plus Art, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, recebe a partir de amanhã (15 de novembro) e até final de janeiro de 2020 uma exposição de Heberth Sobral, jovem artista brasileiro em ascensão.

 

Sob o tema “TEMPO”, e com recurso a bonecos Playmobil e cenários idílicos criados pelo artista, esta instalação na Boutique dos Relógios Plus Art insere-se no projeto LOVE CITY. Este projeto, idealizado e com a curadoria de Marina Ostrowski, consiste numa exposição itinerante, com cinco diferentes temáticas, que reflete sobre as cidades eternas onde vivemos, através dos olhos de Heberth Sobral.

 

Todo o trabalho de Heberth Sobral está focado na temática urbana. Explorar o que forma e molda as cidades, o que as torna únicas e como são influenciadas pelas dinâmicas humanas, numa abordagem lúcida, provocadora e bem-humorada, propondo uma reflexão sobre as emoções e as relações entre as pessoas, é o desafio do projeto LOVE CITY e de Heberth Sobral. Para Heberth Sobral: “O meu trabalho é uma diversão, sinto-me como o Peter Pan na terra do nunca.”

 

Este projeto tem o seu arranque oficial na Boutique dos Relógios Plus Art, que patrocina o tema “TEMPO”. A sua obra tomará conta não só das montras, mas será visível um pouco por todo o espaço da Boutique, com o culminar de toda a instalação de Heberth Sobral a acontecer no primeiro piso.

 

Até final de janeiro de 2020, o tema “TEMPO” poderá ser apreciado por todos os interessados no coração da cidade de Lisboa, na Avenida da Liberdade.

Exposição de fotografia “Encantamentos” de Jorge Graça em Quarteira

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A Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, volta a apostar nos artistas algarvios e, de 26 de outubro a 30 de novembro, irá receber a exposição de fotografia “Encantamentos”, da autoria de Jorge Graça.

Esta exposição de fotografia, pelo olhar do fotógrafo Jorge Graça, revela-nos uma série inédita, realizada em noites de lua cheia, ao longo dos últimos anos. Representam o imaginário das lendas, presentes na nossa cultura, mais especificamente na região do Algarve e no concelho de Loulé. O artista oferece-nos uma visão mágica e onírica, materializando o invisível em fotografia, explorando ambientes e “visões” alusivas ao universo dos encantamentos, os quais fazem parte do nosso património imaterial algarvio.

A inauguração está marcada para as 18h00 da próxima sexta-feira, e a exposição pode ser visitada de terça a sábado, das 9h30 às 13h30 e das 15h00 às 18h00.

 

CML/GAP /RP

O Caminho Chinês | Fotografias de Paolo Longo em exposição no Museu do Oriente

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Fotógrafo, jornalista e documentarista, Paolo Longo apresenta “O Caminho Chinês”, um conjunto de 56 fotografias que retratam a vida quotidiana do povo chinês na época do boom económico e da grande transformação económica, social e cultural, a partir de 28 de Novembro, no Museu do Oriente.

 

Nascido em Itália, e actualmente a residir em Portugal, Paolo Longo chegou à China em 2004 como correspondente da RAI, a televisão nacional italiana. Durante a estadia no país presenciou, em primeira-mão, nas palavras do próprio, “a maior experiência política e económico-social da História”.

 

Foi para descobrir os homens e as mulheres da terra que visitava, as histórias das suas vidas, as suas verdades, que captou cada fotografia. Histórias de pessoas, histórias verídicas, imagens do quotidiano na China, a vida do dia-a-dia que, à primeira vista pode parecer enfadonha, mas que encerra a política, a cultura, as emoções, os desejos e os segredos de uma sociedade.

 

A sequência de imagens inicia com aquilo que resta da China comunista (Nanjiecun, a última aldeia comunista) e o mito de Mao, transformado num ícone sem cabeça ou numa personagem passível de ser imitada, como Elvis. Continua através das ruínas das cidades imperiais, pelas vielas de Pequim, pela mítica cidade de Lijiang com os seus telhados de lousa. Olha para a metrópole futurista projetada no século XXI e para os seus habitantes, que recordam muito pouco do passado e olham para o Ocidente para encontrar um caminho chinês para a modernidade. Mistura o passado e o presente nos jovens da nova classe média, que se disfarçam para serem fotografados como protagonistas da antiga Ópera Chinesa, tal como fazem os camponeses de uma aldeia não muito longe de Pequim, que seguem dos campos para a caracterização, e daí, para o palco.

 

“Os jornalistas que trabalharam na China, na década de 1960, falavam de como os chineses eram todos iguais. Durante 30 anos, desde a vitória da revolução até à morte de Mao, o país habituou-se a pensar em termos do colectivo, grupos de trabalho, movimentos de massas. Eu vi uma China diferente, onde a história da comunidade se dissolve numa infinidade de histórias individuais, de vitórias e de derrotas, de riqueza e de pobreza, de descobertas, de batalhas, de desperdício, de protestos, mas sempre histórias de indivíduos debatendo-se com um novo caminho que se abria”, afirma Paolo Longo.

 

Organizada em colaboração com o Istituto Italiano di Cultura, em Lisboa, “O Caminho Chinês” está patente até 23 de Fevereiro de 2020. O fotógrafo orienta duas visitas à exposição, de entrada livre, nos dias 29 de Novembro e 21 de Fevereiro de 2020. No dia 17 de Janeiro de 2020, em conferência, Paolo Longo explica o seu processo de trabalho e as motivações por trás desta exposição.

 

Exposição “O Caminho Chinês – fotografia de Paolo Longo”

Inauguração | 28 de Novembro | 18.30

Até 23 de Fevereiro de 2020

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €


Visitas orientadas com Paolo Longo
29 de Novembro e 21 de Fevereiro 2020 | 18.00 | Gratuito
 
Conferência com Paolo Longo
17 de Janeiro 2020 | 18.00 | Gratuito

 

 

 

www.museudooriente.pt

Cientistas desfilam com as "Jóias da Ciência" na nova e breve exposição do Pavilhão do Conhecimento

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Não há dúvidas que a ciência é preciosa mas se fosse uma jóia, como seria? E que formas e padrões adoptaria?

O desafio foi lançado pela Ciência Viva aos alunos do curso regular de Joalharia da Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual. O resultado está na exposição "Jóias da Ciência", que se inaugura no próximo dia 19 de Novembro, terça-feira, às 18.00, no Átrio do Pavilhão do Conhecimento. O acesso à mostra é livre.

Maria Mota, Rui Agostinho, Conceição Calhau, Maria José Costa, Luísa Schmidt, Elsa Anes, Octávio Mateus, Raquel Gaspar e Alexandre Quintanilha* serão alguns dos cientistas convidados a desfilar com estas jóias tão especiais, antes de serem depositadas nos suportes onde ficarão em exposição até 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica e primeiro dia da Semana da Ciência e da Tecnologia 2019. Os autores das peças também partilharão com o público as influências que estiveram na base da sua criação.

Temas como "Água e Meio Ambiente", "Robótica", "Dr. Sousa Martins: o boticário, o médico e o santo laico", "Fauna e Flora", "Corpo Humano" e "Fenómenos Físicos" serviram de inspiração às 22 peças criadas com materiais reutilizados e inspiradas na ligação da ciência e da tecnologia com a sociedade.

A parceria estabelecida este ano entre a Ciência Viva e o Ar.Co propõe a concretização de projectos que contribuam para a formação dos jovens e o acesso à cultura científica por parte de todos os cidadãos, estabelecendo-se assim um ponto de encontro de missões comuns às duas instituições.

Programa completo da inauguração aqui.

CCB | Um fim-de-semana dedicado à lua | Raquel Varela entrevista Pietro Basso | Companhia Maior estreia nova criação com Sofia Dias & Vítor Roriz

EXPOSIÇÃO
Agricultura e Arquitetura: Do Lado do Campo
Curadoria de Sébastien Marot
ATÉ 16 FEV  10H ÀS 18H / GARAGEM SUL 

Não é novidade que o mundo atravessa uma grave crise ambiental. Esta exposição enfrenta esse problema refletindo sobre a forte ligação que sempre existiu entre agricultura e arquitetura, e sobre o divórcio que se estabeleceu entre elas a partir da Revolução Industrial. Ao tomar o lado do campo, a exposição propõe caminhos possíveis para enfrentarmos o futuro. Exposição integrada na 5.ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, A Poética da Razão

 

Oficina para crianças e famílias

 

Sábado, 16 de novembro | 11H00 

Permacultura de levar para casa

Por António Alexandre, Florian Ulm e David Avelar

Permacultura quer dizer «cultura permanente» e nesta oficina vamos plantar vasos e fazer minhocários seguindo algumas das suas técnicas. Vamos também construir minhocários com materiais reutilizados. Sim, para minhocas! Elas são ótimas a desfazer o lixo orgânico em composto, o húmus que alimenta as plantas. No fim, podes levar contigo este pequeno campo de permacultura e cuidar dele em tua casa para que venha a dar-te alimento.

 

Nota: Traz calçado e roupa que se possa sujar, pois iremos meter as mãos na terra.

 

Entrada livre

Marcação antecipada: garagemsul@ccb.pt ou 213 612 614/5

Fotografia de Wanderson Alves no Auditório de Pinhal Novo

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A Exposição de Fotografia “Cabe no Peito”, de Wanderson Alves, vai estar patente de 10 de outubro a 15 de novembro, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo.

Esta mostra, organizada pela Câmara Municipal de Palmela, reúne imagens obtidas durante os dois anos em que o fotógrafo percorreu os diversos distritos de Portugal, com um olhar atento aos pormenores do dia a dia e às emoções que estes despertam.

O fotógrafo brasileiro Wanderson Alves reside em Lisboa. É pós-graduado em Filosofia Contemporânea e Fotografia e, atualmente, frequenta o Mestrado em Estética e Estudos Artísticos - Fotografia e Cinema, na Universidade Nova de Lisboa.

Participou em diversas exposições individuais e coletivas, das quais se destaca “Cidade (Re)Velada”, realizada em 2014, na cidade de Phoenix, Arizona, Estados Unidos, onde também realizou uma Residência Artística, através da parceria com o Phoenix Institute of Contemporary Art. Na sequência desta exposição, uma das suas fotografias foi escolhida para fazer parte do acervo permanente do Mesa Contemporary Arts Museum.

A Exposição “Cabe no Peito” vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00, exceto feriados (entrada pelo edifício da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo).

 

The Nature of this Room - Exposição

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 Rosanna Helena Bach & Nuno Moreira
 Curadoria de Sofia Steinvorth

 

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x2+y2=r2, Rosanna Helena Bach, 2019

Inauguração e Lançamento de Publicação: 1 de Novembro de 2019 às 16:00

Lapso Galeria: Rua Arronches Junqueiro 126, 2900-249 Setúbal, Portugal

 


Como o antropólogo Edward T. Hall refere, praticamente tudo o que o homem é e faz está relacionado com a experiência deste com o espaço. A ideia muitas vezes inconsciente da existência de uma bolha de espaço pessoal, um território invisível a que chamamos ‘nosso’, é um dos principais pilares da sociedade moderna. A privatização do espaço expõe noções profundas de alienação, que se traduzem não apenas e directamente com o ser no espaço, mas também em várias outras dualidades, como: 'nós' e 'eles', o que é subjectivo e objectivo, normal e estranho, científico e humano, racional e espiritual.
Na exposição The Nature of this Room, os artistas Rosanna Helena Bach (1990, Suíça) e Nuno Moreira (1982, Portugal) desafiam estas premissas de separação clara de pura racionalidade, abordando tópicos provenientes de naturezas várias como a forma e falta de forma, ordem e caos e particularmente a prima materia, base primitiva e ancestral que dá origem a toda a matéria e pensamento existente.

Partindo de duas instalações site-specific e de uma série de experiências sobre fotografia, a galeria transforma-se para apresentar uma experiência imersiva, na qual o próprio espaço – as salas, formas, paredes, colunas e janelas - é parte integrante da atmosfera recriada pelos artistas. As peças parecem fundir-se com a arquitetura circundante e depois expandir-se para um universo próprio interior. As fronteiras aparentes entre trabalho artístico e espaço, objecto compreensível e éter, perdem limites apropriando-se entre si. A galeria revela-se assim como um domínio do limiar, um estado intermediário e transitório caracterizado por indeterminação, com potencial para desencadear instabilidade, perguntas e possibilidade de transformação.
 
A publicação com o mesmo nome - The Nature of this Room - a ser lançada no dia de inauguração da exposição, é composta por um conjunto de imagens (principalmente fotografias e desenhos) e fragmentos de texto que mostram parte do processo que os artistas percorreram e que está na génese deste projecto. Esta publicação fornece visões possíveis e abre discussões teóricas, através de trechos poéticos, conceitos físicos e alquímicos, bem como reflexões ficcionais e individuais sobre algumas ideias-chave presentes nos trabalhos apresentados. Embora a publicação seja um trabalho autónomo, pode também ser lido como um complemento à exposição, algo que os visitantes são convidados a fazer durante a visita à galeria.
 

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Geometries of Silence, Nuno Moreira, 2019

 
SOBRE OS ARTISTAS


Rosanna Helena Bach (1990, Suíça) está actualmente sediada em Lisboa. Utiliza a gravura e instalação para explorar os caminhos do visível e invisível através dos quais comunicamos e estamos ligados. Desta forma, o seu trabalho desafia o pensamento linear e a dualidade através da síntese de uma linguagem simbólica própria. Frequentemente inspirada pela natureza, cria mundos nos quais funde, entre outros, o consciente e o subconsciente, o masculino e o feminino.
Rosanna é formada em Documentário e Fotojornalismo pelo Centro Internacional de Fotografia (Nova York) e tem um BBA pela Parsons School of Design. Em 2017, lança o seu primeiro livro Birds of Paradise com a Paradigm Publishing na MOMA PS1: Printed Matter NY Art Book Fair. O trabalho da Rosanna fez parte de várias exposições colectivas em Bogotá, Cidade do México, Miami, Londres e Nova York (Unconscious Lens na Bosi Contemporary, 2014). Foi nomeada para participar no prestigiado prêmio Lookbetween Workshop Award em 2014, e com uma residência na Land Art Road Trip de Gerson Zevi, no sudoeste Americano em 2013 e 2014. O trabalho que produziu durante esta residência foi posteriormente exibido numa mostra colectiva, On the Road, na Leila Heller Gallery em Nova York.


Nuno Moreira (1982, Portugal) expõe regularmente desde 2006, em mostras individuais e colectivas, em Portugal e no estrangeiro. É formado em Cinema, especializando-se em design editorial com foco principal na concepção de livros. Usa a fotografia como a sua principal forma de investigação, explorando o papel das sombras e do mistério, bem como os limites do corpo através de uma encenação cuidadosa de objectos e corpos. As últimas obras assumiram a forma de livros de artistas e estão presentes em colecções públicas e privadas, com destaque para State of Mind (2013), ZONA (2015) e She Looks into Me (2018).
Em 2013, mudou-se para o Japão onde viveu por cerca de quatro anos – altura em que se deu um notório refinamento da sua linguagem visual. Paralelamente à prática artística, desenvolve actividade como diretor de arte e está envolvido no ensino há vários anos.
 

 

 


Inauguração e Lançamento de Publicação: 1 de Novembro de 2019 às 16:00

Lapso Galeria: Rua Arronches Junqueiro 126, 2900-249 Setúbal, Portugal


EVENTO FACEBOOK

“Beja Republicana” - exposição conta a história da cidade nos dezasseis anos de existência da I República (1910-1926)

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Inaugura amanhã, pelas 18h30, no Centro Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial - Beja a exposição “Beja Republicana”.

Promovida pela Câmara Municipal de Beja, com a coordenação científica de Constantino Piçarra (IHC – Universidade Nova de Lisboa), a exposição visa contar a história da cidade nos dezasseis anos de existência da I República (1910-1926).

Numa narrativa onde texto e imagem estabelecem uma relação, uma vezes complementar outras vezes autónoma, a exposição mostra a formação e afirmação do Partido Republicano Português no distrito de Beja, descreve a evolução política ao nível do poder local, evidencia aspetos marcantes da vida quotidiana da cidade, sublinha as principais realizações do poder republicano municipal e apresenta o panorama da imprensa local.

Para além destes aspetos, a exposição traça ainda o quadro do movimento operário de Beja durante a I República, com referência às suas organizações e principais lutas desenvolvidas.

A exposição estará patente ao público até 12 de novembro.