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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

coletivo das "Mulheres com Arte" para a exposição do Castelo de Pirescouxe

folheto da EXPOSIÇÃO MULHERES COM ARTE..jpg

No dia 04 de junho 2022 inaugura a exposição das “MULHERES COM ARTE no Castelo de Pirescouxe, em Santa Iria da Azóia. 

O Castelo de Pirescoxe, localiza-se na povoação de Pirescoxe, na freguesia de Santa Iria de Azoia, concelho de Loures. A mansão senhorial, acastelada, foi erguida num ponto alto com vista privilegiada sobre o Rio Tejo no século XV. O Castelo, que serviu de residência a vários nobres ao longo da sua vida e que conheceu um processo de degradação, em 2001, por iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR, foi reabilitado e assumiu novas funções. Hoje, no espaço, funciona um auditório, ao ar livre, para eventos culturais, uma cafetaria, galeria de artes plásticas, sala multiuso, além de uma área envolvente, ajardinada.

Período da exposição:

A exposição estará patente na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe até dia 20/08/2022. De terça a sábado - das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 horas. A inauguração será às 17:00 h de 04 de junho.

Entrada gratuita.

 

Sobre o coletivo "Mulheres com Arte":

 

O coletivo “Mulheres com Arte”, surgiu no final de 2017 na Galeria Beltrão em virtude de ser o local onde todos os seus elementos se cruzaram e se conheceram.  O convite para formar o grupo foi feito pela Ildebranda Martins, que trabalha na Galeria como curadora e que, acabou por ser o elemento mais  comum entre todas as partes envolvidas.  Entre algumas já havia uma relação de amizade antiga e entre outras havia apenas cumprimentos formais e noções  gerais do trabalho artístico desenvolvido por cada uma.

A constituição do coletivo atual  é a seguinte: Alice Diniz, Armanda Alves, Clara Ribeiro, Geny Pitta, Ildebranda Martins, Margarida Marcelino. 

Cada uma representa uma forma diferente de fazer arte. A Alice Diniz, apresenta-se com cerâmica escultórica, a Ildebranda Martins, com instalações em manequins e colagens s/telas, a Armanda Alves com pintura s/tela de influências africanas, a Clara Ribeiro com escultura em pedra de tendências minimalistas, a Geny Pitta com pintura, principalmente de influências orientais, colagens s/telas  e também  instalações,  a Margarida Marcelino com Bijuteria artesanal de autor e com pintura s/tela de tendências figurativas, mas ligadas à mitologia.

Em 2018 o coletivo expôs no Centro Cultural Malaposta, em Odivelas, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa,  na galeria de arte da Casa Pia em Belém-Lisboa e  em 2019 no Palácio Baldaya em Benfica-Lisboa.  Embora nenhuma dos membros da equipa tenha abdicado dos seus percursos artísticos individuais, nunca desistiram do projeto e em 2020, devido às condições não serem  favoráveis a exposições presenciais o coletivo  aceitou a proposta da C. Municipal de Loures para a realização de uma exposição coletiva virtual.

 

 

Título: Arte, a força da paz

Não há tema mais adequado do que o que atribuímos à nossa exposição “arte, a força da paz”.  Depois de dois anos de pandemia e de crise econômica, em que tivemos condições para refletir coletivamente sobre a relação que temos, não só uns com os outros, mas com outros seres que partilham a mesma casa, o Planeta Terra, surge a Guerra e as atrocidades a ela associada.  Os mais conscientes, os mais universalistas, os maiores portadores de dores coletivas e de uma visão mais alargada dos horizontes mais longínquos e aparentemente menos óbvios, onde por norma, se destacam os artistas,  iniciaram uma reflexão profunda sobre a fragilidade da vida, as incertezas causadas por um vírus que provavelmente  geramos, mesmo que não de uma forma consciente e artificial, mas naturalmente  através da pressão que exercemos na mãe natureza e com ações megalómanas de mentes dementes, mas insuportavelmente  poderosas.  A verdadeira Arte pode até ser decorativa, mas o seu objetivo deve ser a de despertar consciências, procurar ajudar a produzir pensamentos sobre o que nos rodeia e que nos atinge, mesmo que indiretamente, auxiliar na formação de opiniões e ideias. Neste caos a arte também conforta e transmite esperança. Viva a arte.

Texto de Ildebranda Martins para o tema da exposição das  "Mulheres com Arte" em Santa Iria

 

Nota motivacional da Alice Diniz para a Exposição

"Nestes tempos de mudança, criar é conectar com o centro da criatividade universal. Encontrar um equilíbrio entre o exterior da toxicidade informativa e o silêncio do interior, ali onde o ritmo é outro e o processo da obra nasce.

O que me move

Através do barro e da cerâmica, vivo uma experiência importante onde o maior prazer está na descoberta, de materiais, de técnicas e de mim mesma neste contacto.

As obras que surgem dos meus trabalhos, são reflexos das minhas emoções e pesquisas. Procuro o equilíbrio no espaço que me envolve, é nesse equilíbrio que está a força e sucesso da peça, pois não depende unicamente da habilidade com que as faço, mas principalmente da ideia transformada pela sensibilidade.

Crio obras, para fazerem parte dos nossos dias, com as quais criamos uma ligação de uso e de cumplicidade, peças que se adaptam aos nossos gestos e que aos poucos fazem parte das nossas vidas.

A todos estes momentos de criação e prazer, satisfação e cumplicidade eu dedico o meu trabalho..."

Alice Diniz

Até 21 de agosto - visite o Tapete de Arte e a Exposição sobre o Caminho de Santiago!

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Até 21 de agosto, visite a Igreja de Santiago, no Castelo de Palmela, e aprecie o Tapete de Arte Efémera e a Exposição de Pintura alusivos ao Caminho de Santiago, que foram inaugurados no dia 22 de julho, no âmbito das Comemorações do Dia de Santiago. O momento simbólico de inauguração contou com a presença das/os artistas, de representantes do Museu Nacional Arte Antiga e da Embaixada de Espanha, entre outras entidades.

O Tapete de Arte Efémera (Alfombra Mundial del Xacobeo 2022) resulta de um projeto em que participam mais de 260 cidades e vilas de 30 países, repartidos por cinco continentes. O desenho vencedor da edição de 2022 é da autoria de António Cunha e a elaboração do Tapete esteve a cargo de Isabel Curto Castan. A imagem do Tapete é composta por elementos alusivos ao Caminho e ao Ano Santo Jacobeu, designadamente, a vieira, o peregrino e a cruz de Santiago. Para a sua conceção, Isabel Curto Castan utilizou serradura de madeira, terra e sal.

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A Exposição de Pintura de Mário Costa “Peregrinos no Caminho de Santiago” é composta por 24 obras, nas técnicas de aguarela e acrílico sem tela. Mário Costa nasceu em Unhais da Serra, Covilhã, e foi na sua terra que iniciou um percurso artístico, hoje com mais de 40 anos, levando-o a expor a sua vasta obra em vários pontos do país, em exposições individuais e coletivas. Esta é a primeira exposição do pintor ligada ao Caminho de Santiago, remetendo as/os visitantes para a vivência do que compõe a alma do Caminho: o peregrino. Este tema entrou na obra do pintor de uma forma quase inesperada quando, em 2009, fez o seu primeiro Caminho.

Também para comemorar o Ano Jacobeu, vários monumentos um pouco por todo o país exibem uma projeção exterior dedicada ao Caminho de Santiago. Palmela associou-se a esta celebração e a parede exterior norte da Igreja de Santiago é iluminada por esta projeção no período noturno, até 7 de agosto.

 

Protocolo apoia restauro das esculturas de Santiago

 

A anteceder a inauguração, foi assinado um Protocolo de Colaboração entre o Município de Palmela e a ABANCA Portugal, representada pelo Diretor Geral, Faizal Ali, para restauro das esculturas de Santiago em depósito no Museu Municipal de Palmela e pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Arte Antiga.

Ao abrigo do Protocolo, a Câmara Municipal vai assegurar o restauro, que será financiado pela ABANCA Portugal com uma verba no valor total de 3.000€. As peças vão permanecer em exposição nos Paços de D. Jorge, na Igreja de Santiago, até à sua transferência definitiva para a zona da Sacristia, logo que se constitua como novo espaço museológico do Castelo de Palmela. Até ao final de 2023, as visitas às esculturas estarão condicionadas a inscrição.

«Mais que simbólico, este é também um momento especial, porque constrói ligações e relações que vão muito para além daquilo que possa ser materializado», destacou o Presidente da Autarquia, Álvaro Balseiro Amaro, após a assinatura. O Presidente aproveitou a ocasião para agradecer, não só à ABANCA Portugal, pela sua «disponibilidade e generosidade», mas também a todas/os as/os que aceitaram o convite para participar neste dia, revelando que «estão inspirados, tal como o Município de Palmela, na preservação do património». «Assumimos a responsabilidade de a continuar, no sentido de deixarmos o melhor legado e preservarmos estas peças, que queremos que perdurem por muitos e longos anos», sublinhou.

COMPUTAÇÃO E OS NOVOS MEDIA EM EXPOSIÇÃO NO CONVENTO DE SANTO ANTÓNIO, EM LOULÉ

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O Convento de Santo António, em Loulé, abre as portas de 15 de julho a 10 de setembro, para receber a Exposição "Espaço/Programa". 

Trata-se de uma iteração de uma exposição patente em Vila Nova de Cerveira, produção da Fundação Bienal de Cerveira, que contou com o apoio do Museu Zer0, agora seu coprodutor, e da Autarquia de Loulé.

“Espaço/Programa” reúne obras de diferentes gerações de artistas portugueses cuja prática incide sobre a computação e os novos media, seis criadores que recorrem à programação e algoritmos para desenvolver as suas obras. A exposição reúne trabalhos em vários formatos e modalidades que exploram o caráter experiencial, situado, performático e experimental da arte computacional, e como a computação traz à arte um conjunto de dualidades — entre digital e analógico, material e imaterial, superfície e subfície, determinismo e imprevisibilidade — que permitem o desenvolvimento de relações estéticas muito características e fundamentalmente participativas, mesmo em contextos que não recorrem à interação.

Partindo destas dualidades, “Espaço/Programa” investiga como os programas destas obras lhes permitem desenvolver relações entre si, com o espaço da galeria, e com os visitantes, como essas interações são agentes potenciadores de uma leitura da diversidade da arte computacional portuguesa. Isto inclui obras como o mapeamento de Ana Carvalho e a instalação bioeletrónica de André Sier, suportadas pela recolha e análise de dados; a dualidade da inteligência artificial ensaiada por João Martinho Moura; as memórias generativas de Mariana Vilanova; a série de esculturas sonoras dialogantes de Pedro Tudela e Miguel Carvalhas, que não depende de software mas sim de um programa incorporado.

Durante a inauguração, em que decorrerá uma curta visita guiada à exposição por parte dos curadores e três dos artistas representados na exposição, terá lugar uma performance audiovisual de @c e André Sier.

A inauguração está marcada para esta sexta-feira, às 18h00. Pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00.

 

CML/GAP /RP

NÃO É UM MUSEU, MAS O NOT A MUSEUM RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE INTERNACIONAL QUE SE PROLONGA ATÉ 15 DE AGOSTO

A exposição de arte internacional (IM)MATERIALITY em exibição no NOT A MUSEUM foi prolongada até dia 15 de agosto. Esta iniciativa, com enorme sucesso, conta com a presença de cerca de uma centena de obras de 48 artistas com trabalhos originais, maioritariamente inéditos, e ainda uma secção de Múltiplos.

(IM)MATERIALITY tem a curadoria de Graça Rodrigues, Sónia Ribeiro, Katherine Sirois, Lourenço Egreja e Diogo Bento e expõe, através de três núcleos distintos, uma conjugação significativa de meios que vão da pintura ao desenho, passando pela escultura, pela fotografia e pela instalação. Nela, promove-se uma reflexão em torno dos conceitos de materialidade e imaterialidade e coloca-se em primeiro plano cerca de 90 obras de 48 artistas provenientes de uma grande variedade de origens culturais e geográficas - incluindo Portugal, Angola, Moçambique, África do Sul, RDC, São Tomé e Príncipe, Burkina Faso, Namíbia, Holanda, Alemanha e Brasil - cujas práticas ultrapassam fronteiras espaciais e técnicas.

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A entrada é gratuita.

NÃO É UM MUSEU, MAS O NOT A MUSEUM RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTE INTERNACIONAL QUE SE PROLONGA ATÉ 15 DE AGOSTO

Stephané Conradie – “Agapanthus and vark lelies” 2021

 

 

A exposição de arte internacional (IM)MATERIALITY em exibição no NOT A MUSEUM foi prolongada até dia 15 de agosto. Esta iniciativa, com enorme sucesso, conta com a presença de cerca de uma centena de obras de 48 artistas com trabalhos originais, maioritariamente inéditos, e ainda uma secção de Múltiplos.

(IM)MATERIALITY tem a curadoria de Graça Rodrigues, Sónia Ribeiro, Katherine Sirois, Lourenço Egreja e Diogo Bento e expõe, através de três núcleos distintos, uma conjugação significativa de meios que vão da pintura ao desenho, passando pela escultura, pela fotografia e pela instalação. Nela, promove-se uma reflexão em torno dos conceitos de materialidade e imaterialidade e coloca-se em primeiro plano cerca de 90 obras de 48 artistas provenientes de uma grande variedade de origens culturais e geográficas - incluindo Portugal, Angola, Moçambique, África do Sul, RDC, São Tomé e Príncipe, Burkina Faso, Namíbia, Holanda, Alemanha e Brasil - cujas práticas ultrapassam fronteiras espaciais e técnicas.

 

(IM)MATERIALITY centra-se no fascínio produzido pelos efeitos transitórios da matéria e da técnica, decorrente do atual interesse da comunidade artística pela exploração de novos materialismos, de novos meios e géneros artísticos, cada vez mais híbridos, bem como da sua dedicação crescente à recuperação e consagração de práticas ancestrais de criação artística.

 

Ao longo da exposição prevalece a noção da ambiguidade de género. Através dela, é-nos permitido compreender a forma como os autores avaliam a matéria e a não-matéria, a tangibilidade e a intangibilidade como um meio de comunicação, seja expandindo a media e as narrativas tradicionais, seja utilizando objetos do quotidiano como recurso para edificar novas formas.

 

(IM)MATERIALITY desafia o status quo e a significação da materialidade e da imaterialidade, que aqui são constantemente questionados e também continuamente redefinidos. Apresenta a obra de arte como um objeto social cuja forma material, longe de ser acessória, é ao contrário, essencial para a geração de um sentido.

A exposição tem a direção artística e produção da THIS IS NOT A WHITE CUBE, a primeira galeria africana em Portugal que, mantendo uma profunda ligação com África, não se centra exclusivamente nos círculos lusófonos, mas principalmente na estética emergente das produções artísticas culturais do Sul Global.

 

Através desta produção, realizada em parceria com a ART MEXTO, o projeto NOT A MUSEUM e o Carpe Diem Arte e Pesquisa, a galeria luso-angolana THIS IS NOT A WHITE CUBE apresenta um projeto que, há semelhança do sucedido em anos anteriores, pretende gerar um diálogo entre países com afinidades coloniais e históricas, refletindo sobre o conceito de descolonialidade e procurando promover uma reflexão sobre a forma como a arte contemporânea africana se tem vindo a afirmar à escala global.

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Susana Cereja – “BOADICEA”, 2021, Tapestry in Arraiolos stitch

 

Artistas Integrados: Ana Silva, António Faria, Barbara Wildenboer, Bete Marques, Cássio Markowski, Dagmar Van Weeghel, Domingos Loureiro, Ery Claver, Hennie Mayer, Januário Jano, João Dias, João Jacinto, Katharien de Villiers, Kimathi Mafafo, Kudzanai Chiurai, Gonçalo Mabunda, Luís Damião, Manuela Pimentel, Marion Boehm, Nadia Raaths, Nelo Teixeira, Nicole Rafiki, Osvaldo Ferreira, Patrick Bongoy, Paulo Climachauska, Pedro Pires, Pedro Valdez Cardoso, Raquel Belli, Remofiloe Mayisela, René Tavares, Saïdou Dicko, Sidonie Hadoux, Sofia Yala, Stephané E. Conradie, Susana Cereja, Vanessa Barragão, Vivier Kohler.

 

Colecção de Múltiplos - Carpe Diem, Arte e Pesquisa

Ana Battaglia, Ângela Ferreira, Carla Cabanas, Constança Clara, Fabrizio Matos, Fernando Marante, Hector Prats Françés, José Spaniol, Joana Tejo, Mónica de Miranda, Pedro Coelho.

Esta exposição, realizada em parceria com a ART MEXTO, o projeto NOT A MUSEUM, Carpe Diem Arte e Pesquisa, a galeria luso-angolana THIS IS NOT A WHITE CUBE, pretende gerar um diálogo entre países com afinidades coloniais e históricas, refletindo sobre o conceito de descolonialidade e procurando promover uma reflexão sobre a forma como a arte contemporânea africana se tem vindo a afirmar à escala global. 

 

NOT A MUSEUM

Palais Castilho, Rua Castilho 3, Lisboa

Horário:

Quarta-feira a Sexta: das 14h às 19h  

Outros horários: mediante marcação

Entrada Livre

 

Sobre o NOT A MUSEUM:

O projeto NOT A MUSEUM foi criado em 2018, em Lisboa, como resultado do ADN da MEXTO Property Investment, promotora imobiliária premium que concretiza projetos de alta qualidade. Com sede em Lisboa, num edifício devoluto, acolhe todos os públicos, numa estrutura multifacetada, flexível e ágil, que colabora com diferentes associações, ativistas, escolas, fundações e colecionadores privados para a realização de performances, fóruns, palestras, exibições, concertos, desfiles de moda e outros eventos culturais, que contribuem para a promoção de artistas e movimentos, a nível nacional e internacional.

O NOT a MUSEUM promove um programa de arte contemporânea baseado na inovação e exploração, proporcionando à cidade de Lisboa uma experiência única de contacto com artistas, galerias, colecionadores, curadores e agentes culturais de diferentes continentes e afinidades, da Europa à África, da Ásia à América do Sul. É também um espaço de ligação e comunicação entre países e culturas, e tem recebido o apoio de vários membros do corpo diplomático acreditado em Portugal, como reconhecimento do importante papel da arte na diplomacia.

Com um espírito experimental, promove uma nova relação com a arte, tornando-a acessível a todos os públicos, tendo uma abordagem diferente em cada exposição, cortando laços com o carácter mais estático, exclusivo e institucional da maioria das galerias e museus. Como o seu nome sugere, o NOT a MUSEUM não é uma galeria, mas sim um laboratório

 

Isabel Pavão expõe "Porto - Paris - New York" no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante

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O Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso e a Árvore – Cooperativa de Actividades Artísticas, CRL apresentam a exposição individual da artista plástica Isabel Pavão, Porto – Paris – New York, que vai estar patente até 18 de Setembro.

 

A exposição chega a Amarante ao MMASC depois de ter sido apresentada na Cooperativa Árvore em 2021 e na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa. Com curadoria de Laura Castro, atualmente Diretora Regional de Cultura do Norte, "Porto – Paris – Nova Iorque" apresenta os trabalhos de Isabel Pavão que constituem a Impressions Series, de 2018 e 2019. A completar esta produção estarão também peças de séries anteriores: Vestiges, Linguistic Boundaries Series e Oriental Series, Americana Series e Atmospheres.

 

“Assim se ilustra o trânsito entre Porto, Paris e Nova Iorque, cumprido pela artista nos dois sentidos, do qual resultam as referências que a sua obra incorpora, as ressonâncias culturais que manifesta e as problemáticas artísticas, e de outra natureza, que nos propõe. O material exposto revela a permanência dos processos concepção, composição e materialização da pintura, explorados desde as suas séries inaugurais. Revela, também, o modo como relaciona o universo exterior e a esfera íntima, ora entendendo-os como espelho, ora fragmentando-os em camadas e desarticulando-os em estilhaços”, explica Laura Castro.

 

Isabel Pavão formou-se em Artes Plásticas / Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, em 1984. Obteve uma bolsa do Governo Português para desenvolver um projeto artístico em Paris, França. Concluiu o Mestrado em Artes / Diplôme d’Études Approfondies Artistiques, na Université Paris VIII – St. Dennis, em 1988, e fez pesquisa destinada a doutoramento / Thèse de Troisième Cycle.

Entre 1990 e 1994, com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana, obteve o Doutoramento em Artes na New York University, em 1994. Vive e trabalha em Nova Iorque desde 1990. Tem participação ativa e frequente como artista e curadora, e como professora convidada em Universidades, Escolas de Arte e Museus. As suas intervenções centram-se na área da Arte Contemporânea, Estética, Pedagogia e em projetos que envolvem o seu próprio trabalho. É membro da Direção do Cinema Arts Centre, em Nova Iorque, do Advisory Board of Directors of Arte Institute e do Conselho da Diáspora Portuguesa.

Da sua colaboração com o escritor Nuno Júdice resultou o livro “Ten Impressions of Rose and Sea”, e com a escritora Katherine Vaz, o livro “The Heart Is a Drowning Object.

 

"Porto – Paris – Nova Iorque" estará patente ao público no MMASC até dia 18 de setembro de 2022, das 10h às 12h30 e entre as 14h00 e as 18h00, excepto às segundas-feiras e feriados.

 

Exposição de Martim Brion "Matter informs form - Language informs thought" na Galeria NAVE

A Galeria NAVE apresenta no dia 7 de Julho a exposição de Martim Brion "Matter informs form - Language informs thought". Os trabalhos apresentados fazem parte da série “Ponto Contraponto” que esteve patente em Maio, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha com curadoria e texto de João Pinharanda.

MATÉRIA INFORMA FORMULÁRIO - IDIOMA INFORMA EXPOSIÇÃO DE MARTIM
BRION
EXPOSIÇÃO DE MARTIM BRION DE MARTIM BRION
07.07 __ 02.09.2022

Segunda a Sexta das 12 às 19h
Outros horários por marcação
de segunda a sexta-feira 12 - 7 PM
Outros horários mediante agendamento

 PT
O trabalho de Martim Brion apresenta-se como que isento de toda a subjectividade. Partimos de um conjunto de inscrições que entendemos como o eixo do seu pensamento e acção artística para analisarmos depois o lugar da escultura e da pintura no seu trabalho.

Apesar das numerosas fissuras de subjectividade assinaladas no edifício dos dois conjuntos apresentados o trabalho de Martim Brion aparece, realmente, como um jogo. Esse jogo é feito, não contra o mundo natural, pois Martim Brion usa os elementos matriciais desse mundo (os padrões de cor, as geometrias puras e as combinatórias desses elementos), mas sem ter em conta a sua variabilidade infinita (ou seja, a “impureza” orgânica da natureza). Martim Brion balança assim entre a pureza idealizada dos meios que elege como elementos do seu vocabulário e tem ao seu dispor e a instabilidade permanente proporcionada pelas possibilidades de associação.

João Pinharanda, Maio 2022
Excerto do texto da exposição “Ponto Contraponto” que esteve patente no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.

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Politécnico de Leiria leva obras de desenho e vídeo realizadas a partir do elemento água ao Pavilhão do Conhecimento

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“Cintilações e Reflexos – Água” é o mote da exposição coletiva de desenho e vídeo promovida pelo Politécnico de Leiria, patente no Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva, em Lisboa, que pretende tornar sensíveis as razões pelas quais qualquer um de nós desenvolve desde tenra infância uma relação imagética com a água. A exposição dá a conhecer diversas obras em desenho e vídeo que abordam as expressões da água – queda, movimento, ondulação, depósito, serenidade, degelo, profundidade, reflexo, entre outros -, estando patente até ao dia 11 de setembro.

A exposição tem como comissários Philips Cabau, arquiteto e professor da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) do Politécnico de Leiria, e Samuel Rama, pró-presidente do Politécnico de Leiria para a área da Cultura e Bibliotecas.

«Nos modos como a água estabelece, com os demais elementos do mundo natural que integra, as suas complexas articulações, reconhecemos muitas das problemáticas que caraterizam o desenho — na sua relação com o fazer artístico. Não é tanto uma coincidência pontual ou metafórica, mas uma elaborada rede de correspondências. Entre ambos, água e desenho, são tantas as semelhanças que se diria tratar-se do mesmo mapa. Água e desenho são entidades que possuem fronteiras e identidades complexas. Para as apreender, mais que identificá-las pelos seus contornos, devemos tentar aceder à sua potência seminal, à sua transversalidade estrutural», referem Samuel Rama e Philip Cabau, acrescentando: «É esse o assunto central da exposição que agora se apresenta no Pavilhão: um movimento pendular entre a imaginação das formas e a identificação das forças que as geram».

Quintas de Melgaço recebe exposição fotográfica “O Rosto Por Trás da Máscara”

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Até 28 de agosto quem visitar a Quintas de Melgaço poderá ainda conhecer a exposição “O Rosto Por Trás da Máscara”. A mostra reúne fotografias da autoria do melgacense Gabriel Cristiano e é uma iniciativa da instituição Contrato Local de Desenvolvimento Social 4ª Geração (CLDS-4G) de Melgaço, que trabalha há dois anos junto dos habitantes idosos do município. As fotografias revelam os rostos desses munícipes, que estiveram “escondidos” pela máscara durante a pandemia.  A mostra é acompanhada pelos textos da obra ÉS CURA da autora Paula Alves.

“A máscara impôs-se no nosso dia-a-dia para nos acompanhar e proteger. Permitamos que ela cumpra a sua função, sem medo e com aceitação. O brilho que emitimos com o nosso ser e com o amor que damos resplandecerá sempre muito além de qualquer tapa-sorrisos! Hoje em dia estamos (ou deveríamos estar) mais atentos à nossa volta, lemos sinais diferentes daqueles a que estávamos habituados e sentimos e valorizamos mais a importância e a presença das pessoas. Passamos a olhar, olhos nos olhos, quando falamos com alguém. E isto é verdadeiramente especial (em qualquer idade)”, refere-se a autora Paula Alves, sobre a exposição.

“Queremos abraçar as iniciativas da nossa comunidade e ao mesmo tempo surpreender quem nos visita. Daí abrirmos as portas da nossa sala de provas a esta exposição, numa altura em que recebemos mais turistas, dando a conhecer mais sobre a nossa região, além do vinho”, refere Pedro Soares, Administrador das Quintas de Melgaço.

Para mais informações, consultar: www.quintasdemelgaco.pt

NÃO É UM MUSEU, MAS O NOT A MUSEUM APRESETA ATÉ 12 DE AGOSTO EXPOSIÇÃO DE ARTE INTERNACIONAL

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Stephané Conradie – “Agapanthus and vark lelies” 2021

 

 

 

A exposição de arte internacional (IM)MATERIALITY em exibição no NOT A MUSEUM foi prolongada até dia 12 de agosto. Esta iniciativa, com enorme sucesso, conta com a presença de cerca de uma centena de obras de 48 artistas com trabalhos originais, maioritariamente inéditos, e ainda uma secção de Múltiplos.

(IM)MATERIALITY tem a curadoria de Graça Rodrigues, Sónia Ribeiro, Katherine Sirois, Lourenço Egreja e Diogo Bento e expõe, através de três núcleos distintos, uma conjugação significativa de meios que vão da pintura ao desenho, passando pela escultura, pela fotografia e pela instalação. Nela, promove-se uma reflexão em torno dos conceitos de materialidade e imaterialidade e coloca-se em primeiro plano cerca de 90 obras de 48 artistas provenientes de uma grande variedade de origens culturais e geográficas - incluindo Portugal, Angola, Moçambique, África do Sul, RDC, São Tomé e Príncipe, Burkina Faso, Namíbia, Holanda, Alemanha e Brasil - cujas práticas ultrapassam fronteiras espaciais e técnicas.

 

(IM)MATERIALITY centra-se no fascínio produzido pelos efeitos transitórios da matéria e da técnica, decorrente do atual interesse da comunidade artística pela exploração de novos materialismos, de novos meios e géneros artísticos, cada vez mais híbridos, bem como da sua dedicação crescente à recuperação e consagração de práticas ancestrais de criação artística.

 

Ao longo da exposição prevalece a noção da ambiguidade de género. Através dela, é-nos permitido compreender a forma como os autores avaliam a matéria e a não-matéria, a tangibilidade e a intangibilidade como um meio de comunicação, seja expandindo a media e as narrativas tradicionais, seja utilizando objetos do quotidiano como recurso para edificar novas formas.

 

(IM)MATERIALITY desafia o status quo e a significação da materialidade e da imaterialidade, que aqui são constantemente questionados e também continuamente redefinidos. Apresenta a obra de arte como um objeto social cuja forma material, longe de ser acessória, é ao contrário, essencial para a geração de um sentido.

A exposição tem a direção artística e produção da THIS IS NOT A WHITE CUBE, a primeira galeria africana em Portugal que, mantendo uma profunda ligação com África, não se centra exclusivamente nos círculos lusófonos, mas principalmente na estética emergente das produções artísticas culturais do Sul Global.

 

Através desta produção, realizada em parceria com a ART MEXTO, o projeto NOT A MUSEUM e o Carpe Diem Arte e Pesquisa, a galeria luso-angolana THIS IS NOT A WHITE CUBE apresenta um projeto que, há semelhança do sucedido em anos anteriores, pretende gerar um diálogo entre países com afinidades coloniais e históricas, refletindo sobre o conceito de descolonialidade e procurando promover uma reflexão sobre a forma como a arte contemporânea africana se tem vindo a afirmar à escala global.

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Susana Cereja – “BOADICEA”, 2021, Tapestry in Arraiolos stitch

 

Artistas Integrados: Ana Silva, António Faria, Barbara Wildenboer, Bete Marques, Cássio Markowski, Dagmar Van Weeghel, Domingos Loureiro, Ery Claver, Hennie Mayer, Januário Jano, João Dias, João Jacinto, Katharien de Villiers, Kimathi Mafafo, Kudzanai Chiurai, Gonçalo Mabunda, Luís Damião, Manuela Pimentel, Marion Boehm, Nadia Raaths, Nelo Teixeira, Nicole Rafiki, Osvaldo Ferreira, Patrick Bongoy, Paulo Climachauska, Pedro Pires, Pedro Valdez Cardoso, Raquel Belli, Remofiloe Mayisela, René Tavares, Saïdou Dicko, Sidonie Hadoux, Sofia Yala, Stephané E. Conradie, Susana Cereja, Vanessa Barragão, Vivier Kohler.

 

Colecção de Múltiplos - Carpe Diem, Arte e Pesquisa

Ana Battaglia, Ângela Ferreira, Carla Cabanas, Constança Clara, Fabrizio Matos, Fernando Marante, Hector Prats Françés, José Spaniol, Joana Tejo, Mónica de Miranda, Pedro Coelho.

Esta exposição, realizada em parceria com a ART MEXTO, o projeto NOT A MUSEUM, Carpe Diem Arte e Pesquisa, a galeria luso-angolana THIS IS NOT A WHITE CUBE, pretende gerar um diálogo entre países com afinidades coloniais e históricas, refletindo sobre o conceito de descolonialidade e procurando promover uma reflexão sobre a forma como a arte contemporânea africana se tem vindo a afirmar à escala global. 

 

NOT A MUSEUM

Palais Castilho, Rua Castilho 3, Lisboa

Horário:

Quarta-feira a Sexta: das 14h às 19h  

Outros horários: mediante marcação

Entrada Livre

 

Sobre o NOT A MUSEUM:

O projeto NOT A MUSEUM foi criado em 2018, em Lisboa, como resultado do ADN da MEXTO Property Investment, promotora imobiliária premium que concretiza projetos de alta qualidade. Com sede em Lisboa, num edifício devoluto, acolhe todos os públicos, numa estrutura multifacetada, flexível e ágil, que colabora com diferentes associações, ativistas, escolas, fundações e colecionadores privados para a realização de performances, fóruns, palestras, exibições, concertos, desfiles de moda e outros eventos culturais, que contribuem para a promoção de artistas e movimentos, a nível nacional e internacional.

O NOT a MUSEUM promove um programa de arte contemporânea baseado na inovação e exploração, proporcionando à cidade de Lisboa uma experiência única de contacto com artistas, galerias, colecionadores, curadores e agentes culturais de diferentes continentes e afinidades, da Europa à África, da Ásia à América do Sul. É também um espaço de ligação e comunicação entre países e culturas, e tem recebido o apoio de vários membros do corpo diplomático acreditado em Portugal, como reconhecimento do importante papel da arte na diplomacia.

Com um espírito experimental, promove uma nova relação com a arte, tornando-a acessível a todos os públicos, tendo uma abordagem diferente em cada exposição, cortando laços com o carácter mais estático, exclusivo e institucional da maioria das galerias e museus. Como o seu nome sugere, o NOT a MUSEUM não é uma galeria, mas sim um laboratório experimental, um local de estudo, investigação e comunicação para artistas, galerias e visitantes.

 

 

Exposição imersiva inédita de Leonardo da Vinci chegou a Portugal

A experiência, que marca a 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo”, está disponível até 7 de agosto. A entrada é gratuita.

Hoje, 21 de junho, “A Arte Chegou ao Colombo” inaugurou “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva”, uma exposição inédita sobre Leonardo da Vinci, um dos artistas mais importantes do Renascimento. Pela primeira vez em Portugal e num centro comercial, a exposição é gratuita e está aberta ao público até 7 de agosto. A 12ª edição do projeto de arte pública do Centro Colombo conta ainda com uma apresentação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e um mini ciclo de cinema com curadoria da Festa do Cinema Italiano.

 

A experiência de arte imersiva tem sessões a cada 15 minutos, numa sala com cerca de 150 metros quadrados, com cerca de  seis metros de altura e mais de 700m3, fazendo deste o maior volume já projetado na Praça Central, no Piso 0. A experiência deste museu temporário está dividida em seis partes, incluindo algumas das suas pinturas, intercaladas com uma visualização do artista através dos seus esboços e anotações sobre estudos de ciência, engenharia, arquitetura, entre outras áreas.

 

Os visitantes têm a oportunidade de contemplar as obras artísticas mais reconhecidas, bem como estudos científicos deste artista de renome mundial, numa verdadeira imersão de cores e sons, onde todos são convidados a mergulhar na obra de Leonardo da Vinci, que, em 2022, celebra o 570º aniversário de nascimento.

 

Talentos e genialidade de Da Vinci contada em seis capítulos

 

O arranque da exposição imersiva é feito com o “Homem Vitruviano”, um símbolo da Renascença e do próprio Da Vinci, seguindo-se um capítulo dedicado à pintura, com uma série de retratos femininos icónicos, como a “A Dama com Arminho”. Depois, são apresentados alguns dos estudos inovadores de máquinas militares concebidas por da Vinci, como “A catapulta” ou “A Arma de Cano Múltiplo”, e estudos hidráulicos, com esboços e notas sobre sistemas de circulação da água, culminando na obra-prima “A Virgem das Rochas”. A experiência prossegue com o caminho do artista enquanto arquiteto, com estudos geométricos e de igrejas planeadas centralmente, encimadas por grandes cúpulas e rodeadas por estátuas. Por último, podem ser contempladas as suas grandes obras-primas: “Santa Ana”, “Mona Lisa” e “A Última Ceia”.

 

Com edição e produção artística do Art Media Studio, esta experiência já esteve em seis países e estreou-se agora em Portugal e pela primeira vez num centro comercial em todo o mundo. O trabalho do Art Media Studio já foi adotado por alguns dos principais museus a nível mundial, como o Galleria Uffizi e a Galleria dell’ Accademia em Florença (Itália) ou o OCT Design Museum em Shenzhen (China), entre outros de renome.

 

O conceito e produção executiva ficou a cargo da State of the Art (SOTA), enquanto o projeto de arquitetura foi assinado pelo Diogo Aguiar Studio. “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva” conta ainda com a parceria institucional do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa.

 

Também há cinema e ópera na 12ª edição de“A Arte Chegou ao Colombo”

 

A agenda da 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” vai contemplar outros dois momentos culturais na Praça Central, entre eles um momento musical com repertório opertático italiano reconhecido do público pelas vozes do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, assinalando o 229º aniversário do mesmo.

 

Entre julho e agosto, vai decorrer ainda um mini ciclo de cinema curado pela Festa do Cinema Italiano em parceria com a Risifilm, com a exibição de três filmes dedicados aos grandes maestros da arte italiana — Leonardo da Vinci, Michelangelo e Caravaggio.

 

As exposições promovidas pela “A Arte Chegou ao Colombo”, um projeto pioneiro do centro que nasceu da vontade de divulgar, promover e democratizar a interação com a arte de forma gratuita e acessível a todos, já foram visitadas por mais de 1 milhão de pessoas ao longo destes mais de 10 anos.

 

 

Sobre A Arte Chegou ao Colombo

Lançado em 2011, “A Arte Chegou ao Colombo” é um projeto pioneiro do Colombo que contribui para a divulgação e promoção de atividades culturais, aproximando os visitantes do centro das diversas manifestações artísticas e promovendo a sua participação, democratização e interação com a Arte de forma gratuita e acessível a todos. Pode consultar mais informação sobre o projeto em anexo. Mais informações em www.colombo.pt/artecolombo/.