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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EMARP - Exposição AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER - Centro de acolhimento A Catraia

AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER

Exposição do centro de acolhimento A Catraia

9 de dezembro de 2019 a 3 de janeiro de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Sinopse

Mão de Ampara
Mão que Segura
Mão que Afaga
Mão que Protege
Mão que Para
Mão que Brinca
Mão que Aquece
Mão que Sente
Mão que Orienta
Mão que Levanta
Mão que Cuida
Mão que Alimenta
Mão que Limpa
Mão que Fala
Mão que Abraça


No mês de Abril dedicado à prevenção dos maus tratos infantis, promovemos a nossa exposição “As Mãos Não São Para Bater”.

Esta exposição foi construída com o apoio de duas alunas do curso de Educação Social da Universidade do Algarve (Margarida Duarte e Rita Valejo), que se encontravam a cumprir estágio académico na Casa de Acolhimento A Catraia, e com a colaboração dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho.

Esta exposição pretende sensibilizar para a problemática dos maus-tratos infantis, usando diversos suportes como pintura, fotografia e impressão têxtil.

Ao levar esta exposição a diferentes espaços pretendemos transmitir uma mensagem o mais ampla possível e promover momentos de reflexão junto da comunidade, ao mesmo tempo que procuramos dar a conhecer a nossa atividade Casa de Acolhimento para crianças e jovens em risco.

Exposição inédita de Jorge Irasagarra em Matosinhos

 

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Inauguração no sábado, 14 de dezembro, às 16 horas

 

Vinte e quatro fotografias a preto-e-branco de Jorge Irasagarra compõem a exposição Apenas Um Pouco Tarde, que no próximo dia 14 de dezembro, pelas 16 horas, será inaugurada na galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos. A mostra ficará patente até ao dia14 de janeiro.

 

Resultado de uma escolha pessoal e da imersão em quase trinta anos de negativos fotográficos e ficheiros digitais, a exposição inclui imagens captadas em Portugal, Itália, Alemanha, Espanha e Cabo Verde, traçando um roteiro nostálgico por diferente geografias e afinidades eletivas.

 

O título da exposição, Apenas Um Pouco Tarde, resulta da apropriação de um verso do poeta Manuel António Pina, ao qual, deste modo, o fotógrafo recorda e homenageia. 

 

“Estas são fotos que nos param o olhar, que nos fazem franzir o sobrolho, que reclamam explicações nunca satisfeitas. Há espaços abandonados, vandalizados, com magníficas paisagens marítimas; há marcos perdidos, mergulhados no abandono vegetal; estranhas vitórias de cavalos autênticos sobre máquinas apodrecidas de muitos cavalos mecânicos; há a inevitável atracção dos velhos pela violência do mar; e há, digo eu, uma contribuição para o alargamento de ‘cidade triste e alegre’ de Victor Palla e Costa Martins”, escreveu o jornalista Carlos Romero no texto que produziu para o catálogo da exposição.

 

Jorge Irasagarra nasceu no Porto em 1971 e tem publicado em diversos jornais e revistas, tendo anteriormente mostrado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas em Portugal e Cabo Verde. Foi este ano finalista do Mira Mobile Prize B&W.

 

Mais informação em https://jorgeirasagarra.wixsite.com/home 

"Pronomes Reflexivos": Exposição de escultura de Álvaro de la Veja em Loulé

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De 29 de novembro a 18 de janeiro, a Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, recebe a exposição de escultura de Álvaro de la Veja, "Pronomes  Reflexivos"

“Apesar de vivermos tempos obcecados por conseguir com que os robôs tenham uma inteligência cada vez maior, os especialistas consideram que não devemos preocupar-nos enquanto eles tiverem a inteligência de um réptil, de uma ratazana ou de um cão. O problema virá quando tiverem a inteligência de um macaco, pois os macacos sabem que não são humanos. Às vezes tenho a impressão de que a obra do escultor luguês Álvaro de la Vega percorre o caminho contrário. Não se trataria de aumentar o grau e a diversidade de inteligências que há no mundo, mas de regressar a uma época em que a inteligência abstrata fosse reduzida a uma inteligência meramente biológica, de sobrevivência, a um ecossistema dominado pelas formas mais primárias da linguagem (um grito, um advérbio, um vocativo, uma onomatopeia, uma desinência) e da geometria (uma intersecção de planos, uma atalaia, um prisma, uma parede, espaços de luz, como ele diz). E tudo porque as suas figuras provocam, no meu olhar, um profundo desejo de esquecer que sou consciente, logo racional, logo humano.” (Xosé Ricardo  Losada)

Esta exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h30, e ao sábado, das 9h30 às 16h00. A inauguração acontece esta sexta-feira, 29 novembro, às 18h00. A entrada é livre.

CML/GAP /RP

 

MARA CASTILHO | Exposição "O Vazio da Minha Alma"

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© Mara Castilho, Sem título, 2019
 

 
Inauguração:  quarta-feira, 27 novembro, 18h30
Exposição:  28 novembro a 23 dezembro 2019 | Seg. a sex. 11h00-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
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No próximo dia 27 de novembro, às 18h30, inaugura “O VAZIO DA MINHA ALMA”, exposição de Mara Castilho, na Ocupart - Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
 

Em “O VAZIO DA MINHA ALMA”, Mara Castilho expõe fotografias pintadas e bordadas em tela. 
O vazio e a perda assombram essas obras. Entre o preto & branco e o dourado, Castilho expõe imagens que navegam entre o belo e o feio, a dor e o amor, o vazio e a ruina, a vida e a morte.
 

MARA CASTILHO, trabalha nas áreas de vídeo, instalação, fotografia e performance. Da sua formação destacam-se o mestrado em Artes Visuais pela Universidade de Westminster, Londres, em 2007 e o bacharelato em Teatro e Dança, na  Laban Center for Movement and Dance,  Londres, em 2000. Frequentemente fazendo referência ao corpo, sua vulnerabilidade e resistência, a sua obra é permeada por justaposições de opostos como ternura e dureza, afeto e ódio e desejo e revolta.
Castilho foi nomeada em 1999 para o Stephen Arlen Memorial Award for PerformanceNational English Opera (Inglaterra/GB), em 2005 para o Beck's Future Awards for Arts (Inglaterra/GB) e em 2006 para o International Prize of Performance, Galeria Cívica (Itália/IT). O seu filme ‘Process 5703/2000’ foi vencedor do Melhor Filme & Melhor Banda Sonora ‘Premio Europeu Massimo Troisi (Itália/IT), 2003. As suas obras tiveram diversas criticas de imprensa, alem de serem publicadas em livros, revistas internacionais e catálogos.
 
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 liOrganizada pela Ocupart, a exposição poderá ser visitada até 23 de dezembro, de segunda a sexta, entre as 11 às 19 horas, ou ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.

Mais informação em ocupart.

Sem título, 2019
Glicée print, tinta esmalte e acrílica, 20 x 18 cm

Exposição “MICRO/MACROCOSM” no CECAL

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De 6 de novembro a 18 de janeiro, o CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé recebe a Exposição “MICRO/MACROCOSM”. Trata-se de uma iniciativa organizada pela International Print Exchange Programme (IPEP), Índia, em colaboração com a Câmara Municipal de Loulé.

Esta é uma iniciativa sem fins lucrativos, através da qual os artistas partilham o seu trabalho com cada um dos outros participantes, por todo o mundo. Os participantes exibem individualmente o portfólio na sua terra natal, podem adicioná-lo à sua própria coleção e o seu trabalho é exposto internacionalmente.

O IPEP fomenta o trabalho em rede entre os impressores e cria a consciencialização sobre a gravura como uma forma de arte entre os seus telespetadores.

Desde 2013, esta iniciativa deu origem a uma comunidade de 195 participantes de 33 países, contribuindo com uma fantástica série de mais de 65 exposições em todo o mundo. O CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé , recebe a última exposição internacional deste projeto, que conta com a participação da artista Silvia Calvetti.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 16h30. A inauguração está marcada para as 18h00.

 

CML/GAP /RP

O Teatro Municipal Amélia Rey Colaço recebe exposição comemorativa no seu 21.º aniversário.

O Teatro Municipal Amélia Rey Colaço recebe exposição comemorativa no seu 21.º aniversário.

A exposição do pintor Pedro César Teles vai estar patente até dia 31 de janeiro.

A Companhia de Actores comemora o 21.º aniversário do Teatro Municipal Amélia Rey Colaço com uma exposição de pintura contemporânea, de Pedo César Teles.

No dia 14 de dezembro comemora-se a data em que o Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, foi baptizado em 1998 pelo Exm.º Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Dr.º Isaltino Afonso Morais. E a melhor forma de homenagear este acontecimento, que permitiu estreitar a relação entre a cultura e a comunidade, em Algés, foi criar uma exposição que convidasse o público a visitar o Teatro. “Não fosse o nosso lema, o Sinta-se em casa!“, conta Cláudia Semedo.

O n.º16 A da Rua Eduardo Augusto Pedroso, é um espaço com uma longa tradição de teatro mesmo antes dos anos 80 até que depois da sua recuperção, se tornou cada vez mais acessível a todos. “Como um dos responsáveis pelo percurso da Companhia de Actores, o projecto em que acredito para o nosso grupo passa por tornar a nossa estrutura num ponto de encontro de artistas, de estéticas diferentes, de diálogos artísticos que tenham influência na nossa forma de olhar o mundo. Ao mesmo tempo, enquanto director do Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, acredito que esse é também o papel de um equipamento cultural municipal: aceitar o desafio de trazer oferta cultural coerente e, ao mesmo tempo, surpreendente. Integrar Teatro na programação e articulá-lo com música, poesia ou pintura é, por isso, mais do que um dever, uma convicção artística”, conta Tiago Fernandes.

Pedro César Teles foi o artista convidado para dar vida às paredes do Teatro, com a exposição: “Não só, mas também”, onde é possível visualizar a sua assinatura artística como uma caligrafia do espírito, transmissão directa de impulsos, de reflexões, de sentimentos que pouco a pouco se transformaram em matéria, em forma, em pensamento plástico.

A exposição será inaugurada dia 18 de dezembro e estará disponível até o dia 31 de janeiro de 2020.

Fotógrafo italiano Massimo Listri inaugura no Centro de Exposições da Fundação Champalimaud

Fotógrafo italiano Massimo Listri inaugura no Centro de Exposições da Fundação Champalimaud  

 

Inaugura hoje, na Fundação Champalimaud, a primeira exposição de fotografia de Massimo Listri em Portugal – The Beauty Syndrome / O Síndrome da beleza.   

Massimo Listri é um dos fotógrafos italianos mais reconhecidos internacionalmente e traz a Portugal 27 obras que estarão em exposição até ao final de Março de 2020. O seu trabalho destaca-se pelas imagens de larga escala de espaços interiores majestosos, vazios e icónicos. Espaços, arquitetónica e culturalmente, relevantes, espaços sem a presença do ser humano mas com forte impressão humana. São espaços e detalhes capturados por uma lente que os tornam inesperados, bizarros trazendo a presença humana sem a figura. 

Nas suas fotografias de espaços interiores de castelos, de casas abandonadas, de bibliotecas, de catedrais e de teatros, Listri parece compor as linhas no espaço. Desafia a perspetiva dos volumes e, através destas suas imagens absolutamente reais acaba a desafiar a realidade, suscitando reações e emoções várias do espanto à confusão.    

Nascido em 1953 em Florença, Itália, Massimo Listri iniciou a carreira de fotógrafo muito jovem. Em 1981, fundou a revista e a editora de publicações de arte FMR, de renome internacional, como os editores Franco Maria Ricci e Vittorio Sgarbi. Ao longo de trinta anos publicou mais de 60 livros com outros importantes editores na Europa e nos Estados Unidos.  As obras do artista já foram exibidas na The Morgan Library and Museum de Nova York, no Museu de Arte Moderna de Bogotá, no Museu do Vaticano em Roma e no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires, entre outros.   

Listri vive e trabalha em Florença, Itália. 

Inauguração da exposição “Contemporaneidade pelo olhar de quatro artistas plástica!" - 19 de dezembro

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No dia 19 de dezembro, pelas 18 horas, inaugura a exposição de quatro mulheres contemporâneas dedicadas, desde há muito tempo, à pintura e escultura. Embora com percursos profisionais e formações académicas distintas, diariamente percorrem o sonho de se completarem através da arte, percorrendo as telas vazias com a sua imaginação e a pedra com a sua criatividade.

 

 

Catarina Bual

Nasceu em 1992. Reside em Oeiras. Licenciou-se em Escultura e realizou o ERASMUS no último ano, em Bolonha, Itália. Concluiu, em 2016, o Mestrado em Especialização de Escultura também pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Frequentou um curso de Fotografia com os formadores Arlindo Pinto e Jorge Alves. Desenvolve projetos e trabalhos em escultura, fotografia, design gráfico - criação de posters e flyers, etc. Tem participado em diversas exposições coletivas, residências artísticas, simpósios e workshops. Participou na 1ª Residência Artística de Land Art, em Moledo, através da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e, mais recentemente, foi assistente do escultor Abílio Febra num simpósio de escultura em betão em Maceira. Em 2017, tornou-se 1ª Vogal e Art Director do Grupo Jovem no Círculo Artístico e Cultural Artur Bual, onde também ajuda a organizar projetos e desenvolver os trabalhos relacionados com design gráfico.

 

Claúdia Ferro

Nasceu  em Coimbra, Portugal, a 10 de dezembro de 1968.

É Licenciada em Psicologia Clínica, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e possui formação profissional e experiência na área da Psicologia Clínica e Forense e das Ciências Sociais, no âmbito do Ministério da Justiça. A sua prática artística como autodidata assume uma perspetiva de busca do Belo através da representação do corpo, enquanto elemento expressivo e repositório de significados, vivências, prazeres, afetos, memórias...

As suas obras atuais são dominadas por figuras femininas de grandes olhos que simultaneamente questionam e observam, que refletem o que está dentro e o que se encontra fora. Com o seu trabalho pretende atingir um grau de poesia visual, recriada pelo observador.

 

Dália Cordeiro

Fez Arte dos Tecidos na Escola António Arroio; Complemento de Formação em Vidragem Cerâmica na Universidade de Aveiro e licenciatura  em Educação Visual e Tecnológica no Instituto Jean Piaget.

Desde 1989 tem feito várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro.

 

Lena Poinha

Médica de profissão e Artista de coração é natural de África (Moçambique).  Desde criança, sempre sentiu gosto em mexer com cores e objetos. Autodidata, dedica-se integralmente à pintura desde 2010. Recentemente, os seus trabalhos, são a sua observação artística dum ambiente onde o figurativo humano é o seu foco primordial.  Inúmeras exposições realizadas e atribuição de vários prémios, sendo o último, o 1º Prémio da Art’Oeste Internacional 2019.

 

No dia da inauguração haverá uma performance musical com Margarida Marcelino (canto acompanhado por harpa).