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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Resistir ao Idai”: Exposição de Fotografia em Quarteira

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Decorre de 15 de fevereiro a 11 de abril, na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, a Exposição de Fotografia “Resistir ao Idai”, com trabalhos da autoria de Luís Barra, Leonel de Castro, André Catueira, Miguel Lopes, Tiago Miranda, Tiago Petinga, João Porfírio, Daniel Rocha e António Silva.

Este espaço cultural apresenta imagens que testemunham o impacto da tempestade tropical mais forte a atingir Moçambique desde o ciclone Jokwe, em 2008.

“O ciclone Idai, que em meados de março de 2019 varreu a província de Sofala, no centro de Moçambique, nada poupou. Um rasto de destruição que em muitos casos deixou apenas gente e um chão de lama. Sobreviventes. A quem a esperança dá força e a falta de alternativas, alento. Resistir é o que resta.

Os números oficiais indicam mais de 700 mortos, acima de 300 mil famílias despojadas de bens e de abrigo, e mais de 1,5 milhões de pessoas afetadas, em consequência direta do Idai. É claro que há também um tempo para o alívio do choro, mas o que é preciso é andar em frente. Caminhar em busca do futuro.” (José Augusto Moreira)

“Resistir ao Idai” é uma exposição de fotografia integrada no Prémio Estação Imagem 2019 Coimbra, Festival Internacional de Foto jornalismo.

A Exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 9h30 às 13h30 e das 15h00 às 18h00. Inaugura no sábado, dia 15, pelas 18h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

Exposição JOSÉ PRACANA até 31 Maio e CONVERSAS DE MUSEU de regresso

Museu do Fado prolonga exposição 

JOSÉ PRACANA

e promove Conversa com
João Braga e Rui Vieira Nery


A retrospectiva dedicada à vida e obra do músico, intérprete, coleccionador e investigador JOSÉ PRACANA (1946-2016), consensualmente reconhecido como uma das grandes figuras da história do Fado, fica patente no Museu do Fado até 31 de maio.

No próximo dia 18 de Março, data de aniversário de José Pracana, o Museu promove uma conversa sobre o artista, com João Braga e Rui Vieira Nery, aberta à participação do público. Este evento insere-se no ciclo "Conversas de Museu" que o Museu do Fado iniciou em 2018 e recebeu já mais de duas dezenas de convidados.

Dia 11 de Março o ciclo deste ano inicia com Ada de Castro, dia 18 prossegue com esta conversa dedicada a José Pracana e dia 25 recebe Mário Pacheco. A moderação é de Nuno Pacheco e a entrada é livre, mediante reserva.

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Na exposição JOSÉ PRACANA, que se prolonga até final de maio, o visitante pode conhecer o vastíssimo acervo pessoal do artista: fotografias, jornais, discos, documentos, cartazes, instrumentos musicais, troféus e condecorações. Estão também disponíveis para visionamento imagens de alguns dos programas televisivos que dirigiu e uma recriação do seu retiro em Ponta Delgada, que permite uma aproximação ao ambiente singular das tertúlias que ali promoveu.

"Amador por convicção, tal estatuto nunca o impediu de acompanhar e de conviver com os grandes pilares da tradição fadista – de Amália Rodrigues a Maria Teresa de Noronha, de Alfredo Marceneiro a João Ferreira Rosa - de actuar em concertos nos vários palcos do mundo, de estudar aprofundadamente esta tradição tão enraizada na nossa sociedade, elevando-a e salvaguardando-a, para memória futura", diz Sara Pereira, directora do Museu do Fado e curadora desta exposição, no catálogo que a integra. "Foi uma das personalidades mais completas que o Fado conheceu".

Museu do Fado
Terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada: 17h30)
Visitas guiadas para grupos: info@museudofado.pt / 21 882 34 70

Bilhete: 5€ (com acesso à exposição permanente)
Reduções para menores de 25, maiores de 65, reformados, residentes no concelho de Lisboa e grupos organizados, entre outros.

 

Fundação AFID na Galeria Artur Bual com “Pé(r) na Partida”

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A Fundação AFID Diferença participa, a partir do dia 01 de fevereiro, na exposição “Pé(r) na Partida”, na Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes, Amadora, que contará ainda com obras de arte da Amorama, Cerciama e Recomeço.


Pelo terceiro ano consecutivo, os artistas da Fundação AFID Diferença partilham o espaço da Galeria Artur Bual com as congéneres Amorama, Cerciama e Recomeço.

A exposição é inaugurada no dia 01 de fevereiro, às 16h00, e junta pintura, desenho, têxtil, arte decorativa e modelagem dos artistas destas quatro instituições.

De entrada gratuita, a exposição “Pé(r) na Partida” poderá ser visitada até ao dia 23 de fevereiro, de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos domingos, das 14h00 às 18h00.
 


Exposição: “Pé(r) na Partida”
Data: 01 a 23 de fevereiro
Horário: terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e domingos, das 14h00 às 18h00
Local: Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes
R. Luís de Camões, 2 | Venteira | Amadora

Hermenegildo Capelo no Espaço Cidadão em Palmela

 

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Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci” é a próxima exposição que vai poder ser visitada no Espaço Cidadão, em Palmela, já a partir de 4 de fevereiro.

 

Na data de nascimento de Hermenegildo Capelo, a exposição apresenta o percurso biográfico desta personalidade, nascida no Castelo de Palmela, lembrando a sua família, o contexto histórico da sua vida profissional e algumas particularidades da sua personalidade, a partir dos livros escritos como resultado das duas grandes expedições que realizou, em África, nos finais do século XIX.

 

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pela Junta de Freguesia de Palmela, a mostra, de entrada gratuita, vai estar aberta ao público às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt). O Centro Histórico de Palmela, acolhe, assim, mais uma exposição que pretende valorizar o património, as suas tradições e costumes.

 

Loulé Criativo promove cultura local com exposição “Bonecas que contam histórias” de Filipa Faísca de Sousa

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A Câmara Municipal de Loulé tem vindo a dedicar-se à preservação e promoção das suas artes e ofícios tradicionais, enquanto elemento essencial da sua identidade local.

Neste sentido, esta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 18h00, terá lugar, no Palácio Gama Lobo, a inauguração da exposição de bonecas de Filipa Faísca de Sousa, sábia conhecedora das tradições e cultura do interior de Loulé.

Cada boneca presente nesta mostra retrata ao pormenor um ofício, uma tradição ou mesmo um costume do interior do concelho.

Filipa Faísca de Sousa nasceu no sítio do Borno, em Querença, a 22 de maio de 1934. Em tenra idade começou a interessar-se por cantigas, contos, orações e lengalengas da cultura popular que ouvia de sua mãe ou que aprendia no seu dia-a-dia.

Nos anos 80, começou a fazer artesanato, nomeadamente a confecionar bonecas de trapo que contam parte da cultura local, falam das gentes e da vida no campo, tendo cada uma delas uma quadra que conta a sua história e a sua atividade.

Os interessados poderão visitar a exposição até ao dia 15 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos sábados, das 9h00 às 15h00. A entrada é livre.

 

 

CML/GAP /RP

Exposição sobre Hermenegildo Capelo

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A Exposição Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci” é inaugurada a 4 de fevereiro, às 15h30, no Espaço Cidadão, em Palmela.

Na data de nascimento de Hermenegildo Capelo, a Exposição apresenta o percurso biográfico desta personalidade, nascida no Castelo de Palmela, lembrando a sua família, o contexto histórico da sua vida profissional e algumas particularidades da sua personalidade, a partir dos livros escritos como resultado das duas grandes expedições que realizou, em África, nos finais do século XIX.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pela Junta de Freguesia de Palmela, a mostra, de entrada gratuita, vai poder ser visitada, até 31 de janeiro de 2021, às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt).

 

“Reencontros” em exposição na Galeria Beltrão Coelho

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A Galeria Beltrão Coelho inaugura, no próximo dia 06 de fevereiro, às 18h00, a exposição “Reencontros”, uma coletiva com obras de arte de oito mulheres: Ana Ferreira, Bela Branquinho, Fernanda Torgal, Irene Felizardo, Leonor Villa de Brito, Lurdes Fonseca, Maria de Loures Pinto e Soledad C. Reis.

Nesta exposição, os visitantes são convidados a observar oito experiências sensoriais muito diferentes, que têm em comum uma inebriante vontade de criação e partilha, assim como uma invulgar paixão pela arte abstrata, sendo esta a sua maior forma de expressividade.

A inauguração está marcada para as 18h00 do dia 06 de fevereiro e contará com a participação dos alunos de teatro da Academia Inatel e do professor Cláudio Hochman. Desde que se estrearam  na Galeria Beltrão Coelho em aberturas de exposições,  procuram locais onde atuem fora do contexto teatral, contando já com atuações no MAAT, Museu de Arte Contemporânea, Museu Bordalo Pinheiro, Gulbenkian, Museu Nacional de Arte Antiga, Oceanário de Lisboa, entre outras.

A exposição é gratuita e poderá ser visitada até 13 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30.

A Galeria Beltrão Coelho foi criada em 2015 com o propósito de promover e auxiliar o progresso da arte em todas as suas manifestações, defender os interesses dos artistas e permitir aos seus visitantes um momento de viagem para outras realidades, transportando-os para um mundo de novas emoções.
 


Exposição: “Reencontros“
Data: 06 de fevereiro a 13 de março
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às17h30
Local: Galeria Beltrão Coelho – Rua Sarmento Beires, 3A 1900-410 Lisboa

Visite o Espaço Cidadão e saiba quem foi Hermenegildo Capelo!

Município realiza exposição

 

Inauguração Exposição Hermenegildo Capelo (1).

 

Até 31 de janeiro de 2021, visite a Exposição Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci”, no Espaço Cidadão, em Palmela, e conheça melhor esta importante figura histórica, nascida no Castelo de Palmela. A Exposição, organizada pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Palmela, foi inaugurada a 4 de fevereiro, dia em que se assinalaram os 179 anos do nascimento de Hermenegildo Capelo.

Durante a inauguração, o Vereador da Cultura, Luís Miguel Calha, realçou que esta é «mais uma etapa no ciclo de exposições que o Município tem vindo a concretizar» no Espaço Cidadão, com vista à «valorização do nosso património cultural», desta vez, com «uma figura de referência na nossa terra e no país». Com a convicção de que «não podemos projetar o futuro sem valorizar o passado», esta Exposição pretende «transmitir às próximas gerações quem foi esta figura e o que representou», referiu. 

Também o Presidente da Junta de Freguesia, Jorge Mares, lembrou que Hermenegildo Capelo é «uma figura muito estimada de todos e que honra muito a nossa terra», daí a importância de enaltecê-lo. O Presidente acredita que «a Exposição vai ser concorrida», porque «há muitas pessoas que ainda desconhecem quem foi Hermenegildo Capelo».

As/os visitantes vão encontrar informação e imagens que retratam o percurso biográfico, a família e o contexto histórico da vida profissional desta personalidade, que hoje dá nome à rua onde se situa o Espaço Cidadão e a uma Escola Básica de Palmela.

Hermenegildo Capelo (1841-1917) nasceu no Castelo de Palmela, filho de D. Guilhermina Amália de Brito Capelo e do Major Félix António Gomes Capelo, Governador da fortificação entre 1840 e 1845. A contemplação da extensão dos mares a partir do castelo talvez tivesse despertado a vocação para marinheiros e cientistas aos quatro irmãos Brito Capelo.

Foram as duas viagens de exploração científico-geográfica em África que Hermenegildo Capelo realizou com Roberto Ivens e Serpa Pinto que o tornaram uma figura prestigiada a nível nacional e internacional: de Benguela às Terras de Iaca (1877-1880) e de Angola à Contra-Costa (1884-1885). Como resultado destas grandes expedições, Hermenegildo Capelo escreveu dois livros, um dos quais pode também ser apreciado nesta Exposição (“De Angola à Contra-Costa”). A mostra inclui ainda uma componente audiovisual, com imagens de peças atualmente expostas no Museu da Marinha, da imprensa da época e da família Brito Capelo.

De entrada gratuita, a Exposição pode ser visitada às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt) e visitas dirigidas a públicos específicos, como escolas e associações de idosos. Estão ainda previstas visitas com as escolas ao Museu da Marinha, para que as/os alunas/os possam ver ao vivo as peças destacadas nesta mostra.

 

Trabalhos da Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda” em Exposição

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Os trabalhos elaborados pelas/os participantes na Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda” vão poder ser apreciados no Centro Cultural de Poceirão, de 22 de janeiro a 12 de fevereiro.

Esta Exposição Coletiva resulta da Oficina realizada em novembro do ano passado neste espaço, com a formadora Ana Nogueira, no âmbito das Semana(s) da Dança. Inspirada no movimento do corpo humano, esta atividade focou uma parte do corpo determinante para o nosso equilíbrio, a perna. A Oficina foi também inspirada no título do espetáculo "A perna esquerda de Tchaikovski", da Companhia Nacional de Bailado, que explora a vivência bela mas muitas vezes dolorosa do corpo de uma bailarina.

As/os formandas/os tiveram a oportunidade de modelar, construir moldes e pintar sobre tela, criando formas tridimensionais e bidimensionais, em torno da perna e do pé, que vão agora estar em exibição.

            A Exposição Coletiva da Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda”, de entrada gratuita, é organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Ana Nogueira e vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h30, e ao sábado, das 14h00 às 24h00.

"SOBRE A LUZ", de Silvia Pallini

No próximo sábado, dia 8 de Fevereiro, data em que termina a exposição de Silvia Pallini na galeria da Livraria Sá da Costa, a artista fará uma visita guiada pelas 17h, conversando informalmente sobre os trabalhos expostos e sobre a sua obra.

(Livraria Sá da Costa – Galeria. Rua Serpa Pinto, 19, ao Chiado)

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"São maioritariamente pinturas sobre papel de enormes dimensões, realizadas com tinta da china e carvão - ou borralho de madeira queimada - que a artista dispõe sobre folhas molhadas pousadas horizontalmente no chão. O processo artístico subsequente consiste num movimento meditativo, numa melopeia hipnótica da pintora com o fluxo das matérias escorrendo sobre a folha branca – disseminando-se nela, embebendo o papel de cor, impregnando-o – enquanto as composições “aleatoriamente” controladas vão tomando formas muito texturadas e com diferentes graus de opacidade e densidade lumínica." JSM