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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Vaudeville Rendez-Vous “enche” cidades minhotas com circo contemporâneo

Evento: Vaudeville Rendez-Vous

Local: V.N. Famalicão, Braga, Barcelos, Guimarães

Dias: Até 27 de julho

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Após o espetáculo de abertura de ontem – a estreia de “A Simple Space” do grupo Gravity & Other Myths –, o Vaudeville Rendez-Vous regressa hoje às cidades de Braga, Guimarães, Barcelos e Famalicão. O mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta uma programação diversificada, com 40 atividades públicas – 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta e seis estreias nacionais –, a decorrer até sábado, dia 27. Todas os espetáculos e atividades são gratuitas.

Hoje, às 22h00, em Barcelos, Elvis Mendes – vencedor da primeira Bolsa de Criação do Festival, atribuída no ano passado – apresenta “A Fábrica da Mentira”, uma estreia absoluta. À mesma hora, mas em Braga, o grupo inglês Gandini Juggling estreia o espetáculo “Sigma”, um diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana. Durante os restantes dias do Festival há mais espetáculos a não perder, como “Augustus”, de Jonathan Frau e Jorge Lix, amanhã, às 19h00, em Famalicão; ou “Um belo dia”, de Dulce Duca, dia 27, às 11h00, em Barcelos. É, ainda, possível, participar nas oficinas de circo e assistir às restantes propostas da edição deste ano do Vaudeville Rendez-Vous.

 

Festival Vaudeville Rendez-Vous arranca já na próxima semana

De 24 a 28 de julho, na malha urbana da região minhota

Festival de circo contemporâneo apresenta 40 atividades, durante quatro dias, em quatro cidades do Minho. Todos os espetáculos são gratuitos

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É já na próxima semana que tem início o mais influente festival de circo contemporâneo da região norte do país. A sexta edição do Vaudeville Rendez-Vous, a decorrer entre 24 e 28 de julho, em quatro cidades do Minho – Famalicão, Guimarães, Braga e, pela primeira vez, em Barcelos, –, apresenta 40 atividades públicas, nomeadamente 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais. 

 

Mais de 50 artistas, de diferentes geografias, vão revelar todo o potencial do circo contemporâneo, apresentando espetáculos que conjugam engenho e inovação. A abrir a sexta edição, no dia 24 de julho, o Vaudeville Rendez-Vous recebe, pela primeira vez, uma companhia australiana. A Gravity & Other Myths vai apresentar o seu espetáculo “A Simple Space”, em Barcelos, às 22h00. O grupo de sete acrobatas vai desafiar os seus limites físicos, acompanhado por uma percussão tocada ao vivo.

 

Outro dos muitos destaques dos primeiros dias da edição de 2019 é a performance da companhia inglesa Gandini Juggling, que estreia o seu espetáculo “Sigma”, no dia 25 de julho, em Braga, às 22h00. Interpretado por quatro malabaristas mulheres de origem inglesa e indiana, onde se inclui a conceituada bailarina Seeta Patel – uma referência na interpretação da dança clássica indiana Bharatanatyam –,o espetáculo celebra o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e “confirma a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”.

 

Circo contemporâneo no feminino

A criação da Gandini Juggling é um dos três projetos interpretados e concebidos por mulheres nesta edição do Vaudeville Rendez-Vous, uma participação no feminino que o festival pretende incentivar e ampliar em edições futuras. As outras propostas são “Chá das Cinco”, da companhia nacional Coração nas Mãos –  que vai ser apresentado no dia 25 de julho, às 19h00, em Barcelos; no dia 26, às 19h00, em Braga; e no dia 27, às 19h00, em Guimarães –, e o projeto “Um belo dia”, da portuguesa Dulce Duca, no dia 27 de julho, às 11h00, em Barcelos, uma combinação de teatro físico e malabarismo, que culmina num universo poético, entre a realidade e o absurdo.

 

Atividades paralelas marcam a programação do Vaudeville

Não é preciso ser-se especialista de circo ou estudante para proceder à inscrição nas oficinas da sexta edição do Vaudeville. Durante os quatros dias do Festival, vão decorrer três workshops – acrobacia aérea, manipulação de objetos e equilíbrio –, também de entrada gratuita, nas quatro cidades. A par das oficinas, o programa contempla ainda um debate sobre redes de cooperação artística, no dia 27 de julho, e um showcase, no dia 26 de julho, que pretende promover e mostrar junto de programadores nacionais e internacionais a criação portuguesa de circo contemporâneo. Com estas iniciativas, o Vaudeville Rendez-Vous, criado pelo Teatro da Didascália, destaca-se, mais uma vez, pela sua diversidade e afirma o seu compromisso de valorização e projeção do circo contemporâneo. É a partir da força regional que o festival pretende dinamizar a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses, através das redes europeias que o festival integra – CircusNext e Circostrada.

 

ARTISTAS CONSAGRADOS NA XII EDIÇÃO DO FESTIVAL FOLK CELTA

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A vila de Ponte da Barca recebe, entre os dias 26 e 27 de julho, a XII edição do Festival Folk Celta, um evento de entrada livre que, à semelhança do ano passado, terá como palco o Choupal, nas margens do Rio Lima.

Os portugueses Dead Combo, que editaram recentemente o seu sexto álbum de originais, “Odeon Hotel” são o destaque do primeiro dia do festival que conta ainda com as atuações da cantora e compositora espanhola Ana Alcaide, dos húngaros Meszecsinka, Os D’Abaixo, da Galiza e de Cremilda Medina, cabo-verdiana vencedora de vários prémios nacionais e internacionais.

O segundo dia inicia com a atuação dos vencedores do Stingray Rising Star Award 2017, os canadianos Jazzamboka. Seguem-se os Caxade, projecto pessoal de Alonso Caxade, inspirado no folk-pop e nos sons bucólico-pastoris da velha Europa e o incontornável nome da música portuguesa Sérgio Godinho, que apresenta o seu 18º álbum de originais “Nação Valente”. Portugal também está representado no segundo dia do festival com Omiri, um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa. A música brasileira encerra o festival com chave-de-ouro, com a atuação dos Samba Sem Fronteiras, um projeto de brasileiros residentes em Portugal que valoriza a tradição e os grandes poetas da música popular brasileira.

Em simultâneo com os concertos decorre a habitual Feira Tradicional que este ano conta com cerca de quarenta expositores e uma área de restauração. Mais informações em http://folkcelta.pt/

Lisbon Music Fest 2019 com abertura a 24 de Junho e concertos até 27 de julho | entrada gratuita

Lisbon Music Fest 2019

24 de Junho a 27 de julho de 2019 | entrada gratuita

 

O Lisbon Music Fest está de regresso aos palcos nacionais!

 

A Julianstown Youth Orchestra (Irlanda) e a Camerata da Academia de Música de Lisboa protagonizam o Concerto de Abertura da 5ª Edição do Lisbon Music Fest, no dia 24 de Junho, às 17h00, no Auditório do Museu do Oriente. Orquestras, coros e ensembles de música de câmara de todo o mundo voltam a marcar presença em algumas das mais nobres salas de espetáculo do país, incluindo espaços como o Palácio da Ajuda, o Palácio Foz, a Igreja de São Roque, o Mosteiro da Batalha, o Palácio de Cadaval (Évora) ou o Castelo de Belmonte.

 

Numa harmoniosa simbiose que promove a Música e o Património, o Lisbon Music Fest estende-se um pouco por todo o país, apresentando concertos (de entrada livre) em cinco cidades diferentes: Lisboa, Batalha, Évora, Peniche e Belmonte. Pela primeira vez, o Lisbon Music Fest apresenta um coro e orquestra da Austrália (Xavier College Choir and String Orchestra), a que se juntam grupos da Irlanda (Julianstown Youth Orchestra), Canadá (Sudbury Youth Orchestra), Espanha (Orquesta Infantil Promúsica de Málaga), Suíça (Zurich Youth Choir), Estados Unidos (North Stars Chamber Orchestra) e Israel (Kiryat Tivon Youth Orchestra), e uma representação portuguesa que inclui a Camerata da Academia de Música de Lisboa, o Trio Adamastor e a Orquestra Os Violinhos.

 

Tiago Neto, Diretor do Festival afirma que “o Lisbon Music Fest continua o seu percurso de afirmação nacional e internacional, promovendo um espaço que permite a jovens músicos de todo o mundo interagir e partilhar diferentes culturas e experiências artísticas”. Tiago Neto sublinha ainda que “Este ano voltamos com o mesmo empenho e entusiasmo, com novas sugestões musicais para todos os que tiverem a oportunidade de assistir aos concertos do Lisbon Music Fest. Queremos ser um Festival inovador, que mantém a aposta na descentralização, partindo de Lisboa e levando música de excelência a outras cidades e palcos do nosso país.”

 

 

Mais informação em: https://www.lisbonmusicfest.com/pt/2019/participantes

 

 

Vaudeville Rendez-Vous "abre" sexta edição com estreia nacional

Amanhã, quarta-feira, em Barcelos, às 22h00

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Entre 24 e 27 de julho, o mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta mais de 40 atividades gratuitas no Minho

 

É já amanhã, quarta-feira, que arranca a sexta edição do mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país, com a estreia de “A Simple Space”, do grupo australiano Gravity Others Myths. O momento está agendado para as 22h00, no Largo da Porta Nova (Chafariz), em Barcelos. Este é apenas o primeiro espetáculo dos quatro dias do evento que decorre em simultâneo nas cidades de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, entre 24 e 27 de julho.

 

Criado e organizado pelo Teatro da Didascália, o Festival Vaudeville Rendez-Vous apresenta o melhor do que se tem produzido a nível nacional e internacional do circo contemporâneo, através de uma vasta programação. No total, vão ser mais de 40 atividades públicas – nomeadamente, 28 apresentações de 13 espetáculos, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais – a marcar a programação. Em paralelo, decorrem atividades complementares, como três oficinas, um showcase, um laboratório de criação para o circo contemporâneo e um debate sobre as redes de cooperação artística.

 

Estreias nacionais marcam a programação de Vaudeville

Além da estreia nacional do espetáculo inaugural desta sexta edição, o Vaudeville recebe “Sigma”, do grupo inglês Gandini Juggling, com a “deslumbrante” bailarina e coreógrafa especializada na dança clássica indiana Betaatanatyam, Seeta Patel. A celebrar o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e a confirmar “a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”, “Sigma” – composto apenas por mulheres – pode ser visto no dia 25 de julho, às 22h00, em Braga; e no dia 27 de julho, às 22h00, em Guimarães.

 

O par de acrobatas Amir and Hemda estreia “Zoog”, um jogo de amor e ódio que representa a história íntima do casal, com os seus altos e baixos, intimidade, e a alegria inerente à construção de todas as relações. O espetáculo vai ser apresentado em Guimarães, no dia 25 de julho, às 19h00, mas pode ainda ser visto em Barcelos, no dia 26, às 19h00; em Braga, dia 27, às 11h00; e em Famalicão, dia 27, às 19h00.

 

A completar as estreias nacionais do Festival Vaudeville Rendez-Vous está o espetáculo “Pelat”, de Joan Català – performance original que combina dança, teatro e circo – e “Furieuse Tendresse”, de Cirque Exalté, um espetáculo que expressa a intensidade da vida e do instante. O primeiro vai ser apresentado em Famalicão, no dia 25; em Guimarães, no dia 26; e em Barcelos, no dia 27, todos às 19h00. O segundo, do grupo francês, pode ser visto no dia 25, em Famalicão, às 22h00; no dia 26, às 22h00, em Barcelos; e em Braga, no dia 26, às 19h00.

 

Vaudeville apresenta Bolsa de Criação e outras coproduções

Após a atribuição, no ano passado, da primeira Bolsa de Criação a Elvis Mendes, aluno finalista do INAC, o Festival Vaudeville recebe este ano em estreia absoluta o resultado da parceria. “Fábrica da Mentira” estreia-se em Barcelos, no dia 25 de julho, às 22h00, e pode ser visto, ainda, em Famalicão, no dia 26, às 22h00. O Festival é, ainda, coprodutor da peça “Angustus”, do francês Jonathan Frau e do português Jorge Lix. A estreia está marcada para dia 26 de julho, em Vila Nova de Famalicão, às 19h00, e será apresentada ainda no dia 27, em Guimarães, às 11h00.

 

A completar o eixo da Inovação Artística, o festival é também palco da apresentação da criação coletiva do Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC). Com direção de Roberto Magro, os alunos da primeira instituição de formação circense do norte do país apresentam a sua criação “Before The Rain”, no dia 25 de julho, às 22h00, em Guimarães. Dia 27 de julho, às 22h00, poderá ser visto em Braga.

 

O Vaudeville Rendez-Vous – reconhecido pelo júri internacional do Europe For Festivals/Festivals For Europe, com o selo EFFE Label 2019-2020 – tem como missão a sensibilização da comunidade para as artes circenses e a formação de novos públicos. O Festival integra, ainda, as redes europeias CircusNext e Circostrada que impulsionam a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses. A última edição daquele que é considerado o mais influente festival de circo contemporâneo do país reuniu mais de 15 mil pessoas em Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e contou com mais de 60 artistas portugueses e internacionais.

 

Programação Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous 2019: http://bit.ly/2Sl4xxU

O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – criado pelo Teatro da Didascália, companhia de Vila Nova de Famalicão –  assinala em 2019 a sua sexta edição e decorre nos espaços públicos de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, com o apoio dos respetivos municípios. O Festival tem como objetivo promover a valorização da criação nacional nas áreas do circo contemporâneo, teatro físico e formas transdisciplinares. O projeto é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte, Norte 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Sexta edição do Vaudeville Rendez-Vous

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O mais influente festival de circo contemporâneo do país está de regresso com muitas propostas inovadoras. Todas as atividades são gratuitas

 

Quatro dias, quatro cidades e 40 atividades públicas – nomeadamente 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três estreias absolutas (em coprodução) e seis estreias nacionais. Estes são alguns números de que se faz a sexta edição do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – o mais influente festival de circo contemporâneo do país – e que “ocupará” o Minho entre os dias 24 e 27 de julho. Este é o ano em que um triângulo se “transforma” num quadrado, com Barcelos a associar-se, pela primeira vez, aos restantes municípios coprodutores do evento: Vila Nova de Famalicão, Braga e Guimarães.

 

A edição de 2019 do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous destaca-se pela sua diversidade. Nas palavras de Bruno Martins, diretor artístico do evento, promete-se “um programa rico em latitudes e uma renovada abordagem promovida por diferentes geografias”. Exemplo disso mesmo é a estreia de uma companhia australiana no Festival ou a apresentação de “Sigma”, um espetáculo que junta quatro malabaristas mulheres de origem inglesa e indiana “que confirma a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”. De lá de fora, chegam ainda projetos que “conversam” em francês, espanhol ou sueco.

 

Aposta no desenvolvimento dos artistas portugueses

Na sua quinta edição, o Vaudeville Rendez-Vous atribuiu a primeira Bolsa de Criação a Elvis Mendes, aluno finalista do INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo. O resultado – que o artista apelidou de “A Fábrica da Mentira” – estreia-se de forma absoluta no dia 25 de julho. As outras duas estreias absolutas – com cunho português e desenvolvidas em coprodução com o Festival – são “Angustus” (do francês Jonathan Frau e do português Jorge Lix) e “Before de Rain” (criação coletiva dos alunos do INAC, com direção de Roberto Magro).

 

O Teatro da Didascália – companhia sedeada em Joane que organiza o evento – continua a promover um showcase que junta programadores nacionais e internacionais. O objetivo é que estes possam ver, em primeira mão, os trabalhos dos artistas portugueses e assim poder divulgá-los dentro e fora de portas. É também a partir da força regional que o Festival pretende dinamizar a internacionalização da cultura e dos artistas, através das redes europeias que integra – CircusNext e Circostrada.

 

Levar o circo contemporâneo mais longe

Atentos à crescente presença de profissionais que se deslocam ao Norte do país durante o Vaudeville Rendez-Vous, vai ser organizado um Laboratório de Criação para Circo Contemporâneo, orientado pelo reputado encenador italiano Roberto Magro. Nas atividades paralelas, destaca-se ainda um debate sobre as redes de cooperação artística e três oficinas de formação dirigidas ao público em geral e focadas na acrobacia aérea, manipulação de objetos e equilíbrio.

 

“O Vaudeville insere-se num contexto privilegiado, traduzindo-se numa programação com elevados padrões de excelência. A nossa missão é divulgar com a comunidade o que de melhor se faz nas artes circenses, sensibilizando-a e formando novos público”, refere Bruno Martins. O evento – reconhecido pelo júri internacional do Europe For Festivals/Festivals For Europe, com o selo EFFE Label 2019-2020 – é sempre de entrada gratuita, sendo que a edição do ano passado reuniu mais de 15 mil pessoas em Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e contou com mais de 60 artistas portugueses e internacionais.

FAZUNCHAR: novo Festival de Arte em Figueiró dos Vinhos | 1.ª Edição, 24 AGO a 1 SET

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Este evento, que se apresentará pela primeira vez este ano em Figueiró dos Vinhos, entre os dias 24 de agosto e 1 de setembro, é o resultado de um simples pedido: “necessitamos dinamizar este município e ser falados por algo além dos incêndios, das tragédias ou das desconfianças”.
 
“Do pedido ao desejo de concretização desta transformação foram segundos”. É deste modo que a MISTAKER MAKER – Plataforma de Intervenção Artística, que aqui assume os papéis de criação do conceito, curadoria e coorganização, descreve aquela que foi a primeira visita, análise e estudo desta região, acrescentando: “rapidamente percebemos a identidade imensa e rica de Figueiró dos Vinhos, o seu valor único local, que se desmultiplica por inúmeros bens culturais, sejam históricos, arqueológicos, arquitetónicos, linguísticos, documentais, artísticos, etnográficos, etc; que podem ser corporizados, espelhados e/ou exaltados por artistas, em novos valores de memória, de autenticidade, originalidade, raridade ou exemplaridade, sendo isto que incentiva a (re)descoberta pelos residentes locais e a visitação e permanência de visitantes.”
 
Desta forma imediata e especial, foi percebida a sua história (já bastante esquecida) no panorama das Artes nacional e assumiu-se assim, como desejo e objetivo, com este FAZUNCHAR, renovar a projeção de Figueiró dos Vinhos à escala nacional, enquanto produtor e palco de atividade artística e cultural, (agora) na contemporaneidade.
 
O próprio nome do evento, FAZUNCHAR, é uma palavra recolhida de um ‘bem local’_ o laínte (dialeto exclusivo dos comerciantes de têxteis) que significa Fazer. Na prática, é o que se ambiciona para este evento, um ‘fazer’ por este território e pelas suas gentes, porque aqui, tal como em qualquer outro local mais interior e esquecido de Portugal, é urgente transmitir e preservar o corpus cultural de uma entidade coletiva. 
 
Este FAZUNCHAR, esta festa que hoje se anuncia, será construída por vários tipos de Arte, em diálogo constante entre elas, com a comunidade e território. Contemplará PINTURA MURAL (revisitando lugares que já inspiraram José Malhoa e os seus contemporâneos), INSTALAÇÃO, CONCERTOS, FILMES, acções comunitárias e WORKSHOPS para todas as idades, nos quais se inclui o inovador LATA 65 | workshop de arte urbana para idosos.
 
Entre os artistas convidados para actuarem nesta 1º edição do FAZUNCHAR, surgem os nomes de alguns dos artistas mais promissores do panorama internacional, como o do marroquino MOHAMED L’GHACHAM ou do espanhol JULIO ANAYA CABANDING, convidado a reproduzir peças de José Malhoa, pelas mesmas ruas e recantos que as inspiraram. A estes, juntam-se os portugueses AHENEAH, que se tem destacado pela sua técnica de desconstrução, construção e transformação de uma técnica tradicional como é o bordado em ponto cruz num gráfico moderno e urbano e os HALFSTUDIO, duo especializado em lettering. 
 
Para além da execução dos MURAIS que poderão (e deverão) ser acompanhados diariamente pelo público, esta 1º edição 2019 do FAZUNCHAR apresenta uma programação complementar diversificada, que pretende complementar e potenciar o elo de ligação entre o público, as obras e os artistas participantes. 
 
Entre as várias atividades, teremos de destacar:
 
_ as RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS, nas áreas da música, desenho, fotografia e vídeo, que irão registar o quotidiano de Figueiró dos Vinhos e, em especial, esta semana de trabalhos e muita magia. No que se refere à residência de música, convidámos o HOMEM EM CATARSE para vir descobrir Figueiró dos Vinhos, tudo o que inspirou e continua a inspirar criadores e a escrever um novo tema para a sua ‘Viagem Interior’;
 
_ a exposição coletiva de cartazes ILUSTRAR MALHOA, que reune 6 dos mais consagrados ilustradores portugueses _ ANA SEIXAS, ANDRÉ DA LOBA, ANDRÉ LETRIA, MARIANA RIO, MARGARDIDA GIRÃO e TIAGO GALO _ que aceitaram o desafio de ilustrarem e/ou reinterpretarem 6 trabalhos de José Malhoa. Estes trabalhos poderão ser encontrados em paredes pelo centro histórico de Figueiró dos Vinhos, pelas ruas que tantas vezes inspiraram o autor;
 
_ o inovador WORKSHOP de arte urbana para idosos LATA 65, que depois de uma passagem pela Escócia, num dos principais festivais de arte urbana do Mundo, o NUART Aberdeen, onde alcançou renovado reconhecimento enquanto iniciativa impar no cuidado aos mais idosos, volta a atuar em território nacional; 
 
_ o WORKSHOP de ARTE URBANA EM PONTO CRUZ que, orientado por AHENEAH, irá permitir compreender e aprender como é feita esta combinação improvável entre a técnica de bordado em ponto cruz e a Arte Urbana;
 
_ a exposição MEMÓRIA FOTOGRÁFICA, que apresenta uma seleção de fotografias recolhidas do enorme espólio da Drª.  Margarida Herdade Lucas, habitante e amante de Figueiró dos Vinhos, que retratam e promovem uma viagem pelas vivências, costumes e mudanças marcantes que ocorreram neste território; 
 
_ o concerto de NOISERV que virá encerrar uma semana de intensa atividade artística, perpetuando-a num momento único de partilha;
 
Não poderemos deixar de mencionar as habituais VISITAS GUIADAS (para todos, para crianças e a locais improváveis) e as CONVERSAS com os artistas, sendo estas as 2 melhores formas de saber tudo sobre este novo FAZUNCHAR, sobre os artistas, sobre as peças desenvolvidas e sobre a própria cidade e território.

Esta iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos,  integra a candidatura “Produtos Turísticos da Região de Leiria”, promovida pela CIMRL – Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria e é cofinanciada pelo CENTRO2020, PORTUGAL 2020 e União Europeia através do fundo FEDER e apoiada pela Turismo Centro de Portugal estando integrada na estratégia de promoção turística da Região. O FAZUNCHAR conta ainda com o patrocínio da SOTINCO e o enorme apoio de um conjunto de parceiros e apoios, locais e nacionais. 

Para além da música: BONS SONS apresenta programação paralela

 

Falta menos de um mês para a aldeia de Cem Soldos e todos os seus habitantes acolherem de braços abertos toda a música portuguesa que aí vem e os milhares de visitantes que até lá se deslocam para viver a magia do festival.

Para que isto aconteça da melhor forma, os cem-soldenses, dos mais velhos aos mais novos, preparam tudo até ao mínimo pormenor: cedem terrenos e quintais que se transformam em palcos e em restaurantes, cozinham, limpam, avós e netos do grupo de costura criativa preparam chapéus ou porta-chaves com a famosa Tixa, mascote do festival, entre outras peças artesanais que estarão à venda na loja do BONS SONS.

Neste ano de comemoração dos 13 anos e das 10 edições, há também uma novidade: os vídeos comunitários que, em parceria com a Ondamarela, estão a ser produzidos para ir de encontro aos 10 pontos do Manifesto do BONS SONS, revelando tudo o que Cem Soldos e todos os seus habitantes fazem para acolher os visitantes.

E como não podia deixar de ser, há, no BONS SONS, muitas atividades que ultrapassam o universo musical numa programação que vai desde espectáculos de dança, teatro, cinema e muito mais. Esta programação é de acesso gratuito a quem é portador de bilhete do festival (pago a partir dos 12 anos) e limitada à lotação.

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Dança, Teatro e Performance

No ano em que o Festival Materiais Diversos completa dez anos, a parceria com o BONS SONS renova-se para potenciar o conhecimento e experiência das duas e formar esta simbiose entre música e artes performativas que dão origem a este programa composto por três espetáculos de dança.

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Coexistimos , de Inês Campos, é uma das propostas de espetáculos de dança este ano e trata-se de uma colagem de metáforas sobre o desafio de se ser tantos. Ser o tigre, o domador, o palhaço triste e o ataque de riso, viver vários corpos e ser a realidade dos seus sonhos. Uma experiência que aglomera dança, teatro, cinema, manipulação de objectos e artifícios variados que tentam criar uma sucessão de ilusões.

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Em Danza Ricercata , de Tânia Carvalho, contrasta-se a ideia de improviso a que estamos habituados no que toca a dança com a ideia de movimentos coreografados que são exagerados ou reduzidos dependendo do que a música pede. Um piano, um compositor, uma música, uma pianista, uma coreógrafa, uma bailarina, uma dança.

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Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos propõem Nem a Própria Ruína , o primeiro espetáculo do trio nortenho e que tem como base o álbum de 1978 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte de José Cid. Um espetáculo que se foca na efemeridade humana, no nosso desaparecimento e nos gestos e abraços que, na ruína, são as formas de nos salvar.

 

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Portuguesas Inesquecíveis , com direção de Cláudia Gaiolas e dramaturgia de Alex Cassal, é a peça que dá a conhecer duas figuras femininas importantes da nossa história. De um lado, Leonor de Almeida, a Marquesa de Alorna, que esteve 18 anos trancada num convento por um crime que não cometeu. Do outro, Carolina Beatriz Ângelo, médica, mãe, feminista, revolucionária e a primeira mulher a votar em Portugal, em 1911. As interpretações são de Cláudia Gaiolas e Leonor Cabral.

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Volta a Portugal em Coreto , por Tiago Madaleno, é um monumento em forma de coreto que visita várias regiões do país com o intuito de promover uma homenagem ao performer amador. Um autêntico palco para todos aqueles que sempre desejaram mostrar o seu talento, dando espaço à cultura popular e à cultura sem dono.

 

Cinema, Fotografia e Vídeo

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O cinema, o vídeo e a fotografia têm mais uma vez um papel importante em Cem Soldos. No 10.º aniversário do festival itinerante Curtas em Flagrante , dá-se o seu regresso ao BONS SONS com duas sessões de cinema onde são exibidas várias curtas-metragens para abrir novos horizontes.

img009.jpg© Adriana Boiça Silva

A exposição de fotografia Dar e Receber , de Adriana Boiça Silva, transporta-nos através de imagens para momentos vividos desde 2010 na aldeia que, todos os anos, acolhe tantos visitantes temporários. Adriana partilha aqui o seu carinho especial por todos os habitantes que elevam aquela que é a experiência de ver concertos no festival. Uma exposição instalativa espalhada ao longo da aldeia que é, nas suas palavras “acolhedora e que está sempre pronta para receber e, acima de tudo, dar o melhor a quem a visita”.

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Em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar, Ao longe, vejo de perto a aldeia , instalação de vídeo ao longo de um percurso que convida a sair do espaço central da aldeia e a conhecer as suas redondezas. O olhar de oito jovens estudantes de Cinema sobre o quotidiano da aldeia de Cem Soldos.

 

Percurso artístico

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© Ana Bento

Dando a conhecer o lado menos visível do festival e da aldeia, Ana Bento e Bruno Pinto convidam os visitantes a participar no percurso artístico Cem Soldos, por detrás do BONS SONS . Uma viagem por entre as pedras, os canteiros e as portas que contaminam e se deixam contaminar pelo BONS SONS para revelar as histórias escondidas por entre a História e desvendar os segredos de quem habita no local o ano inteiro.

 

Conversas e debates

O projeto de jornalismo independente Fumaça apresenta dois momentos de reflexão e crítica sobre quem somos e o que fazemos: podem as artes e a cultura ser o motor das aldeias, vilas e cidades do país que não está à beira-mar plantado?

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No sábado, 10 de agosto, Territórios e Interioridade é uma conversa em torno daquilo que é possível fora das grandes áreas metropolitanas e sobre como fortalecer a contemporaneidade no campo, com a participação de Rogério Roque Amaro (economista e professor no ISCTE) e Rui Amaro Alves (professor no Instituto Politécnico de Castelo Branco e especialista em ordenamento do território).

 

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No domingo, dia 11, a conversa Artes e produção cultural conta com a participação de Elisabete Paiva (diretora do Festival Materiais Diversos) e Ana Deus (cantora – Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso) e pretende responder às perguntas: Há uma política pública de apoio cultural? Devem os impostos subsidiar a criação artística ou o mercado encarregar-se-á disso? O que é mesmo a formação de públicos?

 

ATIVIDADES PARA TODA A FAMÍLIA

Como todos os anos, o BONS SONS não seria o mesmo se não oferecesse uma grande quantidade de atividades divertidas para crianças e famílias.

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Sessões de música para grávidas, sessões para bebés até aos cinco anos e oficinas musicais para crianças dos seis aos 12 anos fazem com que os vários sons da música sejam introduzidos na vida de todos bem cedo. As inscrições são limitadas à lotação.

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Os Jogos do Helder estão de volta, com brincadeiras e um circuito refrescante pela aldeia. Jogos de inspiração medieval, para os quais o mais importante é estar cheio de energia, e que desenvolvem competências pessoais e sociais de uma forma divertida.

 

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A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA) marca presença no curral do BONS SONS para dar a conhecer o grande amigo que pode ser o Burro de Miranda, animal esse já muito pouco visto e usado em trabalhos rurais. Único ao nosso país, esta raça é dócil e dá um ótimo professor, guia e terapeuta. Não há família que não goste de conhecer este animal tão especial.

 

 

 Espaço Criança
© Pedro Sadio

O BONS SONS proporciona ainda o Espaço Criança, que conta com algumas atividades diárias como jogos, trabalhos manuais, brincadeiras, ginástica, entre muitas outras. Este local tem também disponível uma zona de fraldário, um serviço de babysitting e de aluguer de auriculares infantis

  

A pensar em quem privilegia ambientes tranquilos e nas famílias, este ano, o parque de campismo (de acesso gratuito aos portadores de passe geral) terá uma zona reservada que convida ao sossego e ao silêncio.

BILHETES À VENDA

É sempre importante ter em conta que os bilhetes de cada fase têm um número de unidades limitado e podem esgotar antes de terminar cada uma das fases. Esgotado o número de bilhetes da fase em curso, passam a vigorar os valores da fase seguinte.

 

PASSE 4 DIAS
50€*   (dá acesso gratuito ao parque de campismo)

BILHETE DIÁRIO
22€   ABRIL — JULHO (bilhete a preço reduzido para dia 10 de agosto está esgotado)
25€   AGOSTO*

Bilhetes à venda nos locais habituais.
* Também disponível nas bilheteiras do recinto

 

 

 

 

POSTER confirma regresso em 2020. Este é o último fim de semana do evento em Marvila

  • A quarta edição do POSTER MOSTRA termina no dia 22 de julho. Esta é a última oportunidade para visitar as obras expostas pelas ruas de Marvila e os posters da OPEN CALL, no Clube Oriental de Lisboa.
  • A quinta edição do POSTER é dia 27 de junho de 2020

O POSTER MOSTRA, o projeto do Departamento® que espalha arte pelas ruas de Marvila, despede-se de Lisboa no próximo dia 22 de julho, depois de mobilizar a zona oriental da cidade durante os últimos trinta dias. Para além dos 30 posters de rua ainda é possível visitar as criações dos mais de 130 candidatos na OPEN CALL, que se encontram expostos no Clube Oriental de Lisboa.

 

Apesar deste fim de semana ser a última oportunidade para visitar as obras de artistas consagrados como Helena Almeida e as Guerrilla Girls, a organização revela que já existe data marcada para a próxima edição: 27 de junho, de 2020.

 

“Este projeto tornou-se parte preponderante do cenário cultural da cidade, e sobretudo da zona oriental, que ainda tem algum caminho a percorrer para ser totalmente reabilitada no plano urbano e social”, defendeu Bruno Pereira, responsável pelo Departamento®. “Porém, é impressionante este fulgor criativo e artístico que o POSTER desperta. Estamos já a preparar a próxima edição, em 2020 e quem sabe até levar o POSTER para outras cidades portuguesas. Manteremos sempre o desafio à criatividade de todos, promovendo a OPEN CALL e a nossa vertente de apoio social, com a realização do MiniPoster em conjunto com uma instituição de apoio social a jovens e crianças”

 

Como forma de perpetuar a mostra pública, na loja online do POSTER, é possível adquirir obras de mais de 80 artistas, desta e das edições anteriores: https://www.postermostra.com/loja/.

 

Desta edição é possível encontrar na loja uma réplica da criação única do chef Diogo Noronha, o piano de Hélio Morais - músico dos Linda Martini e Paus, a obra do atelier de arquitetura Aspa, do escritor angolano Ondjaki ou de Jos* - pseudónimo do chef mexicano Jose Fernando Rodriguez Garrido, presente nesta edição, numa parceria com o projeto Manicómio.