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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Jazz em Agosto

 

sábado 7 Agosto 2010
18:30 — Auditório 3
Han Bennink “Hazentijd”
um filme de jellie dekker e dick lucas (países baixos), 2009, 58’
(versão original neerlandês/inglês sem legendas)

 

Num olhar que os autores querem que seja total sobre o desenvolvimento artístico deste baterista único, estandarte de uma estética e além dos seus relevantes primórdios musicais, conhecemos também o seu trabalho visual, dando ênfase à dualidade do mundo em que vive, em contraponto, entre a Natureza e a Metrópole.

 

sábado 14 Agosto 2010
17:00 — Auditório 3
Albert Mangelsdorff
“Die Posaune des Jazz” O Trombone do Jazz
um filme de torsen jess (alemanha), 2005, 52’
(versão original alemão/inglês sem legendas)

Ícone do jazz Europeu e mundial, pelo seu contributo definitivo às técnicas expandidas do trombone, Albert Mangelsdorff (1928-2005) foi parte activa das mais importantes manifestações do jazz avantgarde a partir dos anos 1960. Neste filme documenta-se com rigor o percurso artístico de um músico de referência.

 

domingo 15 Agosto 2010
17:00 — Auditório 3
“Jazz Europeu e Jazz Americano: um diálogo não interrompido”
conferência por francesco martinelli (itália)

Jornalista, historiador, produtor e promotor, Francesco Martinelli, natural de Pisa (n.1954) onde se licenciou em Química, detém largo espólio editado sobre modos de pensar o jazz contemporâneo em maior profundidade. Esta conferência, assente num permanente intercâmbio entre dois continentes, fundamenta a concepção da programação do Jazz em Agosto 2010.

Conferência + Filme Nikias Skapinakis

 

22 de Outubro

18h

 

FSCH

Av. de Berna

Auditório 1- Torre B

Nikias_skapinakis_m

Fugir da Universidade Versus Votar à Universidade. Eis a batalha. Sabemos que, se o pintor português Nikias Skapinakis (apesar do nome grego) não tivesse fugido da universidade de arquitectura provavelmente não se teria tornado no pintor que é. Por outro lado se nós não voltarmos à universidade para este encontro pessoal com o artista, também não saberemos como ele se tornou quem é. Eis os paradoxos sempre tão presentes nisto chamado Arte. Hoje somos convidados a conhecer o homem por detrás da obra, através da conversa e o homem à frente da obra, através do filme de Jorge Silva Melo sobre o pintor, intitulado «O Teatro dos Outros».Voltemos todos hoje à Universidade, vai valer a pena.Mami