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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Salão Piolho | A 4ª edição volta a Lisboa para um ciclo de 7 cine-concertos | Realizadores míticos, musicalidades intemporais e espaços marcantes da cidade de Lisboa | 20 a 24 de novembro | Fundação INATEL

Salão Piolho. 4ª edição
Lisboa
20 a 24 de novembro
ENTRADA LIVRE

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A 4ª edição do Salão Piolho volta a Lisboa para um ciclo de 7 cine-concertos onde os protagonistas se multiplicam entre realizadores míticos, musicalidades intemporais e espaços marcantes da vida cultural da cidade de Lisboa.

De 20 a 24 de novembro grandes clássicos do cinema mudo passarão pelo Chapitô, Estação do Cais do Sodré, Teatro Ibérico, Livraria Ler Devagar, Camones CineBar, Cinemateca Júnior e Igreja da Madalena onde serão acompanhados por música da inspiração tradicional à eletrónica.

Filmes como "O Homem da Câmara de Filmar", acompanhado ao vivo por Rui Maia no Teatro Ibérico fazem parte deste ciclo. Há também lugar para a comédia com Chaplin e Buster Keaton, acompanhados, respetivamente, pela viola campaniça d'O Gajo e o acordeão de Inês Vaz.

Esta iniciativa da Fundação INATEL, já na sua 4ª edição, é de entrada livre*. Uma oportunidade única para ver e ouvir grandes artistas como Diogo Vida, Charlie Mancini, Arsénio Martins Ensemble, Nuno Costa e Óscar Graça em ambientes intimistas acompanhando outros clássicos como "Aurora", "A Paixão de Joana D'Arc", curtas de Georges Méliès e até o "Gato Félix" na sessão infantil no Salão Foz da Cinemateca Júnior.

Este ano a iniciativa volta também ao Porto de 12 a 15 de dezembro.

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Inauguração Exposição "Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, na Solar com live act

A Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, inaugura no dia 22 de novembro, às 18h, “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, uma exposição de Jonathan Uliel Saldanha com live act.

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Antes de terminar o ano, a Solar — Galeria de Arte Cinemática apresenta a exposição “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, um dos artistas mais relevantes da contemporaneidade da arte portuguesa de caráter multidisciplinar. “Locus Amoenus, Locus Horribilis” terá a sua inauguração dia 22 de novembro, às 18h. 
A inauguração será marcada por um "live act" da dupla composta por Jonathan Uliel Saldanha e por Diogo Tudela (dois dos membros do coletivo Terror). Paralelamente, Daniel Martins, artista convidado para o projeto CAVE apresentará a instalação “Everything is fine”.

A exposição, que estará patente na Solar até 11 de janeiro de 2020, tem organização da Curtas Metragens CRL no âmbito da programação da Solar — Galeria de Arte Cinemática, cujos grandes apoiantes são a Câmara Municipal de Vila do Conde e a Direção-Geral das Artes.

Em “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, observam-se excertos selecionados a partir das experiências fílmicas desenvolvidas por Jonathan Uliel Saldanha nos últimos anos, as quais foram digitalmente trabalhadas em várias etapas, por camadas, e nas quais explora ambientes insólitos, como o de um tribunal afásico e desmembrado, lugar de inquérito a um objeto estático e ausente. Para esta exposição, articulando a projeção vídeo – em um ou vários canais– e criação sonora, com o espaço e linguagem brutalista da arquitetura da Solar, o artista cria uma nova instalação em quatro capítulos, quatro partes de uma única obra. O projeto tem vindo a ser desenvolvido desde 2017 e foi apresentado enquanto performance, em novembro de 2018, no Pequeno Auditório Culturgest, em Lisboa para o Festival Temps d’Image e em Janeiro de 2019 na Sala Rivoli TMP, no Porto, onde serviu de partitura visual a um grupo de intérpretes surdos.


A cooperativa Curtas Metragens CRL tem vindo a seguir o trabalho do artista desde a sua primeira colaboração, em 2015, constituindo agora “Locus Amoenus, Locus Horribilis” um corolário desta relação. Ainda este ano Jonathan Uliel Saldanha integrou a exposição coletiva de homenagem ao centenário da produção do filme “O Gabinete do Dr. Caligari”, do cineasta Robert Wiene, figura marcante do expressionismo alemão. A exposição “O Caso Caligari”, que teve lugar também na Solar — Galeria de Arte Cinemática e decorreu em paralelo ao 27º Curtas Vila do Conde, contou com trabalhos inéditos dos artistas Daniel Blaufuks, Eduardo Brito e Reiner Kohlberger. “Anoxia”, de Jonathan Uliel Saldanha, que foi apresentada numa nova fórmula, com som em quatro canais e imagem vídeo em dupla projeção, foi elaborada a partir de filmagens realizadas numa “ruína contemporânea de um passado recente”, o Palácio São João Novo, no Porto. Ainda antes, Jonathan Uliel Saldanha tinha já participado na programação da Solar – Galeria de Arte Cinemática com uma performance a propósito de uma exposição que arrancou com o Curtas Vila do Conde de 2015, Ruins/Rites/Runes, de Ben Rivers e Ben Russell. E em 2018, durante o mês de julho, o artista trabalhou em conjunto com Moor Mother, artista norte-americana, numa residência promovida pela Curtas Metragens CRL e pela MAD Summer School/IPP. O trabalho resultou numa composição musical inédita, que teve estreia na secção “Stereo” do 26º Festival Curtas Vila do Conde.

Residência Artística de Tiago Sarafado Na Casa das Artes

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O músico Tiago Sarafado foi incluído no programa de Residências Artísticas da Casa das Artes Bissaya Barreto para preparar um concerto inéditocom entrada gratuita, já no dia 23 de Novembro. 

Tiago Sarafado é o nome de um músico tão prolixo quanto indecifrável. A sua múltipla identidade agora reunida com um nome mais do que familiar esteve dispersa ao longo dos últimos anos entre heterónimos como Distances, Delicate, Phrase Infinitiva, Tear Souvenir, ou simplesmente JCCG; para dar alguns exemplos mais notáveis. As muitas músicas e discos publicados online neste período oferecem um desafio de criptografia para decifrar o puzzle, tal o cuidado posto em cada nova identidade digital e sobretudo as estratégias de criação que parecem ir empurrando para o absurdo os limites de um velho computador portátil como bem se percebe pelo nome que escolheu para um dos seus mais antigos alter egos, SpinningBeachBallofDeath, a lembrar aquela assustadora bola colorida que os computadores apple nos mostram quando fomos longe demais no que lhes pedimos.   

 

A apresentação ao vivo servirá para mostrar o trabalho de compilação realizado em residência na Casa das Artes neste mês de Novembro.  

 

A “Natureza” é exibida na terceira exposição da Abreu Advogados

Obras do artista plástico Jorge Santos até 28 de Fevereiro de 2020

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A Abreu Advogados e a Carpe Diem Arte e Pesquisa (CDAP) apresentam uma exposição do artista plástico Jorge Santos, patente na sede da Abreu Advogados, em Alfama, até ao dia 28 de fevereiro. Esta é a terceira exposição do ano, de um conjunto de três dedicadas à “Natureza”.

Num percurso artístico que conta com várias exposições individuais e coletivas, esta exposição de Jorge Santos reúne mais de 30 trabalhos produzidos entre 2014 e 2018.

As obras expostas agora na sede da Abreu representam flores, folhagens ou árvores, elementos frequentemente ligados a construções humanas, e que tornam evidente a relação entre espaço interior e exterior. Nas palavras da Laura Sequeira Falé, convidada para escrever sobre a exposição e autora do blogue Duplo Espaço, “se num primeiro olhar o escritório é tomado por um uma espécie de jardim de Éden onde se agitam folhas, a natureza cresce sem direção e árvores se erguem por trás de janelas, esta paisagem natural transforma-se pela presença de fundos quentes e de proibições impostas por obstáculos. Enquanto observadores destas pinturas somos sujeitos a uma posição de voyeur que espreita por entre as sombras da folhagem.”

Lourenço Egreja, diretor artístico do CDAP, sublinha que “Os trabalhos da de Jorge Santos marcam muito positivamente a última exposição do ano dedicada à Natureza. As plantas de Jorge Reis Santos dialogam com a construção humana, mas também com o espetador que, de forma inesperada, entra num jardim que se vai transformando num lugar pleno de camadas de significado.

Para o sócio da Abreu Advogados, Manuel Andrade Neves, “Esta não é a primeira vez que recebemos nos nossos escritórios obras de artista portugueses, a quem queremos dar espaço e visibilidade com o objetivo da sua promoção e da cultura portuguesa em geral. Quando definimos que o tema do nosso projeto cultural seria centrado na ‘Natureza’, a obra do Jorge Santos foi logo das primeiras que considerámos, não só pela sua alusão ao tema mas também pelo seu peso enquanto artista e a sua destacada presença em várias coleções públicas e privadas.”

As exposições realizam-se no âmbito da parceria entre a Abreu Advogados e a Carpe Diem associação de artes, com o objetivo de potenciar as artes junto dos colaboradores e de um público alargado que diariamente visita o escritório ou esta zona histórica da cidade de Lisboa.

Castelo e Centro Histórico de Palmela aguardam a sua visita!

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Se tem curiosidade em saber mais sobre a história e conhecer os encantos do Castelo e Centro Histórico de Palmela, participe, a 12 de outubro, nas Visitas Guiadas, organizadas pela Câmara Municipal de Palmela e de frequência gratuita.

Às 10h00, terá lugar a Visita Guiada ao Castelo de Palmela, monumento nacional e antiga sede da Ordem de Santiago, com ponto de encontro junto à Igreja de Santiago, que dará às/aos participantes a possibilidade de saberem mais sobre um dos mais belos castelos do nosso país e apreciarem a paisagem circundante, por entre serras e mar. À tarde, a partir das 14h30, é a vez da Visita Guiada ao Centro Histórico da vila, que parte junto ao Chafariz de D. Maria I, dando a percorrendo jardins, miradouros típicos e edifícios com interesse patrimonial.

Realizadas no primeiro sábado de cada mês, estas visitas, com duração de uma hora e meia, são orientadas por um voluntário do Museu Municipal de Palmela. Cada visita tem um limite de 15 inscrições, que deverão ser efetuadas até às 12h00 de dia 10 de outubro, através dos contactos patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou 212 336 640.

 

Cinema Infantil no Fórum Cultural: Extensão da Monstra – Festival de Animação de Lisboa

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O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 24 de novembro, pelas 11:00h, a Sessão “Monstrinha” da Extensão da Monstra – Festival de Animação de Lisboa.

 

Dirigida a famílias e crianças maiores de 3 anos, esta sessão de cinema infantil tem entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

 

A altas horas da noite, enquanto toda a gente dorme, formas caricatas e monstros divertidos deambulam pelo quarto. Há tanto para descobrir!

Edmund, um pinguim rabugento, foge da sua colónia para se encontrar a si mesmo, mas tem que proteger o seu iceberg de Otto, um simpático urso polar que quer companhia.

A lutar pela sobrevivência num mundo nos céus, um homem e um monstruoso peixe gigante voador precisam de encontrar comida. Vão ter que trabalhar em conjunto para terem sucesso na ladroagem.

A história começa de uma maneira tradicional: o lobo tenta usar os seus truques para ficar com a comida que a Capuchinho Vermelho vai levar à avó. Só que rapidamente percebe que é melhor não tentar enganar esta Capuchinho Vermelho.

Num dia quente de verão, Koyaa só quer relaxar na sua espreguiçadeira, mas, de repente, esta engole-o e lança-o em direção à falésia. Koyaa fica suspenso numa trepadeira à beira do abismo e tenta domá-la sem sucesso. O que fará a seguir?

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Celebre o Natal no Mercado Municipal de Pinhal Novo!

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De 23 de novembro a 24 de dezembro, o Natal no Mercado Municipal de Pinhal Novo proporciona um conjunto de atividades para celebrar esta época em família, com destaque para o Mercadinho de Natal, de 14 a 24 de dezembro.

Uma Feira do Livro, ateliês para crianças, apontamentos culturais, uma exposição de decorações de Natal ecológicas e, como não podia deixar de ser, a presença do Pai Natal, a 24 de dezembro, para alegria dos mais novos, completam o programa. Ao mesmo tempo, no exterior do Mercado, haverá um carrossel e venda de farturas e castanhas assadas.

As atividades são organizadas pela Câmara Municipal de Palmela e vários parceiros e vão decorrer durante o horário de funcionamento do Mercado (horário especial de Natal, a divulgar brevemente). 

 

Programa

 

23 de novembro a 1 de dezembro

Feira do Livro de Natal

 

30 de novembro e 1 de dezembro | 10h00

Atelier de Atividades Manuais para Crianças

 

7 e 8 de dezembro

Mostras de Artesanato e Produtos Regionais

 

7, 14 e 21 de dezembro

Apontamento cultural

14 a 24 de dezembro

Mercadinho de Natal

 

17 a 20 de dezembro

Exposição de Natal Ecológica (Fundação COI)

 

24 de dezembro

Pai Natal

 

MARA CASTILHO | Exposição "O Vazio da Minha Alma" | INAUGURAÇÃO 27 NOVEMBRO

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© Mara Castilho, Sem título, 2019
 

 
Inauguração:  quarta-feira, 27 novembro, 18h30
Exposição:  28 novembro a 23 dezembro 2019 | Seg. a sex. 11h00-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
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No próximo dia 27 de novembro, às 18h30, inaugura “O VAZIO DA MINHA ALMA”, exposição de Mara Castilho, na Ocupart - Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
 

Em “O VAZIO DA MINHA ALMA”, Mara Castilho expõe fotografias pintadas e bordadas em tela. 
O vazio e a perda assombram essas obras. Entre o preto & branco e o dourado, Castilho expõe imagens que navegam entre o belo e o feio, a dor e o amor, o vazio e a ruina, a vida e a morte.
 

MARA CASTILHO, trabalha nas áreas de vídeo, instalação, fotografia e performance. Da sua formação destacam-se o mestrado em Artes Visuais pela Universidade de Westminster, Londres, em 2007 e o bacharelato em Teatro e Dança, na  Laban Center for Movement and Dance,  Londres, em 2000. Frequentemente fazendo referência ao corpo, sua vulnerabilidade e resistência, a sua obra é permeada por justaposições de opostos como ternura e dureza, afeto e ódio e desejo e revolta.
Castilho foi nomeada em 1999 para o Stephen Arlen Memorial Award for PerformanceNational English Opera (Inglaterra/GB), em 2005 para o Beck's Future Awards for Arts (Inglaterra/GB) e em 2006 para o International Prize of Performance, Galeria Cívica (Itália/IT). O seu filme ‘Process 5703/2000’ foi vencedor do Melhor Filme & Melhor Banda Sonora ‘Premio Europeu Massimo Troisi (Itália/IT), 2003. As suas obras tiveram diversas criticas de imprensa, alem de serem publicadas em livros, revistas internacionais e catálogos.
 
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 liOrganizada pela Ocupart, a exposição poderá ser visitada até 23 de dezembro, de segunda a sexta, entre as 11 às 19 horas, ou ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.

Mais informação em ocupart.

Sem título, 2019
Glicée print, tinta esmalte e acrílica, 20 x 18 cm