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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

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Entre 10 de janeiro e 28 de fevereiro de 2020, a Exposição Temporária “O Alfaiate - uma coleção de Vítor Gaspar”, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, vai permitir saber mais sobre a arte da alfaiataria e conhecer a coleção particular e a história de vida deste alfaiate aposentado.

Vítor Gaspar nasceu em Setúbal, em 1934. Foi a profissão da mãe, costureira, que o fez ganhar o gosto por este ofício. Ainda em criança, em Lisboa, trabalhou como aprendiz em várias alfaiatarias. Os conhecimentos que foi adquirindo através da leitura ávida de revistas técnicas e da prática profissional permitiram-lhe, aos 21 anos, ser já contramestre numa alfaiataria. Foi nesta altura que decidiu ir estudar para a única escola oficial do país, a Academia Maguidal, onde frequentou o curso de Corte de Vestuário de Homem e, no ano seguinte (1958), concluiu, com distinção, o curso de Vestuário Género Alfaiate para Senhoras.

Em 1958, em Setúbal, abriu a Alfaiataria Vítor Gaspar conhecida como uma das melhores da cidade. Não tinha mãos a medir para as encomendas e era necessário aguardar, em média, três meses por um fato. Fechou as portas em 1989, numa altura em que o pronto-a-vestir desviou a clientela. No entanto, a memória da Alfaiataria Vítor Gaspar permanece viva, através das exposições, do livro que publicou em 2019 e das palestras que dá em escolas. Aos 86 anos, deciciu também dedicar-se à pintura, criando a coleção “O Alfaiate através do tempo”, constituída por mais de 20 telas, que pretende retratar a evolução da sua profissão.

Em exposição no Auditório de Pinhal Novo, vão estar alguns instrumentos de trabalho que Vítor Gaspar utilizava no seu dia a dia (tesoura, linha de alinhavar, livro de medidas, entre outros), tecidos, fatos que confecionou e fotos que retratam momentos importantes da sua vida. Ao mesmo tempo, a mostra vai dar a conhecer a história da alfaiataria, da ascensão à queda, numa oportunidade para refletir sobre a indústria têxtil, os Direitos Humanos e a sustentabilidade.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Vítor Gaspar, com o apoio do Victoria & Albert Museum, a Exposição, de entrada gratuita, vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00 (encerra aos feriados).

 

 

Marionetas do mundo no Centro Cultural de Poceirão

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Marionetas de todo o mundo vão estar em exposição no Centro Cultural de Poceirão, de 6 de dezembro a 11 de janeiro de 2020.

A “Exposição de Marionetas do Mundo” continua a dar a conhecer o vasto espólio que compõe a coleção de brinquedos de Hélder Esdras Martins, depois de o Centro Cultural ter recebido, ao longo deste ano, a “Exposição de Brinquedos: Mobilidade Móvel”, de carrinhos, triciclos, quadriciclos e trotinetas, e a “Exposição de Brinquedos Mobilidade Estática: Cavalos de Baloiço”.

Hélder Esdras Martins, natural de Pinhal Novo, dedica-se, desde os 16 anos, ao colecionismo. Numa viagem a França, apaixonou-se pela temática dos brinquedos, ao visitar uma exposição. Atualmente, possui cerca de 10 mil peças, numa coleção que integra os mais variados tipos e origens de brinquedos, desde o século XIX. Tem participado em congressos, jornadas e exposições, representando Portugal em diversos países.

Com entrada livre e organizada pela Câmara Municipal de Palmela, a Exposição vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h30, e ao sábado, das 14h00 às 24h00.

EMARP - Exposição AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER - Centro de acolhimento A Catraia

AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER

Exposição do centro de acolhimento A Catraia

9 de dezembro de 2019 a 3 de janeiro de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Sinopse

Mão de Ampara
Mão que Segura
Mão que Afaga
Mão que Protege
Mão que Para
Mão que Brinca
Mão que Aquece
Mão que Sente
Mão que Orienta
Mão que Levanta
Mão que Cuida
Mão que Alimenta
Mão que Limpa
Mão que Fala
Mão que Abraça


No mês de Abril dedicado à prevenção dos maus tratos infantis, promovemos a nossa exposição “As Mãos Não São Para Bater”.

Esta exposição foi construída com o apoio de duas alunas do curso de Educação Social da Universidade do Algarve (Margarida Duarte e Rita Valejo), que se encontravam a cumprir estágio académico na Casa de Acolhimento A Catraia, e com a colaboração dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho.

Esta exposição pretende sensibilizar para a problemática dos maus-tratos infantis, usando diversos suportes como pintura, fotografia e impressão têxtil.

Ao levar esta exposição a diferentes espaços pretendemos transmitir uma mensagem o mais ampla possível e promover momentos de reflexão junto da comunidade, ao mesmo tempo que procuramos dar a conhecer a nossa atividade Casa de Acolhimento para crianças e jovens em risco.

NATAL COM ESPECTÁCULOS INÉDITOS: António Zambujo e Aldina Duarte, Gospel Collective com Diogo Piçarra e Murta, e Carolina Deslandes e Pedro Abrunhosa juntam-se em Almada (Entrada gratuita)

Os eventos acontecem no âmbito do Feliz Almada 2019 e são de entrada livre

Natal com espetáculos inéditos: António Zambujo e Aldina Duarte, Gospel Collective com Diogo Piçarra e Murta, e Carolina Deslandes e Pedro Abrunhosa juntam-se em Almada

Nas próximas quatro noites (19, 20, 21 e 22 de dezembro), o Feliz Almada 2019 apresenta quatro espetáculos inéditos e gratuitos, com diferentes com convidados de excelência, das áreas da música e do humor.

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Hoje, dia 19 de dezembroAldina Duarte e António Zambujo apresentam um concerto único, em que as suas bandas serão uma só, assim como o alinhamento, composto pelos grandes êxitos das suas carreiras, sem esquecer os fados tradicionais, prediletos dos dois artistas. Amigos de longa data, Aldina Duarte e António Zambujo já partilharam os camarins, o estúdio e as canções, mas nunca o palco. Hoje, será a primeira vez!

 

Amanhã, sexta-feira, dia 20 de dezembro, Almada vai celebrar o Natal ao som do Gospel. O músico Diogo Piçarra e Murta, uma das revelações do programa The Voice, juntam-se ao Gospel Collective para um espetáculo onde, além dos êxitos pop, vão ouvir-se clássicos da quadra natalícia.

 

No dia 21 de dezembrosábado, há Comédia no Sapatinho. Desde a comédia musical, com interpretações geniais de Eduardo Madeira, às reflexões hilariantes de António Raminhos sobre a sua vida familiar, sem esquecer o apurado stand-up comedy de observação de Guilherme Fonseca, Almada vai ser ainda mais feliz numa noite apresentada por Ana Bola, uma verdadeira lenda viva da comédia em Portugal. Os espetáculos de 19, 20 e 21 de dezembro têm início às 21h30 e são de entrada gratuita.

 

Por último, no dia 22 de dezembro, domingo, às 19h, Carolina Deslandes convida Pedro Abrunhosa a partilharem canções que fazem parte do imaginário de todos os portugueses. Na sua estreia partilhada em palco, percorrem a discografia da jovem cantora portuguesa, em interpretações de temas de ambos, feitas especialmente para este evento do Feliz Almada.

 

Os espetáculos do Feliz Almada realizam-se numa origina tenda de circo, com capacidade para 1000 pessoas, no Parque Urbano Comandante Júlio Ferraz, em Almada. De assinalar que a entrada é gratuita, mas condicionada pela lotação do espaço. 

 

Feliz Almada 2019 – Imagem e Fotos

  

19 dezembro, quinta-feira – 21h30

Aldina Duarte e António Zambujo

 

20 dezembro, sexta-feira – 21h30

Gospel Collective convida Diogo Piçarra e Murta

 

21 dezembro, sábado – 21h30

Miguel Araújo e Coro da Companhia de Música de Almada

 

22 dezembro, domingo – 19h

Carolina Deslandes convida Pedro Abrunhosa

 

Parque Urbano Comandante Júlio Ferraz, Almada

Entrada gratuita, limitada à lotação do espaço

 

- Como chegar -

Metro Sul do Tejo (linhas 1 e 3 – paragem São João Baptista)

Parque de estacionamento coberto e tarifado, na Praça da Liberdade

 

Cabeça Aldeia Natal é ainda mais genuína e ecológica

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Entre 7 de Dezembro e 1 de Janeiro, Cabeça volta a ser a aldeia de Natal mais típica e ecológica do país. O Natal é tão genuíno e puro como o ar que se respira na Serra da Estrela. Nesta Festa de Montanha que conta este ano com a sua 7ª edição, o Pai Natal não está convidado, pois tudo é feito de recursos naturais e com a vontade e engenho das gentes da aldeia!

 

Há muito que os habitantes de Cabeça trabalham na mais peculiar e sustentável aldeia de Natal. Tudo é feito com as mãos sábias dos cerca de 170 moradores desta Aldeia de Montanha e com materiais da Natureza, como as giestas, as videiras, os pinheiros, folhas de fetos, lã das ovelhas bordaleiras, canas de milho e ainda outros materiais reciclados e que resultam das limpezas cirúrgicas das florestas do Parque Natural da Serra da Estrela e terrenos vizinhos.

 

Todo o trabalho é feito pela comunidade, com o empenho de todas as coletividades da aldeia, da Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede Aldeias de Montanha (ADIRAM) e do Município de Seia. Não há empresas envolvidas, são apenas os habitantes que dão corpo e alma à decoração desta festa natalícia. Tudo é feito para que esteja em harmonia com o verdadeiro espírito natalício de comunhão, partilha e valorização de tradições como a missa do Galo, a fogueira de Natal, a confeção de iguarias no forno comunitário, o Mercado de Natal com produtos regionais.

 

O cenário é único: quem visita Cabeça nesta altura do ano pode vivenciar o verdadeiro Natal das gentes mais genuínas da montanha. As portas de casa dos habitantes estão abertas, o pequeno comércio tradicional, as tasquinhas e as ruas são espaços em que a comunidade se funde com os visitantes. Mas é ao entardecer que a magia acontece com milhares de luzes de tecnologia led a iluminarem as ruelas e o casario típico em xisto de Cabeça (recorde-se que esta foi a primeira aldeia led do país, um contributo real para eficiência energética e promoção de economia de baixo carbono).

 

Como por estes dias a afluência de público à aldeia de Cabeça triplica e evitar a acumulação de lixo nos contentores, os visitantes são incentivados a levarem os desperdícios para depósitos em ecopontos urbanos. Da mesma forma, os visitantes são incentivados a partilharem os automóveis e assim evitarem congestionar a aldeia.

 

 

Atividades paralelas na Aldeia de Natal de Cabeça

 

Workshops e Oficinas de Natal:

 

Sabores de Natal da Aldeia - Aprender a fazer filhoses e rabanadas com um habitante da aldeia;

 

Cozinha de Natal do Mundo – Residentes estrangeiros que atualmente habitam a região vão ser convidados a dar a conhecer outros saberes e sabores de Natal. Uma forma de integrar os novos habitantes internacionais nas Aldeias de Montanha e na região.

 

Cozinha do Bosque – Workshop sobre a valorização dos alimentos silvestres para uma alimentação mais natural e saudável.

 

Workshop eco-enfeites de Natal – visitantes, turistas, crianças em geral são convidados a aprender a fazerem decorações natalícias ecológicas. Estas oficinas são dadas por habitantes de Cabeça.

 

Mostra do Cobertor de Papa - Os cobertores de papa identificam a região e ainda fazem parte do quotidiano dos pastores da Serra da Estrela. Com um longo e complexo processo de fabrico ainda bem vivo no concelho da Guarda, desde a tosquia da lã, à sua lavagem passando pela fiação, tecelagem e cardagem, o Cobertor de Papa é uma imagem de marca pela qualidade e simbologia, fortemente ligada à pastorícia. É ainda usado pelos pastores da Serra da Estrela como agasalho.

 

Oficina de cosmética natural - Aprender a fazer um sabonete, um creme hidratante. Diminuir a pegada ecológica no planeta com soluções naturais, mais baratas e sem quaisquer químicos.

 

Oficina de Cestaria Tradicional – Sob orientação de um cesteiro tradicional que trabalha em madeira de castanho vamos dar a conhecer as técnicas básicas para a produção da cestaria tradicional da região da serra da Estrela e conhecer as ferramentas e materiais utilizados na construção de um cesto de castanho.

 

Oficina de Feltragem - Aprender e experimentar uma técnica ancestral que permite criar superfícies têxteis usando lã da serra da estrela, água e sabão.

 

Loja da Poupança Energética – Adultos e crianças vão aprender técnicas para poupar água e energia com a loja itinerante do Município de Seia.

 

3º Trail Aldeia Natal – Evento desportivo, organizado pelo Conselho Diretivo dos Baldios de Cabeça, que visa incentivar a população para a prática de atividades físicas e desportivas e promoção do turismo activo, dando a conhecer o património arquitetónico, histórico, natural e cultural da região.

Esta ação integra o Plano de Animação da Rede de Aldeias de Montanha, integrado na EEC PROVERE iNature, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do CENTRO 2020 - Programa Operacional Regional do Centro.

 

MAIS INFORMAÇOES

Aldeias de Montanha

Exposição inédita de Jorge Irasagarra em Matosinhos

 

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Inauguração no sábado, 14 de dezembro, às 16 horas

 

Vinte e quatro fotografias a preto-e-branco de Jorge Irasagarra compõem a exposição Apenas Um Pouco Tarde, que no próximo dia 14 de dezembro, pelas 16 horas, será inaugurada na galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos. A mostra ficará patente até ao dia14 de janeiro.

 

Resultado de uma escolha pessoal e da imersão em quase trinta anos de negativos fotográficos e ficheiros digitais, a exposição inclui imagens captadas em Portugal, Itália, Alemanha, Espanha e Cabo Verde, traçando um roteiro nostálgico por diferente geografias e afinidades eletivas.

 

O título da exposição, Apenas Um Pouco Tarde, resulta da apropriação de um verso do poeta Manuel António Pina, ao qual, deste modo, o fotógrafo recorda e homenageia. 

 

“Estas são fotos que nos param o olhar, que nos fazem franzir o sobrolho, que reclamam explicações nunca satisfeitas. Há espaços abandonados, vandalizados, com magníficas paisagens marítimas; há marcos perdidos, mergulhados no abandono vegetal; estranhas vitórias de cavalos autênticos sobre máquinas apodrecidas de muitos cavalos mecânicos; há a inevitável atracção dos velhos pela violência do mar; e há, digo eu, uma contribuição para o alargamento de ‘cidade triste e alegre’ de Victor Palla e Costa Martins”, escreveu o jornalista Carlos Romero no texto que produziu para o catálogo da exposição.

 

Jorge Irasagarra nasceu no Porto em 1971 e tem publicado em diversos jornais e revistas, tendo anteriormente mostrado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas em Portugal e Cabo Verde. Foi este ano finalista do Mira Mobile Prize B&W.

 

Mais informação em https://jorgeirasagarra.wixsite.com/home 

Concertos até ao final de Dezembro no Museu Nacional da Música

RECITAL DE PIANO | Jamie Gurt e Michael Gurt | 17 Dez., 19H | Entrada Livre

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PROGRAMA

Leos Janacek (1854-1928)
Nikolai Medtner (1880-1951)
Alexander Scriabin (1871-1915)
Ronaldo Miranda (1948- )
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)


MICHAEL GURT é professor de piano na Louisiana State University. Ganhou o primeiro prémio na Gina Bachauer International Piano Competition in 1982, e foi também premiado
em Pretoria e Sydney. Tocou como solista na Chicago Symphony, na Philadelphia Orchestra, na Utah Symphony, na Baltimore Symphony, na Memphis Symphony, na Capetown Symphony, na China National Symphony Orchestra, e na Natal Philharmonic Orchestra in Durban, África do Sul.
A solo, tocou no Alice Tully Hall e Weill Recital Hall (Carnegie Hall) Nova Iorque, Ambassador Auditorium, Los Angeles, Orchestra Hall, Detroit, City Hall, Hong Kong; Victorian Arts Center, Melbourne, , Baxter Hall, Capetown; , Attaturk Cultural Center, Istanbul.
Recentemente fez uma digressão no Brasil.
Colaborou com o Takacs String Quartet e o Cassatt String Quartet, e actuou no Australian Festival of Chamber Music emTownsville, Queensland. Foi júri no Gina Bachauer International Piano Competition e no New Orleans International Piano Competition, e gravou pela Naxos, Centaur e Redwood labels.
Gurt
Gurt apresenta-se como Mentor de Piano no National Music Festival em Chestertown, Maryland, e foi chefe do departamento de piano no Sewanee Summer Music Festival de 1987 a 2007. Foi professor da cadeira de piano da Louisiana Music Teachers Association e ensinou em dois seminários de música de Verão realizados na Universidade de Tunghai em Taichung, Taiwan. O professor Gurt é formado pela Universidade de Michigan e pela Juilliard School.

JAMIE RUF GURT nasceu em St. Louis, Missouri. Aos 3 anos começou a estudar piano e fez a sua estrei em orquestra aos 14.
Tem uma agenda preenchida como solista e músico de câmara.
Recentemente tocou no Virtuosi Gravatá, Encontro Internacional de Pianistas de Piracicaba, Utah Valley University, the Beethoven Festival in Park City, Utah, the Southern University Chamber Music Series, the Festival Internacional Alfredo De Saint Malo in Panama City, Panama, e fez concertos em Recife, João Pessoa, Natal e Porto Alegre no Brazil.
Jamie tocou como solista com a Louisiana Sinfonietta na estreia de Diakos Suite do compositor Dinos Constantinides e com o Sewanee Festival Orchestra, a Alton Symphony, e a Meremac Symphony em St. Louis. Participou na apresentação da American Musicological Society conference 2012 em New Orleans.
Tem o mestrado de performance em piano da Louisiana State University, onde estudou e leccionou como assistente do professor Gregory Sioles.
Continuou os estudos com Sheila Paige, actuando e como aluna no Seminário Keyboard Wellness.
Actualmente continua a sua carreira como pianista e professora.  
 
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Gala Bolsas Fundação GDA / EAMCN | 18 Dez., 19H | Entrada Livre
Pelo terceiro ano consecutivo é realizado no Museu Nacional da Música a Gala de Bolsas Fundação GDA / EAMCN para a prossecução de estudos superiores de jovens músicos finalistas da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional. Mais do que uma cerimónia formal, este evento consiste numa festa concerto onde participam os bolseiros premiados no ano anterior. Um momento de reencontro, motivação e fruição da grande música.

GDAweb (1).jpgRecital de Guitarra Clássica | Yuri Marchese (Brasil) | 19 Dez., 19H | Entrada Livre

“Música do século XX para guitarra clássica”

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Manuel Ponce, Richard Rodney Bennet, Joaquin Rodrigo, Heitor Villa-Lobos

Yuri Marchese, nascido em Vitória (Espírito Santo, Brasil) é Mestre em Música pela Universidade de Aveiro (Portugal) e formado em Música pela Universidade Estadual de Londrina (Paraná/BR). Estudou com Paulo Vaz de Carvalho (UA/PT), Fabio Zanon (SP), Inácio Rabaioli (UEL) e Natanael Fonseca. Realizou sua primeira digressão internacional aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Tcheca.
Conquistou diversos prémios, com destaque para o 1º Lugar no IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu (Rio de Janeiro, 2017), 1º Lugar e melhor intérprete de música portuguesa no Concurso Internacional de Leiria (Portugal, 2017), 1º lugar no VII concurso FITO (São Paulo, 2012), 2º lugar e Melhor Intérprete Capixaba no X Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória, BR 2013), 2º lugar no I Concurso Terras de Santo Estevão (Portugal, 2015), entre outros.
De 2010 a 2014 foi bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (Estado de São Paulo) onde teve aulas com conhecidos guitarristas como Zoran Dukic, José Antonio Escobar, Maria Lívia São Marcos, Michael Lewin, João Luiz (Brasil Guitar Duo) e Eduardo Fernandez.
Participou de vários festivais e séries internacionais de concerto como o Festival de Música de Londrina, Young Prag Festival (CZ), Ponto de Guitarra (Vila Real, Portugal) Irmão Violão e Zêzere Arts Festival (Portugal). Neste último, realizou, com a orquestra do festival, a estreia mundial da versão integral do concerto para violão de Jaroslav Pelikan sob regência de Brian MacKay. Solou o concerto de Mario Castelnuovo-Tedesco com a Orquestra Sinfónica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL).
Actua como professor há mais de quinze anos. Trabalhou em Portugal no Conservatório Regional de Coimbra, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório David de Souza em Figueira da Foz e Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Reside actualmente em Lisboa.

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Visite:
https://www.yurimarchese.com/
https://www.youtube.com/user/Yuriclassicalguitar
https://www.instagram.com/yurimarchese/  
 
 
UM MÚSICO, UM MECENAS | Sábado, 28 de Dez., 18H | Entrada Livre

Ricardo Leitão Pedro na Tiorba de 1608

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A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Ricardo Leitão Pedro, na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608 (nº. inv. MNM 0252).
 
A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA
A tiorba MM 252 foi construída em Roma, em 1608, pelo alemão Matheus Buchenberg, famoso construtor de alaúdes e tiorbas (ou chitarrones, como também eram conhecidos naquela região). Trezentos anos depois, em 1903, Alfredo Keil adquiriu este e outros instrumentos musicais (que actualmente também fazem parte do espólio deste museu) a Louis Pierrard, construtor e restaurador belga. Fê-lo através do seu filho, Luís Keil, que visitava os instrumentos, os descrevia ao pai através de cartas e fotografias, e tratava de agilizar a expedição dos mesmos para Lisboa.
A tiorba que este ano celebra 407 anos de existência sofreu várias intervenções ao longo dos tempos. Há um restauro de 1810, a que se seguiram outros dois, já no século XX: um em 1903, e o de Gilberto Grácio, em 1978. Neste último, o instrumento não ficou tocável, mas o braço, que se encontrava descaracterizado, foi modificado segundo o plano de um instrumento de Buchenberg pertencente à colecção do Victoria & Albert Museum. Em 2014, no âmbito do ciclo Um Músico, Um Mecenas, e através do patrocínio de um particular (Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor), foi finalmente possível recuperar-se o som desta tiorba. O restauro esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível da caixa e do braço.
Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem alguns exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, um em Itália, em Florença, no Museu Bardini. e o de Londres, no Victoria and Albert Museum.
 
Ricardo Leitão Pedro
Fascinado desde sempre pelos cantores-instrumentistas da Antiguidade e as suas encarnações em todos os períodos históricos até ao presente, Ricardo Leitão Pedro é um dos raros músicos de hoje dedicado à prática histórica do canto al liuto, acompanhado-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada.
Nascido no Porto em 1990, tomou o alaúde aos dezoito anos de idade inspirado por um concerto de Hespérion XXI e encorajado pelo então professor de guitarra clássica Pedro Fesch. Um ano depois é aceite na licenciatura em música antiga da ESMAE (Porto, Portugal), durante a qual recebeu uma bolsa Erasmus para estudar no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon na classe de Eugène Ferré.
Em 2013, muda-se para a Suíça para estudar na prestigiada Schola Cantorum Basiliensis, onde termina uma licenciatura em alaúdes medievais e renascentistas com Crawford Young e Marc Lewon e conclui actualmente o mestrado em canto na classe de Dominique Vellard. A nível privado, trabalhou com cantores como Margreet Honig, Gerd Türk e Patrizia Bovi e alaúdistas como Paul O'Dette, Hopkinson Smith, Eduardo Egüez e Rolf Lislevand.
Membro dos ensembles Concerto di Margherita (ensemble EEEmerging 2017-2018) e I Discordanti (ensemble EEEmerging 2016) com os quais mantém uma agenda ocupada pelos palcos europeus, é regularmente convidado a colaborar com diferentes ensembles e orquestras como cantor e alaúdista (Orquestra XXI, Coro Casa da Música, Capella Sanctae Crucis, Troxalida, Agamémnon, La Boz Galana, Domus Artis). Em duo com o alaúdista Guilherme Barroso ganhou o 2o prémio (1o não atribuído) da competição JIMA (Oeiras, Portugal) na categoria de música de câmara. Ávido pelo contacto com outras expressões criativas, mantém o hábito de improvisar com artistas da dança e circo contemporâneos. Compôs o tema para o solo de trapézio 'Planisfério' apresentado no FIS na Póvoa do Varzim e foi o músico seleccionado por Rostislav Novak (La Putyka) para o seu grupo de trabalho no festival de circo contemporâneo Die Originale enquadrado no Berliner Festspiele.
Igualmente investido na investigação musicológica do ponto de vista do performer, prepara actualmente a edição das canções e peças instrumentais do manuscrito Thibault (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para a editora Terem-Music baseada em Basel.
 
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