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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Tempo de Imagem" de Miguel Palma

Actualmente a expor em Nova Iorque, Miguel Palma cria instalação exclusiva para a Casa Museu Medeiros e Almeida

 

“TEMPO DE IMAGEM” MOSTRA O DESVANECER DA IMAGEM

 

“A imagem, de uma imagem, de uma imagem, de uma imagem…
Um projecto sobre a memória, mas também sobre a revitalização
e utilização da mesma no futuro e no presente”

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Durante dois meses, a Casa Museu Medeiros e Almeida (CMMA) recebe a instalação “Tempo de Imagem” de Miguel Palma. O artista internacional criou exclusivamente sete esculturas/instalações que estarão expostas ao longo do museu, proporcionando um momento inesquecível para os verdadeiros amantes da arte e da cultura.

Arquitectonicamente pensada e criada, a exposição estará integrada nos ambientes, proporcionando um cenário envolvente. Durante o percurso, poderá acompanhar as alterações temporais sofridas pelo famoso relógio BREGUET, que pertenceu ao General Junot. O relógio faz parte desta colecção e que será projectado em cada uma das seis esculturas, através de um sistema audiovisual de mini câmaras de filmar e pequenos projectores de vídeo.

A imagem do relógio que é filmada na primeira instalação é posteriormente projectada na segunda, criando uma imagem de segunda geração. Consequentemente, esta projecção é filmada por uma segunda mini câmara e a imagem da mesma será projectada na terceira instalação, criando uma imagem de terceira geração. O sistema desenvolve-se consequentemente desta forma até à sexta instalação. A imagem final de todo o processo será projectada juntamente à zona onde o relógio é pela primeira vez filmado, de forma a que se possam comparar os dois. 

Miguel Palma, artista internacional, nasceu em Lisboa em 1964 e estudou na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (ESBAL). Com uma carreira artística invejável, já apresentou exposições em Portugal e em vários países europeus, como Espanha, Holanda, França, Áustria, Japão e E.U.A, sendo também representado em inúmeras colecções públicas e privadas.

O seu trabalho integra maquinismos e objectos com frequente alusão aos contextos lúdicos das miniaturas e dos brinquedos, projectando com imaginação e humor a sua visão sobre o mundo contemporâneo.

O seu mais recente trabalho estará em exposição na Casa Museu Medeiros e Almeida, fundada por António de Medeiros e Almeida, figura de notável actividade social e empresarial em Portugal, o que lhe permitiu dedicar a maior parte da sua fortuna a coleccionar obras de arte da Pré-História ao século XIX.

Na colecção incluem-se as mais díspares peças, desde a raridade das terracotas chinesas, do período Han (220 a.c) às primeiras encomendas de porcelana vindas da China para a Europa com as Armas Reais de Portugal e de D. Manuel I, a sofisticação e apuro técnico da relojoaria inglesa e suíça, salientando o relógio inglês, de noite do século XVII, com iluminação interior por candeia de azeite, que pertenceu à rainha Catarina de Bragança, mulher de Carlos II de Inglaterra, um relógio em cristal de rocha, prata e lápis azul que pertenceu à imperatriz Sissi da Áustria, oferecido por Luís da Baviera, uma máquina do tempo, de Augsburg, datada de 1660 em âmbar e marfim, e ainda 36 relógios Breguet, um dos mais famosos artesãos relojoeiros do mundo. Nesta sequência destaca-se também o mobiliário português, as pinturas holandesas e flamengas dos séculos XVI e XVII, os retratos Ingleses do século XIX, os adereços de joalharia, as baixelas de prata inglesa e as tapeçarias flamengas bordadas a fio de ouro. 

A exposição decorre entre 15 de Maio e 15 de Julho, de segunda a sexta, das 13H00 às 17H30 e sábados das 10H00 às 17H30 sendo que nos dias 15 e 18 de Maio a entrada na CMMA será gratuita.

No dia da inauguração, (15 de Maio) a CMMA estará aberta ao público excepcionalmente até às 24horas.

A visita à CMMA tem o custo de 5€ para adultos e 3€ para crianças dos 10 aos 16 anos e mais de 65 anos. Caso prefira uma vista guiada, pela CMMA, terá que fazer antecipadamente a reserva que terá um custo de 6€ por pessoa.

Instalação Under €50, selected by Dino Alves

 

Até 16 de Janeiro

Segunda a sexta das 10h às 22h

Fim de semana das 12h às 22h

 

WHO galeria

Rua Luz Soriano, 71

Bairro Alto
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Depois do shampoo 2 em 1, a década dos vários em 1. Agora, exposição que é exposição tem que ter várias formas de arte em simbiose. Senão vejamos a Instalation Store na WHO. O “criador de imagens, que veste de irreverência, reciclando histórias e peças de vestuário”, isto é, o Dino Alves, seleccionou vários objectos representativos do seu gosto e juntou-os numa instalação. Até aqui nada de (muito) novo. O curioso começa quando se pode comprar os artigos – de diversos autores nas áreas de Moda, Vintage, Design, Beleza, Sabores, Arte, Música e Comunicação Visual- por menos de 50 euros. Como vês, não é preciso cravares a tua lista de contactos até à exaustão para conseguires convites para a moda Lisboa e ver as criações do Dino Alves. Até porque aqui tens o acréscimo da componente social, a ideia do Un habit, conceito desenvolvido pelas Nações Unidas. Mais razões? Sara Vale

Instalação Jesper Just

 

 

Até 18 de Janeiro

De Ter a Dom

das 10h-18h

 

Fundação Calouste Gulbenkian

CAMJAP

(Centro de Arte Moderna / Gulbenkian

Rua Dr. Nicolau de Bettencourt
 

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O que fazem quatro mulheres africanas dentro de um carro prestes a ter um acidente? Bem, fazem a nova curta-metragem de Jesper Just, filmada em Detroit e que é agora apresentada em Lisboa juntamente com outros trabalhos. Mas quem é Just? Artista dinamarquês de passaporte e nova-iorquino de residência. Poeta do audiovisual, mestre em desmentir todos os estereótipos de Hollywood. Just muda o homem viril, a mulher frágil e a felicidade eterna. Fala-nos de sexualidade, amor e cinema assim como quem não quer a coisa. Cria narrativas densas, atmosféricas e joga com ambiguidades de forma desavergonhada. No fim, à falta de lugares-comuns, sobra a vontade de ver mais. Miguel Leite

 

Jardins Portáteis

Terreiro do Paço

 

"Babilónia tinha jardins suspensos, Lisboa tem jardins portáteis."

 

Mais uma iniciativa da CML para dinamizar o Terreiro do Paço.

 

45 pequenos jardins com oliveiras em coloridos bancos com rodinhas de Leonel Moura.