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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Palavras na Nossa Terra” - Tertúlia elege poesia de Almeida Garrett para janeiro

“Palavras na Nossa Terra”

Tertúlia elege poesia de Almeida Garrett para janeiro

 

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No próximo dia 25 de janeiro, às 21h00, a poesia de Almeida Garrett está em destaque na Biblioteca Municipal do Pinhal Novo com “Palavras na Nossa Terra”, uma tertúlia de poesia que se traduz (sempre) num bom serão.

Pormenores da sua vida e do contexto social que influenciou fortemente o seu percurso literário, a sua obra e poemas serão evocados nesta iniciativa que regressa, na última sexta-feira de cada mês, à biblioteca municipal do Pinhal Novo com personalidades da grande poesia portuguesa.

Em janeiro, os poemas de Almeida Garrett (1799-1854), uma das maiores figuras do romantismo português, serão assim o pretexto para uma noite de poesia portuguesa em que o convívio terá também presença garantida.

Leitura às Quintas: Apresentação do Livro “Eça de Queiroz segundo Fradique Mendes”

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No âmbito da iniciativa Leitura às Quintas, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, recebe, hoje, 6 de dezembro, pelas 21:00h, a apresentação do livro “Eça de Queiroz segundo Fradique Mendes”, de Sónia Louro.

 

“Eu não tenho história, sou como a República do vale de Andorra”, disse, certo dia, Eça de Queiroz. Mas nada poderia ser mais falso. Eça é uma das figuras mais fascinantes das letras portuguesas. Os seus pais ainda não haviam casado quando, em 1845, nasce na Póvoa do Varzim. Essa indiscrição levou a que tenha sido criado longe dos progenitores, abrindo-lhe um vazio no coração que o acompanhou toda a vida. Em Coimbra, faz os estudos e, em Lisboa, inicia-se numa vida boémia, cruzando-se com figuras incontornáveis do seu tempo como Antero de Quental, Ramalho Ortigão ou Guerra Junqueiro. Descontente com o Direito, faz uma longa e fascinante viagem pelo Oriente, e, quando regressa, decide enveredar pela carreira consular. Tendo sido cônsul em Havana, Inglaterra e Paris, foi acumulando dívidas embaraçosas, amigos fiéis, inimigos implacáveis e obras-primas que revolucionaram as letras portuguesas.

É esse Eça de Queiroz, homem de contrastes, mistérios e talento único, que Sónia Louro descobre e nos revela neste romance fascinante e rigoroso.

Sónia Louro, residente no concelho da Moita, nasceu em 1976, em França. Desde cedo apaixonada pelas Ciências e pela Literatura, acabou por optar academicamente pela primeira, mas nunca abandonou a sua outra paixão. Licenciou‑se em Biologia Marinha, mas não perdeu de vista a Literatura, à qual veio depois aliar um outro interesse: a História. Fruto desse casamento, já publicou “A Vida Secreta de Dom Sebastião”, “O Cônsul Desobediente”, “A Verdadeira Peregrinação”, “Amália – O Romance da Sua Vida”, “Fernando Pessoa – O Romance”, e “Eusébio” e participou ainda em Pulp Fiction Portuguesa, com outros autores.

 

 

“O Mundo Secreto da Arrábida” inspira Programa de Animação Infantil do livro e da leitura

  Rede Municipal de Bibliotecas

“O Mundo Secreto da Arrábida” inspira Programa de Animação Infantil

do livro e da leitura

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O Programa de Animação Infantil do livro e da leitura para o ano letivo 2018/2019, dinamizado pela Rede Municipal de Bibliotecas do concelho de Palmela, tem como tema “O Mundo Secreto da Arrábida”.

 

Fomentar comportamentos de preservação e respeito pelo ambiente; dar a conhecer, de uma forma lúdica, algumas das características da Serra da Arrábida; incentivar o contacto entre a Biblioteca Municipal e a Comunidade Escolar do Ensino Pré-Escolar e 1.º Ciclo; criar e fortalecer hábitos de leitura, desde a primeira infância e estimular a imaginação e a criatividade desde tenra idade, a partir da literatura fantástica, são os objetivos do programa para este ano letivo.

 

O programa assenta, fundamentalmente, na Hora do Conto que, através da literatura clássica e original, pretende proporcionar momentos mágicos, lúdicos e de aprendizagem em torno dos livros e da temática da sustentabilidade, ao público infantil. 

 

Este ano, assinalam-se as seguintes datas: Natal, com a peça original “O Natal das três Fadas”, apresentada na primeira quinzena de dezembro; o Carnaval, a 2 de março, com “Carnaval a Dançar”; as comemorações do Dia Internacional do Livro Infantil, no dia 2 de abril, com um encontro com um autor e ilustrador, no “Mãos que fazem Livros” e as comemorações do Dia Mundial da Criança, a 3 de junho, com a iniciativa “Crescer Saudável e com Direitos”, de dinâmicas lúdicas em torno dos Direitos da Criança.

 

Mais informações e inscrições através do telf. 212 336 638 ou do e-mail bibliotecas@cm-palmela.pt.

SANTA CASA APRESENTA POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE COM ATIVIDADES GRATUITAS DURANTE TODO O DIA

 
 
Sob o tema da Hospitalidade, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa organiza um vasto programa com exposições, peças de teatro, workshops, colóquios, leituras, performances, concertos e DJ sets, dia 13 de outubro, entre as 9h30 e a meia-noite, na apresentação do Polo Cultural de São Roque.
 
HOSPITALIDADE / HOSPITALITY
Sábado, 13 de outubro, 9h30-00h00
Entrada Livre
POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE
Largo Trindade Coelho - Lisboa

No ano em que celebra 520 anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) programa um dia de atividades artísticas centrado na Hospitalidade para apresentar o Polo Cultural de São Roque, que será constituído pelo Arquivo e Biblioteca da Santa Casa, o Museu de São Roque, a Igreja de São Roque, a galeria de exposições temporárias e, para breve, o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo –, assim como a implementação da Brotéria, com a sua biblioteca.
O programa Hospitalidade decorre ao longo do dia 13 de outubro, entre as 9:30 da manhã e a meia-noite, com um vasto conjunto de atividades de entrada livre.

Exposições, concertos, performances, instalações e atividades de educação artística intercultural realizar-se-ão em diferentes equipamentos da Santa Casa, da Brotéria e no Largo Trindade Coelho, numa antevisão das valências do Polo Cultural de São Roque.
Enquadrado no Ano Europeu do Património Cultural, este dia dedicado à Hospitalidade conta com uma programação eclética que, entre as múltiplas atividades, integra a exposição guarda com obras da artista Armanda Duarte, no Museu de São Roque; um concerto da Orquestra de Câmara de Lisboa, sob a direção de Pedro Carneiro, com um repertório que combina peças de percussão ocidental e oriental, na Igreja de São Roque; uma intervenção do artista Rodrigo Oliveira na fachada do edifício da Brotéria; e na Casa Ásia (ainda em obras e com inauguração prevista para 2019) acolhe-se o artista Pedro Valdez Cardoso, que transforma o espaço numa cenografia como preâmbulo à Coleção Francisco Capelo que a virá a ocupar, uma projeção de um diaporama com fotografias de obras da coleção e outras atividades de natureza intercultural.
 
O Largo Trindade Coelho, espaço de cruzamento entre os diferentes edifícios do Polo Cultural, será também um território de convívio para todos os que habitam a cidade de Lisboa, com atividades lúdicas e iguarias. Jogos de rua, contos tradicionais, workshops e outras atividades de caráter familiar vão animar o largo, onde vai ser também possível degustar comida oriental. Ao final do dia, a animação continua com sets dos DJ’s Rui Teixeira e Vítor Belanciano.
 
 
HOSPITALIDADE
A história da SCML é marcada pela hospitalidade exercida em várias dimensões e para diversos destinatários e beneficiários. O tema é, contudo, aquele que nos tempos atuais melhor pode definir a missão de uma organização marcada pelo ‘cuidar do outro’, sendo que ‘cuidar’ tanto se pode traduzir no âmbito da saúde como da educação, do património ou ainda de ‘abrigo’, no sentido mais nobre do termo.
 
O conceito ‘hospitalidade’ vai completamente ao encontro das perspetivas mais contemporâneas - tratadas em termos de sociologia, história e artes – para definir a forma mais elevada e mais humanista de intervir na realidade. Este modo de intervir junto dos desprotegidos socialmente, dos refugiados e dos exilados justifica a sua evocação.

Programa em http://www.scml.pt/pt-PT/areas/cultura/hospitalidade/

Leitura de Teatro - Ruínas, de Sarah Kane - Esta noite grita-se

 
De 29 de Junho a 1 de Julho será apresentado Ruínas, de Sarah Kane o 10º texto trabalhado pelo Esta noite grita-se, contando com a interpretação de Rita Cabaço (vencedora do Globo de Ouro 2018 para melhor atriz de teatro), David Pereira Bastos, Filipe Abreu e Bruno Bernardo.

Dia 30de Junho, na Fábrica Braço de Prata, após a leitura de Ruínas, será inaugurada a exposição de fotografias 55 personagens à procura de fotógrafo, da Sónia Godinho, que documentou todas as leituras

Segue anexado um Press Release com mais informação sobre a iniciativa, algumas fotos dos actores e o retrato da Sarah Kane, pela Catarina Rodrigues.

Com os melhores cumprimentos,

Esta noite grita-se no Facebook: AQUI
Esta noite grita-se no Instagram: AQUI
Esta noite grita-se no site CepaTorta: AQUI

Um ano após o início da tragédia dos incêndios de 2017: Leitura do conto "O Homem que plantava Árvores", em 22 locais simultâneos em Portugal e Itália.

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Leitura simultânea em Portugal e Itália de “O Homem que plantava árvores” evoca tragédia dos incêndios de 2017

 

 

PALAVRAS CONTRA AS CHAMAS

16 e 17 de Junho – Nodeirinho (Pedrógão Grande), Porto, Valle de Susa e Turim (Itália)

 
22 locais: 19 livrarias, 1 biblioteca, 2 municípios numa iniciativa entre Itália e Portugal que quer recordar as vítimas e a destruição florestal provocadas pelos violentos incêndios ocorridos em Portugal e Itália (Junho/Outubro-Novembro 2017).O conto de Jean Giono,uma extraordinária narrativa sobre a reflorestação e o poder que o ser humano tem de influenciar positivamente o mundo à sua volta,será lido por vários actores e voluntários.
 
 
A tragédia de Pedrógão Grande, que no passado dia 17 de de junho de 2017 resultou em 66 mortos, 254 feridos, 500 habitações e 48 empresas destruídas, para além de 53000 hectares de floresta ardida e a equivalente perda de fauna, deixou em choque Portugal e o mundo inteiro. Pouco tempo depois em Itália, afortunadamente sem vítimas, o pesadelo dos incêndios assolou o Vale de Susa atormentando o mês de outubro.

Em ambos os países ocorreu uma destruição implacável de floresta e dos seus elementos mais emblemáticos, as árvores. Estes factos invocaram na nossa memória as palavras e importante alerta de Giorgio Strelher que há mais de vinte anos escrevia: “É útil, é justo, é histórico preocupar-se com o Teatro hoje frente aos graves problemas que agitam a nossa sociedade? Não existem, provavelmente, situações mais angustiantes, mais urgentes, às quais entregar as nossas forças? «Vivemos tempos escuros - afirmou Brecht - em que falar de árvores parece ser delito!». E nós falamos de árvores. Nós falamos de Cultura. Estamos convictos de que hoje é um dos poucos modos que temos para nos opormos à barbárie que existe entre nós e que consiste em assumir a Cultura como premissa da nossa civilização em que o Teatro é expressão da sua própria existência. Sim, acredito que se deva falar e é oportuno lutar pelas árvores. É necessária a luz de um farol que nos conduza pela escuridão contemporânea afirmando a necessidade da Arte na vida do Homem para a sua sobrevivência”.

Estas são palavras que permanecem válidas e representam um farol, a referência necessária para a ação.

Por este motivo, a Assemblea Teatro (companhia de Teatro de Turim, Itália) e a Apuro (Associação de Filantropia Cultural, com sede no Porto)uniram esforços para organizar uma leitura simultânea em Itália e em Portugal, com diversos atores e/ou leitores voluntários, em livrarias selecionadas do Porto, de Turim, no vale de Susa e em Pedrógão Grande, na data significativa de 17 de junho, do texto de Jean Giono “O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES”.

 
 
No dia 16, as leituras ocorrerão nas livrarias de Porto e Turim, simultaneamente, às 15h30 (hora portuguesa) por actores de ambas as nacionalidades.

E do dia 17, também às 15h30, o conto de Jean Giono será lido por actores e cidadãos voluntários na aldeia de Nodeirinho, Pedrógão Grande, e em diversos locais do Valle de Susa, em Itália.

 

Sobre “O Homem que plantava Árvores”:

Jean Giono escreveu este conto lendário nos anos 50 do século XX, com a esperança de desencadear um programa de reflorestação a nível mundial que promovesse a regeneração do planeta. Uma mensagem muito à frente do seu tempo. Aqui vai a sinopse:

Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta. Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial. Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema rico e sustentável. É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França. Uma história inesquecível como O Principezinho de Saint-Exupéry, que continua a inspirar milhares de leitores em todo o mundo.

Sobre a Assemblea Teatro:

A companhia nasceu em Turim, Itália, em 1987 (comemora este ano o seu 50º aniversário) com a firme intenção de intervir artisticamente numa cidade fortemente industrializada e culturalmente deprimida. Desde cedo dedicou-se ao teatro de pesquisa, vinculado às lutas operárias, sindicais e humanistas. O teatro de comunidade, como intrumento de reflexão ou de protesto, a substituição das salas de espectáculo pelo espaço público e a intensa actividade internacional são algumas das imagens de marca desta companhia. Em Portugal, entre outras produções, levou à cena o espectáculo U Boat 1277 na praia de Angeiras, Matosinhos, em Junho de 2015, numa co-produção com o Teatro Pé de Vento.

Sobre a APURO:

AAPUROé uma associação cultural e filantrópica sem fins lucrativos, fundada em 2012. Assume-se como uma sociedade particular de Solidariedade Cultural. Culturalporque toda a sua atividade se orienta para a cultura, quer na sua vertente produtiva (teatro, cinema poesia, edições…) quer na sua vertente social. Filantrópicaporque pretende criar um sistema de apoio a intermitentes do espetáculo que se encontrem em carência efetiva de emprego e/ou saúde e com estes criar um sistema de voluntariado cultural junto de outros cidadãos carenciados através de parcerias com Instituições Particulares de Solidariedade Social e outras associações com fins semelhantes.

A APURO tem como característica ter sido fundada por uma maioria de cidadãos não ligados profissionalmente à cultura mas que se interessa e preocupa com este bem fundamental para a humanidade.