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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“O Mundo Secreto da Arrábida” inspira Programa de Animação Infantil do livro e da leitura

  Rede Municipal de Bibliotecas

“O Mundo Secreto da Arrábida” inspira Programa de Animação Infantil

do livro e da leitura

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O Programa de Animação Infantil do livro e da leitura para o ano letivo 2018/2019, dinamizado pela Rede Municipal de Bibliotecas do concelho de Palmela, tem como tema “O Mundo Secreto da Arrábida”.

 

Fomentar comportamentos de preservação e respeito pelo ambiente; dar a conhecer, de uma forma lúdica, algumas das características da Serra da Arrábida; incentivar o contacto entre a Biblioteca Municipal e a Comunidade Escolar do Ensino Pré-Escolar e 1.º Ciclo; criar e fortalecer hábitos de leitura, desde a primeira infância e estimular a imaginação e a criatividade desde tenra idade, a partir da literatura fantástica, são os objetivos do programa para este ano letivo.

 

O programa assenta, fundamentalmente, na Hora do Conto que, através da literatura clássica e original, pretende proporcionar momentos mágicos, lúdicos e de aprendizagem em torno dos livros e da temática da sustentabilidade, ao público infantil. 

 

Este ano, assinalam-se as seguintes datas: Natal, com a peça original “O Natal das três Fadas”, apresentada na primeira quinzena de dezembro; o Carnaval, a 2 de março, com “Carnaval a Dançar”; as comemorações do Dia Internacional do Livro Infantil, no dia 2 de abril, com um encontro com um autor e ilustrador, no “Mãos que fazem Livros” e as comemorações do Dia Mundial da Criança, a 3 de junho, com a iniciativa “Crescer Saudável e com Direitos”, de dinâmicas lúdicas em torno dos Direitos da Criança.

 

Mais informações e inscrições através do telf. 212 336 638 ou do e-mail bibliotecas@cm-palmela.pt.

SANTA CASA APRESENTA POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE COM ATIVIDADES GRATUITAS DURANTE TODO O DIA

 
 
Sob o tema da Hospitalidade, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa organiza um vasto programa com exposições, peças de teatro, workshops, colóquios, leituras, performances, concertos e DJ sets, dia 13 de outubro, entre as 9h30 e a meia-noite, na apresentação do Polo Cultural de São Roque.
 
HOSPITALIDADE / HOSPITALITY
Sábado, 13 de outubro, 9h30-00h00
Entrada Livre
POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE
Largo Trindade Coelho - Lisboa

No ano em que celebra 520 anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) programa um dia de atividades artísticas centrado na Hospitalidade para apresentar o Polo Cultural de São Roque, que será constituído pelo Arquivo e Biblioteca da Santa Casa, o Museu de São Roque, a Igreja de São Roque, a galeria de exposições temporárias e, para breve, o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo –, assim como a implementação da Brotéria, com a sua biblioteca.
O programa Hospitalidade decorre ao longo do dia 13 de outubro, entre as 9:30 da manhã e a meia-noite, com um vasto conjunto de atividades de entrada livre.

Exposições, concertos, performances, instalações e atividades de educação artística intercultural realizar-se-ão em diferentes equipamentos da Santa Casa, da Brotéria e no Largo Trindade Coelho, numa antevisão das valências do Polo Cultural de São Roque.
Enquadrado no Ano Europeu do Património Cultural, este dia dedicado à Hospitalidade conta com uma programação eclética que, entre as múltiplas atividades, integra a exposição guarda com obras da artista Armanda Duarte, no Museu de São Roque; um concerto da Orquestra de Câmara de Lisboa, sob a direção de Pedro Carneiro, com um repertório que combina peças de percussão ocidental e oriental, na Igreja de São Roque; uma intervenção do artista Rodrigo Oliveira na fachada do edifício da Brotéria; e na Casa Ásia (ainda em obras e com inauguração prevista para 2019) acolhe-se o artista Pedro Valdez Cardoso, que transforma o espaço numa cenografia como preâmbulo à Coleção Francisco Capelo que a virá a ocupar, uma projeção de um diaporama com fotografias de obras da coleção e outras atividades de natureza intercultural.
 
O Largo Trindade Coelho, espaço de cruzamento entre os diferentes edifícios do Polo Cultural, será também um território de convívio para todos os que habitam a cidade de Lisboa, com atividades lúdicas e iguarias. Jogos de rua, contos tradicionais, workshops e outras atividades de caráter familiar vão animar o largo, onde vai ser também possível degustar comida oriental. Ao final do dia, a animação continua com sets dos DJ’s Rui Teixeira e Vítor Belanciano.
 
 
HOSPITALIDADE
A história da SCML é marcada pela hospitalidade exercida em várias dimensões e para diversos destinatários e beneficiários. O tema é, contudo, aquele que nos tempos atuais melhor pode definir a missão de uma organização marcada pelo ‘cuidar do outro’, sendo que ‘cuidar’ tanto se pode traduzir no âmbito da saúde como da educação, do património ou ainda de ‘abrigo’, no sentido mais nobre do termo.
 
O conceito ‘hospitalidade’ vai completamente ao encontro das perspetivas mais contemporâneas - tratadas em termos de sociologia, história e artes – para definir a forma mais elevada e mais humanista de intervir na realidade. Este modo de intervir junto dos desprotegidos socialmente, dos refugiados e dos exilados justifica a sua evocação.

Programa em http://www.scml.pt/pt-PT/areas/cultura/hospitalidade/

Leitura de Teatro - Ruínas, de Sarah Kane - Esta noite grita-se

 
De 29 de Junho a 1 de Julho será apresentado Ruínas, de Sarah Kane o 10º texto trabalhado pelo Esta noite grita-se, contando com a interpretação de Rita Cabaço (vencedora do Globo de Ouro 2018 para melhor atriz de teatro), David Pereira Bastos, Filipe Abreu e Bruno Bernardo.

Dia 30de Junho, na Fábrica Braço de Prata, após a leitura de Ruínas, será inaugurada a exposição de fotografias 55 personagens à procura de fotógrafo, da Sónia Godinho, que documentou todas as leituras

Segue anexado um Press Release com mais informação sobre a iniciativa, algumas fotos dos actores e o retrato da Sarah Kane, pela Catarina Rodrigues.

Com os melhores cumprimentos,

Esta noite grita-se no Facebook: AQUI
Esta noite grita-se no Instagram: AQUI
Esta noite grita-se no site CepaTorta: AQUI

Um ano após o início da tragédia dos incêndios de 2017: Leitura do conto "O Homem que plantava Árvores", em 22 locais simultâneos em Portugal e Itália.

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Leitura simultânea em Portugal e Itália de “O Homem que plantava árvores” evoca tragédia dos incêndios de 2017

 

 

PALAVRAS CONTRA AS CHAMAS

16 e 17 de Junho – Nodeirinho (Pedrógão Grande), Porto, Valle de Susa e Turim (Itália)

 
22 locais: 19 livrarias, 1 biblioteca, 2 municípios numa iniciativa entre Itália e Portugal que quer recordar as vítimas e a destruição florestal provocadas pelos violentos incêndios ocorridos em Portugal e Itália (Junho/Outubro-Novembro 2017).O conto de Jean Giono,uma extraordinária narrativa sobre a reflorestação e o poder que o ser humano tem de influenciar positivamente o mundo à sua volta,será lido por vários actores e voluntários.
 
 
A tragédia de Pedrógão Grande, que no passado dia 17 de de junho de 2017 resultou em 66 mortos, 254 feridos, 500 habitações e 48 empresas destruídas, para além de 53000 hectares de floresta ardida e a equivalente perda de fauna, deixou em choque Portugal e o mundo inteiro. Pouco tempo depois em Itália, afortunadamente sem vítimas, o pesadelo dos incêndios assolou o Vale de Susa atormentando o mês de outubro.

Em ambos os países ocorreu uma destruição implacável de floresta e dos seus elementos mais emblemáticos, as árvores. Estes factos invocaram na nossa memória as palavras e importante alerta de Giorgio Strelher que há mais de vinte anos escrevia: “É útil, é justo, é histórico preocupar-se com o Teatro hoje frente aos graves problemas que agitam a nossa sociedade? Não existem, provavelmente, situações mais angustiantes, mais urgentes, às quais entregar as nossas forças? «Vivemos tempos escuros - afirmou Brecht - em que falar de árvores parece ser delito!». E nós falamos de árvores. Nós falamos de Cultura. Estamos convictos de que hoje é um dos poucos modos que temos para nos opormos à barbárie que existe entre nós e que consiste em assumir a Cultura como premissa da nossa civilização em que o Teatro é expressão da sua própria existência. Sim, acredito que se deva falar e é oportuno lutar pelas árvores. É necessária a luz de um farol que nos conduza pela escuridão contemporânea afirmando a necessidade da Arte na vida do Homem para a sua sobrevivência”.

Estas são palavras que permanecem válidas e representam um farol, a referência necessária para a ação.

Por este motivo, a Assemblea Teatro (companhia de Teatro de Turim, Itália) e a Apuro (Associação de Filantropia Cultural, com sede no Porto)uniram esforços para organizar uma leitura simultânea em Itália e em Portugal, com diversos atores e/ou leitores voluntários, em livrarias selecionadas do Porto, de Turim, no vale de Susa e em Pedrógão Grande, na data significativa de 17 de junho, do texto de Jean Giono “O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES”.

 
 
No dia 16, as leituras ocorrerão nas livrarias de Porto e Turim, simultaneamente, às 15h30 (hora portuguesa) por actores de ambas as nacionalidades.

E do dia 17, também às 15h30, o conto de Jean Giono será lido por actores e cidadãos voluntários na aldeia de Nodeirinho, Pedrógão Grande, e em diversos locais do Valle de Susa, em Itália.

 

Sobre “O Homem que plantava Árvores”:

Jean Giono escreveu este conto lendário nos anos 50 do século XX, com a esperança de desencadear um programa de reflorestação a nível mundial que promovesse a regeneração do planeta. Uma mensagem muito à frente do seu tempo. Aqui vai a sinopse:

Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta. Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial. Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema rico e sustentável. É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França. Uma história inesquecível como O Principezinho de Saint-Exupéry, que continua a inspirar milhares de leitores em todo o mundo.

Sobre a Assemblea Teatro:

A companhia nasceu em Turim, Itália, em 1987 (comemora este ano o seu 50º aniversário) com a firme intenção de intervir artisticamente numa cidade fortemente industrializada e culturalmente deprimida. Desde cedo dedicou-se ao teatro de pesquisa, vinculado às lutas operárias, sindicais e humanistas. O teatro de comunidade, como intrumento de reflexão ou de protesto, a substituição das salas de espectáculo pelo espaço público e a intensa actividade internacional são algumas das imagens de marca desta companhia. Em Portugal, entre outras produções, levou à cena o espectáculo U Boat 1277 na praia de Angeiras, Matosinhos, em Junho de 2015, numa co-produção com o Teatro Pé de Vento.

Sobre a APURO:

AAPUROé uma associação cultural e filantrópica sem fins lucrativos, fundada em 2012. Assume-se como uma sociedade particular de Solidariedade Cultural. Culturalporque toda a sua atividade se orienta para a cultura, quer na sua vertente produtiva (teatro, cinema poesia, edições…) quer na sua vertente social. Filantrópicaporque pretende criar um sistema de apoio a intermitentes do espetáculo que se encontrem em carência efetiva de emprego e/ou saúde e com estes criar um sistema de voluntariado cultural junto de outros cidadãos carenciados através de parcerias com Instituições Particulares de Solidariedade Social e outras associações com fins semelhantes.

A APURO tem como característica ter sido fundada por uma maioria de cidadãos não ligados profissionalmente à cultura mas que se interessa e preocupa com este bem fundamental para a humanidade.

SHE LOOKS INTO ME - Sessão de Leitura com Adolfo Luxúria Canibal

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Sessão de Leitura com Adolfo Luxúria Canibal 
na Feira do Livro de Lisboa, próxima 4ª-feira (30 de Maio), 18h30

 
“She Looks into Me” é uma série fotográfica concebida de maneira similar a teatro e que agora se encontra disponível em formato livro. O título deriva de um poema do surrealista Paul Éluard, poema que abre o livro e sugere o carácter imersivo das fotos.
Esta série, que se encontra dividida em três capítulos (Being, Becoming, Unbecoming), parte de um estudo visual sobre o conceito de tragédia explorando através de uma coreografia de sombras e corpos os ciclos da vida e da morte.
Este é o terceiro foto-livro de Nuno Moreira, que precede “ZONA” (2015), no qual o fotógrafo contou com a colaboração do escritor José Luís Peixoto. 
Neste novo livro, as palavras ficam a cargo do letrista/poeta Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), que através de palavras-chave alude ao universo íntimo das fotos contidas no livro. 
Partindo de uma abordagem figurativa o autor cria uma sequência de imagens com enfoque na simplificação da forma e nos nuances contidos em gestos e sombras: aspectos simbólicos representativos da maneira como nos relacionamos.

A edição de “She Looks into Me” é limitada a 200 exemplares e pode ser adquirida durante a Feira do Livro de Lisboa na banca da STET, Pav. C41.

Casa Independente :: Programação 29 e 30 Maio :: L'AGE LIBRE | Leitura encenada ::

30 Maio - 21h30 [evento]

Leitura encenada do texto L'Age Libre + Bitch Please. (dj set) - entrada livre

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A primeira leitura pública de um texto inédito em Portugal, apresentado em 2016 pela Compagnie Avant L'Aube no Festival d'Avignon e que parte da obra "Fragmentos de um discurso amoroso" de Roland Barthes.
Dia 30, véspera de feriado, a festa continua depois da leitura com Bitch Please., dj set de Francisco Luquet Brasil e Daniel Gamito Marques.

LER MAIS

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Leitura da Peça Limiar do Grupo de Teatro Terapêutico em Mafra

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Grupo de Teatro Terapêutico tem o prazer de o/a convidar para a apresentação "Libertação pela Arte: Uma Experiência Terapêutica com 50 Anos" que inclui uma leitura encenada da peça "Limiar", de João Silva. A leitura ocorrerá no dia 24 de Maio pelas 14.30 no edifício da Loja do Cidadão, em Mafra, no âmbito do Ciclo de Conferências "As pessoas: o nosso património mais valioso".

 

"Vozes da África Lusófona II: O OUTRO LADO DO ESPELHO"

A Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, que coordena a comunidade de
leitores mais antiga da cidade de Lisboa, organizou para o dia 16 de Maio de
2018, no Palácio Fronteira,
uma sessão extraordinária do Grupo de Leitura sobre

 

Sessão extraordinária do Grupo de Leitura – Vozes da África Lusófona II: O Outro Lado do Espelho, sobre a obra Mais um dia de vida: Angola, 1975”, de Ryszard Kapuściński, a realizar no dia 16 de Maio de 2018, quarta-feira, às 19h00, no Palácio Fronteira. 

 

Moderação de VANDA ANASTÁCIO (Universidade de Lisboa / FCFA).

 

 

 

Esta proposta surge no seguimento do grupo de Leitura Vozes da África Lusófona, um ciclo de encontros da comunidade de leitores durante o qual foram comentadas e debatidas obras de autores africanos da contemporaneidade. O presente programa propõe uma mudança de perspectiva, uma espécie de passagem para “o outro lado do espelho”, para reflectir sobre outras vivências da África portuguesa, através obras que se debruçam sobre o período colonial. 

 

Vanda Anastácio

 

 

 

Informações e Inscrições obrigatórias (gratuitas, limitadas à capacidade da sala): fcfa-cultura@fronteira-alorna.pt / 217 784 599

 

 

 

Organização: Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.

 

Apoios: Antena 2, Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras de Lisboa e Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica.

 

Local: Palácio  Fronteira, Largo São Domingos de Benfica nº 1 - 1500-554 Lisboa

 

 


 





 

Esta noite grita-se - Vida x 3, de Yasmina Reza

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Fruto de um lapso de agenda, um casal com um filho pequeno recebe em sua casa, um dia antes do previsto, um outro casal para jantar. É este o ponto de partida que Yasmina Reza usa para expor os conflitos da classe média civilizada. Como se as boas maneiras, que dão forma às relações no nosso mundo civilizado, estalassem, deixando a descoberto a natureza selvagem da humanidade.

O Esta noite grita-se, projeto de leituras de textos de teatro em espaços de Lisboa, vai levar ao palco Vida x 3 da dramaturga francesa Yasmina Reza. A peça divide-se em três partes que apresentam três versões de uma mesma situação: um casal com um filho pequeno recebe outro casal mais velho para jantar no dia anterior ao previsto. A ascendência profissional do homem visitante face ao visitado, as dinâmicas disfuncionais dos casais, o papel dúbio das mulheres e o exercício incerto da parentalidade criam o ambiente ideal para o brotar de conflitos latentes. Numa tradução de Luís Moreira e Miguel Ramos, esta edição terá a direção de Luís Moreira e de Miguel Maia. Interpretam António Mortágua, Patrícia André, Paulo Pinto e Rita Loureiro.

 

dia 27, às 21h30, no Irreal
dia 28, às 21h00, na Fábrica Braço de Prata
dia 29, às 17h00, no IFICT

 

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