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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Museu do Oriente mostra relíquias “Das Terras do Preste João” | Exposição inaugura a 28 de Junho

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Exposição inaugura a 28 de Junho

 

Museu do Oriente mostra relíquias “Das Terras do Preste João”

 

Mais imagens disponíveis em: https://we.tl/bYWeXt1gDI

 

O que levou um rei cristão do Oriente a tornar-se uma lenda inspiradora, inclusive de muitas das viagens dos Descobrimentos Portugueses, é o que o Museu do Oriente mostra na exposição “Das Terras do Preste João”, que inaugura a 28 de Junho, às 18h30.

 

Uma selecção de artefactos pertencentes a quatro coleccionadores privados e algumas obras da Biblioteca Nacional, convidam o visitante a conhecer a diversidade cultural de um território hoje conhecido como Etiópia, por ocasião dos 500 anos de relações diplomáticas e cooperação técnica entre este país e Portugal, cujas comemorações tiveram início em 2015 e se prolongam até 2020. Esta data remete para a chegada à Etiópia de Francisco Álvares e de uma Embaixada Portuguesa em 1520.

 

Ourivesaria tradicional, esculturas, pinturas e obras bibliográficas, que datam entre o século XV e XXI, abrem uma fresta sobre o passado de uma terra que foi sede de um dos grandes impérios da Antiguidade e relacionam-no com a actualidade. A exposição é comissariada por Isabel Boavida, actual conselheira cultural da Embaixada de Portugal na Etiópia e do Instituto Camões na Etiópia.

 

No primeiro núcleo descobrem-se, em paralelo, a visão europeia sobre a Etiópia centrada na figura cristomimética do Preste João e as histórias que se desenvolveram a partir da lenda fundadora, centrada na relação exogâmica entre a Rainha do Sabá e o Rei Salomão. 


A demanda do reino abissínio e as relações que firmaram uma história partilhada dão passagem para o segundo núcleo, em que se foca o elemento religioso da vida do povo etíope através das artes do fogo, da gravura, da pintura, da caligrafia e iluminura. 


O terceiro núcleo abre uma janela sobre os modos de vida e a cultura material, com peças de uso quotidiano e fotografias que dão conta de usos e costumes dos povos das terras altas da Etiópia. 

 

Detendo funções de patriarca e de rei, Preste João foi, na realidade, Imperador da Etiópia. A sua generosidade e virtuosismo ultrapassaram fronteiras e são vários os relatos de que existiria - no Oriente, para uns, em África, para outros -, um reino onde se condensavam o Paraíso e o Inferno. Reza a lenda que era descendente de Baltazar, um dos Três Reis Magos, e reza a História que, em 1487, D. João II enviou Afonso de Paiva para investigar a localização do mítico reino, na tentativa de torná-lo aliado numa possível expedição à Índia. Embora tenha morrido antes de comunicar o relatório, Pêro da Covilhã, que o tinha acompanhado, iria mais tarde completar a sua missão.  

 

A exposição está patente até 16 de Setembro e integra também as comemorações do Ano Europeu do Património Cultural 2018.

 

Exposição “Das Terras do Preste João”

Inauguração | 28 Junho | 18.30

Até 16 Setembro

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

 

EXPOSIÇÃO COLETIVA ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE)

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DIOGO BOLOTA | GUIOMAR OLIVEIRA | JOÃO GABRIEL | LUÍS LÁZARO MATOS | LUÍSA SALVADOR

 

CURADORIA
Carolina Bello | Carolina Marques | Catarina Nascimento | Fernando Gonçalves
Ivete Ferreira | Graça Rodrigues | Guilherme Ramos | Joana Duarte | Joana Jordão
Mafalda Teles | Rita Colaço | Vanessa Bornemann | Wilson Ledo


03 JUNHO - 08 SETEMBRO 2018
Inauguração: 02 JUNHO, 16h00 | Performance de Diogo Bolota, 17h30

 

GALERIA LIMINARE
Alameda das Linhas de Torres, 156
1750-149 Lisboa
+351 217 541 350
Quintas, sextas e sábados das 15h30 às 18h00

 

  1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO

A exposição coletiva ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) inaugura no próximo dia 2 de junho, pelas 16h00, na Galeria Liminare, integrada na Junta de Freguesia do Luminar, em Lisboa. Diogo Bolota, Guiomar Oliveira, João Gabriel, Luís Lázaro Matos e Luísa Salvador foram os artistas escolhidos para integrar esta mostra.

Trata-se de um projeto de final de curso da terceira edição, relativa ao ano letivo de 2017/2018, da pós-graduação em Curadoria de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Depois de um primeiro semestre com uma componente essencialmente teórica, os alunos são desafiados, no segundo semestre, a colocar em prática os seus conhecimentos.

Um coletivo de curadores com áreas de formação tão diversificadas como a arquitetura, a história, a filosofia, o design ou o jornalismo reuniu-se em busca de um conceito para esta exposição. A escolha acabou por recair sobre a ideia de processo, numa busca por melhor compreender a etapa que marca e determina o trabalho artístico, anterior ao resultado final.

Nesta exposição que está patente durante o período de verão – e é também um convite para descobrir o Lumiar e a Quinta das Conchas até 8 de setembro - mostra-se o trabalho de jovens artistas, todos portugueses e com processos de trabalho diversificados. A exposição organiza-os depois em dois núcleos, para responder às questões que surgiram durante a investigação que a procede.  

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) procurou, na definição do seu título, estabelecer uma ligação a todos os trabalhos apresentados. Partindo da noção de “obra aberta” de Umberto Eco, foram testadas várias possibilidades. Até se dar um regresso ao ponto de partida, como no próprio processo de criação artística que aqui se explora.

Eco remete-nos para uma ideia de movimento, sem a necessidade de um final. O eco encontra no vazio (de Diogo Bolota) o espaço ideal para se propagar, é marcado pela repetição (dos trabalhos de João Gabriel) e, não raras vezes, associamo-lo aos cumes das montanhas (como a que Luísa Salvador retrata).

Por fim, a palavra Eco tem raízes também no grego, onde remetia para a ideia de casa. É precisamente essa desconstrução da ideia de habitação que se pode assistir no segundo núcleo da exposição, com os trabalhos de Guiomar Oliveira e Luís Lázaro Matos.

A inauguração contará logo na inauguração com uma performance de Diogo Bolota, que intervirá na própria obra, para mostrar como o trabalho artístico está em constante mutação, mesmo depois de o artista ter decidido colocar um ponto final e apresentar um resultado.

Estão programadas conversas (em data a anunciar) e diferentes oficinas pedagógicas dirigidas a crianças e jovens que, à semelhança das visitas guiadas, funcionarão por marcação (edupgcuradoria@gmail.com).

A 5 de setembro, ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) estende-se às plataformas digitais com o lançamento da residência artística online concebida para a Raum, onde se juntam ao projeto novos artistas e novas formas de pensar o processo de criação.

Já durante a finissage, marcada para as 16h00 do dia 8 de setembro, está programado o lançamento do catálogo de exposição, com uma forte componente de reflexão sobre o trabalho desenvolvido ao longo destes últimos meses.

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) estará aberta ao público todas as quintas, sextas e sábados das 15:30 às 18:00.

  1. CONCEITO CURATORIAL

 

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE)

O que há entre a ideia e a obra de arte?

Processo. Etapa essencial e indispensável na criação artística, é nesta fase que as ideias se materializam, se expandem sem rigidez no tempo e no espaço. A obra é, então, resultado de um percurso onde se cruzam experiências, vontades, anseios, dúvidas.

Descrever um processo implica convocar imagens de fluidez, de liberdade, vastas possibilidades, com a certeza de que nenhum método se pode afirmar como o ideal perante outro. O processo é, no seu âmago, fenómeno múltiplo, onde o artista fixa conceitos, escolhas e memórias, salvando-os do esquecimento.

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) procura explorar a obra de arte enquanto processo, o que a envolve até ao momento em que o seu autor a interrompe, tomando a decisão de entregá-la ao olhar de um terceiro. Mesmo que a noção de processo se tenha tornado frequente no nosso vocabulário quotidiano, poucas são as vezes em que nos debruçamos verdadeiramente sobre aquilo que antecede o resultado final.

Processo e obra estão intimamente ligados. Qualquer esforço para apartá-los, dissociá-los, seria inglório. Porque só se alcança um resultado se existir análise, investigação, decisões. Nesta exposição, o processo é encarado como algo em aberto, sem um fim à vista, através de cinco modelos distintos de trabalho artístico.

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) propõe duas vias para organizar a sua própria metodologia: o processo como construção com Diogo Bolota, João Gabriel e Luísa Salvador; e o processo como desconstrução com Guiomar Oliveira e Luís Lázaro Matos. A construção traça-se seguindo um caminho cumulativo, praticamente interminável, para o desenvolvimento de uma ideia e o modo como esta se vai moldando uma e outra vez. Já a desconstrução parte de algo aparentemente acabado para que, separando os elementos que o constituem, se dê a criação de novas visões e se derrubem estereótipos sobre essa mesma realidade.

Na obra de Diogo Bolota (Lisboa, 1988), a escultura é extraída da folha de papel, ganha tridimensionalidade, ergue-se a partir de uma noção de tabula rasa. Sabotagem, obra pensada para um contexto específico, vê-se agora confrontada com o desafio da adaptação a um novo espaço. O princípio da metamorfose afirma-se com a intervenção do artista, propondo uma segunda configuração para a mesma obra já no espaço expositivo.

Dois momentos e duas visões distintas sobre o mesmo trabalho, para lançar, de forma intencional, a questão: alguma vez a obra de arte termina? Quando entregue ao olhar de um público, a criação entra num novo tipo de processo, o da interpretação. Perante cada espectador que se cruza com ela, e lhe atribui significado, a narrativa que a envolve adensa-se, renova-se.

Para João Gabriel (Leiria, 1992), o processo é um estado de presença, um hábito, visível pela forma como se sobrepõem múltiplas camadas em cada uma das suas propostas. A tela transforma-se num palimpsesto onde se cruzam referências, desde paisagens de infância a poses do cinema pornográfico, passando pelas inspirações recolhidas do quotidiano. A relação entre a imagem de partida e o quadro final traça-se a partir de uma noção de distanciamento, só possível através da concentração, do foco, das pausas. O artista opta por deixar as suas obras Sem Título, evocando esse mesmo carácter aberto que elas guardam.

Luísa Salvador (Lisboa, 1988) observa a montanha Sainte Victoire, formação geológica do sul de França que foi também inspiração das pinturas de Paul Cézanne. À medida que torneia a montanha, a artista viaja do concreto figurativo à abstratização nos seus desenhos. O seu processo pressupõe explorar e entender a paisagem através das suas texturas e gama cromática. Noções que, ao longo do tempo, se vão alterando com a construção de uma relação entre a artista e a montanha. A artista conduz-nos, assim, a um passado longínquo: o da formação desta elevação rochosa e da origem da paisagem.

Tanto na obra de João Gabriel como de Luísa Salvador, evidencia-se um carácter serial, de repetição. Repetir não para voltar ao mesmo sítio, mas para atingir algo novo, como num ensaio, termo designado em francês por répétition. O trabalho em séries afirma-se então como a organização gráfica e cronológica de uma procura que poderá nunca estar concluída. Os capítulos vão-se estabelecendo para que a narrativa possa continuar, mais forte, mais segura de si.

A lógica de ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) altera-se agora, introduzindo um novo núcleo, que encara o processo artístico como ato de desconstrução.

Guiomar Oliveira (Lisboa, 1985) questiona-se sobre o esforço do desenho arquitetónico em eliminar a estética a favor da utilidade, a afeção a favor da função, mesmo que o trabalho do arquiteto seja extremamente emocional. Em Rasjonelle Tegninger / Desenhos Racionais, procede a uma desconstrução através de desenhos técnicos de arquitectura, reinterpretando propostas de dois ateliers. O desenho antes definido e geométrico acolhe agora, pelos traços da artista, uma interpretação figurativa e ficcional.

E se O Grito de Edvard Munch fosse passar férias ao sul de Espanha, que casa de sonho teria? Foi o repto que Luís Lázaro Matos (Évora, 1987) lançou a 30 arquitetos. Partindo da frase publicitária “Smile You Are in Spain”, utilizada no passado para promover o turismo de sol e praia, o artista acaba por intervir nas diferentes propostas arquitectónicas recolhidas para, com o seu traço, colocar em evidência os estereótipos e os clichés que surgem naturalmente associados à imagem do país. Em Model for a Holiday Villa in Spain #2, as formas colocam-se ao serviço da ficção, reforçando o contraste entre a figura expressionista e o ambiente de alegada felicidade onde agora se vê enquadrada.

Quer na obra de Guiomar Oliveira como na de Luís Lázaro Matos, estende-se a noção do artista enquanto autor, enquanto promotor de ideias, ao colocar na dependência de terceiros o ponto de partida do seu próprio processo. A criação de uma obra de arte surge, assim, como algo dinâmico, como um fluxo de colaborações, de contributos, de instruções, de visões.

 

Em ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE), o desenho assegura um papel de destaque em todos os processos selecionados. O desenho é aqui pensado não como uma tipologia mas antes como uma prática de representação do mundo e das ideias que o constituem. É o campo por excelência para experimentar, rasurar e voltar a tentar. Simultaneamente íntimo e aberto, o desenho não obriga a uma conclusão.

Quando a arte deixa de ter no suporte o seu referencial, cada processo assume-se como uma forma de comunicar com o mundo, de compreendê-lo melhor. Interessa-nos o que guarda uma obra – a sua postura de investigação, de descoberta, de que a curadoria não se pode alhear, antes pelo contrário, deve cultivar.

ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE) define-se como um caminho possível. Acreditamos que o verdadeiro potencial das obras só se atinge quando uma diversidade de práticas é colocada em relação, quando se recusa a estabilidade, quando se procura estabelecer ligações. É esse diálogo que se testa aqui e agora.

Virá dele uma transformação nas próprias obras?

 

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Sabotagem, 2015. Diogo Bolota

Inaugura exposição que mostra projetos apresentados ao concurso público de arquitetura para criação do Museu Nacional da Resistência e da Liberdade

Inauguração da Exposição “Concurso Público de Arquitetura: 

Museu Nacional da Resistência e da Liberdade”

 

Museu de Arte Popular, dia 20 de junho, às 18:30

 

 

Os projetos submetidos ao Concurso Público de Arquitetura para instalação do futuro Museu Nacional da Resistência e da Liberdade na Fortaleza de Peniche são apresentados numa exposição que inaugura quarta-feira, dia 20 de junho, às 18:30, no Museu de Arte Popular (MAP), em Lisboa.

 

Lançado em fevereiro último pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), com assessoria técnica da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitetos (OASRS), este concurso recebeu 22 candidaturas. O júri foi constituído pelos arquitetos Alexandre Alves Costa (presidente), João António Serra Herdade, João Mendes Ribeiro, Sofia Aleixo e pelo designer Henrique Cayatte.

 

O primeiro lugar foi atribuído ao Atelier AR4, com coordenação do arquiteto João Barros Matos. Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, a FSSMGN Arquitetos (com coordenação da arquiteta Margarida Grácio Nunes) e o arquiteto Marcelo de Gouveia Cardia.

 

A cerimónia de inauguração da exposição terá início com o lançamento de uma emissão filatélica dedicada ao Ano Europeu do Património Cultural 2018, na presença do Coordenador Nacional desta iniciativa, Guilherme d’Oliveira Martins. 

 

Nesta sessão de abertura participam a Diretora-Geral do Património Cultural, Paula Araújo da Silva, e o presidente da Ordem dos Arquitetos, José Manuel Pedreirinho.

 

A exposição “Concurso Público de Arquitetura: Museu Nacional da Resistência e da Liberdade”, organizada em conjunto pela DGPC e pela OASRS, ficará patente no MAP até ao próximo dia 16 de setembro.

FESTIVAL CIOFF® CULTURAS MEDITERRÂNICAS chega a Lisboa em Setembro | Conheça o Programa

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Lisboa recebe em 2018 uma mostra cultural das tradições, usos e costumes dos países do mediterrâneo e de influência mediterrânica sob o mote Mediterrâneo: Território dos 5 sentidos

 

Ao todo serão 5 dias de festival, com 2 palcos, 4 concertos de world music, 12 países, 10 grupos internacionais e 32 grupos tradicionais portugueses a ter lugar de 12 a 16 de Setembro, no Parque de Jogos 1º de Maio, em Alvalade.

 

Paralelamente ao festival, tem lugar a Conferência Internacional Mediterrâneo: Território dos 5 Sentidos, organizada pelo CRIA – Centro em Rede de Investigação e Antropologia do ISCTE e com o apoio da Associação Turismo de Lisboa – a realizar nos dias 12 e 13 de Setembro no ISCTE.

 

Do alinhamento do festival fazem parte o projecto do libanês Rabih Abou-Khalil e do fadista português Ricardo Ribeiro; a portuguesa Joana Amendoeira; os Fanfarra Luboyna – a mais relevante e inventiva banda da Macedónia — e os Folk’n Roll — vindos directamente da Grécia. 

Estarão também presentes grupos tradicionais de canto, folclore e etnográficos dos restantes países representados: Bulgária, Croácia, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal, Sérvia, Tunísia e Turquia.

 

A programação completa-se com a realização de dez workshops que vão da dança, ao artesanato, passando pela música – orientados pelos grupos tradicionais convidados; três exposições; um ciclo de cinema, programado pelo Festival Olhares do MediterrâneoCinema no Feminino; mostras de artesanato e gastronomia; um bazar dos 5 sentidos com produtos dos países do Mediterrâneo e uma área de restauração.

Haverá ainda lugar para o Espaço Criança com atividades programadas especialmente para os mais novos. 

 

A entrada no recinto e todas as actividades são gratuitas.

 

O FESTIVAL CIOFF® CULTURAS MEDITERRÂNICAS  é uma iniciativa do CIOFF® Portugal em parceria estratégica com a Fundação Inatel. Assume-se como um espaço de liberdade, promoção das culturas dos países do mediterrâneo e uma celebração das diferenças que simultaneamente as unem e diferenciam, numa reflexão e apelo à paz entre todos os povos.  

O CIOFF®, Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore, é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, membro associado da UNESCO desde 2015. Com um elenco de cerca de 93 países com secções nacionais e vários membros associados ou correspondentes, está hoje ativo em mais de 100 países nos 5 continentes. Portugal foi um dos fundadores do CIOFF®, estando a Fundação INATEL associada a esta organização desde 1992 assumindo desde então o seu funcionamento. Desde 2010 o CIOFF® em Portugal constitui-se como Associação, passando a partir dessa data a desempenhar funções de presidência. O CIOFF® Portugal integra a Secção da Europa do Sul do CIOFF® Internacional, contando com um elenco de 10 Festivais com a chancela CIOFF®. 

 

Veja AQUI o vídeo de apresentação.

 

 

120º aniversário da independência das Filipinas | Museu do Oriente organiza concerto comemorativo

 

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120º aniversário da independência das Filipinas

 

Museu do Oriente organiza concerto comemorativo

 

O Museu do Oriente assinala os 120 anos de independência das Filipinas com um concerto comemorativo interpretado pelo pianista Raul M. Sunico, no dia 24 de Junho, às 18.00, com entrada gratuita.

 

Chopin, Ravel, Gershwin e Piazzolla são alguns dos compositores que integram este programa, a par de temas da autoria do próprio artista.

 

Raul M. Sunico estudou Música e Matemática na Universidade das Filipinas e foi bolseiro na prestigiada Juilliard School, em Nova Iorque. Venceu a Medalha de Prata do Concurso Internacional de Piano Viotti e o Henry Cowell Prize, entre um impressionante palmarés internacional de distinções e prémios na área da música e da cultura. Em 2017, foi-lhe conferida a Ordem da Estrela de Itália pelo Presidente da República deste país. 

Com uma ilustre carreira como concertista, que o levou aos mais prestigiados palcos de todo o mundo, Sunico gravou mais de 50 registos, entre transcrições para piano de canções do folclore filipino e kundimans, peças clássicas, repertório de câmara e duetos para piano, bem como composições originais. 


Desde 2010, tem desempenhado cargos de direcção em organismos oficiais no âmbito da cultura e ensino das artes nas Filipinas e integra o corpo docente do Conservatório de Música da Universidade de Santo Tomás, da qual foi reitor entre 2002 e 2016. 

PROGRAMA


  1. Rachmaninoff
  • Prelúdio em Dó sustenido menor, op. 3 no. 2                          
  • Prelúdio in Sol sustenido menor, op. 32 no. 12                    
  • Momento musical em Mi menor, op. 16 no. 4   
  1. Chopin
  • Nocturno em Si, op. 9 no. 3                                             
  • Valsa em  Dó sustenido menor, op. 64 no. 2                       
  1. AlbenizEl Puerto (da Suite ‘Iberia’)    
    J. Viana da Motta | Scenas Portuguezas, op. 9 no.1 (Cantiga d’Amor)     
    M. Ravel |  La Valse                                                                            


Intervalo

F. P. De Leon | Kundiman                                                                          
Cuenco/arr. Sunico | Bato sa Buhangin                                                              
Canseco/arr. Sunico | Hanggang sa Dulo ng Walang Hanggan                        
R. Wagner/F. Liszt Liebestod (de ‘Tristan und Isolde’)                           
F. Liszt Vallee d’Obermann                                                          
A. Piazzolla 

  • Milonga del Angel                                                           
  • Adios Nonino (Tango) 
  1. GershwinRhapsody in Blue

Concerto comemorativo 120º Aniversário da independência das Filipinas

24 junho

18.00

Duração: 90’, com intervalo
M/6 anos

Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete no próprio dia

www.museudooriente.pt

 

Roca Lisboa Gallery dinamiza a cultura da cidade no mês de junho

Roca Lisboa Gallery dinamiza a cultura da cidade no mês de junho

 

 

Eventos a não perder

 

 

  • Formações, conferências, cursos, apresentação de livros, workshops e o romanticismo do Príncipe Real -  o sempre emotivamente clássico e romântico bairro lisboeta.

 

 

O Roca Lisboa Gallery trabalha em mais uma agenda para o mês de junho da capital lisboeta, na qual trazemos às conversas sobre Lisboa – o Príncipe Real – da Lisboa Romântica. Mais que um bairro, é considerado por todos os que o visitam um mundo, especialmente por manter os mais bonitos e emblemáticos jardins e ainda por remeter todos os que ali passam ao romanticismo das mais variadas épocas históricas de Portugal.

 

No mês de Santo António, São Pedro e São João vai ter muito para andar. Se do Príncipe Real a marcha acompanhar, ao Roca Lisboa Gallery vai parar. Com uma agenda para comemorar, a este mês não vai querer faltar.

 

 

Apresentação do livro “História e Culturas da Água”

 

 

Data: 11 de junho Horário: 18h30

O Roca Lisboa Gallery convida-o/a para a apresentação do livro “História e Culturas da Água” – resultado da organização do ciclo de conferência do ano 2017, dedicado à ligação da Roca com a água. A Roca tem inclusivamente a Fundação We Are Water que visa sensibilizar as pessoas para o desenvolvimento de projetos com vista ao acesso à água nas zonas mais carenciadas do planeta e promover uma cultura da água que permita fazer uma gestão sustentável dos recursos hídricos.

 

Entrada por convite.

Organização: Associação Portuguesa de Museologia e Roca I Colaboração: Roca Lisboa Gallery

 

 

Workshop: Aqua Labs “A dimensão tecnológica da água”

 

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Data:  14 de junho Horário: 10h00

O Roca Lisboa Gallery convida-o/a para a segunda sessão do workshop Aqua Labs com o mote “A dimensão tecnológica da água” – orientados por Laura Korčulanin, design antropóloga, docente e investigadora do IADE-UE e a facilitadora convidada Ana Margarida Ferreira, designer, investigadora sénior da UNIDCOM/IADE-UE.

Nesta segunda de quatro sessões serão abordados os métodos living lab e design thinking como os pilares do trabalho colaborativo e visam criar uma estratégia para melhorar a gestão da água nas cidades futuras.

 

Entrada livre. Inscreva-se aqui.

Organização: Roca I Colaboração: Roca Lisboa Gallery

 

        

Curso: Certified Passive House Tradesperson

 

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Data: 15, 22 e 29 de junho Horário: 10h30 – 18h30

O Roca Lisboa Gallery convida-o/a para o Curso Certified Passive House Tradesperson organizado pela Homegrid e Associação Passivhaus Portugal.Destinado a pessoas ligadas ao setor da construção e gestão de edifícios técnicos, instaladores, comerciais, arquitetos, engenheiros civis, técnicos e mecânicos, docentes e com o objetivo de implementar soluções Passive House, compreender a importância do desempenho da envolvente do edifício, compreender a importância da ventilação e de sistemas eficientes. A formação deste curso fica ao encargo de João Marcelino e João Gavião, ambos certificados pelo Passivhaus Institut como pelo IEFP.

 

Vagas limitadas. Inscreva-se aqui.

Orga

 

 

nização: Homegrid e Associação Passivhaus Portugal I Colaboração: Roca Lisboa Gallery

 

 

 

Conversas sobre Lisboa: Lisboa Romântica – Príncipe Real

 

 

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Data: 19 de junhoHorário: 18h30

O Roca Lisboa Gallery convida-o/a para mais uma sessão de conversas sobre Lisboa. A 5ª conversa será sobre o bairro que “não é um bairro. É um mundo.”. Um mundo visto por ser emotivamente clássico e romântico. Um bairro encantador que não é exceção da notoriedade arquitetónica e da transformação social que acompanhou as diferentes épocas e períodos históricos de Lisboa. Pleno de jardins e com os espaços verdes mais emblemáticos da capital portuguesa, o Jardim do Príncipe Real, designado por Jardim França Borges, com construção de meados do séc. XIX mantém a sua identidade até à atualidade, e mantém até hoje traços puramente românticos.

 

Entrada livre. Inscreva-se aqui.

Organização: Roca Lisboa Gallery I Colaboração: Arquiteto Pedro Novo

 

 

 

Lançamento do livro “Visual Merchandising – Sedução no retalho”

 

 

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Data: 26 de junho Horário: 18h30       

O Roca Lisboa Gallery convida-o/a para o lançamento do livro de Ângela Fernandes, considerado um instrumento técnico e visual que ajudará não só os profissionais e os alunos da área, como também retalhistas, arquitetos, designers e demais interessados, a compreenderem porque se faz e como se faz o visual merchandising.

 

Entrada livre. Inscreva-se aqui.
Organização:
FCA Design I Colaboração: Roca Lisboa Gallery

 

 

Workshop "Introdução à hidroponia"

 

 

 

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Data: 30 de junho Horário: 10h00       

O workshop de «Introdução à Hidroponia» visa ensinar a cultivar sem solo com a técnica de hidroponia, em que as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta. A ideia de cultivar nas cidades já não é um conceito futurista. Agora já pode cultivar sem solo e obter os seus próprios produtos frescos e de alta qualidade.

 

Vagas limitadas. Inscreva-se aqui.
Organização:
Groho I Colaboração: Roca Lisboa Gallery

 

 

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Sobre o Roca Lisboa Gallery

Os Roca Galleries são parte da estratégia internacional da Roca e um conceito que expressa a realidade atual e as suas metas de futuro. O design, a inovação, a sustentabilidade e o bem-estar são valores Roca transmitidos pelos Galleries, manifestando assim a vontade da marca líder em espaços de banho em manter um diálogo constante com a sociedade, e especialmente com os profissionais com quem partilha a preocupação e o interesse em evoluir os espaços de banho. Os diferentes Roca Galleries Londres, Shanghai, Barcelona, Madrid, São Paulo e Lisboa veiculam esta vontade, oferecendo um ponto de encontro e um espaço de diálogo aberto à comunidade interessada, a designers e decoradores de interiores, e arquitetos de todo o mundo.  

O Roca Lisboa Gallery é o resultado da colaboração com o estúdio Ferruz Decoradors e foi inaugurado em junho de 2011. O Roca Lisboa Gallery, localizado num antigo palacete de 1909 no início da extensa Avenida da Liberdade, na Praça dos Restauradores nº46, é um espaço fundamental e flexível onde a exposição de produtos do portefólio Roca partilha o mesmo espaço de forma natural com o Espaço Cultura, onde exposições, apresentações, encontros de profissionais e eventos de interesse, dinamizam a oferta sociocultural de Lisboa.

 

www.rocalisboagallery.com

 

Sobre a Roca 

A Roca é uma empresa dedicada ao design, à produção e comercialização de produtos para o espaço de banho, pavimentos e revestimentos cerâmicos destinados à arquitetura, construção e decoração. As suas origens remontam a 1917, quando a família Roca iniciou a construção da sua primeira planta de produção em Gavà (Barcelona). Cem anos depois da sua função, a companhia emprega mais de 22.600 pessoas, tem 78 centros de produção e está presente em mais de 170 mercados distribuídos pelos cinco continentes. 

www.roca.com

 

 

Jovens solistas da Metropolitana no Museu do Oriente | 20 Junho | 17.00 | Gratuito

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A Academia Nacional Superior de Orquestra apresenta mais um concerto do ciclo Jovens Solistas da Metropolitana no dia 20 de Junho, às 17.00, no Auditório do Museu do Oriente, com entrada gratuita.

 

Em formação de sexteto com piano, os jovens músicos apresentam um programa diversificado, atravessando diversas décadas e obras dos compositores Leo Smit, Johann Baptist Vanhal, André Previn e Eric Ewazen.

 

Desenvolvendo uma ponte pedagógica inédita entre a prática e o ensino musical, a ANSO é a única escola do país que forma maestros, instrumentistas de orquestra e pianistas vocacionados para música de câmara. Ao longo dos seus 23 anos mudou o panorama cultural em Portugal, sendo muitos os seus alunos a entrar nas mais exigentes instituições de ensino e formações internacionais. A música de câmara é uma das vertentes fundamentais da Academia Nacional Superior de Orquestra que, todos os anos, apresenta o ciclo Jovens Solistas da Metropolitana.

PROGRAMA
Leo Smit (1900-1943) | Sexteto com Piano (1933)

  1. Allegro vivace
    II. Lento
    III. Vivace

Nazaré Leite (oboé) | Marta Miranda (flauta) | Emídio André Costa (clarinete) | António Andrade (fagote) | Alexandre Pereira (trompa) | Tomás Matos (piano)


Johann Baptist Vanhal (1739-1813) | Trio em Mi Bemol Maior, Op. 20/5 (1774)

  1. Allegro
    II. Grazioso
    III. Allegretto

Jacqueline Monteiro (violino) | Francisco Rocha (clarinete) | Maria Tejada (piano)

André Previn (n. 1929) – Trio (1994)

  1. Lively
    II. Slow
    III. Jaunty

Joana Nina Martins (oboé) | Beatriz Carvalho (fagote) | Ivan Doujak (piano)

Eric Ewazen (n. 1954) | Trio para Trompete, Violino e Piano (1992)

  1. Andante
    II. Allegro molto 
    III. Adagio
    IV. Allegro molto

Davide Lopes (trompete) | Filipe Raposo (violino) | Mariana Soares (piano)

Jovens Solistas da Metropolitana

20 de Junho

17h00

Auditório do Museu do Oriente

M/6

Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

www.museudooriente.pt

Somboon Hormtientong retrata Portugal a carvão | Museu do Oriente assinala 507 anos de amizade Portugal-Tailândia

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Somboon Hormtientong retrata Portugal a carvão

 

Um dos maiores artistas abstractos tailandeses da atualidade, Somboon Hormtientong, retratou a sua vivência em Portugal num conjunto de desenhos a carvão que reuniu para uma exposição que inaugura no Museu do Oriente, a 21 de junho, às 18.30.

 

Na sequência de um convite da Embaixada Portuguesa na Tailândia, Somboon Hormtientong visitou Portugal em 2014 a propósito da exposição “O Laço da Amizade: 504 Anos de Relações Luso-Tailandesas”. Agora, numa continuidade desse momento, este conjunto de trabalhos a carvão mostra a inspiração e o conceito por detrás das culturas tailandesa e portuguesa, através de um universo simbólico que espelha a semelhança na diversidade e a longa relação entre estes dois países.

 

Retratos de acontecimentos e de lugares, em tons de branco e preto, intercalados por imagens abstractas da “energia” que recolheu de tudo o que encontrou em Portugal, contidas em formas semelhantes a postais, em memória da sua visita ao nosso país e dos dias e noites passados no Convento da Arrábida, são mostrados ao público até 9 de Setembro.

 

No dia 22 de Junho, sexta-feira, às 18.30, o artista orienta uma visita à sua exposição, de entrada livre, limitada a 25 participantes.

 

Somboon Hormtientong (n. 1949) é um reconhecido artista tailandês, originário de Banguecoque, onde foi discípulo de um dos grandes mestres do abstracionismo, Tang Chang, antes de prosseguir estudos em Munique, na Alemanha. O seu processo criativo foca-se na desconstrução do pensamento, variando entre técnicas de desenho, pintura, escultura e instalação.

 

Exposição de Somboon Hormtientong – Desenho a Carvão

Inauguração | 21 Junho | 18.30

Até 9 Setembro

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

A Procissão de Santo António em Lisboa, em 300 peças dos Irmãos Baraça

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Museu de Lisboa - Santo António expõe 300 peças de figurado de Barcelos dos Irmãos Baraça sobre a Procissão de Santo António na galeria de exposições do Largo de São Julião, a partir de 11 de junho.

 

O Museu de Lisboa – Santo António inaugura a exposição A Procissão de Santo António em Lisboa, com mais de 300 peças de figurado de Barcelos, dos Irmãos Baraça, na segunda-feira, dia 11 de junho, às 17h, na galeria de exposições do Largo de São Julião.
 

Desde o século XVIII que a 13 de junho se realiza em Lisboa a procissão de Santo António, marcando o calendário das festas da cidade. Genuína demonstração de fé e devoção que a população de Lisboa tem ao santo seu conterrâneo, a procissão percorre atualmente o bairro histórico de Alfama, à qual se vão juntando os santos das igrejas por onde passa.

Nesta exposição, o Museu de Lisboa – Santo António apresenta, pela primeira vez, a representação do cortejo atual, através de três centenas de peças da autoria dos Irmãos Baraça, conceituada família associada ao figurado de Barcelos. Dá-se, assim, cor e forma ao bairrismo autêntico que torna Lisboa tão única e especial.


Horário da exposição: de 12 de junho a 30 de setembro 2018, de segunda a domingo, das 10h às 18h
Entrada livre