RECITAL DE PIANO |Jamie Gurt e Michael Gurt | 17 Dez., 19H | Entrada Livre
PROGRAMA
Leos Janacek (1854-1928) Nikolai Medtner (1880-1951) Alexander Scriabin (1871-1915) Ronaldo Miranda (1948- ) Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
MICHAEL GURT é professor de piano na Louisiana State University. Ganhou o primeiro prémio na Gina Bachauer International Piano Competition in 1982, e foi também premiado em Pretoria e Sydney. Tocou como solista na Chicago Symphony, na Philadelphia Orchestra, na Utah Symphony, na Baltimore Symphony, na Memphis Symphony, na Capetown Symphony, na China National Symphony Orchestra, e na Natal Philharmonic Orchestra in Durban, África do Sul. A solo, tocou no Alice Tully Hall e Weill Recital Hall (Carnegie Hall) Nova Iorque, Ambassador Auditorium, Los Angeles, Orchestra Hall, Detroit, City Hall, Hong Kong; Victorian Arts Center, Melbourne, , Baxter Hall, Capetown; , Attaturk Cultural Center, Istanbul. Recentemente fez uma digressão no Brasil. Colaborou com o Takacs String Quartet e o Cassatt String Quartet, e actuou no Australian Festival of Chamber Music emTownsville, Queensland. Foi júri no Gina Bachauer International Piano Competition e no New Orleans International Piano Competition, e gravou pela Naxos, Centaur e Redwood labels. Gurt Gurt apresenta-se como Mentor de Piano no National Music Festival em Chestertown, Maryland, e foi chefe do departamento de piano no Sewanee Summer Music Festival de 1987 a 2007. Foi professor da cadeira de piano da Louisiana Music Teachers Association e ensinou em dois seminários de música de Verão realizados na Universidade de Tunghai em Taichung, Taiwan. O professor Gurt é formado pela Universidade de Michigan e pela Juilliard School.
JAMIE RUF GURT nasceu em St. Louis, Missouri. Aos 3 anos começou a estudar piano e fez a sua estrei em orquestra aos 14. Tem uma agenda preenchida como solista e músico de câmara. Recentemente tocou no Virtuosi Gravatá, Encontro Internacional de Pianistas de Piracicaba, Utah Valley University, the Beethoven Festival in Park City, Utah, the Southern University Chamber Music Series, the Festival Internacional Alfredo De Saint Malo in Panama City, Panama, e fez concertos em Recife, João Pessoa, Natal e Porto Alegre no Brazil. Jamie tocou como solista com a Louisiana Sinfonietta na estreia de Diakos Suite do compositor Dinos Constantinides e com o Sewanee Festival Orchestra, a Alton Symphony, e a Meremac Symphony em St. Louis. Participou na apresentação da American Musicological Society conference 2012 em New Orleans. Tem o mestrado de performance em piano da Louisiana State University, onde estudou e leccionou como assistente do professor Gregory Sioles. Continuou os estudos com Sheila Paige, actuando e como aluna no Seminário Keyboard Wellness. Actualmente continua a sua carreira como pianista e professora.
Gala Bolsas Fundação GDA / EAMCN |18 Dez., 19H | Entrada Livre Pelo terceiro ano consecutivo é realizado no Museu Nacional da Música a Gala de Bolsas Fundação GDA / EAMCN para a prossecução de estudos superiores de jovens músicos finalistas da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional. Mais do que uma cerimónia formal, este evento consiste numa festa concerto onde participam os bolseiros premiados no ano anterior. Um momento de reencontro, motivação e fruição da grande música.
Manuel Ponce, Richard Rodney Bennet, Joaquin Rodrigo, Heitor Villa-Lobos
Yuri Marchese, nascido em Vitória (Espírito Santo, Brasil) é Mestre em Música pela Universidade de Aveiro (Portugal) e formado em Música pela Universidade Estadual de Londrina (Paraná/BR). Estudou com Paulo Vaz de Carvalho (UA/PT), Fabio Zanon (SP), Inácio Rabaioli (UEL) e Natanael Fonseca. Realizou sua primeira digressão internacional aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Tcheca. Conquistou diversos prémios, com destaque para o 1º Lugar no IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu (Rio de Janeiro, 2017), 1º Lugar e melhor intérprete de música portuguesa no Concurso Internacional de Leiria (Portugal, 2017), 1º lugar no VII concurso FITO (São Paulo, 2012), 2º lugar e Melhor Intérprete Capixaba no X Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória, BR 2013), 2º lugar no I Concurso Terras de Santo Estevão (Portugal, 2015), entre outros. De 2010 a 2014 foi bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (Estado de São Paulo) onde teve aulas com conhecidos guitarristas como Zoran Dukic, José Antonio Escobar, Maria Lívia São Marcos, Michael Lewin, João Luiz (Brasil Guitar Duo) e Eduardo Fernandez. Participou de vários festivais e séries internacionais de concerto como o Festival de Música de Londrina, Young Prag Festival (CZ), Ponto de Guitarra (Vila Real, Portugal) Irmão Violão e Zêzere Arts Festival (Portugal). Neste último, realizou, com a orquestra do festival, a estreia mundial da versão integral do concerto para violão de Jaroslav Pelikan sob regência de Brian MacKay. Solou o concerto de Mario Castelnuovo-Tedesco com a Orquestra Sinfónica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL). Actua como professor há mais de quinze anos. Trabalhou em Portugal no Conservatório Regional de Coimbra, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório David de Souza em Figueira da Foz e Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Reside actualmente em Lisboa.
UM MÚSICO, UM MECENAS | Sábado, 28 de Dez., 18H | Entrada Livre
Ricardo Leitão Pedro na Tiorba de 1608
A temporada de concertos com instrumentos históricos prossegue no Museu Nacional da Música, desta vez pelas mãos de Ricardo Leitão Pedro, na tiorba Matheus Buchenberg construída em Roma em 1608 (nº. inv. MNM 0252).
A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA A tiorba MM 252 foi construída em Roma, em 1608, pelo alemão Matheus Buchenberg, famoso construtor de alaúdes e tiorbas (ou chitarrones, como também eram conhecidos naquela região). Trezentos anos depois, em 1903, Alfredo Keil adquiriu este e outros instrumentos musicais (que actualmente também fazem parte do espólio deste museu) a Louis Pierrard, construtor e restaurador belga. Fê-lo através do seu filho, Luís Keil, que visitava os instrumentos, os descrevia ao pai através de cartas e fotografias, e tratava de agilizar a expedição dos mesmos para Lisboa. A tiorba que este ano celebra 407 anos de existência sofreu várias intervenções ao longo dos tempos. Há um restauro de 1810, a que se seguiram outros dois, já no século XX: um em 1903, e o de Gilberto Grácio, em 1978. Neste último, o instrumento não ficou tocável, mas o braço, que se encontrava descaracterizado, foi modificado segundo o plano de um instrumento de Buchenberg pertencente à colecção do Victoria & Albert Museum. Em 2014, no âmbito do ciclo Um Músico, Um Mecenas, e através do patrocínio de um particular (Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor), foi finalmente possível recuperar-se o som desta tiorba. O restauro esteve ao cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível da caixa e do braço. Além da tiorba exposta no Museu da Música, existem alguns exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente um no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), outro no Museu da Música em Paris, um em Itália, em Florença, no Museu Bardini. e o de Londres, no Victoria and Albert Museum.
Ricardo Leitão Pedro Fascinado desde sempre pelos cantores-instrumentistas da Antiguidade e as suas encarnações em todos os períodos históricos até ao presente, Ricardo Leitão Pedro é um dos raros músicos de hoje dedicado à prática histórica do canto al liuto, acompanhado-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada. Nascido no Porto em 1990, tomou o alaúde aos dezoito anos de idade inspirado por um concerto de Hespérion XXI e encorajado pelo então professor de guitarra clássica Pedro Fesch. Um ano depois é aceite na licenciatura em música antiga da ESMAE (Porto, Portugal), durante a qual recebeu uma bolsa Erasmus para estudar no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon na classe de Eugène Ferré. Em 2013, muda-se para a Suíça para estudar na prestigiada Schola Cantorum Basiliensis, onde termina uma licenciatura em alaúdes medievais e renascentistas com Crawford Young e Marc Lewon e conclui actualmente o mestrado em canto na classe de Dominique Vellard. A nível privado, trabalhou com cantores como Margreet Honig, Gerd Türk e Patrizia Bovi e alaúdistas como Paul O'Dette, Hopkinson Smith, Eduardo Egüez e Rolf Lislevand. Membro dos ensembles Concerto di Margherita (ensemble EEEmerging 2017-2018) e I Discordanti (ensemble EEEmerging 2016) com os quais mantém uma agenda ocupada pelos palcos europeus, é regularmente convidado a colaborar com diferentes ensembles e orquestras como cantor e alaúdista (Orquestra XXI, Coro Casa da Música, Capella Sanctae Crucis, Troxalida, Agamémnon, La Boz Galana, Domus Artis). Em duo com o alaúdista Guilherme Barroso ganhou o 2o prémio (1o não atribuído) da competição JIMA (Oeiras, Portugal) na categoria de música de câmara. Ávido pelo contacto com outras expressões criativas, mantém o hábito de improvisar com artistas da dança e circo contemporâneos. Compôs o tema para o solo de trapézio 'Planisfério' apresentado no FIS na Póvoa do Varzim e foi o músico seleccionado por Rostislav Novak (La Putyka) para o seu grupo de trabalho no festival de circo contemporâneo Die Originale enquadrado no Berliner Festspiele. Igualmente investido na investigação musicológica do ponto de vista do performer, prepara actualmente a edição das canções e peças instrumentais do manuscrito Thibault (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para a editora Terem-Music baseada em Basel.
Inauguração: quarta-feira, 27 novembro, 18h30 Exposição: 28 novembro a 23 dezembro 2019 | Seg. a sex. 11h00-19h Espaço Camões da Livraria Sá da Costa Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa _________
No próximo dia 27 de novembro, às 18h30, inaugura “O VAZIO DA MINHA ALMA”, exposição de Mara Castilho, na Ocupart - Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
Em “O VAZIO DA MINHA ALMA”, Mara Castilho expõe fotografias pintadas e bordadas em tela. O vazio e a perda assombram essas obras. Entre o preto & branco e o dourado, Castilho expõe imagens que navegam entre o belo e o feio, a dor e o amor, o vazio e a ruina, a vida e a morte.
MARA CASTILHO, trabalha nas áreas de vídeo, instalação, fotografia e performance. Da sua formação destacam-se o mestrado em Artes Visuais pela Universidade de Westminster, Londres, em 2007 e o bacharelato em Teatro e Dança, na Laban Center for Movement and Dance, Londres, em 2000. Frequentemente fazendo referência ao corpo, sua vulnerabilidade e resistência, a sua obra é permeada por justaposições de opostos como ternura e dureza, afeto e ódio e desejo e revolta. Castilho foi nomeada em 1999 para o Stephen Arlen Memorial Award for Performance, National English Opera (Inglaterra/GB), em 2005 para o Beck's Future Awards for Arts (Inglaterra/GB) e em 2006 para o International Prize of Performance, Galeria Cívica (Itália/IT). O seu filme ‘Process 5703/2000’ foi vencedor do Melhor Filme & Melhor Banda Sonora ‘Premio Europeu Massimo Troisi (Itália/IT), 2003. As suas obras tiveram diversas criticas de imprensa, alem de serem publicadas em livros, revistas internacionais e catálogos.
________________ liOrganizada pela Ocupart, a exposição poderá ser visitada até 23 de dezembro, de segunda a sexta, entre as 11 às 19 horas, ou ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.
Três dias ao som de Clássicos no Tejo, José Cid, Xutos & Pontapés e Ornatos Violeta
Nos três últimos dias do ano voltamos à maior sala de espetáculos ao ar livre de Lisboa com um conjunto de concertos gratuitos de estilos muito diferentes. Recebemos 2020 no Terreiro do Paço a cantar e a dançar ao som da melhor música na maior festa da cidade.
No domingo (dia 29) apresentamos um concerto de música clássica, com uma orquestra original formada de raiz para esta ocasião e composta por 52 músicos. Clássicos no Tejo será dirigido pelo Maestro Cesário Costa e apresentará operetas, bailados, danças, valsas e polcas num concerto de final de tarde (18h) muito especial à beira-rio.
A 30 de dezembro (segunda feira), a noite é de um dos ícones da música pop nacional e o mais recente Grammy Latino de Excelência Musical: José Cid sobe ao palco, a partir das 21h30, numa atuação festiva para cantar temas como A Minha Música;Ontem, Hoje e Amanhã e Cai Neve em Nova Iorque.
À meia noite de 31 de dezembro recebemos o Ano Novo em Lisboa com fogo de artifício. Durante 15 minutos, entre o rio e a belíssima praça da cidade, festejamos com um envolvente espetáculo de luz.
A música da noite de passagem de ano está assegurada por duas das maiores bandas do pop rock português que desafiámos a estar connosco: Xutos & Pontapés, com as músicas de sempre, autênticos hinos para as várias gerações que, ao longo de 40 anos, acompanharam a banda; e Ornatos Violeta,num concerto de celebração da entrada no novo ano. Será uma festa inesquecível feita de canções intemporais.
Nesta grande festa no Terreiro do Paço, e à semelhança do ano passado, a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, em parceria com a Cerveja Sagres, incentiva o público a adotar comportamentos mais sustentáveis, através da disponibilização de copos reutilizáveis nos pontos de venda oficiais do patrocinador principal do evento que se pretende cada vez mais ecológico. Na compra da primeira bebida, o copo terá uma caução de 1€, valor devolvido no momento da entrega do copo no bar de compra e nos pontos de recolha com decoração Sagres.
A música macaense do grupo A Outra Banda e Amigos e da dupla Tomás Ramos de Deus e Miguel Noronha Andrade anima o Museu do Oriente, nos dias 13 e 19 de Dezembro, com dois espectáculos comemorativos dos 20 Anos da Transferência da Administração de Macau para a China. A entrada é gratuita.
Em celebração dos afectos e das memórias que unem portugueses e macaenses em torno da terra que continuam a adoptar como sua, e da singularidade que esta oferece a quem nela vive ou a visita, A Outra Banda e Amigos apresenta “Macau/RAEM 20 Anos/20 Poemas/20 Canções”, na sexta-feira, dia 13, às 18.00.
A 19 de Dezembro, quinta-feira, às 21.00, é a vez de “Macau”, uma homenagem à terra que viu nascer os músicos Tomás Ramos de Deus (voz) e Miguel Noronha Andrade (guitarra), que se fazem acompanhar por um grupo de convidados, em diferentes instrumentos.
Passados 20 anos da Transferência da Administração de Macau para a China, concretizada a 20 de Dezembro de 1999, a Fundação Oriente continua a sua missão no território, através de uma delegação em Macau, contribuindo para o ensino da língua portuguesa e o intercâmbio cultural, social e educativo entre Portugal e Macau.
Programa Comemorativo Macau 20 Anos
Macau/RAEM 20 anos/20 poemas/20 canções
Espectáculo com Duo A Outra Banda e Amigos
13 dezembro
18.00
Duração: 90', sem intervalo
Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia
Ficha técnica e artística
Duo A Outra Banda (Carlos Piteira e Jaime Mota) | Jorge Arrimar e Isabel Braga | Nuno Silveira Ramos | Leonor Arrimar | Rita Freitas, Xana Piteira, Andreia Rodrigues e David Rodrigues
Produção Áudio Visual – Imagens e projecção sincronizada José Piteira
Colaboração Produtora LivreMeio | Apoios Instituto do Oriente e Editora Tradisom
Programa:
Programa - Temas e Poemas a celebrar
As memórias do Quotidiano
Mahjong | Mª Rosário Almeida/ João Azeredo [música]
Jardins calígrafos | Fernanda Dias/ João Gomes [música]
Macau 22 horas | Estima de Oliveira/ João Azeredo [música]
Tai-kek | Estima de Oliveira/ Carlos Piteira [música]
Chinesinha de Cantão | Josué da Silva/ Nuno Ramos [música]
O Homem do Riquexó | J. Silveira Machado/Jaime Mota [música]
Bebendo a noite em Macau | João Azeredo/ Carlos Piteira [música]
As Festividades
Barcos Dragão | Jorge Arrimar/ Carlos Piteira [música]
Festa da Lua | Jorge Arrimar/ J. Azeredo [música]
O Bonzo, o macaco e o porco | Leonel Alves/ Jaime Mota [música]
Cemitério chinês da Taipa | A. Couto Viana/ João Gomes [música]
Tancareira | Leonel Alves/ Carlos Piteira [música]
Ponte 1/Nobre de Carvalho | João Azeredo/ João Azeredo [música]
Hac-Sá (Praia) | António Menano/ Jaime Mota [música]
Casas de ópio | Mº Anna Tagmanini/ Nuno Ramos [música]
Saudades | Jorge Arrimar/ Tomás Deus [música]
O Patuá macaense
Lenga lenga | J. Santos Ferreira (adé)/ J. Mota/C. Piteira [música]
Macauantigo/Macau modernado | J. Santos Ferreira (adé)/ João Azeredo [música]
Bastiana | Tradicional
MACAU
Concerto porTomás Ramos de Deus, Miguel Andrade e convidados
19 Dezembro
21.00
Duração: 90’, sem intervalo
Entrada gratuita, mediante levantamento do bilhete no próprio dia
Tomás Ramos de Deus, Miguel Andrade e convidados: Paulo Pereira (saxofone), Diogo Santos (teclados), João Ratos (teclados e guitarras), Manuela Oliveira (voz e coros) e Isaac Achega (bateria)
O Blog Cultura de Borla em parceria com UAU tem bilhetes duplos para LUÍS DE MATOS - IMPOSSÍVEL AO VIVO no TEATRO TIVOLI BBVA para o dia 22 de Dezembro às 11h aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:
Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.
Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.
Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.
“Luis de Matos IMPOSSÍVEL ao Vivo“ estreou em Dezembro de 2018 no Teatro Tivoli BBVA, tendo sido aplaudido por um número recorde de 24.000 espectadores em apenas 16 dias de apresentações.
Escrito e dirigido por Luis de Matos, o mais premiado mágico português, e um dos mais respeitados do mundo, o espectáculo que se manteve durante 3 semanas no primeiro lugar do top de vendas da Ticketline volta em Dezembro numa nova versão ainda mais surpreendente. Luis de Matos apresentará algumas das suas mais recentes ilusões e trará consigo um novo e extraordinário conjunto de convidados oriundos dos quatro cantos do mundo: Alemanha, Austrália, Coreia do Sul e Inglaterra. Ao lado de Luis de Matos estarão ainda Joana Almeida e os Momentum Crew. “Luis de Matos IMPOSSÍVEL ao Vivo” é o mais contemporâneo, surpreendente e memorável espectáculo de magia da actualidade. Depois da sua digressão europeia por 21 cidades europeias, Luis de Matos volta a Portugal para apresentar o melhor das suas criações. A não perder!
Luís de Matos IMPOSSÍVEL ao Vivo é um espectáculo que vai querer ver muitas vezes com família e amigos!
Fotógrafo italiano MassimoListri inaugura no Centro de Exposições da Fundação Champalimaud
Inaugura hoje, na Fundação Champalimaud, a primeira exposição de fotografia de MassimoListri em Portugal – TheBeautySyndrome / O Síndrome da beleza.
MassimoListri é um dos fotógrafos italianos mais reconhecidos internacionalmente e traz a Portugal 27 obras que estarão em exposição até ao final de Março de 2020. O seu trabalho destaca-se pelas imagens de larga escala de espaços interiores majestosos, vazios e icónicos. Espaços, arquitetónica e culturalmente, relevantes, espaços sem a presença do ser humano mas com forte impressão humana. São espaços e detalhes capturados por uma lente que os tornam inesperados, bizarros trazendo a presença humana sem a figura.
Nas suas fotografias de espaços interiores de castelos, de casas abandonadas, de bibliotecas, de catedrais e de teatros, Listri parece compor as linhas no espaço. Desafia a perspetiva dos volumes e, através destas suas imagens absolutamente reais acaba a desafiar a realidade, suscitando reações e emoções várias do espanto à confusão.
Nascido em 1953 em Florença, Itália, MassimoListri iniciou a carreira de fotógrafo muito jovem. Em 1981, fundou a revista e a editora de publicações de arte FMR, de renome internacional, como os editores Franco Maria Ricci e VittorioSgarbi. Ao longo de trinta anos publicou mais de 60 livros com outros importantes editores na Europa e nos Estados Unidos. As obras do artista já foram exibidas na The Morgan LibraryandMuseum de Nova York, no Museu de Arte Moderna de Bogotá, no Museu do Vaticano em Roma e no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires, entre outros.
Em dezembro voltamos a apresentar a programação Natal em Lisboa com concertos em igrejas e outros espaços espirituais da cidade.
Com entrada livre, o roteiro musical acontece entre os dias 1 e 21, com viagem pelo património histórico e cultural da cidade: de Alvalade até ao Beato e do Lumiar a Santa Maria Maior, passando ainda por Carnide, Arroios e Olivais.
Nesta edição são sete as igrejas que recebem a música de orquestras e coros – quatro delas pela primeira vez – num programa que se estende a outros espaços de culto, como o Centro Ismaili de Lisboa ou o Templo Radha Krishna e conta, além dos concertos, com visitas guiadas, workshops, atividades para crianças e sessões de meditação.
Este ano levamos a música à Sé de Lisboa com o Coro Regina Coeli e Banda da Armada. Um concerto à medida de um “palco” grandioso para ouvir duas grandes peças: “Lauda per la Nativitá del Signore" – uma obra raramente interpretada – do compositor italiano Otorrino Respighi, e o famoso “Gloria”, composto pelo britânico John Rutter, numa adaptação brilhante de um texto litúrgico a uma peça de concerto.
Um dos novos palcos é a Basílica de Nossa Senhora dos Mártires, no Chiado, onde vamos poder ouvir no dia 7, a partir das 18h30, o som do magnífico órgão do séc. XVIII, com música ibérica e italiana dos séc. XVII, XVIII e XIX de consagrados compositores para órgão.
A Sala do Arquivo dos Paços do Concelho é outra das novidades deste Natal em Lisboa que abrirá as suas portas para receber um recital de piano inspirado na alegria, com o conceituado pianista russo Alexey Shakitko. Um concerto que terá lugar no dia 12, em dois horários distintos: às 19h e às 21h30.
No Museu de Lisboa, entre as diversas atividades para os mais novos, destaque para uma oficina no dia 7, às 15h30, que explora o universo das Mandalas – um símbolo de cura e de espiritualidade para as religiões como o budismo e o hinduísmo. Além desta iniciativa, a União Budista Portuguesa estará presente no Cinema São Jorge, para duas sessões de iniciação à meditação que terão lugar no segundo fim de semana do mês, às 11h.
Na semana que antecede o Natal, a não perder no Teatro São Luiz, dia 18, às 21h, um concerto com os jovens músicos da Orquestra Clássica Metropolitana de Lisboa que interpretam obras de Tchaikovsky e Mozart.
Igualmente imperdível será a atuação do Saint Dominic’s Gospel Choir no Aeroporto Humberto Delgado, na quinta feira (dia 19) às 19h, que promete uma receção emotiva para quem chegar a Lisboa, dando um tom gospel a alguns dos êxitos natalícios pop mundiais como "All I want for Christmas is You", de Mariah Carey e "Sometinhg about Christmas Time", de Bryan Adams.
No dia 19 de dezembro, pelas 18 horas, inaugura a exposição de quatro mulheres contemporâneas dedicadas, desde há muito tempo, à pintura e escultura. Embora com percursos profisionais e formações académicas distintas, diariamente percorrem o sonho de se completarem através da arte, percorrendo as telas vazias com a sua imaginação e a pedra com a sua criatividade.
Catarina Bual
Nasceu em 1992. Reside em Oeiras. Licenciou-se em Escultura e realizou o ERASMUS no último ano, em Bolonha, Itália. Concluiu, em 2016, o Mestrado em Especialização de Escultura também pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Frequentou um curso de Fotografia com os formadores Arlindo Pinto e Jorge Alves. Desenvolve projetos e trabalhos em escultura, fotografia, design gráfico - criação de posters e flyers, etc. Tem participado em diversas exposições coletivas, residências artísticas, simpósios e workshops. Participou na 1ª Residência Artística de Land Art, em Moledo, através da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e, mais recentemente, foi assistente do escultor Abílio Febra num simpósio de escultura em betão em Maceira. Em 2017, tornou-se 1ª Vogal e Art Director do Grupo Jovem no Círculo Artístico e Cultural Artur Bual, onde também ajuda a organizar projetos e desenvolver os trabalhos relacionados com design gráfico.
Claúdia Ferro
Nasceu em Coimbra, Portugal, a 10 de dezembro de 1968.
É Licenciada em Psicologia Clínica, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e possui formação profissional e experiência na área da Psicologia Clínica e Forense e das Ciências Sociais, no âmbito do Ministério da Justiça. A sua prática artística como autodidata assume uma perspetiva de busca do Belo através da representação do corpo, enquanto elemento expressivo e repositório de significados, vivências, prazeres, afetos, memórias...
As suas obras atuais são dominadas por figuras femininas de grandes olhos que simultaneamente questionam e observam, que refletem o que está dentro e o que se encontra fora. Com o seu trabalho pretende atingir um grau de poesia visual, recriada pelo observador.
Dália Cordeiro
Fez Arte dos Tecidos na Escola António Arroio; Complemento de Formação em Vidragem Cerâmica na Universidade de Aveiro e licenciatura em Educação Visual e Tecnológica no Instituto Jean Piaget.
Desde 1989 tem feito várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro.
Lena Poinha
Médica de profissão e Artista de coração é natural de África (Moçambique). Desde criança, sempre sentiu gosto em mexer com cores e objetos. Autodidata, dedica-se integralmente à pintura desde 2010. Recentemente, os seus trabalhos, são a sua observação artística dum ambiente onde o figurativo humano é o seu foco primordial. Inúmeras exposições realizadas e atribuição de vários prémios, sendo o último, o 1º Prémio da Art’Oeste Internacional 2019.
No dia da inauguração haverá uma performance musical com Margarida Marcelino (canto acompanhado por harpa).
Com apenas 39 anos foi eleito "Cientista do Ano" na Áustria, tornando-se no primeiro português e no primeiro químico a receber esta distinção. No dia 18 de Dezembro, quarta-feira, o químico e pianista amador Muno Maulide voa de Viena para Lisboa onde será o orador da Conferência de Natal da Ciência Viva, marcada para as 19.00, no Teatro Nacional D. Maria II.
A criatividade é um dos principais ingredientes para o sucesso, não só na arte mas também em ciência. Na Conferência de Natal "Quando a Ciência se torna uma Arte", Nuno Maulide apresentará pontos de contacto entre a Química e a música, numa viagem fascinante pelo mundo da imaginação.
Ao ser considerado "Cientista do Ano" na Áustria, em Janeiro passado, Nuno Maulide recebeu uma distinção que premeia investigadores a trabalhar naquele país que "têm dado contributos notáveis para a ciência e para a divulgação junto do grande público, contribuindo para o aumento da cultura científica dos cidadãos".
Nuno Maulide chegou a professor catedrático de Síntese Orgânica na Universidade de Viena aos 33 anos, é professor convidado do Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa e já ganhou 18 prémios, entre os quais três bolsas do Conselho Europeu de Investigação. A par da carreira de cientista, é pianista amador, tendo concluído a parte principal do curso geral de Piano no Instituto Gregoriano de Lisboa. Fez ainda o primeiro ano do curso superior de Piano da Escola Superior de Música de Lisboa.
As Conferências de Natal Ciência Viva são organizadas em parceria com instituições científicas de referência, nacionais e estrangeiras. São inspiradas nas Christmas Lectures do Royal Institution de Londres, criadas em 1825 por Michael Faraday.
Esta iniciativa é o presente de Natal da Ciência Viva à cidade de Lisboa e a todos os públicos, de todas as idades. A palestra terá tradução em Língua Gestual Portuguesa.
Jorge Mourato regressa ao Stand Up com SINCERA-MENTE em Janeiro
Jorge Mourato leva o seu mais recente espectáculo de Stand Up, SINCERA-MENTE, ao Teatro Villaret, em Lisboa, todas as Quartas-Feiras, a partir de 22 de Janeiro.
De volta ao registo de Stand Up, o actor acolhe-nos no seu mundo pessoal e convida-nos a ver o mundo que nos rodeia sob o seu ponto de vista, de forma divertida e sarcástica, blá, blá blá... Isto foi o que lhe pediram para escrever para descrever sucintamente o espectáculo…
Mas não vai ser nada disto, se querem saber a verdade. O Jorge vai estar de pé, com um microfone na mão, e vai falar sobre o que lhe apetecer e lhe der na real gana: pode ser de bichos, turistas, filmes, sogras, moda, TV, sexo (tem sempre de existir, senão ninguém aparece), emigrantes, família, amor…
O Jorge até vai fazer perguntas e convidar o público a manifestar-se sobre certos temas, vejam lá. Diz que é para se poder chamar de espectáculo interactivo, soa bem... (e sempre é da maneira que ele fala menos e o tempo vai passando mais rápido).
Depois de saber isto tudo, ainda tem dúvidas? Olhe, antes dúvidas do que dívidas. E como as tristezas não as pagam, está à espera de quê para aparecer?