Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Nicole Eitner no Casino Lisboa em “Viagem pelas Bandas Sonoras do Cinema” de 24 a 26 de Julho

Nicole Eitner inicia, na próxima Sexta-Feira, dia 24, às 18 horas, uma “Viagem pelas Bandas Sonoras do Cinema” no Casino Lisboa. A artista sobe ao palco central do Arena Lounge para protagonizar o concerto "Músicas de Filmes", transformando bandas sonoras conhecidas do cinema e da televisão em versões únicas interpretadas de uma forma pessoal e intimista com voz ao piano. Com entrada livre, este curto ciclo de actuações prolonga-se até Domingo, 26 de Julho.

NICOLE EITNER5707c_ritacarmo (003).jpg

 

Nicole Eitner conquista, habitualmente, o público pelas suas notáveis interpretações de composições como, por exemplo, “You're the One that I Want” de John Travolta e Olivia Newton John em “Grease”; “Somewhere over the Rainbow” de Judy Garland em “Wizard of Oz”; “Absolute Beginners” de David Bowie em “Absolute Beginners”; “Nature Boy” de Nat King Cole em “Moulin Rouge”; “Bang Bang” de Nancy Sinatra em “Kill Bill”; “Hallelujah” de Leonard Cohen em “Shrek”; “Abba Medley” em “Mamma Mia” ou “Society” de Eddie Vedder em “Into the Wild”.

 

Filha de mãe portuguesa e de pai alemão, Nicole Eitner vive já há mais tempo em Portugal do que os anos que passou a estudar na Alemanha. Ao escutá-la podemos confundir a sua sonoridade com o melhor pop/jazz que se faz lá fora. Mas não, é mesmo do melhor que se faz por cá. Nicole Eitner é um dos segredos mais mal guardados da música que se faz no nosso País.  

 

Enquanto cantora e compositora ao longo dos anos mereceu prémios internacionais tão importantes como o “Midem of Competion” em França (Cannes), em 2011, o “Internacional SongDoor Songwriting Competition” nos Estados Unidos, em 2009 ou ainda o “Prémio Webchange Hottest Band Competition” no lendário South By Southwest, também em 2009.

 

A estreia discográfica chegou, em 2007, com “Vampires” com a violinista Viviena Tupikova e o contrabaixista Zeca Neves. Em 2009, Nicole Eitner partilhou o palco com Suzanne Vega, no Olga Cadaval, em Sintra, e participou no Festival SXSW no Texas, onde ganhou o 1º prémio para gravar nos emblemáticos Sun Studios de Elvis Presley, em Memphis.

 

Em 2011, editou o segundo disco, “I’Am You” e fez a primeira parte da digressão de Joan As Police Woman em Portugal. Venceu, ainda, o “Midem Off Showcase Competition” (votação dos fãs) e actuou em Cannes. Em 2012, ganhou o prémio “Internacional SongDoor Songwriting Competition” (EUA), na categoria 'Pop Songs', com a música 'Witness of Your Life' e foi semi-finalista no “UK Songwriting Contest”. Nesse ano, assinou a primeira parte do concerto de Perry Blake em Lisboa. Com os músicos Alexandre Frazão na bateria e Miguel Menezes no contrabaixo e voz, forma 'Nicole Eitner and The Citizens'.

 

Em 2015, lançou o seu terceiro álbum de originais “Fade To Shade”, o qual foi nomeado para Melhor Disco Independente 2015 pela IMPALA e “Winning Day” foi considerada uma das canções do ano segundo a imprensa portuguesa.

Nicole Eitner actua, de 24 a 26 de Julho, a partir das 18 horas, no palco central do Arena Lounge do Casino Lisboa. A entrada é livre.

 

É de registar que o Casino Lisboa foi distinguido com o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal e aderiu ao serviço COVID OUT, Selo de Confiança, Clean Surfaces Safe Places, emitido pelo ISQ.

 

O acesso aos espaços do Casino Lisboa é livre, exceptuando as áreas de Jogo que são reservadas, por imperativo legal, para maiores de 18 anos.

 

O Jardins Abertos está de volta!

O evento que abre os portões dos jardins da cidade de Lisboa chegou!

 

Terminado o primeiro fim de semana do festival, restam ainda mais dois dias de Jardins Abertos — 25/26 de julho — em formato presencial e virtual.

 

 

O Jardins Abertos é um evento inteiramente gratuito e a favor do nosso planeta!

 

Facebook/JardinsAbertos

Instagram/JardinsAbertos

Datas confirmadas para o Essencial Fellini

 

Criador de universos barrocos exuberantes, génio apaixonado por mulheres voluptuosas, e ao mesmo tempo explorador de mundos, sonhos, recordações, desejos, frustrações e obsessões, Federico Fellini é considerado o autor sem igual de uma longínqua e resplandecente idade de ouro do cinema italiano.

A Risi Film e a Alambique, com o apoio da Festa do Cinema Italiano e do Istituto Italiano di Cultura, celebram o centenário do nascimento do cineasta com a reposição de um ESSENCIAL FELLINI composto por seis clássicos do realizador, em cópias restauradas, no Cinema da Villa (Cascais), Espaço Nimas (Lisboa) e Cinema Trindade (Porto).

Esta iniciativa integra o movimento Fellini 100 que junta uma série de eventos e permitem lembrar, conhecer e redescobrir a multifacetada obra do cineasta.

La Dolce Vita | 6 de Agosto
A Estrada | 13 de Agosto
Fellini 8 1/2 | 20 de Agosto
Julieta dos Espíritos | 27 de Agosto
Os Inúteis | 3 de Setembro
A Voz da Lua | 10 de Setembro

Paulo Flores, Agualusa e ementa inspirada em Eça de Queiroz são estrelas da segunda semana do SomSabor

Gonçalo Sousa, Paulo Flores, Agualusa e António Queiroz Pinto são as estrelas da segunda semana do SomSabor

 

 Festival de verão reúne grandes nomes da música, literatura e restauração no Espaço Espelho D‘Água

 

Veja a programação de julho aqui

pasted image 0.png

 

Depois de estrear-se com um concerto arrebatador do brasileiro Yamandu Costa com todos os bilhetes vendidos, o festival SomSabor trará, na segunda semana,  um bocadinho do melhor de Portugal e Angola. A música ficará a cargo do jazzista português Gonçalo Sousa (sexta) e do guitarrista angolano Paulo Flores (sábado). Na cozinha, o chef convidado António Queiroz Pinto (Restaurante de Tormes) se juntará com Rui Araújo, que comanda o Espaço Espelho D'Água, para uma ementa inspirada em Eça de Queiroz No domingo, José Eduardo Agualusa fecha a semana com uma tertúlia a juntar poesia e actualidades. O SomSabor avança até o fim de setembro, sempre com novos convidados. Os preços variam entre 30 e 35 euros, com jantar incluído.

 

O festival traz artistas de diversas áreas e estilos. Serão jantares intimistas com atividades culturais na área da música e da literatura, tirando partido das condições arquitetónicas ímpares do Espaço Espelho D’Água, em uma programação especial. O projecto dinamiza setores da economia nacional que têm sofrido um forte impacto negativo nas suas atividades por conta da pandemia de COVID-19, ao oferecer, em segurança e seguindo as medidas recomendadas pela DGS, experiências  gastronómicas e culturais de elevada qualidade. 

 

Na gastronomia, o objetivo é oferecer uma interpretação contemporânea com novos talentos em atuação em Portugal com a curadoria de Paulo Amado. Nesta semana, António Queiroz Pinto, do Restaurante de Tormes, vem do Norte para juntar a cozinha com os livros a recriar os pratos das obras de Eça de Queiroz como o arroz de favas, de “A Cidade e as Serras” em uma ementa partilhada com o chef Rui Araújo.

 

“Há seis anos estou em Tormes, em que todos os pratos da ementa têm origem na literatura de Eça de Queiroz. Já tive a oportunidade de cozinhar em Lisboa outras vezes, mas nunca no Espelho D'Água, um local encantador que já conhecia. Imagino que vá tudo correr muito bem, e será mesmo muito especial, ainda mais com o bom tempo que está previsto para termos neste fim de semana", disse António Queiroz Pinto.

 

Na sexta-feira, Gonçalo Sousa recebe os brasileiros Gabriel Selvage e Rogério Pitomba formando um trio jazzístico com influência das mais variadas: Portugal, Espanha e sul do Brasil, entre outras.

 

“O propósito é reacender um segmento da cena musical lisboeta, em concertos intimistas com talentos por desvendar, onde o silêncio e a música caminham lado a lado. Nos concertos em trio, há um desafio de um encontro único, de partilha musical, no qual o diálogo musical e a emoção são protagonistas”, conta o compositor Gonçalo Sousa, anfitrião das noites de sexta-feira até o fim de setembro.

 

Paulo Flores comanda as guitarras angolanas no sábado com os convidados Diogo Guanabara, Mayo Bass, Manecas Costa, Kiari Flores e Serginho Mota. No domingo,  José Eduardo Agualusa recebe os escritores Fernando Fonseca Santos e David Borges para uma conversa sobre a influência das palavras e da literatura no mundo pós-Covid 19.

 

xxxxxxxxxxxx




AGENDA DE JULHO

 

Sextas com Gonçalo Sousa

Gonçalo Sousa convida artistas e músicos para um encontro único de partilha musical, onde o diálogo musical, a improvisação e a emoção são protagonistas. Entre os convidados, Gabriel Selvage e Rogério Pitomba (dia 17), o Duo Novelo, formado por Carlos Garcia e Juliana Branco (dia 24) e Yami Aloelela e Vicky Marques (dia 31/07). 

Chefs convidados: António Queiroz Pinto (dia 17), Umaro Baldé (dia 24) e José Julio Vintém (dia 31)

Horários: Jantar das 20h30 às 22h e concerto às 22h30

Preço por pessoa: 30 € com jantar e espetáculo

Ementa com entrada, prato principal, café, sobremesa e bebidas

Reservas: mesas para 4, 6 ou 8 pessoas do mesmo grupo, seguindo diretrizes da DGS

Venda de bilhetes: https://espacoespelhodeagua.seetickets.com

 

Sábados com Paulo Flores

Paulo Flores sobe ao palco nos dias 18 e 25, a partir das 22h, logo após o jantar preparado pelos Chef Rui Araújo em parceria com os convidados Antonio Queiroz Pinto (dia 18) e Umaro Baldé (dia 25). Flores recebe os músicos Diogo Guanabara, Mayo Bass, Manecas Costa, Kiari Flores e Serginho Mota, para dar a ouvir a excelência da música popular angolana. As propostas artísticas serão preenchidas essencialmente por instrumentos de cordas (guitarras e baixo). 

Chefs convidados: Antonio Queiroz Pinto (dia 18) e Umaro Baldé (dia 25)

Horários: Jantar das 20h30 às 22h e concerto às 22h30

Preço por pessoa: 35 € com jantar e espetáculo

Ementa com entrada, prato principal, café, sobremesa e bebidas

Reservas: mesas para 4, 6 ou 8 pessoas do mesmo grupo, seguindo diretrizes da DGS

Venda de bilhetes: https://espacoespelhodeagua.seetickets.com

 

Domingos com José Eduardo Agualusa

Nos dias 19 e 26, José Eduardo Agualusa será o anfitrião de diferentes painéis por si organizados. Traduz-se em conversas e debates, nos fins de tarde de domingo, sobre temas e assuntos variados, atuais e de interesse geral. Todos os domingos de cada mês — sem preconceitos e tabus, mas sim com liberdade, democracia e respeito pela diferença — um anfitrião fará as honras da casa, conduzindo a noite de teses e palavras. 
Convidados das Tertúlias: os escritores Fernando Fonseca Santos e David Borges (dia 19) e Kalaf Epalanga e Zetho Cunha Gonçalves (dia 26).

Chefs convidados: Tiago de Lima Cruz e Pedro Monteiro (dia 12), Antonio Queiroz Pinto (dia 19) e Umaro Baldé (dia 26)

Horários: Tertúlia das 18h30h às 20h e jantar às 20h30

Preço por pessoa: 30 € com tertúlia e jantar 

Ementa com entrada, prato principal, café, sobremesa e bebidas

Reservas: mesas para 4, 6 ou 8 pessoas do mesmo grupo, seguindo diretrizes da DGS; mesas de um ou dois lugares (à venda apenas no Espaço Espelho D’Água, suas redes ou por telefone)

Venda de bilhetes: https://espacoespelhodeagua.seetickets.com

 

Para ver a programação dia a dia clique aqui

 

 



SOBRE O ESPELHO D’ÁGUA 

 

O Espaço Espelho d’Água é um restaurante e cafeteria localizado em Belém, Lisboa, junto ao rio Tejo. Num edifício célebre do modernismo, rodeado por um amplo espelho de água que faz a ligação simbólica com o rio a poucos metros, existe ainda uma loja e uma galeria de arte.

 

Morada: Avenida Brasília, s/n - entre o Monumento dos Descobrimentos e o Museu de Arte Popular

Site: http://espacoespelhodeagua.com/

Telefone: 213 010 510

info@espacoespelhodeagua.com

Funcionamento: Todos os dias de 11h às 24h

Lisboa Ainda | Exposição de fotografia sobre a cidade em quarentena, através da objetiva de quatro fotojornalistas

LISBOA AINDA
Olhares sobre a cidade em quarentena

Museu de Lisboa abre, a 23 de julho, exposição de fotografia sobre a cidade em quarentena, através da objetiva de quatro fotojornalistas.

 

e1df3ebc-45b6-45c4-b961-2e2d565080e5.jpg

 

 

Luís Miguel Sousa

Lisboa Ainda mostra, no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, os projetos fotográficos de quatro fotojornalistas com percursos diferentes: Tiago Miranda, Pedro Nunes, Luís Miguel Sousa e José Fernandes. «Quatro olhares distintos sobre uma Lisboa em quarentena. São quatro olhares de quem conseguiu, através da objetiva, captar a essência e a beleza de uma cidade confinada acrescentando assim uma nova dimensão àquele que seria o seu objetivo inicial: informar», explica Rita Palla Aragão, comissária da exposição.

Lisboa sofreu, durante a quarentena, uma alteração profunda na sua vivência que ficará, para sempre, na memória coletiva. Aos fotojornalistas coube a difícil tarefa de captar imagens diretamente relacionadas com a pandemia, imagens de pesar e de sofrimento humano. E também a tarefa, não menos difícil, de ir registando, através das suas objetivas, as alterações profundas que se tinham operado no nosso mundo quotidiano. «Fotografar a cidade parada. Sem o aeroporto e as escolas, mas também sem teatros e cinemas, cafés e esplanadas, restaurantes e bares, concertos e bailados, lojas e quiosques, floristas e vendedores ambulantes, mercados e feiras. Com a cidade parada, sem o movimento dos seus habitantes, desapareceram os pequenos gestos de cada um e que fazem o dia a dia de todos – “Lisboa não tem beijos nem abraços (...) não tem passos”, como tão bem descreveu Manuel Alegre durante este período, num poema que marcará para sempre este tempo e que empresta o título à exposição – Lisboa Ainda», assinala a comissária.

Em quatro núcleos, caminhamos pela cidade conduzidos pelo olhar dos quatro fotojornalistas portugueses:

Pedro Nunes fotografou a cidade na primeira manhã da primeira segunda-feira da primeira semana da quarentena. «O tempo é diferente, o objetivo é o de sempre: mostrar o que acontece. Só que, nesta manhã, parece que não acontece», salienta Rita Palla Aragão.

Luís Miguel Sousa voltou aos lugares que antes havia fotografado repletos de turistas para, com o mesmo enquadramento, captar o contraste «e assim nos mostrar o quão volátil é, afinal, a realidade», nota a comissária.

Tiago Miranda conduziu por Lisboa e fotografou-a pela janela do carro. Para Rita Palla Aragão, «constatamos que a lente foi passeando pela cidade e captando o que o fotojornalista sentiu: a cidade como um não-lugar».

José Fernandes desenha a escuridão com luz. «Incide sobre as nossas figuras um destaque em branco que poderá ter muitos significados mas que é, inequivocamente, de luz», assinala.

A completar, uma sala dedicada ao poema que Manuel Alegre escreveu sobre a cidade durante a quarentena, Lisboa Ainda, e ainda excertos de poemas de Manuela de Freitas, Maria Teresa Horta e Sophia de Mello Breyner.


Comissária: Rita Palla Aragão
Fotografias: José Fernandes, Luís Miguel Sousa, Pedro Nunes, Tiago Miranda
Poema: Manuel Alegre Excertos de poemas: Manuela de Freitas, Maria Teresa Horta e Sophia de Mello Breyner
 

Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, Pavilhão Preto
23 julho - 20 setembro
Terça - domingo, 11h00 - 17h00
3 € (descontos disponíveis aqui)
Campo Grande, 245

"RE-CREIO": FALTA UMA SEMANA PARA ARRANCAR O FESTIVAL MAIS BEM-HUMORADO DE LISBOA

Bruno Nogueira, Miguel Esteves Cardoso, Salvador Martinha, Eduardo Madeira, “A Pipoca Mais Doce”, Beatriz Gosta e Rita Blanco fazem parte do cartaz 

“Re-creio”: falta uma semana para arrancar o festival mais bem-humorado de Lisboa

image004.png

alta apenas uma semana para começar o “Re-creio”, o evento de humor ao ar livre criado e produzido pela H2N -Phenomena Makers, que durante quatro dias leva grandes nomes do humor nacional ao Estádio de Rugby do Jamor. 

 

Salvador Martinha e Luana do Bem (dia 23, 21h30), Eduardo Madeira e “A Pipoca Mais Doce” (24 às 19h30), Beatriz Gosta e Rita Blanco (dia 24 às 22h00), Carlos Coutinho Vilhena e Tiago Almeida (dia 25, 19h30), Bruno Nogueira e Miguel Esteves Cardoso (dia 25, 22h00) e Guilherme Geirinhas e Diogo Batáguas (dia 26 às 21h30h), são os artistas portugueses que vão animar este “Re-creio” que ainda tem bilhetes de entrada para quem se quiser juntar à festa.

 

As regras de distanciamento social, de higiene e segurança impostas pelo Governo e pela Direção-Geral de Saúde estão garantidas neste evento que investiu num plano de contingência e na formação das diversas equipas para salvaguardar toda e qualquer questão relacionada com a higiene e segurança, desde a montagem até à desmontagem do “Re-creio”. O plano de contingência foi delineado pela WiseSafety -  empresa especializada em serviços de Engenharia de Segurança com mais de 20 anos de experiência técnica em projetos de segurança nacionais e internacionais -  que definiu um conjunto de medidas de mitigação a serem implementadas na realização do evento, tendo em consideração os requisitos técnicos e orientações da DGS e de diversas organizações internacionais de referência como a World Health Organization (WHO), a Centers for Disease Control and Prevention (CDC, USA), o European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC) e o Health, Safety and Executive (HSE, UK).

 

Assim, e como forma de garantir a segurança do público, a venda de bilhetes é bastante limitada e com lugares marcados, será medida a temperatura de todas as pessoas à entrada do evento, assegurados diferentes circuitos para entradas e saídas, vai ser disponibilizado álcool gel em vários pontos do recinto, será garantido o distanciamento exigido dos lugares do público nas diversas zonas existentes e não haverá pagamentos em dinheiro (estes serão feitos exclusivamente através da plataforma 3cket e MBway, e de um QRcode digital que identifica cada pessoa no evento).  Medidas estas, entre outras medidas e procedimentos, que fazem parte de um plano rigoroso e que serão adotadas por forma a garantir condições de segurança para o público, artistas e staff, no âmbito da atual pandemia da COVID-19.

 

Os bilhetes para o maior recreio deste verão estão à venda na Ticketline e na plataforma 3cket e os preços variam entre os 14 e os 20 euros. O programa completo do “Re-creio” e outras novidades do evento podem ser consultadas em www.recreio.org.

 

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira, 23.07

 

Salvador Martinha + Luana do Bem: 21.30h 

Partida, Largada, Fugida! Salvador Martinha é o primeiro a abrir portas ao Recreio na sua primeira atuação sem máscara e sem filtros. O humorista que um dia quis ser Tipo Anti-Herói da comédia traz-nos as histórias hilariantes do eterno Cábula, e prova que quando chega a hora de subir a palco tem todas as respostas Na Ponta da Língua. Para a primeira parte, convidamos a aluna de mérito do digital, Luana do Bem, numa lição de stand-up sobre tupperwares e toucas de natação. Não deixem a vossa Cabeça Ausente e juntem-se para um serão tão épico que devia durar um período inteiro.

 

 

Sexta-feira, 24.07

 

Eduardo Madeira + A Pipoca Mais Doce: 19.30h 

Todos temos aquele amigo que trazia a guitarra até para o Recreio, e aqui não podia ser exceção. O consagrado Eduardo Madeira regressa aos tempos de trás do pavilhão e junta as suas seis cordas (esperemos que o resto do instrumento também) às observações jocosas sobre os portugueses, o futebol e tudo que os une. No que toca ao humor, Ana Garcia Martins é a verdadeira Chefe de Turma. Começou como jornalista, tornou-se influenciadora digital, e descobriu no stand-up uma forma de lidar com vernizes rasca, poses de Instagram e os programas de domingo à noite. Hoje em dia, “A Pipoca Mais Doce” é das comediantes mais bem-sucedidas no nosso país, com uma digressão esgotada em poucos dias e que mostrou que “Agora Deu-Me Para Isto” é só o pontapé de saída numa carreira que se advinha imparável.

 

Beatriz Gosta e Rita Blanco: 22.00h

A expressão “língua afiada” parece ter sido criada de propósito para elas. Numa aula em que vai toda a gente para a rua, as incorrigíveis Beatriz Gosta e Rita Blanco juntam-se pela primeira vez como colegas de secretária, depois de na pandemia terem contagiado os portugueses com os seus reparos desconcertantes no fenómeno digital “Como É que o Bicho Mexe”, de Bruno Nogueira. Quando tocar para o recreio, o pátio vai ser todo delas.

 

 

 

Sábado, 25.07

Carlos Coutinho Vilhena 19.30h 

Alguém chamou o príncipe do Recreio? Aos 27 anos, Carlos Coutinho Vilhena tornou-se um verdadeiro fenómeno ímpar do humor nacional, depois de lançar uma série que marcou tudo e todos, com direito a #abracinhoaogoucha. Em cima dos palcos, no YouTube ou a jogar ao peixinho, este Bon Vivant tem a mesma determinação, granjeando milhões de visualizações e dezenas de milhares de espetadores nas suas digressões. A esta primeira edição traz-nos uma conversa com... terão de esperar para ver, mas podemos garantir que vai mudar o Resto das Vossas Vidas. Já fizeram o aquecimento? É que para os espetáculos de Vilhena convém correr, ou não esgotassem os bilhetes todos ao primeiro toque.

 

Bruno Nogueira e Miguel Esteves Cardoso: 22.00h

Neste Recreio não podiam faltar os dois colegas de carteira com horas e horas de conversa para dar. Juntos, Bruno Nogueira e Miguel Esteves Cardoso Fugiram de Casa de Seus Pais e trouxeram os já habituais cadeirões e caderninhos com horas e horas de notas sobre alta cozinha, desbloqueadores de conversa ou aversão a toda e qualquer tecnologia, desta feita no dia de soprar as 65 velas ao mais britânico de todos os escritores lusos. Juntos, compilam uma espécie de enciclopédia do comportamento dos portugueses (e não só), que abrem no mais recente volume, dedicado ao confinamento e à pandemia, à frente de uma turma atenta e pronta para ser chamada ao quadro. 

 

Domingo, 26 de Julho

 

Guilherme Geirinhas e Diogo Batáguas: 21.30h

Se houvesse uma Telescola no universo digital, Guilherme Geirinhas e Diogo Batáguas seriam verdadeiros catedráticos. Com um culto de centenas de milhares de seguidores, são donos de alguns dos mais cómicos reparos a duas e três dimensões sobre o país e o mundo. Nesta lição única e irrepetível, declara-se aula ao ar livre, em que como sumário temos apenas a pergunta “oh 2020, mas afinal o que é que foi isto?”. Aqui só leva falta de material quem não trouxer a sua boa disposição.

Ensemble de trompetes e sonoridades balcãs animam o mês de Março | Solistas da Metropolitana com concertos regulares no Museu do Oriente

Balcãs_metro.jpg

 

 

Os Solistas da Metropolitana sobem ao palco do Museu do Oriente, nos dias 14 e 29 de Março, às 16.00, para dois concertos de entrada gratuita que celebram “a arte dos sons”, para lá das partituras e das gravações.

 

Desde tempos imemoriais, a presença do trompete acrescenta uma dimensão simbólica inconfundível aos contextos sociais onde intervém. É isso mesmo que os Solistas da Metropolitana propõem com o seu Ensemble de Trompetes, a 14 de Março.

 

Como um carrossel de experiências, preparam-nos para a ‘batalha’ com A Marcha do Conde de Oxford, composta pelo inglês W. Byrd por volta de 1600. Embarcam então até Veneza, onde se escuta um concerto com o nome da Basílica de São Marcos, onde T. Albinoni foi sepultado. Sobem depois a um palco londrino, para abrirem o 4.º Acto da ópera The Fairy Queen de H. Purcell, num registo solene sublinhado por outras duas peças bastante mais recentes, de J. Price e J. Hobbs. E na mais pura demonstração de destreza técnica, recuperam um Estudo de Concerto, do russo A. Goedicke. Viram assim a página, com uma quadrilha de inspiração oitocentista, do mesmo J. Price. Rematam com a inspiração jazzística de M. B. Nelson, a exuberância festiva da música tradicional judaica e a fantasia brasileira do sempre jovem Maestro Duda.

 

Já no domingo, 29 de Março, são as Sonoridades Balcãs que ecoam no Museu do Oriente, com a soprano Ana Paula Russo, acompanhada por piano, violino, trompete e clarinete. Desde temas tradicionais a clássicos, como Canções Ciganas, de J. Brahms, e um repertório que abrange várias décadas, os Solistas da Metropolitana convidam a uma viagem musical pelo sudeste europeu. 

 

Ensemble de Trompetes – Solistas da Metropolitana

14 de Março, sábado

16.00

Duração: 75’

M/ 6 anos

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

Intérpretes 

Sérgio Charrinho, João Moreira, Tiago Soares, Brian Andrade, Alexandre Almeida, Duarte Anjo, Alexandra Caeiro, Carlos Lopes, Maria Batista, Rafael Simões, Sara Antunes, Sérgio Cabral

 

Programa

William Byrd | The Earl of Oxford’s March (arr. John Miller)

Tomaso Albinoni | Concerto para Trompete em Lá Maior, São Marco (arr. Gordon Mathie)

Henry Purcell | Sinfonia do Acto IV da ópera The Fairy Queen (arr. James Olcott)

Joseph Price | Intrada Dramatica

Joshua Hobbs | Fanfare for the Green and Gold

Alexander Goedicke | Estudo de Concerto, Op. 49 (arr. David Hickman)

Joseph Price | The Square Dance

Michael B. Nelson | A Thousand Angry Bees

Tradicional | Hava Nagila (arr. James Olcott)

José Ursicino da Silva | Fantasia Brasileira

 

Sonoridades balcãs – Solistas da Metropolitana

29 de Março, domingo

16.00

Duração: 75’

M/ 6 anos

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

Ana Paula Russo [soprano], Jorge Camacho [clarinete], Sérgio Charrinho [trompete], Anzhela Akopyan [violino], Savka Konjikusic [piano]


Alinhamento

  1. HöhneFantasia Eslava, para trompete e piano
  2. BrahmsCanções Ciganas, Op. 103, para soprano e piano
  3. MontiCzardas, para violino e piano
  4. E. BaratChant Slave, para clarinete e piano
  5. Tajčević7 Danças Balcãs, para clarinete, trompete e piano

Temas Tradicionais dos Balcãs para ensemble

 

 

www.museudooriente.pt

MANUEL VALENCIA | Exposição "Flowers I & II Drawings"

e6b1af43-614b-4123-845b-5657bc0c835f.jpg

 

© Manuel Valencia, Flowers Series | Ignea inescrutabila indica (detail), 2017-2020

 

Inauguração:  quarta-feira, 29 abril 
MUHNAC | Museu Nacional de História Natural e da Ciência, 18h30
OCUPART | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, 21h00

Exposição:  30 abril a 31 maio 2020
MUHNAC | Terça a sexta, 10h - 17h \\ Sábado e domingo, 11h - 18h
Ocupart | Segunda a sexta, 14h - 19h

 

A Ocupart apresenta as Exposições Flowers I & II,  do artista espanhol  Manuel Valencia, no Museu Nacional de História Natural  e da Ciência | MUHNAC e na Ocupart | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

Estas exposições tem a curadoria de Sofia Marçal, no MUHNAC  e de Menene Gras Balaguer, diretora de arte e cultura da CASA ASIA em Barcelona, na Ocupart. 

Com inauguração conjunta a 29 abril, estas exposições podem ser visitadas até 31 de maio.

Os trabalhos apresentados nestas mostras inserem-se no contexto de um extenso projeto de Manuel Valencia sobre flores imaginárias, exibido pela primeira vez em Xangai em 2018, agora ampliado e renovado. No projeto Flowers, Manuel Valencia guiado pela intuição e pela poesia, inspira-se na Botânica para criar desenhos de flores imaginárias e atribuir-lhes um nome, também inexistente, seguindo a nomenclatura binomial de Linnaeus. Com um estilo claramente único, o artista utiliza diferentes materiais sobre papel de arroz Xuan feito à mão na China. 

Em 2018 a editora Purple Roof (China), publicou um livro em inglês intitulado FLOWERS sobre o projeto de Manuel Valencia, juntamente com textos de Menene Gras Balaguer.
 

MANUEL VALENCIA 

Madrid, 1954.

Realizou os seus estudos em arte na Stichting de Vrije Academie voor Beeldende Kunst, em Haia e em vários ateliers de artistas holandeses, como é o caso de Dora Dolz. Para criar a sua vasta obra, escrita e plástica, Manuel Valencia procura incessantemente respostas na natureza, inquieta-o a dualidade entre o caos e a ordem do universo. Guiado pela intuição e pela poesia, explora com mestria a relação entre a unidade e a multiplicidade de representações que encontra na botânica, no mar ou nas paisagens que representa. 

Manuel Valencia expõe regularmente desde 1991 e tem uma carreira internacional, tendo vivido na China mais de 5 anos. Realizou diversas exposições individuais em Madrid, Valência, Barcelona, Lisboa, Belgrado, Pequim, Havana e Xangai, entre as quais se destacam “The Flowers Series. Drawings” (Xangai, 2018), The Skin of the Sea” (Pequim,  2015), “Letters and Slates” (Madrid, 2011),” Poemas Botânicos" (Madrid, 2009),” Visual Haikus" (Havana, 2007),” Gaijin" (Barcelona, 2004). Participou em inúmeras exposições coletivas em galerias privadas e em espaços institucionais, como o Instituto Cervantes ou a Casa Ásia de Madrid e Barcelona assim como em Feiras Internacionais, ARCO (Madrid), CIGE (Pequim), Wuhan Ink Biennale o Arte Lisboa.
A sua criação plástica tem sido acompanhada pela sua produção escrita, cujas publicações se destacam o livro "Accelerated Travel Journal - 10 years" (Ed. Isla Grande, Madrid, 2007) ou FLOWERS, Drawings by Manuel Valencia (Xangai, 2018).

O seu trabalho está presente em várias coleções particulares na Holanda, Itália, Bélgica, Estados Unidos, China, Coreia, Cuba, Portugal, Brasil e Espanha.

“Bagageira Aberta em Palmela” regressa em 2020

Feira da Bagageira.jpg

 

No próximo ano, a “Bagageira Aberta em Palmela” está de volta, com 10 novas datas. A iniciativa solidária, promovida pelo Centro Social de Palmela, com o apoio do Município, vai continuar a realizar-se no Largo de S. João, entre as 9h00 e as 18h00, no primeiro sábado de cada mês (à exceção de setembro, em que acontece no segundo sábado, e dos meses de agosto e dezembro, em que não se realiza).

Este é um mercado onde qualquer pessoa, desde que inscrita, pode vender ou trocar artigos em segunda mão ou reciclados (roupas, acessórios, livros, mobiliário, brinquedos, discos, artigos de decoração, entre outros), na bagageira do seu carro. Com esta iniciativa, o Centro Social de Palmela pretende angariar fundos para o seu funcionamento e atividades.

Mais informações: 212 352 108 ou centrosocialdepalmela@gmail.com. Em 2020, a “Bagageira Aberta em Palmela” realiza-se nas seguintes datas:

 

- 4 de janeiro

- 1 de fevereiro

- 7 de março

- 4 de abril

- 2 de maio

- 6 de junho

- 4 de julho

- 12 de setembro

- 3 de outubro

- 7 de novembro

 

 

Esta semana no Museu Nacional da Música | Concertos: 10 - Solistas do Conservatório Nacional | 11 - Ciclo de jazz (estreia) | 12 - Recital de violino e piano | 13 de Março - Recital de fagote, violoncelo e piano

10 de Março, pelas 19h, #EntradaLivre
Ciclo do Conservatório Nacional no Museu Nacional da Música | Solistas

conservas.jpg

 

Solistas das classes de:
Guitarra portuguesa
Viola d'arco
Clarinete 
Trombone
 
Classe de professores Ricardo Gordo, Ricardo Mateus, Rui Martins e Ismael Santos
Pianistas: Ivan Kuznyetsov e Joana Barata
Participação especial da Classe de Iniciação de Guitarra Portuguesa
 
 
11 de Março, pelas 18h30 #EntradaLivre
Ciclo de Jazz | Novos Talentos Lusíada
A Universidade Lusíada tem o prazer de se associar ao Museu Nacional da Musica para, em conjunto, darem a conhecer alguns dos mais talentosos jovens músicos do nosso país, num ciclo de concertos com a curadoria da Licenciatura em Jazz e Música Moderna da Universidade Lusíada de Lisboa.

1º Concerto:
Eduardo Faustino: guitarra
Francisco Neves: guitarra
João Augusto: contrabaixo
Ana Seroto: bateria

Concertos:
1. Quarta-feira dia 11 de Março das 18,30 às 19,30
2. Quarta-feira dia 15 de Abril das 18,30 às 19,30
3. Sábado 16 de Maio, Noite dos Museus, horário a confirmar  

ciclo de jazz.jpg

12 de Março, pelas 19h#EntradaLivre
Recital de violino e piano | Catarina Afonso e Pedro Ramos

Pedro Ramos e Catarina Afonso.jpg

 

PROGRAMA

Sonata para violino nº2 em Lá maior, op.2 RV 32 de A. Vivaldi (1670-1741) (7')
I. Preludio
II. Corrente
II. Adagio
IV. Giga

Romance op.26 para violino de J. Svendsen (1840-1911)

Sonata para violino e piano nº1 em Sol maior, op.78 de J. Brahms (1833-1897) (30')
I. Vivace ma non troppo
II. Adagio
III. Allegro molto

Catarina Afonso | Violino
Começou a estudar violino com oito anos de idade na AMSC sob a orientação do Professor Álvaro Pinto, tendo prosseguido os seus estudos com a Professora Lígia Soares. Após concluir o curso complementar de violino ingressou na ESML na classe do Professor Gareguin Aroutiounian e, posteriormente, na classe do Professor Tiago Neto.
Já se apresentou a solo com orquestra ou com piano em locais como a Aula Magna da Universidade de Lisboa, CCB, Auditório Vianna da Motta e Palácio Foz, entre outros.
De 2008 a 2015 foi elemento efectivo da OSJ, onde desempenhou as funções de concertino substituto e auxiliar. Foi bolseira da fundação E.D.P./OSJ entre 2009 e 2011 e entre 2013 e 2015.
Em 2009 ganhou o 1º prémio no Concurso de Violino de Ourém e Fátima (Escalão D).
Entre 2014 e 2016 foi selecionada para participar no Estágio Gulbenkian para Orquestra, e ainda em 2015 no “ Verão Clássico- Academia Internacional de Música de Lisboa” e no “Atlantic Coast International Music Festival”. Em 2016 participou no programa de aperfeiçoamento para jovens músicos “Allegro com Brio”, organizado pela DGArtes.
Realizou masterclasses de violino com Roberto Valdés, Nuno Soares, Felix Andrievsky, Mariana Sirbu, Benjamin Schmid, Ana Beatriz Manzanilla, Augusto Trindade, David Lefèvre e de Música de Câmara com Artur Pizarro e o quarteto de cordas Radamés Gnattali.
Trabalhou com maestros como Juan Markl, Pedro Halffter, Andei Boreyko, Juraj Valcunha, J.M. Perez Sierra, Joana Carneiro, Pedro Neves, Vasco Pearce de Azevedo, Christopher Bochmann, Juan Jose Ocón e Nikolay Lalov.
Colaborou como reforço em diversas orquestras, tais como, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Clássica do Sul e a Orquestra Sinfonietta de Lisboa.
Em 2016 concluiu o Mestrado em Estudos Orquestrais na Musikene (Centro Superior de Música del País Vasco) na classe do professor Aitzol Iturriagagoitia, tendo colaborado com a Orquestra Sinfónica de Euskadi.
Em 2018 terminou o Mestrado em Ensino da Música, na Escola Superior de Música de Lisboa.
É membro do Trevo Ensemble, professora de violino no Conservatório de Música de Cascais e reforço assíduo na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.


Pedro Ramos | Piano
Nascido em 1989, Pedro Ramos terminou o curso complementar de Formação Musical na AMSC. A sua formação continuou nos Estados Unidos, onde concluiu com distinção o curso de Classical Composition, na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, em 2012.
Estudou Piano com a Professora Carla Seixas, a Professora Lisa Yui e o Professor Artur Pizarro. Teve Masterclasses com Ramzi Yassa, Solomon Mikowsky e Yoon Kyung Park. Para além de vários recitais a solo, também integra formações de câmara, como os Broadway Fellas, com Joe Coronado, um duo com o clarinetista António Saiote e o Trio Tarantella, com quem gravou um CD de Música Francesa, através do apoio da Fundação GDA. Actualmente, trabalha como pianista correpetidor com o Coro Gulbenkian e é membro do Trevo Ensemble.
Dirige regularmente os Lisboa a Cappella e trabalhou já como maestro assistente da OSJ, como maestro convidado da OCMC e como maestro titular da Orquestra da AML, da Orquestra da Broadway ao West End e da Orquestra de Antigos Alunos da AMSC.
No Canto, durante a sua formação actuou em vários coros, como o Coro Gulbenkian, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o Manhattan School of Music Chamber Choir, os Upper West Sound e o Ensemble Vocal. Aquando do seu regresso a Portugal, teve aulas na EMCN, com a Professora Ana Paula Russo e fundou os Lisboa a Cappella, que dirige desde 2012. Participou por três vezes no SISCCC, como maestro e cantor.
No que respeita à Composição, as suas peças foram estreadas em Nova Iorque, Lisboa, Badajoz, Bruxelas e Amsterdão. Compõe para várias formações e em vários estilos, tendo já escrito para orquestras sinfónicas, como para publicidade.
Pedro Ramos é, desde Outubro de 2019, coordenador da Temporada Antena 2.  
_________________________________________________________________