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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Apresentação do livro Buda Shakyamuni: Uma Biografia | 17 de Novembro | 16.00 | Museu do Oriente

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Publicado pela primeira vez em mandarim, Buda Shakyamuni: Uma Biografia, do Mestre Hsing Yun, está finalmente disponível em Portugal e é apresentado no dia 17 de Novembro, às 16.00, no Auditório do Museu do Oriente, por João Magalhães e a Mestre Jue Yann.

 

Nesta que é, provavelmente, a narrativa mais importante da tradição budista, são descritas todas as dificuldades, bem como os triunfos e a compaixão sem limites deste percurso. Ao longo de 47 capítulos, o leitor fica a conhecer a vida do Buda, desde o seu celebrado nascimento e juventude privilegiada até à renúncia dos desejos e ilusões, bem como a sua iluminação, as décadas seguintes que passou a ensinar e, por fim, o alcançar do nirvana final.


Baseado em fontes bibliográficas ancestrais e fidedignas, Buda Shakyamuni: Uma Biografia revela-se uma narrativa singular que apresenta, de forma clara e apelativa, toda a trajectória de vida do Buda.

 

O prefácio é assinado por João Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Reiki e da subdelegação portuguesa da Buddha Light International Association.

 

Apresentação do livro Buda Shakyamuni: Uma Biografia

Por João Magalhães e Mestre Jue Yann

17 de Novembro

16.00

Auditório do Museu do Oriente

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

Co-organização: Buddha’s Light International Association

 

HOJE | LANÇAMENTO "VERONESE", 18H30

HOJE, 14 de novembro, pelas 18h30  terá lugar a sessão de lançamento de "Veronese" de António Ramalho de Almeida, Fronteira do Caos Editores.
A abertura da sessão ficará a cargo do Professor Cunha e Silva, responsável pela sessão de evocação do centenário do naufrágio.  A apresentação da obra será feita por Ângela Dutra de Menezes, romancista e ex-jornalista brasileira.
António Ramalho de Almeida é médico, especialista de doenças respiratórias. Atualmente jubilado após 50 anos de atividade clínica. A vivência médica deixou-lhe motivos para as primeiras publicações.
O evento terá lugar no Salão da Associação Humanitária dos Bombeiros de Matosinhos Leça, (situado no andar por cima do quartel dos Bombeiros em Leça, mesmo junto ao Porto de Leixões). A entrada é livre.  


"No centenário desse desastre marítimo, a Associação Humanitária dos Bombeiros de Matosinhos Leça, fez uma sessão evocativa, e pediram-me para intervir. Consultei as actas do julgamento do capitão do navio, que tem tudo ao pormenor. Criei duas figuras que poderiam ter existido, um galego e um português, jovens com a mesma idade sensivelmente, e que seguiram mais tarde para os seus destinos. Cada um seguiu o seu caminho, o galego para a Argentina e o português para o Brasil, e seis anos depois encontram-se da forma mais improvável”, descreve António Ramalho de Almeida, o autor que conta já mais de uma dezena de obras e que tem realizado inúmeras conferências sobre temas culturais, em diversos pontos do país e do estrangeiro, nomeadamente Espanha e Brasil.

“Livros Abertos” com António Carlos Cortez: Apresentação de “Voltar a Ler”

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No próximo sábado, 9 de novembro, pelas 18h00, a Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, recebe mais uma sessão de “Livros Abertos”, desta vez com a apresentação de “Voltar a Ler”, de António Carlos Cortez. Lídia Jorge, Pedro Miranda Albuquerque e Luís Ricardo Duarte irão apresentar a obra.

«Porque a literatura é um compósito complexo de signos que nega a ditadura do banal em que estamos imersos e, na sua expressão máxima, a poesia, se insurge contra as palavras gastas dum quotidiano asfixiante, eis porque ela é incompreendida, ou rechaçada para territórios periféricos ao debate político.

Agitar as águas do real, essa é a suprema função da arte. Como a História comprova, a arte semeia a dúvida necessária em torno de novos absolutos, é ela o espinho que se crava fundo na certeza dos moralistas. É a dúvida e o princípio do incerto que mobiliza também este voltar a ler, pois foi sempre no gesto da releitura que se perceberam melhor certas ideias e caíram por terra certos preconceitos. Voltar a ler é abertura, compreensão, partilha.

Num livro sobre poesia portuguesa moderna e contemporânea, sobre ensaístas portugueses e temas relativos à educação e à cultura, António Carlos Cortez dirige-se a professores e pais, quer convocar alunos e investigadores, todos quantos não querem e não cedem aos tempos dos ‘burrocratas’.

Um livro para voltar a ler.».

António Carlos Cortez nasceu em Lisboa, em 1976. Poeta, ensaísta e crítico literário, colaborador permanente de diversas publicações, é professor de Literatura Portuguesa e de Português no Colégio Moderno, em Lisboa. É investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa) em Literatura Moderna e Contemporânea. Publicou o seu primeiro livro de poesia em 1999. Recebeu, em 2011, com “Depois de Dezembro (Licorne)”, o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia publicado em Portugal em 2010. Na sua obra destacam-se os seguintes livros: “O Nome Negro” (2013), “Animais Feridos” (2016) e a antologia “A Dor Concreta” (2016), vencedora do Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores em 2018. É ainda autor de “Voltar a Ler”, compilação de ensaios e crítica literária. Tem obras publicadas no México e no Brasil e está incluído em várias antologias de poesia em Portugal e no estrangeiro.

A venda de livros será assegurada pela livraria Papelnet.

A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

 

Festa do Livro no Museu do Oriente | 26 de Novembro a 15 de Dezembro | Entrada livre

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Textos sobre os estudos da presença dos portugueses na Ásia, romance e poesia, catálogos de exposições e livros técnicos sobre a sociedade, a cultura e a arte dos países orientais, podem ser adquiridos a preços reduzidos durante a XII Festa do Livro do Museu do Oriente, que se realiza de 26 de Novembro a 15 de Dezembro. A entrada é livre.

 

São centenas de títulos do catálogo de edições da Fundação Oriente, incluindo obras de ficção e poesia, guias práticos e manuais de conversação, catálogos e monografias, e também, edições críticas de fontes históricas e traduções para chinês de textos da Literatura e História portuguesa. Nesta edição, e pela primeira vez, a Festa terá um género em destaque: a banda desenhada.

 

O espaço funciona diariamente, excepto à segunda-feira, das 10.00 às 18.00. Às sextas-feiras, o horário prolonga-se até às 20.00.

 

XII Festa do Livro do Museu do Oriente

26 Novembro a 15 Dezembro

Terça-feira a domingo

10.00-18.00 (à sexta-feira o horário prolonga-se até às 20.00)

Entrada livre

Samuel F. Pimenta vence Prémio Literário Cidade de Almada e dedica-o à Galiza

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A obra Ascensão da Água valeu o prémio ao escritor de 29 anos

 

O escritor Samuel F. Pimenta é o vencedor deste ano da 31.ª edição do Prémio Literário Cidade de Almada – Poesia, com o livro Ascensão da Água. Promovido pela Câmara Municipal de Almada desde 1989, o galardão, com um valor pecuniário de cinco mil euros, é considerado uma referência nacional na área da literatura e na promoção da criação literária em língua portuguesa, já tendo agraciado autores como Domingos Lobo, José Mário Silva, Carla Pais e José Jorge Letria. Na edição de 2019, foram recebidas cerca de duzentas obras originais, submetidas a concurso sob pseudónimo.

 

Nas palavras do júri do Prémio, composto por José Manuel Mendes, escritor e presidente da Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, professor universitário e crítico literário em representação da Associação Portuguesa dos Críticos Literários, e pelo poeta Joaquim Pessoa, «Ascenção da Água apresenta um conjunto de poemas com uma arquitetura elegante e uma dicção poética conseguida, as quais geram uma relação muito cativante com o próprio potencial imaginativo do leitor. É melancólico o olhar que o poeta lança sobre o mundo. Contudo, há nos poemas um êxtase contemplativo que capta a atenção, reforçando, ao mesmo tempo, a eficácia comunicativa das imagens e das palavras».

 

Na cerimónia do anúncio do vencedor do prémio, que ocorreu em Almada a 26 de outubro, no Fórum Municipal Romeu Correia, Samuel F. Pimenta revelou que a ideia de escrever este livro surgiu junto à nascente do Alviela e aproveitou a sua intervenção para denunciar os crimes ambientais que todos os anos fustigam o rio.

 

«Vivemos um tempo em que a água é central no nosso pensamento. Ou deveria sê-lo. As florestas ardem. Os nossos rios estão secos. A Mãe-Terra é ferida diariamente. E apesar das promessas de soluções, falta acção.», referiu o autor.

 

Samuel F. Pimenta afirmou ainda que, apesar da importância dos prémios literários, os poetas não podem depender deles para ter voz e lugar no espaço público.

 

«A existência de prémios como este permitem que nós, poetas, possamos vir, de vez em quando, à tona da água para respirar, e assim sentir algum alívio face à maré destrutiva da lógica mercantil, elitista e endogâmica que paira na Literatura em Portugal, em particular em Lisboa, que nos afoga», disse ele.

 

No final da sua intervenção, dedicou o prémio à Galiza, por tudo o que tem vindo a aprender com os seus poetas e as suas tradições.

 

«Não só pelo amor e gratidão que tenho à Galiza, mas também por uma questão de justiça, hoje, presto aqui publicamente o meu tributo ao país que tem vindo a ver a sua Língua, o seu povo e a sua ancestralidade profanados pelo Estado Espanhol, que insiste em perseguir e violentar as comunidades que nunca se alinharam com uma Espanha unificada sob o pulso firme de um rei ou de um ditador», afirmou.

 

Samuel F. Pimenta é poeta e escritor, com seis livros publicados. Começou a escrever com 10 anos e licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa.

 

Tem participado em diversas conferências e em encontros literários nacionais e internacionais, e colabora com publicações em Portugal, no Brasil, em Angola, em Moçambique e na Galiza. A sua obra está presente em diversas antologias, em Portugal e no estrangeiro. Alguns dos seus livros deram origem a peças de teatro e teses académicas.

 

São vários os prémios que lhe têm sido atribuídos, como o Prémio Jovens Criadores 2012 (Portugal), a Comenda Luís Vaz de Camões 2014 (Brasil) e o Prémio Liberdade de Expressão 2014 (Brasil). Em 2015, foi um dos vencedores das Bolsas Jovens Criadores, do Centro Nacional de Cultura, para a realização de uma residência artística e a escrita do romance Iluminações de Uma Mulher Livre. Em 2016, com o livro Ágora, ganhou o IV Prémio Literário Glória de Sant’Anna, galardão anual destinado ao melhor livro de poesia dos países e regiões de língua portuguesa.

 

Além da literatura, dedica-se à espiritualidade e ao activismo pelos direitos LGBTI+, pelos direitos humanos e pelos direitos da Terra.

Livro sobre a Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva apresentado no Dia Mundial da Música

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No próximo dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, pelas 19h00, no auditório do Solar da Música Nova, irá decorrer a apresentação do livro “A Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva (Música Nova) – Perspetiva Histórica”, da autoria de Luísa Martins, historiadora e técnica superior na Câmara Municipal de Loulé.

Este livro surge no contexto das comemorações do 140º Aniversário da Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva, a partir das quais se referenciou a premência de um livro que registasse tantos anos de atividade. O livro resulta de um trabalho de recolha, salvaguarda e organização de algum espólio documental preservado pelo Museu Municipal de Loulé, em colaboração com a Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva.

Trata-se de uma perspetiva histórica a partir de documentos originais, artigos de jornais e outras publicações, entrevistas, fotografias e outras fontes.

Com este livro fica sinalizada uma memória de uma Sociedade Filarmónica centenária integrada num concelho e numa população para quem a Música foi sempre espaço para troca de ideias, para aprendizagem e para divulgação da Arte de Minerva.

Luísa Fernanda Guerreiro Martins é licenciada em História, pós-graduada em História Regional e Local e em Alimentação – Fontes, Cultura e Sociedade, mestre em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa e doutora em História – Estudos da Presença Portuguesa em África. Em 1986 ingressa na Administração Pública como docente e formadora. Em 1996 exerce funções técnico-pedagógicas e de investigação na Delegação Regional do Algarve do Ministério da Cultura, no Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga do Instituto de Investigação Científica Tropical, e na Câmara Municipal de Loulé, onde ingressa em 1999. Exerceu as funções de dirigente nesta Autarquia e atualmente integra a equipa do Serviço de Investigação da Câmara Municipal de Loulé.

A apresentação do livro estará a cargo de Ana Isabel Soares, docente da Universidade do Algarve.

A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

'E Se...?' vai espalhar balões com sonhos na Feira do Livro do Porto

Sessão de Autógrafos com as autoras da obra infantojuvenil ‘E Se…?’, dia 21 de setembro, às 19h00. Texto de Raquel Garcez Pacheco com ilustrações de Bárbara Neto.

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‘E Se…?’ é uma obra infantojuvenil escrita por Raquel Garcez Pacheco e ilustrada por Bárbara Neto. Depois do lançamento no Porto, e da apresentação na mítica livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, o livro - editado pela Sana Editora -, dá-se a conhecer aos visitantes na Feira do Livro do Porto. O evento literário decorre até 22 de setembro, nos Jardins do Palácio de Cristal, e já arrancou no dia 6 de setembro. A inauguração contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que foi surpreendido pela escritora ao presenteá-lo com o livro 'E SE...?', dedicando a obra aos seus netos. O penúltimo dia da feira promete novas surpresas.

Este ano, o grande festival literário portuense conta com 130 pavilhões, uma exposição e várias atividades. Ao longo dos vários dias da feira, o público poderá encontrar o livro infantil ‘E Se…?’ nos pavilhões da Companhia das Artes | Afrontamento Edições (stands 126, 127, 128) e, também, no stand da Rota do Livro (108,109). No dia 21 de setembro, está agendada uma sessão de autógrafos com a escritora e a ilustradora, às 19h00, na Companhia das Artes, onde está prevista ainda uma dinâmica de construção de 'balões de ar quente' que permitam - a miúdos e graúdos - deixarem voar os seus sonhos. 

O livro ‘E Se...?’ é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana, onde a fantasia ilustra o desejo e o sonho permanentes. A obra tem vindo a cativar miúdos e graúdos, uma vez que, apesar de ser uma história infantil, a narrativa tem várias mensagens que se podem extrair: uma mensagem de motivação que retrata a importância de acreditarmos que é possível realizarmos os nossos sonhos, que é importante sermos inconformados para nos permitirmos voar, sem medo, com ambição; uma mensagem de inspiração (nas crianças) pela sua curiosidade, bravura e imaginação. Tudo é possível aos olhos destemidos de uma criança. Perpetuar esta essência de criança em nós, é dar asas aos sonhos, é querer ser um herói, guerreiro e vencedor; e uma mensagem de reflexão universal – a eterna pergunta «E SE?» que nos faz escrever a nossa história pessoal pelas escolhas que fazemos, consequência ou não do livre-arbítrio: E se? E se eu fosse? E se eu tivesse feito de outra forma? E se tivesse escolhido aquele outro caminho? E se…?

Para a autora Raquel Garcez Pacheco, uma boa narrativa é aquela que gera conexão e comunica, de alguma forma, uma mensagem inspiradora. “Nesta história tentei, subtilmente, espelhar o mundo real através do mundo mágico dos sonhos. O encadeamento da narrativa retrata, simultaneamente, ambição, desejo, realização e, também, a importância da inconformação e da resiliência, no sentido de incentivar e motivar os pequenos leitores a correrem sempre atrás dos seus sonhos. 

A constante busca por uma perfeição que não existe, os “ses” da vida, tudo isto move as personagens de Raquel Garcez Pacheco, inspiradas em diversos contextos. Contextos e cenários reais, como a rota das amendoeiras no norte do país, ou a rota dos golfinhos no Sado, na região sul, factos informativos que a autora - formada em jornalismo - adiciona à história.  

Bárbara Neto, autora das ilustrações de ‘E Se…?’, revela que o projeto a permitiu “voar para o mundo imaginário dos sonhos”, onde tudo é possível: “Quando falei a primeira vez com a Raquel sobre a sua história, logo me vieram à cabeça grandes pinceladas em aguadas, leves e cheias de cor. Não podia ser nada muito real, nem muito descritivo, pois toda a história pertence a um mundo que não existe, mas que coexiste em todos nós, nos nossos sonhos. Os meus desenhos tentaram ir ao encontro dessa descrição que a Raquel faz a cada desejo, cada personagem."

"Raquel Garcez Pacheco trouxe para a equipa da SANA paixão e empenho e Bárbara Neto a harmonia e serenidade das cores que ilustram esta maravilhosa obra. O livro 'E Se...?' traz mais valores aos valores que já existem na coleção infantil da Sana Editora”, sublinha Susana Freitas, coordenadora editorial da Sana Editora.

 

ALGUMAS CRÍTICAS LITERÁRIAS:

"As breves histórias constroem-se assim, em ligação e sequência, e levam-nos num périplo por diferentes terras e vários sentimentos. Sentimo-nos a viajar num balão de ar quente, mas sem medo de cair." - Rita Pimenta | Público

 

"Em ‘E Se…?’ deixa fluir o traçado e, num misto de cores vivas, permite ao leitor viajar e sonhar à medida que a rica e inspiradora narrativa de Raquel Garcez Pacheco – que já exerceu jornalismo – flui. A cada descrição de uma nova aventura da personagem principal – o livro, que se reinventa continuamente -, as ilustrações pitorescas fazem-nos voar e desejar, também, dar azo às inquietudes e aos sonhos." - Filipa Matias Pereira | Notícias ao Minuto

 

"Apesar de se tratar de uma narrativa infantil, o livro 'E Se...?' corporiza uma mensagem atual e dirigida a todas as idades." Filipa Matias Pereira | Notícias ao Minuto

 

"Este livro reúne um conjunto de pequenos contos que traduzem um pensamento frequente em todos nós: e se eu fosse… outro que não o que sou? " - Rita Pimenta | Público

"E se...?, um liro infantil que dá asas à imaginação. É a história de um livro que quer ser outra coisa. E pode ser o que ele quiser. Um par de sapatos, um banco de jardim, um menino esperto e curioso, como sea magia e a imaginação ocupassem o lugar no universo mais fantástico de todos: o de ser criança." - Ana Carreira | M80  

"E se?, é uma dessas histórias para todas as idades. Acreditar sempre que não há impossíveis." - Vanda Miranda | M80 Magazine  

 

 

 

SINOPSE:

E se… um livro tivesse vida e, de repente, cansado de o ser, quisesse ser outra coisa? E se esse desejo fosse concedido? E se, num universo fantástico onde a imaginação é a rainha de todas as coisas, a magia transformasse o impossível em possível? E se alguém fosse eternamente insatisfeito e desejasse ser sempre algo mais? E se a ambição comandar o sonho? E se eu fosse um sapato um dia, noutro dia, um banco de jardim e no dia seguinte uma nuvem? E se…?

Este livro é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana, onde a fantasia ilustra os desejos e os sonhos permanentes.

Atreves-te a vir voar?

 

SOBRE AS AUTORAS:

Raquel Garcez Pacheco | Texto

Nasceu, no Porto, em 1978. Filha de um jornalista e de uma professora, cedo percebeu a paixão pelas palavras, pela escrita, pela comunicação. Licenciada em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo do Porto (1996 - 2000), frequentou mestrado em Ciências da Comunicação (2015 - 2017). Exerceu a profissão de jornalista em vários jornais nacionais e, mais tarde, abraçou a assessoria de comunicação.  Em 2016, num autodesafio, decide lançar um projeto de consultoria em comunicação.

Em 2014, fez um curso sobre Storytelling «A Arte de Escrever Histórias» e participou na Coletânea de Contos e Poemas «Lugares e Palavras de Natal – Vol. III» com o conto “O Quarto Rei Mago”. Comunicar é o seu modo de vida, tanto para narrar factos da realidade do mundo ‘com os pés no chão’, como para contar histórias ‘com a cabeça a deixar-se voar pela imaginação’.

 

 

Bárbara Neto | Ilustrações

Natural do Porto, concluiu a Licenciatura em Design de Comunicação (1994 – 1999) da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Iniciou a sua atividade profissional na área do Design de Comunicação e Ilustração. Em 2001, fez parte de um projeto para uma marca dedicada a bebés e crianças, a BLOP, com as suas ilustrações deu vida a personagens e contou histórias com uma linha completa de mobiliário e interiores. Foi assim que descobriu que a tela em que pintava podia ser tridimensional. Desde 2005, a sua atividade profissional foi dedicada aos mais diferentes e variados tipos de projetos de design de interiores para hotéis, sempre com uma componente gráfica e colorida.

Hoje em dia, tem a sua própria marca, LEMON VARIANCE, que se concentra na conceção de conceitos personalizados para interiores, comunicação gráfica e ilustração.

 

Sobre a SANA Editora:

A Sana Editora é um projeto literário que alia a criatividade à paixão pelos livros. Fundada, em 2016, por Susana Freitas, a editora de Aveiro tem conquistado um grande alcance com vários géneros literários, contando já mais de 20 livros editados sob a sua chancela.

A gestão personalizada de cada projeto, em estreita colaboração com o autor, desde a conceção, imagem, concretização, distribuição e promoção do livro, é fator determinante para o crescimento e reconhecimento da editora no mercado.

A marcar a diferença e o seu posicionamento está, ainda, a relação de proximidade com os autores para que estes possam estar, também, mais próximos dos seus leitores.

À Conversa com… Alice Vieira no Barreiro

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“À Conversa com”… regressa à Biblioteca Municipal do Barreiro para mais uma sessão, desta vez, com a escritora e jornalista Alice Vieira, no dia 21 setembro, pelas 16h00.

O evento é de entrada gratuita e destina-se ao público em geral.

No final está prevista a habitual sessão de autógrafos.  

 

Breve nota biografia

“Alice Vieira nasceu em 1943, em Lisboa. É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa.

Iniciou a sua carreira de jornalista aos 18 anos, no Diário de Lisboa. Trabalhou em vários jornais, entre os quais o Diário de Notícias, a cuja redação pertenceu até 1990, data em que deixou o jornalismo diário, para ficar como free-lancer, sendo durante muitos anos colaboradora do Jornal de Notícias e da revista Activa. Atualmente está reformada do jornalismo, mas trabalha no Jornal de Mafra e, desde há 13 anos, na revista juvenil Audácia, dos missionários combonianos.

Em 1979 publicou o seu primeiro romance juvenil — Rosa, Minha Irmã Rosa — que nesse ano ganhou o “Prémio de Literatura do Ano Internacional da Criança”.

Desde então tem publicado regularmente romances juvenis, poesia, teatro, recolhas de histórias tradicionais, livros infantis.

Ultimamente tem-se também dedicado à literatura para adultos, com três volumes de crónicas (Bica Escaldada, Pezinhos de Coentrada e O Que Se Leva Desta Vida), o romance histórico Os Profetas, uma biografia da escritora inglesa Enid Blyton, o livro autobiográfico Histórias da Avó Alice, três livros de poemas -- Dois Corpos Tombando na Água (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho), O Que Dói às Aves, e Os Armários da Noite — e o livro Tejo, juntamente com o fotógrafo brasileiro Neni Glock. Participou ainda, com mais seis autores, em romances coletivos como Novos Mistérios de Sintra, O Código de Avintes, Eça Agora, 13 Gotas ao Deitar e, mais recentemente, A Misteriosa Mulher da Ópera.

Orienta regularmente oficinas de escrita criativa.

É membro da direção da Sociedade Portuguesa de Autores”.

Melides e Carvalhal têm a partir de hoje uma Biblioteca na Praia

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Jornais diários, revistas, livros de ficção e não ficção são disponibilizados gratuitamente até 27 de Agosto, na Biblioteca na Praia, que abre portas aos veraneantes a partir de hoje, nas praias de Melides e Carvalhal, no concelho de Grândola.

São cerca de 250 títulos, renovados quinzenalmente, que podem ser folheados na esplanada da biblioteca ou requisitados para leitura no areal da praia.

Promover hábitos de leitura à beira mar em tempo de férias é o principal objectivo deste projeto, desenvolvido pela Câmara Municipal de Grândola no inicio dos anos 90, sendo um dos municípios pioneiros no país a implementar este equipamento cultural numa praia.

A Biblioteca na Praia funciona de segunda a sexta-feira entre as 10h e as 17h, sendo assegurada por jovens integrados através do “Programa Bora lá Bulir”*

* O “Bora Lá Bulir” foi lançado pela Câmara Municipal de Grândola em 1999 com o objetivo de contribuir para a ocupação dos tempos extra letivos dos jovens através do desenvolvimento de atividades que promovem uma experiência em contexto de trabalho. Este ano, 106 jovens do concelho de Grândola com idades compreendidas entre os 15 e os 25 anos integram o “Bora Lá Bulir”.

 

No concelho da Moita: Bibliotecas de verão na praia e no parque

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O calor e o bom tempo convidam a desfrutar da praia e dos parques. E, por isso, a Câmara da Moita leva, uma vez mais, as bibliotecas municipais a zonas de lazer mais frequentadas: Biblioteca Estival no Parque José Afonso, na Baixa da Banheira, cuja abertura está marcada para o dia 17 de junho, e a Biblioteca Estival na Praia Fluvial do Rosário que entrará em funcionamento no dia 18 de junho.

Dar a conhecer os serviços disponíveis na Rede de Bibliotecas Municipais e, simultaneamente, atrair novos leitores são os principais objetivos destas bibliotecas de verão que levam até à praia e ao parque livros, jornais diários, revistas, jogos de mesa e muita animação dirigida especialmente aos mais pequenos, como horas do conto, ateliês, entre outras iniciativas.

 

A Biblioteca Estival irá funcionar na Praia Fluvial do Rosário até ao dia 31 de agosto, de terça a sexta-feira, das 10:00h às 13:00h e das 14:00h às 18:00h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9:00h às 14:00h ou das 14:00h às 19:00h, consoante as marés. A Biblioteca do Parque estará aberta até ao dia 30 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 9:30h às 12:30h e das 15:30h às 19:30h.

Passe por lá e coloque as suas leituras em dia!