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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição sobre Hermenegildo Capelo

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A Exposição Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci” é inaugurada a 4 de fevereiro, às 15h30, no Espaço Cidadão, em Palmela.

Na data de nascimento de Hermenegildo Capelo, a Exposição apresenta o percurso biográfico desta personalidade, nascida no Castelo de Palmela, lembrando a sua família, o contexto histórico da sua vida profissional e algumas particularidades da sua personalidade, a partir dos livros escritos como resultado das duas grandes expedições que realizou, em África, nos finais do século XIX.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pela Junta de Freguesia de Palmela, a mostra, de entrada gratuita, vai poder ser visitada, até 31 de janeiro de 2021, às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt).

 

Visite o Espaço Cidadão e saiba quem foi Hermenegildo Capelo!

Município realiza exposição

 

Inauguração Exposição Hermenegildo Capelo (1).

 

Até 31 de janeiro de 2021, visite a Exposição Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci”, no Espaço Cidadão, em Palmela, e conheça melhor esta importante figura histórica, nascida no Castelo de Palmela. A Exposição, organizada pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Palmela, foi inaugurada a 4 de fevereiro, dia em que se assinalaram os 179 anos do nascimento de Hermenegildo Capelo.

Durante a inauguração, o Vereador da Cultura, Luís Miguel Calha, realçou que esta é «mais uma etapa no ciclo de exposições que o Município tem vindo a concretizar» no Espaço Cidadão, com vista à «valorização do nosso património cultural», desta vez, com «uma figura de referência na nossa terra e no país». Com a convicção de que «não podemos projetar o futuro sem valorizar o passado», esta Exposição pretende «transmitir às próximas gerações quem foi esta figura e o que representou», referiu. 

Também o Presidente da Junta de Freguesia, Jorge Mares, lembrou que Hermenegildo Capelo é «uma figura muito estimada de todos e que honra muito a nossa terra», daí a importância de enaltecê-lo. O Presidente acredita que «a Exposição vai ser concorrida», porque «há muitas pessoas que ainda desconhecem quem foi Hermenegildo Capelo».

As/os visitantes vão encontrar informação e imagens que retratam o percurso biográfico, a família e o contexto histórico da vida profissional desta personalidade, que hoje dá nome à rua onde se situa o Espaço Cidadão e a uma Escola Básica de Palmela.

Hermenegildo Capelo (1841-1917) nasceu no Castelo de Palmela, filho de D. Guilhermina Amália de Brito Capelo e do Major Félix António Gomes Capelo, Governador da fortificação entre 1840 e 1845. A contemplação da extensão dos mares a partir do castelo talvez tivesse despertado a vocação para marinheiros e cientistas aos quatro irmãos Brito Capelo.

Foram as duas viagens de exploração científico-geográfica em África que Hermenegildo Capelo realizou com Roberto Ivens e Serpa Pinto que o tornaram uma figura prestigiada a nível nacional e internacional: de Benguela às Terras de Iaca (1877-1880) e de Angola à Contra-Costa (1884-1885). Como resultado destas grandes expedições, Hermenegildo Capelo escreveu dois livros, um dos quais pode também ser apreciado nesta Exposição (“De Angola à Contra-Costa”). A mostra inclui ainda uma componente audiovisual, com imagens de peças atualmente expostas no Museu da Marinha, da imprensa da época e da família Brito Capelo.

De entrada gratuita, a Exposição pode ser visitada às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt) e visitas dirigidas a públicos específicos, como escolas e associações de idosos. Estão ainda previstas visitas com as escolas ao Museu da Marinha, para que as/os alunas/os possam ver ao vivo as peças destacadas nesta mostra.

 

Poceirão vive noite mais romântica do ano

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A 14 de fevereiro, Dia de S. Valentim, a tradicional “Noite de Serenatas” vai espalhar o romantismo por toda a aldeia de Poceirão.

Com um forte envolvimento da comunidade, a iniciativa começa às 21h00, na sede da Junta de Freguesia, com um percurso pelas ruas da aldeia, animado pelo grupo de serenatas “Sinfonias ao Luar”. Ao longo do percurso, será possível apreciar as decorações das janelas que participam no concurso “A Janela Mais Bonita”, que se realiza pelo terceiro e cujo prémio é um jantar romântico num restaurante da freguesia (informações e inscrições: 212 336 655 ou 935 321 218).

A festa continua depois no Centro Cultural de Poceirão, com oferta da “sopa do amor”. Pelo segundo ano, as janelas do Centro Cultural serão decoradas pelas associações participantes e estará também patente a Exposição "Lenços dos Namorados", organizada pela Associação das Artes de Poceirão e pelo Rancho Folclórico de Poceirão. A “Noite de Serenatas” conta ainda com a participação especial do grupo TELA - Teatro Estranhamente Louco e Absurdo.

Esta iniciativa, integrada no Plano de Ação “Palmela é Música”, é dinamizada pela Câmara Municipal de Palmela, em parceria com a União das Freguesias de Poceirão e Marateca, Rancho Folclórico de Poceirão, Associação de Cultura e Desporto de Poceirão, Associação “Os Amigos de Lagameças”, Grupo Paroquial de Poceirão, Teatro Estranhamente Louco e Absurdo e Associação das Artes de Poceirão.

            Venha passar uma noite romântica e diferente em Poceirão!

Trabalhos da Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda” em Exposição

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Os trabalhos elaborados pelas/os participantes na Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda” vão poder ser apreciados no Centro Cultural de Poceirão, de 22 de janeiro a 12 de fevereiro.

Esta Exposição Coletiva resulta da Oficina realizada em novembro do ano passado neste espaço, com a formadora Ana Nogueira, no âmbito das Semana(s) da Dança. Inspirada no movimento do corpo humano, esta atividade focou uma parte do corpo determinante para o nosso equilíbrio, a perna. A Oficina foi também inspirada no título do espetáculo "A perna esquerda de Tchaikovski", da Companhia Nacional de Bailado, que explora a vivência bela mas muitas vezes dolorosa do corpo de uma bailarina.

As/os formandas/os tiveram a oportunidade de modelar, construir moldes e pintar sobre tela, criando formas tridimensionais e bidimensionais, em torno da perna e do pé, que vão agora estar em exibição.

            A Exposição Coletiva da Oficina de Escultura “A Minha Perna Esquerda”, de entrada gratuita, é organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Ana Nogueira e vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h30, e ao sábado, das 14h00 às 24h00.

Concurso de Bandas Amadoras: 1.ª eliminatória disputada no sábado

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As bandas Koa Leaves (Pinhal Novo), Rua (Almada), Imperial Stones (Poceirão) e Chizzler (Amora) participam, já no próximo sábado, 8 de fevereiro, na 1.º eliminatória do 5.º Concurso de Bandas Amadoras de Palmela - Warm Up “Março a Partir”. A eliminatória está marcada para as 22h00, na Sociedade de Recreio e Instrução 1.º de Maio da Asseiceira (Poceirão) e vai também contar com a atuação dos Paper Hearts como banda convidada.

Na 2.ª eliminatória, a 15 de fevereiro, às 22h00, no Rancho Folclórico "Os Rurais" da Lagoa da Palha e Arredores (Pinhal Novo), participam os Drain (Almada), Band'It (Setúbal), Diogo Guima (Pinhal Novo), EL Bórgia (Pinhal Novo) e os Nameless Theory, como banda convidada.

A final é disputada a 29 de fevereiro, às 22h00, na Sociedade de Instrução Musical de Quinta do Anjo, pelas bandas classificadas em primeiro e segundo lugar em cada uma das eliminatórias.

O vencedor receberá 600 euros, o segundo classificado 350 euros, o terceiro 250 euros e o quarto 100 euros. A banda do concelho de Palmela melhor classificada terá a oportunidade de representar o concelho no Festival Liberdade 2020. Todas a bandas selecionadas e não premiadas (com exceção das suplentes) vão receber uma oferta de participação.

Promovido pela Câmara Municipal de Palmela, em parceria com as associações juvenis, grupos informais de jovens e outras entidades que trabalham diretamente com a população juvenil do concelho, o Concurso antecede a 25.ª edição do “Março a Partir”- Mês da Juventude e é, anualmente, uma rampa de lançamento para os jovens talentos da região. O Concurso integra também o Plano de Ação “Palmela é Música”.

 

Biblioteca de Palmela recebe prova do Concurso Nacional de Leitura

Biblioteca de Palmela recebe prova do Concurso Nacional de Leitura

 

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A Biblioteca Municipal de Palmela recebe, a 4 de fevereiro, a partir das 14h45, o 2.º momento da Fase Escolar/Municipal do Concurso Nacional de Leitura 2019/2020.

Nesta prova, participam cerca de seis dezenas de alunas/os, apuradas/os no 1.º momento, que foi da responsabilidade das escolas/agrupamentos. A Biblioteca Municipal de Palmela, em articulação com a Rede de Bibliotecas Escolares, nomeia um júri, que vai selecionar as obras a concurso e apurar as/os vencedoras/es em cada nível de ensino (1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário, num máximo de três por cada nível), para competirem na fase seguinte, a Intermunicipal.

Nesta fase, que vai decorrer entre 10 de março e 30 de abril, as/os alunas/os apuradas/os no Município de Palmela vão competir com as/os vencedoras/es dos restantes municípios da AML - Área Metropolitana de Lisboa, para se apurarem as/os representantes da AML (dois por cada nível de ensino) na Fase Nacional (19 de maio e 6 de junho).

As escolas do concelho de Palmela participantes na 14.ª edição do Concurso são, ao nível do 1.º ciclo, as Escolas Básicas Alberto Valente (Pinhal Novo), António Matos Fortuna (Quinta do Anjo), António Santos Jorge (Pinhal Novo), de Aires (Palmela), Salgueiro Maia (Pinhal Novo) e Zeca Afonso (Pinhal Novo); ao nível do 2.º e 3.º ciclo, a Escola Básica e Secundária José Saramago (Poceirão) e as Escolas Básicas José Maria dos Santos (Pinhal Novo) e Hermenegildo Capelo (Palmela) e, ao nível do 3.º ciclo e Ensino Secundário, a Escola Secundária de Pinhal Novo.

O Concurso, desenvolvido pelo Plano Nacional de Leitura (PNL2027), tem como objetivo principal estimular o gosto e o prazer da leitura, para melhorar o domínio da língua portuguesa, a compreensão escrita e os hábitos de leitura.

 

 

“Palavras na Nossa Terra” destaca poesia tradicional japonesa

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A Sessão de Poesia “Palavras na Nossa Terra” marcada para dia 31 de janeiro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, vai evocar, pela primeira vez nestes encontros, poetas estrangeiros. Em destaque vão estar dois importantes nomes do Haiku, poesia tradicional japonesa: Matsuo Bashô e Kobayashi Issa.

Matsuo Bashô (1644-1694) foi o poeta mais famoso do período Edo no Japão. Atualmente, é reconhecido como um mestre da sucinta e clara forma Haiku. A sua poesia é reconhecida internacionalmente e, no Japão, muitos dos seus poemas são reproduzidos em monumentos e locais tradicionais. Os seus poemas são influenciados pela experiência direta do mundo ao seu redor.

Kobayashi Issa (1763-1827) foi o mais importante autor deste género de poesia na terceira fase clássica do Haiku japonês. Os seus poemas tornaram-no popular por explorarem um certo lado cómico da vida e da natureza.

Para além da homenagem prestada a poetisas/poetas reconhecidas/os, estas sessões convidam as/os participantes a ler os poemas que escrevem ou de que gostam e a falar sobre eles. A participação nestes encontros, organizados pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, com periodicidade mensal, é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou declamar poesia.

 

 

5.º Concurso de Bandas Amadoras de Palmela com inscrições abertas

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Estão abertas, até dia 31 de janeiro, as inscrições para participar no 5.º Concurso de Bandas Amadoras de Palmela - Warm Up “Março a Partir”.

Promovido pela Câmara Municipal de Palmela, em parceria com as associações juvenis, grupos informais de jovens e outras entidades que trabalham diretamente com a população juvenil do concelho, o Concurso antecede a 25.ª edição do “Março a Partir”- Mês da Juventude e é, anualmente, uma rampa de lançamento para os jovens talentos da região.

Podem concorrer projetos individuais ou coletivos amadores, em que pelo menos um dos elementos seja do distrito de Setúbal (os menores de 16 anos necessitam de autorização dos representantes legais). Os concorrentes devem enviar um a três temas, todos originais e acompanhados das respetivas letras, que podem ser escritos e cantados em qualquer idioma.

Dos projetos recebidos, o Grupo de Trabalho do “Março a Partir” vai selecionar oito efetivos e dois suplentes, a divulgar a partir do dia 1 de fevereiro. O Concurso terá uma primeira eliminatória, em Poceirão/Marateca, no dia 8 de fevereiro, e uma segunda em Pinhal Novo, a 15 de fevereiro. A final, com as bandas classificadas em primeiro e segundo lugar em cada uma das eliminatórias, está marcada para 29 de fevereiro, em Quinta do Anjo.

O vencedor receberá 600 euros, o segundo classificado 350 euros, o terceiro 250 euros e o quarto 100 euros. A banda do concelho de Palmela melhor classificada terá a oportunidade de representar o concelho no Festival Liberdade 2020. Todas a bandas selecionadas e não premiadas (com exceção das suplentes) vão receber uma oferta de participação.

            A ficha de inscrição está disponível em www.cm-palmela.pte em www.facebook.com/marcoapartir.

 

Mais de uma centena de especialistas nacionais e internacionais visitam Palmela

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Mais de uma centena de especialistas nacionais e internacionais, nas áreas da Arqueologia, História e Arqueociências, vão estar em Palmela, de 23 a 25 de janeiro, para participar nas Jornadas Internacionais Terra, Pedras e Cacos do Garb al-Andalus. Até dia 21, ainda pode fazer a sua inscrição.

A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pelo Campo Arqueológico de Mértola, com coordenação científica a cargo do Grupo CIGA - Cerâmica Islâmica do Garb al-Andalus.

12 anos depois da formação do Grupo CIGA e 20 anos depois da publicação de “Portugal Musulman”, de Christophe Picard, esta iniciativa pretende relançar o debate sobre os estudos do período islâmico em Portugal. Palmela, conhecida no meio arqueológico por ser um dos mais importantes sítios com vestígios desta fase, é o cenário ideal para conhecer o muito que se tem feito a nível nacional no campo da arqueologia do período medieval islâmico e perceber o contributo dessas novas descobertas e investigações para a construção do conhecimento histórico.

O programa abre com uma evocação de Christophe Picarde vai integrar quatro sessões temáticas, no Cineteatro S. João (dias 23 e 24) e no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela (dia 25): “Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI”, “Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus”, “O Garb e o Mediterrâneo” e “Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus”. Destaque para a participação, no encerramento, de Cláudio Torres, fundador e diretor do Campo Arqueológico de Mértola, que tem desenvolvido uma relevante atividade científica na área do património cultural, nomeadamente, nos domínios da Arqueologia, investigação histórica e Museologia. A tarde de dia 25 será dedicada a visitas de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa.

A inscrição é gratuita e deve ser efetuada preenchendo a ficha de inscrição disponível em www.cm-palmela.pt e enviando-a para os endereços de e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt e ciga.portugal@gmail.com. A disponibilidade de transporte para as visitas é limitada ao número de lugares do autocarro e a inscrição nas visitas e no almoço (com um custo de 15€) é também limitada, por ordem de receção. Serão entregues certificados de participação.

Mais informações através do Secretariado das Jornadas, a funcionar na Divisão de Bibliotecas e Património Cultural do Município de Palmela: Largo do Município, 2954-001 Palmela, 212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt.

 

Programa

 

23 de janeiro

 

9h00-9h30

Receção aos participantes

 

9h30

Sessão de abertura

Presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro

9h45

Evocação de Christophe Picard

 

10h00

Comunicação de abertura - “12 anos, 12 cacos”

Grupo CIGA: Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Susana Gómez, Isabel Cristina Fernandes e Gonçalo Lopes

 

10h20-10h50

Pausa

 

Sessão 1 - Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI

 

10h50-11h10

A presúria de Coimbra, de 878 d. C. e seu contexto

Manuel Real

 

11h10-11h30

Moçarabismo: materialidades do heterogéneo coletivo cristão do Garb al-Andalus

Paulo Almeida Fernandes

 

11h30-11h50

Viver na fronteira. Os cacos, as pedras e as terras e algo mais das comunidades rurais da Beira Alta

Catarina Tente

 

11h50-12h10

Territórios e povoamento em Ossonoba/Ocsonoba. O Nordeste Algarvio pós romano e islâmico

Helena Catarino

 

12h10-12h30

Novos e velhos dados sobre espaços de culto na Silves islâmica

Maria José Gonçalves, Carlos Oliveira e Miguel Cipriano Costa

 

12h30-12h50

Repositório de técnicas ornamentais na cerâmica do Garb al-Andalus

Grupo CIGA: Susana Gómez, Pilar Lafuente, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves e Sandra Cavaco

 

12h50-13h20

Debate

 

13h20-15h20

Almoço

 

15h20-15h40

La importancia de la epigrafía para el conocimiento del Garb al-Andalus

Maria Antonia Martínez Núñez e Pilar Delgado Blasco

 

15h40-16h00

Los herreros de Albalat (s. XII): aproximación a las actividades metalúrgicas a la luz de los testimonios arqueológicos

Sophie Gilotte e Pauline de Keukelaere

 

16h00-16h20

Importações e produções locais na mouraria de moura - cerâmicas do século XIV

Santiago Macias e José Gonçalo Valente

 

16h20-16h40

Achados de felus emirais do Baixo Alentejo, um ponto da questão: a Quinta do Estácio 3, Beja

Teresa Ricou Nunes da Ponte, Luciana de Jesus e Vasco Abegoaria

 

16h40-17h00

O ribat do Alto da Vigia (Sintra, Portugal)

Alexandre Gonçalves e Helena Catarino

 

17h00-17h30

Pausa

 

17h30-17h50

Arqueometria da cerâmica islâmica de Mértola: estudo da pasta e das decorações vidradas

Massimo Beltrame, Susana Gómez Martínez e José Mirão

 

17h50-18h10

Zooarqueologia do Garb al-Andalus: urbanidades, ruralidades, especialidades e não só

Maria João Valente

 

18h10-18h30

Terminologia e conhecimento arqueológico: contributos interdisciplinares para o estudo da cerâmica do al-Andalus

Bruno Almeida

 

18h30-19h00

Debate

 

24 de janeiro

 

Sessão 2 - Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Fragmentos de Coimbra Medieval: reflexões a propósito do alcance dos trabalhos arqueológicos preventivos em Coimbra

Ricardo Costeira da Silva

 

9h20-9h40

Conclusiones sobre el registro funerario islámico y cristiano de Mérida (ss. VIII-XIII)

Miguel Alba

 

9h40-10h00

Ponto de situação das intervenções de categoria C do período islâmico e questionamento sobre resultados

Grupo CIGA: Jacinta Bugalhão, Isabel Inácio, Sofia Gomes, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco e Susana Gómez

 

10h00-10h20

Da arqueologia preventiva ao conhecimento da ocupação islâmica de Setúbal

Susana Duarte, Joaquina Soares e Carlos Tavares da Silva

 

10h20-10h40 

“…Deus tenha misericórdia dele” - Contributos da Arqueologia preventiva para o conhecimento de Setúbal no Garb al-Andalus

Artur Fontinha, Maria Antónia Martínez Núñez e Maria João Cândido

 

10h40-11h10 - Pausa

 

11h10-11h30

Novos dados para a compreensão da ocupação entre o período Medieval Islâmico e Cristão através das materialidades e contextos - Resultados preliminares da intervenção arqueológica de 2019 na encosta Sul do hisn Balmalla (Castelo de Palmela)

Luís Filipe Pereira e Michelle Teixeira Santos

 

11h30-11h50

Os contextos islâmicos dos antigos Armazéns Sommer nas dinâmicas da Lisboa medieval islâmica

Paulo Rebelo, Vanessa Filipe, Ricardo Ribeiro, Virgílio Martínez e Nuno Neto

 

11h50-12h10

O que nos contam os cacos? Aproximação a uma leitura diacrónica e socioeconómica da cerâmica no Largo da Atafona, Lisboa

Vanessa Filipe, José Pedro Henriques, Vasco Vieira e Tiago Pereira

 

12h10-12h30 

Cerâmicas de contextos islâmicos e de tradição da Praça da Figueira, Lisboa

Rodrigo Banha da Silva, André Bargão, Sara da Cruz Ferreira, Inês Pires e Duarte Mira

 

12h30-12h50 

Espaços de uma cidade: novos dados sobre a necrópole islâmica de Lisboa oriental

Vanessa Filipe, Nuno Neto, José Pedro Henriques, Sara Brito, Alice Toso, Sílvia Casimiro, Raquel Granja, Joana Inocêncio e Sónia Ferro

 

12h50-13h15

Debate

 

13h15-15h10

Almoço

 

Sessão 3 - O Garb e o Mediterrâneo

 

15h10-15h30

Cuando Madïna Mayürqa dejó de ser Madïna para convertirse en Ciudad

Guillermo Rosselló Bordoy

 

15h30-15h50

Questions d'images et de céramique

Patrice Cressier

 

15h50-16h10

El Garb y el Sharq al-Andalus a través de las producciones cerámicas

Rafael Azuar

 

16h10-16h30

Cacela-a-Velha no mundo mediterrânico almóada através das cerâmicas

Cristina Tété Garcia e Patrícia Dores

 

16h30-16h50

Cerámicas del Algarve (de Além-mar): dos nuevos silos documentados en Ceuta

Fernando Villada

 

16h50-17h10

Pausa

 

17h10-17h30

Algunas consideraciones sobre las cerámicas medievales del Rif: hacia una tipología cerámica del Magreb al-Aqṣā

Yaiza Hernández Casas, Bilal Sarr e Luca Mattei

 

17h30-17h50

Debate

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus

 

17h50-18h10

Da Arqueologia à História do Gharb al-Andalus. As cerâmicas almorávidas do Castelo de Sesimbra: dinâmicas de poder e ocupação do território

Rui Filipe Gil e Rafael Santiago

 

18h10-18h30

Entre Balmala e Qasr al-Fath: leitura histórico-arqueológica de um território de fronteira

Isabel Cristina F. Fernandes

 

18h30

Apresentação, por André Teixeira, da obra “Scripta Manent. Inventario de Signos Lapidarios de Ceuta”, da autoria de Gabriel Fernández Ahumada e Fernando Villada Paredes

 

25 de janeiro

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história  do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Conquista islámica del norte peninsular y reacciones locales

Avelino Gutiérrez

 

9h20-9h40

Garb al-Andalus y Portugal en las fuentes árabes (siglos X-XIII)

Alejandro García Sanjuan

 

9h40-10h00

Toponímia, fontes escritas e arqueologia: a identificação de Laqant, de Halq az-Zawiya e de Kanisat al-Gurab

Santiago Macías

 

10h00-10h20

Oleiros muçulmanos depois da conquista de Lisboa

Filomena Barros

 

10h20-10h50

Pausa

 

10h50-11h10

As mudun e a fronteira: o projeto almóada de reocupação de Baja

Hermenegildo Fernandes

 

11h10-11h30

Mahmud ibn Al-Ğabbar - ponto de partida para hipóteses sobre o Garb al-Andalus no séc. IX

Fernando Branco Correia

 

11h30-11h50

Da Arqueologia à História: A forma urbana da Lisboa Islâmica

Manuel Fialho Silva

 

11h50-12h10

Debate

 

12h10-12h30

Sessão de encerramento presidida pelo Vereador Luís Miguel Calha e com intervenção de Cláudio Torres

12h35- Partida para Lisboa (paragem de autocarro, Largo de S. João)

 

13h15-15h15 - Almoço em Lisboa

 

15h15

Visita de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa

  1. Armazéns Sommer - Hotel Eurostar Museum (visita conduzida por Paulo Rebelo e Nuno Neto)
  2. Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis - Banco de Portugal (visita conduzida por Artur Rocha)
  3. Muralha Fernandina - Hotel Corpo Santo (visita conduzida por António Valongo)

Jornadas Internacionais de Arqueologia decorrem em Palmela: inscrições abertas

Jornadas Internacionais Terra, Pedras e Cacos do G

 

Já estão abertas as inscrições para participar nas Jornadas Internacionais Terra, Pedras e Cacos do Garb al-Andalus que, de 23 a 25 de janeiro, vão reunir em Palmela várias dezenas de arqueólogas/os, historiadoras/es e investigadoras/es de arqueociências. A organização é da Câmara Municipal de Palmela e do Campo Arqueológico de Mértola, com coordenação científica a cargo do Grupo CIGA - Cerâmica Islâmica do Garb al-Andalus.

12 anos depois da formação do Grupo CIGA e 20 anos depois da publicação de “Portugal Musulman”, de Christophe Picard, esta iniciativa pretende relançar o debate sobre os estudos do período islâmico em Portugal. Conhecer o muito que se tem feito a nível nacional no campo da arqueologia do período medieval islâmico e perceber o contributo dessas novas descobertas e investigações para a construção do conhecimento histórico são os principais objetivos destas Jornadas.

O programa abre com uma evocação de Christophe Picarde vai integrar quatro sessões temáticas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela: “Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI”, “Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus”, “O Garb e o Mediterrâneo” e “Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus”. A tarde de dia 25 de janeiro será dedicada a visitas de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa.

A inscrição é gratuita e deve ser efetuada até ao dia 21 de janeiro, preenchendo a ficha de inscrição disponível em www.cm-palmela.pt e enviando-a para os endereços de e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt e ciga.portugal@gmail.com. A disponibilidade de transporte para as visitas é limitada ao número de lugares do autocarro e a inscrição nas visitas e no almoço (com um custo de 15€) é também limitada, por ordem de receção. Serão entregues certificados de participação.

Mais informações através do Secretariado das Jornadas, a funcionar na Divisão de Bibliotecas e Património Cultural do Município de Palmela: Largo do Município, 2954-001 Palmela, 212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt.

 

Programa

 

23 de janeiro

 

9h00-9h30

Receção aos participantes

 

9h30

Sessão de abertura

9h45

Evocação de Christophe Picard

 

10h00

Comunicação de abertura - “12 anos, 12 cacos”

Grupo CIGA: Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Susana Gómez, Isabel Cristina Fernandes e Gonçalo Lopes

 

10h20-10h50

Pausa

 

Sessão 1 - Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI

 

10h50-11h10

A presúria de Coimbra, de 878 d. C. e seu contexto

Manuel Real

 

11h10-11h30

Moçarabismo: materialidades do heterogéneo coletivo cristão do Garb al-Andalus

Paulo Almeida Fernandes

 

11h30-11h50

Viver na fronteira. Os cacos, as pedras e as terras e algo mais das comunidades rurais da Beira Alta

Catarina Tente

 

11h50-12h10

Territórios e povoamento em Ossonoba/Ocsonoba. O Nordeste Algarvio pós romano e islâmico

Helena Catarino

 

12h10-12h30

Novos e velhos dados sobre espaços de culto na Silves islâmica

Maria José Gonçalves, Carlos Oliveira e Miguel Cipriano Costa

 

12h30-12h50

Repositório de técnicas ornamentais na cerâmica do Garb al-Andalus

Grupo CIGA: Susana Gómez, Pilar Lafuente, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves e Sandra Cavaco

 

12h50-13h20

Debate

 

13h20-15h20

Almoço

 

15h20-15h40

La importancia de la epigrafía para el conocimiento del Garb al-Andalus

Maria Antonia Martínez Núñez e Pilar Delgado Blasco

 

15h40-16h00

Los herreros de Albalat (s. XII): aproximación a las actividades metalúrgicas a la luz de los testimonios arqueológicos

Sophie Gilotte e Pauline de Keukelaere

 

16h00-16h20

Importações e produções locais na mouraria de moura - cerâmicas do século XIV

Santiago Macias e José Gonçalo Valente

 

16h20-16h40

Achados de felus emirais do Baixo Alentejo, um ponto da questão: a Quinta do Estácio 3, Beja

Teresa Ricou Nunes da Ponte, Luciana de Jesus e Vasco Abegoaria

 

16h40-17h00

O ribat do Alto da Vigia (Sintra, Portugal)

Alexandre Gonçalves e Helena Catarino

 

17h00-17h30

Pausa

 

17h30-17h50

Arqueometria da cerâmica islâmica de Mértola: estudo da pasta e das decorações vidradas

Massimo Beltrame, Susana Gómez Martínez e José Mirão

 

17h50-18h10

Zooarqueologia do Garb al-Andalus: urbanidades, ruralidades, especialidades e não só

Maria João Valente

 

18h10-18h30

Terminologia e conhecimento arqueológico: contributos interdisciplinares para o estudo da cerâmica do al-Andalus

Bruno Almeida

 

18h30-19h00

Debate

 

24 de janeiro

 

Sessão 2 - Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Fragmentos de Coimbra Medieval: reflexões a propósito do alcance dos trabalhos arqueológicos preventivos em Coimbra

Ricardo Costeira da Silva

 

9h20-9h40

Conclusiones sobre el registro funerario islámico y cristiano de Mérida (ss. VIII-XIII)

Miguel Alba

 

9h40-10h00

Ponto de situação das intervenções de categoria C do período islâmico e questionamento sobre resultados

Grupo CIGA: Jacinta Bugalhão, Isabel Inácio, Sofia Gomes, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco e Susana Gómez

 

10h00-10h20

Da arqueologia preventiva ao conhecimento da ocupação islâmica de Setúbal

Susana Duarte, Joaquina Soares e Carlos Tavares da Silva

 

10h20-10h40 

“…Deus tenha misericórdia dele” - Contributos da Arqueologia preventiva para o conhecimento de Setúbal no Garb al-Andalus

Artur Fontinha, Maria Antónia Martínez Núñez e Maria João Cândido

 

10h40-11h10 - Pausa

 

11h10-11h30

Novos dados para a compreensão da ocupação entre o período Medieval Islâmico e Cristão através das materialidades e contextos - Resultados preliminares da intervenção arqueológica de 2019 na encosta Sul do hisn Balmalla (Castelo de Palmela)

Luís Filipe Pereira e Michelle Teixeira Santos

 

11h30-11h50

Os contextos islâmicos dos antigos Armazéns Sommer nas dinâmicas da Lisboa medieval islâmica

Paulo Rebelo, Vanessa Filipe, Ricardo Ribeiro, Virgílio Martínez e Nuno Neto

 

11h50-12h10

O que nos contam os cacos? Aproximação a uma leitura diacrónica e socioeconómica da cerâmica no Largo da Atafona, Lisboa

Vanessa Filipe, José Pedro Henriques, Vasco Vieira e Tiago Pereira

 

12h10-12h30 

Cerâmicas de contextos islâmicos e de tradição da Praça da Figueira, Lisboa

Rodrigo Banha da Silva, André Bargão, Sara da Cruz Ferreira, Inês Pires e Duarte Mira

 

12h30-12h50 

Espaços de uma cidade: novos dados sobre a necrópole islâmica de Lisboa oriental

Vanessa Filipe, Nuno Neto, José Pedro Henriques, Sara Brito, Alice Toso, Sílvia Casimiro, Raquel Granja, Joana Inocêncio e Sónia Ferro

 

12h50-13h15

Debate

 

13h15-15h10

Almoço

 

Sessão 3 - O Garb e o Mediterrâneo

 

15h10-15h30

Cuando Madïna Mayürqa dejó de ser Madïna para convertirse en Ciudad

Guillermo Rosselló Bordoy

 

15h30-15h50

Questions d'images et de céramique

Patrice Cressier

 

15h50-16h10

El Garb y el Sharq al-Andalus a través de las producciones cerámicas

Rafael Azuar

 

16h10-16h30

Cacela-a-Velha no mundo mediterrânico almóada através das cerâmicas

Cristina Tété Garcia e Patrícia Dores

 

16h30-16h50

Cerámicas del Algarve (de Além-mar): dos nuevos silos documentados en Ceuta

Fernando Villada

 

16h50-17h10

Pausa

 

17h10-17h30

Algunas consideraciones sobre las cerámicas medievales del Rif: hacia una tipología cerámica del Magreb al-Aqṣā

Yaiza Hernández Casas, Bilal Sarr e Luca Mattei

 

17h30-17h50

Debate

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus

 

17h50-18h10

Da Arqueologia à História do Gharb al-Andalus. As cerâmicas almorávidas do Castelo de Sesimbra: dinâmicas de poder e ocupação do território

Rui Filipe Gil e Rafael Santiago

 

18h10-18h30

Entre Balmala e Qasr al-Fath: leitura histórico-arqueológica de um território de fronteira

Isabel Cristina F. Fernandes

 

18h30

Apresentação, por André Teixeira, da obra “Scripta Manent. Inventario de Signos Lapidarios de Ceuta”, da autoria de Gabriel Fernández Ahumada e Fernando Villada Paredes

 

25 de janeiro

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história  do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Conquista islámica del norte peninsular y reacciones locales

Avelino Gutiérrez

 

9h20-9h40

Garb al-Andalus y Portugal en las fuentes árabes (siglos X-XIII)

Alejandro García Sanjuan

 

9h40-10h00

Toponímia, fontes escritas e arqueologia: a identificação de Laqant, de Halq az-Zawiya e de Kanisat al-Gurab

Santiago Macías

 

10h00-10h20

Oleiros muçulmanos depois da conquista de Lisboa

Filomena Barros

 

10h20-10h50

Pausa

 

10h50-11h10

As mudun e a fronteira: o projeto almóada de reocupação de Baja

Hermenegildo Fernandes

 

11h10-11h30

Mahmud ibn Al-Ğabbar - ponto de partida para hipóteses sobre o Garb al-Andalus no séc. IX

Fernando Branco Correia

 

11h30-11h50

Da Arqueologia à História: A forma urbana da Lisboa Islâmica

Manuel Fialho Silva

 

11h50-12h10

Debate e encerramento

 

12h10-12h30

Sessão de encerramento com intervenção de Cláudio Torres

 

12h35- Partida para Lisboa (paragem de autocarro, Largo de S. João)

 

13h15-15h15 - Almoço em Lisboa

 

15h15

Visita de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa

  1. Armazéns Sommer - Hotel Eurostar Museum (visita conduzida por Paulo Rebelo e Nuno Neto)
  2. Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis - Banco de Portugal (visita conduzida por Artur Rocha)
  3. Muralha Fernandina - Hotel Corpo Santo (visita conduzida por António Valongo)