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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Animação regressa a Santa Cruz com o programa “Onda de Verão”

 

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No âmbito do programa “Onda de Verão”, nas noites de 24 e 25 de julho vai haver animação em Santa Cruz, com o teatro A Farsa do Sapateiro e o circo Banco de Jardim.

No dia 24 de julho, sexta-feira, pelas 22h00, na plataforma adjacente à escadaria Júlio Vieira, é apresentado o teatro de marionetas A Farsa do Sapateiro, uma produção de S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos.

No dia seguinte, 25 de julho, às 22h00, no mesmo local, é a vez do circo Banco de Jardim subir ao palco. A produção da companhia Cia Inspirueta, centra-se num baco de jardim, que cada personagem usa para expressar sentimentos e reações.

O espetáculos tem uma lotação máxima de 33 pessoas.

O programa “Onda de Verão” consiste num programa de animação, com atividades integradas em áreas tão variadas como a dança, teatro, música, cinema, entre outras, que decorrem no litoral do concelho de Torres Vedras. Este ano, o programa decorre de 10 de julho a 5 de setembro, dando a conhecer projetos de referência em diversos domínios artísticos, sem descurar os cuidados que a atual situação impõe.

 
Agenda

24 julho 2020 | sexta

A Farsa do Sapateiro

Santa Cruz recebe no dia 24 de julho, às 22h00, a peça A Farsa do Sapateiro. Gil Vicente estreia a sua nova comédia nas festas do casamento de D. Isabel com Carlos V. A dias de estrear a sua nova obra, entra em desespero pois faltam os sapatos para os atores que seriam feitos pelo sapateiro (...)

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25 julho 2020 | sábado

Banco de Jardim

Circo

Assista ao circo Banco de Jardim no dia 25 de julho, às 22h00 na plataforma adjacente à escadaria Júlio Vieira, em Santa Cruz. Uma série de personagens, cruzam-se com o banco, onde este é uma peça fixa, uma plataforma viva fundamental para a exploração de diálogos e interações mudas. (...)

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O Teatro e a Peste, de John Romão e Salomé Lamas, a partir de 31 de julho

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O Teatro e a Peste,

um projeto de teatro e cinema

de John Romão e Salomé Lamas,

a partir de 31 de julho

 

Com concepção e encenação de John Romão e realização de Salomé Lamas, a recriação da conferência O Teatro e a Peste, de Antonin Artaud (1933), é apresentada em streaming, a partir de diversos teatros vazios e diversas geografias. Uma co-produção EGEAC e Teatro Viriato.

Desde 31 de julho e até 16 de agosto, a recriação da conferência de Artaud – interpretada por cinco atores, em cinco teatros vazios durante o período de confinamento - conta com a participação de Albano Jerónimo, Cucha Carvalheiro, Mónica Calle, Igor Regalla e John Romão, e com música de Gabriel Ferrandini. Para ver online, no website e nas redes sociais da BoCA, da EGEAC e dos equipamentos culturais parceiros.

Inspirado na provocatória conferência de Antonin Artaud, em 1933, na Sorbonne, que o público foi abandonando até ficar vazia - 87 anos depois, a recriação de O Teatro e a Peste é interpretada, num primeiro momento, no Teatro Romano, pelo ator Albano Jerónimo e pela coordenadora do teatro, Lídia Fernandes, a 31 de julho, às 21:00, seguindo-se a apresentação em diversos teatros, com outros atores e diretores artísticos dos equipamentos: Cucha Carvalheiro com Aida Tavares, no São Luiz Teatro Municipal; Mónica Calle com Francisco Frazão, no TBA – Teatro do Bairro Alto; Igor Regalla com Susana Menezes, no LU.CA – Teatro Luís de Camões; John Romão com Patrícia Portela, no Teatro Viriato.

Como um vírus, o mesmo texto, a mesma direção e a mesma montagem dão lugar, em cada teatro, a um filme de aproximadamente 40 minutos, revelando uma nova interpretação do texto de Artaud e uma nova arquitetura, em ressonância com o teatro e a pandemia atual.

Estabelecendo um paralelismo entre a impossibilidade de habitar os teatros (na sequência das salas estarem vazias, como medida preventiva do contágio da COVID-19) e o episódio de 6 de abril de 1933 na Sorbonne (a sala ficou vazia durante a conferência de O Teatro e a Peste de Artaud, que encontrava uma analogia entre o teatro e a peste), John Romão e Salomé Lamas traduzem cenicamente e cinematograficamente O Teatro e a Peste durante o período de confinamento, em teatros vazios, com atores diferentes e com a participação dos diretores dos respetivos equipamentos. É proposta uma nova potência do texto de Antonin Artaud, numa analogia entre o episódio de 1933 e o tempo presente, com o público privado de habitar os teatros em todo o mundo.


Expansões geográficas

Paralelamente, e sensivelmente até 23 de agosto, O Teatro e a Peste converte-se numa partitura de texto e de vídeo, expandida a outras cidades portuguesas e estrangeiras, contaminando assim geograficamente, como um vírus, o espaço e as pessoas, ao ser recriado por atores de cidades diferentes em teatros vazios, com transmissão em streaming.

A gentrificação pelos olhos de Tiago Correia

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Turismo
, com texto e encenação de Tiago Correia, pela companhia A Turma, do Porto

 

Dia 24

 

A gentrificação pelos olhos de Tiago Correia

 

Entramos nos últimos três dias do Festival do Almada, mas ainda com muitos espectáculos para ver.

 

No dia 24, sexta-feira, às 21h, na Sala Principal do TMJB, entra em cena a peça, Turismo, uma criação de Tiago Correia para a companhia do Porto, A turma. 

Antes, às 18h, temos o último Colóquio na Esplanada do TMJB, deste ano, com o autor e encenador desta peça, Tiago Correia. A moderação será de Catarina Firmo.

 

Às 21h30, pode ver três espectáculos: na Sala Experimental do TMJB, Mártir, de Marius von Mayenburg, com encenação de Rodrigo Francisco, pela CTA; A criada Zerlina, a partir de Hermann Broch, com encenação de João Botelho, pela Culturproject; e Rebota rebota y en tu cara explota, uma criação de Agnés Mateus e Quim Tarrida, no Cine-Teatro da Academia Almadense.   

 

 

TURISMO (Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite, dias 24, 25 e 26, às 21h) M/14 2h20

É utilizada luz estroboscópica

 

Estreado em Janeiro de 2020 no Teatro do Campo Alegre (Teatro Municipal do Porto), é um espectáculo de forte feição política sobre a gentrificação, o processo de especulação imobiliária levado a cabo numa zona urbana e do qual resulta a substituição do tecido socio-económico pré-existente (geralmente constituído por populações envelhecidas e com pouco poder de compra, comércio tradicional, etc.) por outro com mais liquidez para o consumo e sem laços identitários e emotivos de pertença ao lugar. «O espectáculo pega pelos dois cornos este enorme boi que marra contra o granito e a carne dos autóctones.» (Regina Guimarães) Durante três dias e três noites vertiginosas, seis personagens debatem-se com o fechamento de horizontes que a nova ordem neoliberal lhes impõe. À urbe cartografável sobrepõem-se geografias sentimentais, retrospecções e projecções que constroem um lugar compósito e multifacetado.

 

TEXTO E ENCENAÇÃO DE Tiago Correia CONSULTORIA ARTÍSTICA E TRADUÇÃO
Regina Guimarães CENOGRAFIA Ana Gormicho FIGURINOS Sara Miro DESENHO DE LUZ Rui Monteiro e Teresa Antunes DESENHO DE SOM E MÚSICA ORIGINAL
Rui Lima e Sérgio Martins VÍDEO E FOTOGRAFIA Francisco Lobo INTERPRETAÇÃO
André Júlio TeixeiraClaudia LázaroInês CuradoJosé Eduardo SilvaPaulo Lages e
Romi Soares PRODUÇÃO EXECUTIVA Ludovica Daddi

 

(A Turma, Porto)

PLASTICUS - Um espetáculo de teatro por um oceano limpo - 14 Março

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A RUGAS - Associação Cultural, a partir de um personagem de um livro de Rute Sousa, Takumi, criou o espectáculo Plasticus para promover sensibilização ambiental por um oceano livre de Plástico.

O Plástico está a invadir o nosso planeta.
O que podemos fazer para evitar o excesso de lixo plástico ? 
Que futuro queremos deixar às futuras gerações?

Estas são perguntas que a companhia se colocou para dar forma e vida a esta criação artística, dirigida à infância e famílias, que reflete sobre essa entidade que está por todo o lado e se reproduz a uma velocidade muito maior que qualquer ser vivo.
Uma "conferência" em forma de jogo teatral vai levar o público a uma reflexão mais atenta e além do problema, é lançado o desafio de propor recomendações de ações que todos podemos fazer por um planeta sem plástico.

Plasticus estreia dia 14 de Março, com entrada livre, pelas 16:00h no Centro Cultural Olga Cadaval, no Auditório Acácio Barreiros.

Em março, vá ao teatro em Palmela!

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O Dia Mundial do Teatro (27 de março) é comemorado em Palmela ao longo de todo o mês de março, com um programa de iniciativas nos equipamentos culturais de todo o concelho, promovido pela Câmara Municipal de Palmela, em conjunto com os grupos de teatro do concelho.

Destaque para o espetáculo “Falta de Juízo”, do humorista Nilton, que vai estar no Cineteatro S. João, em Palmela, a 7 de março.

Ao longo do mês, osgrupos de teatro locais vão ter a oportunidade de mostrar o seu trabalho e o público vai poder assistir a espetáculos pelo Teatro Sem Dono, Cia. das Miúdas Perfeitas - Teatro da Vila, Ensaiarte, Teatro Artimanha e Teatro O Bando. O programa conta também com a participação de artistas e companhias nacionais, como Pedro Saavedra, Teatro Meridional e Teatro e Marionetas de Mandrágora.

A formação, um Serão de Contos Populares, a atividade “Dias do Pão”, dirigida aos mais novos, e Oficinas de Teatro para a população sénior completam o programa comemorativo.

 

Programa

 

7 de março | 10h00 às 18h00 | Cineteatro S. João, Palmela

Dias de Formação... Teatro

Com Teatro O Bando

Destinatários: Estudantes e profissionais das artes de espetáculo

Lotação limitada - reserva obrigatória

Info./reservas: 212 336 630 | geral@passosecompassos.pt | www.passosecompassos.pt

Org.: Passos e Compassos

 

7 de março | 21h00 | Centro Cultural de Poceirão

Serão de Contos Populares

À volta da fogueira, uma noite de contos tradicionais pela mão da contadora de histórias Joaninha Duarte, acompanhada à guitarra por Marta D’Almeida. “Desenfadem-se com as Dizedelas, do meu avô ou do teu?”. Espetáculo de narração oral, onde a palavra e a música se conjugam. A palavra contada e cantada, dita e tocada... atualiza um património coletivo, capaz de criar um lugar de imaginação, de memória e de espanto!

Entrada gratuita

Info.: 212 336 655 | 935 321 218

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

7 de março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

As Mulheres Cá de Casa - O Sequestro

Pelo Teatro Sem Dono e Associação Juvenil Odisseia

Classificação: M/12

Org.: Associação Juvenil Odisseia e Teatro Sem Dono

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

7 de março | 22h00 | Cineteatro S. João, Palmela

Nilton - Falta de Juízo

Falta de Juízo é o nome do espetáculo. Um espetáculo mais digital, onde o humorista revela o que o faz rir e algumas das maluquices que se diverte a fazer. Há muitos vídeos, muita stand up comedy, mas há, acima de tudo, uma viagem ao planeta Nilton. Onde mostra que, mais do que um humorista, é na verdade uma pessoa com muita falta de juízo.

Classificação: M/12

Duração: 90 minutos

Bilheteira: 14€

Org.: City Show Eventos Espetáculo Som Luz e Vídeo Unipessoal Lda.

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

14 de março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Mães, Mulheres e Quarentonas

Pela Cia. das Miúdas Perfeitas - Teatro da Vila

Classificação: M/12

Género: Comédia

Reservas: 933 349 640 | info@teatrodavila.pt

Org.: Teatro da Vila

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

15 (16h00) e 16 (21h30) de março | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Maria Emília

De Alves Redol

Pelo Ensaiarte

“Maria Emília”, nome original, é um poema de Alves Redol feito à Mulher: Mulher amor; Mulher Amante; Mulher Norte nos olhos dos marinheiros, Mulher de todos os homens feitos num Arrais.

Dramaturgia: Célia Figueira | Encenação e Direção: Célia Figueira | Assistente de Coreografia: Paula Pereira | Assistente de Encenação: Miguel Reis

Classificação: M/12

Reservas: 966 564 933 | 917 450 751

Org.: Ensaiarte

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

19 de março | 21h00 | Espaço ATA - Pinhal Novo

Ensaio Aberto

“Sonho de Uma Noite Verão” - nova produção do Teatro Artimanha

Org.: ATA - Acção Teatral Artimanha

 

21 de março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Afonso Henriques

Pelo Teatro O Bando

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e as suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o papa, de um conquistador temível que, em nome do reino de Deus, ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

Classificação: M/6

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal Palmela

 

27 março | 21h30 | Cineteatro S. João, Palmela

Kiki Van Beethoven

Pelo Teatro Meridional

Uma máscara de Beethoven, encontrada por acaso num mercado de rua, vai mudar a vida de Cristina, uma mulher que já ultrapassou há muito os sessenta anos, assim como a vida das suas amigas que habitam com ela uma residência sénior.

De: Eric Emmanuel Schmitt | Encenação: Natália Luiza | Interpretação: Teresa Faria

Classificação: M/12

Duração: 90 minutos

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

28 de março | 21h30 | Cineteatro S. João, Palmela

O Fim do Teatro

De Pedro Saavedra

O Fim do Teatro é o parar de fazer teatro. O ser verdadeiro com o que está mesmo a acontecer. Um diretor de teatro e uma grande atriz esquecem-se de que se conhecem há mesmo muito muito tempo. Encontram-se para fazer teatro...

Interpretação: Mário Redondo, Mia Tomé, Miguel Ponte, Rui Miguel e Sofia de Portugal | Cenografia: Raquel Albino e Joana Mendão | Figurinos: Surumaki | Sonoplastia: Rui Miguel | Assistência de encenação: Isabel Costa | Fotografia: Andreia Mayer e Estelle Valente | Design e Comunicação: Surumaki | Produção: Patrícia Roque | Apoio: Dizplay, Depois, Centro Cultural Malaposta, Jorge Fernandes Limitada

Classificação: M/12

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

28 de março | 16h00 | Centro Cultural de Poceirão

Aurora

Pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora

Nas entranhas da montanha, vive Aurora, elemento cuidador da natureza. Aurora nasce e, todos os dias, se enche a montanha de luz e cor. Todos os dias, Aurora cuida das plantas, das árvores e dos animais. Mas um dia tudo muda, a sua floresta é devastada por um grande incêndio, que a obriga a fugir para outro espaço. Aurora encontra assim a cidade, que lhe parece maravilhosa, cheia de luz. Mas na cidade nem tudo é luz, há sombra, e Aurora perde-se num caminho que pode ser sem volta.

Inserido no projeto “Gnómon - escolas da biosfera”

Direção Artística: Clara Ribeiro | Dramaturgia/Encenação: Clara Ribeiro | Interpretação: Clara Ribeiro e Filipa Mesquita | Direção Plástica: Envide Nefelibata | Cenografia: Marta Fernandes da Silva | Adereços: Envide Nefelibata e Marta Fernandes da Silva | Figurinos: Patrícia Costa | Música Cénica: Filipe Jesus | Desenho de Luz: Filipe Jesus | Apoio à investigação: Hugo Morango | Fotografia de Cena: Rita Rocha | Vídeo promocional: Hugo Morango | Produção: Teatro e Marionetas de Mandrágora | Parceria: Folk&Wild

Duração: 45 minutos

Classificação: M/6

Entrada gratuita

Info./insc.: 212 336 655 | 935 321 218

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

28 de março | 16h00 | Sociedade de Instrução Musical, Quinta do Anjo

Dias do Pão

Por Ângela Ribeiro

O Rato Carcaça anda pela cidade, tem fome e não encontra nada para comer... mas aparece o Moleiro Quixote e vão ter uma aventura num daqueles moinhos onde o vento cantava... Ali ninguém terá fome! E no mundo de hoje? Com os moinhos de vento vamos pensar sobre um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU até 2030 - Erradicar a fome. Vamos também construir o “quantos queres” com os caminhos para lá chegar.

Em parceria com o Centro de Arqueologia de Almada.

Duração: 60 minutos

Classificação: M/6

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

28 (16h00 e 21h30) e 29 (16h00) de março | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Em Busca do Tesouro

Pelo Teatro Sem Dono

Classificação: M/3

Org.: Teatro Sem Dono

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

Terças-feiras | 14h00 às 16h30 | Espaço ATA - Pinhal Novo

Oficinas de Teatro “ATA Maior”

Destinatários: maiores de 60 anos

Org.: ATA - Acção Teatral Artimanha

 

AZEITONAS | IMPROVÁVEIS | CASINO ESTORIL

Desconto até 10%

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OS IMPROVÁVEIS

Quinzenalmente, às quartas-feiras, no Auditório do Casino Estoril, poderão assistir a um espectáculo único que mistura Teatro, Improviso, Música e Storytelling. Em cada noite, um convidado especial diferente será entrevistado por JÚLIO ISIDRO ou por SOFIA CERVEIRA, e irá partilhar em palco, numa conversa simpática e informal, as suas histórias, memórias, vivências e inspirar os improvisos d' OS IMPROVÁVEIS.

 

Próxima sessão: 4 Março - Convidado: João Baião

 

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Baixa da Banheira: Teatro infantil “Arqueologia Sentimental” no Fórum Cultural

Baixa da Banheira

Teatro infantil “Arqueologia Sentimental” no Fórum Cultural

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No âmbito do projeto municipal “De Pequenote”, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 8 de março, pelas 16:00h, o teatro “Arqueologia Sentimental”, por Vera Alvelos.

 

A arqueologia é a arte de descobrir e ler os objetos antigos. Nesta história, atores e público vão ao encontro de uma aldeia abandonada onde não resta nada senão terra e objetos. O que aconteceu ali? Para onde foram as pessoas? Que histórias contam os objetos encontrados? Poderá a arqueologia ajudar a descobrir?

Neste espetáculo intimista e interativo, são percorridos os passos da arqueologia: desenterrar objetos, limpá-los, dispô-los e observá-los com a máxima atenção. Com a ajuda do jovem público serão intuídas as histórias que este universo tem para contar, aprendendo a técnica da arqueologia sentimental, ciência criativa e afetiva que junta o real ao imaginário.

 

Criação, interpretação e cenário: Vera Alvelos | Paisagem sonora: Rui Lucena

 

Dirigida a famílias e crianças dos três aos oito anos, esta peça tem entrada gratuita mediante inscrição prévia (lotação: 20 crianças e acompanhantes - um no palco, e restantes na plateia).

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

O GATO DAS BOTAS

ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro tem o prazer de anunciar mais uma grande estreia!

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SÁBADO, dia 07 de Março, às 16h00 vamos conhecer a história do Gato mais famoso de todos os tempos! 

O GATO DAS BOTAS,  adaptação e encenação de Luís Pacheco.

As aventuras e desventuras de um pobre moleiro e do seu fiel amigo que, por sinal, é um gato inteligentíssimo! Uma viagem musical cheia de humor para toda a família! A não perder! 

 

 

Autor Charles Perrault | Adaptação e Encenação Luís Pacheco

Interpretação Catarina Santana, Joana Pimpista, João David e Vítor Nuno

Cenografia Alexandre Antunes | Figurinos Ana Pimpista |  Luminotecnia João Oliveira e Maria Inês Santos| Operação Técnica Maria Inês Santos | Design Gráfico Alexandre Antunes | Apoio Cenográfico António Santinho | Apoio Geral João Henrique Oliveira | Produção Executiva Catarina Santana   M/3

 

 

82ª produção da ArteViva – Companhia de Teatro do Barreiro

 

Os Artistas Unidos esta semana

 

Esta semana, os Artistas Unidos chegam a Lisboa com o espectáculo VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward, de 4 a 8 de Março no Centro Cultural de Belém, onde se encerra a sua carreira. Também na 4ª feira recebem o Teatro da Rainha com O PEDIDO DE EMPREGO de Michel Vinaver, de 4 a 7 de Março no Teatro da Politécnica.

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben GomesRita DurãoTiago MatiasVânia RodriguesIsabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João e Centro Cultural de Belém M12

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No CCB - Centro Cultural de Belém de 4 a 8 de Março

Devem ser muito raras as pessoas que são completamente normais, lá no fundo das vidas privadas de cada um. Tudo depende de um dado conjunto de circunstâncias. Se todas as geringonças cósmicas se fundem ao mesmo tempo e se solta a faísca certa, sabe-se lá o que uma pessoa não será capaz de fazer.

Noël Coward, Vidas Íntimas

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

Fotografias © Jorge Gonçalves

 

 

 

O PEDIDO DE EMPREGO de Michel Vinaver Tradução de Christine Zurbach e Luís Varela Com José Carlos Faia, Inês Fouto, Nuno Machado e Mafalda Teixeira Cenografia Ana Gromicho Luz Filipe Lopes Figurinos, Música e Encenação António Parra Um Espectáculo do Teatro da Rainha M14

O PEDIDO DE EMPREGO de Michel Vinaver - fotografia

 



No Teatro da Politécnica de 4 a 7 de Março
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 21h00

"Diz-me Natália para que é que se trabalha? Para ganhar a vida? Mas que vida?"
Michel Vinaver, O Pedido de Emprego

Um desempregado, naquela idade em qu parece não haver futuro, é submetido a uma entrevista de avaliação de capacidades que é um verdadeiro diagnóstico do sistema - o desempregad é a figura pura da vítima -, dos modos de exclusão quando as pessoas atingem certa idade. Nestes lugares de horror, o trabalh é exercido segundo regras de marketng que obrigam as pessoas a ser peças de uma engrenagem de sedução tacanha, impondo-lhes "texto" que digam, comportamentos e olhares para com os clientes - que também não são pessoas, mas entidades financeiro-contabilísticas, pessoas-cartão-de-crédito, criaturas lucro com pernas, mas não seres físicos e mentais, afectivos. Que sociedade é esta que trata os seus como descartáveis?

Um texto maior de um dos maiores autores do século XX, Michel Vinaver.
A estreia na encenação de António Parra.

Fotografia © 
Margarida Araújo