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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Tio João: a nova criação da Companhia João Garcia Miguel

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Tio João é uma criação da Companhia João Garcia Miguel (Cia JGM) inspirada em “O Tio Vânia”, do dramaturgo russo Anton Tchékhov (1860-1904) que estreia a 20 de Junho, no Teatro Ibérico, às 21h30.
Este trabalho está inserido no projeto Filhos de Nenhures, que é um dispositivo de criação e experimentação que a Cia JGM propõe aos alunos que terminam o Curso de Formação Avançada.

 

Panóplia Teatral - Leirena Teatro

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Panóplia Teatral, do Leirena Teatro - Companhia de Teatro de Leiria, a realizar-se entre os dias 8 de junho e 10 de julho, em Leiria e em Porto de Mós. Trata-se de uma mostra teatral, onde todas as turmas da Companhia apresentam os seus espetáculos ao grande público. A entrada é gratuita.

 

Passatempo| PELA ÁGUA, de Tiago Correia @ Teatro Aberto

O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO ABERTO tem bilhetes duplos para a peça PELA ÁGUA para o dia 7 de Junho aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver PELA ÁGUA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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PELA ÁGUA, de Tiago Correia, com encenação e dramaturgia de Tiago Torres da Silva, está em cena na sala vermelha do Teatro Aberto, e reúne no elenco os actores Fernando Luís, Miguel Nunes e Teresa Sobral.

Este foi o texto vencedor do Grande Prémio de Teatro Português 2016, da autoria de Tiago Correia. Pela Água é um texto inédito onde o autor explora a situação de encontro entre dois homens de gerações diferentes, amantes da mesma mulher. Um diálogo dominado pela paixão, pelo rancor, pela ausência e nos permite, simultaneamente, reflectir sobre as realidades políticas e sociais que moldam as personagens e as suas escolhas. A quanto nos obriga o amor? Quanto o sacrificamos?

 

Com este espectáculo, o encenador Tiago Torres da Silva regressa ao Teatro Aberto, onde, em 2011, dirigiu Álbum de Família, de Rui Herbon (texto vencedor do Grande Prémio de Teatro Português 2010). Colaborando mais uma vez com o cenógrafo Rui Francisco, Tiago Torres da Silva pretende trabalhar as qualidades literárias do texto num palco transformado pela presença da água - um território a explorar por intérpretes e público. Os figurinos da autoria de José António Tenente e a sonoplastia de José Peixoto acrescentam densidade e fluidez a um espectáculo marcado pela corrente da água e do tempo.

 

 

SINOPSE
Dois homens encontram-se pela primeira vez. Separam-nos a idade e o abismo cavado pela ausência de uma mulher.
Quem são estes dois homens? O que os liga de forma tão visceral?
Este é o momento de se confrontarem um com o outro e consigo mesmos. Pela água, o caminho adensa-se. As dúvidas emergem e misturam-se com as paixões. E a verdade sobre o que aconteceu oculta-se de novo na corrente.

FICHA ARTÍSTICA
Encenação e Dramaturgia Tiago Torres da Silva
Cenário Rui Francisco
Música José Peixoto
Figurinos José António Tenente
Com Fernando LuísMiguel Nunes e Teresa Sobral 

ESPECTÁCULOS 
4ª a Sábado às 21h30 
Domingo às 16h 
Sala Vermelha
EM CENA  

M/12 

BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com  
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)  

 

PREÇOS
Inteiro - 15   €
Jovem (até 25 anos) – 7,5€
Sénior (mais de 65 anos) – 12 € 

Autora da série "Dentro", da RTP1, com nova peça em Matosinhos (10 de junho)

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Depois da estreia com duas noites esgotadas a Companhia de Teatro X-Acto (Porto) apresenta, em Matosinhos e por altura da celebração do seu 18º aniversário, a nova produção com texto e encenação de Lara Morgado!

Cristina e Susana decidem construir uma invulgar casa: um espaço que acolhe todas as pessoas que não encaixam, voluntária ou involuntariamente, na dita vida normal. Solteiros ou divorciados, com mais de quarenta anos; Casados encurralados numa rotina que os asfixia e da qual querem sair; Mulheres solteiras, sem filhos, com mais de 35 anos... Todos os que fogem aos padrões predefinidos, têm agora uma solução. Uma casa onde podem morar, um lar, uma resposta para que todos possam de livre vontade decidir.

Sem medo da solidão, sem a pressão da sociedade. "A Outra Família" (www.aoutrafamilia.eu) pretende inaugurar uma nova forma de viver em sociedade, uma nova forma de ser em sociedade.

Da autora da série "Dentro", exibida na RTP1, chega-nos uma história que cruza 6 vidas com um denominador comum... Em cena domingo, 10 de junho, às 21:30h no Auditório do Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta - São Mamede Infesta (Matosinhos).

 


Reservas/infoline: mail@x-acto.org.pt • 229 027 221 (G.D.M. Flor de Infesta). Preço: 5,00€ (bilhete único), tratando-se de uma peça para M/16.

Sobre a autora: Lara Morgado nasceu em 1981 no Porto. Licenciada em Psicologia, desde sempre se dedicou à escrita literária. No ano 2000 fundou a Companhia de Teatro X-Acto (na Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto). Assinou a dramaturgia e encenação de dezenas de peças de teatro com apresentações em salas de espetáculo de todo o país. Foi ainda responsável pela realização de trinta produções teatrais no âmbito da sua atuação profissional. Em 2012 lança o seu primeiro livro, "Por Acaso - casos de vida casos de morte", mas é com "Sete Minutos", em 2013, que se assume como romancista. Participou ainda em vários projetos televisivos, sendo autora e guionista da série "Dentro", estreada em 2016 e reexibida em 2018.

Espetáculo do Núcleo Inovartístico “ARTE VIVA” | Dia 16 de junho às 17h | Auditório Acácio Barreiros no Centro Cultural Olga Cadaval

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Espetáculo do Núcleo Inovartístico “ARTE VIVA” no Auditório Acácio Barreiros no Centro Cultural Olga Cadaval

Dia 16 junho às 17h00

 

Em estreia no Centro Cultural Olga Cadaval, o Núcleo Inovartístico, sediado na Abrunheira, Sintra, apresenta o espetáculo de final do ano letivo “Arte Viva”, no dia 16 de junho pelas 17 horas.

Os alunos a partir dos 2 anos, através das diversas técnicas, como: Ballet, Kizomba, Dança Espanhola, Contemporâneo, Kuduro, Hip Hop e Yoga, irão dar vida a algumas obras de Arte, através do movimento, do ritmo, das emoções…com a arte de dançar.

Com a Direção Artística de Ana Marques, “Arte Viva” é uma criação que pretende recriar a vida noturna num museu, onde à noite, as cores e as formas ganham vida e transformam-se noutra arte.

 

A  missão do projeto Núcleo Inovartístico é tornar os sintrenses ainda mais felizes através das artes!

Casa de Teatro de Sintra recebe obra de Beckett, encenada por Carlos Pimenta

Casa de Teatro de Sintra apresenta obra de Samuel Beckett

“Fim de Partida” (Endgame) com encenação de Carlos Pimenta e com Ivo Alexandre e Pedro Lacerda nos protagonistas

 

 

 

Entre 21 de junho e 8 de julho, a Companhia de Teatro de Sintra, pertencente à Associação Cultural Chão de Oliva apresenta “Fim da Partida” (Endgame) a tragicomédia escrita pelo Nobel da Literatura Samuel Beckett, que traz a palco o enigma da condição humana. A peça é encenada por Carlos Pimenta e pode ser vista de quinta a domingo na Casa de Teatro de Sintra.

“Fim de Partida” conta a história de Hamm e Clov, dois homens fechados num abrigo (bunker) à beira-mar. As duas personagens principais representam uma metáfora sobre as limitações da condição humana e agem e dialogam num jogo de repetições ao estilo da comédia burlesca: Hamm, paralisado e cego, e Clov, meio serviçal meio filho adoptivo, estabelecem entre si relações de poder manipulação, dependência e submissão, que têm em comum o seu cariz disfuncional.

Nesta peça, que conta também em palco com os pais de Hamm (Nell e Nagg) dentro de caixotes do lixo, só o jogo, a repetição e o diálogo permitem que se sobreviva. Vítimas de um apocalipse emocional, espiam o mundo ou o que restou dele, sem esperança, procurando adiar a morte. As quatro personagens estão em fim de partida, no limite das suas condições humanas.

Originalmente escrita em francês (Fin de Partie - 1957), a peça foi traduzida para inglês pelo próprio Beckett com o título Endgame. A tradução, que agora é levada a cena, é da autoria de Francisco Luís Parreira, e a encenação assinada por Carlos Pimenta, que, até agora, dirigiu mais de três dezenas de espetáculos, de teatro, ópera e bailado, nas principais salas do país. A sua última produção foi “Morte de um Caixeiro Viajante” de A. Miller, para a Companhia de Teatro de Almada (2018).  

Esta dupla já trabalhou em conjunto em “À Espera de Godot” apresentada em 2014 no Teatro Municipal de S. Luíz e no Teatro Nacional de S. João, numa co-produção destas instituições com o Ensemble.

O elenco conta, nos papéis principais, com Ivo Alexandre (como Hamm), ator que se divide entre teatro, cinema e televisão e integrou já séries como “Equador” ou “Conta-me Como Foi”, e Pedro Lacerda (na pele de Clov), ator de cinema e televisão, já entrou em filmes de João Botelho e conta com participações nas telenovelas “Jogo Duplo” e “Espelho d’Água”. Também em palco estarão Nuno Correia Pinto (como Nagg), ator, marionetista, encenador e diretor artístico do Chão de Oliva, e Anabela Faustino (a dar vida a Nell), atriz de teatro, cinema e televisão que, nos últimos anos, fez parte do elenco de “Anjo Meu” ou “Mulheres Assim”.

A peça vai estar em exibição de 23 de junho até 8 de julho. De quinta a sábado a sessão tem início às 21h45 e domingo começa às 16h. O bilhete tem um custo de 7,50€, existindo vários descontos disponíveis para grupos, jovens, entre outros. Há ainda bilhetes para o espetáculo com refeição incluída.

 

 

 

Sobre o Chão de Oliva

 

Fundado em 1987, o Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural (CO) é uma associação que tem o teatro como atividade-âncora, promovendo também todo o tipo de artes nas suas diversas expressões, através da criação de espetáculos, festivais e formação. Em 1990 fundou a

 

Companhia de Teatro de Sintra, a primeira companhia profissional do concelho e hoje a mais antiga, e em 2002, o Fio d’Azeite, um grupo profissional de marionetas. Na vertente da formação, criou a Mostra de Teatro das Escolas de Sintra, uma iniciativa pioneira e a mais antiga que se realiza em Portugal.

 

Ao longo dos anos foi responsável pela organização de alguns dos maiores eventos culturais no concelho de Sintra e é continuamente reconhecida pelo Ministério de Cultura desde 1994. Em 30 anos, o Chão de Oliva já promoveu 270 espetáculos / eventos e já passaram mais de 1.100 artistas / grupos pela associação.

 

https://www.chaodeoliva.com/

Passatempo A FORJA - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “FORJA” para o dia 17 de Junho no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “A FORJA” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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“FORJA”

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 


 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

 

"Forja" de Alves Redol estreia em Junho

“FORJA”

 

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 

 

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“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

 

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

 

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

Passatempo CINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE - Teatro Armando Cortez

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a YELLOW STAR COMPANY tem bilhetes duplos paraCINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE para o dia 31 de Maio (21h30)  no TEATRO ARMANDO CORTEZ aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver CINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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Elenco: Anabela Teixeira, Joana Câncio, Leonor Seixas ,Paula Neves e Teresa Tavares.

Sinopse

 Estamos em 1956, em plena Guerra Fria, com o perigo iminente de um ataque nuclear, vindo das hostes soviéticas. Uma comunidade, no meio da América, realiza o Encontro Anual de Quiches da Susan B. Anthony Society, as Irmãs Gertrudes. O seu lema principal é: “Sem carne, sem homens, somos felizes!”.

Apesar de serem todas, ou quase, lésbicas, o assunto é tabu… Até ao momento em que, isoladas no seu “bunker improvisado”, fruto de um alerta de ataque nuclear, começam a confessar-se, melhor dizendo, a "sair do armário”. A revelações serão surpreendente até ao fim!

Passatempo QUASE NORMAL - Teatro da Trindade

O Blog Cultura de Borla em parceria com a ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo QUASE NORMAL para os dias 30 de Maio e 2 de Junho no TEATRO DA TRINDADE aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver QUASE NORMAL   com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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SINOPSE

Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt
Texto e letras: Brian Yorkey
Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist
Direção Musical: Nuno Feist 
Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite
Produção executiva: João de Oliveira Pereira 
Produção: ArtFeist