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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CENDREV comemora 45 anos com espectáculos de entrada gratuita!

Fundação AFID apresenta Entreaberto: uma peça sobre o Mundo.

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A AFID, regressa aos palcos com a peça - "ENTREABERTO" - da AFIDança, já no próximo dia 17, no Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras. 

"Entreaberto" pretende retratar algumas das dúvidas, quiçá mais contantes. das pessoas em vida.

 
  • "Entreaberto" volta a estar em palco para definir um mundo quase aberto e quase fechado, onde os atores pretendem revelar o porquê da sensação de que, no Mundo, deixamos muito por dizer e por fazer; 
     
  • A sessão acontecerá em Oeiras, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, pelas 21h00 de dia 17 deste mês.

A AFID Diferença instituída pela AFID - Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência – com 33 anos de existência – promove "Entreaberto", uma peça que é um convite à curiosidade e ao perigo de não saber para lá do que queremos mostrar, que volta a subir aos palcos no próximo dia 17 de janeiro, em Oeiras, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, pelas 21h00.
 
Com o intuito de procurar a sensação de possibilidade – "Entreaberto" – revela-se pela sensação de que deixamos muito por dizer e por fazer, definindo um mundo quase aberto e quase fechado.
Este projeto é uma colaboração artística entre a AFIDance e a CiM (companhia e dança), financiado pelo INR (Instituto Nacional para a Reabilitação), e surge para revelar aquilo que queremos, aquilo que escondemos e o que precisamos.

 

"Entreaberto" tem direção artística de Ana Rita Barata, coordenação artística e pedagógica de Bruno Rodrigues e coreografia de Mara Pacheco. A interpretar esta peça estão Ana Sofia Pires, Andreia Bulhão, David Miguel, Jéssica Boneco, João Furtado, Nelson Moniz, Teresa Manjua e Carolina Carloto com Mafalda Estácio no espaço cénico e Joana Gomes na produção da CiM.

Recorde-se que a AFIDance é um grupo que pertence à  AFID Diferença, que criou este projeto.

Os bilhetes para poder assistir à peça têm o valor de 3€ sendo que para escolas e instituições de solidariedade social o valor é de 1€.

 
Para reservas e aquisição de bilhetes: 214 462 020 ou cnbc@apcl.org.pt

Artistas Unidos no arranque de 2020

A 15 de Janeiro, os Artistas Unidos estreiam A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller no Teatro da Politécnica. O espectáculo estará em cena de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro e conta com a interpretação de Américo Silva, André Loubet, Hugo Tourita, Inês Pereira, João Estima, João Madeira,João Pedro Mamede e José Vargas e encenação de Jorge Silva Melo.

No sábado, dia 18 de Janeiro, não haverá espectáculo e Jorge Silva Melo lê ÁJAX POR EXEMPLO de Heiner Müller com entrada livre, mediante reservas e sujeita à lotação da sala.

 

Em 2020, continua a digressão do espectáculo VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward com interpretação de Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso e encenação de Jorge Silva Melo. E até 25 de Janeiro, continua a exposição NESTES ÚTLIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves no Teatro Aveirense.

 

Voltamos às leituras de poesia EM VOZ ALTA.

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A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller Tradução Maria Adélia Silva Melo e Jorge Silva Melo Com Américo SilvaAndré LoubetHugo TouritaInês PereiraJoão Estima, João Madeira, João Pedro Mamede e José Vargas Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Música original João Madeira Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

Quero habitar nas minhas veias, na medula dos meus ossos, no labirinto do meu crânio.
Heiner Müller, A Máquina Hamlet

Um homem ergue-se das ruínas da história para anunciar que foi Hamlet. Para escapar à violência cíclica e contínua da história, o passado é questionado e desconstruído. Longe da narrativa psicológica, a paisagem da revolução traída. "O slogan da era Napoleónica ainda se aplica: Teatro é a Revolução em marcha."

Ainda li este texto manuscrito, passado clandestinamente da antiga RDA até à casa de Jean Jourdheuil no Bolulevard St Germain, em Paris onde tantas noites ouvi Heiner conversar bebendo uísque e café até nascer o dia. Traduzi-o então (1977?), no rescaldo do 25 de Novembro, quando sobre os nossos desejos se erguia a asa da normalização democrática. Li-o vezes sem conta, voltei a traduzi-lo. E eis que chega a altura de o lembrar. De o fazer com actores novos com quem quero conversar sobre o que perdemos, o que quisemos, o que tentámos, o que traímos, o que não soubemos, o preço desta vida que lhes deixamos, e as mulheres. E claro, convosco, falar da Esperança, imensa Maldição. Volto a Heiner Müller como quem volta àquelas longas conversas na cozinha do Jean. “Olha, já é manhã! Temos de ir dormir!”


JSM

A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller Tradução Maria Adélia Silva Melo e Jorge Silva Melo Com Américo SilvaAndré LoubetHugo TouritaInês PereiraJoão Estima, João Madeira, João Pedro Mamede e José Vargas Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Música original João Madeira Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

Quero habitar nas minhas veias, na medula dos meus ossos, no labirinto do meu crânio.
Heiner Müller, A Máquina Hamlet

Um homem ergue-se das ruínas da história para anunciar que foi Hamlet. Para escapar à violência cíclica e contínua da história, o passado é questionado e desconstruído. Longe da narrativa psicológica, a paisagem da revolução traída. "O slogan da era Napoleónica ainda se aplica: Teatro é a Revolução em marcha."

Ainda li este texto manuscrito, passado clandestinamente da antiga RDA até à casa de Jean Jourdheuil no Bolulevard St Germain, em Paris onde tantas noites ouvi Heiner conversar bebendo uísque e café até nascer o dia. Traduzi-o então (1977?), no rescaldo do 25 de Novembro, quando sobre os nossos desejos se erguia a asa da normalização democrática. Li-o vezes sem conta, voltei a traduzi-lo. E eis que chega a altura de o lembrar. De o fazer com actores novos com quem quero conversar sobre o que perdemos, o que quisemos, o que tentámos, o que traímos, o que não soubemos, o preço desta vida que lhes deixamos, e as mulheres. E claro, convosco, falar da Esperança, imensa Maldição. Volto a Heiner Müller como quem volta àquelas longas conversas na cozinha do Jean. “Olha, já é manhã! Temos de ir dormir!”

JSM

ÁJAX POR EXEMPLO de Heiner Müller Tradução João Barrento por Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica a 18 de Janeiro
Sáb às 19h00 | Entrada livre
(Sujeito à lotação da sala)

Eu dinossauro não de Spielberg estou sentado
Pensando na possibilidade
De escrever uma tragédia.

Heiner Müller, Ájax por Exemplo

Ájax por exemplo é um longo poema (169 versos) – ou um longo monólogo, sendo praticamente impossível distinguir as duas formas – sinuoso e descontínuo no seu desenvolvimento, e ao mesmo tempo familiar e erudito pela sua matéria. A primeira linha que o atravessa é a da poesia de circunstância: é a confidência de um escritor que, num quarto de hotel, entre um aparelho de televisão e uma janela que dá para a parte ocidental da nova Berlim, pensa escrever uma tragédia.

 

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém M12

 

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 4 de Janeiro de 2020

Em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi a 11 de Janeiro de 2020

Em Braga, no Theatro Circo a 24 de Janeiro de 2020

Em Santarém, no Teatro Municipal Sá da Bandeira a 1 de Fevereiro de 2020

Em Leiria, no Teatro José Lúcio Silva a 6 de Fevereiro de 2020

Em Coimbra, no Convento São Francisco a 8 de Fevereiro de 2020

Em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda a 15 de Fevereiro de 2020

Em Viseu, no Teatro Viriato a 21 e 22 de Fevereiro de 2020

No Teatro-Cine de Torres Vedras a 28 de Fevereiro de 2020

Em Torres Novas, no Teatro Virgínia a 29 de Fevereiro de 2020

No CCB – Centro Cultural de Belém de 4 a 9 de Março de 2020

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

 

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves

 

No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 4 de Janeiro

 

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

Jorge Silva Melo

 

 

EM VOZ ALTA

os nossos poetas

leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

 

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 

Em Setúbal, na Casa da Cultura, às 21h30:

30 de Janeiro de 2020 – Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
26 de Março de 2020 - Marcos Foz e Sebastião Belfort Cerqueira por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo
28 de Maio de 2020 - Jose Gomes Ferreira por Maria João Luís e João Meireles
30 de Julho de 2020 - Ramos Rosa por Lia Gama e Luís Lucas
24 de Setembro de 2020 - Castro Mendes por Jorge Silva Melo
26 de Novembro de 2020 - Fernando Assis Pacheco por Manuel Wiborg e Jorge Silva Melo

 

Em Cascais, na Casa Sommer, às 18h30:

25 de Janeiro de 2020 - Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
15 de Fevereiro de 2020 - Antonio Ramos Rosa por Luís Lucas e Lia Gama
21 de Março de 2020 - António Franco Alexandre por Luís Lucas e Catarina Wallenstein
18 de Abril de 2020 - José Gomes Ferreira por João Meireles e Maria Joao Luís
20 de Junho de 2020 – Carlos Oliveira por Luís Lucas e Jorge Silva Melo
19 de Setembro de 2020 - Luís Filipe Castro Mendes por Lia Gama e Jorge Silva Melo
24 de Outubro de 2020 - Fernando Assis Pacheco por Manuel Wiborg e Jorge Silva Melo
21 de Novembro de 2020 - Manuel Resende por Jorge Silva Melo e Nuno Gonçalo Rodrigues

 

 

A VOZ DOS POETAS

E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

 

20 de Janeiro de 2020 - Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
16 de Março de 2020 - Marcos Foz por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo
18 de Maio de 2020 - Vitorino Nemésio Andamento Holandês por Lia Gama e Luís Lucas (elenco a confirmar)
21 de Setembro de 2020 - Sebastião Belfort Cerqueira por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo

 

Jorge Mourato regressa ao stand up com SINCERA-MENTE em Janeiro

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Jorge Mourato regressa ao Stand Up com SINCERA-MENTE em Janeiro


Jorge Mourato leva o seu mais recente espectáculo de Stand UpSINCERA-MENTE, ao Teatro Villaret, em Lisboa, todas as Quartas-Feiras, a partir de 22 de Janeiro.

 

De volta ao registo de Stand Up, o actor acolhe-nos no seu mundo pessoal e convida-nos a ver o mundo que nos rodeia sob o seu ponto de vista, de forma divertida e sarcástica, blá, blá blá... Isto foi o que lhe pediram para escrever para descrever sucintamente o espectáculo…

 

Mas não vai ser nada disto, se querem saber a verdade. O Jorge vai estar de pé, com um microfone na mão, e vai falar sobre o que lhe apetecer e lhe der na real gana: pode ser de bichos, turistas, filmes, sogras, moda, TV, sexo (tem sempre de existir, senão ninguém aparece), emigrantes, família, amor…

 

O Jorge até vai fazer perguntas e convidar o público a manifestar-se sobre certos temas, vejam lá. Diz que é para se poder chamar de espectáculo interactivo, soa bem... (e sempre é da maneira que ele fala menos e o tempo vai passando mais rápido).

 

Depois de saber isto tudo, ainda tem dúvidas? Olhe, antes dúvidas do que dívidas. E como as tristezas não as pagam, está à espera de quê para aparecer?

 

Autoria e Interpretação Jorge Mourato

Produção Força de Produção


Bilhetes já à venda
https://ticketline.sapo.pt/evento/jorge-mourato-sincera-mente-47594

Projeto “De Pequenino ao de Pequenote”: “Kaô: Embalos do Mundo” no Fórum Cultural da Baixa da Banheira

Projeto “De Pequenino ao de Pequenote”

“Kaô: Embalos do Mundo” no Fórum Cultural da Baixa da Banheira

 

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O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 14 de dezembro, às 16:00h e às 17:15h, a peça de teatro “Kaô: Embalos do Mundo”, pela Monda Teatro-Música. Esta iniciativa, inserida no âmbito do projeto municipal “De Pequenino ao de Pequenote”, tem como destinatários crianças dos 2 aos 5 anos (na sessão das 16:00h) e bebés dos 3 aos 24 meses (às 17:15h).

A lotação por sessão é de 20 crianças e acompanhantes (um no palco, e restantes na plateia). A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia.

 

“Kaô: Embalos do Mundo” é um momento poético-musical com ações e canções sobre os primeiros passos e compassos na vida. Partindo de canções transmitidas de mãe para filho/a, de geração em geração, três mulheres exploram a força das vozes femininas e do canto polifónico, num espetáculo de teatro-música com melodias lusófonas e ibero-americanas. A palavra indígena “Kaô” recebe quem acaba de chegar, num concerto encenado para escutar e sentir ao colo.

Cocriação e Interpretação: Sofia Portugal, Susana Quaresma, Tânia Cardoso | Dramaturgia Visual e Encenação: Tânia Cardoso | Arranjos Vocais e Musicais: Sofia Portugal e Susana Quaresma | Cenografia: Celso Portugal | Figurinos: Liliana Santos | Apoio à Criação: SEA Palácio Marquês de Pombal – C. M. Oeiras | Apoio à Residência Artística: Centro de Animação Cultural de Mortágua | CCB - Fábrica das Artes /Centro Cultural de Belém (Dias da Música 2016) | Uma Produção A Monda Teatro-Música 2016.

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

 

Passatempo A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO

O Blog Cultura de Borla em parceria com INTERVALO GRUPO DE TEATRO tem bilhetes duplos para o espectáculo A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO no Auditório Municipal Lourdes Norberto para o dia 14 de dezembro (16h)  aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO

 

Um musical infantil sobre o poder da amizade e das segundas oportunidades

Era uma vez um Lobo, que de mau não tinha nada. Só, talvez, o facto de ser muito chato e demasiado melodramático. Um dia decide viajar e conhecer o mundo, mas nem tudo é como espera… “A Triste História de um Lobo” é um musical infantil da autoria de Miguel Partidário, produzido pelo Intervalo Grupo de Teatro, que estará em cena a partir de 30 de novembro, no Auditório Municipal Lourdes Norberto.

Dia 30 de Novembro estreia a nova produção infantil do Intervalo Grupo de Teatro, intitulada “A Triste História de um Lobo”. O musical conta de forma divertida – às vezes nonsense – a história de um Lobo que é muito mal entendido, enquanto revisita histórias da nossa infância, para mostrar que ser diferente não é necessariamente mau e para nos relembrar do poder da amizade e das segundas oportunidades.

A aventura começa quando o Lobo decide viajar para conhecer o mundo e as gentes além da sua aldeia. Na sua viagem conhece três porquinhos brincalhões, a Capuchinho Vermelho, o Pedro e uma Avó muito radical, mas… Se todos os lobos que eles conhecem são maus, será que o nosso herói vai conseguir fazer amigos?

Em cena aos sábados e domingos às 16h00, a partir de 30 de novembro, no Auditório Municipal Lourdes Norberto, em Linda-a-Velha, “A Triste História de um Lobo” está também disponível para festas de aniversário e para escolas durante a semana (por marcação).

“A Triste História de um Lobo”
Musical Infantil – M/6 anos

Sábados e Domingos: 16h00
Bilhetes: 7€ adultos; 5€ crianças
Escrito e Encenado por: Miguel Partidário

Produção: Intervalo Grupo de Teatro

Interpretação: Mafalda Aragão; Miguel de Almeida; Pedro Barroco; Rute Alfaiate
Morada: Auditório Municipal Lourdes Norberto, Largo da Pirâmide, 3N, Linda-a-Velha
Reservas e Marcações: intervaloteatro@gmail.com

Artistas Unidos | Esta semana

Últimos dias para assistir a VEMO-NOS AOS NASCER DO DIA de Zinnie Harris e ver a exposição DE NOITE, TODOS OS GATOS de João Gabriel só até sábado, dia 14 de Dezembro, no Teatro da Politécnica.

No mesmo dia, os Artistas Unidos apresentam VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima. E ainda às 18h30 na Casa Sommer, em Cascais, Luís Lucas e Manuel Wiborg lêem o Cancioneiro de Natal de David Mourão-Ferreira EM VOL ALTA. Até dia 25 de Janeiro, poderá visitar a exposição NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves no Teatro Aveirense.

 

VEMO-NOS AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris - fotog

 

VEMO-NOS AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris Tradução Francisco Frazão Com Andreia Bento e Joana Bárcia Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Pedro Carraca Uma produção Artistas Unidos M14

 

No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

 

Estamos junto ao mar, e houve  um naufrágio. Duas mulheres. Uma delas vê a outra surgir na neblina. Tentam reconstruir o que se passou para perceber como chegaram ali e como podem voltar a terra. Mas nada é o que parece. Quem já perdeu alguém perceberá este desejo de mais uns minutos com a pessoa amada.

 

Meet me at Dawn é uma peça sobre o amor e o luto. Queria que a peça tivesse uma relação com o mito de Orfeu e Eurídice, um mito criado para abordar a impossibilidade da morte; quando alguém morre, simplesmente não conseguimos aceitar que nunca mais veremos essa pessoa. Mas, e se pudéssemos ver essa pessoa mais uma vez? A forma não naturalista do teatro permite-nos imaginar um pouco de pó mágico e apresentar essa possibilidade.”

Zinnie Harris

 

 

DE NOITE, TODOS OS GATOS de João Gabriel

Curadoria Marta Espiridião

Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, Bolsas

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No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 

Entrevêem-se corpos à distância. É nesta penumbra, olhando as personagens destas histórias e as acções congeladas num tempo impossível de localizar, que se encontram os gatos. Esguios observadores, os seus contornos tão indefinidos como os das figuras que desenham contra a escuridão, são espectadores passivos do que se faz nas sombras. São eles que vêem quem olha e quem é olhado, sem nunca intervir no enquadramento, existindo num plano intocável duma narrativa tão maleável e lúbrica quanto a sua compleição. De noite, todos os corpos, e todos os gatos, são pardos.


Marta Espiridião

 

 

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém M12

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward - fotografia de Jor

 

Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 14 de Dezembro de 2019

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

 

 

EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

 

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 

Em Cascais, na Casa Sommer, às 18h30:
Sábado, 14 de Dezembro - Cancioneiro de Natal de David Mourão-Ferreira por Luís Lucas e Manuel Wiborg.

 

 

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves

 

No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 25 de Janeiro

Inauguração a 6 de Dezembro às 21h00

 

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

Jorge Silva Melo

 

"Caminhos de Pan" | Casa da Cultura-Setubal

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O Teatro Estúdio Fontenova vai estrear no 21 de Dezembro de 2019, às 22h, na Casa da Cultura, "Caminhos de Pan" a sua última performance de 2019  
a convite da Casa da Cultura.

Sinopse:  5 A.C. aprox., uma família da Nazaré com um bebé foge de Belém para o Egipto. 1212 D.C., milhares de crianças cristãs Europeias tentam cruzar a Europa e África para conquistar a Terra Sagrada aos Muçulmanos. 1939 D.C. milhares de crianças, na sua maioria Judias, são transportadas da Alemanha, Áustria, Checoslováquia, Polónia para países como França, Bélgica ou Reino Unido. 2017 D.C. aprox. um milhão de crianças procuram asilo na União Europeia. Fugir, procurar, cruzar, transportar, refugiar em procura de algo melhor, a sua Terra do Nunca. Nesta performance, com o espírito de Yule, ou Natal, bebemos da(s) história(s) de fuga, a partir de “A Cruzada das Crianças”, de Marcel Schwob.   

Ficha Artística e Técnica:
Criação e Interpretação: Eduardo Dias e Patrícia Paixão | Design e Operação Técnica: Leonardo Silva | Produção: Graziela Dias   

 

Local: Casa da Cultura – Sala José Afonso (1ºpiso)
Reservas: 265 236 168 . casacultura@mun-setubal.pt

Duração aprox:40 min.
Organização: CMS . TEFN

Estrutura Financiada por: República Portuguesa - Direção-Geral das Artes e Município de Setúbal

Artistas Unidos Novembro-Dezembro

Os Artistas Unidos continuam a carreira de VEMO-NOS AO AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris, no Teatro da Politécnica até 14 de Dezembro. Também até 14 de Dezembro poderá visitar a exposição de João Gabriel DE NOITE, TODOS OS GATOS. Fora do Teatro da Politécnica, terminam este fim-de-semana as VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward no TNSJ – Teatro Nacional São João, até dia 1 de Dezembro. Seguindo depois para Aveiro, onde também poderá visitar a exposição NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves.

 

VEMO-NOS AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris Tradução Francisco Frazão Com Andreia Bento e Joana Bárcia Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Pedro Carraca Uma produção Artistas Unidos M14

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No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

 

Estamos junto ao mar, e houve  um naufrágio. Duas mulheres. Uma delas vê a outra surgir na neblina. Tentam reconstruir o que se passou para perceber como chegaram ali e como podem voltar a terra. Mas nada é o que parece. Quem já perdeu alguém perceberá este desejo de mais uns minutos com a pessoa amada.

 

Meet me at Dawn é uma peça sobre o amor e o luto. Queria que a peça tivesse uma relação com o mito de Orfeu e Eurídice, um mito criado para abordar a impossibilidade da morte; quando alguém morre, simplesmente não conseguimos aceitar que nunca mais veremos essa pessoa. Mas, e se pudéssemos ver essa pessoa mais uma vez? A forma não naturalista do teatro permite-nos imaginar um pouco de pó mágico e apresentar essa possibilidade.”

Zinnie Harris

 

 

DE NOITE, TODOS OS GATOS de João Gabriel

Curadoria Marta Espiridião

Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, Bolsas

 

No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 

Entrevêem-se corpos à distância. É nesta penumbra, olhando as personagens destas histórias e as acções congeladas num tempo impossível de localizar, que se encontram os gatos. Esguios observadores, os seus contornos tão indefinidos como os das figuras que desenham contra a escuridão, são espectadores passivos do que se faz nas sombras. São eles que vêem quem olha e quem é olhado, sem nunca intervir no enquadramento, existindo num plano intocável duma narrativa tão maleável e lúbrica quanto a sua compleição. De noite, todos os corpos, e todos os gatos, são pardos.


Marta Espiridião

 

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém M12

 

No Teatro Nacional São João de 14 de Novembro a 1 de Dezembro de 2020

 

No Teatro Aveirense a 6 de Dezembro de 2019

 

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

 

 

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves

 

No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 4 de Janeiro

Inauguração a 6 de Dezembro às 18h00

 

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

Projeto “Os Nossos Autores”: “A Birra do Morto” no Fórum Cultural

Projeto “Os Nossos Autores”

“A Birra do Morto” no Fórum Cultural

 

No âmbito do projeto municipal “Os Nossos Autores”, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, nos dias 29 e 30 de novembro, às 21:30h, a peça de teatro “A Birra do Morto”, pelo Grupo de Teatro “Os Zecas”, com encenação de Luciano Barata. A peça tem entrada gratuita.

 

Esta Birra do Morto é uma farsa tragicómica ou ainda um exercício de humor carregado de cenas insólitas e inverosímeis, por vezes interagindo, num registo sobrenatural e bizarro, com o teatro do absurdo.

Este morto que tem uma birra, que se recusa a ser enterrado e que, para além de embirrar com a médica, com a mulher que o vem vestir, com o dono da agência funerária, com os vizinhos e amigos, com as forças da ordem, com as urnas e com os fantasmas, ainda consegue embirrar consigo próprio, pois tem medo de dormir sozinho seja onde for.

Mas o que é certo é que tudo isto não passa de uma subversão metafórica e trocista, exorcizando o caixão e o ritual do velório que nos amedrontam desde que nascemos e, acima de tudo, para ridicularizar os constrangimentos e medos perante a morte. Todavia, este imbróglio dramático torna óbvio que a vida já não é o que era, e que morrer está mesmo pela hora da morte!

Luciano Barata

 

Direção e Encenação: Luciano Barata | Interpretação: Beatriz Bárbaro; Celina Figueiredo; Joana Guerreiro; Justino Ramos; Jorge Paulino; Mariana Bárbaro; Miguel Gomes; Natacha Flor; Paula Almeida; Samuel Fitas; | Figurinos e Coreografias: Inês Nunes


Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.