Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Está quase a chegar o Lisboa na Rua

011d725e-16df-4712-993a-02c8b7f3665b (1).jpg

 

Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
 
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.
 
Abrimos o programa com o Festival Política (que normalmente acontece em abril) no Cinema São Jorge que apresenta propostas variadas durante 4 dias (entre 13 e 16 de agosto), num convite à reflexão sobre a temática do Ambiente e do desenvolvimento sustentável, no ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia.
 
Celebramos também a Capital Verde com a estreia de “Outro Olhar”, uma instalação artística da dupla de artistas Luke Egan e Pete Hamilton (do Reino Unido), que se destacou pela sua inovação no panorama internacional de arte urbana e que durante um mês dará vida às árvores um pouco por toda a cidade
 
Em setembro assinalamos um aniversário muito especial, os 70 anos de Jorge Palma, com um concerto exclusivo que será transmitido online no Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC – Cultura na Rua, no dia 12, pelas 21h30. Neste espetáculo, intitulado “70 Voltas ao Sol”, o cantor, compositor e músico estará ao piano, acompanhado por uma pequena orquestra e com Cristina Branco e Dead Combo, como convidados.
 
Ainda antes, nos primeiros dias de setembro, continuamos a celebrar Amália, dando voz à diva maior do Fado, desta vez no grande ecrã com “Amália no Cinema”, um ciclo de cinema no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta. Quatro filmes protagonizados por Amália e comentados, ao vivo, por vários convidados.
 
O jardim do Museu de Lisboa, será igualmente palco para o Dançar a Cidade. Um desafio para experimentar vários estilos de dança, ao ar livre e a solo, que se estende ao Palácio Baldaya (em Benfica), todos os domingos de setembro.
 
Na Estufa Fria apresentamos, especialmente para os mais novos, mais uma das Antiprincesas, dando a conhecer, desta vez, a médica feminista Beatriz Ângelo em histórias dramatizadas com sessões de manhã e à tarde, durante todos os fins de semana também do mês de setembro.
 
Ainda no âmbito da Capital Verde Europeia, o festival Lisboa Soa (24 a 27 de setembro) ocupará vários locais da cidade com esculturas sonoras, e a comunidade de leitura em espaços verdes Ecotemporâneos instala-se na Quinta da Alfarrobeira (em São Domingos de Benfica), para mais duas sessões à volta dos livros, desta vez protagonizadas por Jorge Silva Melo (29 de agosto) e Gisela João (27 de setembro).
 
Nesta edição do Lisboa na Rua reservamos música clássica para todos, com a Orquestra Gulbenkian e os seus Solistas a interpretarem obras intemporais em três concertos de entrada gratuita. Continuamos também a aliar a cultura à descoberta de novos lugares e é a isso mesmo que convida a Open House, este ano num novo formato, com um programa de passeios sonoros realizado apenas no exterior.
 
Entre agosto e setembro o Lisboa na Rua convida ainda a ver Cinema no Estendal, a desfrutar dos festivais Bairro em FestaFUSOLisboa Mágica e Chapéus na Rua ou a ouvir música experimental nas Noites de Verão da Galeria Quadrum (em Alvalade) e também no espaço O’Culto da Ajuda com Formações Extraordinárias.
 
Este ano a ilustração do programa tem a assinatura de AKA Corleone (alter ego de Pedro Campiche), numa combinação original de cores, personagens e formas que caracterizam este artista visual natural de Lisboa.
 
Toda a programação em www.culturanarua.pt 

“O NOSSO REINO” NO FESTIVAL NOUVEAU CINEMA

 

23 de setembro, 2020 – Vila do Conde – Agência da Curta Metragem

O Nosso Reino”, última curta-metragem de Luís Costa, terá a sua estreia internacional na 49ª edição do Festival du Nouveau Cinema de Montreal que irá decorrer de 7 a 18 de outubro, no Canadá.
 
Com produção da Bando À Parte e distribuição da Agência da Curta Metragem, “O Nosso Reino” é o segundo filme do realizador Luís Costa a integrar a competição internacional do Festival du Nouveau Cinema de Montreal e conta com a participação dos atores Afonso Lobo e António Júlio Duarte. O filme, que terá estreia mundial no próximo Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, é inspirado no romance homónimo de Valter Hugo Mãe e tem como pano de fundo uma aldeia onde o espaço e o tempo se esgotam.
 
“Criar um filme a partir de uma obra anterior pressupõe sempre um desafio natural de gerir a referência e o afastamento dela.” – explica Luís Costa – “Ainda que não siga formalmente a estrutura narrativa do livro do Valter, "O Nosso Reino" tenta compor uma espécie de poema visual que transporta o peso da obra literária, trabalhando a ideia de um tempo e espaço suspensos através das personagens e do universo que as rodeia.”
 
Na sua 49ª edição, o festival irá decorrer numa versão mista: presencial e online. O Festival du Nouveau Cinema, é o maior festival de cinema internacional do Quebec e o mais antigo do Canadá, conhecido pela sua programação de qualidade. Mais informações sobre o festival aqui.


​Biografia de Luís Costa:
​Luís Costa nasceu em 1993, no Porto. Em 2014 conclui a Licenciatura de Som e Imagem, na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Trabalhou em diversos projectos na área audiovisual, tendo as suas duas curtas-metragens de contexto académico sido reconhecidas em vários festivais nacionais e internacionais. Tem também desenvolvido projectos paralelos de fotografia e videoclips, entre outros. É co-fundador e realizador do projecto Pinehouse Concerts e em 2017 estreou “O Homem Eterno”, onde se destaca o prémio Sophia de melhor curta-metragem documental pela Academia Portuguesa de Cinema.

“A Herdade” e “Variações” são os grandes vencedores dos Prémios Sophia 2020

 

 

Os grandes vencedores da oitava edição dos Prémios Sophia, que decorreu ontem no Casino Estoril, foram as longas-metragens A Herdade, do realizador Tiago Guedes, e Variações, do realizador João Maia. Ambos arrecadaram sete estatuetas.

A Herdade vence os prémios mais importantes de Melhor Filme, Melhor Realizador (Tiago Guedes), Melhor Argumento Original, Melhor Atriz Principal (Sandra Faleiro), Melhor Atriz Secundária (Ana Vilela da Costa), Melhor Montagem e Melhor Direção de Fotografia.

As distinções de Variações aconteceram nas categorias de Melhor Ator Principal e Secundário (Sérgio Praia e Filipe Duarte) e em cinco prémios mais técnicos - Melhor Guarda-Roupa, Melhor Maquilhagem e Cabelos, Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original e Melhor Som.

Fazendo o balanço da cerimónia o Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, Paulo Trancoso, salientou “No balanço, a felicidade de se ter vencido «contra ventos e tempestades» e ter dado mais um passo na maturidade da Academia, sempre na homenagem e defesa intransigente do cinema português!“

Durante a gala, animada pelas atrizes Ana Bola e Joana Pais de Brito, foram ainda entregue o prémio Sophia Estudante a Ricardo M. Leite, da Escola Superior de Media Artes e Design e três prémios Sophia Carreira a Alfredo Tropa, António-Pedro Vasconcelos e Fernando Matos Silva. Numa noite atípica, pautada por fortes medidas de controlo sanitário, foram ainda recordados os grandes nomes da Sétima Arte portuguesa que faleceram no último ano, num momento In Memoriam, ao som da guitarra portuguesa.

Conheça aqui a lista completa de premiados

 

SERRALVES // 19 & 20 SET // CINEMA DE YOKO ONO PARA VER EM SERRALVES

 

 

O CINEMA DE YOKO ONO PARA VER EM SERRALVES

 

SETE CURTAS DE YOKO ONO (E JOHN LENNON)

&

IMAGINE

 

Imagem: https://we.tl/t-K5sgNgDiK7

Yoko Ono, CUT PIECE, 1964/1965; Performed by the artist, as part of NEW WORKS OF YOKO ONO, Carnegie Recital Hall, New York City; (March 21, 1965); Photo: Minoru Niizuma

© Yoko Ono

 

A primeira parte do programa inicia no sábado, dia 19, pelas 17.00 com SETE CURTAS DE YOKO ONO E JOHN LENNON. A japonesa Yoko Ono, nome seminal da arte conceptual, experimentou a realização de cinema em meados dos anos 1960, em Nova Iorque, através do coletivo Fluxus, comandado por George Maciunas. Nestas sete curtas, Ono dá a ver a variedade e complexidade dos filmes feitos por si realizados, começando pelos trabalhos com câmara de alta velocidade (Film no. 1 (Match) Eyeblink), passando pelas performances filmadas (tanto as mais antigas, Lion Wrapping Event, 1967, e Museum of Modern Art, 1971, como as mais recentes, Painting to Shake Hands, 2012), sem esquecer, naturalmente, as suas colaborações com John Lennon (Two Virgins e Apotheosis). Sete filmes que pensam o próprio meio do cinema, exploram os limites da representação,  investigam as possibilidades desta arte do tempo e que, também, nos divertem, surpreendem e interrogam.

 

No dia seguinte, domingo,  à mesma hora, 17h00, no auditório de Serralves, os olhares vão para  IMAGINE.  Filme icónico, Filmado de forma improvisada a partir do álbum homónimo de John Lennon (mas também com temas do álbum de Yoko Ono, FLY),  é um filme solar, de uma enorme liberdade formal, repleto de elementos surrealistas que, segundo Ono, remetem para a obra do poeta e realizador Jean Cocteau.  Praticamente sem palavras, apenas guiada pelas letras das canções e por obras da artista (surgem, ao longo do filme, Play it by Trust, o tabuleiro de xadrez composto apenas por peças brancas, o livro Grapefruit e performances como a Bag Piece e a Whisper Piece), o filme conta com a participação de amigos do casal como George Harrison e o cineasta de vanguarda Jonas Mekas, mas também Andy Warhol, o ator Jack Nicholson, o apresentador de televisão Dick Cavett e um número musical com Fred Astaire. Restaurado e remasterizado em 2018, a partir dos elementos originais, esta será a primeira apresentação da nova cópia do filme em Portugal.

 

 

PROGRAMA:

            SÁBADO (19 SET), 17:00

 

 

SETE CURTAS DE YOKO ONO (E JOHN LENNON)

Auditório do Museu

 

USA,UK | 1966-2012 | 68 min.

Yoko Ono, John Lennon

 

  1. FilmNo. 1 ('Match') [Fluxfilm No. 14], 1966, USA, 5 min.

© 1966 Yoko Ono

  1. Eyeblink[Fluxfilm No. 15], 1966, USA, 2 min.

© 1966 Yoko Ono

  1. Two Virgins, 1968, UK, John Lennon/Yoko Ono, 19 min.

© 1968 Yoko Ono Lennon

  1. Lion Wrapping Event, 1967, UK, 26 min.

© 1967 Yoko Ono

  1. Museum Of Modern Art, 1971, USA, 9 min.

© 1971 Yoko Ono

  1. Painting To Shake Hands, 2012, UK, 5 min.

© 2012 Yoko Ono

  1. Apotheosis, 1970, UK, John Lennon/Yoko Ono, 18 min.

© 1970 Yoko Ono Lennon

 

DOMINGO (20 SET), 17:00

 

IMAGINE

CINEMA

Auditório

USA | 1972 | 74 min.

Yoko Ono, John Lennon

Estreia portuguesa na nova cópia digital restaurada

 

 

 

Cinema japonês contemporâneo no Museu do Oriente

28 de Agosto a 19 de Setembro com entrada gratuita

 

A marcar o regresso do cinema ao Auditório do Museu do Oriente, o ciclo “Sozinhos Juntos” realiza-se de 28 de Agosto a 19 de Setembro, com sessões gratuitas às sextas-feiras e sábados, para assinalar os 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal.

 

As relações humanas - românticas, familiares, sociais e profissionais - sob o signo da melancolia, são o fio condutor dos quatro filmes contemporâneos, cada um apresentado em duas datas distintas e legendados em português.

 

O ciclo inicia-se, a 28 de Agosto (com repetição a 12 de Setembro), com “The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” [2017], de Yuya Ishii. O filme conta a história de Mika, uma enfermeira durante o dia, uma anfitriã de um 'bar feminino' à noite, sujeita a sentimentos de ansiedade e isolamento, e incapaz de expressar ternura para com qualquer pessoa. Sosuke Ikematsu, um dos jovens actores mais importantes do Japão, interpreta o papel de Shinji, que enfrenta o dia-a-dia como trabalhador da construção civil com uma sensação de destruição iminente, mas que ainda tenta encontrar a fonte de uma esperança inominável que sente por dentro. O cenário é Tóquio, em 2017, onde palavras vazias, um sentimento de desgraça e sentimentos de isolamento coexistem com esperança, confiança e amor.

 

“Dear Stranger” [2017], de Yukiko Mishima, é apresentado a 29 de Agosto e 4 de Setembro. Neste filme, um homem de 40 anos vê a sua vida mudar quando a esposa engravida. Ele já tem uma filha do primeiro casamento, que raramente vê, e duas enteadas do primeiro casamento da esposa. A enteada mais nova está ansiosa por um irmão ou irmã bebé, mas a mais velha não aceita as notícias e de repente decide que quer morar com o pai. E como se isso não bastasse, ele é forçado a sair do cargo elevado na empresa onde está para uma posição inferior.

 

A 5 e 11 de Setembro, “Three Stories of Love” [2015], de Ryosuke Hashiguchi, mostra três histórias distintas que trilham um fio de esperança, amor, rejeição e abandono. Atsushi é um trabalhador da construção civil que ficou viúvo após um assassinato não premeditado. O marido de Toko não está interessado nela, nem em como a sua mãe a trata. Shinomiya é um advogado cuja homossexualidade levou a um amor incompatível.

 

“Life on the longboard 2nd wave” [2019], de Ichiro Kita, encerra este ciclo, a 18 e 19 de Setembro. A história centra-se em Kotaro Umehara, um surfista, que quando via boas ondas para o surf, esquecia o trabalho, os compromissos, e assim vivia o seu dia-a-dia em Shonan, com trabalhos precários. Um dia, a namorada acabou por aborrecer-se com ele e mandou-o embora do apartamento onde moravam. Kotaro, então, foi até à ilha de Tanegashima, na prefeitura de Kagoshima, contando com Kudo Ginji, surfista que o tratara sempre como irmão. No entanto, na loja de surfistas de Ginji, recebeu a notícia que este já tinha morrido e foi a sua filha, Mika Kudo, que o atendeu. No entanto, Mika, que dirigia a loja sozinha, começou a afugentar Kotaro que não tinha um tostão. Sem nada para fazer, Kotaro pediu a Mika para levá-lo à praia de Kanehama, onde encontrou um belíssimo mar, com ondas maravilhosas, local de paragem diária para muitos surfistas. Este filme retrata a história do renascimento de um homem que havia desistido do seu sonho, mas que depois tentou erguer-se de novo, enfrentando-se a si próprio, através do surf, cercado pela bondade das pessoas ao seu redor.

 

Uma co-organização da Embaixada do Japão, Fundação Oriente, Japan Foundation e Câmara Municipal de Nishinoomote, o ciclo insere-se no âmbito dos 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal.

 

 

“Sozinhos Juntos” – As relações humanas no cinema contemporâneo japonês

28 de Agosto a 19 de Setembro

18h00

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia e sujeita à capacidade da sala e cumprimentos das normas anti-Covid 19.

Filmes legendados em português.

Co-organização: Embaixada do Japão e Fundação Oriente, Japan Foundation e

Câmara Municipal de Nishinoomote

 

“The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” [2017]

de Yuya Ishii

28 de Agosto e 12 de Setembro

18h00

Duração: 1h48

 

 

“Dear Stranger” [2017]

de Yukiko Mishima

29 de Agosto e 4 de Setembro

18h00

Duração: 2h07

 

 

“Three Stories of Love” [2015]

de Ryosuke Hashiguchi

5 e 11 de Setembro

18h00

Duração: 2h20

 

“Life on the longboard 2nd wave” [2019]

de Ichiro Kita

18 e 19 de Setembro

18h00

Duração: 1h52

Trailer

 

UCI Cinemas apresenta oferta cultural além de estreias cinematográficas

 

Líder europeu de exibição cinematográfico do grupo ODEON, apresenta dois eventos culturais: André Rieu’s Magical Maastrich e Idiot Prayer - Nick Cave Alone at Alexandra Palace

 

O UCI Cinemas continua a despertar todas aquelas emoções do “grande ecrã” com um cartaz de novas estreias, mas também com eventos culturais.

 

“A Vida Extraordinária de David Copperfield”,“A minha querida nora”, “O Fim do Mundo”, “O Segredo do Refúgio” e “Um Príncipe em apuros” são os títulos com estreia, a partir de hoje, dia 17 de setembro.

 

Além disso, a juntar a estas estreias o Líder europeu de exibição cinematográfico do grupo ODEON apresenta dois eventos culturais - as encantadoras valsas de André Rieu e a incomparável Orquestra Johann Strauss  e, Idiot Prayer - Nick Cave Alone at Alexandra Palace -, para desfrutar em companhia e com o conforto e grandiosa imagem que o cinema oferece.

 

O rei da valsa criou a André Rieu’s Magical Maastricht: Together in Music, para celebrar os 15 anos dos gloriosos concertos em Maastricht. André selecionou as suas performances mais fantásticas e as suas canções mais emotivas que nos trará um ambiente alegre, dos seus concertos icónicos ao ar livre em Maastricht para as salas do seu cinema local.

 

A apresentadora de cinema Charlotte Hawkins juntar-se-á a André Rieu para uma entrevista exclusiva da Praça Vrijthof em Maastricht, revelando como a vida mudou para o maestro durante a pandemia global e o que ela significa para o futuro. Como é que ele está a lidar com isolamento como músico, como pai e como avô? Esta é a melhor forma de se aproximar e sentir- se mais perto de André Rieu!

 

Idiot Prayer - Nick Cave Alone at Alexandra Palacegravado, quando o Reino Unido estava lentamente a sair do confinamento, concebido como uma reação a esta situação e ao isolamento dos meses anteriores. É uma lembrança de um momento estranho e frágil da nossa história. O premiado diretor de fotografia Robbie Ryan (A Favorita, História de um Casamento, American Honey) esteve encarregue da filmagem no impressionante Salão Oeste do Palácio de Alexandra. A edição foi feita por Nick Emerson (Lady Macbeth, Emma, Greta) e a banda sonora tem a assinatura de Dom Monks.

 

De salientar que os protocolos de higiene e segurança no UCI Cinemas continuam assegurados, para garantir a melhor experiência de cinema e o bem-estar de clientes.

 

Para mais informação sobre o compromisso da UCI “Somos cinema mais seguro” visite o site: ucicinemas.pt/cinemaseguro

 

Essencial Fellini quase a acabar e a estreia de #Anne Frank - Vidas Paralelas

 

Essencial Fellini despede-se dos cinemas com A Voz da Lua


O último filme realizado por Fellini foi escolhido para encerrar o ciclo a partir de 10/09 e é baseado no romance Il poema dei lunatici, de Ermano Cavazzoni e recupera os temas de A Estrada, enquanto parábola dos cândidos que procuram o amor.

Ivo Salvini (Roberto Benigni) é um lunático visionário de alma inocente. Delicia-se com a vida provinciana e nutre um amor desmesurado por Aldina (Nadia Ottaviani), a mulher que ele diz ter o rosto da Lua. Este derradeiro filme de Fellini é um angustiado retrato do louco e do moderno.

No âmbito das celebrações do centenário de Federico Fellini, o ciclo Essencial Fellini traz de volta aos cinemas algumas das principais obras do grande maestro. Uma iniciativa da Risi Film e da Alambique, com o apoio da Festa do Cinema Italiano e do Istituto Italiano di Cultura.

A partir de 10 de Setembro em:

Espaço Nimas (Lisboa) 

O Cinema da Villa (Cascais) 

Cinema Trindade (Porto)

 

#Anne Frank - Vidas Paralelas estreia a 24/09

A vencedora de um Oscar® Helen Mirren retraça a vida de Anne através das páginas do seu diário, e a vida de outras 5 mulheres que, quando crianças e adolescentes, também foram levadas para campos de concentração porém sobreviveram ao Holocausto.

O documentário lança um novo olhar sobre a trajetória de Anne Frank e um período tão turbulento da história mundial. Quanto mais o tempo passa, mais são necessárias novas formas de comunicar aos jovens os relatos sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial. Esta é a proposta deste filme, a ter como mote a grande identificação dos jovens com Anne Frank que ocorre ainda hoje.

 

A partir de 24 Setembro em:

City Alvalade (Lisboa)

UCI El Corte Inglès (Lisboa)

UCI Arrábida (Vila Nova de Gaia)

O Cinema da Villa (Cascais)

14.ª edição do MOTELX arranca hoje. Destaques diários (7-14 Setembro)

 

 

Cartaz_Digital.jpeg

 

 

 

 

São 8 dias e mais de 70 sessões para matar saudades do grande ecrã e mostrar o lugar único que o cinema de terror tem no mundo de hoje. Com segurança reforçada mas o ADN de sempre, a 14.ª edição do MOTELX começa hoje e prolonga-se até à próxima segunda-feira (14 de Setembro), sempre no Cinema São Jorge.

Destaques diários

Segunda-feira, 7 de Setembro
Numa edição que apresenta filmes dos cinco continentes, a primeira noite de MOTELX traz a estreia mundial de “A Beast in Love”, pérola negra do veterano do terror japonês Koji Shiraishi. “Malasaña 32”, do catalão Albert Pintó, é o filme de terror paranormal que marca a já esgotada sessão de abertura do Festival, a que se segue o road movie sul-africano “Fried Barry” (Ryan Kruger). A primeira sessão de meia-noite do Festival mostra “Hunted”thriller de Vincent Paronnaud (co-realizador de “Persepolis”) que recupera a história do Capuchinho Vermelho na era me too.

Terça-feira, 8 de Setembro
Depois de servidas as primeiras “Curtas ao Almoço” (diariamente às 13h), o segundo dia de MOTELX apresenta mais uma estreia mundial: “History of the Occult”, uma história surpreendente do argentino Cristian Jesús Ponce sobre a relação sombria entre a política e o fenómeno das bruxas. O conto gótico “Sanzaru”, do americano Xia Magnus, surge em estreia europeia, e começa a competição pelo Prémio MOTELX – Melhor Longa de Terror Europeia/Méliès d’argent com títulos como “Sputnik” (Egor Abramenko), um híbrido sci-fi- terror passado na União Soviética da Guerra Fria. “White Dog”, de Samuel Fuller (1982), é o primeiro dos sete filmes da retrospectiva “Pesadelo Americano: Racismo e Cinema de Terror”, eixo central do Festival.

Quarta-feira, 9 de Setembro
O terceiro dia do MOTELX começa com uma sessão do Lobo Mau dedicada aos mais novos e termina com “First Love” em sessão de meia-noite, o 103.º filme de um dos grandes favoritos dos festivais de cinema de género, Takashi Miike. Pelo meio há filmes como “Pelican Blood”, de Katrin Gebbe, e “Relic”, de Natalie Erika James, dois dos títulos da nova vaga de terror feminino que este ano ocupa um lugar de destaque no MOTELX.

Quinta-feira, 10 de Setembro
Em 2020, a programação do MOTELX não poderia ignorar o terror da crise pandémica. Na quinta-feira o Festival exibe “Epidemic” de Lars von Trier, filme desconcertante de 1987 em que o realizador interpreta um médico à procura da vacina para uma epidemia que saltou de um guião de terror para a realidade. O dia termina com “Host” de Rob Savage, uma aterradora sessão espírita filmada pelo Zoom durante a quarentena, mas antes há propostas como “Amulet”, estreia da actriz Romola Garai na realização, e “Teddy”, filme francês de lobisomens inspirado em Stephen King (Ludovid e Zoran Boukherma).

Sexta-feira, 11 de Setembro
Sexta-feira traz uma das estreias mais aguardadas do MOTELX: “Saint Maud”, de Rose Glass, uma visão original e corajosa sobre fé e loucura com carimbo dos estúdios A24. Num registo de comédia, monstros prostéticos e gore“Psycho Goreman” de Steven Kostanski é aposta segura para encerrar a noite. Outros destaques incluem a primeira de duas sessões de curtas experimentais de terror“La Llorona” de Jayro Bustamante, uma metáfora da história recente da Guatemala e das suas feridas políticas, e o clássico “Candyman” (1992, Bernard Rose), que este ano conhecerá uma nova versão pela mão de Jordan Peele.

Sábado, 12 de Setembro
Sábado reserva um dos momentos altos da 14.ª edição do MOTELX: Pedro Costa estará presente no Festival para conversar sobre a sua declarada afinidade com o universo do terror e do fantástico. Uma sessão integrada na secção Quarto Perdido, este ano intitulada “Pedro Costa: Filmar as Trevas”. Num dia recheado de propostas, há a destacar a estreia de “Antebellum”, filme sobre as tensões raciais na América com Janelle Monáe no seu primeiro papel principal, o êxito indonésio “Impetigore” (Joko Anwar), o clássico “The Intruder” de Roger Corman (convidado do MOTELX em 2017), e “Macabro”, filme de Marcos Prado baseado numa história real que chocou o Brasil nos anos 90.

Domingo, 13 de Setembro
À semelhança de Sábado, Domingo traz a oportunidade de assistir a uma sessão dedicada às curtas portuguesas em competição pelo Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa/Méliès d’argent, seguida por uma conversa com os realizadores moderada pelo Shortcutz Lisboa. Logo depois há masterclass com a produtora Bro Cinema sobre as aventuras de filmar “Color Out of Space” em Sintra com os excêntricos Richard Stanley e Nicolas Cage (e alpacas). Na secção “Doc Terror” será possível ver “Leap of Faith”, documentário de Alexandre O. Philippe sobre “O Exorcista”. Destaques de ficção incluem a fantasia japonesa “Dancing Mary” e “AV: The Hunt”, corajoso thriller turco que retrata a luta de uma mulher numa sociedade patriarcal. Descrito pela crítica como “Psycho para a era do alojamento local”, “The Rental”, de Dave Franco, é o filme escolhido para a sessão de encerramento do MOTELX.

Segunda-feira, 14 de Setembro
Este ano o MOTELX termina pela primeira vez com um dia em que será possível ver ou rever alguns dos filmes mais populares do Festival, incluindo o filme vencedor do Prémio MOTELX – Melhor Longa de Terror Europeia. Mas também há lugar para novidades nas curtas e na secção Doc Terror. “Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street” é um documentário sobre Mark Patton e o seu papel enquanto primeiro Scream Queen masculino do cinema de terror. Por fim, e para fechar o ciclo “Pesadelo Americano: Racismo e Cinema de Terror”, será possível voltar a ver no grande ecrã o já clássico “Get Out” (Jordan Peele, 2017).

Os bilhetes para o MOTELX estão à venda no Cinema São Jorge, na Ticketline e em pontos de venda associados. As medidas de segurança em vigor durante o Festival podem ser consultadas em www.motelx.org.

Filmes Vencedores do IndieLisboa 2020

 

A realizadora Maya Da-Rin vence o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa com o seu filme A Febre, um filme que explora as pressões de um modo de vida urbano e moderno. O júri da Competição Internacional galardoou ainda Victoria, de Isabelle Tollenaere, Liesbeth De Ceulaer e Sofie Benoot, com o Prémio Especial do Júri Canais TVCine. O Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa foi entregue a O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, enquanto que o Prémio de Melhor Realização para uma Longa Metragem Portuguesa foi para A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos. Enquanto isso, o Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa foi atribuído a Meine Leibe, de Clara Jost. E o Prémio Novo Talento FCSH/NOVA revelou a "irreverência cinematográfica" de Bernardo e Afonso Rapazote, em Corte. O Grande Prémio de Curta Metragem foi entregue a Tendre, de Isabel Pagliai.

 

 

 

 

 

 

 

 

Sessões Filmes Premiados
 
Como sempre, a seguir ao festival, segue-se a semana com sessões dos filmes premiados - no Cinema Ideal. Aqui ficam as datas: 
 
Cinema Ideal
 
7 setembro
19:30 Meine Liebe, de Clara Jost + O Fim do Mundo, de Basil da Cunha | Bilhetes
22:00 A Febre, de Maya Da-Rin | Bilhetes
 
8 setembro
19:30 White Riot, de Rubika Shah | Bilhetes
22:00 Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha | Bilhetes

9 setembro
19:30 Curtas Premiadas | Bilhetes
22:00 Todos os Mortos, de Caetano Gotardo, Marco Sutra | Bilhetes
 

Primeira Semana da 17ª Edição do IndieLisboa

 

transferir (6).jpg

 

Após uma semana intensa e surpreendente de festival, com várias sessões esgotadas, e muitos reencontros entre realizadores, programadores e espectadores, preparamo-nos para o arranque da segunda semana, com mais 6 dias na Culturgest, no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa, no Cinema Ideal e no Capitólio. 
 
Depois de 14 sessões e 2 oficinas esgotadas até agora e muitas outras muito cheias, o sentimento transmitido pelos espectadores do IndieLisboa é de completa segurança dentro das salas (que seguem todos os procedimentos indicados pela Direcção Geral de Saúde) e de grande apreço pelos filmes já vistos e escolhidos pela equipa de programação. Queremos agradecer ao público esta confiança demonstrada e estamos ainda mais expectantes para a segunda semana de festival. 
 
Para além da sessão de abertura, com La Femme de Mon Frère, um filme de Monia Chokri, destaca-se o interesse nas estreias mundiais de Ana e Maurizio, de Catarina Mourão, Entre Leiras, de Cláudia Ribeiro, e O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, destacam-se as sessões Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, filme que integra a secção Silvestre, as sessões Guelwaar e Borom Sarret + La Noire De...+ Tauw, ambas parte integrante da retrospectiva do Ousmane Sembène, a conversa sobre as retrospectivas presentes este ano no festival, a única das Lisbon Talks que decorreu de forma presencial na Esplanada da Cinemateca, "Forum 50 & Ousmane Sembène: O Cinema como Forma de Reflexão e Acção Política", que se prolongou até ao cair da noite e teve o apoio do Instituto Goethe e a Associação São Bartolomeu dos Alemães. No universo do IndieMusic, é de sublinhar o White Riot, sessão esgotada no passado dia 28 de Agosto, e que passa novamente hoje, dia 1 de Setembro, às 21h30 no Capitólio, assim como Show Me The Picture: The Story of Jim Marshall, sessão também ela esgotada que volta a repetir no próximo dia 3 de Setembro, às 21h30 no Capitólio. 
 
Com o chegar do primeiro fim-de-semana, acolhemos o público mais jovem, tendo esgotado todas as oficinas, recebemos o filme mais longo do festival, com 8 horas, The Works and Days (Of Tayoko Shiojiri in the Shiotani Basin), e filmes muito estimulantes como Vendrá La Muerte y Tendrá tus Ojos, de José Luis Torres Lleiva, A Febre, de Maya Da-Rin, Rizi, de Tsai Ming-Liang, e Si Yo Fuera el Inviero Miesmo, de Yasmin López. 
 
Foto: Uma sessão a acontecer na Esplanada da Cinemateca Portuguesa