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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SETEMBRO 2021 | Museu Nacional da Música

RECITAIS EM SETEMBRO NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA:
QUARTA, 1 DE SETEMBRO | 18h - Recital Duo Concêntrico
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SEGUNDA, 13 DE SETEMBRO | 18h - CICLO UM MÚSICO, UM MECENAS: Aapo Häkkinen no cravo Taskin de 1782 (entrada livre)
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SEXTA, 17 DE SETEMBRO, 18h - Quarteto Ibéria
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SEXTA, 24 DE SETEMBRO, 18h - DUO EKLEKTIKA

Bilhetes para os espectáculos mediante reserva prévia:
extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11:00 às 17:00, pelo telefone 21 771 09 90.
O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço, seguindo as regras da DGS à data do evento.
Lotação: 50 pessoas.
 
QUARTA, 1 DE SETEMBRO | 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do Nacional da Música apresentam:
Recital Duo Concêntrico
Josefina Alcaide, violino
Gonçalo Simões, piano
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |
 
 

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Programa
Johannes Brahms
(1833 – 1897)

Sonata em Sol maior, Op. 78
Vivace ma non troppo
Adagio
Allegro molto moderato
Óscar da Silva
(1870 – 1958)

Sonata “Saudade” em Fá menor
Allegro com duolo – Allegro molto
Andante
Scherzo
Allegro molto quasi presto ed appasionato
 
Sinopse
A música em Portugal, ao longo do séc. XIX, caracterizou-se pela quase exclusiva ligação à tradição operática italiana. A primeira década do séc. XX marca um ponto de viragem tanto dialética como estilisticamente na nossa música, mudando o foco e o nosso paradigma para os estilos provenientes do Romantismo Germânico e Impressionismo Francês, devido à influência de compositores como José Vianna da Motta, Luís de Freitas Branco e Óscar da Silva, que fizeram parte importante da sua formação nos referidos países. Deste último compositor, a Sonata “Saudade”, escrita em 1906, além de ser claramente a primeira Sonata com perfil totalmente camerístico no repertório nacional para violino e piano, é um claro exemplo da influência do Romantismo Germânico na nossa música, tendo influências directas da escrita de Robert Schumann, Frédéric Chopin, e especialmente da música de Johannes Brahms, com quem relacionamos mais especificamente esta obra.
Sendo resultado da influência directa da literatura poética de cada um dos respectivos países dos compositores em questão, ambas as obras possuem uma enorme ligação emocional, procurando um impacto pelo forte carácter lírico que apresentam.
 
Notas Biográficas
Formado em 2017 pela violinista Josefina Alcaide e pelo pianista Gonçalo Simões, o Duo Concêntrico surgiu da vontade de ambos em fazer música de câmara, partilhando e explorando conjuntamente o mesmo “centro” – a Música.
Contando já com várias apresentações a nível nacional, destaca-se a estreia internacional realizada em 2019 no Festival Internacional de Música Espanhola de Lèon, em Espanha. O Duo Concêntrico apresenta repertório transversal a várias épocas e estilos, abrangendo obras do Classicismo à actualidade, de Mozart a Freitas Branco, incluindo obras especificamente compostas e dedicadas ao Duo.
Josefina Alcaide, violino
Nasceu em 1994 em Setúbal, tendo concluído a Licenciatura em Violino no Conservatório de Amsterdão, sob a orientação dos Profs. Ilya Grubert e Eliot Lawson.
Obteve diversos primeiros prémios e outras distinções em Concursos Nacionais e Internacionais, sendo maiores exemplos o Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa e o Concurso Internacional da Cidade do Fundão. Apresenta vasta experiência orquestral, tendo colaborado com instituições como a Orquestra de Jovens da União Europeia, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Klangvereinigung, entre outras. Como solista, realizou vários recitais por todo o país, destacando-se apresentações a solo com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Sinfónica Juvenil e a Orquestra do Norte, e no domínio da música de câmara, com o Duo Concêntrico. Actualmente encontra-se em fase de conclusão do Mestrado em Performance na Universidade de Música e Artes da cidade de Viena, sob a tutela do Prof. Boris Brovtsyn. Josefina Alcaide é artista agenciada pela Artway - Showcase.
Gonçalo Simões, piano
Nascido em Setúbal, concluiu com elevadas classificações a Licenciatura em Piano e o Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação dos pianistas Olga Prats e Jorge Moyano. Obteve formação complementar com pianistas de elevado prestígio internacional como Artur Pizarro, Jörg Demus, Vitaly Margulis, Luiz de Moura Castro, Helena Sá e Costa, Ralf Nattkemper, Avedis Kouyoumdjian, entre outros. Apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e com a Orquestra do Estágio Instrumental da ESART. Participou como compositor e pianista nas edições de 2019 e 2020 do FilmFest Setúbal. Apresenta-se com regularidade em público em recitais de música de câmara em projectos com o violoncelista Samuel Santos e a soprano Ana Tomás, além do Duo Concêntrico.
Exerce actividade docente no Conservatório Regional de Setúbal e na Escola Superior de Artes Aplicadas (Instituto Politécnico de Castelo Branco), encontrando-se presentemente a concluir o Doutoramento em Música e Musicologia na variante de Performance (Piano) na Universidade de Évora. 
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SEGUNDA, 13 DE SETEMBRO | 18h
O Museu Nacional da Música apresenta:
CICLO UM MÚSICO, UM MECENAS com
Aapo Häkkinen no cravo Taskin de 1782 
Entrada livre mediante reserva prévia

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PROGRAMA:
Johann Sebastian Bach (1685–1750)
Praeludium und Fuge Es-Dur, BWV 852
Praeludium und Fuge es-Moll, BWV 853
Carl Philipp Emanuel Bach (1714–1788)
Rondo c-Moll, Wq 59/2 (1785)
Joseph Haydn (1732–1809)
Sonate g-Moll, Hob. XVI:44 (?1772)
Moderato – Allegretto
Johann Sebastian Bach
Praeludium und Fuge d-Moll, BWV 851
Praeludium und Fuge f-Moll, BWV 857
Johann Wilhelm Hässler (1747–1822)
Fantasie c-Moll, 1776
Johann Friedrich Reichardt (1752–1814)
Rondo nach einem Gedicht des Petrarca (1782)
Johann Gottfried Wilhelm Palschau (1741–1815)
Sonate F-Dur, c.1775
Adagio – Allegro assai – Affettuoso – Presto
Johann Sebastian Bach
Praeludium und Fuge a-Moll, BWV 865
Praeludium und Fuge fis-Moll, BWV 859
Johann Wilhelm Hässler
Sonate a-Moll, 1776
Poco allegro – Largo – Presto
 
SOBRE O CRAVO TASKIN (1782, instrumento musical classificado como Tesouro Nacional):
O cravo Taskin data de 1782 e foi construído pelo belga Pascal-Joseph Taskin (1723-1793) radicado em Paris, que trabalhou na oficina da família Blanchet, celebrizada por ilustres mestres construtores. Pascal-Joseph Taskin fez parte da Corporação de Construtores e trabalhava para a Casa Real e para o Rei Louis XVI de França. Em 1780, na sua oficina, construíam-se cravos e pianofortes e, apesar da ligação à corte, continuou próspero e imune à Revolução Francesa, até à data da sua morte em 1793.
Com a Revolução Francesa foram destruídos muitos bens patrimoniais, entre os quais cravos que pertenciam a membros da nobreza. Aliado a este fator, o aparecimento do piano contribuiu também para o desaparecimento gradual deste tipo de instrumento. Assim, a coleção de cravos de Pascal-Joseph Taskin ficou reduzida a 8 exemplares que estão espalhados por várias partes do mundo, em museus e coleções particulares.
O instrumento musical do Museu Nacional da Música tem elevado valor histórico, estético, técnico e material, por ter sido um exemplar construído a pedido do rei francês para o oferecer à sua irmã Marie Clotilde. Concebido de forma luxuosa, é considerado um dos melhores exemplos do trabalho requintado deste grande construtor.
É decorado com chinoiserie relevada e policromada de muito boa qualidade. A rosácea de Andreas Ruckers, o tampo harmónico decorado com motivos florais e datado de 1636 e a inscrição «Andre Rukuers Anee 1636» no frontal, remetem partes do instrumento para uma autoria anterior. Designado por ravalement, o reaproveitamento de partes de instrumentos mais antigos de mestres famosos era um procedimento habitual na oficina de Pascal Taskin. Segundo testes dendrocronológicos, cujos resultados foram conhecidos em fevereiro de 2019, a parte da madeira com inscrições Ruckers data de facto do séc. XVII (1625). No entanto, a confirmação da assinatura «Ruckers» requer peritagem, a ser levada a cabo num futuro breve.
O Cravo Taskin esteve sempre ligado a figuras relevantes da aristocracia europeia: o rei de França, que fez a encomenda do instrumento, Marie Clotilde, sua irmã, a quem o cravo foi oferecido, o rei Umberto II de Itália, obsequiado pela cidade de Turim com este instrumento musical no seu casamento e, finalmente, a Marquesa de Cadaval, que o recebeu do Rei Umberto II. Os vínculos institucionais reforçam também a sua importância: a Corte Francesa, a Corte da Sardenha (por casamento de Marie Clotilde com o príncipe Carlos Emanuel IV, futuro rei da Sardenha), o Museo Civico di Arte Antica da cidade de Turim (antes de ser seu proprietário Umberto II), a Casa de Sabóia, e o Estado Português, que o adquiriu e classificou como Tesouro Nacional.
O processo de restauro deste instrumento foi complexo e minucioso, ao longo do qual se desenvolveu um saudável e constante diálogo entre o museu e vários especialistas: o restaurador Ulrich Weymar foi o autor da intervenção na mecânica do cravo, técnicos de madeira e pintura de empresa de restauro e do Laboratório José de Figueiredo consolidaram a caixa e recuperaram a decoração, e finalmente o restaurador Geert Karman fez a harmonização e um novo jogo de saltarelos. Simultaneamente foram ouvidos investigadores e conhecedores da história do cravo, assim como cravistas. A recuperação do cravo Taskin foi, sem dúvida, uma notícia muito esperada e importante para o património organológico português e mundial. Como reconhecimento por este trabalho multidisciplinar, o Museu Nacional da Música ganhou o Prémio APOM2019 na Categoria Conservação e Restauro.
 
SOBRE O CRAVISTA:
Aapo Häkkinen iniciou a sua educação musical como corista na Catedral de Helsínquia. Começou a tocar cravo aos treze anos, tendo sido aluno de Elina Mustonen e Olli Porthan (órgão) na Academia Sibelius. De 1995 a 1998, estudou com Bob van Asperen no Conservatório Sweelinck de Amsterdão e, de 1996 a 2000, com Pierre Hantaï em Paris, onde foi também orientado e encorajado por Gustav Leonhardt. Após obter o diploma, em 1998, ganhou o segundo prêmio e o prêmio VRT na competição de cravo de Bruges. Recebeu também o prémio especial do Norddeutscher Rundfunk Musikpreis 1997 pelas suas interpretações de repertório italiano.
Aapo Häkkinen apresentou-se como solista e maestro na maioria dos países europeus e também em Israel, Japão, China, Coreia, Vietname, EUA, Brasil e México. Gravou para as gravadoras Aeolus, Alba, Avie, Cantus, Deux-Elles, Naxos e Ondine. É frequentemente convidado para a rádio e televisão e tem o seu próprio programa na Classic FM na Finlândia. Além do cravo, Aapo Häkkinen toca regularmente órgão, clavicórdio e pianoforte. Lecciona na Sibelius Academy e em masterclasses internacionais. É Diretor Artístico da Orquestra Barroca de Helsínquia desde 2003.
 
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SEXTA, 17 DE SETEMBRO, 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do MNM apresentam:
Quarteto Ibéria
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Sobre o quarteto:
O Quarteto Ibéria é um quarteto de cordas constituído por ex-alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra e da Escola Superior de Música de Lisboa. Formou-se em Setembro de 2017, tendo estudado sob a tutela dos professores Paul Wakabayashi e Paulo Pacheco e tendo-se apresentado em público em diversas ocasiões, integrando os ciclos de Música de Câmara da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Academia Nacional Superior de Orquestra e Teatro Municipal Joaquim Benite.
Teve também a oportunidade de participar em diversas masterclasses com elementos de quartetos de renome internacional, tais como o Quarteto Casals ou o Quarteto Jerusalém e festivais de música, tais como o Verão Clássico no Centro Cultural de Belém.
 
PROGRAMA:
Antonín Dvořák – Quarteto de Cordas Nº 12, Americano, em Fá maior, Op.96 (1893)
I. Allegro ma non troppo
II. Lento
III. Molto vivace
IV. Finale. Vivace ma non troppo
 
José Vianna da Motta - Quarteto nº2,Cena nas Montanhas, em Sol maior (1894)
I. Allegro vivace
II. Adagio: “Cena nas Montanhas”
III. Presto
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SEXTA, 24 DE SETEMBRO, 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do MNM apresentam:
DUO EKLEKTIKA
Elena Rojas Crocker (violino) 
Sándor Mester (guitarra clássica)
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Down in Yon Forest
Inglés Renaissance Carol
(Arr. Allan Alexander)
 
Sonata for violin & Basso Continuo
Ré-major (RV 9) Op. 2 N. 11
Antonio Vivaldi (1678-1741)
Preludio
Fantasia
Gavotta
 
Nocturne op. 38 N.2
Francesco Molino (1768 – 1847)
Andante Cantabile
Rondo
 
Duo N.1 Op. 4
Ferdinando Carulli (1770 – 1841)
Larghetto
Rondo Allegretto
 
Variações para violino e guitarra Op. 24
Mauro Giuliani (1781-1829)
Tema e Variações
Polonaise
 
Cantabile
Nicolo Paganini (1782-1840)
 
Gymnopedie N.1
Eric Satie (1866 – 1925)
 
Canarios
Gaspar Sanz (1640 - 1710)
 
Oriental Danza Española N. 2’
Fandango Danza Española N. 3
Enrique Granados (1867 –1916)
 
Elena Rojas Crocker, violinista e violista d’arco da Venezuela, possui Licenciatura e Mestrado de Música pela Aaron Copland Faculdade Musica de Queens College, Nova Iorque nos Estados Unidos, sob a orientação de Daniel Phillips. Recebeu um Diploma em execução do Conservatório Simón Bolívar na Venezuela. Estudou também com Margaret Pardeee (USA), Kasimier Burek, Eduardo Cedeño, Sergio Celis (Venezuela), e Daniel Paner (USA). Antes de começar os seus estudos em Nova Iorque, Elena Rojas foi membro da Orquestra Sinfónica Simón Bolívar na Venezuela, tendo participado em digressões na Europa, Ásia e nas Américas. Tem tocado recitais e concertos solistas na Venezuela, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Inglaterra e Portugal. No 2006 tocou o seu recital debute na Sala Weill da Carnegie Hall, como uma das vencedoras dos “Special Presentations Awards of Artists International Presentations 33rd Annual Auditions”. Actualmente reside em Portugal, e é professora de violino e orquestra de cordas e IB Music na Escola Americana de Lisboa. Também foi professora de violino e orquestra no Projeto Geração (2010- 2011). Os instrumentos que Elena Rojas usa foram comissionados especialmente ao luthier Edward Maday.
Sándor Mester MS3 é guitarrista profissional, produtor e professor. Realizou cerca de 900 concertos em 24 países: Brasil, EUA, Marrocos, Israel, Hollanda, Finlandia, Itália, Portugal, Sérvia, Ucrânia, Polónia, França, Bélgica, Roménia, República Checa, Eslovénia, Áustria, Hungria, Bulgaria, Eslováquia, Croácia, Noruega, Republica do Kosovo e Macedónia.
Organizou inúmeras tournées pelo mundo como solista e produtor de música de câmara. Tem promovido, em diversos países, vários workshops e masterclasses destinados a crianças e jovens músicos profissionais. Sandor Mester gosta de levar a música clássica aos lugares mais improváveis e a sítios onde a cultura e música raramente chegam. Por isso, tem tocado nos mais diversos espaços (desde grandes salas a pequenas igrejas de aldeia, escolas e centros culturais) promovendoa ideia de que a música clássica é e deve ser para todos.
 
 

Atuação de Nubrada em Torres Vedras no âmbito da iniciativa "Tocata"

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A primeira atuação no âmbito da “Tocata”, iniciativa por meio da qual se proporcionará fins de tarde musicais no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, acontecerá no próximo dia 11 de setembro, pelas 18h30, e será levada a cabo pelo projeto Nubrada.

De referir que Nubrada é um projeto de música eletrónica, tribal e étnica de João Bandarra e Pedro Artur. As suas influências centram-se sobretudo na música e nas tradições do Nordeste de Portugal, apresentando poemas originais falados e cantados em língua mirandesa e algumas nuances de sons africanos e sul-americanos.

As entradas para se assistir à referida atuação são gratuitas.

Refira-se que a iniciativa “Tocata” visa a difusão e valorização de projetos musicais portugueses com forte conexão à cultura portuguesa e internacional. Estes fins de tarde musicais pretendem incentivar o regresso do público a eventos, numa altura em que a cultura foi fortemente abalada pela Covid-19.

Pretende-se também com a iniciativa “Tocata” dinamizar o anfiteatro ao ar livre do Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras e a Foliateca (cafetaria do CAC), tornando-o num espaço convidativo e familiar para toda a comunidade. É uma iniciativa destinada a toda a população que queira usufruir de um momento relaxante e de descontração. 

Paulo Praça apresenta a nova digressão "ONDE", um filme-concerto com a participação virtual de Fausto e José Cid

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“O que o Paulo faz é jeito de levantar as ruas, fazer praça, criar multidão, porque o seu gesto é exactamente inclusivo e escolhe sempre a celebração. Vão nestas canções as palavras de muitos, mas vai sobretudo a capacidade invulgar que o Paulo tem de as dizer em melodias límpidas, como clássicos imediatos que se oferecem ao ouvido que nunca mais as esquece.” – Valter Hugo Mãe

 

Paulo Praça apresenta ao vivo, de Setembro a Novembro, o seu novo trabalho, “Onde”, um livro-disco, um vídeo-disco, transformado num filme-concerto que reunirá tudo isto e muito mais.

A digressão vai passar por vários locais desde Ovar, Ourém, Vinhais, Arcos de Valdevez, Pombal, Estarreja, Fundão, Coimbra, Alcobaça, Paredes.

 

Em palco, Paulo Praça & Os Intocáveis: Eurico Amorim -Teclados, Andrés Malta - Baixo e Pedro Martins – Bateria (músicos da banda de Pedro Abrunhosa) vão apresentar na íntegra as canções do livro-disco “Onde”. As letras são de Valter Hugo Mãe, José Régio, Jorge Cruz, Ruy Belo, entre outros. Em simultâneo será exibido o vídeo-disco realizado por Paulo Pinto.

 

Virtualmente o escritor José Régio, e os músicos Fausto Bordalo Dias e José Cid também farão parte desta odisseia que vai deslumbrar o público.

 

A digressão “Onde” que começa no dia 12 de Setembro é uma iniciativa promovida pela 1bigo – artistas e eventos, co-financiada pela União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, enquadrado no COMPETE 2020.

 

Datas da digressão:

12 de Setembro - Ovar - Centro de Arte

18 Setembro - Ourém - Teatro Municipal

 

8 Outubro - Vinhais - Centro Cultural Solar dos Condes

22 Outubro - Arcos de Valdevez - Auditório da Casa das Artes

29 Outubro - Pombal - Teatro-Cine

 

11 Novembro - Estarreja - Cine-Teatro

12 Novembro - Fundão - Sons à Sexta

20 Novembro - Coimbra - Salão Brazil

22 Novembro - Alcobaça - Cine-Teatro João D'Oliva Monteiro

26 Novembro - Paredes - Centro Cultural

Miguel Ângelo Quarteto apresenta a digressão "Dança dos Desastrados" em Fiães, Santa Maria da Feira

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Depois do lançamento do álbum “Dança dos Desastrados” em Junho, Miguel Ângelo Quarteto sobe a vários palcos nacionais e internacionais na digressão com o mesmo nome.

O álbum que tem sido aclamado pela crítica vai ser apresentado já no dia 27 de Agosto no evento da Porta-Jazz ao Relento, inserido na Feira do Livro do Porto, nos Jardins do Palácio de Cristal; segue depois para Fiães, em Santa Maria da Feira dia 5 de Setembro. Um concerto que surgiu de uma iniciativa do músico de apresentar o álbum na sua terra natal e que graças ao programa Garantir Cultura vai acontecer num dos locais mais emblemáticos de Fiães, o “Monte das Pedreiras”. Este concerto conta também com o apoio da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, da Junta de Freguesia de Fiães e do Círculo de Defesa do Património e Ação Cultural de Fiães.

A digressão “Dança dos Desastrados” continua em Outubro com um concerto no dia 2 em Sevilha no XV Festival Soberao Jazz; dia 3 sobem ao palco do Clube de Tavira; a 4 de Outubro atuam em Faro, no Clube Farense; dia 5 de Outubro vão estar em Setúbal na Associação Musical Capricho Setubalense; no dia 6 vão até Lisboa, à cooperativa artística Penha Sco, através da Robalo (editora independente de jazz criativo); no dia 10 de Outubro vão estar em Paredes de Coura no Ciclo de Polinização.

A digressão conta com o apoio do Programa Garantir Cultura. 

Miguel Ângelo Quarteto é um projeto conceituado com músicos de excelência, desde João Guimarães no saxofone alto, Joaquim Rodrigues no piano, Marcos Cavaleiro ou Mário Costa na bateria e Miguel Ângelo no contrabaixo e composição.

O músico conta com uma carreira bastante consolidada no panorama nacional do jazz: em 2016 o álbum “A Vida de X” foi considerado pela revista Jazz.pt, pelo crítico Phil Barnes, na revista All About Jazz e por vários críticos nacionais como um dos melhores discos de Jazz de 2016.

Este ano o álbum “Dança dos Desastrados” foi considerado pela plataforma Bandcamp, um dos melhores dos últimos meses. O crítico Dave Sumner descreve o disco desta forma “Na Dança dos Desastrados, cada nota, cada batida tem uma perspetiva melódica em mente. Isso não é novidade para Miguel Ângelo. O baixista tem o talento de estabelecer diálogos épicos com base na força e fluência das suas declarações melódicas”.

“Dança dos Desastrados” é um álbum baseado em possíveis danças tradicionais, reais ou imaginárias. Esta é a proposta do Quarteto para escutar, sentir e dançar, mesmo para os mais “desastrados”.

 

Mário Costa apresenta ao vivo "Oxy Patina - Circum-Navegação Solo" no Land Art Festival, Sever do Vouga

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19 SETEMBRO – 18H30

 

Mário Costa, baterista e compositor Vianense apresenta no dia 19 de Setembro no Land Art Festival em Sever do Vouga o seu projeto “Oxy Patina – Circum-Navegação - Solo". Depois da estreia no passado mês de Junho de um novo reportório inspirado na primeira viagem de circum-navegação liderada por Fernão Magalhães, em quarteto (acompanhado por Benoit Delbecq, Bruno Chevillon e Justin Stanton), Mário Costa apresenta-se agora num formato a solo.

 

Partindo de composições originais, musicando sentimentos que nos poderão atormentar numa extensa viagem confinados numa Nau, como a Angústia, a Saudade ou a Determinação e usando o vocabulário do jazz - a improvisação – Mário Costa navega rumo à sua ilha de sonho: um palco amontoado de instrumentos musicais, com o máximo de timbres disponíveis, desde instrumentos de percussão tradicional portuguesa à bateria, passando pela percussão electrónica. Uma “Circum-Navegação” que une Povos, Tradições e Culturas sem atravessar Continentes e Oceanos, apenas utilizando esta linguagem universal - A Música.

 

Mário Costa é uma das principais referências do jazz contemporâneo e da bateria em particular. Tem construído um percurso musical notável, com mais de 600 concertos realizados enquanto baterista de artistas como  Miguel Araújo, António Zambujo e Ana Moura, com quem já partilhou o palco nas mais conceituadas salas do globo, tais como a Sidney Opera House, Carnegie Hall NYC ou Berlin Philharmonic. Em simultâneo tem integrado ininterruptamente diversas formações de jazz nacionais e colaborado com vários músicos de diferentes gerações, desde João Mortágua ou Hugo Carvalhais a Carlos Bica ou Mário Laginha.

 

Internacionalmente, é membro do super-grupo revelação do jazz europeu Emile Parisien - Sfumato, que soma já dois registos discográficos na reconhecida editora ACT: “Sfumato” (2016), considerado álbum do ano nos prémios franceses “Victoires du Jazz”, e “Sfumato Live in Marciac” (2018) que consagra em definitivo o baterista português Mário Costa ao lado das maiores figuras do jazz mundial como os lendários Michel Portal, Joachim Kühn e Wynton Marsalis. Entre outros nomes conceituados da cena jazzística internacional, Costa já partilhou o palco com John Taylor, Lionel Loueke, Bruno Chevillon, Daniel Humair, Vincent Peirani, Michael Wollny, Theo Ceccaldi, Liudas Mockunas, Dominique Pifarély, Thomas de Pourquery, Bojan Z, Yaron Herman e o saxofonista inglês Andy Sheppard, ingressando recentemente o seu novo quarteto.

 

Em 2018, Mário Costa lançou o projecto OXY PATINA (CleanFeed), acompanhado novamente por duas figuras incontornáveis do jazz europeu: Benoît Delbecq, no piano e Marc Ducret na guitarra: a estreia em nome próprio, que para além de inúmeras criticas internacionais, recebeu o máximo das estrelas pela revista Jazz.pt que lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”.

 

O músico está já a preparar o lançamento do seu segundo álbum como líder – OXY PATINA IV - que será apresentado ao público em 2022.

 

O concerto “OXY PATINA CIRCUM-NAVEGAÇÃO SOLO” conta com o apoio dos Fundos Europeus Portugal 2020 através do Programa Garantir Cultura e Compete 2020.

 

“Noites na Fonte” com música, dança e contos populares

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A 10 e 11 de setembro, a Fonte Centenária de Águas de Moura volta a ser palco das “Noites na Fonte”, com um conjunto de espetáculos de entrada gratuita. 

A iniciativa abre com o espetáculo “Memória no Futuro”, no dia 10, às 21h30, que junta a música e a dança, contando com as participações de Mary Anne, banda vencedora do Warm Up “Março a Partir” - Concurso de Bandas Amadoras do Concelho de Palmela, da Passos e Compassos/DançArte e de Rogélia Santos, da Associação de Festas de S. Pedro da Marateca.

A noite de dia 11 começa com uma Sessão de Contos Populares com António Fontinha, às 21h30, seguindo-se o fado, pela voz de Marco Oliveira, às 22h15.   

Os lugares são limitados e as reservas obrigatórias, através do contacto 935 321 218. As “Noites na Fonte” são uma organização conjunta da Câmara Municipal de Palmela, União das Freguesias de Poceirão e Marateca e movimento associativo local.

 

Programa

 

10 setembro | 21h30

Memória no Futuro

Concerto com Mary Anne, banda vencedora do Warm Up “Março a Partir” - Concurso de Bandas Amadoras do Concelho de Palmela. Momentos de dança contemporânea, pela Passos e Compassos/DançArte, com direção artística de Sofia Belchior. Participação especial de Rogélia Santos, da Associação de Festas de S. Pedro da Marateca.

 

11 setembro

 

21h30

Sessão de Contos Populares com António Fontinha

 

22h15

Concerto com Marco Oliveira (fado)

Marco Oliveira (voz e guitarra clássica) e Ricardo Parreira (guitarra portuguesa)

Marito Marques | Novo single e vídeo "Amor ao Longe" | Concerto dia 5 de Setembro, Arganil, 21h00

 

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Amor ao Longe’ é o single que Marito Marques nos apresenta, composto pelo próprio músico, com texto do conceituado letrista Paulo Abreu Lima.
‘Amor ao Longe’, fala-nos de um amor vivido à distância, através de uma melodia que cativa de imediato, guiada pelas vozes de Maro e Salvador Sobral, no primeiro dueto que estes dois cantores realizam juntos.
 
Marito Marques é um músico português, atualmente a residir no Canadá, que conta com um impressionante palmarés de prémios e nomeações, que incluem os Grammy (2020, AfroPeruvian Jazz orchestra - Best Latin Jazz Album, Tradiciones), Grammy Latino ( 2020, AfroPeruvian Jazz orchestra - Best Arrangement - La Flor De La Canela), e Juno (2018, BradCheeseman - The Tide Turns).
Estudou no Centro de Estudos e Tecnologias Musicais de Viseu, concluindo o curso com média de 20 valores e, mais tarde, ingressou na Manhattan School of Music de Nova Iorque e no Drummers Collective. É atualmente professor universitário no Humber College, em Toronto e é proprietário dos estúdios GMP.
 
Marito Marques é um dos mais requisitados bateristas de Toronto, tendo tocado com nomes como Alex Lifeson dos Rush, Donna Grantis, guitarrista de Prince, ou Jeff Coffin, saxofonista da Dave Matthews Band.
Em Portugal colaborou, entre outros, com Carlos do Carmo, Sara Tavares, Aurea e IvanLins.
 
‘Amor ao Longe’ estará incluído no novo álbum de Marito Marques, intitulado 'A Ponte', com edição prevista para o corrente ano de 2021. Este álbum parte da essência da música tradicional portuguesa, reinventando-a sem quaisquer barreiras ou preconceitos. O disco teve como base criativa uma residência artística na sua terra natal (Arganil), com o grupo de cante alentejano “Os Vocalistas” e o acordeonista João Frade. Foi gravado entre Portugal e o Canadá, e conta com participações de Salvador Sobral, MARO, Marco Rodrigues e Luís Trigacheiro.
 
O pré-lançamento de “A Ponte” terá lugar em Arganil, a convite da entidade local, através da realização de um espetáculo ao vivo, no próximo dia 5 de Setembro, pelas 21h, no exterior da antiga fábrica de Cerâmica Arganilense. Este concerto contará com as participações de Francisco Sales na guitarra, Carlos Garciano piano, Cícero Lee no baixo e de “Os Vocalistas”. Será, certamente, um espetáculo que irá ficar na memória de todos os que tiverem a oportunidade de assistir e testemunhar, ao vivo a prestação de um dos mais virtuosos músicos portugueses da atualidade: Marito Marques.
 

 

A música nacional regressa ao palco do Parque de Feiras e Exposições de Grândola

A música nacional regressa ao palco do Parque de Feiras e Exposições de Grândola

Carlão, Fátima Rebordão e Tais Quais encerram o programa de

Animação de Verão

 

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A música marca o final da época estival em Grândola e do programa municipal “Animação de Verão” cuja edição de 2021 foi prolongada até ao fim de agosto com o objetivo de promover a retoma económica e cultural do concelho num ano em que, mais uma vez, a pandemia da Covid 19 levou ao cancelamento de grandes eventos, nomeadamente, da Feira de Agosto que deveria realizar-se no último fim-de-semana do mês.

Nos dias 27, 28 e 29 o Parque de Feiras e Exposições abre as portas para três concertos com o melhor da música nacional.

Carlão que, em abril último, prometeu regressar a Grândola para um grande espetáculo “com a família toda reunida” sobe ao palco a 27 de agosto para um concerto onde vão ser revisitados sucessos dos Da Weasel e temas da sua carreira a solo. Com muitos projetos lançados no mundo da música, televisão, literatura e de cariz social e solidário, o atual mentor do programa da RTP1 - The Voice Kids prepara para muito em breve o lançamento de mais um tema inédito, depois do enorme sucesso de “Assobia para o Lado” uma canção luminosa e positiva que, chama a atenção para o lado bom da vida.

Fábia Rebordão, considerada unanimemente uma das vozes de referência do fado novo, apresenta-se pela primeira vez em Grândola, na noite de sábado. O seu nome tornou-se conhecido do grande público quando participou na “Operação Triunfo”. Em 2012 é distinguida pela Fundação Amália com o Prémio Revelação Amália Rodrigues e o conceituado Jornal Expresso considera-a uma das 50 personalidades revelação do ano. Em palcos nacionais e internacionais destacam-se as atuações no Hifa Festival no Zimbabué, considerado um dos 5 festivais mais importantes do mundo ou no “Carnegie Hall”, a emblemática sala de Nova York.

O encerramento da Animação de Verão está a cargo dos Tais Quais, no domingo dia 29.
O Alentejo ocupa grande espaço do reportório deste grupo formado por João Gil, Vitorino, Tim, Vicente Palma, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião. As violas, o acordeão, a percussão, a viola campaniça, um coro de arrepiar, e, pelo meio, Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, que partilha com o público as suas pérolas desafiando histórias, anedotas e contos populares. Pela primeira vez em Grândola os Tais Quais prometem espalhar música e histórias e fazer novos amigos.

Os espetáculos começam às 21h30. A entrada é gratuita mediante reserva de lugar.

 

 

Animação de itinerante pelas ruas da Vila Morena

 

No último fim-de-semana da Animação de Verão a festa faz-se também nas ruas da Vila Morena com muita música e artes circenses. Antes dos concertos marcados para o Parque de Feiras e Exposições, grupos de música e de animação vão percorrer as artérias do centro de Grândola para atuações junto aos estabelecimentos de restauração.

De sexta-feira a domingo entre as 19h00 e as 21h00 a dupla de animadores “TriCirco” caracterizados de personagens de Circo desloca-se pelas ruas de andas e numa divertida bicicleta a interagir com o público. A música vai estar a cargo dos Marchinha do Botequim, street band com cantor, guitarra, banjo, sopros e DJ colunas com portátil móvel e um reportório de clássicos do Blues ao Rock, do Twist ao Dixie da Tradicional Portuguesa à Pop e covers; dos Ruído à Portuguesa – Dixie Band: quatro músicos ribatejanos que espalham magia musical e muita animação por onde passam com temas de Mozart, AC/DC ou Quim Barreiros; e dos Original Bandalheira:  Música balcânica,  ska, reggae e o Jazz tradicional são as influências desta conhecida Big Band com 19 músicos, um projeto musical criado em 2007, para levar a música mais perto das pessoas, nas ruas.

Município da Moita | Cultura em Movimento: Música no último fim-de-semana

 

Município da Moita

Cultura em Movimento: Música no último fim-de-semana

 

O programa “Cultura em Movimento” 2021 está a chegar ao fim. Nos dias 28 e 29 de agosto, haverá música nos espaços públicos do concelho da Moita.

No sábado, dia 28, a partir das 18:30h, a Rua Catarina Eufémia, em Sarilhos Pequenos, recebe a iniciativa “Juventude à Mostra”, promovida no âmbito do projeto cultural Mural 18. O Município da Moita opta novamente por destacar os artistas do concelho, com os concertos com Dudah e Mancallas.

No domingo, 29 de agosto, pelas 19:00h, decorre o concerto com Club Makumba, no Parque Municipal da Moita (junto ao parque infantil). Club Makumba é um dos mais recentes projetos musicais da cena cultural atual. Teve origem na parceria criada entre Tó Trips (Dead Combo, Lulu Blind, entre outros) e João Doce (Wraygunn), a que se juntam agora Gonçalo Prazeres e Gonçalo Leonardo.

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Numa organização da Câmara Municipal da Moita, Juntas de Freguesia e Movimento Associativo, “Cultura em Movimento” inclui na sua programação, todos os anos, um conjunto de espetáculos de qualidade, dando, desta forma, mais vida aos espaços públicos do concelho. Durante os meses de julho e agosto, foram vários os espetáculos, na sua maioria com lotação esgotada, que animaram os parques, jardins e ruas em todas as freguesias do concelho da Moita.

Comprometidos com a segurança de todos – público, artistas e equipas municipais – as atividades cumprem as normas da Direção Geral de Saúde no que respeita à prevenção da COVID-19, garantindo todas as condições para uma experiência segura.

Mais informações podem ser consultadas em www.cm-moita.pt.

Para participar no Cultura em Movimento basta ligar para o número 964750165, de segunda a sexta feira, das 9:00h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h, e fazer a sua marcação, num máximo de cinco reservas por pessoa.

 

Município da Moita | Cultura em Movimento: Música no último fim-de-semana

O programa “Cultura em Movimento” 2021 está a chegar ao fim. Nos dias 28 e 29 de agosto, haverá música nos espaços públicos do concelho da Moita.

No sábado, dia 28, a partir das 18:30h, a Rua Catarina Eufémia, em Sarilhos Pequenos, recebe a iniciativa “Juventude à Mostra”, promovida no âmbito do projeto cultural Mural 18. O Município da Moita opta novamente por destacar os artistas do concelho, com os concertos com Dudah e Mancallas.

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No domingo, 29 de agosto, pelas 19:00h, decorre o concerto com Club Makumba, no Parque Municipal da Moita (junto ao parque infantil). Club Makumba é um dos mais recentes projetos musicais da cena cultural atual. Teve origem na parceria criada entre Tó Trips (Dead Combo, Lulu Blind, entre outros) e João Doce (Wraygunn), a que se juntam agora Gonçalo Prazeres e Gonçalo Leonardo.

Numa organização da Câmara Municipal da Moita, Juntas de Freguesia e Movimento Associativo, “Cultura em Movimento” inclui na sua programação, todos os anos, um conjunto de espetáculos de qualidade, dando, desta forma, mais vida aos espaços públicos do concelho. Durante os meses de julho e agosto, foram vários os espetáculos, na sua maioria com lotação esgotada, que animaram os parques, jardins e ruas em todas as freguesias do concelho da Moita.

Comprometidos com a segurança de todos – público, artistas e equipas municipais – as atividades cumprem as normas da Direção Geral de Saúde no que respeita à prevenção da COVID-19, garantindo todas as condições para uma experiência segura.

Mais informações podem ser consultadas em www.cm-moita.pt.

Para participar no Cultura em Movimento basta ligar para o número 964750165, de segunda a sexta feira, das 9:00h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h, e fazer a sua marcação, num máximo de cinco reservas por pessoa.