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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

exposição de António Bolota | Projecto Travessa da Ermida

A exposição individual sem título (2020), de António Bolota, é apresentada pelo Projecto Travessa da Ermida, com inauguração agendada para o dia 23 de Janeiro, pelas 18:30h, e patente até 25 de Fevereiro.

O trabalho escultórico de António Bolota implica matéria no espaço e a relação estabelecida com o observador, recorrendo aos fundamentos de imobilidade e movimento, eternidade e efemeridade, equilíbrio e instabilidade, regularidade e excentricidade, solidez e leveza, luz e sombra, tensão e esbelteza. A sua intervenção material no espaço expositivo observa a transformação, ou uma nova determinação, desse mesmo espaço, i.e. uma manipulação intencional do espaço vazio formalizada pela presença dos volumes escultóricos que, por conseguinte, transfere e acrescenta o espaço expositivo ao conjunto de matérias de trabalho do artista e constituintes da obra não obstante o paradoxo da imaterialidade daquele, o qual, por sua vez, em tal vazio, acolhe o observador na obra integrada, que nela se introduz e embrenha em relação sensorial, corporal e emocional com as suas dicotomias escultóricas. Nestes jogos entre opostos activados pelo trabalho de António Bolota, a estas relações acresce a provocação conceptual da ilusão de unidade, de síntese que, a um mesmo tempo, sugere destino e origem, compressão e expansão, o limitado e ilimitado, o finito e infinito.

António Bolota imagem para PR.JPEG

Nota biográfica de ANTÓNIO BOLOTA
António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.
Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).
Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.

Sobre o PROJECTO TRAVESSA DA ERMIDA
O Projecto Travessa da Ermida é um projecto de referência de natureza experimental orientado pela valorização do património histórico e pela dinamização do tecido artístico e cultural contemporâneos. Neste singular ponto de encontro, de intimidade e de dinamismo, as memórias do passado dialogam com variados domínios das artes contemporâneas, visando a sua penetração nos diversos públicos que o visitam e frequentam.
Com curadoria própria e/ou envolvimento em parcerias com outras estruturas de criação e programação artística, a actividade do Projecto Travessa da Ermida conta com a assinatura dos mais proeminentes artistas e autores nacionais, artistas nacionais das novas gerações e variados artistas internacionais.
Após longos anos de abandono, a Ermida de N. Srª. da Conceição, na Travessa do Marta Pinto, em Belém, assume-se desde 2008 enquanto âncora do projecto.

Horário de Funcionamento
3ªfeira a sábado, das 14h00 às 18h00. Encerrado domingo, segunda-feira e feriados.

Localização:
Travessa do Marta Pinto, 21, 1300-390 Lisboa

Exposição "Bem-Vinda Sejas Amália" celebra o centenário da artista

 

Mostra vai percorrer Portugal de Norte a Sul

 

 

  • Braga acolhe inauguração da mostra no dia 8 de Março

A partir do mês de Março, a exposição itinerante “Bem-Vinda Sejas Amália” inicia um périplo pelo país. Produzida pela Fundação Amália para celebrar o centenário do nascimento de uma das mais importantes figuras da cultura portuguesa do último século, esta exposição dá a conhecer aos portugueses, de norte a sul, a singularidade de Amália enquanto mulher e artista. Cosmopolita – presença assídua nas mais importantes salas de espectáculo do mundo – e sensível, no campo a colher flores silvestres.

 

A mostra desenvolve-se em quatro módulos, mostrando as diversas facetas de Amália. Do eco do sucesso mundial que nem sempre chegou a Portugal, pelo seu vanguardismo e arrojo artístico, ao recato do seu camarim. Não esquecendo as curiosidades menos conhecidas da sua carreira.

A exposição, patrocinada pela Delta Cafés, integra o programa nacional de Comemorações do Centenário do Nascimento de Amália que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

 

“Delta e Amália são duas marcas que despertam Portugal para a humanidade das emoções, mas também para a intensidade de fazermos com paixão tudo o que mundo espera de nós. E é por isto que a Delta Cafés mantendo a sua tradição de enaltecer e promover a cultura portuguesa não poderia deixar de estar presente numa iniciativa como esta. Pretendemos através da nossa presença recordar a vida e obra de uma das maiores personagens da história do Fado, Amália Rodrigues.”, sublinha Rui Miguel Nabeiro, Administrador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.

 

A Casa dos Crivos, em Braga, recebe a partir de 8 de Março a primeira etapa do périplo que vai levar Amália a todo o país. “Bem-Vinda Sejas Amália” simbolicamente reproduz o cartaz com que os populares do Brejão a recebiam no seu refúgio de férias.

 

Municípios já confirmados:

Braga - de 08/03/2020 a 29/03/2020
Maia - de 10/03/2020 a 12/04/2020
Lagoa - de 04/04/2020 a 28/04/2020
Crato - de 14/04/2020 a 02/05/2020
Silves - de 18/04/2020 a 12/05/2020

Fornos de Algodres - de 01/05/2020 a 31/05/2020
Barcelos - de 08/05/2020 a 31/05/2020
Mirandela - 16/05/2020 a 24/05/2020
Vila do Conde - de 08/06/2020 a 27/06/2020
Alcochete - de 03/07/2020 a 31/07/2020
Cascais - de 23/07/2020 a 23/08/2020

Ourém - de 14/08/2020 a 05/09/2020
Odemira - de 21/09/2020 a 10/10/2020
Loulé - de 01/10/2020 a 31/10/2020
Alter do Chão - de 17/10/2020 a 07/11/2020
Vila Nova de Famalicão - de 01/11/2020 a 31/11/2020

Alcácer do Sal - de 27/11/2020 a 18/12/2020

 

 

Sobre a Fundação Amália Rodrigues

Instituída por testamento, a Fundação Amália Rodrigues é uma entidade sem fins lucrativos, de solidariedade e utilidade pública que tem por missão apoiar e contribuir para a inclusão social dos mais desfavorecidos. A Fundação é detentora dos direitos de nome e imagem de Amália Rodrigues e gere a Casa Museu Amália Rodrigues, aberta ao público desde 2001 e a Herdade do Brejão.

 

Sobre o Grupo Nabeiro - Delta Cafés

O Grupo Nabeiro - Delta Cafés, líder no seu segmento em Portugal, com mais de 50 anos de história, está atualmente presente em mais de 35 países, espalhados por cinco continentes, estando presente em Espanha, França, Luxemburgo, Angola (Angonabeiro), Suíça, China e Brasil, enquanto que, em outros países, o modelo de negócio baseia-se em parcerias com Distribuidores locais. Com sede em Campo Maior conta com mais de 3.000 colaboradores. O Grupo durante as várias décadas garantiu sempre o seu desenvolvimento e expansão através da inovação, aposta numa forte rede comercial, acompanhando as necessidades dos seus consumidores, nos diferentes mercados. Pretende-se continuar a reforçar a liderança e abertura a novos mercados, pensando globalmente e agindo localmente.

“Todos nós nascemos originais e morremos cópia”: Miguel Cheta expõe em Loulé

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Vai estar patente ao público, de 1 de fevereiro a 4 de abril, no CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, a exposição “Todos nós nascemos originais e morremos cópia”, da autoria do artista plástico Miguel Cheta.

O Município de Loulé foi convidado pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado para integrar o projeto PORTUGAL Entre/PATRIMÓNIOS. Trata-se de um projeto que tem como base a sustentabilidade cultural e que se propõe ter um carácter experimental, que pretende, entre outros objetivos, proporcionar processos de “criação artística como sinónimo de futuro nos processos de mudança dos territórios. E questionar a complexidade da sociedade contemporânea através de leituras do património material e imaterial”.

Integrado neste projeto, o Município de Loulé, através das suas Galerias Municipais, desafiou o artista Miguel Cheta a refletir sobre as questões dos processos colaborativos, dos diálogos (im)possíveis, dos conflitos latentes (ou não) entre públicos e artistas, do que é a arte colaborativa, do papel do artista na transformação dos territórios!...

A inauguração está agendada para as 18h00.

O horário de visita desta exposição é o seguinte: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 16h30. A entrada é livre.

Odette Ferreira homenageada em Coimbra

4 de Março | 17h30 | Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

 

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O Museu da Farmácia inaugura a exposição “Odette Ferreira - Construir Futuros”, dia 4 de Março, às 17h30, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. A homenagem à cientista e farmacêutica portuguesa insere-se na programação da 22.ª edição da Semana Cultural da Universidade de Coimbra, que tem como mote “Ousadia(s)”. O tema não podia ser mais adequado para celebrar aquela que foi uma das mais reconhecidas cientistas portuguesas. Responsável pela descoberta do vírus VIH-sida de tipo 2, Odette Ferreira coordenou a Comissão de Luta Contra a Sida entre 1992 e 2000.

 

 

A exposição apresenta objectos da vida profissional e pessoal de Odette Ferreira. Será exposto o diário científico, manuscrito onde registou todos os passos da investigação que culminou na descoberta do vírus VIH/sida tipo 2, em 1985. Da exposição fazem parte o microscópio de trabalho e o casaco onde transportou, de forma não convencional, a amostra de sangue para Paris, a partir da qual seria descoberto o vírus. Os visitantes podem ver também o primeiro kit utilizado nas farmácias para o Programa Troca de Seringas.

 

À entrada da exposição, os visitantes vão experimentar o isolamento, solidão e exclusão a que eram sujeitos os doentes seropositivos. Odette Ferreira combateu a ignorância e o preconceito, tendo enfrentado uma sociedade altamente conservadora, na tentativa sempre renovada de salvar vidas humanas. A defesa dos marginalizados mostrou que o seu exemplo de vida ultrapassa e projeta os feitos notáveis alcançados.

 

A professora Maria Odette Ferreira faleceu em 2018, a 7 de Outubro, aos 93 anos.

 

A exposição tem entrada livre.

 

Organização: Área Cultural / Museu da Farmácia

Mais informações: museudafarmacia@anf.pt

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/561573057902270/

Vale da Amoreira e Moita: Exposições nas bibliotecas municipais

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De 4 a 29 de fevereiro, a Exposição Coletiva de Pintura “Arte sem Idade” vai estar patente na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. Esta mostra irá apresentar trabalhos de alunos da UTIB – Universidade da Terceira Idade do Barreiro: Gertrudes Maria Vitorino Madeira, Manuel João Guerreiro Cavaco, Maria de Jesus Dâmaso Figueiredo, Maria Fátima Gaspar Martins, Sérgio Manuel Mota Gomes, Virgínia Maria André Sardinha.

 

De 8 a 29 de fevereiro, “Os Brinquedos do Sr. Cuca” vão estar em exposição na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, com inauguração marcada para as 16:00h de dia 8.

Tudo começou quando, com a madeira que envolve as caixas de morangos, o autor fez o primeiro carrinho e começou a elaborar desenhos que, depois, talhava na madeira.

Exposição JOSÉ PRACANA até 31 Maio e CONVERSAS DE MUSEU de regresso

Museu do Fado prolonga exposição 

JOSÉ PRACANA

e promove Conversa com
João Braga e Rui Vieira Nery


A retrospectiva dedicada à vida e obra do músico, intérprete, coleccionador e investigador JOSÉ PRACANA (1946-2016), consensualmente reconhecido como uma das grandes figuras da história do Fado, fica patente no Museu do Fado até 31 de maio.

No próximo dia 18 de Março, data de aniversário de José Pracana, o Museu promove uma conversa sobre o artista, com João Braga e Rui Vieira Nery, aberta à participação do público. Este evento insere-se no ciclo "Conversas de Museu" que o Museu do Fado iniciou em 2018 e recebeu já mais de duas dezenas de convidados.

Dia 11 de Março o ciclo deste ano inicia com Ada de Castro, dia 18 prossegue com esta conversa dedicada a José Pracana e dia 25 recebe Mário Pacheco. A moderação é de Nuno Pacheco e a entrada é livre, mediante reserva.

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Na exposição JOSÉ PRACANA, que se prolonga até final de maio, o visitante pode conhecer o vastíssimo acervo pessoal do artista: fotografias, jornais, discos, documentos, cartazes, instrumentos musicais, troféus e condecorações. Estão também disponíveis para visionamento imagens de alguns dos programas televisivos que dirigiu e uma recriação do seu retiro em Ponta Delgada, que permite uma aproximação ao ambiente singular das tertúlias que ali promoveu.

"Amador por convicção, tal estatuto nunca o impediu de acompanhar e de conviver com os grandes pilares da tradição fadista – de Amália Rodrigues a Maria Teresa de Noronha, de Alfredo Marceneiro a João Ferreira Rosa - de actuar em concertos nos vários palcos do mundo, de estudar aprofundadamente esta tradição tão enraizada na nossa sociedade, elevando-a e salvaguardando-a, para memória futura", diz Sara Pereira, directora do Museu do Fado e curadora desta exposição, no catálogo que a integra. "Foi uma das personalidades mais completas que o Fado conheceu".

Museu do Fado
Terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada: 17h30)
Visitas guiadas para grupos: info@museudofado.pt / 21 882 34 70

Bilhete: 5€ (com acesso à exposição permanente)
Reduções para menores de 25, maiores de 65, reformados, residentes no concelho de Lisboa e grupos organizados, entre outros.

 

Fundação AFID na Galeria Artur Bual com “Pé(r) na Partida”

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A Fundação AFID Diferença participa, a partir do dia 01 de fevereiro, na exposição “Pé(r) na Partida”, na Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes, Amadora, que contará ainda com obras de arte da Amorama, Cerciama e Recomeço.


Pelo terceiro ano consecutivo, os artistas da Fundação AFID Diferença partilham o espaço da Galeria Artur Bual com as congéneres Amorama, Cerciama e Recomeço.

A exposição é inaugurada no dia 01 de fevereiro, às 16h00, e junta pintura, desenho, têxtil, arte decorativa e modelagem dos artistas destas quatro instituições.

De entrada gratuita, a exposição “Pé(r) na Partida” poderá ser visitada até ao dia 23 de fevereiro, de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos domingos, das 14h00 às 18h00.
 


Exposição: “Pé(r) na Partida”
Data: 01 a 23 de fevereiro
Horário: terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e domingos, das 14h00 às 18h00
Local: Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes
R. Luís de Camões, 2 | Venteira | Amadora

Hermenegildo Capelo no Espaço Cidadão em Palmela

 

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Hermenegildo Capelo: “Foi aqui q eu nasci” é a próxima exposição que vai poder ser visitada no Espaço Cidadão, em Palmela, já a partir de 4 de fevereiro.

 

Na data de nascimento de Hermenegildo Capelo, a exposição apresenta o percurso biográfico desta personalidade, nascida no Castelo de Palmela, lembrando a sua família, o contexto histórico da sua vida profissional e algumas particularidades da sua personalidade, a partir dos livros escritos como resultado das duas grandes expedições que realizou, em África, nos finais do século XIX.

 

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pela Junta de Freguesia de Palmela, a mostra, de entrada gratuita, vai estar aberta ao público às segundas, terças, quintas e sextas-feiras, das 8h30 às 17h30, e às quartas-feiras, das 8h30 às 18h30. Vão também realizar-se visitas guiadas, sujeitas a marcação prévia junto do Museu Municipal (212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt). O Centro Histórico de Palmela, acolhe, assim, mais uma exposição que pretende valorizar o património, as suas tradições e costumes.

 

Loulé Criativo promove cultura local com exposição “Bonecas que contam histórias” de Filipa Faísca de Sousa

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A Câmara Municipal de Loulé tem vindo a dedicar-se à preservação e promoção das suas artes e ofícios tradicionais, enquanto elemento essencial da sua identidade local.

Neste sentido, esta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 18h00, terá lugar, no Palácio Gama Lobo, a inauguração da exposição de bonecas de Filipa Faísca de Sousa, sábia conhecedora das tradições e cultura do interior de Loulé.

Cada boneca presente nesta mostra retrata ao pormenor um ofício, uma tradição ou mesmo um costume do interior do concelho.

Filipa Faísca de Sousa nasceu no sítio do Borno, em Querença, a 22 de maio de 1934. Em tenra idade começou a interessar-se por cantigas, contos, orações e lengalengas da cultura popular que ouvia de sua mãe ou que aprendia no seu dia-a-dia.

Nos anos 80, começou a fazer artesanato, nomeadamente a confecionar bonecas de trapo que contam parte da cultura local, falam das gentes e da vida no campo, tendo cada uma delas uma quadra que conta a sua história e a sua atividade.

Os interessados poderão visitar a exposição até ao dia 15 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos sábados, das 9h00 às 15h00. A entrada é livre.

 

 

CML/GAP /RP