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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"From Indonesia With Love" | Museu do Oriente inaugura exposição de Sasya Tranggono

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Num estilo pós-tradicional, com personagens retratadas como marionetas do teatro wayang golek, Sasya Tranggono apresenta uma retrospectiva da sua carreira de 30 anos. “From Indonesia With Love” inaugura a 10 de Outubro, no Museu do Oriente.

 

As suas pinturas e aguarelas colocam em evidência a afeição da artista indonésia pelas tradições do seu país, bem como uma aparente simplicidade no modo de criar, particularidades da obra de Sasya Tranggono que a tornaram icónica.

 

As criações desta artista retratam os desafios da sua biografia e os complexos obstáculos que enfrentou ao longo de 30 anos para se afirmar no mundo da arte.

 

“From Indonesia With Love” é um tributo ao seu extenso e árduo trajecto enquanto artista, na esperança de inspirar as gerações mais jovens a desenvolver e fazer pleno uso das suas paixões, explorarem a sua própria criatividade, expressarem os seus sentimentos, as suas emoções, a fé e a vida, através da arte.

 

A exposição está patente até 24 de Novembro.

 

Exposição “From Indonesia With Love” - Sasya Tranggono

Inauguração | 10 de Outubro | 18.30

Até 24 de Novembro

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

 

 

www.museudooriente.pt

Atividade e visita guiada em torno da exposição «(Des)Construção da Memória», por Ung Vai Meng | 23 nov. | Entrada e participação gratuitas

(Des)Construção da Memória                23/11/2019
Atividade e visita em torno da exposição  15h00 e 16h00
Orientadas por Ung Vai Meng

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15h00 — Atividade «Nós Verde»


Venha aprender o segredo milenar de trabalhar o bambu com o artista Ung Vai Meng.

Atividade destinada a maiores de 10 anos. Entrada e participação gratuitas. Ponto de encontro na receção do Museu.

 

 

 

 
 

16h00 — Visita guiada

 

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Conduzida por Ung Vai Meng, esta visita guiada dará a conhecer a exposição (Des)Construção da Memória, em que o artista participa com Chan Hin Io (agora agrupados no coletivo YiiMa). Beneficiando de um vasto conhecimento das histórias e culturas oriental e ocidental, ambos assumiram a missão de resgatar Macau do esquecimento e mostrar a identidade desta cidade.

Entrada e participação gratuitas. Ponto de encontro na receção do Museu.

 

Mais informações aqui.

 

Câmara de Sines promove exposição "Mundividências" | Seis fotógrafos de Sines juntos no Centro de Artes

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Câmara Municipal de Sines inaugura no dia 23 de novembro, às 16h00, no centro de exposições do Centro de Artes de Sines, a exposição “Mundividências”, com a participação de seis fotógrafos do concelho: Jorge Custódio, Luís Magalhães, Rui Pereira, Sofia Costa, Tiago Canhoto e Vítor Seromenho.

No âmbito das comemorações do Dia do Município, o Centro de Artes de Sines lançou o desafio para que cada um dos fotógrafos concebesse um projeto coerente que refletisse um momento do seu trabalho ou um conceito que condensasse a abrangência da sua obra.

O núcleo de Jorge Custódio intitula-se “Reflexos do Eu” e está focado nos momentos em que o próprio fotógrafo se torna parte da fotografia.

Luís Magalhães, na série “O Mundo a Preto e Branco não é Cinzento”, apresenta registos feitos em dez países.

Rui Pereira mostra duas séries fotográficas. Em “Neste Dia de Mar e Nevoeiro”, explora a relação com o lugar, o mar e a memória. Na segunda, “From Gagarin’s Point of View”, reflete sobre a existência.

“IN LUMINE” (na luz) é o título do núcleo da fotógrafa Sofia Costa, onde procura captar imagens na ausência da luz.

A presença de Tiago Canhoto na exposição “Mundividências” faz-se com o conjunto “Maresias”, dedicado às praias do litoral alentejano.

Finalmente, Vítor Seromenho, apresenta “Rostos de Sol e Sal”, sobre “as marcas de um trabalho duro, executado por homens de carne e osso”.

 

 

A exposição, com entrada livre, vai estar patente até 26 de janeiro de 2020, de segunda a sexta-feira, no período 14h00-20h00, e aos sábados, domingos e feriados, no período 14h30-20h00, na Rua Cândido dos Reis 33, em Sines.

 

Exposição da fotógrafa Pauliana Valente Pimentel sobre os Emirates inaugura amanhã, dia 23, 18h00, na Galeria sala117, no Porto

 

Inaugura amanhã, dia 23, às 18h00, na Galeria sala117, no Porto, “Empty Quarter #2 (Rub Al’Khali)”, a primeira exposição da fotógrafa Pauliana Valente Pimentel numa galeria do Porto. 



 


Esta série fotográfica (mais um vídeo) retrata os Emiratis, os locais dos Emirados Árabes Unidos, os seus usos e costumes, a sua riqueza, a sua maneira excêntrica de viver, recriando no meio do Deserto tudo o que não têm. Pauliana Valente Pimentel visitou o Dubai pela primeira vez em 2015, incursão essa que resultou numa exposição no projecto o - apartamento, em Lisboa. Voltou em 2017 e agora, em 2019, mostra na sala117 o resultado do seu trabalho - apesar de ter vivido em locais de difícil acesso e da dificuldade acrescida para entrar no mundo Árabe pelo facto de ser mulher, retratou-os "da forma mais fiel possível".

 

O objectivo final é ter uma mostra no Dubai durante a Expo 2020. A mostra fica patente até 18 de Janeiro de 2020.



O Caminho Chinês | Fotografias de Paolo Longo em exposição no Museu do Oriente

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Fotógrafo, jornalista e documentarista, Paolo Longo apresenta “O Caminho Chinês”, um conjunto de 56 fotografias que retratam a vida quotidiana do povo chinês na época do boom económico e da grande transformação económica, social e cultural, a partir de 28 de Novembro, no Museu do Oriente.

 

Nascido em Itália, e actualmente a residir em Portugal, Paolo Longo chegou à China em 2004 como correspondente da RAI, a televisão nacional italiana. Durante a estadia no país presenciou, em primeira-mão, nas palavras do próprio, “a maior experiência política e económico-social da História”.

 

Foi para descobrir os homens e as mulheres da terra que visitava, as histórias das suas vidas, as suas verdades, que captou cada fotografia. Histórias de pessoas, histórias verídicas, imagens do quotidiano na China, a vida do dia-a-dia que, à primeira vista pode parecer enfadonha, mas que encerra a política, a cultura, as emoções, os desejos e os segredos de uma sociedade.

 

A sequência de imagens inicia com aquilo que resta da China comunista (Nanjiecun, a última aldeia comunista) e o mito de Mao, transformado num ícone sem cabeça ou numa personagem passível de ser imitada, como Elvis. Continua através das ruínas das cidades imperiais, pelas vielas de Pequim, pela mítica cidade de Lijiang com os seus telhados de lousa. Olha para a metrópole futurista projetada no século XXI e para os seus habitantes, que recordam muito pouco do passado e olham para o Ocidente para encontrar um caminho chinês para a modernidade. Mistura o passado e o presente nos jovens da nova classe média, que se disfarçam para serem fotografados como protagonistas da antiga Ópera Chinesa, tal como fazem os camponeses de uma aldeia não muito longe de Pequim, que seguem dos campos para a caracterização, e daí, para o palco.

 

“Os jornalistas que trabalharam na China, na década de 1960, falavam de como os chineses eram todos iguais. Durante 30 anos, desde a vitória da revolução até à morte de Mao, o país habituou-se a pensar em termos do colectivo, grupos de trabalho, movimentos de massas. Eu vi uma China diferente, onde a história da comunidade se dissolve numa infinidade de histórias individuais, de vitórias e de derrotas, de riqueza e de pobreza, de descobertas, de batalhas, de desperdício, de protestos, mas sempre histórias de indivíduos debatendo-se com um novo caminho que se abria”, afirma Paolo Longo.

 

Organizada em colaboração com o Istituto Italiano di Cultura, em Lisboa, “O Caminho Chinês” está patente até 23 de Fevereiro de 2020. O fotógrafo orienta duas visitas à exposição, de entrada livre, nos dias 29 de Novembro e 21 de Fevereiro de 2020. No dia 17 de Janeiro de 2020, em conferência, Paolo Longo explica o seu processo de trabalho e as motivações por trás desta exposição.

 

Exposição “O Caminho Chinês – fotografia de Paolo Longo”

Inauguração | 28 de Novembro | 18.30

Até 23 de Fevereiro de 2020

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €


Visitas orientadas com Paolo Longo
29 de Novembro e 21 de Fevereiro 2020 | 18.00 | Gratuito
 
Conferência com Paolo Longo
17 de Janeiro 2020 | 18.00 | Gratuito

 

 

 

www.museudooriente.pt

Cientistas desfilam com as "Jóias da Ciência" na nova e breve exposição do Pavilhão do Conhecimento

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Não há dúvidas que a ciência é preciosa mas se fosse uma jóia, como seria? E que formas e padrões adoptaria?

O desafio foi lançado pela Ciência Viva aos alunos do curso regular de Joalharia da Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual. O resultado está na exposição "Jóias da Ciência", que se inaugura no próximo dia 19 de Novembro, terça-feira, às 18.00, no Átrio do Pavilhão do Conhecimento. O acesso à mostra é livre.

Maria Mota, Rui Agostinho, Conceição Calhau, Maria José Costa, Luísa Schmidt, Elsa Anes, Octávio Mateus, Raquel Gaspar e Alexandre Quintanilha* serão alguns dos cientistas convidados a desfilar com estas jóias tão especiais, antes de serem depositadas nos suportes onde ficarão em exposição até 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica e primeiro dia da Semana da Ciência e da Tecnologia 2019. Os autores das peças também partilharão com o público as influências que estiveram na base da sua criação.

Temas como "Água e Meio Ambiente", "Robótica", "Dr. Sousa Martins: o boticário, o médico e o santo laico", "Fauna e Flora", "Corpo Humano" e "Fenómenos Físicos" serviram de inspiração às 22 peças criadas com materiais reutilizados e inspiradas na ligação da ciência e da tecnologia com a sociedade.

A parceria estabelecida este ano entre a Ciência Viva e o Ar.Co propõe a concretização de projectos que contribuam para a formação dos jovens e o acesso à cultura científica por parte de todos os cidadãos, estabelecendo-se assim um ponto de encontro de missões comuns às duas instituições.

Programa completo da inauguração aqui.

CCB | Um fim-de-semana dedicado à lua | Raquel Varela entrevista Pietro Basso | Companhia Maior estreia nova criação com Sofia Dias & Vítor Roriz

EXPOSIÇÃO
Agricultura e Arquitetura: Do Lado do Campo
Curadoria de Sébastien Marot
ATÉ 16 FEV  10H ÀS 18H / GARAGEM SUL 

Não é novidade que o mundo atravessa uma grave crise ambiental. Esta exposição enfrenta esse problema refletindo sobre a forte ligação que sempre existiu entre agricultura e arquitetura, e sobre o divórcio que se estabeleceu entre elas a partir da Revolução Industrial. Ao tomar o lado do campo, a exposição propõe caminhos possíveis para enfrentarmos o futuro. Exposição integrada na 5.ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, A Poética da Razão

 

Oficina para crianças e famílias

 

Sábado, 16 de novembro | 11H00 

Permacultura de levar para casa

Por António Alexandre, Florian Ulm e David Avelar

Permacultura quer dizer «cultura permanente» e nesta oficina vamos plantar vasos e fazer minhocários seguindo algumas das suas técnicas. Vamos também construir minhocários com materiais reutilizados. Sim, para minhocas! Elas são ótimas a desfazer o lixo orgânico em composto, o húmus que alimenta as plantas. No fim, podes levar contigo este pequeno campo de permacultura e cuidar dele em tua casa para que venha a dar-te alimento.

 

Nota: Traz calçado e roupa que se possa sujar, pois iremos meter as mãos na terra.

 

Entrada livre

Marcação antecipada: garagemsul@ccb.pt ou 213 612 614/5

Fotografia de Wanderson Alves no Auditório de Pinhal Novo

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A Exposição de Fotografia “Cabe no Peito”, de Wanderson Alves, vai estar patente de 10 de outubro a 15 de novembro, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo.

Esta mostra, organizada pela Câmara Municipal de Palmela, reúne imagens obtidas durante os dois anos em que o fotógrafo percorreu os diversos distritos de Portugal, com um olhar atento aos pormenores do dia a dia e às emoções que estes despertam.

O fotógrafo brasileiro Wanderson Alves reside em Lisboa. É pós-graduado em Filosofia Contemporânea e Fotografia e, atualmente, frequenta o Mestrado em Estética e Estudos Artísticos - Fotografia e Cinema, na Universidade Nova de Lisboa.

Participou em diversas exposições individuais e coletivas, das quais se destaca “Cidade (Re)Velada”, realizada em 2014, na cidade de Phoenix, Arizona, Estados Unidos, onde também realizou uma Residência Artística, através da parceria com o Phoenix Institute of Contemporary Art. Na sequência desta exposição, uma das suas fotografias foi escolhida para fazer parte do acervo permanente do Mesa Contemporary Arts Museum.

A Exposição “Cabe no Peito” vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00, exceto feriados (entrada pelo edifício da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo).