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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Artistas Unidos em Janeiro de 2020

Os Artistas Unidos continuam a carreira de A MÁQUINA HAMLET  de Heiner Müller até 22 de Fevereiro, no Teatro da Politécnica. Continuam também as leituras EM VOZ ALTA, Lia Gama e Jorge Silva Melo lêem Sophia de Mello Breyner Andresen na Casa Sommer, em Cascais, este Sábado dia 25 de Janeiro às 18h30. Até 25 de Janeiro ainda poderá ver NESTES ÚLTIMOS TEMPOS, a exposição fotográfica de Jorge Gonçalves no Teatro Aveirense.

 

A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller Tradução Maria Adélia Silva Melo e Jorge Silva Melo Com Américo SilvaAndré LoubetHugo TouritaInês PereiraJoão Estima, João Madeira, João Pedro Mamede e José Vargas Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Música original João Madeira Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12

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No Teatro da Politécnica de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

Quero habitar nas minhas veias, na medula dos meus ossos, no labirinto do meu crânio.
Heiner Müller, A Máquina Hamlet

Um homem ergue-se das ruínas da história para anunciar que foi Hamlet. Para escapar à violência cíclica e contínua da história, o passado é questionado e desconstruído. Longe da narrativa psicológica, a paisagem da revolução traída. "O slogan da era Napoleónica ainda se aplica: Teatro é a Revolução em marcha."

Ainda li este texto manuscrito, passado clandestinamente da antiga RDA até à casa de Jean Jourdheuil no Bolulevard St Germain, em Paris onde tantas noites ouvi Heiner conversar bebendo uísque e café até nascer o dia. Traduzi-o então (1977?), no rescaldo do 25 de Novembro, quando sobre os nossos desejos se erguia a asa da normalização democrática. Li-o vezes sem conta, voltei a traduzi-lo. E eis que chega a altura de o lembrar. De o fazer com actores novos com quem quero conversar sobre o que perdemos, o que quisemos, o que tentámos, o que traímos, o que não soubemos, o preço desta vida que lhes deixamos, e as mulheres. E claro, convosco, falar da Esperança, imensa Maldição. Volto a Heiner Müller como quem volta àquelas longas conversas na cozinha do Jean. “Olha, já é manhã! Temos de ir dormir!”

JSM

 

EM VOZ ALTA

os nossos poetas

leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

 

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 

Em Cascais, na Casa Sommer, às 18h30:
Sábado, 25 de Janeiro - Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo.

 

NESTES ÚLTIMOS TEM POS de Jorge Gonçalves

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves (19).JP

 


No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 25 de Janeiro

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

 

Jorge Silva Melo

 

 

 

JÁ COMEÇARAM OS ENSAIOS DE... A PEÇA QUE DÁ PARA O TORTO

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O primeiro replica show em Portugal estreia a 12 de Fevereiro no Auditório dos OceanosCasino Lisboa e, curiosamente, coincide com a primeira vez em que uma peça vai dar para o torto.

 

Os ensaios desta peça-dentro-da-peça que acontece no Inverno de 1922 e onde tudo pode suceder, menos o que é realmente suposto, já começaram.

O espectáculo adaptado por Nuno Markl e com a encenação “residente” de Frederico Corado tem como elenco Alexandre Carvalho, Cristóvão Campos, Igor Regalla, Inês Castel-Branco, Joana Pais de Brito, Miguel Thiré, Telmo Mendes e Telmo Ramalho que sobem ao palco para enfrentar vários obstáculos, que têm tanto de inoportunos como de imprevisivelmente cómicos.

 

 

O QUE É UM REPLICA SHOW?

 

Este conceito define-se pela compra da totalidade de um projecto por parte de uma produtora nacional. São, por isso, adquiridos os desenhos de luz, som, cenário e guarda-roupa, o que faz com que a peça seja apresentada nos seus moldes originais e, por isso, coincida com as apresentações de, por exemplo, Londres, Nova Iorque e Madrid, sendo a única alteração a tradução do texto para português e a selecção do elenco, com actores nacionais. Além disso, também a linha de comunicação, nomeadamente a imagem e cartazes, estão em consonância com o espectáculo original.

 

 

SOBRE A PEÇA

 

Um assassinato de contornos misteriosos acontece na década de 1920. Os investigadores vão ter de perceber quem é o assassino e, não fosse esta a peça onde tudo dá para o torto, no final o assassino seria descoberto sem qualquer inconveniente. O problema é que, pelo meio, há́ toda uma série de desgraças hilariantes que acontecem quando menos se espera. Desde portas encravadas, objectos a cair e actores que se esquecem das deixas.

 

SUCESSO INTERNACIONAL

 

Estreou em Londres há 5 anos e já passou, regressou ou ainda está a passar por mais de 30 países:

 

Alemanha. Itália, Bulgária, Argentina, Hungria, França, Polónia, Turquia, Austrália, Japão, Finlândia, Grécia, China, Israel, Roménia, Chile, Noruega, Holanda, Espanha, Brasil, Islândia, Bélgica, Croácia, Coreia, Estónia, Perú, Suécia, Dinamarca, República Checa, India, Luxemburgo, Suíça, Áustria, Rússia, África do Sul, México, sem esquecer os Estados Unidos, tanto na Broadway como Off- Broadway, o que vale por dois!

 

JÁ ARRECADOU PRÉMIOS MUITO IMPORTANTES:

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ALEXANDRE CARVALHO É TELMO: O TÉCNICO DE SOM E LUZ.

 

Tirou o curso de Interpretação na Escola Profissional de Teatro de Cascais e tem vindo a fazer parte de peças como “Amália, o Musical” (2000) e, mais recentemente, “As Aventuras do João Sem Medo” (2019), com encenação de Lúcia Moniz e Paulo Quedas. Participou igualmente em projectos televisivos, cinematográficos e também dobragens para filmes de animação, como "Força de Ralph” em 2012, “Monstros, a Universidade” em 2013, e em 2017 deu voz em a “A Bela e o Monstro”.

  CRISTÓVÃO CAMPOS

É CARLOS: O DIRECTOR DO NÚCLEO DE TEATRO DA SOCIEDADE RECREATIVA, ENCENADOR DA PEÇA E INTERPRETA O PAPEL DO INSPECTOR CARTER.

 

Estreou-se em televisão em 2000 na série “Uma Aventura” e fez parte do elenco de “A Minha Família é uma Animação” (Neco) e, mais à frente, de “Floribella”, “Doce Tentação” e “Filhos do Rock”. No cinema, a sua carreira conta com “Pátio das Cantigas” e “Pedro e Inês”. Em 2006 deu início ao seu percurso teatral, subindo a palcos como o Teatro Nacional D. Maria II interpretando "r Reagan" e Teatro Aberto, com "Hanna e Martín", “O Senhor Puntila e o seu Criado Matti” ou em 2019 “A Golpada”.

 

 

INÊS CASTEL-BRANCO

É SANDRA: INTERPRETA O PAPEL DE FLORENCE COLLEYMOORE.

 

Formou-se em Digital Filmmaking na New York Film Academy e começou em televisão aos 18 anos na série “Uma Aventura”. Desde aí participou em várias peças de teatro como “39 Degraus” (2011) e “Três Mulheres Altas” (2014). No cinema foi “Snu” (2019), que lhe deu a nomeação para Melhor Atriz de Cinema nos Globos de Ouro. Em televisão, esteve em produções como “Tudo poror”, “Doce Fugitiva” (TVI), “Laços de Sangue”, “Sol de Inverno” ou “Mar Salgado” na SIC, integrando actualmente “Nazaré”.

 

 

IGOR REGALLA

É DINIS: INTERPRETA O PAPEL DE PERKINS.

 

Foi no teatro que iniciou a sua carreira. Participou em campanhas publicitárias e estreou-se na ficção nacional com “Água de Mar”, em 2014, na TVI, tendo sido nesse canal que em 2015 fez parte do grande projeto “A Única Mulher”. Ainda em televisão, deu vida a Lucas na novela “Alma e Coração” (SIC) em 2018. Já́ no cinema, protagonizou Eusébio na minissérie “Ruth” e fez de Gabriel, no filme com o mesmo nome, para o qual esteve nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Ator de Cinema, em 2019.

 

 

JOANA PAIS DE BRITO

É ANITA: A CONTRA-REGRA DA COMPANHIA.

 

Foi a fazer comédia que surpreendeu, mais precisamente em Donos Disto Tudo (DDT), na RTP, ao criar bonecos irrepreensíveis de Cristina Ferreira e Ana Malhoa. No teatro integrou projectos como “Querida, comprei uma Orquestra” (2016) e “Os Monólogos da Vagina” (2019). No cinema, fazem parte do seu percurso os filmes portugueses “A Mãe É Que Sabe" (2016) e "Linhas Tortas" (2019). Na actualidade, podemos contar com a sua presença no programa “Cá por Casa” e “Patrulha da Noite”, ambos na RTP1.

 

 

JOÃO VELOSO

É TÉCNICO DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

Fez o Curso Profissional de Actores na ACT e vários workshops de representação. Nos palcos integrou peças como “As Bodas de Sangue” (2014), “Almenara” (2016) e “Vanessa vai à luta” (2017). Em televisão, participou nas novelas “Mar Salgado” e “Coração d’Ouro” (SIC). Já no cinema estreou-se na curta-metragem “Ninho” (2015) e fez parte de “O amor​ é lindo...porque sim" e de "Cartas da Guerra" (2015).

 

 

MIGUEL THIRÉ 

É ROBERTO: INTERPRETA O PAPEL DE THOMAS COLLEYMOORE.

 

Iniciou a sua formação aos 10 anos e desde aí tem vindo a dar vida a muitas personagens, tanto em teatro, como em cinema e televisão. No Brasil fez parte de muitos projectos da Rede Globo e TV Record, tendo também concebido vários espectáculos teatrais. Chegou à ficção portuguesa em 2016 com a novela “A Impostora”, na TVI, e deu os primeiros passos no Chapitô, como criador e interprete. No último ano estreou a peça "SELFIE" em Portugal, que vinha de uma carreira de sucesso em terras brasileiras.

 

 

RITA SILVESTRE

É TÉCNICA DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

 

Fez o Curso de Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema e de Interpretação na Escola Profissional de Teatro de Cascais. Seguiram-se projectos orientados por Carlos Avilez e peças com encenação de Leonardo Garibaldi, como “O Cornudo Imaginário” (2014) e “Rape – Estudo de um ingénuo amor” (2015/2016) e “YOUTH” (2018/2019). Na ficção nacional, esteve em "Sol de Inverno" (SIC), em 2013.

 

 

TELMO MENDES

É JOÃO:INTERPRETA O PAPEL DE CHARLES HAVERSHAM.

 

Actor, cantor e bailarino, fez formação na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e São vários os projectos teatrais em que esteve presente, nomeadamente dirigidos por Filipe La Féria, mas também no Centro Cultural Malaposta, Teatro do Bairro e Comuna Teatro de Pesquisa. Em televisão, vimo-lo em “Hotel 5 Estrelas”, na RTP, em “Rosa Fogo”, na SIC, e podemo-lo ouvir em dobragens de diversos filmes de animação, sendo o mais recente “Viva o Rei Juliano”.

 

 

TELMO RAMALHO

É MAX: INTERPRETA O PAPEL DE CECIL HAVERSHAM E DE ARTHUR, O JARDINEIRO.

 

Participou no “Aqui há́ Talento” (RTP1) em 2007 e desde aí seguiram-se participações em televisão, dobragens em filmes de animação e peças de teatro como “As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos” e “Raul, Um Espectáculo de Homenagem a Solnado”. Além de actor, é também criador e formador com um notável percurso na escola do improviso. "ImproFado”, “ImproKids” e “WWW Os Improváveis”, com Os Improváveis, e “Tochas e Telmo (A)variado” com Pedro Tochas, São alguns dos seus projectos.

 

 

VALTER TEIXEIRA

É TÉCNICO DA SOCIEDADE CULTURAL E RECREATIVA DO SOBRALINHO.

 

Foi na Escola Profissional de Teatro de Cascais que deu os primeiros passos na representação. Em teatro, integrou projectos da Companhia de Teatro ‘O Sonho’ e, depois, na Companhia de Teatro Andrómeda, como “Hipotenusa”, em 2018. Participou em musicais como “Feiticeiro de OZ” e “Príncipe Nabo” e, mais recentemente, vimo-lo na novela "A Prisioneira" (TVI), em 2019.

 

 

Texto de:Henry Lewis, Jonathan Sayer, Henry Shields

Encenação de: Hannah Sharkey

Encenação residente de: Frederico Corad

Tradução e adaptação de: Nuno Markl

Produção de: UAU

 

M12

 

Aud. Oceanos Casino Lisboa

Estreia 12 Fevereiro

4ª a sábado às 21h30 | Domingos às 17h

 

Em Fevereiro | A CRIADA ZERLINA, de Hermann Broch | Teatro Aberto

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Em Fevereiro o espectáculo A Criada Zerlina, de Hermann Broch com Luísa Cruz estará novamente em cena de 12 de Fevereiro a 1 de Março no Teatro Aberto. A actriz Luísa Cruz venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Teatro em 2019 com a sua interpretação neste espectáculo.

SINOPSE    

Na obra de Hermann Broch, Zerlina não é uma jovem camponesa desperta para os impulsos do corpo, mas uma velha criada, distante já da sua matriz instintual, para quem a estratégia erótica se transformou em estratégia discutiva. Mas o corpo e discurso são ambos modos, embora diferentes, de conhecimento e o exercício de Zerlina consiste justamente na laboriosa tradução do conhecimento instintual em conhecimento intelectual. Entre um e outro, como única mediadora, está a sua linguagem, em cuja rudimentaridade procura a sistematização de valores que assistem à sua conversão de «ser erótico» em «ser ético».


“Luísa Cruz não é uma actriz vulgar. (…) só uma interprete com a sua têmpera sempre crível e emocionante e cativante um texto que não quer saber de romantismos, que recusa o sentimentalismo e evita o lirismo tanto como o realismo como obstáculos ao seu devir, no processo tornando a plateia sua cúmplice enquanto expõe a alma de Zerlina.”

Crítica de Rui Monteiro, Revista Time Out (27/02/2019)

FICHA ARTÍSTICA    

VERSÃO_António S. Ribeiro e José Ribeiro da Fonte
TRADUÇÃO_Suzana Muñoz
ENCENAÇÃO_João Botelho
CENOGRAFIA_Pedro Cabrita Reis
DESENHO DE LUZ_Nuno Meira
SONOPLASTIA_Sérgio Milhano
PRODUÇÃO EXECUTIVA_Nuno Pratas
INTERPRETAÇÃO_Luísa Cruz

ESPECTÁCULOS

De 12 de Fevereiro a 1 de Março  

Quarta, Sexta e Sábado às 21h30

Quinta às 19h00*Novo horário.

Domingo às 16h00

SALA AZUL

M/12

BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com  
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia) 

 

CENDREV comemora 45 anos com espectáculos de entrada gratuita!

Fundação AFID apresenta Entreaberto: uma peça sobre o Mundo.

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A AFID, regressa aos palcos com a peça - "ENTREABERTO" - da AFIDança, já no próximo dia 17, no Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras. 

"Entreaberto" pretende retratar algumas das dúvidas, quiçá mais contantes. das pessoas em vida.

 
  • "Entreaberto" volta a estar em palco para definir um mundo quase aberto e quase fechado, onde os atores pretendem revelar o porquê da sensação de que, no Mundo, deixamos muito por dizer e por fazer; 
     
  • A sessão acontecerá em Oeiras, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, pelas 21h00 de dia 17 deste mês.

A AFID Diferença instituída pela AFID - Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência – com 33 anos de existência – promove "Entreaberto", uma peça que é um convite à curiosidade e ao perigo de não saber para lá do que queremos mostrar, que volta a subir aos palcos no próximo dia 17 de janeiro, em Oeiras, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, pelas 21h00.
 
Com o intuito de procurar a sensação de possibilidade – "Entreaberto" – revela-se pela sensação de que deixamos muito por dizer e por fazer, definindo um mundo quase aberto e quase fechado.
Este projeto é uma colaboração artística entre a AFIDance e a CiM (companhia e dança), financiado pelo INR (Instituto Nacional para a Reabilitação), e surge para revelar aquilo que queremos, aquilo que escondemos e o que precisamos.

 

"Entreaberto" tem direção artística de Ana Rita Barata, coordenação artística e pedagógica de Bruno Rodrigues e coreografia de Mara Pacheco. A interpretar esta peça estão Ana Sofia Pires, Andreia Bulhão, David Miguel, Jéssica Boneco, João Furtado, Nelson Moniz, Teresa Manjua e Carolina Carloto com Mafalda Estácio no espaço cénico e Joana Gomes na produção da CiM.

Recorde-se que a AFIDance é um grupo que pertence à  AFID Diferença, que criou este projeto.

Os bilhetes para poder assistir à peça têm o valor de 3€ sendo que para escolas e instituições de solidariedade social o valor é de 1€.

 
Para reservas e aquisição de bilhetes: 214 462 020 ou cnbc@apcl.org.pt

Artistas Unidos no arranque de 2020

A 15 de Janeiro, os Artistas Unidos estreiam A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller no Teatro da Politécnica. O espectáculo estará em cena de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro e conta com a interpretação de Américo Silva, André Loubet, Hugo Tourita, Inês Pereira, João Estima, João Madeira,João Pedro Mamede e José Vargas e encenação de Jorge Silva Melo.

No sábado, dia 18 de Janeiro, não haverá espectáculo e Jorge Silva Melo lê ÁJAX POR EXEMPLO de Heiner Müller com entrada livre, mediante reservas e sujeita à lotação da sala.

 

Em 2020, continua a digressão do espectáculo VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward com interpretação de Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso e encenação de Jorge Silva Melo. E até 25 de Janeiro, continua a exposição NESTES ÚTLIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves no Teatro Aveirense.

 

Voltamos às leituras de poesia EM VOZ ALTA.

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A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller Tradução Maria Adélia Silva Melo e Jorge Silva Melo Com Américo SilvaAndré LoubetHugo TouritaInês PereiraJoão Estima, João Madeira, João Pedro Mamede e José Vargas Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Música original João Madeira Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

Quero habitar nas minhas veias, na medula dos meus ossos, no labirinto do meu crânio.
Heiner Müller, A Máquina Hamlet

Um homem ergue-se das ruínas da história para anunciar que foi Hamlet. Para escapar à violência cíclica e contínua da história, o passado é questionado e desconstruído. Longe da narrativa psicológica, a paisagem da revolução traída. "O slogan da era Napoleónica ainda se aplica: Teatro é a Revolução em marcha."

Ainda li este texto manuscrito, passado clandestinamente da antiga RDA até à casa de Jean Jourdheuil no Bolulevard St Germain, em Paris onde tantas noites ouvi Heiner conversar bebendo uísque e café até nascer o dia. Traduzi-o então (1977?), no rescaldo do 25 de Novembro, quando sobre os nossos desejos se erguia a asa da normalização democrática. Li-o vezes sem conta, voltei a traduzi-lo. E eis que chega a altura de o lembrar. De o fazer com actores novos com quem quero conversar sobre o que perdemos, o que quisemos, o que tentámos, o que traímos, o que não soubemos, o preço desta vida que lhes deixamos, e as mulheres. E claro, convosco, falar da Esperança, imensa Maldição. Volto a Heiner Müller como quem volta àquelas longas conversas na cozinha do Jean. “Olha, já é manhã! Temos de ir dormir!”


JSM

A MÁQUINA HAMLET de Heiner Müller Tradução Maria Adélia Silva Melo e Jorge Silva Melo Com Américo SilvaAndré LoubetHugo TouritaInês PereiraJoão Estima, João Madeira, João Pedro Mamede e José Vargas Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Música original João Madeira Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 15 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

Quero habitar nas minhas veias, na medula dos meus ossos, no labirinto do meu crânio.
Heiner Müller, A Máquina Hamlet

Um homem ergue-se das ruínas da história para anunciar que foi Hamlet. Para escapar à violência cíclica e contínua da história, o passado é questionado e desconstruído. Longe da narrativa psicológica, a paisagem da revolução traída. "O slogan da era Napoleónica ainda se aplica: Teatro é a Revolução em marcha."

Ainda li este texto manuscrito, passado clandestinamente da antiga RDA até à casa de Jean Jourdheuil no Bolulevard St Germain, em Paris onde tantas noites ouvi Heiner conversar bebendo uísque e café até nascer o dia. Traduzi-o então (1977?), no rescaldo do 25 de Novembro, quando sobre os nossos desejos se erguia a asa da normalização democrática. Li-o vezes sem conta, voltei a traduzi-lo. E eis que chega a altura de o lembrar. De o fazer com actores novos com quem quero conversar sobre o que perdemos, o que quisemos, o que tentámos, o que traímos, o que não soubemos, o preço desta vida que lhes deixamos, e as mulheres. E claro, convosco, falar da Esperança, imensa Maldição. Volto a Heiner Müller como quem volta àquelas longas conversas na cozinha do Jean. “Olha, já é manhã! Temos de ir dormir!”

JSM

ÁJAX POR EXEMPLO de Heiner Müller Tradução João Barrento por Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica a 18 de Janeiro
Sáb às 19h00 | Entrada livre
(Sujeito à lotação da sala)

Eu dinossauro não de Spielberg estou sentado
Pensando na possibilidade
De escrever uma tragédia.

Heiner Müller, Ájax por Exemplo

Ájax por exemplo é um longo poema (169 versos) – ou um longo monólogo, sendo praticamente impossível distinguir as duas formas – sinuoso e descontínuo no seu desenvolvimento, e ao mesmo tempo familiar e erudito pela sua matéria. A primeira linha que o atravessa é a da poesia de circunstância: é a confidência de um escritor que, num quarto de hotel, entre um aparelho de televisão e uma janela que dá para a parte ocidental da nova Berlim, pensa escrever uma tragédia.

 

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém M12

 

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 4 de Janeiro de 2020

Em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi a 11 de Janeiro de 2020

Em Braga, no Theatro Circo a 24 de Janeiro de 2020

Em Santarém, no Teatro Municipal Sá da Bandeira a 1 de Fevereiro de 2020

Em Leiria, no Teatro José Lúcio Silva a 6 de Fevereiro de 2020

Em Coimbra, no Convento São Francisco a 8 de Fevereiro de 2020

Em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda a 15 de Fevereiro de 2020

Em Viseu, no Teatro Viriato a 21 e 22 de Fevereiro de 2020

No Teatro-Cine de Torres Vedras a 28 de Fevereiro de 2020

Em Torres Novas, no Teatro Virgínia a 29 de Fevereiro de 2020

No CCB – Centro Cultural de Belém de 4 a 9 de Março de 2020

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

 

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves

 

No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 4 de Janeiro

 

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

Jorge Silva Melo

 

 

EM VOZ ALTA

os nossos poetas

leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

 

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 

Em Setúbal, na Casa da Cultura, às 21h30:

30 de Janeiro de 2020 – Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
26 de Março de 2020 - Marcos Foz e Sebastião Belfort Cerqueira por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo
28 de Maio de 2020 - Jose Gomes Ferreira por Maria João Luís e João Meireles
30 de Julho de 2020 - Ramos Rosa por Lia Gama e Luís Lucas
24 de Setembro de 2020 - Castro Mendes por Jorge Silva Melo
26 de Novembro de 2020 - Fernando Assis Pacheco por Manuel Wiborg e Jorge Silva Melo

 

Em Cascais, na Casa Sommer, às 18h30:

25 de Janeiro de 2020 - Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
15 de Fevereiro de 2020 - Antonio Ramos Rosa por Luís Lucas e Lia Gama
21 de Março de 2020 - António Franco Alexandre por Luís Lucas e Catarina Wallenstein
18 de Abril de 2020 - José Gomes Ferreira por João Meireles e Maria Joao Luís
20 de Junho de 2020 – Carlos Oliveira por Luís Lucas e Jorge Silva Melo
19 de Setembro de 2020 - Luís Filipe Castro Mendes por Lia Gama e Jorge Silva Melo
24 de Outubro de 2020 - Fernando Assis Pacheco por Manuel Wiborg e Jorge Silva Melo
21 de Novembro de 2020 - Manuel Resende por Jorge Silva Melo e Nuno Gonçalo Rodrigues

 

 

A VOZ DOS POETAS

E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

 

20 de Janeiro de 2020 - Sophia de Mello Breyner Andresen por Lia Gama e Jorge Silva Melo
16 de Março de 2020 - Marcos Foz por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo
18 de Maio de 2020 - Vitorino Nemésio Andamento Holandês por Lia Gama e Luís Lucas (elenco a confirmar)
21 de Setembro de 2020 - Sebastião Belfort Cerqueira por Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo

 

Jorge Mourato regressa ao stand up com SINCERA-MENTE em Janeiro

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Jorge Mourato regressa ao Stand Up com SINCERA-MENTE em Janeiro


Jorge Mourato leva o seu mais recente espectáculo de Stand UpSINCERA-MENTE, ao Teatro Villaret, em Lisboa, todas as Quartas-Feiras, a partir de 22 de Janeiro.

 

De volta ao registo de Stand Up, o actor acolhe-nos no seu mundo pessoal e convida-nos a ver o mundo que nos rodeia sob o seu ponto de vista, de forma divertida e sarcástica, blá, blá blá... Isto foi o que lhe pediram para escrever para descrever sucintamente o espectáculo…

 

Mas não vai ser nada disto, se querem saber a verdade. O Jorge vai estar de pé, com um microfone na mão, e vai falar sobre o que lhe apetecer e lhe der na real gana: pode ser de bichos, turistas, filmes, sogras, moda, TV, sexo (tem sempre de existir, senão ninguém aparece), emigrantes, família, amor…

 

O Jorge até vai fazer perguntas e convidar o público a manifestar-se sobre certos temas, vejam lá. Diz que é para se poder chamar de espectáculo interactivo, soa bem... (e sempre é da maneira que ele fala menos e o tempo vai passando mais rápido).

 

Depois de saber isto tudo, ainda tem dúvidas? Olhe, antes dúvidas do que dívidas. E como as tristezas não as pagam, está à espera de quê para aparecer?

 

Autoria e Interpretação Jorge Mourato

Produção Força de Produção


Bilhetes já à venda
https://ticketline.sapo.pt/evento/jorge-mourato-sincera-mente-47594

Projeto “De Pequenino ao de Pequenote”: “Kaô: Embalos do Mundo” no Fórum Cultural da Baixa da Banheira

Projeto “De Pequenino ao de Pequenote”

“Kaô: Embalos do Mundo” no Fórum Cultural da Baixa da Banheira

 

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O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 14 de dezembro, às 16:00h e às 17:15h, a peça de teatro “Kaô: Embalos do Mundo”, pela Monda Teatro-Música. Esta iniciativa, inserida no âmbito do projeto municipal “De Pequenino ao de Pequenote”, tem como destinatários crianças dos 2 aos 5 anos (na sessão das 16:00h) e bebés dos 3 aos 24 meses (às 17:15h).

A lotação por sessão é de 20 crianças e acompanhantes (um no palco, e restantes na plateia). A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia.

 

“Kaô: Embalos do Mundo” é um momento poético-musical com ações e canções sobre os primeiros passos e compassos na vida. Partindo de canções transmitidas de mãe para filho/a, de geração em geração, três mulheres exploram a força das vozes femininas e do canto polifónico, num espetáculo de teatro-música com melodias lusófonas e ibero-americanas. A palavra indígena “Kaô” recebe quem acaba de chegar, num concerto encenado para escutar e sentir ao colo.

Cocriação e Interpretação: Sofia Portugal, Susana Quaresma, Tânia Cardoso | Dramaturgia Visual e Encenação: Tânia Cardoso | Arranjos Vocais e Musicais: Sofia Portugal e Susana Quaresma | Cenografia: Celso Portugal | Figurinos: Liliana Santos | Apoio à Criação: SEA Palácio Marquês de Pombal – C. M. Oeiras | Apoio à Residência Artística: Centro de Animação Cultural de Mortágua | CCB - Fábrica das Artes /Centro Cultural de Belém (Dias da Música 2016) | Uma Produção A Monda Teatro-Música 2016.

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

 

Passatempo A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO

O Blog Cultura de Borla em parceria com INTERVALO GRUPO DE TEATRO tem bilhetes duplos para o espectáculo A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO no Auditório Municipal Lourdes Norberto para o dia 14 de dezembro (16h)  aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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A TRISTE HISTÓRIA DE UM LOBO

 

Um musical infantil sobre o poder da amizade e das segundas oportunidades

Era uma vez um Lobo, que de mau não tinha nada. Só, talvez, o facto de ser muito chato e demasiado melodramático. Um dia decide viajar e conhecer o mundo, mas nem tudo é como espera… “A Triste História de um Lobo” é um musical infantil da autoria de Miguel Partidário, produzido pelo Intervalo Grupo de Teatro, que estará em cena a partir de 30 de novembro, no Auditório Municipal Lourdes Norberto.

Dia 30 de Novembro estreia a nova produção infantil do Intervalo Grupo de Teatro, intitulada “A Triste História de um Lobo”. O musical conta de forma divertida – às vezes nonsense – a história de um Lobo que é muito mal entendido, enquanto revisita histórias da nossa infância, para mostrar que ser diferente não é necessariamente mau e para nos relembrar do poder da amizade e das segundas oportunidades.

A aventura começa quando o Lobo decide viajar para conhecer o mundo e as gentes além da sua aldeia. Na sua viagem conhece três porquinhos brincalhões, a Capuchinho Vermelho, o Pedro e uma Avó muito radical, mas… Se todos os lobos que eles conhecem são maus, será que o nosso herói vai conseguir fazer amigos?

Em cena aos sábados e domingos às 16h00, a partir de 30 de novembro, no Auditório Municipal Lourdes Norberto, em Linda-a-Velha, “A Triste História de um Lobo” está também disponível para festas de aniversário e para escolas durante a semana (por marcação).

“A Triste História de um Lobo”
Musical Infantil – M/6 anos

Sábados e Domingos: 16h00
Bilhetes: 7€ adultos; 5€ crianças
Escrito e Encenado por: Miguel Partidário

Produção: Intervalo Grupo de Teatro

Interpretação: Mafalda Aragão; Miguel de Almeida; Pedro Barroco; Rute Alfaiate
Morada: Auditório Municipal Lourdes Norberto, Largo da Pirâmide, 3N, Linda-a-Velha
Reservas e Marcações: intervaloteatro@gmail.com