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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Évora organiza evento internacional sobre Capitais Europeias da Cultura | Lançamento de Candidatura

 

Cidade candidata-se a anfitriã do evento europeu em 2027

 

  • Workshop Internacional “Culture Capital Cities” decorre em Évora de 14 a 16 de Fevereiro. Consultar programa completo aqui.

 

  • Evento marca início do processo de candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura e tem lugar no auditório da Fundação Eugénio de Almeida.

 

  • Desafios e objetivos das Capitais Europeias da Cultura vão ser abordados em múltiplas sessões por dezenas de especialistas, investigadores e decisores políticos nacionais e europeus.

 

 

05 Fevereiro de 2019 - O Workshop Internacional “Culture Capital Cities”, que decorre em Évora de 14 a 16 de Fevereiro, marca o início do processo de candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, em 2027. Esta primeira iniciativa, no âmbito da candidatura, pretende criar um fórum aberto de reflexão sobre o papel cultural e criativo dos agentes locais e regionais, o potencial das suas infraestruturas culturais e a relação com outras Capitais Europeias da Cultura.

 

Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, Ana Paula Amendoeira, Diretora Regional da Cultura e António Ceia da Silva, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, vão realizar conjuntamente a sessão de abertura do Workshop “Culture Capital Cities”, no dia 14 de fevereiro.

 

O evento conta com a participação de oradores das principais entidades europeias na área da cultura. Katherine Heid, membro do gabinete para a Cultura e Juventude no Comité Económico e Social Europeu e Tera Badia, secretária-geral da Culture Action Europe, são alguns dos nomes confirmados. Aos especialistas internacionais juntam-se oradores nacionais, incluindo Cristina Farinha, consultora e investigadora especializada em Industrias Criativas, Miguel Abreu, produtor cultural e António Cerveira Pinto, artista, escritor e analista de políticas culturais.

 

«A organização deste evento promove a partilha de conhecimentos sobre o tema das Capitais Europeias da Culturas e representa uma oportunidade para ponderarmos regionalmente quais as melhores propostas que podemos oferecer, de forma a evidenciar o património material e imaterial da cidade de Évora e de todo o Alentejo, mas também de forma a potenciar novas formas de expressão cultural e criativa na região», sublinha Carlos Pinto de Sá.

 

O papel da cultura nas sociedades contemporâneas, a relação entre cultura e economia ou a cultura enquanto forma de participação cívica são alguns dos principais temas do evento, que pretende sobretudo demonstrar os atuais desafios da cultura, a importância das entidades regionais e o papel das cidades anfitriãs desta iniciativa europeia.

 

Bruno Nogueira apresenta DEPOIS DO MEDO | Anúncio de datas de Digressão

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10 anos depois, Bruno Nogueira está de volta ao Stand Up. 

Depois do Medo é o nome do espectáculo original que assinala o seu regresso aos palcos neste formato. A estreia tem lugar no próximo dia 29 de Novembro, no Teatro das Figuras em Faro.

 


SINOPSE
Depois do Medo marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espectáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre. Entre os temas interessantíssimos poderão encontrar a intrigante problemática das pessoas que, sem terem nada na boca, mastigam quando estão a olhar para alguém a comer. Um encantador processo mental.
Como podem ver, o mundo, tal como o conhecem, vai ficar exactamente igual. Mas o Bruno, tal como o conhecem, vai ficar muito mais aliviado de ter semeado os problemas dele na vossa cabeça.

 


DEPOIS DO MEDO | DIGRESSÃO | DATAS
(Mais datas a anunciar brevemente.)

 

29 Novembro 
Teatro das Figuras, Faro

1 ESGOTADO e 2 Dezembro 
Teatro Aveirense, Aveiro

7 Dezembro 
CAE São Mamede, Guimarães

5 Janeiro 
Teatro Ribeiro Conceição, Lamego

11 Janeiro 
Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória, Ilha Terceira

12 Janeiro 
Teatro Micaelense, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel

18 Janeiro 
TAGV, Coimbra

19 Janeiro 
Cine Teatro Torres Vedras

24 Janeiro 
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

25 Janeiro 
Cine Teatro Garret, Póvoa Varzim

26 Janeiro 
CAE Portalegre

1 Fevereiro 
Auditório do Complexo Paroquial, Mangualde

2 Fevereiro 
Casa da Cultura, Seia

21 Fevereiro 
Teatro Garcia de Resende, Évora

23 Fevereiro 
Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

1 Março 
Centro Cultural, Lagos

2 Março 
Teatro Sá da Bandeira, Santarém

8 Março
Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro

9 Março 
Cine Teatro António Lamoso, Stª Maria da Feira

15 Março 
Teatro Municipal, Vila Real

16 Março 
CAE Figueira da Foz

22 e 23 Março 
Porto, local a anunciar em breve

28 Março 
Theatro Circo, Braga

30 Março 
Teatro Viriato, Viseu
1 Abril
Lisboa, local a anunciar em breve.

 

FESTIVAL EVORA AFRICA | Dj Ibaaku pela primeira vez em Portugal

 

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Dj Ibaaku pela primeira vez em Portugal 

O artista afrofuturista atua no festival Evora Africa, dia 24 de agosto, no Palácio Cadaval em Évora

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Nascido em Dakar, Ibaaku é um artista multifacetado, não apenas produtor mas também multi-instrumentista, autor, compositor e apresentador de rádio.

Ibaaku colabora regularmente com outros campos artísticos como moda, artes visuais e vídeo, o que faz do DJ um artista único.

Dia 24 de agosto o Festival Evora Africa conta com um cartaz dedicado ao afrofuturismo, com a conferência  “O Afrofuturismo à conquista de um outro espaço-tempo” de Sandrine Le Coz às 21h  e posteriormente às 23h30  a performance imperdível do Dj Ibaaku.

 

Um artista futurista num espaço histórico, reforçando a essência do Evora Africa, viver a arte contemporânea africana num espaço carregado de história.

 

Programação Evora Africa - Xindiro Companhia

Xindiro Companhia pela primeira vez em Portugal

 

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O festival Evora Africa recebe este fim de semana a Xindiro Companhia.

Um projeto de muitos anos e de muito amor que se apresenta este fim de semana em Évora, pela primeira vez em Portugal.

 

A Xindiro Companhia de Canto e Dança é uma associação cultural sem fins lucrativos fundada a 1 de Junho de 1994 por um grupo de alunos pertencentes à Escola Primária Maguiguana.

É uma companhia profissional que conta neste momento com 48 elementos, 24 jovens e 24 crianças e tem a sua sede e local de ensaios na escola primária Maguiguana situada no periférico Bairro de Maxaquene, em Maputo. A companhia é conhecida por apresentar o melhor dos ritmos moçambicanos, pela coordenação das vozes em canções que marcaram uma parte da história de Moçambique e na conceção dos figurinos. A Xindiro Companhia de Canto e Dança conta com atuações em diversos eventos nacionais e internacionais (como nas Ilhas Mauriciais, Noruega, Zimbabwe, África do Sul,França e Holanda) e sempre a representar o melhor dos símbolos moçambicanos.


Este fim de semana o Festival Evora Africa tem o prazer de receber este projeto de muitos anos e de muito amor que se apresenta pela primeira vez em Portugal.

 

 

www.evorafrica.pt

FESTIVAL 20.21 – #ÉVORA #MÚSICA #CONTEMPORÂNEA no Teatro Garcia de Resende de 6 a 10 de Junho

 

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A Primeira edição do festival Évora Música Contemporânea decorre de 6 a 10 de junho no Teatro Garcia de Resende


Encontros invulgares, diálogos inesperados, fusão, encontros e reencontros é o que está prometido para a primeira edição do festival Évora Música Contemporânea que tem lugar entre 6 e 10 de junho no Teatro Garcia de Resende. Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão, o Quarteto Lopes Graça, Nuno Aroso, Ana Telles, Arnaldo Trindade e Laurent Rossi, são alguns dos nomes que trazem novos desafios a este festival com um conceito muito particular e  conta com a direção artística do pianista e compositor Amílcar Vasques-Dias.
 
O cartaz da primeira edição do festival Évora Música Contemporânea expressa toda a diversidade que está na origem do seu conceito: da música de câmara de Joly Braga Santos pelo Quarteto Lopes-Graça ao invulgar formato instrumental TGB - tuba, guitarra e bateria de Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão, às músicas eletroacústicas em concertos a solo do percussionista Nuno Aroso ou do guitarrista Francisco Berény e da pianista Ana Telles, até ao multifacetado saxofone de Carlos Canhoto.
 
Embora pareça ‘estranha’ a palestra-concerto ‘José Afonso: de ouvido e coração’ justifica-se pelo facto de a música erudita ter sido também fonte de inspiração para a criatividade músical de José Afonso e para a abordagem que dela fazem os intérpretes deste concerto. Sugerida por Arnaldo Trindade, amigo e editor de José Afonso – é um ‘lugar de encontro’ do público com individualidades que acompanharam a sua criação musical ou que se têm dedicado ao estudo da sua obra e personalidade.
"Uma História da Trompa" é um espetáculo multimédia com performance ao vivo que conta a história deste instrumento, desde a sua origem até aos nossos dias e terá como cenário um filme musicado com uma banda sonora sinfónica pré-gravada e ilustrado com vídeo, animação e efeitos especiais, com o trompista Laurent Rossi em palco.
 
A programação deste festival, organizado pela Câmara Municipal de Évora, reflete o carácter abrangente da música erudita contemporânea cujas raízes mais próximas se encontram na música do século XX e apresenta obras de autores e intérpretes maioritariamente portugueses.

Beja regressa ao período romano de 17 a 20 de maio

 

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A grandeza e imponência de Pax Julia revive-se, de 17 a 20 de maio, no centro histórico da cidade de Beja. Música, animação, cortejos, mercado, acepipes, museu ao vivo, espetáculos de fogo, visitas pedagógicas e outras experiências são algumas das propostas para a 5ª edição do Festival Beja Romana.

Sob o tema da Fundação de PAX JULIA , a organização lançou o desafio para um maior envolvimento das escolas do concelho, de forma a integrar atividades mais significativas para a comunidade escolar.  Exemplo disso são as inúmeras oficinas que vão decorrer durante estes 3 dias. Escrita romana, destilaria de perfumes, cerâmica, mosaicos romanos, tecelagem, marcenaria, ferraria, jogos de mesa do período romano, dança, peddy paper, treino de armas e jogos de destreza são algumas das propostas dirigidas aos mais novos.

Pela importância dos conteúdos que promove, pela dinâmica que desenvolve no âmbito educativo e pela experiência de excelência que proporciona aos seus participantes o Festival Beja Romana é um evento de e para a comunidade escolar que se abre à população e a quem nos visita.

Destaque para o cortejo de abertura, o Forum virtual que permite a visualização do fórum romano de Pax Julia,  a recriação da casa romana (DOMUS) na igreja da Misericórdia, a prova comentada de vinho da talha (método de produção do período romano), a noite dos museus (de 17 a 19) que convida a visitas guiadas fora de horas, visitas gratuitas à villa romana de Pisões, e as diversas exposições que decorrem em permanência em vários espaços.

A Praça da República, local onde se situava o forum e onde estão identificados dois templos romanos, um dos quais, o maior e mais monumental descoberto até hoje em território português, é o epicentro desta recriação.

Durante 3 meses Évora recebe mais de 30 artistas de todo o continente africano

Évora recebe mais de 30 artistas de todo o continente africano

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Durante 3 meses Évora é o palco para uma celebração da cultura e arte africanas, com um programa que inclui concertos, exposições, performances e conferências.

   
De 25 de maio a 25 de agosto de 2018, o Palácio de Cadaval, em Évora, acolherá o festival Evora Africa, uma celebração da cultura e arte africanas
com um diversificado programa de exposições, concertos, performances, conferências e DJs. O principal objetivo do festival é, ao longo dos 3 meses de duração, fortalecer os laços culturais e históricos, promover o intercâmbio entre África e a Europa, celebrar novas expressões artísticas
urbanas e as suas influências sobre a cultura portuguesa. A escolha da data de inauguração, 25 de maio, que coincide com o Dia de África pretende ser mais um momento simbólico para comemorar as ligações históricas entre Portugal e o continente africano.

 
O programa musical, com curadoria de Alain Weber e Alcides Nascimento, conta com nomes como a Orquestra Ballaké Sissoko, Irmãos Makossa, Celeste Mariposa e Sara Tavares, entre outros.

 
A exposição "African Passions", com curadoria de André Magnin (um dos maiores impulsionadores da arte africana dos nossos dias) e Philippe Boutté, trará até nós obras do icónico artista Malick Sidibé, de Chéri Samba, JP Mika e muitos outros. Esther Mahlangu, a artista sul africana de 82 anos, criará em Évora um mural, especificamente para o festival.

 
 

Encontre toda a informação em  <http://evorafrica.pt/> http://evorafrica.pt/

Cendrev | Dia Mundial do Teatro | Março

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TEATRO GARCIA DE RESENDE

_ “ÑAQUE, ou sobre piolhos e actores”, de José Sanchis Sinisterra

Arrastando uma velha arca que guarda todo o aparato teatral, Rios e Solano chegam ao “aqui” e “agora” da representação, procedentes de um longo vagabundear através do espaço e do tempo. Hão-de apresentar perante o público um tosco espectáculo, mas o cansaço, as dúvidas e os temores atrasam, interrompem uma e outra vez a atuação, num diálogo deliberado que os aparenta a Vladimiro e Estragón, os ambíguos clowns de Samuel Beckett.

 Dia 27 de Março, às 21h30 
 Teatro Garcia de Resende 

ENTRADA GRATUITA,
mediante levantamento de bilhete no Teatro Garcia de Resende.


FICHA TÉCNICA

autor José Sanchis Sinisterra | tradução José Carlos González | interpretação e encenação José Russo e Jorge Baião | cenografia e guarda-roupa Helena Calvet | desenho musical Domingos Galésio | iluminação António Rebocho | construção Tomé Baixinho e Paulo Carocho | secretariado Ana Duarte | produção Cláudia Silvano | fotografia Paulo Nuno Silva | comunicação Alexandra Mariano e José Neto | design gráfico Milideias | duração 65 min. | classificação etária M/12

Cendrev | Janeiro

 

 

EM ACOLHIMENTO NO TEATRO GARCIA DE RESENDE

Rebentar Como A Terra, pelo TEatroensaio

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A começar o ano recebemos no Teatro Garcia de Resende esta peça apresentada pela companhia TEatroensaio do Porto.
Nesta peça trata-se a universalidade dos refugiados e do drama não somente europeu, mas também mundial, acima de tudo o espectáculo é focado no indivíduo em relação ao colectivo e à sua presença no mesmo, fuga dele e seu desenraízamento. A criação assenta sobre o tema da deslocação forçada sem a localizar no espaço e no tempo, porque não é somente agora que o mundo vive e vê as imagens que diariamente nos entram casa adentro através dos media (televisões, jornais, etc.). Desde o princípio dos tempos foram muitas as populações e civilizações que por ela passaram e muitos aqueles que pela sua acção tiveram de se recriar num outro lugar.
Vale a pena fazer esta viagem pela actualidade e ao interior de nós próprios. Vale a pena vir ao Teatro.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
texto e encenação Pedro Estorninho | interpretação Ana Coelho, Inês Leite, Rosário Gonzaga | voz off Pedro Estorninho, Rosário Gonzaga | guarda-roupa e cenografia TEatroensaio | direcção de produção Inês Leite | apoio à produção Ana Coelho | registo fotografia Pedro Ferreira e CM Arraiolos | design gráfico Augusto Pires / Makeup Design | co-produção TEatroensaio / CM Arraiolos | um evento Alentejo em Cena | promotores CM Arraiolos, CIMAC, Turismo do Alentejo | cofinanciado por Alentejo 2020, Portugal 2020, União Europeia | apoios e parcerias Teatro Nacional São João, Direcção Regional de Cultura do Norte/Casa das Artes do Porto, CENDREV/CM Évora, Cace Cultural do Porto-IEFP/IP, Moagem CERES S. A., Esmae/IPP, Deriva Editores, Festival Cinanima, Erregueté, AJHLP, Makeup Design | agradecimentos População do Concelho de Arraiolos, Funcionários da Câmara Municipal de Arraiolos, António Candeias, Catarina Neves, João Sotero.
duração 60’ | público M12


BILHETEIRA
preço normal 6€ | Sócios do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) 4€ | até aos 12 anos, Estudantes, + 65 anos, Reformados/Pensionistas, Funcionários da C.M.Évora, Grupos Escolares e outros de + de 12 pessoas  desconto 50% - 3€ | Cartão PassaporTeatro (estudante) 3€ | Cartão Passaporteatro Sénior: (Assinatura Anual)
informações e reservas 266 703 112 | email geral@cendrev.com


CENDREV EM DIGRESSÃO

 

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BONECOS DE SANTO ALEIXO

Estes títeres tradicionais parecem ter tido a sua origem na aldeia que lhes deu o nome.
São títeres de varão, manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do sul de Itália e do norte da Europa, mas diminutos, de vinte a quarenta centímetros.
O estojo de bonecos e textos tradicionais, que eram somente transmitidos via oral, chegaram às nossas mãos através de Mestre António Talhinhas, camponês dotado de grande poder de improvisação e cantador.

Neste início de ano os “Bonecos de Santo Aleixo" apresentam-se:

 
Grupo Musical de Recreio e Desporto de Vale do Pereiro 
 Dia 12 de Janeiro, às 21h30 
 No âmbito do protocolo com o Município de Arraiolos
 

 
La Nave del Duende, Cáceres 
 Dia 13 de Janeiro, às 18h00 
 No âmbito do Circuito Ibérico de Artes Cénicas
 

FICHA TÉCNICA
actores-manipuladores Ana Meira, Gil Salgueiro Nave, Isabel Bilou, José Russo, Victor Zambujo | acompanhamento musical Gil Salgueiro Nave

 

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EMBARCAÇÃO DO INFERNO

Em 2018 continuamos a viagem com esta barca de Gil Vicente que já realizou 102 sessões a que assistiram 9.705 espectadores.
A Escola da Noite e o Cendrev, ambas com larga experiência no repertório vicentino, decidiram montar este grande clássico do teatro português, também conhecido como “Auto da Barca do Inferno”.
O espectáculo é um convite ao público ver esta peça e confrontar-se com tudo o que ela continua a ter para nos oferecer, cinco séculos depois. “Com os pés assentes no nosso tempo, bastará alongar o ouvido e apurar a visão para escutar a sensibilidade e a moral de um outro tempo que, afinal, não está ainda tão afastado de nós como pode parecer.”
Para além das sessões para o público em geral estão marcadas sessões especiais para o público escolar.


Teatro Carlos Alberto – Porto
 Dias 17, 18 e 19 de Janeiro, às 21h00 
 Dias 18 e 19 de Janeiro, às 15h00 (sessões para público escolar) 
 Dia 20 de Janeiro, às 19h00 
 Dia 21 de Janeiro, às 16h00 


Teatro José Lúcio da Silva – Leiria
 Dia 25 de Janeiro, às 10h30 e às 14h30 (sessões para público escolar) 
 Dia 26 de Janeiro, às 21h30 


FICHA TÉCNICA
texto Gil Vicente | encenação António Augusto Barros e José Russo | interpretação Ana
Meira, Igor Lebreaud, Jorge Baião, José Russo, Maria João Robalo, Miguel Magalhães, Rosário Gonzaga, Rui Nuno
| cenografia João Mendes Ribeiro, Luísa Bebiano | figurinos, bonecos e imagem gráfica Ana Rosa Assunção | música Luís Pedro Madeira | desenho de luz António Rebocho | consultadoria científica José Augusto Cardoso Bernardes | consultadoria de esgrima Henrique Guerra | assistência de encenação Sofia Lobo | direcção de montagem António Rebocho, Rui Valente | operação de luz e som António Rebocho, José Diogo | direcção de cena Miguel Magalhães | fotografia Paulo Nuno Silva | construção e montagem de cenário António Rebocho, Carlos Figueiredo, Paulo Carocho, Tomé Antas, Tomé Baixinho | execução de figurinos Maria do Céu Simões | produção executiva e secretariado Ana Duarte, Cláudia Silvano, Pedro Rodrigues | comunicação e colocação de espectáculos Alexandra Mariano, José Neto, Pedro Rodrigues.
duração 60’ | público M12