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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Portalegre recebe jovens talentos da música nacional | Hoje, MONDAY, às 21h30 e The MIK, às 23h00 | Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre

“Cultura em Rede” promove a dinamização cultural e artística no Alto Alentejo

 

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Portalegre recebe jovens talentos da música nacional

 

17 de setembro de 2021| 21h30 e 23h00 | Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre

Concertos de Música

 

Amanhã, 17 de setembro, o programa “Cultura em Rede” chega a Portalegre com duas atuações da nova geração nacional de músicos, com MONDAY, às 21h30, e The MIK, às 23h00, ambos no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre.

 

De entrada gratuita, todas as atividades são planeadas de acordo com as normas impostas pela DGS e contam com o responsável comportamento do público no cumprimento das regras vigentes.

Monday é o projeto a solo de Cat Falcão (Golden Slumbers) que se apresentou ao público em 2018, com o disco “One”, e regressou em 2020 com uma nova sonoridade no EP "Room for All", editado em fevereiro. As novas canções são coloridas e vibrantes, numa estética despreocupada, sonhadora e carregada de guitarras ondulantes e sintetizadores suaves, onde se destaca a sensibilidade pop e a voz da própria Cat Falcão.

"The MIK" é também o do primeiro projeto a solo do lisboeta Miguel Matos com temas em português e inglês. Este jovem músico tem como influencias as musicais bandas internacionais de Cage The Elephant e Catfish and the Bottlemen e artistas portugueses como Capitão Fausto, Luís Severo e Ciclo Preparatório.

 

Cofinanciado pelo Alentejo 2020, pelo FEDER e pelo Portugal 2020, o Programa Cultura em Rede pretende contribuir para que a região do Alto Alentejo seja mais atrativa ao turismo interno e externo, bem como, alavancar as atividades económicas que decorrem da dinamização cultural e artística, tão fragilizadas pelo atual contexto pandémico.

 

A CIMAA - Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo é composta pelos concelhos de Alter Do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo De Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.

 

 

HOTEL CASINO CHAVES RECEBE CRISTINA BRANCO

Jantar concerto no dia 25 de Setembro 

 

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Cristina Branco, uma das mais importantes personalidades da música portuguesa dos últimos tempos, vai subir ao palco do Hotel Casino Chaves. No dia 25 de Setembro, a fadista apresenta “Eva”, o seu álbum mais recente. Ao longo da carreira, a Cantora e Fadista já foi premiada pela Sociedade Portuguesa de Autores pelo álbum "Menina", como “Melhor Disco de 2017”, e nomeada para o Globo de Ouro de Melhor Intérprete Individual.  

 

Lançado no ano passado, este trabalho conta com a co-produção da própria artista em conjunto com os seus músicos Bernardo Moreira (contrabaixo), Bernardo Couto (guitarra portuguesa) e Luís Figueiredo (piano). Um alter-ego, um diário, Loulé e Copenhaga estão na génese de “Eva”, a primeira edição de autor de Cristina Branco em quase duas décadas de carreira. 

 

Este jantar concerto inclui ainda o melhor da Gastronomia Europeia, com um Folhado de queijo de cabra com maça caramelizada de entrada e um saboroso Creme de alho francês com perfumado de presunto. Durante o jantar, os clientes Solverde vão poder saborear também um Lombo de Vitela braseado guarnecido de um Esmagado de batata e couve salteada com bacon. E, para finalizar em grande, um Trio de chocolates com frutos vermelhos de sobremesa.    

 

Actualmente, os Casinos Solverde são um dos locais de diversão e lazer mais seguros, reunindo todas as condições de higiene e segurança para o conforto e proteção dos seus clientes. Tendo em conta a obrigatoriedade da apresentação do certificado digital Covid-19 ou do teste PCR/ Antigénio negativo para aceder aos casinos e hotéis, o Grupo Solverde disponibiliza, de forma gratuita, testes rápidos de Antigénio.  

André Amaro apresenta álbum “O Meu Lugar” no Casino Lisboa a 7 de Outubro

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“O Meu Lugar”, de André Amaro, será apresentado pela primeira vez ao vivo, no próximo dia 7 de Outubro, pelas 19h30, no Arena Lounge do Casino Lisboa. André Amaro irá cantar ao vivo os 10 temas do seu álbum de estreia, que já se encontra disponível em todas as lojas e plataformas digitais, sem deixar de lado algumas surpresas.

 

Com uma linguagem Pop, encontramos neste “lugar” uma mão cheia dos melhores autores e compositores de Portugal: deste o próprio Diogo Piçarra, que produziu o álbum e assina o primeiro single extraído deste trabalho, “O Teu Lugar”, a Boss AC, autor do single “Deixa o Amor Vencer”, passando por Jorge Fernando, Luiz Caracol, Rogério Charraz, Paulo de Carvalho, Tiago Machado e José Gonçalez. André Amaro estreia-se também enquanto autor e compositor: os temas “Desajeitado”, “Explicar” e “Anjo da Guarda” são fruto de todo o seu talento musical. 

 

Em “O Meu Lugar”, a contemporaneidade da produção de Diogo Piçarra coloca-nos neste tempo e a envolvência da voz de André consegue transportar-nos para muitos lugares. Dono de uma portugalidade na voz e alma latina, André Amaro oferece-nos um trabalho equilibrado e adulto, onde a eletrónica se mistura com o piano e as cordas clássicas se cruzam com as guitarras elétricas. 

 

Com início de carreira como vocalista do grupo “Sangre Ibérico”, André Amaro está em busca do seu caminho, e de um “lugar” que será seu por mérito próprio. Este é o “lugar” de André Amaro mas passará seguramente, a partir de agora, a ser um bocadinho também o “nosso lugar”. Afinal, não é todos os dias que o panorama musical português vê chegar um álbum tão eclético e transversal.

 

Singles:
“Desajeitado”:
https://AndreAmaroDesajeitado.lnk.to/jZ6ZYHfzPR
“Deixa o Amor Vencer”: https://AndreAmaroDeixaOAmorVencer.lnk.to/j5NUPxmuPR
“O Teu Lugar”: https://AndreAmaroOTeuLugar.lnk.to/jp1AE1AZPR

 

Alinhamento “O Meu Lugar”:

  1. O Teu Lugar (letra e música: Diogo Piçarra)
  2. Explicar (letra e música: André Amaro)
  3. Hoje (letra: Jorge Fernando, música: Diogo Piçarra)
  4. Deixa o Amor Vencer (letra e música: Boss AC)
  5. Anjo da Guarda (letra e música: André Amaro)
  6. Tentei (letra e música: Luiz Caracol)
  7. Se Chover na Minha Terra (letra e música: Paulo de Carvalho)
  8. Desajeitado (letra: José Gonçalez, música: André Amaro)
  9. Amar Depois (letra: José Gonçalez, música: Rogério Charraz)
  10. O Mundo Inteiro (letra: José Gonçalez, música: Tiago Machado)

 

Redes Sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/andreamarooficial

Facebook: https://www.facebook.com/andreamarooficial/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCS8g71KdgXralvngqaQze9A

 

O Arena Lounge do Casino Lisboa acolhe, no próximo dia 7 de Outubro, pelas 19h30, a apresentação de “O Meu Lugar”, o álbum de estreia de André Amaro. Sony Music, Um disco Antena 1

 

O Casino Lisboa foi distinguido com o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal e aderiu ao serviço COVID OUT, Selo de Confiança, Clean Surfaces Safe Places, emitido pelo ISQ.

 

O Casino Lisboa abre às 14h00 e encerra às 02h00. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos.

Artistas Setembro

 

 

 

MARIA JOÃO - Agenda
17 Set | 20h30 | Maria João & Carlos Bica Quarteto@Sintra Jazz, Olga Cadaval, Sintra
24 Set | 19h00 | Budda Power Blues & Maria João@Festival Jazz na Praça, Lisboa


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Cavalo Amarelo, grupo Pop/Rock português, vão editar o primeiro EP já no próximo mês de Outubro, estando já marcado o concerto de apresentação no dia 16 no Cine–Teatro Paraíso em Tomar, com convidados a anunciar brevemente.
“Segredo”, é o primeiro single do grupo, um tema que fala de encontros e desencontros, de paixão e saudade.
Com uma melodia forte onde as guitarras assumem protagonismo, sobre uma base melódica bem vincada e expressiva, este tema transporta os ouvintes para uma sonoridade marcadamente pop/rock.
O single foi produzido e misturado por Miguel Urbano (Ergonoise) e masterizado por Rui Dias (Estúdios Mister Master).
Após duas décadas, todos os elementos da formação inicial reúnem-se para gravar, com um novo nome, com uma nova imagem.
Agora
 Cavalo AmareloCavalo Amarelo - Segredo - YouTube

 



Outubro de 2021 marca um novo recomeço!

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O novo single de Fritz Kahn and The Miracles, chamado “Believe”, incluído no EP “Jonah and The Whale” de 2021, é a história de alguém que está em vias de perder a fé, mas que, apesar de tudo, continua a lutar.
É um dos temas recorrentes do autor e compositor Gonçalo Serras (ou Fritz Kahn): acreditar até ao fim, contra todas as probabilidades e expetativas.
Com produção e orquestrações de Tiago Machado, e gravado nos estúdios Namouche em Lisboa com um fabuloso piano Petrof de fabrico checoslovaco, este tema apresenta semelhanças com a banda sonora de um filme épico, mas com um refrão excitante e convidativo, em que Gonçalo Serras dá o mote para uma fabulosa interpretação, naquele que é, possivelmente, um dos seus melhores temas de sempre. Pelo menos, na opinião do próprio. 


Fritz Kahn and The Miracles , um nome a fixar!!! Believe | Fritz Kahn and the Miracles - YouTube

 

Quando penso em ti meu fado”, é o novo álbum de Zara Tejo.
Este quarto álbum é o resultado da sua grande paixão pela música. A “pausa” pandémica contribuiu para a criatividade e a musicalidade que este “Quando penso em ti meu fado” nos oferece.
Zara Tejo pretende trazer de volta a alegria que todos os cantores e músicos sentem no palco e diz: "cantamos a nossa alma e deixamos a nossa energia e amor na música para que outros escutem a nossa mensagem.
A música é a minha paixão e a arte musical é a linguagem que utilizo para demonstrar tudo aquilo que sinto. Por vezes ansiedade pelo momento de voltar ao palco, tristeza por não conseguir estar com aqueles que amo e também a alegria de transmitir a minha emoção através de várias gerações reunidas neste meu álbum"
Zara Tejo refere ainda que este é um disco "cantador" de momentos especiais como se de um livro se tratasse. Uma viagem musical profunda, verdadeira e plena, um convite ao sentimento e à verdade do coração, esse que tem sempre a razão ...
Com vários convidados neste novo trabalho discográfico de Zara Tejo, podemos ouvir as vozes de Miguel Vital, Frederico BC, Ernesto leite e o grupo de cante alentejano Planície Dourada em vários duetos, dando voz às crianças em "Mãe terra".

Quando penso em ti meu fado 

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Bossa & Morna
É a viagem transatlântica entre Portugal, Brasil e Cabo Verde, é a união e a celebração da língua portuguesa nos seus diferentes sotaques e ritmos separados pelo grandioso Atlântico.
Ivo Dias, filho de pais brasileiros e Diogo Caetano filho de pais portugueses, dão voz e alma ao álbum de estreia “Encontros” com edição prevista para Novembro. Acompanhados da sonoridade quente das guitarras e cavaquinhos, acrescenta-se a matriz rítmica de Iúri Oliveira, de origens angolanas, trazendo toda a pulsação da coladera, da morna, da rumba cubana, obatala e do semba ao samba.

O single de apresentação
“O tema "Por Aí" nasceu de uma forma bastante genuína e descontraída. Fala do nosso confronto com o Amor e a Saudade, tudo isto com uma dose inesgotável de balanço e uma sonoridade fresca.
Decidimos tornar esta canção o nosso primeiro single porque foi o que, à primeira vista e audição, nos chamava mais a atenção, e para nós os três, nunca é demais falar de amor”.
Bossa & Morna
 

Concerto do grupo de música de câmara Ensemble Darcos no Teatro-Cine de Torres Vedras

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No âmbito da “Temporada Darcos 2021” o Teatro-Cine de Torres Vedras acolhe no próximo dia 18 de setembro, pelas 21h30, um concerto do grupo de música de câmara Ensemble Darcos.

Neste concerto o Ensemble Darcos será constituído por: Marina Camponês (flauta); Ludwig Doerichen e Ana Madalena Ribeiro (violinos); Reyes Gallardo (viola); Filipe Quaresma (violoncelo); e Hélder Marques (piano).

O programa do concerto será o seguinte:

A Vivaldi (1678 - 1741)
Concerto para flauta e cordas, em Ré Maior, op. 10 n.º 3, “Il Gardelino”
I. Allegro
II. Cantabile
III. Allegro

Concerto para flauta e cordas, em Fá maior, op. 10 n. º 1, “La tempesta di mare”
I. Allegro
II. Largo
III. Presto

E. Carrapatoso (n. 1962)
Fantasia
para flauta e piano
I. Vivo
II. Lento (Canção sem palavras)
III. Dança de Anitra
IV. Vivo

J. Brahms (1833 - 1897)
Quinteto para piano e cordas, em Fá menor, op. 34
I. Allegro non troppo
II. Andante, un poco adagio
III. Scherzo - Allegro
IV. Finale - Poco sostenuto - Allegro non troppo

 

O preço dos bilhetes é de cinco euros.



Recorde-se que a “Temporada Darcos" constitui-se como uma iniciativa singular no panorama artístico, na qual se divulga a música clássica segundo diversas abordagens dadas por autores europeus de referência, sendo dirigida pelo compositor e maestro torriense Nuno Côrte-Real. Os espetáculos desta temporada são na sua maioria interpretados pelo grupo Ensemble Darcos, um dos mais prestigiados grupos de câmara portugueses da atualidade, o qual apresenta uma formação que varia consoante o programa de concerto. De realçar que aclamados solistas e orquestras nacionais e internacionais têm também participado nesta iniciativa. Tendo como ponto de partida o concelho de Torres Vedras, e sendo coorganizada pela Câmara Municipal de Torres Vedras, a Temporada Darcos tem em 2021 a sua 14.ª edição.

CCB + Museu do Fado | Há Fado no Cais: LUÍS COELHO > apresentação do primeiro álbum "Contos de Cordas" | 17 set. no Pequeno Auditório às 19h e às 21h30

Há Fado no Cais: Luís Coelho

Contos de Cordas

Coprodução Centro Cultural de Belém, EGEAC/Museu do Fado

 

CCB • 17 setembro • sexta-feira • Pequeno Auditório

19h (ao vivo) e 21h30 (transmissão online em Ticketline Live Stage)

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O trabalho musical de Luís Coelho, com composições originais da sua autoria, assenta em sons da guitarra portuguesa, guitarra clássica, contrabaixo e harpa, apresentando uma paisagem sonora inspirada na música tradicional portuguesa e na música erudita, procurando um equilíbrio na sua fronteira. Edita o seu primeiro álbum – Contos de Cordas, com Salomé Pais Matos na harpa e Carlos Menezes no contrabaixo – pela label Museu do Fado Discos.


«O abandono à guitarra portuguesa levou-me a criar com ela uma relação dialética. Quem se entrega, inebria-se pelo seu timbre e muitas vezes imagina palavras nos sons gemidos ou gritados das suas cordas, como se a própria guitarra nos falasse...  O encantamento pode ser tal que nos transporta a um tempo no qual as tradições orais – e os contos – nos faziam olhar para dentro de nós próprios e para o nosso fado.As cordas da guitarra portuguesa têm este encanto do “era uma vez” que nos apaixona e que aqui se documenta através da linguagem intimista dos contos, numa narrativa entre as cordas da guitarra portuguesa, da harpa e do contrabaixo, com alguns apontamentos de viola de fado e sanfona.»

Luís Coelho

Malú Garcia em estreia ao vivo dia 2 Outubro no Teatro-Cine Torres Vedras

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A violinista Malú Garcia vai subir ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 2 de Outubro, às 21h30, para o seu concerto de estreia. Apesar da sua base ser a música clássica, o novo projeto instrumental de Malú Garcia incorpora estilos como Fado, Morna, World Music, Tango e Jazz. Após os seus estudos musicais, como bolseira da Royal Welsh College of Music and Drama, regressou a Portugal e, em paralelo com a música clássica, decidiu explorar novas cores, texturas, estilos e novas técnicas violinísticas criando a sua própria identidade.

 

Este concerto contará com convidados especiais como a fadista Matilde Cid, entre outros, e também a estreia de novos temas originais que farão parte do seu próximo álbum. Malú Garcia apresenta-se em quinteto, acompanhada por músicos de renome como Pedro Baião no piano, Bernardo Romão na guitarra portuguesa, Ricardo Marques no contrabaixo e Sebastian Scheriff na percussão. 

Malú Garcia conta com um percurso admirável na música clássica, tendo iniciado os seus estudos musicais aos 6 anos de idade na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa. Participou em diversas masterclasses com professores em Portugal, Inglaterra, Alemanha, País de Gales e Espanha. Em 2013, foi selecionada para a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). Um ano mais tarde foi selecionada para integrar na Young Franco-German-Hungarian Philharmonics com o maestro Nicolaus Richter, onde tocaram obras de Richard Strauss e Richard Wagner na grande sala Franz-List-Music-Academy em Budapeste.

Em Junho de 2015, terminou a sua licenciatura na Universidade de Évora em Música, ramo do violino com o professor Valentin Stefanov. Entre 2016 e 2018, foi bolseira pela Royal Welsh College of Music and Drama (Cardiff, Reino Unido) onde tirou uma Pós-Graduação em Performance (Violino). No Reino Unido, foi selecionada para fazer parte do ensemble “String Soloists” onde trabalhou com maestros como Valery Gergiev. Em 2018, fez parte do Projeto Ibérico Orquestral onde trabalhou em parceria com os músicos da Orquestra Sinfónica de Castilla y León (Espanha). Neste mesmo ano ganhou o prémio de Menção Honrosa no Festival Verão Clássico, onde participou com o Trio Presságio.

Em Setembro de 2018, foi selecionada para fazer parte da Neue Philharmonie München onde realizou concertos pela Alemanha.

Em 2020 criou o seu próprio projeto, de nome Malú Garcia onde inclui composições originais que partilham estilos entre o jazz, fado e world music. Atualmente é professora de violino na Academia de Música de Santa Cecília e no Conservatório de Música e Dança de Lisboa. Colabora regularmente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara Portuguesa, Sintra Estúdio de Ópera, Orquestra Sem Fronteiras.  

Malú Garcia encontra-se a preparar o seu álbum de estreia previsto para 2022. Ainda este ano vai lançar o single “Dois Mundos”. 

 

Grândola: Encontro da Canção de Protesto apresenta 6 Espetáculos Musicais Inéditos | 10 a 12 de setembro

Encontro da Canção de Protesto apresenta 6 Espetáculos Musicais Inéditos

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Grândola recebe entre os dias 10 e 12 de Setembro de 2020, uma nova edição do Encontro da Canção de Protesto, com um  programa, composto por uma exposição produzida pelo Observatório da Canção de Protesto para o efeito, seis espectáculos musicais inéditos, três sessões testemunhais, uma de cinema documental cuja peça foi traduzida para o propósito, uma sessão de canto livre internacional e um colóquio, é dedicado ao hino A Internacional e às canções da Comuna de Paris bem como aos discos de José Afonso, José Mário Branco e Sérgio Godinho gravados em 1971 em Hérouville, no âmbito dos 150 e dos 50 anos que este ano se comemoram, respectivamente, sobre esses acontecimentos.  *programa em anexo


O espetáculo que marca o arranque do Encontro da Canção de Protesto, no dia 10 às 18h30 no Jardim 1º de maio é protagonizado pelo Coro da Casa da Achada — Centro Mário Dionísio intitulado Se toda a gente se juntar: textos e canções da Comuna de Paris.

 

Às 21h, no recinto do complexo desportivo municipal José Afonso, Sérgio Godinho, cantor, compositor, escritor, actor de teatro e cinema, irá proporcionar uma viagem musical pela sua profusa carreira, com a recriação de algumas canções que marcaram os discos Os sobreviventes e Pré-Histórias — gravados em 1971 e 1972, respectivamente, em França – e a interpretação de outras, mais ou menos recentes, poeticamente associadas ao conceito de exílio, no âmbito das comemorações dos 50 anos sobre a publicação do disco Romance de um dia na estrada e a gravação do disco Os sobreviventes.

 

Às 23h, no Jardim 1.º de Maio, Portugal acolhe, pela primeira vez, um espectáculo musical protagonizado por Grace Petrie with Bem Moss, cantora folk, compositora e ativista de Leicester, Reino Unido, que tem escrito, gravado e feito digressões de modo incessante durante os últimos dez anos.


Sábado, dia 11 de Setembro, durante a noite, no recinto do Complexo Desportivo Municipal José Afonso,  recebe às 21h, a apresentação de um espectáculo poético e musical inédito intitulado Sessão de Canto Livre Sem Muros nem Ameias, com as actuações de Bernardo Fuster (canta Pedro Faura), Carlos Alberto Moniz, José Fanha, Luis Pastor, Paco Ibañez, Quico Pi de La Serra e Samuel Quedas.

Domingo, dia 12 de Setembro, às 16h, no jardim 1.º de maio, a banda portuguesa El Sur apresenta um espectáculo musical baseado no seu disco Todas as sombras, que explora territórios artísticos e humanos da América do Sul – as lutas dos povos, os seus sonhos interrompidos, o amor à vida —, bem como os tempos que vivemos e os territórios que nos habitam, enfrentando sombras antigas como os fascismos, os colonialismos, a exploração, o racismo e a desumanidade.

 

O Encontro da Canção de Protesto de 2021 encerra no dia 12 às 18h no recinto do Complexo desportivo Municipal José Afonso com um espectáculo dedicado ao disco Cantigas do Maio, interpretado por Francisco Fanhais, João Afonso e a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense. Rui Pato será o convidado especial.


A entrada em todas as iniciativas é gratuita mediante reserva antecipada de lugar através do número 269 448 246 / 032 e sujeita à lotação dos espaços.

SETEMBRO 2021 | Museu Nacional da Música

RECITAIS EM SETEMBRO NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA:
QUARTA, 1 DE SETEMBRO | 18h - Recital Duo Concêntrico
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SEGUNDA, 13 DE SETEMBRO | 18h - CICLO UM MÚSICO, UM MECENAS: Aapo Häkkinen no cravo Taskin de 1782 (entrada livre)
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SEXTA, 17 DE SETEMBRO, 18h - Quarteto Ibéria
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SEXTA, 24 DE SETEMBRO, 18h - DUO EKLEKTIKA

Bilhetes para os espectáculos mediante reserva prévia:
extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11:00 às 17:00, pelo telefone 21 771 09 90.
O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço, seguindo as regras da DGS à data do evento.
Lotação: 50 pessoas.
 
QUARTA, 1 DE SETEMBRO | 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do Nacional da Música apresentam:
Recital Duo Concêntrico
Josefina Alcaide, violino
Gonçalo Simões, piano
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |
 
 

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Programa
Johannes Brahms
(1833 – 1897)

Sonata em Sol maior, Op. 78
Vivace ma non troppo
Adagio
Allegro molto moderato
Óscar da Silva
(1870 – 1958)

Sonata “Saudade” em Fá menor
Allegro com duolo – Allegro molto
Andante
Scherzo
Allegro molto quasi presto ed appasionato
 
Sinopse
A música em Portugal, ao longo do séc. XIX, caracterizou-se pela quase exclusiva ligação à tradição operática italiana. A primeira década do séc. XX marca um ponto de viragem tanto dialética como estilisticamente na nossa música, mudando o foco e o nosso paradigma para os estilos provenientes do Romantismo Germânico e Impressionismo Francês, devido à influência de compositores como José Vianna da Motta, Luís de Freitas Branco e Óscar da Silva, que fizeram parte importante da sua formação nos referidos países. Deste último compositor, a Sonata “Saudade”, escrita em 1906, além de ser claramente a primeira Sonata com perfil totalmente camerístico no repertório nacional para violino e piano, é um claro exemplo da influência do Romantismo Germânico na nossa música, tendo influências directas da escrita de Robert Schumann, Frédéric Chopin, e especialmente da música de Johannes Brahms, com quem relacionamos mais especificamente esta obra.
Sendo resultado da influência directa da literatura poética de cada um dos respectivos países dos compositores em questão, ambas as obras possuem uma enorme ligação emocional, procurando um impacto pelo forte carácter lírico que apresentam.
 
Notas Biográficas
Formado em 2017 pela violinista Josefina Alcaide e pelo pianista Gonçalo Simões, o Duo Concêntrico surgiu da vontade de ambos em fazer música de câmara, partilhando e explorando conjuntamente o mesmo “centro” – a Música.
Contando já com várias apresentações a nível nacional, destaca-se a estreia internacional realizada em 2019 no Festival Internacional de Música Espanhola de Lèon, em Espanha. O Duo Concêntrico apresenta repertório transversal a várias épocas e estilos, abrangendo obras do Classicismo à actualidade, de Mozart a Freitas Branco, incluindo obras especificamente compostas e dedicadas ao Duo.
Josefina Alcaide, violino
Nasceu em 1994 em Setúbal, tendo concluído a Licenciatura em Violino no Conservatório de Amsterdão, sob a orientação dos Profs. Ilya Grubert e Eliot Lawson.
Obteve diversos primeiros prémios e outras distinções em Concursos Nacionais e Internacionais, sendo maiores exemplos o Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa e o Concurso Internacional da Cidade do Fundão. Apresenta vasta experiência orquestral, tendo colaborado com instituições como a Orquestra de Jovens da União Europeia, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Klangvereinigung, entre outras. Como solista, realizou vários recitais por todo o país, destacando-se apresentações a solo com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Sinfónica Juvenil e a Orquestra do Norte, e no domínio da música de câmara, com o Duo Concêntrico. Actualmente encontra-se em fase de conclusão do Mestrado em Performance na Universidade de Música e Artes da cidade de Viena, sob a tutela do Prof. Boris Brovtsyn. Josefina Alcaide é artista agenciada pela Artway - Showcase.
Gonçalo Simões, piano
Nascido em Setúbal, concluiu com elevadas classificações a Licenciatura em Piano e o Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação dos pianistas Olga Prats e Jorge Moyano. Obteve formação complementar com pianistas de elevado prestígio internacional como Artur Pizarro, Jörg Demus, Vitaly Margulis, Luiz de Moura Castro, Helena Sá e Costa, Ralf Nattkemper, Avedis Kouyoumdjian, entre outros. Apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e com a Orquestra do Estágio Instrumental da ESART. Participou como compositor e pianista nas edições de 2019 e 2020 do FilmFest Setúbal. Apresenta-se com regularidade em público em recitais de música de câmara em projectos com o violoncelista Samuel Santos e a soprano Ana Tomás, além do Duo Concêntrico.
Exerce actividade docente no Conservatório Regional de Setúbal e na Escola Superior de Artes Aplicadas (Instituto Politécnico de Castelo Branco), encontrando-se presentemente a concluir o Doutoramento em Música e Musicologia na variante de Performance (Piano) na Universidade de Évora. 
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SEGUNDA, 13 DE SETEMBRO | 18h
O Museu Nacional da Música apresenta:
CICLO UM MÚSICO, UM MECENAS com
Aapo Häkkinen no cravo Taskin de 1782 
Entrada livre mediante reserva prévia

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PROGRAMA:
Johann Sebastian Bach (1685–1750)
Praeludium und Fuge Es-Dur, BWV 852
Praeludium und Fuge es-Moll, BWV 853
Carl Philipp Emanuel Bach (1714–1788)
Rondo c-Moll, Wq 59/2 (1785)
Joseph Haydn (1732–1809)
Sonate g-Moll, Hob. XVI:44 (?1772)
Moderato – Allegretto
Johann Sebastian Bach
Praeludium und Fuge d-Moll, BWV 851
Praeludium und Fuge f-Moll, BWV 857
Johann Wilhelm Hässler (1747–1822)
Fantasie c-Moll, 1776
Johann Friedrich Reichardt (1752–1814)
Rondo nach einem Gedicht des Petrarca (1782)
Johann Gottfried Wilhelm Palschau (1741–1815)
Sonate F-Dur, c.1775
Adagio – Allegro assai – Affettuoso – Presto
Johann Sebastian Bach
Praeludium und Fuge a-Moll, BWV 865
Praeludium und Fuge fis-Moll, BWV 859
Johann Wilhelm Hässler
Sonate a-Moll, 1776
Poco allegro – Largo – Presto
 
SOBRE O CRAVO TASKIN (1782, instrumento musical classificado como Tesouro Nacional):
O cravo Taskin data de 1782 e foi construído pelo belga Pascal-Joseph Taskin (1723-1793) radicado em Paris, que trabalhou na oficina da família Blanchet, celebrizada por ilustres mestres construtores. Pascal-Joseph Taskin fez parte da Corporação de Construtores e trabalhava para a Casa Real e para o Rei Louis XVI de França. Em 1780, na sua oficina, construíam-se cravos e pianofortes e, apesar da ligação à corte, continuou próspero e imune à Revolução Francesa, até à data da sua morte em 1793.
Com a Revolução Francesa foram destruídos muitos bens patrimoniais, entre os quais cravos que pertenciam a membros da nobreza. Aliado a este fator, o aparecimento do piano contribuiu também para o desaparecimento gradual deste tipo de instrumento. Assim, a coleção de cravos de Pascal-Joseph Taskin ficou reduzida a 8 exemplares que estão espalhados por várias partes do mundo, em museus e coleções particulares.
O instrumento musical do Museu Nacional da Música tem elevado valor histórico, estético, técnico e material, por ter sido um exemplar construído a pedido do rei francês para o oferecer à sua irmã Marie Clotilde. Concebido de forma luxuosa, é considerado um dos melhores exemplos do trabalho requintado deste grande construtor.
É decorado com chinoiserie relevada e policromada de muito boa qualidade. A rosácea de Andreas Ruckers, o tampo harmónico decorado com motivos florais e datado de 1636 e a inscrição «Andre Rukuers Anee 1636» no frontal, remetem partes do instrumento para uma autoria anterior. Designado por ravalement, o reaproveitamento de partes de instrumentos mais antigos de mestres famosos era um procedimento habitual na oficina de Pascal Taskin. Segundo testes dendrocronológicos, cujos resultados foram conhecidos em fevereiro de 2019, a parte da madeira com inscrições Ruckers data de facto do séc. XVII (1625). No entanto, a confirmação da assinatura «Ruckers» requer peritagem, a ser levada a cabo num futuro breve.
O Cravo Taskin esteve sempre ligado a figuras relevantes da aristocracia europeia: o rei de França, que fez a encomenda do instrumento, Marie Clotilde, sua irmã, a quem o cravo foi oferecido, o rei Umberto II de Itália, obsequiado pela cidade de Turim com este instrumento musical no seu casamento e, finalmente, a Marquesa de Cadaval, que o recebeu do Rei Umberto II. Os vínculos institucionais reforçam também a sua importância: a Corte Francesa, a Corte da Sardenha (por casamento de Marie Clotilde com o príncipe Carlos Emanuel IV, futuro rei da Sardenha), o Museo Civico di Arte Antica da cidade de Turim (antes de ser seu proprietário Umberto II), a Casa de Sabóia, e o Estado Português, que o adquiriu e classificou como Tesouro Nacional.
O processo de restauro deste instrumento foi complexo e minucioso, ao longo do qual se desenvolveu um saudável e constante diálogo entre o museu e vários especialistas: o restaurador Ulrich Weymar foi o autor da intervenção na mecânica do cravo, técnicos de madeira e pintura de empresa de restauro e do Laboratório José de Figueiredo consolidaram a caixa e recuperaram a decoração, e finalmente o restaurador Geert Karman fez a harmonização e um novo jogo de saltarelos. Simultaneamente foram ouvidos investigadores e conhecedores da história do cravo, assim como cravistas. A recuperação do cravo Taskin foi, sem dúvida, uma notícia muito esperada e importante para o património organológico português e mundial. Como reconhecimento por este trabalho multidisciplinar, o Museu Nacional da Música ganhou o Prémio APOM2019 na Categoria Conservação e Restauro.
 
SOBRE O CRAVISTA:
Aapo Häkkinen iniciou a sua educação musical como corista na Catedral de Helsínquia. Começou a tocar cravo aos treze anos, tendo sido aluno de Elina Mustonen e Olli Porthan (órgão) na Academia Sibelius. De 1995 a 1998, estudou com Bob van Asperen no Conservatório Sweelinck de Amsterdão e, de 1996 a 2000, com Pierre Hantaï em Paris, onde foi também orientado e encorajado por Gustav Leonhardt. Após obter o diploma, em 1998, ganhou o segundo prêmio e o prêmio VRT na competição de cravo de Bruges. Recebeu também o prémio especial do Norddeutscher Rundfunk Musikpreis 1997 pelas suas interpretações de repertório italiano.
Aapo Häkkinen apresentou-se como solista e maestro na maioria dos países europeus e também em Israel, Japão, China, Coreia, Vietname, EUA, Brasil e México. Gravou para as gravadoras Aeolus, Alba, Avie, Cantus, Deux-Elles, Naxos e Ondine. É frequentemente convidado para a rádio e televisão e tem o seu próprio programa na Classic FM na Finlândia. Além do cravo, Aapo Häkkinen toca regularmente órgão, clavicórdio e pianoforte. Lecciona na Sibelius Academy e em masterclasses internacionais. É Diretor Artístico da Orquestra Barroca de Helsínquia desde 2003.
 
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SEXTA, 17 DE SETEMBRO, 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do MNM apresentam:
Quarteto Ibéria
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Sobre o quarteto:
O Quarteto Ibéria é um quarteto de cordas constituído por ex-alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra e da Escola Superior de Música de Lisboa. Formou-se em Setembro de 2017, tendo estudado sob a tutela dos professores Paul Wakabayashi e Paulo Pacheco e tendo-se apresentado em público em diversas ocasiões, integrando os ciclos de Música de Câmara da Orquestra Metropolitana de Lisboa, Academia Nacional Superior de Orquestra e Teatro Municipal Joaquim Benite.
Teve também a oportunidade de participar em diversas masterclasses com elementos de quartetos de renome internacional, tais como o Quarteto Casals ou o Quarteto Jerusalém e festivais de música, tais como o Verão Clássico no Centro Cultural de Belém.
 
PROGRAMA:
Antonín Dvořák – Quarteto de Cordas Nº 12, Americano, em Fá maior, Op.96 (1893)
I. Allegro ma non troppo
II. Lento
III. Molto vivace
IV. Finale. Vivace ma non troppo
 
José Vianna da Motta - Quarteto nº2,Cena nas Montanhas, em Sol maior (1894)
I. Allegro vivace
II. Adagio: “Cena nas Montanhas”
III. Presto
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SEXTA, 24 DE SETEMBRO, 18h
O Museu Nacional da Música e a Associação dos Amigos do MNM apresentam:
DUO EKLEKTIKA
Elena Rojas Crocker (violino) 
Sándor Mester (guitarra clássica)
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Down in Yon Forest
Inglés Renaissance Carol
(Arr. Allan Alexander)
 
Sonata for violin & Basso Continuo
Ré-major (RV 9) Op. 2 N. 11
Antonio Vivaldi (1678-1741)
Preludio
Fantasia
Gavotta
 
Nocturne op. 38 N.2
Francesco Molino (1768 – 1847)
Andante Cantabile
Rondo
 
Duo N.1 Op. 4
Ferdinando Carulli (1770 – 1841)
Larghetto
Rondo Allegretto
 
Variações para violino e guitarra Op. 24
Mauro Giuliani (1781-1829)
Tema e Variações
Polonaise
 
Cantabile
Nicolo Paganini (1782-1840)
 
Gymnopedie N.1
Eric Satie (1866 – 1925)
 
Canarios
Gaspar Sanz (1640 - 1710)
 
Oriental Danza Española N. 2’
Fandango Danza Española N. 3
Enrique Granados (1867 –1916)
 
Elena Rojas Crocker, violinista e violista d’arco da Venezuela, possui Licenciatura e Mestrado de Música pela Aaron Copland Faculdade Musica de Queens College, Nova Iorque nos Estados Unidos, sob a orientação de Daniel Phillips. Recebeu um Diploma em execução do Conservatório Simón Bolívar na Venezuela. Estudou também com Margaret Pardeee (USA), Kasimier Burek, Eduardo Cedeño, Sergio Celis (Venezuela), e Daniel Paner (USA). Antes de começar os seus estudos em Nova Iorque, Elena Rojas foi membro da Orquestra Sinfónica Simón Bolívar na Venezuela, tendo participado em digressões na Europa, Ásia e nas Américas. Tem tocado recitais e concertos solistas na Venezuela, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Inglaterra e Portugal. No 2006 tocou o seu recital debute na Sala Weill da Carnegie Hall, como uma das vencedoras dos “Special Presentations Awards of Artists International Presentations 33rd Annual Auditions”. Actualmente reside em Portugal, e é professora de violino e orquestra de cordas e IB Music na Escola Americana de Lisboa. Também foi professora de violino e orquestra no Projeto Geração (2010- 2011). Os instrumentos que Elena Rojas usa foram comissionados especialmente ao luthier Edward Maday.
Sándor Mester MS3 é guitarrista profissional, produtor e professor. Realizou cerca de 900 concertos em 24 países: Brasil, EUA, Marrocos, Israel, Hollanda, Finlandia, Itália, Portugal, Sérvia, Ucrânia, Polónia, França, Bélgica, Roménia, República Checa, Eslovénia, Áustria, Hungria, Bulgaria, Eslováquia, Croácia, Noruega, Republica do Kosovo e Macedónia.
Organizou inúmeras tournées pelo mundo como solista e produtor de música de câmara. Tem promovido, em diversos países, vários workshops e masterclasses destinados a crianças e jovens músicos profissionais. Sandor Mester gosta de levar a música clássica aos lugares mais improváveis e a sítios onde a cultura e música raramente chegam. Por isso, tem tocado nos mais diversos espaços (desde grandes salas a pequenas igrejas de aldeia, escolas e centros culturais) promovendoa ideia de que a música clássica é e deve ser para todos.
 
 

Atuação de Nubrada em Torres Vedras no âmbito da iniciativa "Tocata"

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A primeira atuação no âmbito da “Tocata”, iniciativa por meio da qual se proporcionará fins de tarde musicais no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, acontecerá no próximo dia 11 de setembro, pelas 18h30, e será levada a cabo pelo projeto Nubrada.

De referir que Nubrada é um projeto de música eletrónica, tribal e étnica de João Bandarra e Pedro Artur. As suas influências centram-se sobretudo na música e nas tradições do Nordeste de Portugal, apresentando poemas originais falados e cantados em língua mirandesa e algumas nuances de sons africanos e sul-americanos.

As entradas para se assistir à referida atuação são gratuitas.

Refira-se que a iniciativa “Tocata” visa a difusão e valorização de projetos musicais portugueses com forte conexão à cultura portuguesa e internacional. Estes fins de tarde musicais pretendem incentivar o regresso do público a eventos, numa altura em que a cultura foi fortemente abalada pela Covid-19.

Pretende-se também com a iniciativa “Tocata” dinamizar o anfiteatro ao ar livre do Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras e a Foliateca (cafetaria do CAC), tornando-o num espaço convidativo e familiar para toda a comunidade. É uma iniciativa destinada a toda a população que queira usufruir de um momento relaxante e de descontração.