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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

A “Natureza” é exibida na terceira exposição da Abreu Advogados

Obras do artista plástico Jorge Santos até 28 de Fevereiro de 2020

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A Abreu Advogados e a Carpe Diem Arte e Pesquisa (CDAP) apresentam uma exposição do artista plástico Jorge Santos, patente na sede da Abreu Advogados, em Alfama, até ao dia 28 de fevereiro. Esta é a terceira exposição do ano, de um conjunto de três dedicadas à “Natureza”.

Num percurso artístico que conta com várias exposições individuais e coletivas, esta exposição de Jorge Santos reúne mais de 30 trabalhos produzidos entre 2014 e 2018.

As obras expostas agora na sede da Abreu representam flores, folhagens ou árvores, elementos frequentemente ligados a construções humanas, e que tornam evidente a relação entre espaço interior e exterior. Nas palavras da Laura Sequeira Falé, convidada para escrever sobre a exposição e autora do blogue Duplo Espaço, “se num primeiro olhar o escritório é tomado por um uma espécie de jardim de Éden onde se agitam folhas, a natureza cresce sem direção e árvores se erguem por trás de janelas, esta paisagem natural transforma-se pela presença de fundos quentes e de proibições impostas por obstáculos. Enquanto observadores destas pinturas somos sujeitos a uma posição de voyeur que espreita por entre as sombras da folhagem.”

Lourenço Egreja, diretor artístico do CDAP, sublinha que “Os trabalhos da de Jorge Santos marcam muito positivamente a última exposição do ano dedicada à Natureza. As plantas de Jorge Reis Santos dialogam com a construção humana, mas também com o espetador que, de forma inesperada, entra num jardim que se vai transformando num lugar pleno de camadas de significado.

Para o sócio da Abreu Advogados, Manuel Andrade Neves, “Esta não é a primeira vez que recebemos nos nossos escritórios obras de artista portugueses, a quem queremos dar espaço e visibilidade com o objetivo da sua promoção e da cultura portuguesa em geral. Quando definimos que o tema do nosso projeto cultural seria centrado na ‘Natureza’, a obra do Jorge Santos foi logo das primeiras que considerámos, não só pela sua alusão ao tema mas também pelo seu peso enquanto artista e a sua destacada presença em várias coleções públicas e privadas.”

As exposições realizam-se no âmbito da parceria entre a Abreu Advogados e a Carpe Diem associação de artes, com o objetivo de potenciar as artes junto dos colaboradores e de um público alargado que diariamente visita o escritório ou esta zona histórica da cidade de Lisboa.

Exposição Stan Lee no UBBO

“Stan Lee - o mito e as criações” chega ao UBBO no dia 23 de novembro, na sequência do Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada.

A exposição é composta por 52 molduras com as réplicas dos trabalhos dos artistas que colaboraram com Stan Lee, ilustrando as suas histórias ou criando as histórias para as quais Lee escrevia posteriormente os diálogos. Um ano após a sua morte, esta iniciativa tem como objetivo homenagear o processo criativo e o impacto mediático de um dos pais do universo Marvel.

Stan Lee transformou uma pequena editora num colosso do entretenimento e co-criou o leque de personagens e super heróis que hoje domina a cultura POP mundial.

Através desta exposição, os visitantes do UBBO podem ficar a conhecer um pouco a arte que envolve a criatividade e visão de Stan Lee bem como daqueles que se inspiraram do seu próprio trabalho.

A exibição estará presente no Piso 1, em frente à H&M, até dia 22 de dezembro. O espaço é aberto ao público e de acesso gratuito. A exposição está aberta no mesmo horário de funcionamento do Centro Comercial.

Fique atento a esta e outras iniciativas, em ubbo.pt.

Demain - Garagem Sul | Exposições de Arquitetura

 

 

Exibição do filme documentário

 

«Demain está cheio

 

de iniciativas positivas. O filme prova sobretudo que cada um de nós pode realmente contribuir para criar o futuro.»
National Geographic


A exposição que de momento se encontra na Garagem Sul, Agricultura e Arquitectura: Do Lado do Campo, enfrenta diretamente a grave crise ambiental que o mundo atravessa e propõe caminhos possíveis para enfrentarmos o futuro.

É nesse sentido que vamos exibir na própria exposição o muito importante documentário Demain, de Cyril Dion e Mélanie Laurent, vencedor do Prémio César para Melhor Documentário.

No documentário, os realizadores e a sua equipa embarcam numa viagem pelo mundo à procura dos pioneiros que estão a reinventar a agricultura, a energia, a economia, a democracia e a educação, através de pequenos projetos locais sustentáveis. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã.

Demain mostra como, localmente, cada um pode ajudar a evitar uma catástrofe ambiental.

Para assistir ao filme deve inscrever-se em garagem@ccb.pt ou 213 612 614/5

Título original: Demain
Realização: Cyril Dion, Mélanie Laurent
Duração: 118 minutos
Ano: 2015
Legendas: Português
Línguas: Inglês, francês e finlandês

Marionetas do mundo no Centro Cultural de Poceirão

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Marionetas de todo o mundo vão estar em exposição no Centro Cultural de Poceirão, de 6 de dezembro a 11 de janeiro de 2020.

A “Exposição de Marionetas do Mundo” continua a dar a conhecer o vasto espólio que compõe a coleção de brinquedos de Hélder Esdras Martins, depois de o Centro Cultural ter recebido, ao longo deste ano, a “Exposição de Brinquedos: Mobilidade Móvel”, de carrinhos, triciclos, quadriciclos e trotinetas, e a “Exposição de Brinquedos Mobilidade Estática: Cavalos de Baloiço”.

Hélder Esdras Martins, natural de Pinhal Novo, dedica-se, desde os 16 anos, ao colecionismo. Numa viagem a França, apaixonou-se pela temática dos brinquedos, ao visitar uma exposição. Atualmente, possui cerca de 10 mil peças, numa coleção que integra os mais variados tipos e origens de brinquedos, desde o século XIX. Tem participado em congressos, jornadas e exposições, representando Portugal em diversos países.

Com entrada livre e organizada pela Câmara Municipal de Palmela, a Exposição vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h30, e ao sábado, das 14h00 às 24h00.

Exposição “Timor: Totems e Traços” | Museu do Oriente mostra exemplares raros da cultura timorense

O Museu do Oriente mostra, a partir de 13 de Dezembro, testemunhos raros das tradições e diversidade regional de Timor, na exposição “Timor: Totems e Traços” que reúne um conjunto representativo da arte têxtil tais futus.

Tecedeira de Helong e o seu marido fotografados em

 

Esta exposição reúne cerca de 70 exemplares, oriundos de Timor Ocidental e Timor-Leste, datados do século XX ou mesmo anteriores, que testemunham um tipo de produção artesanal feita por mulheres em teares tradicionais de madeira.

 

A maioria das peças pertence à colecção de um dos maiores especialistas na área, Peter ten Hoopen, e algumas são consideradas bastante raras, pela técnica e padrões utilizados, bem como pela sua proveniência de Timor-Leste.

 

Peter ten Hoopen começou a interessar-se por esta arte timorense no final dos anos 70, mas só a partir de 2010 é que decidiu coleccioná-la e estudá-la activamente. “Quando lidamos com uma cultura que está a desaparecer rapidamente, mais do que coleccionar peças emblemáticas, importa preservar o conhecimento nelas contido. Se a transferência tradicional de conhecimentos saltar uma geração, esse conhecimento perde-se para sempre. É por isso que vejo esta colecção como um  projecto de património cultural, e não apenas um somatório de objectos”, explica.

 

Durante milhares de anos, o ikat, uma das técnicas decorativas mais comuns existente também nos tais futus timorenses, foi um elemento central da cultura austronésia, funcionando como um meio de comunicação e linguagem, transmitindo valores e normas, sentido de pertença, diferenciando classes sociais, testemunhando fenómenos de interculturalidade, de significados, associações, carga simbólica e mitos de origem, materializados nos padrões decorativos, nas cores usadas e na ordem da sua aplicação. Grande parte destes panos, tecidos pelas mulheres de uma linhagem, era guardado, sendo considerado património dessa linhagem e necessário para as trocas rituais em cerimónias de aliança, casamento, nascimento e morte.

 

O longo período de agitação política vivido por toda a ilha, a partir da década de 70 do século XX, as alterações do estilo de vida das populações e o desinteresse a que este artigo de vestuário foi entretanto votado, por se considerar já não estar na moda’, fez com que grande parte do seu património têxtil fosse destruído.

 

Após a realização, em 2014, da exposição “Linguagens Tecidas”, dedicada exclusivamente aos ikat indonésios, o Museu do Oriente mostra agora uma tradição que desempenha ainda um papel primordial na sociedade e cultura timorenses, apesar da perda irreversível de exemplares mais antigos que serviam de modelo às novas gerações.

 

A exposição conta com o Alto Patrocínio de Sua Alteza Real D. Duarte de Bragança e está patente até 15 de Março.

 

No dia 13, sexta-feira, às 11.30, Peter ten Hoopen orienta uma visita a “Timor: Totems e Traços”, de entrada gratuita.

 

Exposição “Timor: Totems e Traços”

Inauguração | 12 de Dezembro | 18.30

Até 15 de Março 2020

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00, com entrada gratuita a partir das 18.00)

Preço: 6 €

 

Visita orientada pelo coleccionador Peter ten Hoopen

13 de Dezembro | 11.30 | Entrada gratuita

www.museudooriente.pt

Tabela Periódica: o mundo todo cabe na nova exposição do Pavilhão do Conhecimento

 

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"Ai... Onde é que já vão as aulas de Físico-Química?!". A exposição "E se Mendeleev estivesse aqui?" promete transformar os indiferentes da Tabela Periódica em fãs da matéria. A inauguração da mostra terá lugar esta quinta-feira, 28 de Novembro, às 11.30, no Átrio do Pavilhão do Conhecimento.

Um dos pontos principais da exposição desenvolvida no âmbito do Ano Internacional da Tabela Periódica numa parceria entre a Universidade de Aveiro e a FÁBRICA Centro Ciência Viva de Aveiro, é um módulo tridimensional com todos os elementos químicos e os minerais de onde alguns são extraídos, acompanhado de um ecrã táctil onde os visitantes poderão explorar o seu conteúdo de forma interactiva.

Outro dos motivos de interesse da mostra é a apresentação da única carta conhecida de Mendeleev ao português Baltazar Osório, Professor de Zoologia na Escola Politécnica de Lisboa, datada de 4 de Fevereiro de 1904. Nela o químico escreve: "Tendo recebido a sua amável carta relativa a uma sua descoberta de substância acompanhando o iodo e as amostras microscópicas desta substância, devo primeiramente agradecer-lhe sinceramente (...) considero a sua descoberta muito interessante não somente do ponto de vista geral, mas também relativamente ao sistema periódico (...) Dar-me-á um grande prazer se tiver a bondade de me fazer chegar o seu trabalho relativamente a este assunto".

Espectroscópio de Kirchhoff-Bunsen, Bico de Mecker, Ampola de Crookes, Célula para eletrólise...Sem eles, a Física e a Química não seriam hoje as mesmas. Estes instrumentos de investigação marcam também presença na exposição, assim como o original do Traité Élémentaire de Chimie, escrito por Lavoisier em 1789.

E, claro, vamos também conhecer a figura de Mendeleev. Foi o seu génio que conseguiu chegar a esta organização que mudou a história da ciência. Um puzzle que começou com 63 peças mas que ao longo dos últimos 150 anos tem sido completado. Em 2019 conhecemos 118 elementos. Se o puzzle está finalizado? Só o futuro dirá!

"E se Mendeleev estivesse aqui?" ficará patente no Pavilhão do Conhecimento até 12 de Janeiro de 2020*. O acesso à mostra é livre.

Programa completo da inauguração aqui.

Saiba mais sobre a exposição em cienciaviva.pt.

EMARP - Exposição VIDA-Vida Selvagem do Botswana e África do Sul - Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

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VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul

Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

4 de novembro a 6 de dezembro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Vítor Manuel Nascimento de Azevedo,  é desde miúdo apaixonado pela fotografia.
41 anos de trabalho em hotelaria e aviação comercial proporcionaram-lhe a oportunidade de conviver e contactar com muita gente, viajando pelo mundo, fotografando, fazendo amigos, conhecendo outras culturas, costumes e apreciando a gastronomia local e cozinhando a nossa para os amigos.
Gosta da fotografia em geral, mas prefere fotografar ao ar livre, muito em especial vida selvagem no seu habitat.
Fotografou em vários países onde a fauna é abundante, tais como Costa Rica e Brasil , mas é sem dúvida África que mais o atrai e onde mais gosta de fotografar, aliando o prazer e a proximidade da fotografia com a força da adrenalina ao estar muito próximo e sem barreiras de animais selvagens de grande porte, respeitando os meus espaços… mas ali pertinho deles.
Esta exposição tenta mostrar um pouco da beleza da fauna africana.

VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul
Dedicada a Sean van Wyk
Conheça as fotografias captadas no Parque Nacional de Chobe (10.000 km2) no Botswana e na Reserva Privada de Timbavati (533,92 km2) na África do Sul.
Imagens que retratam a vida, a sobrevivência e a cadeia alimentar. A morte está intimamente ligada à vida que se transforma num renascer constante e cíclico. Princípio que moveu Vítor Azevedo a fazer este conjunto de trabalhos. Foi desta mistura de beleza, brutalidade, doçura, agressividade, sobrevivência que surgiu o título para este trabalho.
Porque a vida e a morte andam de mão dada numa constante renovação gerando mais VIDA.