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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

São João: Castro termina digressão no Centro Cultural de Belém

Nos dias 27 e 28 de agosto, às 19h00

São João: Castro termina digressão

no Centro Cultural de Belém

 

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Após a passagem pelo Festival de Almagro, em Espanha, regresso do espetáculo a Portugal encerra a programação fora de portas da Casa

 

A programação fora de portas do Teatro Nacional São João para a temporada abril/julho de 2021 está prestes a terminar, com a apresentação da peça Castro no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa. O espetáculo, que conta com encenação de Nuno Cardoso, diretor artístico do São João, parte da obra homónima do poeta António Ferreira, desvendando a modernidade e densidade intrínsecas ao drama histórico/lenda/mito do amor entre Pedro e Inês. A produção da Casa – que assinalou a primeira incursão de Nuno Cardoso na dramaturgia portuguesa – sobe ao palco do CCB nos dias 27 e 28 de agosto, às 19h00. Os bilhetes estão disponíveis a partir dos 17 euros.

 

Castro coloca-nos perante a intimidade concreta de personagens que se revelam cativas de si próprias, explorando a questão da utopia e do seu negro avesso: o amor/desejo e o poder como vício e caos, como cegueira que “escurece daquela luz antiga o claro raio”. Após as recentes passagens pelo Luxemburgo e pelo Festival de Almagro, em Espanha, o regresso a Portugal marca assim o fim da digressão da peça – estreada em março de 2020 no Teatro Aveirense –, e representa mais uma vertente da política de descentralização do São João.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

 

M.Ou.Co. enche o Porto de música com programação de soft opening

 

Ciclo de verão vai decorrer até 4 de setembro

M.Ou.Co. enche o Porto de música

com programação de soft opening

 

Novo espaço multicultural vai acolher seis concertos. Momentos são gratuitos e estão sujeitos a inscrição prévia

 

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Os finais de tarde e noites de verão são sinónimo de música e boa companhia. A pensar nisso, o M.Ou.Co. – novo espaço cultural e hoteleiro com um conceito multidisciplinar dirigido para a componente musical que abrirá oficialmente portas em setembro – vai, durante as próximas duas semanas, acolher artistas dos diferentes cantos do mundo: da Guiné-Bissau ao Brasil, passando por Espanha e Gâmbia. A programação cultural de soft opening, que resulta da parceria com o Programa Garantir Cultura, vai decorrer até 4 de setembro, estando agendado já para este sábado, às 21h00, o concerto do músico e compositor guineense Kimi Djabaté. Cumprindo com todas as recomendações de higiene e segurança da Direção-Geral da Saúde, os momentos, que decorrem ao ar livre, são de entrada gratuita, estando sujeitos à lotação do espaço, pelo que é obrigatória a inscrição através do e-mail info@mouco.pt.

 

Incorporando diferentes estilos de música, como jazz, blues, mandinga ou gumbé, Kimi Djabaté conta já com três álbuns na sua discografia – “Teriké” (2005), “Karam” (2009) e “Kanamalu” (2016) – e com uma colaboração no tema “Ciao Bella”, de Madonna, lançado em 2019. O concerto do músico guineense vai decorrer nos jardins exteriores do M.Ou.Co., que também vão servir de palco, desta feita, na quarta-feira, 25 de agosto, a Rui Trintaeum. A atuação do DJ natural do Porto, cujas sessões vão do “Do Jazz ao Techno, Música com Alma”, como o próprio as descreve, decorre às 21h00.

 

Já no dia 28 de agosto, às 19h00, apresenta-se no átrio do M.Ou.Co. a cantora e compositora brasileira LaBaq. A artista “livre e aberta a todas possibilidades estéticas” é responsável por temas como “Quiça”, “Pausa” ou “Clara”. Para encerrar o mês de agosto, no dia 31, às 19h00, o cantor e tocador de kora Mbye Ebrima, também tido como contador de história oral mandinga-kaabunké, irá receber o público num concerto que vai do blues à música tradicional mandinga. O mês de setembro arranca ao som da harpa de Angélica Salvi. A compositora espanhola que “habita” no mundo do jazz, pop, rock e eletrónica será responsável por encerrar a programação de soft opening do M.Ou.Co. no dia 4 de setembro, às 19h00.

 

O M.Ou.Co. é um novo projeto que agrega Turismo, Cultura e Comunidade num único espaço, tendo a Música como fio condutor e elemento convergente. Situado na zona do Bonfim (Rua de Frei Heitor Pinto, nº 67, 4300-081 Porto), o espaço cultural e hoteleiro integra um total de 62 quartos, um restaurante, uma sala de espetáculos e uma musicoteca. Mais informações disponíveis em www.moucohotel.pt.

 

Fazer das Tripas Festival | A música está de regresso ao palco do Hard Club no Porto

 

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Fazer das Tripas Festival é um ciclo de eventos no Porto com o objetivo de incluir a maior variedade de estilos (Blues, Cantautor, Fado, Jazz, Latina, Heavy Metal, Música Popular Brasileira e Rock) no palco do Hard Club. O festival decorre no mês de setembro. A promotora responsável pelo Fazer das Tripas Festival é a A Octomágica.

Alinhamento do Fazer das Tripas Festival

8 de setembro (4ª feira) - Redemptus e Verbian
9 de setembro (5ª feira) - André Sarbib e Kinteto António Ferro
14 de setembro (3ª feira) - Los Cubanitos e Samba Sem Fronteiras
15 de setembro (4ª feira) - Diogo Tigre e Rui David
16 de setembro (5ª feira) - Peter Storn & The Blues Society e Minnemann Blues Band
28 de setembro (3ª feira) - Trio Pagu e Márcia Barros Quartet
29 de setembro (4ª feira) - Hunderdogs e Norte
30 de setembro (5ª feira) - Ana Cristina e Sandra Cristina

A lotação dos concertos estará de acordo com as atuais regras da Direção Geral de Saúde.

Os bilhetes podem ser adquiridos na  bilheteira do Hard Club. O valor do bilhete é €5.

Fazer das Tripas Festival é co-financiado pelo COMPETE 2020 e Portugal 2020.
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CHEGA DE SAUDADE | ROBERTA SÁ E DANIEL JOBIM

“CHEGA DE SAUDADE”
 
HOMENAGEM AOS MESTRES TOM JOBIM E JOÃO GILBERTO
 
NOVA CANTORA | NOVAS DATAS

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Uma homenagem aos Mestres da Bossa Nova: TOM JOBIM e JOÃO GILBERTO, que faria este ano 90 anos, interpretada pelos extraordinários ROBERTA SÁ e DANIEL JOBIM – “Chega de Saudade”, acompanhados pelos não menos talentosos Paulo Jobim no violão, Jaques Morelenbaum no violoncelo e Paulo Braga na bateria e percussões.
 
O repertório será composto pelos temas inconfundíveis de Tom Jobim que fizeram furor na voz e no violão de João Gilberto, sem esquecer a parceria de Tom e Vinícius de Moraes!!!
 
A saudade dos palcos, do publico e dos Mestres Antonio Carlos Jobim e Joao Gilberto, uniram estes extraordinários músicos no novo projeto que celebra a génese da BOSSA NOVA. Um espetáculo que combina a leveza e a sofisticação harmónica deste estilo musical.
 
Roberta Sá, uma das maiores cantoras de Bossa Nova e MPB do Brasil da atualidade, juntar-se-á aos músicos de primeira linha, ícones da Bossa Nova, diretamente ligados aos Mestres, quer por sangue, (Daniel Jobim neto de Tom e Paulo Jobim filho de Tom), quer profissionalmente, (Jaques Morelenbaum e Paulo Braga integraram a Banda Nova de Tom Jobim), para a estreia absoluta deste projeto em Portugal e no Mundo, e continuar a fazer história da MBP!!!!
 
Os bilhetes já adquiridos são válidos para os concertos, havendo, no entanto, a necessidade de os trocar em função da nova lotação da sala. A troca deverá ser feita no local da compra do bilhete ou através da Ticketline a partir do próximo dia 16 de Agosto e preferencialmente até final do corrente mês.
No que respeita a Lisboa haverá ainda um ajuste do preço nos setores Doutorais e Anfiteatro Inferior, cujo reembolso da diferença deverá ser feito aquando da troca do bilhete.
 
Certos de que os concertos serão um enorme sucesso artístico e que valeu a pena a espera, aguardamos todos em outubro para brindarmos a união, a resiliência e o Amor à música!!!! A CULTURA é e será sempre SEGURA!
 

 

 
NOVAS DATAS: OUTUBRO 2021
 
ESTARREJA – CINE TEATRO - dia 4
PORTO – CASA DA MÚSICA – dia 6
LISBOA – AULA MAGNA – dia 8
FIGUEIRA DA FOZ – CAE – dia 9
 
 
Bilhetes na Ticketline à venda a partir de 12 de Agosto
 
Para mais informações contactar as bilheteiras dos teatros ou a Ticketline
 
Ticketline – telefone: 1820 | ticketline@ticketline.pt
Estarreja – telefone: 925 651 668 | email: cineteatro@cm-estarreja.pt
Casa da Música – telefone: 220 120 220 | info@casadamusica.com
Figueira da Foz: CAE – telefone: 233 407 200 | bilheteira@cae.pt
 
Veja aqui:

Seiva Trupe

 

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SEM ‘BRUXARIA’: VENDA ANTECIPADA DE BILHETES

Talvez a verdadeira ‘bruxa’ da Ti’Zefa (interpretada por Paula Guedes), que incitou à queima da infeliz Joana (por Linda Rodrigues), talvez a alma ferida desta ou a do pobre também acusado de ‘atraído pelo demónio’ Padre Júlio (por Joel Sines) por quem ela se teria apaixonado… Talvez da mãe deste (por Clara Nogueira) ou daquele mulherio que ajudou à ‘queima da danada’ (por Filomena Gigante, Maria Irene, Romi Soares) ou da jovem mãe (por Rute Miranda), que achou que a Joana foi a culpada da mote do seu bebé… Talvez as dos repelidos pretendentes a namorados, que acabaram, com morte, em combate de ‘machos’ (por Jorge Loureiro e Daniel Pinheiro), talvez mesmo a do bom ‘padre velho’ (por Fernando Soares), talvez a da rival da ‘lindeza daquela Terra’ (por Teresa Vieira)… Quem sabe se as verdadeiras vítimas do Crime de Soalhães em que Bernardo Santareno se baseou para escrever este “O Crime de Aldeia Velha”? Ou o mais possivelmente nada disto, mas as ‘poucas sortes’ de coisas que acontecem… Certo, certo é que foi um longo caminho de sobressaltos (e anos!) e dificuldades para que este ‘sonho’ de Júlio Cardoso encenar a obra do grande dramaturgo e seu amigo, se viessem a tornar realidade!
De qualquer modo, mais do que uma qualquer maldição, estamos plenamente convictos de que será uma autêntica bendição assistir a um espectáculo intenso, a que se junta ainda um Coro de Figurantes e vários criativos e técnicos, ultrapassando as quarenta pessoas para o tornar coisa concreta nas noites de 26, 27 e 28 de Agosto (21:30) e no fim-de-tarde de 29 (18:00) no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, em co-produção com a respectiva autarquia e o apoio da DGArtes/Ministério da Cultura.  
As bilheteiras estão já abertas, mas ainda até final desta semana (domingo, 14) até às 00.00 pode fazer a compra antecipada de bilhetes (até ao limite de dois por endereço electrónico e até se esgotar o stock disponível) através do e-mail produção.seivatrupe@gmail.com para pagar 5€ por unidade, na vez dos 7,5 euros que o bilhete custa nas vendas normais. Escreva para o e-mail indicado ou telefone para o 932 017 615, caso tenha dúvidas. Ou escreva logo a solicitar bilhete(s) indicando a sessão pretendida em primeiro lugar e uma segunda opção, que tudo o mais lhe será explicado para como fazer a aquisição (caso, insiste-se, ainda haja stock). Esta é uma cortesia como nosso público com quem regularmente mais contactamos.

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Museu do Oriente mostra-se no Porto | 19 de Agosto a 4 de Setembro | Cooperativa ÁRVORE

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“Cartazes de Propaganda Chinesa” e “Omocha. Brinquedos Rituais Japoneses” são as duas exposições que o Museu do Oriente dá a conhecer, de 19 de Agosto a 4 de Setembro, no Porto, no âmbito do programa Oriente nas Virtudes, organizado pela Cooperativa ÁRVORE.

 

Pertencentes à colecção Kwok On da Fundação Oriente, quer os cartazes de propaganda chinesa, quer os brinquedos japoneses, oferecem duas perspectivas singulares sobre a sociedade e cultura dos respectivos países – China e Japão –, a sua história recente e tradições, ritos e valores intemporais.

 

Produzidos entre 1959 e 1981, os cartazes de propaganda chinesa constituem um documento histórico do período que vai do Grande Salto em Frente e da criação das Comunas Populares ao fim da Revolução Cultural. Seleccionados de um total de 200, os 33 cartazes expostos ilustram os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.

 

Com tiragens de dezenas de milhares de exemplares, estes cartazes, cujo objectivo era o de mostrar ao povo o caminho a seguir, viam-se em todo o lado e faziam parte do quotidiano dos chineses. Na sua maioria, anteviam o futuro radioso da China comunista, com o super-herói Mao a conduzir o país à felicidade e à glória. Paradigmáticos do design da época, apresentam também um interesse estético que a função de propaganda política não pode, naturalmente, escamotear.

 

A apresentação está organizada em núcleos alusivos às diversas temáticas utilizadas na propaganda política deste período: Mao Zedong e os Heróis da Revolução Comunista; a Luta de Classes; as Políticas do Partido Comunista Chinês; as Pinturas de Ano Novo; Cultura popular e diversidade étnica da China e as Lutas Revolucionárias Internacionais.     

 

A segunda exposição é dedicada aos omocha, os brinquedos rituais japoneses. Não existe, nas línguas ocidentais, tradução exacta da palavra “omocha”, que quase sempre traduzimos por brinquedo. A tradução é, contudo, enganadora. Estes objectos destinam-se a crianças, mas também a adultos. Omocha também significa “objecto tradicional” que, embora com uma função lúdica, representa divindades, monstros, seres lendários, homens ou animais, saídos do folclore, dos rituais e da arte populares e está, sobretudo, ligado a crenças religiosas, de origem xintoísta e budista.

 

São usados para a brincadeira, mas também como amuletos da sorte, objectos que protegem crianças e adultos de maleitas, recordação de peregrinações e símbolos de festividades anuais e locais, muito vendidas em santuários e templos, e amplamente conhecidas e adquiridas. Concebidos a partir de materiais tão diversos como a madeira, argila, pedra, papel, palha ou tecido, reúnem tradições estéticas e técnicas, e revelam-nos as identidades social e religiosa dos japoneses.

 

Os omocha existem desde tempos remotos, havendo mesmo documentos do período Heian (794-1185), que comprovam que, por exemplo, o jogo de sugoroku (uma espécie de Jogo da Glória), era já muito popular. Todavia, os brinquedos que hoje encontramos são, na sua maioria, do período Edo (1603-1867) ou réplicas destes. A sua produção é gigantesca e representa um recurso económico que não pode ser menosprezado. Alguns são fabricados indiferentemente na totalidade do território japonês, outros originários de regiões ou lugarejos específicos. O Ano Novo é a época em que se compra o maior número de omocha. A raridade dos omocha mais antigos não se deve, única e exclusivamente, à fragilidade dos seus materiais, mas antes, ao facto de grande parte destes ser queimada ou lançada aos rios todos os anos, para levarem com eles os malefícios que visam combater, atingindo assim, plenamente, a sua função protectora. Um simples sininho pode trazer boa sorte, divertir uma criança, representar um herói e atrair o interesse de um coleccionador.

 

Além de exposições, o programa Oriente nas Virtudes integra música e workshops, bem como a realização de um mercado oriental, entre outras atividades desenvolvidas com as comunidades japonesa e chinesa, com o objetivo de promover um maior conhecimento da cultura oriental nas suas mais variadas representações.

                   

A ÁRVORE - Cooperativa de Actividades Artísticas é uma Instituição de Utilidade Pública da cidade do Porto, sem fins lucrativos que, desde 1963, tem vindo a afirmar-se no panorama cultural nacional pelos relevantes serviços prestados no apoio e dinamização da Cultura e das Artes, contando no seu historial com uma série de iniciativas nacionais e internacionais.

 

Oriente nas Virtudes

19 Agosto a 4 Setembro

Programa detalhado arvorecoop.pt

Segunda-feira a sábado | 11h00-20h00

 

Cooperativa ÁRVORE

(Rua Azevedo de Albuquerque, N.º 1 - 4050-076 Porto)

 

 

 

North Music Festival: Cartaz do segundo dia já está fechado

OneRepublic são os headliners do dia 1 de outubro

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Alfândega do Porto recebe, no Dia Mundial da Música, OneRepublic, David Fonseca, Capicua, Domingues, T-Rex e Throes + The Shine

 

A 60 dias do evento, o North Music Festival (NMF) anuncia o cartaz completo do segundo dia do festival, 1 de outubro, data que conta com o headliner já confirmado: os OneRepublic. Os festivaleiros que decidam celebrar o Dia Mundial da Música – que se comemora, precisamente, a 1 de outubro – no palco da Alfândega do Porto, terão a oportunidade de ver e ouvir, ao vivo, David Fonseca, Capicua, Domingues, T-Rex e, ainda, Throes + The Shine.

 

Além dos sucessos da banda norte-americana – “Counting Stars”, “Secrets”, “Good Life” ou “Apologize” – e de algumas músicas do mais recente álbum da banda, “Human”, já disponível em pré-venda, o público do festival poderá ouvir alguns dos êxitos de David Fonseca, um dos mais carismáticos artistas nacionais. “The 80’s”, “Someone That Cannot Love”, “Who are U?”, “Superstars”, “A Cry 4 Love”, “U Know Who I Am”, “What Life Is For” ou “Chama-me Que Eu Vou” são apenas alguns dos temas com que o artista irá brindar o público.

 

Uma viagem a “Vayorken”, de Capicua, e a “Fica”, de Domingues

Outro dos destaques deste segundo dia de festival é, sem dúvida, a portuguesa Capicua. “Vayorken”, “Sereia Louca”, “Medo do Medo” e “Passiflora” são alguns dos temas que a rapper militante, conhecida pela escrita exímia, emotiva e politicamente engajada, irá interpretar no palco da Alfândega do Porto. O cartaz de 1 de outubro reserva uma outra surpresa: a confirmação de Domingues, visto já como uma das maiores promessas da música nacional. “Fica”, “Romance de Cinema”, “Café em Paris” são já um sucesso nas plataformas digitais e são temas que prometem marcar a noite.

 

T-Rex – artista emergente que integra o coletivo Mafia73 e que viu o seu trabalho catapultado, em 2020, com o álbum “Gota D’Espaço”, nomeadamente com o single “Tinoni” – e Throes + The Shine, grupo que se destaca pelas texturas eletrónicas e do rock, são os dois últimos nomes confirmados. Recorde-se que Ornatos Violeta, The Script, The Waterboys, Linda Martini e GNR estão, também, assegurados no evento que está de regresso à cidade do Porto, de 30 de setembro a 2 de outubro. Os bilhetes já estão à venda, nos locais habituais, assim como no site do evento.