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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

O Futuro da Sustentabilidade no Turismo em discussão na Porto Business School

 

Na próxima terça-feira, dia 14 de junho, pelas 15h00, a Porto Business School organiza, em parceria com o Turismo de Portugal e a Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, uma mesa-redonda que abordará questões como o Futuro da Sustentabilidade no Turismo em Portugal, com foco ainda para um caminho mais sustentável e, quais são os desafios que os ESGs trazem ao setor turístico!

O programa conta com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, para fazer a sessão de encerramento. 

 

PROGRAMA

15h00 | Boas-Vindas

Patrícia Teixeira Lopes – Associate Dean da Porto Business School

15h30 | Mesa-redonda – Turismo como um negócio sustentável

Elisabete Félix| Business Development Director - Turismo de Portugal

Francisco Moser | Head of Hospitality - Norfin | Board Member - Vilamoura World

Anabela Vaz Ribeiro | Managing Partner - Pedra Base Consultoria | Executive Director - Global Compact Network Portugal)

Igniter: Paulo Vaz | Docente da Porto Business School e Diretor da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto - Turismo de Portugal

16h30 | Sessão de Encerramento

Rita Marques | Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços

16h45 | Cocktail

 

A sessão é presencial e aberta ao público. Pode inscrever-se, gratuitamente, através deste link.

"É" - Um espectáculo comunitário de integração pela arte

É! Um espectáculo comunitário que dá voz
às pessoas em situação de vulnerabilidade social


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Cerca de um ano depois, projeto SOmOS, de integração pela arte, termina com espetáculo para a cidade
 
É!ste espectáculo de teatro é o culminar de mais de um ano de trabalho com populações em situação de exclusão e reflecte sobre a forma como se pode bater no fundo, como se sobrevive à desumanização, à invisibilidade, aos enredos kafkianos da burocracia, de como pequenos gestos podem mudar uma história de vida ou de como se perde e, por vezes, se reacende a esperança.

Data única - Dia 8 de junho, às 21h30, no Teatro Campo Alegre. 
Entrada Livre
 
 
O projeto “SOmOS”, Existimos, Criamos, Somamos (P)ARTES desenvolveu entre 2021 e 2022 um intenso trabalho com diferentes grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Depois de “Quem És Porto?” - Bibliotecas Vivas (que reuniu em outubro de 2021 várias dezenas de participantes decididos a contar a sua história de vida) e da oficina de Teatro Fórum que
resultou no espetáculo “Por Que Não Posso?”, já em fevereiro deste ano, fecha-se agora o círculo com a soma das partes, ou seja, este
“É!”, um espetáculo final criado a partir das experiências partilhadas e dos contributos dos participantes das oficinas anteriores, ao qual se juntou uma estrutura artística profissional.

Se nas primeiras oficinas o foco era centrado em cada um dos participantes, individualmente, nesta última, o centro é algo exterior a todos – um espetáculo! – em que todos e cada um contam como uma parte fundamental de um puzzle que ficará incompleto se alguma peça faltar. Estas são as bases da igualdade, da interdependência ou da empatia, valores que estão na base de todo o processo, assume Rui Spranger, responsável da Apuro Cultural e encenador deste espetáculo:
“Este É! resume em certa medida o caminho: revisitámos o teatro fórum, abordámos as histórias de vida de alguns dos atores para em seguida ficcioná-las, acrescentando, omitindo e desviando-nos também completamente delas, provocando hipóteses de possíveis realidades. Abordámos também
outras histórias de vida alheias aos atores para estabelecer uma cartografia dramatúrgica própria, estabelecida na união da vontade de todos.
Socorremo-nos de poemas e de excertos da dramaturgia mundial, mas a maioria das palavras ditas neste espetáculo não estão escritas. Um pouco como na Commedia dell’arte, existe um cannovaccio, uma estrutura simples a ser improvisada pelos atores, pelo que os espectadores terão acesso a algo irrepetível. Daí também a escolha deste título que ao invés da interrogativa dos
anteriores, usa a exclamação como reforço do que por vezes pode ser uma afirmação, noutras uma perplexidade e noutras ainda o desabafo que sai da garganta perante o absurdo ou a impotência.

As portas desta última oficina estiveram abertas a todos os que nela quiseram participar, promovendo a troca de experiências, saberes e a não guetização. Pelo que participam no espetáculo pessoas com percursos muito diversificados.
Diversos foram os caminhos que levaram à exclusão de alguns dos participantes, mas também diversos foram os caminhos que levaram à superação. E é esta superação que une todos os protagonistas deste espetáculo que fez um caminho traçado em conjunto, com confiança,  dedicação, respeito e generosidade”.
A iniciativa SOmOS envolveu a Apuro, Associação Cultural e Filantrópica, a PELE, Associação Social e Cultural e a Saber Compreender, estruturas locais com vasta experiência no trabalho de inclusão pela arte, e resultou de uma candidatura da Câmara Municipal do Porto ao Programa Operacional Norte 2020 do AIIA - Abordagens Integradas para a Inclusão Ativa, que teve
como objetivo reforçar e qualificar o ecossistema de empreendedorismo social do Porto e capacitar, organizar, alinhar e mobilizar os agentes envolvidos na inovação social e, mais concretamente, na capacitação e integração social pela arte.

As (p)artes de um todo
Saber Compreender
A Saber Compreender existe formalmente desde novembro de 2017 sendo uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover uma sociedade mais inclusiva, na qual, através do ativismo, as pessoas social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco, tenham acesso a condições para uma vida digna. Neste sentido as nossas ações orientam-se para o acompanhamento personalizado e individualizado dos cidadãos, promovendo a sua participação e envolvimento nos seus processos de inclusão e na defesa dos direitos humanos e em causas sociais.
A este nível, importa referir que a Saber Compreender possui um Conselho Consultivo (que é constituído fundamentalmente por pessoas que vivenciam ou vivenciaram situações de sem-abrigo ou outro tipo de exclusão) onde impera o princípio da participação e onde a voz dos cidadãos na primeira pessoa é primordial. Para promover a voz dos cidadãos, a Associação tem apostado no
desenvolvimento de metodologias participativas como por exemplo o Photovoice e as Bibliotecas Vivas onde os cidadãos são os verdadeiros protagonistas da ação. No entanto, temos consciência que estes processos não são fáceis e que nem todos os cidadãos se encontram no mesmo nível de
participação. Por isso, temos de garantir as condições mínimas para que a participação se concretize: respeitar os interesses e as perceções das pessoas; tempo para participar e sobretudo informação. Muito dificilmente conseguiremos a participação das pessoas se estas não tiverem
informação suficiente sobre as questões em análise e/ou em discussão. Por isso, a Saber Compreender possui know-how no desenvolvimento de processos participativos e a identificação de pessoas com estas vivências é facilitado pelo trabalho de proximidade que a associação desenvolve
diariamente com estes públicos.

PELE, Associação Social e Cultural
A PELE é um coletivo que desenvolve projetos de criação artística enquanto espaços de reflexão, ação e participação cívica e política, potenciando processos de transformação individual e coletiva.
Desde 2007 procura que a sua atuação se mantenha alinhada com as urgências dos territórios e das comunidades, privilegiando a acessibilidade e a participação artística em múltiplas centralidades. Através do cruzamento de públicos, sectores, linguagens artísticas, territórios e parceiros, gera espaços de tomada de decisão horizontais e modelos alternativos de criação coletiva.

APURO, Associação Cultural e Filantrópica
A Apuro – Associação Cultural e Filantrópica foi fundada em 2012 e desde então produziu 76 produções culturais nas suas diversas áreas de atuação: Cinema, Teatro, Spoken Words, Novo-Circo, Música e Edição de Livros que correspondem a mais de 260 eventos.
Apoiou vários intermitentes do espetáculo e cidadãos em situação de carência e foi coordenadora do Eixo “Vozes do Silêncio” do NPISA – Porto entre 2016 e 2018. Com a nova estratégia nacional para os sem-abrigo, integra o “Eixo 4 – Participação e Cidadania” do NPISA. É membro da Rede Social do Porto. Colaborou também com a Associação do Porto de Paralisia Cerebral tendo editado dois livros associados à mesma. A Apuro conta com mais de 100 associados e estabeleceu-se como uma rede dinâmica de produção cultural e apoio social.

Ficha Artística
Interpretação: Artur Fontes, Carlos Rodrigues, Daniela Couceiro, Emílio Costa, Fernando André, José Miguel Oliveira, Vilma Ranito, Ana Black Rose, Isabel Cardoso, Cândida Conceição, Simão Luis, Natércia Franco, Rui Spranger, Ricardo Mestre, Inácio Carvalho, Rui David.
Encenação- Rui Spranger (Apuro)
Música original - Rui David (Apuro)
Mediação Socioeducativa - Mara Barros e Alexandra Fiães (EAPN)
Produção- Fernando André (Apuro)
Assistência de produção - Simão Luís (Apuro)
Apoio à mobilização e dinamização - Daniela Couceiro (ASAS de Ramalde)
Comunicação - Rui David (Apuro)
Vídeo - Rita Duque
Desenho de Luz - Rui Damas
Apoio - Junta de Freguesia do Bonfim
Agradecimentos - Asas de Ramalde, Pé de Vento, Mané Carvalho
 
 
 

Nova Exposição “Campos Minados” de Alice Miceli retrata realidade em territórios de conflito

 

“Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” é o nome da mais recente exposição da artista brasileira Alice Miceli, com curadoria de Luiz Camillo Osorio, que estará patente na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. A inauguração, agendada para 5 de maio às 18h15, contará com um momento de conversa entre a artista e o curador, seguido de uma visita guiada à exposição e de um EA Dashed Concert do artista de som de Beirute Mhamad Safa. 

 

A exposição da artista tem por base a captação de imagens em territórios que passaram por conflito e com a existência de minas subterrâneas que continuam ativas até os dias de hoje mesmo depois de declarada a paz. “Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” é composta por quatro conjuntos de imagens que se complementam, um em cada Continente, nomeadamente nos países: Camboja, Bósnia, Colômbia e Angola. Duas destas séries, referentes à Bósnia e Angola serão expostas na Escola das Artes. A mostra deste trabalho surge precisamente num momento como o atual, em que está a decorrer uma guerra em território europeu com potencial nuclear. 

 

“Não há drama nas imagens, parecem paisagens prosaicas e ao mesmo tempo estranhas, intrigantes. Se o espectador passar rápido por elas, não vai ver nada. É aí que sempre mora o perigo. A ameaça iminente está nos detalhes”, refere Luiz Camillo Osorio descrevendo a exposição. 

 

Esta obra desdobra uma interrogação que já era muito clara no projeto anterior da artista, sobre Chernobyl – o de encontrar alguma visibilidade para o que nos ameaça concretamente e que não é percetível a olho nú, nem tampouco através da câmara. É precisamente transformar em imagens esta invisibilidade que a artista concebe para esta exposição.  

A viver entre Beirute e Londres, Mhamad Safa é um produtor/arquiteto de som e investigador que se já apresentou o seu trabalho performativo no Goethe Institute em Beirut, no Arab Center for Architecture, no Institute for Contemporary Art in London, no Centre for Research Architecture in London, e no Sharjah Architecture Triennial, entre outros. O EA Dashed Concert do artista realizar-se-á pelas 21h30. 

 

A exposição “Em profundidade (campos minados): Angola e Bósnia” que será inaugurada a 5 de maio, está inserida no Spring Seminar “Traumatic Landscape”, que decorre de 4 a 6 de maio, na Escola das Artes onde Alice Miceli será uma das artistas convidadas 

EXPOSIÇÃO “EM PROFUNDIDADE” (CAMPOS MINADOS) 

Alice Miceli · 5 de MAIO · 23 de junho 

Curadoria de Luiz Camillo Osorio 

Entrada Livre · de terça a sexta · 14H00 – 19H00 

Sala de Exposições da Escola das Artes da Católica 

Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto 

Casa Comum Fest encerra com eventos no dia 30 de abril

 

 

Foram 100 os eventos em abril que a Universidade do Porto realizou, no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um festival cultural que promoveu o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade.

 

Ciclo de Cinema Português

 

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UMA ABELHA NA CHUVA (1971), DE FERNANDO LOPES

30 ABRIL, 21H00, CASA COMUM – REITORIA DA U. PORTO

 

 

O ciclo cinema Memória, Cidadania e Liberdade composto por 6 filmes portugueses, inscreve-se nos meses de abril e maio, que são dias em que se festeja a memória histórica que nos trouxe, com a Revolução dos Cravos, a liberdade e o pleno exercício de uma cidadania democrática. No dia 30 de abril, pelas 21h00 será exibido o segundo filme – Uma Abelha na Chuva (1971), de Fernando Lopes, onde se destacam as interpretações admiráveis de Laura Soveral e João Guedes. A apresentação dos restantes filmes deste Ciclo de Cinema Português terá lugar nos dias 6, 13, 20 e 27 de maio.

 

 

 

 

Evento

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BAILE DE DANÇAS TRADICIONAIS PORTUGUESAS

30 ABRIL, 21H00, CASA COMUM – REITORIA DA U. PORTO

 


No próximo dia 30 de abril,  pelas 21h30, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto organizará, na Reitoria da Universidade do Porto, um Baile de danças sociais tradicionais portuguesas, com música ao vivo, interpretada pela Orquestra do NEFUP e pel’Os Finfas de Nespereira, uma das mais antigas e renomadas orquestras tradicionais da região duriense.

Cultura | Artist Talk com artista Rosangela Rennó - "Do analógico ao digital, sem preconceitos, sem hierarquias, contra a ignorância estrutural"

Entrada livre, a 28 de abril, 18h30, na Universidade Católica no Porto, 

 

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Artista plástica Rosangela Rennó participa em Aula Aberta sobre “Do analógico ao digital, sem preconceitos, sem hierarquias, contra a ignorância estrutural” 

 

No próximo dia 28 de abril, às 18h30, a Escola das Artes da Universidade Católica abre as portas a Rosângela Rennó, artista plástica brasileira, que participará em mais uma Aula Aberta, desta vez sob o tema “Do analógico ao digital,sem preconceitos, sem hierarquias, contra a ignorância estrutural”. O evento irá decorrer em modo presencial, no Auditório Ilídio Pinho, e é aberto aos estudantes e a toda a comunidade.  

 

O trabalho da artista caracteriza-se pela apropriação de imagens descartadas, sendo a grande maioria encontradas em mercados e feiras, e pela investigação das relações entre a memória e o esquecimento. Nas suas fotografias, objetos, vídeos ou instalações, Rosângela Rennó trabalha com álbuns de família e imagens obtidas em arquivos públicos ou privados. Partindo da apropriação e releitura de arquivos fotográficos, públicos e particulares, ou através da reinvenção de modos de arquivo de imagens, a artista desenvolve o tema do estatuto da fotografia e da transformação desde o modelo analógico ao digital há mais de 30 anos.  

 

Na aula aberta do dia 28 de abril, Rosângela Rennó apresentará uma seleção de trabalhos de diferentes épocas, realizados a partir de imagens de acervos históricos, que colocam em evidência as políticas de amnésia e da ‘ignorância estrutural’, percebidas tanto no Brasil como noutros países que têm uma considerável herança colonial. As suas obras já foram expostas individualmente em diversos países e instituições, como por exemplo, na Pinacoteca de São Paulo, Cristina Guerra Contemporary Art, Photographers’ Gallery, Instituto Moreira Salles, Centro Atlántico de Arte Moderno CAAM, Museum of Contemporary Art MOCA e Fundação Calouste Gulbenkian.  

 

“Anualmente, a Escola das Artes da Universidade Católica organiza estas Aulas Abertas para expor temas de maior relevância em torno das práticas artísticas contemporâneas. Nestas sessões públicas abertas à comunidade, os nossos estudantes têm uma oportunidade única de entrar em contacto com artistas, curadores e pensadores que estão na vanguarda das suas respetivas áreas”, afirma o professor Daniel Ribas, coordenador do mestrado em Cinema da Escola das Artes. 

 

O programa das Aulas Abertas 2022 da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto integra artistas, investigadores e ativistas de áreas e contextos distintos. Os encontros têm como objetivo contribuir para os debates contemporâneos que circundam as práticas artísticas e o pensamento crítico.  

 

As aulas abertas arrancaram no mês de fevereiro e além de Rosângela Rennó, os outros nomes já confirmados são Filipa Lowndes Vicente (12 de maio), Jessica Sarah Rinland (19 de maio) e Marinho de Pina (26 de maio). 

As Aulas Abertas são de entrada gratuita e realizam-se às quintas-feiras (18h30), entre fevereiro e maio de 2022, no Auditório Ilídio Pinho na Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa. 

 

AULA ABERTA COM ROSÂNGELA RENNÓ  

  • 28 ABRIL · 18H30

Entrada Livre  

Escola das Artes 

Universidade Católica Portuguesa no Porto 

Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto 

PASSATEMPO DESASSOSSEGO FESTIVAL DE CURTAS DE VIDEODANÇA

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O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ESQUIVA tem para oferecer

- bilhetes duplos para as sessões de curtas de dia 23 de Abril (ver programa)

- 50% de desconto num grupo de 10 pax no jantar-cinema

 

 

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ao Desassossego Festival de Curtas de Videodança com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e qual os bilhetes a que se candidata.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 

A 23 e 24 de Abril com jantar-cinema e mercado sustentável

DESASSOSSEGO FESTIVAL DE CURTAS DE VIDEODANÇA

REÚNE 28 PAÍSES EM CONCURSO

 

A 23 e 24 de Abril, a primeira edição do Desassossego Festival de Curtas de Videodança chega à Associação Recreativa Valboense Luz e Vida com oficinas de video, conversas sobre práticas artísticas, jantar-cinema com filmes pré-seleccionados a concurso e um concerto de ante-estreia do novo álbum da banda portuguesa “Sereias”

 

No dia 24 são conhecidos os vencedores, de entre dezenas de curtas oriundas de 28 países, desde Singapura ao Brasil, passando pela Arménia e pelos EUA. Para além de promover e divulgar trabalhos desenvolvidos no âmbito da videodança, o Desassossego Festival de Curtas de Dança é um projecto da Esquiva Companhia de Dança que incentiva o desenvolvimento e criação de novos projectos a nível nacional e internacional.

 

Em paralelo, o “Mercado do Desassossego” desafia artistas e lojas com artigos sustentáveis a estarem presentes durante aquele fim-de-semana. Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline e por reserva através do emaildesassossego.festival@gmail.com e a programação pode ser consultada em

https://www.esquivacompanhiadanca.com/desassossegofestival  

 

Desassossego Festival de Curtas de Dança | 23 e 24 de Abril

Local:Associação Recreativa Valboense Luz e Vida (R. Dr. Albino Montenegro 282, 4420-428 Valbom)

Bilhetesdisponíveis na Ticketline oureserva através do email desassossego.festival@gmail.com

Sessões – 2€

Jantar-cinema – 12€

Workshop– 20€ (com desconto estudante ou Associados Luz e Vida – 15€)

Concerto “Sereias” – 6€

Passe-geral (Jantar-cinema, sessões e concerto) – 18€

Casa Comum Fest - Destaques 18 a 22 de abril

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No âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um festival cultural da Universidade do Porto que promove o diálogo entre as várias instituições da U.Porto, diversos artistas e toda a cidade, destaque na semana de 18 a 22 de abril para os seguintes eventos:

 

No dia 18 de abril, pelas 18h00As Mulheres que Fazem Barulho na Política. Um encontro onde serão abordadas questões relacionadas com a política, com moderação de Rosário Gambôa (deputada do PS), que vai trazer à conversa Ana Cabilhas (presidente da Federação Académica do Porto), Carla Miranda (deputada do PS) e Odete Patrício (deputada do PS). Como se veem a si mesmas enquanto mulheres e políticas? Como perspetivam as dificuldades encontradas e as estratégias possíveis? O que pensam as mulheres políticas neste domínio? Como fazem barulho? O evento terá lugar no auditório da Casa Comum (no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto, na Praça Gomes Teixeira).

Ainda no âmbito do Casa Comum Fest, a Universidade do Porto vai associar-se ao Festival Bienal das Alternativas Europeias que celebra o tema “Decolonize, Decarbonize, Democratize". O evento TRANSEUROPA que irá decorrer de 20 a 25 de abril, vai realizar conferências, workshops, exposições artísticas, performances, exibições, concertos e debates políticos. Numa época marcada pela crise climática, pela desigualdade e pela discriminação dos grupos minoritários, o festival apela aos cidadãos para que redefinam o espaço que ocupam na sociedade. No dia 21 de abril, pelas 15h00, será realizada a abertura do Festival na Casa Comum, com uma "excursão utópica transdisciplinar" que contará com a presença da Vice-Reitora para a área da Cultura, Fátima Vieira. No dia 22 de abrilàs 21h30, a Casa Comum acolhe uma conversa sobre “Cidade Verde Utópica: jardins locais, mudança global”.

 

No dia 21 de abril, destaque para a inauguração da exposição de Pintura: “Ver Cegueira Adentro – 100 anos de José Saramago” de Agostinho Santos. Curadoria de Valter Hugo Mãe. Com entrada livre, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30, e ao sábado, das 15h00 às 18h00, nas Galerias I e II da Casa Comum, ao edifício da Reitoria da Universidade do Porto, até 2 de julho.

 

São 100 os eventos em abril que a Universidade do Porto vai realizar, no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um novo festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade.

 

Peças de teatro, exposições, saraus e visitas a museus são apenas algumas das iniciativas que a Universidade do Porto apresenta para comemorar o mês de abril, mês da democracia.

Universidade do Porto promove exposição de pintura que comemora Saramago

Exposição Ver Cegueira Adentro - 100 Anos de José Saramago inaugura no dia 21 de abril, às 18h00, nas Galerias da Casa Comum. O evento contará com a presença da filha do Prémio Nobel da Literatura

 

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No ano em que se celebra o centenário do nascimento de José Saramago (1922 - 2010), Agostinho Santos cumpre uma promessa feita ao Prémio Nobel da Literatura e inaugura nas Galerias I e II da Casa Comum, no edifício histórico da reitoria da U.Porto, uma exposição com pintura, escultura, desenho e livros de artista. São várias dezenas de obras, produzidas entre 2019 e 2021. Trabalhos inéditos na sua maioria.

 

A exposição Ver Cegueira Adentro - 100 Anos de José Saramago, de Agostinho Santos, com a curadoria de Valter Hugo Mãe, abre ao público a partir das 18h00, do próximo dia 21 de abril. A inauguração contará com a presença da filha do Prémio Nobel da Literatura.

 

Na obra de Agostinho Santos, Valter Hugo Mãe encontra "insubmissão" e "um frontal exercício de cidadania". Reconhece um interesse em "cortar amarras e reencontrar a linguagem espontânea dos que obedecem apenas à sua própria natureza". É um artista "empenhado na defesa de causas essenciais para a consciência mais atenta dos nossos dias". E com uma obra sempre "ao serviço de suas convicções, coloca-o claramente na esteira do que foi sempre o gesto de Saramago. Ambos inscrevem a multidão nos seus discursos, essa dos oprimidos ou esquecidos, dos que são preteridos ou adiados”.

 

Na sessão de abertura da exposição, serão lançados pela U.Porto Press dois livros de artista de Agostinho Santos – Outra Vez a Sonhar Querida Blimunda –, bem como o livro Ver Cegueira Adentro, que documenta a exposição.

 

O livro Ver Cegueira Adentro, inserido na Coleção Atelier da U.Porto Press, para além de dar conta das obras expostas, apresenta textos de Pilar del Río, João Tordo, José Rui Teixeira, Maria de Lourdes Pereira e Valter Hugo Mãe. “São textos de uma grande sensibilidade estética” – sublinha Fátima Vieira, Vice-Reitora para a área da Cultura da Universidade do Porto – “que iluminam o universo fantástico que Agostinho Santos construiu e onde força o encontro de personagens que habitam diferentes livros de Saramago”. Estas publicações estarão à venda no dia da inauguração com 10% sobre o preço de capa. Poderão ser a partir desse dia adquiridas online, no site da U.Porto Press.

Ver Cegueira Adentro - 100 Anos de José Saramago vai estar patente de 21 de abril a 2 de julho de 2022. Com entrada livre, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30, e ao sábado, das 15h00 às 18h00.

A exposição decorre no âmbito Casa Comum Fest. Ao todo são 100 os eventos em abril que a Universidade do Porto vai realizar, no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um novo festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade. Peças de teatro, exposições, saraus e visitas a museus são apenas algumas das iniciativas apresentadas para comemorar o mês de abril, mês da democracia.

Tour Ibérica dos Golosa la Orquesta

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A World Music da América Latina

Vindos do Chile, apresentam uma performance que funde sem limites vários ritmos latino-americanos com a força do rock e a liberdade do jazz. Um concerto quente, que explode na interação direta com o público, transmitindo a energia da música latino-americana.

 
Com nove anos de experiência, 3 álbuns lançados, 3 digressões pela Europa visitando 7 países europeus, mais de 70 concertos no estrangeiro e infinitos no seu país. Nomeado para os Prémios Pulsar no Chile em 2019 com seu álbum "Sobre la Ciudad", que conta com a colaboração do cantor e compositor argentino Kevin Johansen.
 

 

Datas confirmadas para a tour ibérica:

 
20 Abril – Lisboa – B.Leza - bilhetes
21 Abril – Porto – Hot Five - bilhetes
22 Abril – Torres Vedras  - Bang Venue - bilhetes
23 Abril – Beirã - Cais Coberto  
24 Abril – Grândola – Comemorações do 25 de Abril
27 Abril – Barcelona - Golem's
28 Abril – Zaragoça - La Boveda
 

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