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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Espectáculo "Por Que Não Posso?" Divulgação de Oficina de Teatro/Arte Inclusiva

POR QUE NÃO POSSO?”, o Teatro Fórum 

como forma de autodeterminação

Estreia na próxima quinta-feira, dia 10 de fevereiro, às 18h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim, a criação colectiva “Por Que Não Posso?”

É o culminar de 4 meses de trabalho, de criação de um espaço seguro e de liberdade onde se abordaram várias facetas da exclusão e da opressão. Histórias pessoais, sim, mas cruzadas com reflexões acerca de problemáticas e discriminações quotidianas das nossas sociedades, numa história que é de cada um e de todos.

“Por que não posso?” parte de um texto inédito de um dos participantes, o Ricardo Mestre, para questionar o condicionamento e recriminação social e familiar quando estão em causa escolhas de vida de cada um, - por exemplo, em ser artista - e é, ao mesmo tempo um diálogo crítico contra os julgamentos e preconceitos de que são vítimas todos aqueles que têm um aspecto diferente ou estereotipado.

 

Com a facilitação de Janne Schröder e Maria João Mota, artistas e formadoras da associação PELE.

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Por que não posso?”Interrogações permanentes de vidas suspensas. Olhares que julgam, corpos que desistem e sonhos aprisionados. Estes são os dias de muitos com quem nos cruzamos nas ruas, nas estações de metro … e de quem às vezes desviamos o olhar.“Por que não posso?” Esta história que contamos é feita de muitas histórias que se cruzam num lugar: o lugar da vontade, de um e de todos. Vontade de mudar! Vontade de bater o pé! Vontade de olhar de frente. Olhos nos olhos. 
 

Enquadramento

 

Esta oficina de Teatro Fórum, dinamizada pela PELE, integra o projecto SomoS - Existimos, Criamos, Somamos(P)Artes coordenado pela Apuro, integrado no Programa AIIA da Câmara Municipal do Porto.

Ao longo de 4 meses realizaram-se sessões regulares de reflexão, discussão e criação colectiva a partir de histórias do quotidiano, partilhadas pelo grupo.

O formato do Teatro Fórum propõe uma teatralização da realidade e, a partir dela, o ensaio de alternativas para a mudança. Não se pretende poetizar ou simplificar o processo complexo de transformação da realidade, mas que o Teatro permita, pelo menos, sentir a liberdade criativa, a troca de papéis, a reescrita de narrativas e que todo este processo contagie as nossas vidas e os nossos corpos, para a potência da acção colectiva.

Esta oficina teve como objetivo

- Estimular a reflexão, discussão e acção colectiva sobre temas que se revelem como urgentes para o grupo;

- Promover o contacto e experimentação com as linguagens artísticas - nomeadamente do Teatro Fórum;

- Exploração de diferentes técnicas do Teatro do Oprimido e interiorização de alguns dos seus princípios

- Criação coletiva de uma apresentação de Teatro Fórum.

 

O que é o Teatro Fórum?

Teatro Fórum é uma das ferramentas do Teatro do Oprimido, um movimento artístico/político criado por Augusto Boal na década de 60 do século passado no Brasil, inspirado pela corrente Freiriana da pedagogia do oprimido. Este método sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais com o objectivo da desmecanização física e intelectual dos/as participantes permitindo o “ensaio” de alternativas para situações da vida quotidiana. Desta forma, o TO procura criar condições práticas para que o indivíduo se aproprie dos meios de produzir teatro ampliando as suas possibilidades de expressão. Uma característica fundamental do TO é estabelecer uma comunicação directa, activa e participada entre espectadores e actores. Boal fala mesmo do “espect-actor”, remetendo para a ideia de o individuo poder alternar entre fases de espectador da acção e de actor dessa mesma acção “exercitando-se para a acção na vida real e tomando conhecimento das possíveis consequências das suas acções”

 

Ficha Artística

 

Criação Colectiva e Interpretação

Artur Pereira, Augusto José Luís, Carlos Medina, Cynthia Sousa,Daniela Couceiro, Emílio Costa,Fernando André, Fernando Sá Pinto, Francisca Carvalho, José Miguel Oliveira, Manuel Teixeira, Mara Barros, Miguel Monteiro, Vilma Ranito

 

Texto original- Ricardo Mestre

Facilitadoras de Teatro Fórum - Janne Schröder e Maria João Mota (PELE)

Músico- Pedro Santos

Mediação Socioeducativa - Mara Barros (EAPN)

Produção Apuro - Fernando André

Produção PELE - Beatriz Brás

Comunicação- Rui David (Apuro)

Apoio - ASAS de Ramalde, Junta de Freguesia do Bonfim



Informações

Data: 10 de fevereiro, das 18h30 às 21h00

Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim

Público alvo: Geral

Entrada livre, mediante reserva obrigatória

Marcação de reservas: reservas.apuro@gmail.com

Contacto de Imprensa: Rui David - 919114740

 



Os antecedentes

A iniciativa está enquadrada no projeto “SOMOS”, Existimos, Criamos, Somamos (P)ARTES – no âmbito de uma candidatura da Câmara Municipal do Porto ao Programa Operacional Norte 2020 do AIIA - Abordagens Integradas para a Inclusão Ativa, com o qual se pretende reforçar e qualificar o ecossistema de empreendedorismo social do Porto e capacitar, organizar, alinhar e mobilizar os agentes envolvidos na inovação social e, mais concretamente, na capacitação e integração social pela arte.

 



As (p)artes de um todo

Depois da iniciativa “Quem És Porto” - Bibliotecas Vivas, que reuniu em outubro várias dezenas de participantes decididos a contar a sua história de vida, esta oficina de Teatro Forúm é a segunda de três oficinas artísticas que compõem o projeto “SOMOS”, Existimos, Criamos, Somamos (P)ARTES e que entre 2021 e 2022 estão a trabalhar com diferentes grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social. E estas duas oficinas servirão de ponto de partida para um espetáculo final, a partir de um texto cénico que será construído a partir da experiência e dos contributos dos participantes das oficinas anteriores, ao qual se juntará uma estrutura artística profissional.

Se nas primeiras oficinas o centro é cada um dos participantes, nesta última, o centro será algo exterior a todos – um espetáculo! – em que todos e cada um contam como uma parte fundamental de um puzzle que ficará incompleto se alguma peça faltar. Da parte dos criadores há esta noção clara: “Nós precisamos de vocês, nós precisamos da vossa ajuda”. Estas são as bases da igualdade, da inter-dependência, da empatia que queremos que sejam a base de todo o processo, um processo em que pessoas em situação de vulnerabilidade se irão confrontar com a sua afirmação, proferindo frases empoderadoras como “Eu sou ator”, “Eu tenho a missão de interpretar esta personagem”, “Eu tenho a missão de fazer este espetáculo”, “Todos dependem de mim e eu dependo de todos”.

Este “Espetáculo P'ra Cidade” será dirigido pela Apuro Associação Cultural e Filantrópica e tem data prevista de estreia no segundo trimestre de 2022.



As (p)artes envolvidas

Saber Compreender

A Saber Compreender existe formalmente desde novembro de 2017 sendo uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover uma sociedade mais inclusiva, na qual, através do ativismo, as pessoas social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco, tenham acesso a condições para uma vida digna. Neste sentido as nossas ações orientam-se para o acompanhamento personalizado e individualizado dos cidadãos, promovendo a sua participação e envolvimento nos seus processos de inclusão e na defesa dos direitos humanos e em causas sociais. A este nível, importa referir que a Saber Compreender possui um Conselho Consultivo (que é constituído fundamentalmente por pessoas que vivenciam ou vivenciaram situações de sem-abrigo ou outro tipo de exclusão) onde impera o princípio da participação e onde a voz dos cidadãos na primeira pessoa é primordial. Para promover a voz dos cidadãos, a Associação tem apostado no desenvolvimento de metodologias participativas como por exemplo o Photovoice e as Bibliotecas Vivas onde os cidadãos são os verdadeiros protagonistas da ação. No entanto, temos consciência que estes processos não são fáceis e que nem todos os cidadãos se encontram no mesmo nível de participação. Por isso, temos de garantir as condições mínimas para que a participação se concretize: respeitar os interesses e as perceções das pessoas; tempo para participar e sobretudo informação. Muito dificilmente conseguiremos a participação das pessoas se estas não tiverem informação suficiente sobre as questões em análise e/ou em discussão. Por isso, a Saber Compreender possui know-how no desenvolvimento de processos participativos e a identificação de pessoas com estas vivências é facilitado pelo trabalho de proximidade que a associação desenvolve diariamente com estes públicos.

 

PELE, Associação Social e Cultural

 

A PELE é um coletivo que desenvolve projetos de criação artística enquanto espaços de reflexão, ação e participação cívica e política, potenciando processos de transformação individual e coletiva. Desde 2007 procura que a sua atuação se mantenha alinhada com as urgências dos territórios e das comunidades, privilegiando a acessibilidade e a participação artística em múltiplas centralidades. Através do cruzamento de públicos, sectores, linguagens artísticas, territórios e parceiros, gera espaços de tomada de decisão horizontais e modelos alternativos de criação coletiva.  

APURO, Associação Cultural e Filantrópica

A Apuro – Associação Cultural e Filantrópica foi fundada em 2012 e desde então produziu 76 produções culturais nas suas diversas áreas de atuação: Cinema, Teatro, Spoken Words, Novo-Circo, Música e Edição de Livros que correspondem a mais de 260 eventos.

Apoiou vários intermitentes do espetáculo e cidadãos em situação de carência e foi coordenadora do Eixo “Vozes do Silêncio” do NPISA – Porto entre 2016 e 2018. Com a nova estratégia nacional para os sem-abrigo, integra o “Eixo 4 – Participação e Cidadania” do NPISA. É membro da Rede Social do Porto.

Colaborou também com a Associação do Porto de Paralisia Cerebral tendo editado dois livros associados à mesma.

A Apuro conta com mais de 100 associados e estabeleceu-se como uma rede dinâmica de produção cultural e apoio social.

Arte e ecologia: exposição Sustentar chega ao Algarve e fica até março

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A Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, acolhe a partir de amanhã a exposição itinerante “Sustentar”, produzida e organizada pela plataforma Ci.CLO. Até dia 3 de março, pode visitar-se a exposição que apresenta a visão de seis artistas sobre seis iniciativas ligadas à sustentabilidade em diferentes territórios nacionais.

 

Depois de alguns meses no Alentejo, a Sustentar desce ao Algarve para apresentar a exposição num outro concelho participante no projeto, Loulé. De dia 4 de fevereiro a 3 de março, na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, será possível conhecer os projetos artísticos resultado de meses de trabalho focados em iniciativas experimentais na área da sustentabilidade. A entrada na exposição é gratuita, de terça a sexta-feira das 09h30 às 17h30 e ao sábado das 09h30 às 16h00.

 

Através do “Sustentar”, a Ci.CLO pretende criar uma plataforma de projetos artísticos com apoio curatorial tendo como eixo temático a sustentabilidade, contribuindo para uma maior consciencialização crítica sobre as vulnerabilidades ecológicas e sociais que enfrentamos.

 

No município de Loulé, Nuno Barroso teve oportunidade de conhecer o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira e suas pessoas, iniciando a obra Geoparque. Nesta série de fotografias, está contida a história da Terra e de um território singular que é o Algarve, onde a beira mar, o barrocal e a serra estão interligados horizontalmente numa série de camadas sobrepostas. Um trabalho que especula sobre os paradigmas deste território através da exploração da multirrealidade em torno da agricultura, energia e atividade turística e que pode ser conhecido na sua cidade natal.

 

A exposição integra também os trabalhos de outros cinco artistas e territórios. Sobre as alterações climáticas em Mértola, veja-se o projeto de Evgenia Emets, a “Arte de Sombrear o Sol”. Também sobre a resiliência de um território face aos desafios climáticos, apresenta-se O Leito do Rio”, de Samuel Mountford, desenvolvido no Parque de Noudar, em Mourão. Maria Oliveira, em “De Vagar o Mar”, cria um cenário metafórico nas salinas da Figueira da Foz. O projeto “Em Plena Luz” da Elisa Azevedo reflete a inovação da captação de luz solar em Évora. Setúbal está representado por “Hoje, Translúcido” de Margarida Reis Pereira, que aborda as memórias e identidade dos bairros do Grito do Povo e dos Pescadores. 

 

A exposição “Sustentar” está até ao dia 3 de março em Loulé. No itinerário do projeto estão ainda Setúbal, 27 de maio a 19 de junho, e termina a viagem em Évora, de 30 de junho a 31 de julho.  Para acompanhar o percurso da Sustentar pode consultar o programa em https://ciclo.art/sustentar/sustentar-2020-21/.  

Assim foi a estreia de "Corpo Pequenino, Olhos de Gigante"

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SENSATEZ | João Navarro

Uma vida a dois é um desafio. Por vezes terminar uma relação não só é inevitável como recomendável até. Contudo também é verdade que há uma tendência crescente para se desistir facilmente sem fazer um esforço para encontrar caminhos possíveis quando há relações que se devem mesmo preservar. Tudo o que nos rodeia, desde a família aos amigos, do trabalho até aos nossos hobbies, impactam e roubam-nos tempo que, muitas vezes, nos deviam levar a parar, pensar e a tentar outra vez… “É uma questão de sensatez” !

descarregar (12).jpgJOÃO NAVARRO nasceu em Lisboa no ano de 1979, tendo passado a sua infância entre Parede e Cascais. Em 1990 dá os primeiros passos na música explorando um piano vertical antigo que a família tinha em casa. Em 1993 com 14 anos, estreia-se ao vivo numa banda de Blues – Rebel Blues Band. Em 1997, por motivos profissionais, muda-se para Coimbra, e é na cidade dos estudantes que nasce a sua primeira banda de originais – Capitães. JOÃO NAVARRO, autodidata, inicia-se no canto acompanhando-se ao piano, dando voz às suas composições - músicas e letras. Em 2003 edita o primeiro álbum com a banda Capitães “Contratempo”, a que se seguiram apresentações ao vivo por todo o país. Em 2005 é o início de um novo projeto de originais - Chauffeur Navarrus. Até 2010 grava vídeo-clip com Chauffeur Navarrus e realiza gravações do álbum “Estradas Locais” intercaladas com os concertos da banda. Surgem as primeiras temporadas nos palcos do Casino Lisboa e Estoril, entre outras passagens por vários palcos nacionais. Em 2012, JOÃO NAVARRO faz uma paragem musical e, em Viseu, conhece o pianista José Carmo. Durante cinco anos dedica-se à aprendizagem deste instrumento, estudando, exercitando e praticando novas técnicas e repertórios que lhe permitiram ganhar uma nova visão e abordagem ao piano. Nos últimos anos em que JOÃO NAVARRO viveu em Viseu, considerou a possibilidade de vir a trabalhar com um produtor e com músicos de referência no panorama musical nacional. Foi com a sua mudança e regresso definitivo a Cascais que permitiu concretizar o desejo e a oportunidade de gravar o primeiro disco em nome próprio. Mais próximo do estúdio de Nelson Canoa – Canoa Studios em Torres Vedras, a quem recorreu para trabalho de produção e seleção dos músicos, juntou-se uma pandemia que acabou por ser um acelerador para a realização deste projecto.
O disco "Limited Edition" ficará disponível em CD e será colocado nas plataformas de streaming a partir do dia 4 de março.

Estreamos com "Corpo Pequenino, Olhos de Gigante"

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Numa noite de luar, ia pela serra um menino sozinho (ou seria uma menina?) de olhos bem abertos, sem sono para se deitar. Sem sono para se deitar porque tinha tanto para pensar. Ia a pensar e a sentir tantas coisas quando lhe apareceu um gigante. Sim, um gigante! E ainda por cima queria roubar-lhe os olhos. Já alguma vez te quiseram roubar os olhos?!
 
É que dizem que sou eu o menino d’olhos de gigante; e eu juro, pela minha boa sorte, que não sou só eu!
80ª produção do Teatro Estúdio Fontenova

A partir de: “O Menino d’ Olhos de Gigante”, de Almada Negreiros
Criação e Interpretação: Patrícia Paixão, Ricardo Guerreiro Campos, Rosa Dias
Coordenação de projeto, cenografia e figurinos: Ricardo Guerreiro Campos
Dramaturgia: Patrícia Paixão
Música original: Rosa Dias
Desenho de luz: José Maria Dias
Execução de Figurinos: Gertrudes Félix
Consultoria Artística e Pedagógica: Ana Lopes‑Mesquita, Fátima Medeiros, Iolanda Rodrigues, Maria Luiz, Simão Palmeirim Costa
Residência Artístico-Pedagógica: Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi, Escola Básica nº 5 do Peixe Frito, Escola Tom da Terra
Design de Comunicação, Imagem e Fotografia: Tomás Anjos Barão
Produção: Graziela Dias e Tomás Anjos Barão
Agradecimento: João Mota

Duração aproximada: 45 minutos

Lusitanian Ghosts | Concertos a 2 e 3 novembro

Exotic Quixotic em Setúbal e no Porto

 

Os Lusitanian Ghosts estão de volta não apenas aos discos mas também aos concertos. Setúbal e Porto recebem a estreia de Exotic Quixotic ao vivo.

Perguntamos a Neil Leyton, um dos elementos dos Lusitanian Ghosts sobre o que podemos ouvir nestes dois concertos, a resposta foi a que ".. vai ser um concerto de apresentação de Lusitanian Ghosts com faixas dos dois primeiros discos, sendo que o primeiro não conseguimos tocar tanto quanto queríamos graças ao you know who..."

Neil Leyton, diz-nos também que quanto a possíveis convidados em ambos os concertos, ".. o colectivo em si cresce à base de convites... por exemplo, o ToZé (Raia) foi convidado especial em Évora em Agosto, e depois veio com os Ghosts à Suécia e agora já faz parte do colectivo... o Nélson Canoa, que nos gravou o primeiro disco, para além de ser o nosso técnico de som, sobre ao palco para tocar teclas... e o colectivo é isso, as pessoas entram e saem, conforme a sua disponibilidade, em Setúbal vamos estar todos, O Gajo, o OMIRI, o Abel Beja dos Primitive Reason... depois do dia seguinte no Porto vamos actuar em formato reduzido só com dois cordofones, o Micke Ghosts e o Vasco Casais; vai ser um concerto mais pequeno mas muito positivo pois nunca tocamos no Porto até agora."


Este projeto musical internacional cruza a tradição de instrumentos de corda típicos de Portugal - a amarantina, beiroa, toeira, braguesa, terceira ou campaniça, com o melhor do rock’n’roll.

Com Neil Leyton, na voz, Micke Ghost, na viola amarantina, João Sousa, na bateria e percussões, Vasco Ribeiro Casais, também conhecido por OMIRI, na braguesa e nyckelharpa, João Morais, conhecido por “O Gajo”, na campaniça, e Abel Beja (Primitive Reason), na terceirense. O coletivo conta, ainda, com o sueco Janne Olsson, no baixo.

Os bilhetes para o concerto no Fórum Luísa Todi podem ser comprados na BOL em:

Local: Fórum Luísa Todi (Setúbal)
Dia: 2 de novembro 2021
Hora: 21:30
Bilhetes: https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/101447/971409/Sectores

Local: Sala Estúdio Perpétuo (Porto)
Dia: 3 de novembro 2021
Hora: 21:30
Bilhetes: 5€ com oferta de CD e 10€ com oferta de LP

 

MISTY FEST arranca amanhã com a NOPO Orchestra

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Auditório de Espinho, em Espinho

Joep Beving com nova data: 21 novembro, Museu do Oriente, 17h
 
A música é a mais universal das linguagens, uma engenharia invisível feita de sons e melodias, de ritmos e contrapontos, de harmonias, que permitem sustentar verdadeiras pontes, ligações fortes, entre povos e culturas. Esse é o ponto de partida de NOPO Orchestra, projeto original que passados 10 anos, marca o reencontro dos mestres Rão Kyao e Karl Seglem que lideram um coletivo de músicos portugueses e noruegueses. Uma mistura de ideias criativas inspiradas na música tradicional portuguesa e norueguesa.
 

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De 3 a 30 de novembro decorrerá a 12ª edição do Misty Fest. Um festival único no panorama nacional de festivais, que se caracteriza com uma programação da mais elevada qualidade artística, privilegiando a qualidade acústica, o conforto e a descentralização, na medida em que decorre em salas de excelência de todo o país. Lisboa, Porto, Espinho, Coimbra, Setúbal, Braga e Torres Vedras são as cidades que vão receber a 12ª edição do Misty Fest, que se irá realizar entre os dias 3 e 30 de novembro de 2021. Entre o fado, o jazz, a contemporânea, a clássica, a world music, a morna, ou a electrónica, nomes da esfera internacional aplaudidos por público e crítica, o Misty afirma-se em 2021 como uma referência sem paralelo no panorama cultural português. 

BAIRRO COOL | TROINO AO LÉU, EM SETÚBAL | 25 DE SETEMBRO

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TROINO AO LÉU!
Um open day cheio de atividades,
no Bairro Troino, em Setúbal!


Dia 25 de setembro junte-se à Associação Bairro Cool e venha passar um dia diferente, num dos bairros mais carismáticos da cidade

transferir (49).jpgNo dia 25 de setembro, entre as 10h30 e as 21h, a Associação Bairro Cool convida as pessoas a participar no TROINO AO LÉU, um dia que será uma mostra na rua de tudo o que existe no Bairro Troino! Um pouco de todas as áreas e todas as atividades de negócio, desde gastronomia, indústria conserveira à arte urbana e local, de entre artes plásticas a artesãos tradicionais como os sapateiros e merceneiros, serviços, vestuário, entre muitos outros, os comerciantes do Bairro Troino terão a possibilidade de dar a conhecer a sua atividade. Com o objectivo de dinamizar a zona, atrair novas pessoas para frequentarem o Bairro e subsequentemente fazerem compras locais, a Associação Bairro Cool pretende mostrar quais são os estabelecimentos aderentes da Associação e quais as vantagens de se tornar associado, bem como atrair novos comerciantes para aqui terem o seu espaço.

Se é amante de teatro de rua, arte e cultura urbana, música e apoia o comércio tradicional, a economia circular e o convívio, apareça no Bairro Troino, no dia 25 entre as 10h30 e as 21h! Neste dia o trânsito será fechado no Bairro Troino, de forma a convidar as pessoas a conhecer as diferentes atividades que existem no bairro, aproveitando para dinamizar a economia local. 

TROINO AO LÉU é uma iniciativa conjunta entre a Associação Bairro Cool, Câmara Municipal de Setúbal e União de Freguesias de Setúbal.

A participação em todas as atividades é gratuita.

ARRANCA HOJE, a Volta a Portugal MOTELX

ARRANCA HOJE, a Volta a Portugal MOTELX

MOTELX 2021 (15.ª edição) nos Cinemas NOS (23 de Setembro a 10 de Outubro) e MOTELX On Tour em Setúbal (24 e 25 de Setembro)


A 15.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa vai continuar a espalhar o terror de norte a sul do país, de 23 de Setembro a 10 de Outubro, nos Cinemas NOS.
E já este fim de semana, nos dias 24 e 25 de Setembro, o MOTELX On Tour 2021 passa por Setúbal com cine-concertos, projecção de curtas e uma programação especial para os mais novos.

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Depois da extraordinária 15.ª edição, que arrebatou o público que encheu e esgotou várias sessões do melhor que se faz no cinema de terror, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o MOTELX prolonga agora a sua demanda. A viagem dos filmes da edição de 2021 do festival vai passar por 9 cidades, de norte a sul, no litoral e interior do país, e tem como destino os Cinemas NOS. De 23 de Setembro a 10 de Outubro, o terror chega a Almada, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Funchal, Porto, Vila Real e Viseu, com “The Green Knight - A Lenda do Cavaleiro Verde”, “The Night House” - as longas-metragens que inauguraram e encerraram, respectivamente, a edição de 2021 -, “Sweetie, You Won’t Believe It” (Cazaquistão) e “The Night” (Irão), entre outras, incluindo as curtas portuguesas que competiram pelo Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa 2021.

A expansão do MOTELX nos Cinemas NOS tem como objectivo reforçar a oferta cultural do país e levar os filmes seleccionados e o cinema de terror a novos públicos e geografias nacionais.

Descubra aqui a programação e as datas de cada cidade desta 15.ª edição do MOTELX nos Cinemas NOS.

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E já este fim de semana, nos dias 24 e 25 de Setembro, o MOTELX On Tour invade Setúbal com uma programação muito especial, n’ A Gráfica - Centro de Criação Artística.

A não perder, os cine-concertos “O Culto de Jodorowsky”, de Acid Acid, acompanhado pela bateria de Helena Fagundes, com imagens inspiradas na imensa obra do realizador chileno Alejandro Jodorowsky (um dos convidados de honra do MOTELX 2017), e “O Universo de Kenneth Anger”, de Kyron, que, juntamente com a violoncelista Helena Espvall e o produtor de música electrónica Mo’Junkie, musica ao vivo o filme mais emblemático do cineasta britânico, “Lucifer Rising” (1972).

Também no cartaz, durante os dois dias, a projecção dos vencedores do Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa e das películas de terror (pouco) assustador da secção Lobo Mau com a sessão Sustos Curtos, esta dedicada aos mais novos que ainda vão ter a oportunidade de desfrutar do Workshop Monstruoso com Bernardo Gramaxo, cujo objectivo será acompanhar as etapas para a criação de um filme deste género de cinema.


PROGRAMAÇÃO MOTELX ON TOUR - SETÚBAL

24/09

19h
Curtas I
Vencedores Prémio MOTELX - Melhor Curta de Terror Portuguesa (70')

22h
Cine-concerto - "O Culto de Jodorowsky"
Acid Acid com Helena Fagundes (45')

25/09

11h
Workshop Monstruoso com Bernardo Gramaxo

15h
Sustos Curtos (54')

19h
Curtas II (81')

22h
Cine-concerto - "O Universo de Kenneth Anger"
Kyron com Helena Espvall e Mo’Junkie (45')


Passe Sessões Cinema (Adultos) + Concertos: 5€
Sessões de Cinema: 3€
Concertos: 5€
Workshop: 5€
Sessão Sustos Curtos: Entrada Livre (<12 anos mediante reserva e levantamento de bilhete)

Bilheteira:
Casa da Cultura (na recepção), Rua Detrás da Guarda, 28, 2900-347 Setúbal
Tel.: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt
Horário: 10h - 00h

***
 
vizoes do ego

Em Lisboa, relembramos que ainda é possível megulhar no imaginário ímpar do cineasta Edgar Pêra. “Vizões do Ego - Uma Encenação Piktóryka de Edgar Pêra” é a primeira e surpreendente incursão de um dos grandes nomes do cinema português no universo da pintura. Até dia 3 de Outubro, no Cais do Sodré, integrada na programação da 15.ª edição do MOTELX, e em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a exposição revela os seus quadros (assinados EGO) dramatizados por um desenho de luz e uma banda sonora que evocam o cinema expressionista e fantástico, como se fizesse parte de um filme.

Travessa de São Paulo, 5 (Cais do Sodré), Lisboa. Até dia 03/10, de quarta-feira a domingo, 19h00 - 00h00. Entrada livre (mediante inscrição prévia através de geral@motelx.org).

IPS promove maratona de criatividade online aberta à região

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Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e os seus cinco parceiros no âmbito da Universidade Europeia E³UDRES² promovem, entre os próximos dias 23 e 24 de setembro, uma maratona de criatividade online (hackathon) dirigida a estudantes, cidadãos e parceiros locais, que visa encontrar soluções concretas para regiões mais inteligentes e sustentáveis.

 

Com inscrições abertas até ao próximo dia 20 de setembro, o Hack2Change – Smart & Sustainable Regions HackathON consiste num desafio de 36 horas em torno de problemas concretos identificados por organizações locais das seis regiões envolvidas, em Portugal, Áustria, Hungria, Bélgica, Roménia e Letónia.

 

Serão formadas equipas segundo o subtema escolhido – Economia Circular, Envelhecimento Ativo e Bem-estar e Contribuição Humana para a Inteligência Artificial – às quais é oferecido um programa de atividades que inclui mentoria individual, pequenos desafios lúdicos para estimular o lado criativo e ainda uma variada componente de entretenimento.

 

O Hack2Change surge como uma oportunidade única de contribuir para mudar o futuro das regiões envolvidas nesta aliança europeia, permitindo aos participantes ganhar prémios com as suas ideias inovadoras, bem como expandir a sua rede internacional de contactos.

 

Para mais informações e inscrição (gratuita) na competição, consultar https://eudres.eu/hackathon-2021.

 

Sob o lema “Da Europa, para a Europa”,  a E³UDRES² (sigla inglesa de Universidade Europeia Empreendedora e Envolvida como motor para Regiões Europeias Inteligentes e Sustentáveis) é um consórcio coordenado pela St. Pölten University of Applied Sciences (Áustria), integrando, além do IPS, a Hungarian University of Agriculture and Life Sciences (Hungria), a UC Leuven-Limburg (Bélgica), a Politehnica University Timișoara (Roménia), e a Vidzeme University of Applied Sciences (Letónia), sendo uma das 41 universidades financiadas pela Comissão Europeia.

 

"Mata" estreia no Festival Internacional de Teatro de Setúbal

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“Mata”, uma co-produção Teatro Estúdio Fontenova e Companhia Mascarenhas-Martins, estreia a 19 de Agosto no Festival Internacional de Teatro de Setúbal, com uma segunda apresentação a 20. Com encenação de Rosa Dias, que também integra o elenco, o espectáculo parte do conto 藪の中 (Yabu no Naka), de Ryūnosuke Akutagawa e conta ainda com as interpretações de André Reis, Inês Monteiro Pires, João Jacinto e Pedro Nunes. Depois desta passagem no festival, “Mata” regressará em Setembro para uma carreira em Setúbal e no Montijo.

 

Uma coisa é certa, o homem está morto. Mas quem o matou? Onde está a verdade se todos aparentam mentir? Onde se encontra a inocência se todos querem ter a culpa? Neste bosque de verdades contraditórias, de assumidas culpas, onde se encontra a justiça? E se, quando um homem morre, um banco vai à falência ou um governo mantém o seu povo esfomeado e todos nós argumentamos razão, verdade, inocência e culpa, assim fica a humanidade perdida neste cerrado e sombrio bosque.

 

19 e 20 de Agosto

Festival Internacional de Teatro de Setúbal

Fórum Municipal Luísa Todi

Quinta e sexta às 21h

M/12 | 60’ (aprox.)

 

Informações:

www.teatroestudiofontenova.com

927 718 386 | 967 330 188

teatroestudiofontenova@gmail.com

 

Reservas:

bilheteirafits@gmail.com

927 718 386 / 925 436 516>

 

BILHETEIRA FMLT

De terça-feira a domingo

Das 13h00 às 20h00

265 522 127

bilheteira.fmlt@mun-setubal.pt

fmlt@mun-setubal.pt

 

A partir de 藪の中 (Yabu no Naka), de Ryūnosuke Akutagawa

 

Encenação e espaço cénico: Rosa Dias

Assistência de encenação e desenho de luz: José Maria Dias

Dramaturgia: Patrícia Paixão e Rosa Dias

Figurinos: Zé Nova

Interpretação: André Reis, Inês Monteiro Pires, João Jacinto, Pedro Nunes e Rosa Dias

Música: André Reis e Inês Monteiro Pires

Apoio ao movimento e coreografia de combate: Carlos Pereira

Sonoplastia: Emídio Buchinho
Execução de cenografia: Filipe Rodrigues e João Fernandes

Imagem e design de comunicação: Tomás Anjos Barão

Fotografia Leonardo Silva

Operação de luz e som João Fernandes

Produção e comunicação: Graziela Dias, Levi Martins e Patrícia Paixão

Co-produção: Companhia Mascarenhas-Martins e Teatro Estúdio Fontenova

Apoio à comunicação: SetúbalMais, Semmais e O Som da Baixa

Apoios: Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro e Set-Link

 

A Companhia Mascarenhas-Martins e o Teatro Estúdio Fontenova são estruturas financiadas pela República Portuguesa – Ministério da Cultura/ Direção Geral das Artes e, respectivamente, pela Câmara Municipal do Montijo e Câmara Municipal de Setúbal