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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Estreia esta semana! "Dá Raiva Olhar Para Trás"

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“DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS”

(Look Back in Anger)

de John Osborne

encenação de Frederico Corado

 

ESTREIA A 5 de MAIO - às 21.30h

Dias 5, 6, 7, 13, 14, 15 e 27 de Maio às 21.30

GALERIA JOSÉ TAGARRO 

(traseiras da Câmara Municipal do Cartaxo)

 

Info e reservas:

Área de Serviço - 964032279

 

 

É já esta semana que estreia "Dá Raiva Olhar Para Trás" de John Osborne com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Vânia Calado, João Vitor, Gabriel Silva, Inês Custódia e a participação especial de Joel Branco numa produção da Área de Serviço. 

Depois da grande inundação que aconteceu no passado dia 14 Abril no Centro Cultural do Cartaxo, foi a Galeria José Tagarro o espaço encontrado para estrear esta nova produção da Área de Serviço, a sua 28ª, e que com este espectáculo celebra o seu décimo aniversário. 

A aposta em "Dá Raiva Olhar para Trás" (Look Back in Anger) é feita num dos maiores clássicos do teatro britânico que reflete o clima na Grã-Bretanha em meados dos anos 50, olhando de forma extremamente pertinente para o contexto histórico, político, cultural e social. 

John Osborne, um dos “angry young man” escreveu um dos marcos do teatro inglês ao pôr em palco jovens ingleses que não tinham participado na Segunda Guerra Mundial e onde descobriam que as suas consequências não eram promissoras.

Jimmy Porter, parece não conseguir melhor do que o seu trabalho numa loja de doces, é um jovem inteligente, mas insatisfeito, proveniente da classe operária, casado com Alison, uma jovem de classe média-alta com quem mantém uma relação tóxica, entre a cumplicidade e o abuso. A melhor amiga de Alison, Helen, aconselha-a a abandonar Jimmy, mas acaba por se envolver romanticamente com ele. História de um triângulo amoroso, "Dá Raiva Olhar Para Trás" é também um retrato desolado da vida das classes trabalhadoras inglesas no fim os anos 50 e um olhar crítico sobre o sistema de classes.

Este espectáculo, encenado por Frederico Corado, conta com as interpretações de Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação muito especial do grande actor Joel Branco que nos dá o grande prazer de se juntar ao elenco da Área de Serviço neste espectáculo que ficará para sempre marcado nas nossas memórias.

 

Joel Branco com a Área de Serviço

Joel Branco, que todos conhecemos como sendo um dos mais populares actores do teatro ligeiro em Portugal, foi bailarino e primeira figura de várias revistas do Parque Mayer. A sua interpretação em “Godspell” no Teatro Villaret, revelou-o como actor/cantor de enormes recursos, que confirmou ao lado de Ivone Silva em “Não Há Nada Para Ninguém”, onde foi distinguido com o Prémio de Melhor Actor do Ano atribuído pela Casa da Imprensa e Nova Gente. Variadíssimas atuações na televisão em telenovelas, série e programas como “Liberdade 21” (2011), “A Minha Família” (2009), “Floribella” (2007), ”Tu e Eu” (2007), “Fala-me de Amor” (2006), “Camilo Em Sarilhos” (2006), “Inspector Max” (2005), “Uma Aventura” (2004), “O Olhar da Serpente” (2002-2003), “Fábrica de Anedotas” (2002), “Ganância” (2001), “Capitão Roby” (2000), “A Loja de Camilo” (2000), “Sra. Ministra” (2000), “Todo o Tempo do Mundo” (1999), “Médico de Família” (1998-1999), Os Lobos (1998-1999), Terra Mãe (1998), “Bom Baião” (1998), “A Grande Aposta” (1997-1998), “Cuidado com o Fantasma” (1997), “As Aventuras do Camilo” (1997), “Todos Ao Palco” (1996), “Os Imparáveis” (1996), “A Mulher do Sr. Ministro” (1995), “Nico d'Obra” (1993-1994) “O Romance da Raposa” (1988), “Que Pena Não Ser a Cores” (1987), “Carnaval infernal” (1986), “Ponto e Vírgula” (1984), “Origens” (1983), “Branco, Sousa e Companhia” (1981), “Sabadabadu” (1981), “A Feira” (1977), entre outros.

Na música cantou "Amigos Até ao Fim", defendeu a Árvore como um Amigo, a cantar a natureza, a paz e a amizade.
O disco "Dez Anos de Cantigas", editado pela Movieplay Portuguesa, inclui o tema "E a Peça Acabou"; (uma estreia em 1986) e outros sucessos do actor-cantor nos dez anos anteriores — inclui nove das suas mais conhecidas canções e entre elas o popularizado dueto com Herman José "Olho Vivo e Zé de Olhão".

Durante alguns anos entrou em diversos espectáculos encenados por Filipe La Féria no Teatro Politeama como foi o caso de “Maldita Cocaina”, “My Fair Lady”, “Amália – o Musical”, “A Canção de Lisboa”, “Música no Coração”, “Um Violino no Telhado”, “A Gaiola das Loucas”, “A Flor do Cacto” e “Pinóquio”, onde trabalhou com Frederico Corado, assim como em “Isto é Que me Dói!”  (na versão encenada por Francisco Nicholson - de quem Frederico Corado foi assistente - no Teatro Villaret) e que agora o convida para se vir juntar à Área de Serviço neste "Dá Raiva Olhar Para Trás" num papel diferente daquilo que está habituado a fazer mas a que se entrega, como sempre, de alma e coração.

 
“Dá Raiva Olhar Para Trás” e o Teatro em Portugal”

Na História do Teatro Português, a peça “Look Back in Anger” tem algumas produções histórias. Em 1967 com o título "O Tempo e a Ira", numa tradução de José Palla e Carmo e encenação de Fernando Gusmão é levado à cena pelo Teatro Experimental do Porto com Luiz Alberto, José Cruz, Isabel de Castro, Fernanda Alves e David Silva. Depois o Teatro Experimental de Cascais em 1968 com a mesma tradução encena pela mão de Artur Ramos e cenografia de Paulo-Guilherme com José de Castro, Lourdes Norberto, Maria do Céu Guerra, Luís Santos e Canto e Castro. Em 1992 é Rui Madeira que a encena na sua Companhia de Teatro de Braga e em 1996 já com o titulo "Dá Raiva Olhar Para Trás" numa tradução de Gustavo Rubim é Juvenal Garcês que faz a sua encenação no Teatro-Estúdio Mário Viegas com a interpretações de Simão Rubim, Rita Lello, Pedro Tavares, Mafalda Vilhena e Carlos Lacerda  

 

Com  Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação especial de Joel Branco

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: John Osborn | Tradução: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado e Mário Júlio | Execução Cenográfica: Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Mário Júlio, Rui Manel, Florbela Silva e Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Coordenação de Guarda-Roupa: Florbela Silva | Direcção Técnica e Desenho de Luz: Miguel Sena | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes


Parceiros: Câmara Municipal do Cartaxo


Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Passatempo FUTEBOL - Teatro O Bando

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O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO O BANDO tem bilhetes duplos para a peça O FUTEBOL - ESPECTÁCULO para o dia 28 de Abril aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver ir ver O FUTEBOL - espectáculo com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola comemora 1.º aniversário e Dia Mundial do Livro

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Apesar do adiamento de algumas iniciativas que integravam o programa de comemorações do 1.º aniversário da BAMG e do Dia Mundial do Livro, decorrente das condições meteorológicas previstas para o dia 23 de abril de 2022, o próximo sábado é dia de festa e de celebrar a Cultura!

Entre as 10h00 e as 19h00 celebre connosco a leitura, os livros, os documentos, os filmes e os autores. Visite as exposições de Fotografia «Artur Pastor – Um Certo Portugal», de Artur Pastor, e de Ilustração «As Mulheres de Artur Pastor», de Marta Nunes, patentes na sala polivalente e sala de exposições, respetivamente.

 

«O Rei Vai Nu», espetáculo de teatro para a infância, agendado para as 11h00, é produzido e realizado pela Biblioteca Municipal com base na história de Hans Christian Andersen.

Entre as 14h00 e as 15h30 decorre uma Oficina de Escrita e Ilustração com base nas fotografias de Artur Pastor e nas ilustrações de Marta Nunes.

 

A sessão de apresentação do livro «Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola» realizar-se-á às 16h00, por Carlos Machado e Moura e Francisco Aires Mateus, com a presença dos autores do projeto, Pedro Matos Gameiro e Pedro Domingos.

 

O edifício da Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola foi recentemente distinguido no Prémio Nacional do Imobiliário 2022, com uma menção honrosa na categoria de Empreendimentos Colectivos. Neste momento, é finalista na categoria Ciudad y Paisaje na 64.ª edição dos Prémios FAD 2022 – Arquitetura e Interiores, um dos galardões mais antigos na Europa e um dos mais prestigiados na Península Ibérica.

 

A Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola pode ser visitada no seguinte horário:

Segunda a sexta-feira: 09h30 | 19h00

Sábado: 10h00 | 13h00

Passatempo DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS - Área de Serviço

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS! para a estreia dia 5 de Maio no GALERIA JOSÉ TAGARRO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

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“DÁ RAIVA OLHAR PARA TRÁS”
(Look Back in Anger)

 

de John Osborne

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

NOVO LOCAL E NOVAS DATAS DE ESTREIA!

ESTREIA A 5 de MAIO - às 21.30h

Dias 5, 6, 7, 13, 14, 15 e 27 de Maio às 21.30

GALERIA JOSÉ TAGARRO 

(traseiras da Câmara Municipal do Cartaxo)

 

Info e reservas:

Área de Serviço - 964032279
 
 

Depois de terem sido feitos todos os esforços por parte da Área de Serviço e da Câmara Municipal do Cartaxo para assegurar a estreia de "Dá Raiva Olhar Para Trás" tendo em conta a grande inundação que aconteceu no passado dia 14 no Centro Cultural do Cartaxo, foi encontrada a solução de estrear na Galeria José Tagarro, espaço que tem servido de local de ensaios para este projecto da Área de Serviço. 

No ano em que celebramos o nosso décimo aniversário, quisemos apostar num dos maiores clássicos do teatro britânico numa encenação de Frederico Corado com o regresso ao palco do actor Joel Branco.

A peça "Dá Raiva Olhar para Trás" (Look Back In Anger) de John Osborne é um texto essencial e um passo obrigatório para a Área de Serviço neste seu décimo aniversário.
John Osborne, um dos “angry young man” escreveu um dos marcos do teatro inglês ao pôr em palco jovens ingleses que não tinham participado na Segunda Guerra Mundial e onde descobriam que as suas consequências não eram promissoras.

Jimmy Porter, parece não conseguir melhor do que o seu trabalho numa loja de doces, é um jovem inteligente, mas insatisfeito, proveniente da classe operária, casado com Alison, uma jovem de classe média-alta com quem mantém uma relação tóxica, entre a cumplicidade e o abuso. A melhor amiga de Alison, Helen, aconselha-a a abandonar Jimmy, mas acaba por se envolver romanticamente com ele. História de um triângulo amoroso, "Dá Raiva Olhar Para Trás" é também um retrato desolado da vida das classes trabalhadoras inglesas no fim os anos 50 e um olhar crítico sobre o sistema de classes.

Este espectáculo, encenado por Frederico Corado, conta com as interpretações de Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação muito especial do grande actor Joel Branco que nos dá o grande prazer de se juntar ao elenco da Área de Serviço neste espectáculo que ficará para sempre marcado nas nossas memórias.

 

Joel Branco com a Área de Serviço

Joel Branco, que todos conhecemos como sendo um dos mais populares actores do teatro ligeiro em Portugal, foi bailarino e primeira figura de várias revistas do Parque Mayer. A sua interpretação em “Godspell” no Teatro Villaret, revelou-o como actor/cantor de enormes recursos, que confirmou ao lado de Ivone Silva em “Não Há Nada Para Ninguém”, onde foi distinguido com o Prémio de Melhor Actor do Ano atribuído pela Casa da Imprensa e Nova Gente. Variadíssimas atuações na televisão em telenovelas, série e programas como “Liberdade 21” (2011), “A Minha Família” (2009), “Floribella” (2007), ”Tu e Eu” (2007), “Fala-me de Amor” (2006), “Camilo Em Sarilhos” (2006), “Inspector Max” (2005), “Uma Aventura” (2004), “O Olhar da Serpente” (2002-2003), “Fábrica de Anedotas” (2002), “Ganância” (2001), “Capitão Roby” (2000), “A Loja de Camilo” (2000), “Sra. Ministra” (2000), “Todo o Tempo do Mundo” (1999), “Médico de Família” (1998-1999), Os Lobos (1998-1999), Terra Mãe (1998), “Bom Baião” (1998), “A Grande Aposta” (1997-1998), “Cuidado com o Fantasma” (1997), “As Aventuras do Camilo” (1997), “Todos Ao Palco” (1996), “Os Imparáveis” (1996), “A Mulher do Sr. Ministro” (1995), “Nico d'Obra” (1993-1994) “O Romance da Raposa” (1988), “Que Pena Não Ser a Cores” (1987), “Carnaval infernal” (1986), “Ponto e Vírgula” (1984), “Origens” (1983), “Branco, Sousa e Companhia” (1981), “Sabadabadu” (1981), “A Feira” (1977), entre outros.

Na música cantou "Amigos Até ao Fim", defendeu a Árvore como um Amigo, a cantar a natureza, a paz e a amizade.
O disco "Dez Anos de Cantigas", editado pela Movieplay Portuguesa, inclui o tema "E a Peça Acabou"; (uma estreia em 1986) e outros sucessos do actor-cantor nos dez anos anteriores — inclui nove das suas mais conhecidas canções e entre elas o popularizado dueto com Herman José "Olho Vivo e Zé de Olhão".

Durante alguns anos entrou em diversos espectáculos encenados por Filipe La Féria no Teatro Politeama como foi o caso de “Maldita Cocaina”, “My Fair Lady”, “Amália – o Musical”, “A Canção de Lisboa”, “Música no Coração”, “Um Violino no Telhado”, “A Gaiola das Loucas”, “A Flor do Cacto” e “Pinóquio”, onde trabalhou com Frederico Corado, assim como em “Isto é Que me Dói!”  (na versão encenada por Francisco Nicholson - de quem Frederico Corado foi assistente - no Teatro Villaret) e que agora o convida para se vir juntar à Área de Serviço neste "Dá Raiva Olhar Para Trás" num papel diferente daquilo que está habituado a fazer mas a que se entrega, como sempre, de alma e coração.

 
“Dá Raiva Olhar Para Trás” e o Teatro em Portugal”

Na História do Teatro Português, a peça “Look Back in Anger” tem algumas produções histórias. Em 1967 com o título "O Tempo e a Ira", numa tradução de José Palla e Carmo e encenação de Fernando Gusmão é levado à cena pelo Teatro Experimental do Porto com Luiz Alberto, José Cruz, Isabel de Castro, Fernanda Alves e David Silva. Depois o Teatro Experimental de Cascais em 1968 com a mesma tradução encena pela mão de Artur Ramos e cenografia de Paulo-Guilherme com José de Castro, Lourdes Norberto, Maria do Céu Guerra, Luís Santos e Canto e Castro. Em 1992 é Rui Madeira que a encena na sua Companhia de Teatro de Braga e em 1996 já com o titulo "Dá Raiva Olhar Para Trás" numa tradução de Gustavo Rubim é Juvenal Garcês que faz a sua encenação no Teatro-Estúdio Mário Viegas com a interpretações de Simão Rubim, Rita Lello, Pedro Tavares, Mafalda Vilhena e Carlos Lacerda  

 

Com  Vânia Calado, João Vitor, Inês Custódio, Gabriel Silva e a participação especial de Joel Branco

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: John Osborn | Tradução: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado e Mário Júlio | Execução Cenográfica: Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Mário Júlio, Rui Manel, Florbela Silva e Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Coordenação de Guarda-Roupa: Florbela Silva | Direcção Técnica e Desenho de Luz: Miguel Sena | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes


Parceiros: Câmara Municipal do Cartaxo


Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Galeria José Tagarro
Rua Doutor Manuel Gomes da Silva | 2070-096 Cartaxo

(traseiras da Câmara Municipal do Cartaxo - Junto ao Mercado Municipal)

Teatro . M/16
Bilhetes: 8€

Info e reservas:
Área de Serviço - 964032279

ou
areacartaxoreservas@gmail.com

Estreia | OS FILHOS, de Lucy Kirkwood @ TEATRO ABERTO

Os Filhos_ensaio7©Filipe Figueiredo_Easy-Resize.c

O Teatro Aberto estreia a 20 de Abril o espectáculo “Os Filhos”, de Lucy Kirkwood, com encenação de Álvaro Correia. A interpretação é de Custódia Gallego, João Lagarto e Maria José Pascoal. O espectáculo estará em cena até 3 de Julho.

 

Com este texto continuamos a reflectir sobre o impacto que as nossas escolhas do presente vão ter sobre as gerações futuras. Em pano de fundo estão a energia nuclear, as alterações climáticas, e o contexto é de um pós-apocalipse onde as personagens tentam manter a normalidade.

Em entrevista sobre o seu texto* a autora afirma o seguinte: “a peça em si não é um debate sobre as vantagens e desvantagens da energia nuclear. O que aconteceu é que eu andava já há algum tempo a tentar escrever sobre o ambiente num sentido mais lato e à procura da forma e do dispositivo dramático para isso. Depois aconteceu Fukushima em 2013 e li sobre a task force nuclear que voltou para lá para ajudar. De repente, tornou-se-me muito claro que estava ali uma maneira de falar sobre a intervenção humana no ambiente, sobre as invenções brilhantes que os nossos cérebros criaram ao longo da história humana, sobre as consequências, as responsabilidades e os resultados que são esperados e o modo de lidar com tudo isso. Penso que é um assunto com o qual estamos a lidar de um modo muito mais amplo, neste preciso momento, na nossa cultura. Foi assim que a central nuclear se tornou uma metáfora para todas essas coisas.”

*Excerto de uma entrevista de Lucy Kirkwood a Science & Film, 25 de Janeiro de 2018.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:

ENCENAÇÃO Álvaro Correia
CENÁRIO André Guedes
FIGURINOS Ana Paula Rocha
DESENHO DE LUZ Manuel Abrantes
SONOPLASTIA Vitória
COM Custódia Gallego, João Lagarto, Maria José Paschoal

 

ESPECTÁCULOS

Quarta e Quinta às 19h

Sexta e Sábado às 21h30

Domingo às 16h00

SALA VERMELHA

 

RESERVAS:
T. 213 880 089
bilheteira@teatroaberto.com

Manuel Marques e Miguel Thiré levam “O Crédito” a palco este mês

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Manuel Marques e Miguel Thiré levam “O Crédito” a palco este mês 

 

Estreia: 21 de Abril, Auditório dos Oceanos, Casino de Lisboa – Peça premiada de Jordi Galceran com encenação de Rita Lello. 

"O Crédito" é a mais recente peça escrita pelo autor de referência na atualidade, Jordi Galceran. Um texto mais atual do que nunca que vai surpreender do princípio ao fim. Esta peça, com a qual o autor venceu o prémio de Dramaturgia Catalã, conta com a encenação de Rita Lello e será interpretada por Manuel Marques e Miguel Thiré. Com data de estreia a 21 de Abril no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa, a peça estará em cena até ao dia 8 de Maio. Os bilhetes já se encontram à venda. 

  

Tudo começa com um homem que tenta pedir ao banco um pequeno empréstimo, absolutamente essencial para continuar com sua vida. Não tem garantias nem propriedades, apenas a sua “palavra de honra” para que o banco assegure o seu retorno. A recusa do gerente da agência coloca os dois numa situação muito delicada e simultaneamente hilariante. 

  

A música é de Manuel Faria e o desenho de luz de Paulo Sabino. 

 

O Cdito | 21 de Abril a 8 de Maio às 21h00 | Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa 

Bilhetes à venda em www.uau.pt e www.ticketline.pt 

Horário: de 5ª a domingo às 21h00 

Preço: entre 18€ a 20€ 

M16 

 

FICHA ARTÍSTICA 

Atores: Miguel Thiré e Manuel Marques 

Música: Manuel Faria 

Desenho de Luz: Paulo Sabino 

Encenação: Rita Lello 

Produção: UAU 

 

 

teatromosca estreia “Odeio a Minha Irmã" em abril

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O teatromosca está imparável! Para além da programação regular do AMAS – Auditório Municipal António Silva e do sucesso da celebração do Dia Mundial do Teatro, com a apresentação do espetáculo “ZONA DE ALTA TENSÃO”, pelo Teatro Duas Senas, na Casa da Cultura Lívio de Morais, o teatromosca está prestes a estrear a sua nova produção teatral, “Odeio a Minha Irmã”, uma criação para toda a família.

"Odeio a Minha Irmã" 
pinta um retrato que muitos reconhemos, facilmente. Na primeira parte do espetáculo, a mais nova desabafa que a irmã mais velha "pensa que é bonita mas é feia!" E prossegue: "Ela arranja-se demasiado! Enerva-me sempre! Ela pensa que sabe tudo porque é grande mas nunca faz nada! Quando for grande não vou ser como a minha irmã!" Na segunda parte, o protagonismo é entregue à mais velha, que nos revela que o seu papel nem sempre é fácil...

 

© Catarina Lobo
2 A 10 ABR
SÁBADOS E DOMINGOS > 16H
ODEIO A MINHA IRMà[teatro]
M/6
Pelo teatromosca
O espetáculo também será transmitido em direto no Ticketline Live Stage no dia 10 de abril
 
“Odeio a Minha Irmã” é um espetáculo que, na verdade, se divide em duas performances com textos dramáticos do dramaturgo e encenador francês Sébastien Joanniez, para maiores de 6 anos. Uma em que escutamos a voz da irmã mais velha e outra em que o protagonismo é entregue à mais nova. Dois monólogos ("Eu não Gosto da Minha Irmã" e "Eu Quero Ser a Mais Velha!") contrastantes em que, recorrendo ao humor e uma linguagem muito inventiva, são traçados os retratos de duas personalidades fortes. No entendimento de uma, o papel de irmã mais velha nem sempre é fácil. Por seu lado, a irmã mais nova reclama que nunca é levada a sério... "Eu odeio-a", confessam as duas, mas nós compreendemos outra coisa: "eu amo-a".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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© Diogo Graça
23 ABR > 11h
ROMANCE DO 25 DE ABRIL [teatro]
M/6
Pelo teatromosca
O espetáculo também será transmitido em direto no Ticketline Live Stage
 
“Mas Portugal ia olhando à sua volta e pensando “porque são livres as aves, nuvens que cruzam o céu, peixes que cortam as águas, e outros tantos que não eu? E acolá outros meninos, que por estas terras passam, todos têm um ar ladino, ninguém espera que façam o que eu faço, ai o que eu faço quase sem poder brincar co’a barriga a dar horas, que não chega o que trabalho pr’à minha fome matar.”

“Romance do 25 de Abril” é uma produção do teatromosca para o público infanto-juvenil, adaptando o livro homónimo de João Pedro Mésseder e Alex Gozblau. A companhia debruça-se sobre um dos momentos mais marcantes da História recente do nosso país, ao mesmo tempo que procura promover e incentivar a prática da leitura junto dos mais jovens. 
 
 
 

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© Paulo Pimenta 

TRÍPTICO
"IDENTIFICAÇÃO DE (UM) O MEU PAÍS! 
Pelo Teatro Art'Imagem
A vida em Portugal nos últimos 75 anos, de 1945 até aos nossos dias.
 
 
 

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© Paulo Pimenta
27 ABR > 21h
O FASCISMO AQUI (NUNCA) EXISTIU! [teatro]
M/12
O primeiro espetáculo de um tríptico teatral denominado "IDENTIFICAÇÃO DE UM (O MEU!) PAÍS" sobre a vida em Portugal nos últimos 70 anos, de 1945 até aos nossos dias. Esta primeira abordagem, estreada em 2017, abarca o período que vai de 1945, ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial e em que nasceu a personagem, um homem que dá testemunho de como foi viver em Portugal nesses tempos, até à manhã do 25 de Abril de 1974. Um olhar muito pessoal, uma revisitação, uma retrospetiva do quotidiano da(s) vida(s) de um português e dos portugueses, através de alguém que, intervindo ativamente na vida política, social e cultural do nosso país, interpreta com os olhos de hoje, as suas vivências pessoais e os acontecimentos nacionais e globais que o marcaram como pessoa e nos marcaram como povo. 

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© Paulo Pimenta
29 ABR > 21h
OS ANOS QUE ABALARAM O (NOSSO) MUNDO! [teatro]
M/12
“Acorda, acorda, há uma revolução”. É assim que José M. toma conhecimento do movimento militar desencadeado na madrugada do 25 de Abril. A sua resposta, ainda ensonada, parece insólita. “Deixa-me dormir, pá, não me chateies!”. 

Pelo palco e plateia passarão os dias da descoberta e da alegria de “o povo unido jamais será vencido”, do inesperado e inesquecível primeiro de Maio, a evocação de um tempo de deslumbramento e esperança em que “Nunca Portugal foi tão feliz”. Tudo era então possível quando “o sonho comanda a vida” ainda que, depois da bela aurora e ao finar o dia primeiro, as lágrimas voltassem a aflorar os rostos desta “gente feliz” chorando os últimos mortos, nas horas amargas que Lisboa viveu junto à PIDE, quando se conquistava a nova cidade de mãos dadas com os jovens capitães, ao serviço do povo. A morte voltava a sair à rua, agora num dia sim, o dia da libertação. 
 
 
 
 
 
 
 
 

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© Paulo Pimenta
1 MAI > 21h
AI O MEDO QUE (NÓS) TEMOS DE EXISTIR! [teatro]
M/12
“Ai Que Medo Que (Nós) Temos de Existir!” , a última incursão à trilogia teatral; A Identificação de um (o meu) País!, aborda os anos de 1975 em Portugal, até aos finais dos anos oitenta. Quinze anos de vida e acontecimentos intensos que se seguiram à Revolução dos Cravos.
Em palco quatro intérpretes, num jogo teatral de exercício de memórias pessoais de alguém que recorda um tempo vivido entre a História e factos, fábulas políticas, fake news, testemunhos e interpretações.
José M, a personagem desta última incursão à trilogia, vai desfiando as suas memórias desde o tal 25 Novembro e suas nefastas consequências na sua própria vida e do seu país, até aos finais dos anos 1980, passando pelos inícios do Teatro Art´Imagem, que ajudou a fundar em Outubro de 1981 e que comemora os seus 40 anos de actividade, sem esquecer, evidentemente, o grande Mundo e a humanidade que existe para além deste pequeno rectângulo à beira mar plantado que, sem ele nada fazer para o merecer, lhe coube em sorte nascer e agora, com a sua vontade, se sente feliz por nele ter continuado a viver. ​
 
 
 
 

"Odeio a Minha Irmã", está a quase a estrear no AMAS - Auditório Municipal António Silva

 

teatromosca está imparável, prestes a estrear a sua nova produção teatral, “Odeio a Minha Irmã”, uma criação para toda a família.

 

Odeio a Minha Irmã” é um espetáculo que, na verdade, se divide em duas performances com textos dramáticos do dramaturgo e encenador francês Sébastien Joanniez e encenação de Pedro Alves, indicado para maiores de 6 anos. Na primeira parte, escutamos a voz da irmã mais nova. De seguida, o protagonismo é entregue à mais velha. Dois monólogos ("Eu não Gosto da Minha Irmã Mais Nova" e "Eu Quero Ser a Mais Velha!") em que, recorrendo ao humor e uma linguagem muito inventiva, são traçados os retratos de duas personalidades fortes.  Com interpretação de Milene Fialho e Carolina Figueiredo, o espetáculo estará em cena no AMAS – Auditório Municipal António Silva, em Agualva-Cacém, aos sábados e domingos, às 16h, de 2 a 10 de abril. Seguirá em digressão pelo Seixal, Maia, Viana do Castelo, Leiria, Faro, entre outros locais.  

 


No entendimento de uma, o papel de irmã mais velha nem sempre é fácil. Por seu lado, a irmã mais nova reclama que nunca é levada a sério... "Eu odeio-a", confessam as duas, mas o público poderá compreender outra coisa: "eu amo-a".

 

Todas as informações detalhadas sobre o espetáculo, encontram-se, aqui.

 

Teatro Maria Matos - Programação Abril'22

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LAR DOCE LAR
A partir de 7 de Abril
Quinta a Sábado às 21h | Domingo às 17h | Duração: 105m aprox.  | M12
Bilhetes:  16€ - 20€

Lar Doce Lar”, o espectáculo que juntou pela primeira vez em palco Joaquim Monchique e Maria Rueff, regressa para uma nova temporada no Teatro Maria Matos a partir de 7 de Abril.

Duas idosas que partilham um quarto na Residência Sénior Antúrios Dourados embarcam numa competição desmedida por um quarto particular após a “partida” da sua anterior ocupante. Com o brilhantismo cómico a que já nos habituaram, Maria Rueff e Joaquim Monchique desdobram-se em múltiplas personagens e levam-nos numa viagem atribulada e hilariante pelos quatro cantos deste doce lar. 

Lar Doce Lar” estreou originalmente em 2012. Com um texto vibrante, reforçado pela vivacidade e inteligência das interpretações de Rueff e Monchique, alcançou rapidamente um grande sucesso junto do publico que se viria a repetir em 2015.

Este ano as portas da Residência Antúrios Dourados voltam a abrir-se e oferecem mais uma oportunidade de testemunhar ao vivo o enorme talento de dois nomes absolutamente incontornáveis da comédia nacional.

Texto A partir de O Que Importa É Que Sejam Felizes! de Luísa Costa Gomes
Encenação António Pires
Cenário F. Ribeiro
Figurinos Dino Alves
Desenho de luz Paulo Sabino

Com Maria Rueff e Joaquim Monchique

 

TEATRO - INFANTIL

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O PRINCIPEZINHO 
Sábados às 11h e às 16h | Domingo às 11h | 70m | M6
Bilhetes: 16€ - 20€

Depois do sucesso que fez em 2018, a Universal Music Portugal traz de novo para Portugal o musical O Principezinho (vencedor do prémio de Melhor Peça de Teatro para Crianças dos Pumpkin Awards 2018), versão para palco da célebre obra da autoria do francês Antoine de Saint-Exupéry que conta a história de um rapazinho com cabelos cor de ouro e de um piloto perdido no deserto.

O Principezinho conta com direcção e versão portuguesa de João Duarte Costa. O elenco volta a ser composto pelos atores que fizeram da produção estreada em 2018 um sucesso arrebatador: Mariana Pacheco, Paulo Vintém, Joana Brito Silva, José Lobo e Diogo Bach.

Esta é uma história intemporal sobre o amor e amizade e sobre a importância da honestidade e de nunca nos deixarmos de surpreender pelo mundo que nos rodeia, tendo emocionado várias gerações.
A música, as canções, os atores, as personagens virtuais em 3D e efeitos visuais de video mapping criam uma cenografia visual espetacular e mágica que transporta o público para o mundo fantástico de O Principezinho.

 

MÚSICA

 

 

 

RODRIGO LEÃO - CINEMA PROJECT Luísa Sobral

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11 e 12 de Abril
21h | M6 | 95m
Bilhetes: 25€ - 40€

Este espetáculo, em que Rodrigo Leão se apresenta como Rodrigo Leão cinema project, reune repertório dos três discos editados em 2020 e 2021 (O Método, Avis 2020 e A Estranha Beleza da Vida), assim como uma seleção de temas clássicos do compositor. É, por isso, bastante eclético, com uma grande abrangência de estilos musicais que vão do neoclássico à valsa. Em palco, Rodrigo Leão (sintetizador e piano e coros) é acompanhado pela sua banda habitual: Ângela Silva (voz, sintetizador e metalofone), Viviena Tupikova (Voz, violino e piano), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra, baixo, sintetizador, percussão, harmónio indiano e coros).
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FERNANDO CUNHA - A LINHA DO TEMPO 

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13 de Abril
21h | M6 | 75m
Bilhetes: 15,00 €

A “Linha do Tempo” é o mais recente álbum de originais de Fernando Cunha, nome incontornável da cena pop-rock nacional, membro fundador dos Delfins, Ar De Rock e da super-banda Resistência, editado em Fevereiro de 2022. No concerto será possível conhecer o novo trabalho na íntegra e ainda alguns dos temas mais marcantes editados a solo pelo artista.
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ALINE FRAZÃO - UMA MÚSICA ANGOLANA 

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21 de Abril
21h | M6 | 80m
Bilhetes: 12,50 €

Aline Frazão regressa aos palcos com o espectáculo de “Uma Música Angolana”, um novo disco onde retoma uma sonoridade de banda, cálida, festiva e poética, navegando entre vários ritmos de matriz africana.

 

 

 

FERNANDO TORDO - ABRIL. CANTIGAS DE ANTES E DEPOIS 

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22 de Abril
21h00 | M6 
Bilhetes: 25,00 €

Fernando Tordo apresenta “Abril. Cantigas de Antes e Depois” um espetcáculo onde recorda os compositores e cantores que viveram os três tempos: antes, durante e depois do 25 de Abril. Momentos que se podem definir cantando e contando, abrindo ainda mais as portas que Abril abriu. Mais do que um concerto, esta é uma oportunidade única para ouvir e conhecer as canções e as histórias que marcaram uma época histórica da música portuguesa.

 

Bilheteira online AQUI Reservas e informações de bilheteira 1820 | Outras informações 213 621 648 / info@fproducao.pt | Morada Av. Frei Miguel Contreiras, 52, 1700-213 Lisboa 

 

www.teatromariamatos.pt

OS FILHOS, de Lucy Kirkwood @ TEATRO ABERTO

O Teatro Aberto vai estrear a 20 de Abril o espectáculo “Os Filhos”, de Lucy Kirkwood, com encenação de Álvaro Correia. A interpretação é de Custódia Gallego, João Lagarto e Maria José Pascoal. O espectáculo estará em cena até 3 de Julho.

Sinopse

Hazel e Robin são um casal de físicos nucleares reformados. Mudaram-se para uma pequena casa depois de um acidente na central nuclear onde trabalhavam ter contaminado a área circundante com radioactividade. Embora façam racionamento de água e electricidade, procuram manter as rotinas e levar uma vida tão normal quanto possível. Um dia recebem a visita de Rose, uma antiga colega, que lhes vem propor um regresso ao trabalho para repararem os danos causados pelo acidente. Estarão Hazel e Robin dispostos a tanto? A que custo?
Estreada em Londres em 2016, a peça Os Filhos problematiza a responsabilidade de cada indivíduo pelas escolhas que faz na sua vida pessoal, familiar e profissional e propõe uma reflexão sobre aquilo que cada um poderá fazer para melhorar a vida dos outros e proteger o planeta dos perigos que o ameaçam destruir.

CustódiaGallego_Ensaios©FilipeFigueiredo_Easy-Re

ESPECTÁCULOS

Quarta e Quinta às 19h

Sexta e Sábado às 21h30

Domingo às 16h00

SALA VERMELHA