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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

A próxima edição do “estendal solidário gigante” acontece já depois de amanhã.

Se tem a mais, venha doar! Se tem a menos, venha receber! – é a mensagem que o Movimento Heat the Street (HTS) tem difundido ao  longo do último mês, procurando que o evento deste ano possa chegar a mais gente e que o momento de dar e receber se torne ainda mais quente.

Uma corda com uma zona exclusiva para crianças para dar resposta aos apelos de muitas famílias e constituída por mais três seções: Homem, Mulher e Acessórios, subirá avenida acima a partir das 14:00 de sábado e terá sempre por perto o apoio de uma equipa de voluntários do Heat the Street, que ajudarão a etiquetar e a colocar as peças e distribuirão também sacos (oferta da Associação Mutualista Montepio) a quem vier recolher o que mais precisa.
Para aqueles que tiverem dificuldade em voltar a casa/ ao local onde habitam depois do evento pelos seus próprios meios, existirá, este ano, numa parceria inédita com Carris, a disponibilização de um número limitado de bilhetes.

E porque se prevê um dia frio, às portas do Inverno, a Tetley, juntamente com a 2East e a Activation vão oferecer, uma vez mais, chá quente a quem passar pela Corda mais quente.

 

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Heat the Street Júnior

Foi para dar resposta a múltiplos apelos que o movimento HTS recebeu de várias famílias que procuravam peças de roupa quente para os filhos que se cria, este ano, pela primeira vez, uma zona exclusivamente dedicada a Crianças – O Heat the Street Júnior.

Esta nova vertente do Heat the Street iniciou-se já em meados de novembro com a ação solidária nas lojas Zippy “Doar é receber” que, durante cerca de duas semanas, receberam mais de sete centenas de casacos e outros agasalhos, que serão colocados numa zona da corda destinada a esta faixa etária.
Em edições anteriores, foi-se ganhando a perceção de que não são apenas as pessoas em situação de sem-abrigo ou em risco de pobreza extrema ou carência social que se dirigem ao local para recolher roupa quente, mas também muitas outras pessoas e famílias que não tem possibilidades de alocar parte do seu orçamento mensal em bens como roupa.

A corda mais quente, para toda a gente!

Quem vem ao evento, vem por uma boa causa ou por uma boa razão. Em edições anteriores, foi-se ganhando a perceção de que não são apenas as pessoas em situação de sem-abrigo ou em risco de pobreza extrema ou carência social que se dirigem ao local para recolher roupa quente, mas também muitas outras pessoas e famílias que não tem possibilidades de alocar parte do seu orçamento mensal em bens como roupa.

Para mais, quando as pessoas se dirigem a lojas socias das suas zonas de residência, não têm, muitas vezes, a possibilidade de escolher as peças que levam, ficando com aquilo que está disponível. Na Corda mais quente, não queremos que isso aconteça, queremos que quem aqui se desloca se sinta parte de um espírito de recolha livre e que tenha o devido acompanhamento dos voluntários.

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Após o evento
 

Foi para dar resposta aTudo o que não for recolhido tem também um destino, aliás vários. Porque este ano, teremos para além dos nossos habituais parceiros – a Associação de Intervenção Comunitária Crescer (em Alcântara) e as lojas sociais Boa Vizinhança – Dona Ajuda (que funcionam diariamente no mercado do Rato) mas que , no final do evento, vão igualmente ajudar-nos a coletar os agasalhos para que possam chegar a quem precisa. Aliás, na semana seguinte ao evento, quem precisar poderá dirigir-se lá para recolher a roupa que lhe for necessária.
 

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