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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

A VENDEDORA DE AZEVINHO, de Dilly Court

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No Natal de 1850, Um bebé é abandonado num beco em Londres, à porta de uma casa em Angle Lane. Qual será a sua sorte?

 

É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte…

Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver.

E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma jóia valiosa – um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé – mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens …

Uma história baseada no clássico “A Menina dos Fósforos”, trata temas intemporais: o abandono infantil, a luta pela sobrevivência e o poder da bondade.

Um romance pleno de ternura, perfeito para as longas noites de Inverno.

Dilly Court cresceu em Londres e começou a trabalhar como argumentista para anúncios de televisão. Quando se dedicou aos romances, obteve um inesperado sucesso, e nunca mais deixou de escrever, quer sob o seu nome verdadeiro, quer sob o seu pseudónimo, Lily Baxter. Hoje em dia já tem quatro netos - dos seus dois filhos – e vive no Dorset com o marido, passando grande parte do tempo a escrever ou a fazer longas caminhadas com o seu labrador, Barley.