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Academia celebra aniversário com lançamento de "Domingo à Tarde"

“Coleção Academia Portuguesa de Cinema”

Academia celebra aniversário com lançamento de “Domingo à Tarde”

A Academia Portuguesa de Cinema celebra amanhã, dia 8 de julho, pelas 18h30 na Cinemateca, o seu quarto aniversário com o lançamento de “Domingo à Tarde”, o segundo DVD da “Coleção Academia Portuguesa de Cinema”.

“Domingo à Tarde” é a primeira longa-metragem de ficção do realizador António Macedo, produzido por António da Cunha Telles e que contou com a participação de Isabel de Castro, Ruy de Carvalho e Isabel Ruth nos principais papéis. Esta adaptação da obra original de Fernando Namora estreou no cinema Império a 13 de Abril de 1966.

Em novembro de 2012 a Academia Portuguesa de Cinema homenageou na categoria Carreira dos Prémios Sophia a atriz Isabel Ruth, o realizador António Macedo e o produtor/realizador António da Cunha Telles que, nas palavras do Presidente da Academia, Paulo Trancoso, “um justo reconhecimento a 3 personalidades que se distinguiram na aproximação do cinema português aos portugueses e do cinema nacional ao mundo.” 

A “Coleção Academia Portuguesa de Cinema” foi lançada em fevereiro de 2015, tendo sido “A Mulher do Próximo”, de José Fonseca e Costa, o primeiro da coletânea que pertende reconhecer e promover o que de melhor se tem feito no cinema português.

 

Domingo à tarde – Filme

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“Domingo à Tarde”, a primeira longa-metragem de ficção do realizador António Macedo, produzido por António da Cunha Telles e que contou com a participação de Isabel Ruth num dos principais papéis do elenco. Esta adaptação da obra original de Fernando Namora estreou no cinema Império a 13 de Abril de 1966.

Sinopse: «Jorge dirige o departamento de Hematologia de um hospital. Um dia, chega Clarisse, que sofre de leucemia em estado avançado. Apaixona-se, e Jorge procura, pela primeira vez, salvar um doente. Clarisse morre, apesar de todos os esforços de Jorge que, cada vez mais desencantado, prossegue os seus trabalhos, com experiências de rotina, que sabe serem inúteis». Cit.: José de Matos-Cruz, em Cais do Olhar, ed. da Cinemateca Portuguesa, 1999.

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