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Cultura de Borla

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Adoecer" em cena na sede do Teatro O Bando até 15 de outubro | Palmela

A partir do romance de Hélia Correia

“Adoecer” em cena na sede do Bando até 15 de outubro

 

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Entre 5 e 15 de outubro, o Teatro O Bando apresenta a peça “Adoecer” no seu espaço sede, em Vale de Barris, Palmela. A partir do romance de Hélia Correia, com dramaturigia e encenação de Miguel Jesus, a companhia guia o público através da vida de Elizabeth Siddal, modelo, pintora e poetisa que, na segunda metade do século XIX, intrigou a sociedade inglesa vitoriana com sua relação amorosa com o pintor e poeta Dante Gabriel Rossetti. 

O espetáculo, apoiado pelo Município, pode ser visto de quinta a sábado (às 21h) e domingo (às 17h). A entrada tem o valor de 8, 10 ou 12 euros, à escolha (7 euros para portadores do Palmela Tourist Card). Está disponível um jantar de inspiração vitoriana para grupos de cinco ou mais pessoas (jantar + espetáculo = 15 euros). Para reservas, contactar bilheteira@obando.pt ou 912 438 817.

 

 

Ficha técnica:

A partir do romance de Hélia Correia

Dramaturgia e encenação | Miguel Jesus
Cenografia | Rui Francisco

Música | Jorge Salgueiro 

Figurinos e adereços | Clara Bento e Sara Rodrigues
Assistência de encenação | João Neca 

Desenho de luz | João Cachulo / Contrapeso

Produção | Raquel Belchior

Assistência de produção | Nisa Eliziário

 

Interpretação:

Catarina Câmara, Miguel Moreira, Sara de Castro e os convidados especiais

Antónia Terrinha/Juliana Pinho, Bibi Gomes/ Raul Atalaia, Carolina Bettencourt/ Rita Brito, Nélson Boggio/ Guilherme Noronha, Nuno Nunes, Paulo Campos dos Reis/ João Neca, Ricardo Soares/ Miguel Jesus e Rui M Silva


Músicos:

Carlos Lourenço, Eurico Cardoso e Nélson Ferreira (ao vivo) e Bizarra Locomotiva (gravado).

 

 

«Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade profundamente doente.» 
[Jiddu Krishnamurti]

«A partir do romance de Hélia Correia, mergulhamos na vida de Elizabeth Siddal, a modelo, pintora e poetisa que intrigou a sociedade inglesa vitoriana com a estranheza da sua relação amorosa com o pintor e poeta Dante Gabriel Rossetti, na segunda metade do século XIX. 
No meio desse universo pré-rafaelita (Siddal foi a modelo que serviu o célebre quadro de John Millais, Ofélia), encontramos Dante e Lizzie, movimentando uma tela contra os espartilhos do tempo.

Num abrigo de chá e sujidade, celebram as mais inevitáveis pulsões, criando por palavras e pinturas um mundo onde se pode fugir ao mundo. Um mundo onde seres excepcionalmente assépticos gravitam, iluminando a pestilência.
Um mundo onde abutres necrófilos se alimentam da singularidade. Um mundo manipulado por bonecos epidémicos. Um mundo onde aquilo que os liberta é também aquilo que os afoga, os afunda e os condena.»

 

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