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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

AMAC | programação setembro

 

O Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) reabre em setembro com a apresentação de “E Agora Nós”, de Rui Catalão, desenvolvido pela Artemrede – Teatros Associados, a 10 de setembro, pelas 21h30.

Em termos de exposições, inauguram, também no dia 10, pelas 17h00, as Mostras de Artes Plásticas “Silêncio” e de Esculturas de João Gomes. Recorde-se que estão ainda patentes, no AMAC, as exposições de Ilustração de Fátima Afonso e de Banda Desenhada “H-alt Ficção especulativa em BD”. Inserido na programação AMAC JUNIOR, realiza-se, a 24 de setembro, o Workshop de Teatros de Papel: o espetáculo em forma de miniatura.

 

 

10 setembro | sábado | 21h30 | E AGORA NÓS!, de Rui Catalão [Produções Independentes]| TEATRO/PERFORMANCE

ARTEMREDE

 

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“E Agora Nós!” resulta da vontade de querer trabalhar com três pessoas: Adriano Diouf, Jéssica Ribeiro e Vânia Lopes, que descobri por ocasião de uma oficina de teatro que dirigi no Centro de Experimentação Artística (CEA) do Vale da Amoreira. Por ocasião da última oficina que lá realizei, descobri o 'Joãozinho' da Costa, e foi assim que formei este quarteto vindo do Vale da Amoreira, onde conheci os intérpretes mais rigorosos do meu trabalho. Ainda em outubro de 2015, começámos a reunir semanalmente no CEA, para fazer um jogo, a que chamo de “jogo das perguntas difíceis”. É obrigatório olhar olhos-nos-olhos e é proibido responder sim ou não. E o jogo só resulta se o jogador-que-pergunta for indiscreto. Quanto ao jogador-que-responde, deve assumir um exame de consciência, ou pelo menos, de memória. Não é obrigado a responder. Só não pode esquivar-se à pergunta. No processo, descobri que a Vânia, a Jéssica e o Adriano, quando frequentavam a escola secundária, participavam num jogo a que chamavam “rodinha”: todos os dias, reunia-se um grupo de alunos à entrada da escola, a fazer comentários sobre quem passasse. Era uma espécie de tribunal das aparências, em que todo o “vaidosismo” e autoestima eram sujeitos a um rigoroso exame. Decidi então sintetizar o jogo das perguntas difíceis e da rodinha num só jogo, que passou a chamar-se “rodinha de fogo”. Nesta rodinha, até o público se arrisca a entrar, mesmo que prefira (à semelhança dos alunos da escola) não ficar envolvido... A alternativa a não arder é contar uma história, daquelas que são difíceis de partilhar.

Rui Catalão

 

SOBRE O PROJETO ODISSEIA

A apresentação do espetáculo E AGORA NÓS! e a realização da Oficina de teatro AGORA, FAZ TU! estão integradas no projeto ODISSEIA, desenvolvido pela Artemrede em parceria com a cooperativa de solidariedade social RUMO e cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito da 2ª edição do programa PARTIS.

 

ODISSEIA é um projeto de formação e capacitação artísticas promovido pela Artemrede em seis municípios associados –Almada, Barreiro, Moita, Oeiras, Santarém e Sesimbra – e que tem como participantes diretos jovens entre os 16 e os 25 anos residentes nestes territórios.

ODISSEIA é um projeto a três anos – 2016 a 2018 – constituído por três componentes artísticas –Teatro / Dramaturgia, Artes de Rua e Cinema / Música -, cada uma das quais orientada por uma equipa artística distinta. Cada uma destas componentes desdobra-se em duas fases: formação certificada e a criação de um objeto artístico nas áreas identificadas.

 

Faixa Etária – M/12

Duração  – aprox. 60 min.

Público-alvo: Geral

Lotação máxima: 50 lugares

Entrada Livre

 

Mais informações: 212 068 230 ou bilheteira@cm-barreiro.pt

 

Sujeito a levantamento de Ingressos a partir de 1 de setembro:

Bilheteira AMAC – 21 206 82 30 | Horário: 3ª a domingo, das 14h00 às 20h00

Posto de Turismo – 21 206 82 87 | Horário: 3ª a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

 

Aos fins-de-semana e sempre que existam espetáculos agendados, a bilheteira abrirá uma hora antes dos mesmos. 

 

 

 

EXPOSIÇÕES

 

De 10 setembro a 23 outubro | SILÊNCIO, uma exposição de RICARDO GUERREIRO CAMPOS, com curadoria de Alexandra César | EXPOSIÇÃO de ARTES PLÁSTICAS

Piso 1 – Galeria Branca

(Inauguração 10 setembro – 17h00 | Inauguração simultânea com a exposição João Gomes)

 

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Silêncio intitula a exposição individual de Ricardo Guerreiro Campos, cujo conjunto de obras, ao compasso do desenho e da instalação, alinha sobre as conceções de família – a tenuidade dos laços genealógicos –, de solidão – o ser-se só no interior de um grupo –, da taciturnidade ou do discurso interrompido, e por fim, do monólogo – esse forte análogo à própria prática artística, onde narrativas silenciosas são relatadas diante um sem número de testemunhas.

 

 

10 setembro a 23 outubro | In.Verso, Esculturas de João C. Gomes | EXPOSIÇÃO DE ESCULTURA

Piso 1 | Galeria Amarela

(Inauguração 10 setembro – 17h00 | Inauguração simultânea com a exposição Ricardo Guerreiro Campos)

 

...a celebrar 20 anos de cerâmica

In.verso revela – se, como parte de um percurso de 20 anos de alquimia entre o criador e a criação e onde a Terra e os elementos são a matéria que toma forma, criando novas paisagens e tecendo novas histórias.

João C. Gomes

Nasceu em Sintra, Portugal.

Sendo essencialmente um autodidata, iniciou-se em Pintura e Escultura, de onde partiu para a descoberta da Cerâmica desde 1996.

Os Quatro elementos são a forma através da qual se exprime e onde estes ganham uma nova dimensão, forma e uma nova linguagem. É no entanto o elemento Terra, através do barro, que o faz mergulhar na Alquimia da transformação e o desafia a ir cada vez mais longe na sua visão enquanto criador.

É no processo de modelação das diversas pastas cerâmicas, cada qual com a sua personalidade, ao aplicar óxidos, engobes e vidrados que nascem as histórias que dão origem a paisagens plenas de texturas, significados e de diferentes olhares.

A Natureza é a sua grande inspiração.

Está representado em coleções particulares em Portugal e no estrangeiro.

 

 

Até 23 outubro | Fátima Afonso | EXPOSIÇÃO DE ILUSTRAÇÃO

Piso 0 | Galeria Azul

 

Fátima Afonso nasceu em Torres Novas, mas cresceu e viveu sempre em Lisboa.

Desenhar e pintar sempre foi o que mais gostou de fazer, e em 1988 licenciou-se em pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

Participou desde o ano de 1986 em várias exposições coletivas de pintura, desenho e mais recentemente de ilustração.

A partir do ano 2000 começou a dedicar-se à ilustração de literatura infanto-juvenil, tendo desde essa altura ilustrado várias obras.

Participou também na ilustração de manuais escolares de Língua Portuguesa e de cartazes para espetáculos de marionetas.

No seu trabalho como ilustradora gosta de ter tempo para pensar o livro, realizar muitos desenhos, estudar bem as composições, contemplar e só depois começar a pintar.

De todo o processo, o que mais aprecia é a fase da pintura.

Atualmente, além de ilustradora, é também professora de Artes Visuais em Setúbal, onde reside.

 

Até 2 outubro | H-alt Ficção especulativa em BD | EXPOSIÇÃO DE BANDA DESENHADA

Piso 0 | Galeria Vermelha

 

A H- alt é uma revista digital de BD escrita em português e relacionada com as temáticas de ficção-cientifica, fantasia, realidade/História alternativa (ficção especulativa). Surge também sempre uma versão impressa complementar.

 

O objetivo desta publicação é divulgar e incentivar produção de pequenas histórias de BD. Existe também a preocupação que os vários participantes criem histórias em equipa (argumentistas/, desenhadores, coloristas), com o propósito de incentivar o trabalho colaborativo.

Outro dos objetivos desta publicação é fomentar o surgimento de jovens talentos não ignorando em todo o caso autores mais experientes que desejem participar.

 

No 2º número saíram várias dezenas de histórias de BD, resultado de diversas colaborações.

 

 

 

24 setembro | sábado | 16h00 | Workshop de Teatros de Papel: o espetáculo em forma de miniatura| A Tarumba - Teatro de Marionetas| Auditório Municipal Augusto Cabrita | TEATRO

(integrado na programação AMAC JÚNIOR)

 

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O workshop inicia-se com a apresentação de “A Cinderela”, um espetáculo-demonstração, em forma de miniatura apresentado numa réplica de uma antiga edição de um teatro inglês: Pollok´s Toy Theatre, onde é revelado o funcionamento do teatro de papel.

 

 

Coordenação: Luís Vieira e Rute Ribeiro

Faixa Etária – M/7

Duração  – aprox. 1h30 min.

Ingresso  – 3,00 €

 

Venda de Ingressos:

Bilheteira AMAC – 21 206 82 30 | Horário: 3ª a domingo, das 14h00 às 20h00

Posto de Turismo – 21 206 82 87 | Horário: 3ª a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

 

 

CMB

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