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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

AMANHÃ no MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | DUO A NOSSA GUITARRA | Concerto comemorativo do aniversário de Carlos Paredes

 
 
TERÇA, 16 de Fevereiro, 19h 
 
DUO A NOSSA GUITARRA
Concerto de guitarra e viola comemorativo do 91º aniversário de Carlos Paredes
 

Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música

Entrada: 5€ | Sócios: 3€
 

Henrique Fraga e Marco Matos encontraram-se enquanto membros activos do mundo cultural académico de Coimbra.

Partilhando grande parte das influências musicais e sobretudo o impulso criativo, embarcaram juntos pelo caminho da composição.

A par com a profissão de cada um, encararam sempre este desafio com seriedade, determinação e uma paixão que os conduziu a um estudo cada vez mais empenhado e aprofundado dos seus instrumentos. 

 

Deste amor pela música nasce um repertório bastante alargado, onde além dos seus temas originais, se inclui uma parte significativa da obra que mais ajudou a construir a história e a evolução da guitarra de Coimbra e acabou por se revelar determinante no desenvolvimento técnico e artístico de ambos.

 

QUARTA, 24 de Fevereiro, 19h | POESIA NO MUSEU | 2º sessão
 
João R. Figueiredo sobre Ovídio
 
#EntradaLivre
 
PRÓXIMAS SESSÕES DO CICLO:
16 de Março: Maria Filomena Molder sobre Benjamin e Goethe
13 de Abril: António Feijó sobre José Régio
25 de Maio: Pedro Madeira sobre Bernardim Ribeiro
15 de Junho: Clara Rowland sobre Carlos Drummond de Andrade
 
A “Poesia no Museu” é um ciclo organizado pelo Museu da Música e comissariado por Helena Miranda e Sebastião Belfort Cerqueira que vai já no seu quarto ano. Consiste em várias conferências, habitualmente ilustradas com leitura de poemas, sobre poetas ou assuntos relacionados com poesia. Na edição de 2016 contamos com seis conferencistas: Miguel Tamen, João Figueiredo, Maria Filomena Molder, António Feijó, Pedro Madeira e Clara Rowland. As sessões, apresentadas por Sebastião Belfort Cerqueira, duram aproximadamente 60 minutos e decorrem no Museu da Música às quartas-feiras, sempre às 19:00 h, com entrada livre.
 

João R. Figueiredo estudou na Universidade de Lisboa (L, 1995; M, 2000; D, 2006), de cujo Departamento de Literaturas Românicas também é membro. Os seus interesses incluem estética, história da arte, estudos italianos e a literatura do Renascimento. É o autor de A Autocomplacência da Mimese (2003) e de vários ensaios sobre Camões. Está neste momento a preparar uma edição comentada de Os Lusíadas e a escrever um ensaio longo sobre Guido Reni.

 
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QUINTA, 25 de Fevereiro | PROJECTO PERFORMIGRATIONS
 
 
18h30 | Inauguração da instalação MOBILE INTERVENTIONS
19h | SUB URBAN GIPSY | The Dominic Mancuso Grouo in Tour - Concerto
 
 
Parceria MNM / FCSH /INET-MD
Montreal/ Bolonha/ Klagenfurt/ Vancouver/ Atenas/ Toronto/ Lisboa/ Valeta
 

SEGUNDA, 29 de Fevereiro, 19h | CICLO À TARDE NO MUSEU
 

Organização: Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música

Comissária: Ana Paula Russo

 

Carta branca a Filipe Tordo, recital de piano

 

Recital de piano

Beethoven, Schubert e Chopin

 

PRÓXIMOS CONCERTOS DO CICLO:

 

- 02/04/2016 - Stabat Mater de Pergolesi com Ariana Russo, Rita Tavares e Sérgio Silva

 

- 28/04/2016 - Romantismo a 4 mãos Catarina Sousa / Nuno Soares

 

- 26/05/2016 - Entre Madeiras Trio, com Miriam Cardoso (flauta), João Andrade Nunes (saxofone) e Filipe Branco (oboé)

 

- 30/06/2016 - O Lied e a Canção, com José Corvelo e Amélia Iliescu.
 
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EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA | VIOLINOS DE CONSTRUÇÃO PORTUGUESA

Esta exposição exibe alguns dos 40 exemplares que constituem o núcleo de violinos e violoncelos de construção portuguesa da colecção do Museu Nacional da Música e resultou de um processo de conservação e estudo destes instrumentos.
Embora exista ainda pouco conhecimento sobre as oficinas de cordofones portuguesas do séc. XVIII e XIX, podemos afirmar que a grande maioria não era especializada, e os guitarreiros ou violeiros (assim designados dependendo do ramo a que se dedicavam mais), faziam instrumentos de corda de vários tipos, inclusive de corda friccionada. A construção de violinos em Portugal desenvolveu-se, sobretudo, por imitação de modelos vindos de fora e, simultaneamente, através de técnicas próprias e adaptações locais, como é o caso paradigmático da rabeca.
A exposição ilustra, através de exemplos particulares, o ambiente profissional e musical dos artificies, bem como a natureza familiar de muitos destes centros de fabrico.
Destacam-se também alguns violoncelos, entre os quais se encontra o de Joannes Petrus Hausz, construído em Lisboa em 1750 e submetido agora a um estudo dendrocronológico, do qual resultou um pequeno filme em exibição: 

 

Estão ainda representadas três oficinas que ficaram conhecidas pela construção de violinos e violoncelos de grande qualidade: a de Joaquim José Galrão em Lisboa (séc. XVIII), a dos Sanhudos no Porto (séc.XIX) e a dos Capelas em Espinho (séc. XX/XXI), ainda em actividade.
No âmbito desta mostra realizar-se-ão conferências e concertos.
 
 
 

 

 

 

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