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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Amanhã, quinta-feira, no Espaço Arkhé: «A Alquimia e a Fusão a Frio», entrada livre

A Nova Acrópole Oeiras-Cascais tem o prazer de o convidar a assistir à conferência subordinada ao tema, «A Alquimia e a Fusão a Frio», pelo Prof. José Carlos Fernández, investigador e Director Nacional da Nova Acrópole, que terá lugar no Espaço Arkhé, sito na rua Margarida Palla (terraço em frente ao nº 51 da avenida dos Bombeiros Voluntários de Algés), nesta quinta-feira, 12 de Janeiro, às 19h30. A entrada é livre.

 

Informações pelo telefone 963 925 758 ou pelo e-mail oeiras-cascais@nova-acrópole.pt.

 

Na semana seguinte, quinta, 19 de Janeiro, às 19h30, o Espaço Arkhé receberá o historiador de arte e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Belas-Artes da UL, Prof. Doutor Fernando António Baptista Pereira que nos brindará com a conferência subordinada ao tema, «Portugal e a Europa – tradição, arquétipos e raízes míticas em Lima de Freitas».


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Apontamento do conferencista sobre «A Alquimia e a Fusão a Frio»:


«A ciência actual sabe que todo o Universo está construído com base no Hidrogénio, juntamente com o seu sóbrio irmão, o Hélio, os elementos mais abundantes nas infinitas orbes. O Hidrogénio é a unidade da qual tudo surge e a tudo regressa, é o Fogo Cósmico; e por demais encontra-se maioritariamente no estado da matéria que denominamos plasma, que é o verdadeiro estado de fogo dos alquimistas.
Tudo surge, todos os elementos da Tabela Periódica, através de sucessivas fusões deste «fogo primeiro» que é o Hidrogénio, tal como os números surgem em resultado de somas sucessivas da unidade, que nunca deixa de o ser. Segundo a versão oficial, as evoluções dos elementos dão-se no coração das estrelas ou em violentas explosões em que aquelas morrem, só nesses momentos emerge a energia necessária para forjar elementos como o ferro ou outros.
Todavia, os alquimistas falavam da transmutação do chumbo ou do mercúrio em ouro, elementos curiosamente com um número atómico muito próximo. Em 1989, Martin Fleishmann e Stanley Pons surpreenderam o mundo e a comunidade científica anunciando um método de verificar a «fusão a frio», uma fonte de energia inesgotável e com um método extremamente simples, método negado por uns laboratórios e concretizado por outros… mas ao que parece ficou logo catalogado como uma fraude ou falta de rigor científico.
Terá sido realmente assim? Ou interesses muito poderosos em jogo opuseram-se movendo todas as peças do seu xadrez diabólico? É difícil sabê-lo nestes tempos de pós-verdade, em que nos dizem vivermos. Outra forma de fusão a frio, a sonoluminicênscia, foi investigada por Rusi Taleyarkhan, mas a BBC lançou-se a desacreditá-lo ferozmente vários anos depois da revista “Nature” ter cometido erros gravíssimos aparentemente por descuido, sendo no entanto mais fácil de pensar que para o desacreditar, como o fez com o professor Benveniste no âmbito da Homeopatia.
Já desde há vários séculos que outras experiências apontam para uma fusão a frio ou alquimia realizada por vegetais e animais no interior dos seus organismos, criando matéria aparentemente do nada, ou transmutando o potássio em cálcio, por exemplo.
De todos os modos, seja isto certo ou não, os principios da moderna «química nuclear» estão reivindicando o sonho e a praxis dos Alquimistas.»

(José Carlos Fernández)

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