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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ano Novo chinês :: Museu do Oriente dá as boas-vindas ao Ano da Cabra


  

Para assinalar a mais longa e importante festividade do calendário lunar - o
Ano Novo chinês, celebrado a 19 de fevereiro -, o Museu do Oriente promove,
de 9 a 16 de fevereiro, várias iniciativas para toda a família.

 

Desde a Lua Nova, que marca o início do ano, até à Lua Cheia, os festejos
multiplicam-se. Ao 15º dia, correspondente à noite de Lua Cheia, decorre o
Festival das Lanternas que marca o encerramento das comemorações de entrada
no novo ano. A 9 e 16 de fevereiro, o workshop "Lanterna - Tradição e Arte"
ensina os participantes a construir e a decorar a sua própria lanterna.

 

No sábado, 14 de fevereiro, uma oficina de contos para famílias dá a
conhecer as lendas e histórias associadas ao Ano Novo chinês e, no ateliê
para crianças - "Lai-si! Da China para ti!", descobre-se a tradição de
oferecer envelopes vermelhos durante esta festividade.   

 

Ainda no dia 14, realiza-se uma oficina de recorte de papel em que
participantes de todas as idades podem aprender técnicas para criar as mais
variadas decorações. Na China, durante a preparação para a celebração do Ano
Novo, ornamentam-se as casas com recortes de papel ou jian zhi,
acreditando-se que trazem sorte, prosperidade e riqueza para os tempos
vindouros.

 

No domingo, 15 de fevereiro, é a oficina para famílias "Dragões que dançam"
que traz ao Museu esta criatura fantástica, símbolo de riqueza, dignidade,
sabedoria e portadora de boa sorte. A partir de diversos materiais,
incluindo embalagens e material reciclado, os participantes vão construir
dragões para depois interpretar a célebre dança.

 

Também no domingo, na oficina "O ano novo lunar em xilogravura", os
participantes vão poder aprender e experimentar mais uma prática típica
associada ao Ano Novo chinês. Mais conhecidas por nianhua, estas
xilogravuras eram coladas nas paredes ou portas das casas para proteger os
seus habitantes ao longo do ano. Produzidas nas vilas e aldeias, por
artesãos, representavam divindades, contavam histórias populares sobre
personagens míticas, continham mensagens auspiciosas e passavam valores
confucionistas.

 

O Museu do Oriente dá assim as boas-vindas ao Ano da Cabra, mecenas das
artes, que desperta a criatividade, a reconciliação e a introspeção.

 

Todas as atividades requerem marcação para:
< mailto:serviço.educativo@foriente.pt> serviço.educativo@foriente.pt ou 213
585 299.