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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

‘ANTÁRTIDA: VIDA NO LIMITE’ LEVA ESPECTADORES DO NGC AO POLO SUL

“Tento descrever a Antártida. É realmente difícil descrevê-la sem a sentir. É um lugar muito desconfortável. Não é um lugar em que se sinta em casa. É, na verdade, o espaço mais selvagem e natural que alguma vez vi. Porque acredito que aqui é possível reconhecer rapidamente que estamos num lugar e num ambiente onde nenhum ser humano deveria estar”.

 

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Dr. Ari Friedlander, ecologista marinho no Megafauna Project

 

Estreia de ‘ANTÁRTIDA: VIDA NO LIMITE’, terça feira, dia 15 de novembro, às 22h10 no NGC

 

 ‘Antártida: Vida no Limite’ documenta a ciência antártica através do olhar dos homens e mulheres que trabalham na base Scott Base na Nova Zelândia. São 02h02, já se passaram 12 horas desde o começo da tempestade a 150 quilómetros da base. O vento está a 50 quilómetros hora e a temperatura regista 35 graus negativos. Na Antártica, isto é mais um dia no escritório. Este é o mais frio, seco e selvagem continente do planeta. São cerca de 14 milhões de metros quadrados de deserto. Pesquisadores arriscam-se nestas situações extremas para conseguirem levar a cabo projetos científicos revolucionários apoiados por pequenos postos avançados que se dedicam a mantê-los vivos. A vida na base da Antártida é como uma verdadeira instalação alienígena, quase como uma estação espacial no gelo. Com esta série, os espectadores vão ter um acesso sem precedentes a cientistas da Scott Base de Nova Zelândia e às suas missões; vão poder ver os homens e mulheres dos bastidores que são responsáveis por manter todas as pessoas vivas. “Sais à rua. Tudo se torna branco. O céu é branco. Tudo a teus pés é branco. Não deixas pegadas. Não tens qualquer sentido de orientação. Não é um lugar seguro para se estar”, diz Rob Teasdale, engenheiro de campo. Cada pessoa na Antártica está inteiramente focada na ciência – quer envolvida em projetos científicos para saber mais acerca do nosso planeta quer envolvida em apoiar esta pesquisa. Cada pessoa da base trabalha para manter a ciência em constante movimento e tornar o espaço habitável. 

 

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