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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Apresentação do livro “Pedaços de Escrita”

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O Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro irá acolher a apresentação do livro de poesia “Pedaços de Escrita”, de Emanuel Góis, no dia 5 de maio, sábado, pelas 16h00.

A sessão terá como oradora Helena Gonçalves, Magistrada do Ministério Público, e conta com a participação, ao piano, de Marco Rodrigues.

A entrada é livre.

 

Biografia de Emanuel Góis

“Emanuel Góis é natural do Barreiro, cidade onde tem vivido, excetuando três anos em Cernache do Bonjardim e Santarém, altura em que cursava o antigo ensino liceal.

Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, passando a exercer advocacia até hoje.

Prestou serviço na Força Aérea durante seis anos na especialidade de Controlo de Tráfego Aéreo.

Foi jornalista desportivo durante doze anos (entre 1970 e 1982), colaborando nos jornais “Record” e nos extintos “Diário Popular” e “Século”, tendo ainda publicado alguns textos na “Gazeta da Sertã”, ”Jornal do Barreiro” e “Revista da Força Aérea”.

Foi autor da última peça de teatro carnavalesco representada na SIRB “Os Penicheiros”, do Barreiro, no Carnaval de 1974.

Lecionou História no ensino particular noturno.

Na área desportiva, a que tem dedicado grande parte da sua vida, foi atleta, treinador, dirigente de clube, de Associações Distritais e Federações, nas modalidades de futebol e basquetebol.

Na área cívica foi cofundador da Associação Cívica do Barreiro e da Persona- Associação de Apoio a Doentes Mentais Crónicos, onde durante vários anos desempenhou diversos cargos diretivos.

Foi vereador da Câmara Municipal do Barreiro no período de 1997/2001.

Distinguido pelo Jornal “Rostos Online” como Rosto do Ano de 2016, na área Escritor”.

 

Sinopse do livro

“Com a publicação da presente obra, voltou o autor à sua vertente poética como forma de exprimir na escrita aquilo que considera serem – “Pedaços” das minhas vivências” – emprestando a cada poema os seus sentimentos reveladores da sua faceta romântica.

Como o próprio autor refere – ser poeta não é escrever; ser poeta é sentir.

Em “Pedaços de escrita” encontra-se refletido, nalguns dos seus poemas, o lado melancólico e nostálgico do poeta”.

 

 

CMB

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