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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Arrábida Sinfónica está de regresso a Vila Nova de Gaia, este sábado (concerto com entrada livre)

Arrábida Sinfónica 2017 - 2- Créditos Casa da M

 

 

 

4ª edição Arrábida Sinfónica 2019

22 de Junho, às 22H00

Praceta Exterior Norte

ArrábidaShopping

Entrada livre

 

 

ORQUESTRA SINFÓNICA DO PORTO CASA DA MÚSICA

Martin André - Direcção musical

Programa:

George Gershwin – Cuban Overture

Darius Milhaud – O boi no telhado

Dimitri Chostakovitch – Suite de Jazz nº 2

 

O Arrábida Sinfónica está de regresso em Junho com uma grande homenagem a um dos géneros musicais mais variados e contagiantes do universo musical: o jazz. A 4ª edição deste concerto sinfónico, que é já uma referência musical “fora” da Casa, volta a juntar a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a Fundação Casa da Música e o ArrábidaShopping num evento com entrada livre, no dia 22 de Junho, às 22H00, na Praceta Exterior Norte do ArrábidaShopping.

 

À semelhança das edições anteriores, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música sobe ao palco montado na Praceta Exterior Norte do ArrábidaShopping, para apresentar, este ano, um concerto com a direcção musical do maestro inglês Martin André, com sonoridades do jazz na visão de alguns dos mais reputados compositores clássicos. O programa do concerto convida a uma “viagem musical” que começa com os ritmos exóticos e dançantes da Abertura Cubana de Gershwin passando pelos grandes sucessos da música popular brasileira na rapsódia O boi no telhado de Milhaud até à versão bem extrovertida de Chostakovitch e o seu olhar divertido e distante sobre o jazz norte-americano, com Suite de Jazz nº 2.
“Este é um grande concerto sinfónico que Vila Nova de Gaia pretende, em conjunto com os parceiros Fundação Casa da Música e ArrábidaShopping, oferecer à cidade”, afirma a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Paula Carvalhal.

 

Para Paulo Valentim, director do ArrábidaShopping, “a realização da 4ª edição do Arrábida Sinfónica afirma por um lado o êxito desta iniciativa que ano após ano tem registado um aumento de público que enche a praceta ao ar livre para uma noite animada de música e de festa, e por outro reitera a aposta do ArrábidaShopping na oferta de uma programação cultural diversificada, abrangente e enriquecedora.”

 

“A Fundação Casa da Música, no âmbito do programa Verão na Casa, prossegue a aposta na oferta alargada de grandes concertos de música sinfónica em espaço público e de acesso livre, sendo o Arrábida Sinfónica, um dos marcos desse programa”, como refere Paulo Sarmento e Cunha, director geral da Fundação Casa da Música.

 

Integrado na programação das festas de Vila Nova de Gaia e do Verão na Casa, da Casa da Música, o concerto realiza-se, anualmente, desde 2016, levando a música sinfónica a novos espaços e a novos públicos.

 

Martin André

 

Martin André, Maestro inglês, iniciou a sua carreira internacional em 1986, com a estreia norte-americana de Da Casa dos Mortos de Janáček para a Ópera de Vancouver e tem trabalhado regularmente em países como Áustria, Canadá, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Israel, Itália, Nova Zelândia, Portugal, África do Sul e EUA. No domínio da música sinfónica, o seu repertório é extenso e variado, destacando-se particularmente as obras de Mozart, Nielsen, Chostakovitch, que traz ao Arrábida Sinfónica 2019, e Tchaikovski. Tem tido colaborações especialmente duradouras com a Sinfónica de Limburgo, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e o Collegium Musicum Bergen.

 

 

A ligação de Martin André a Portugal é longa e duradoura. Em 2006, fundou a orquestra portuguesa de jovens Momentum Perpetuum, que dirigiu durante cinco anos e com a qual fez uma digressão em Itália. Entre 2010 e 2013, foi Director Artístico do Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa. Foi também Director Executivo de duas das maiores instituições artísticas portuguesas: a Ópera Nacional e a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Entre as produções que dirigiu, destaca-se uma trilogia de La traviataIl trovatore e Rigoletto para comemorar o Bicentenário de Verdi em 2013. Com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigiu a integral das Sinfonias de Mozart e outras grandes obras sinfónicas e corais.

 

Em 2017 regressou ao Teatro de São Carlos como maestro de ópera. Prosseguiu a sua longa relação com a Opera North, dirigindo L’enfant et les sortilèges (Ravel) e Osud (Janáček), dois projectos muitos aplaudidos pelo público e a crítica, dando continuidade ao forte vínculo que tem com o compositor checo. No Royal Northern College, em Manchester, dirigiu Cendrillon de Massenet. Em 2018 dirigiu inúmeras obras importantes do repertório sinfónico e as óperas A Viúva Alegre (Lehár), Suor Angelica e Gianni Schicchi (Puccini). Em Junho de 2019 volta a dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, na 4ª edição do Arrábida Sinfónica.

 

Sobre a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música foi fundada em 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, que, desde então, passou por diversas designações. Engloba um número permanente de 94 instrumentistas, o que lhe permite executar todo o repertório sinfónico desde o Classicismo ao Século XXI. É parte integrante da Fundação Casa da Música desde Julho de 2006.

 

A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música tem trabalhado com reputados maestros, solistas e compositores. Nas últimas temporadas, apresentou­-se nas mais prestigiadas salas de concerto de Viena, Estrasburgo, Luxemburgo, Antuérpia, Roterdão, Valladolid, Madrid e no Brasil, e é regularmente convidada a tocar em Santiago de Compostela e no Auditório Gulbenkian.