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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Artistas Unidos em digressão | VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward

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Os Artistas Unidos vão estar em digressão com VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward. Um espectáculo com interpretação de Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso e encenação de Jorge Silva Melo.

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém A Classificar pela CCE

 

No Teatro Municipal de Vila Real a 31 de Outubro de 2019

No Teatro Municipal da Guarda a 8 de Novembro de 2019

No Porto, no Teatro Nacional São João de 14 de Novembro a 1 de Dezembro de 2019

No Teatro Aveirense a 6 de Dezembro de 2019

Em Ponte de Lima, no teatro Diogo Bernardes a 14 de Dezembro de 2019

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 4 de Janeiro de 2020

Em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi a 11 de Janeiro de 2020

Em Santarém, no Teatro Municipal Sá da Bandeira a 18 de Janeiro de 2020

Em Braga, no Theatro Circo a 25 de Janeiro de 2020

Em Leiria, no Teatro José Lúcio Silva a 6 de Fevereiro de 2020

Em Coimbra, no Convento São Francisco a 8 de Fevereiro de 2020

Em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda a 15 de Fevereiro de 2020

Em Viseu, no Teatro Viriato a 21 e 22 de Fevereiro de 2020

Em Torres Novas, no Teatro Virgínia a 29 de Fevereiro de 2020

No CCB – Centro Cultural de Belém de 4 a 9 de Março de 2020

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo