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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Artistas Unidos Novembro-Dezembro

Os Artistas Unidos continuam a carreira de VEMO-NOS AO AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris, no Teatro da Politécnica até 14 de Dezembro. Também até 14 de Dezembro poderá visitar a exposição de João Gabriel DE NOITE, TODOS OS GATOS. Fora do Teatro da Politécnica, terminam este fim-de-semana as VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward no TNSJ – Teatro Nacional São João, até dia 1 de Dezembro. Seguindo depois para Aveiro, onde também poderá visitar a exposição NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves.

 

VEMO-NOS AO NASCER DO DIA de Zinnie Harris Tradução Francisco Frazão Com Andreia Bento e Joana Bárcia Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Inês Pereira Encenação Pedro Carraca Uma produção Artistas Unidos M14

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No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

 

Estamos junto ao mar, e houve  um naufrágio. Duas mulheres. Uma delas vê a outra surgir na neblina. Tentam reconstruir o que se passou para perceber como chegaram ali e como podem voltar a terra. Mas nada é o que parece. Quem já perdeu alguém perceberá este desejo de mais uns minutos com a pessoa amada.

 

Meet me at Dawn é uma peça sobre o amor e o luto. Queria que a peça tivesse uma relação com o mito de Orfeu e Eurídice, um mito criado para abordar a impossibilidade da morte; quando alguém morre, simplesmente não conseguimos aceitar que nunca mais veremos essa pessoa. Mas, e se pudéssemos ver essa pessoa mais uma vez? A forma não naturalista do teatro permite-nos imaginar um pouco de pó mágico e apresentar essa possibilidade.”

Zinnie Harris

 

 

DE NOITE, TODOS OS GATOS de João Gabriel

Curadoria Marta Espiridião

Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, Bolsas

 

No Teatro da Politécnica de 6 de Novembro a 14 de Dezembro

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 

Entrevêem-se corpos à distância. É nesta penumbra, olhando as personagens destas histórias e as acções congeladas num tempo impossível de localizar, que se encontram os gatos. Esguios observadores, os seus contornos tão indefinidos como os das figuras que desenham contra a escuridão, são espectadores passivos do que se faz nas sombras. São eles que vêem quem olha e quem é olhado, sem nunca intervir no enquadramento, existindo num plano intocável duma narrativa tão maleável e lúbrica quanto a sua compleição. De noite, todos os corpos, e todos os gatos, são pardos.


Marta Espiridião

 

 

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward Tradução Miguel Esteves Cardoso Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Produção Artistas Unidos Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém M12

 

No Teatro Nacional São João de 14 de Novembro a 1 de Dezembro de 2020

 

No Teatro Aveirense a 6 de Dezembro de 2019

 

 

AMANDA É preciso ser tão antipático?

ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.

Noël Coward, Vidas Íntimas

 

 

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

 

 

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

 

 

NESTES ÚLTIMOS TEMPOS de Jorge Gonçalves

 

No Teatro Aveirense de 6 de Dezembro a 4 de Janeiro

Inauguração a 6 de Dezembro às 18h00

 

São retratos, são cenas de peças, são planos gerais, são cenas de conjunto, são momentos. Jorge Gonçalves fotografa-nos  desde 1998. E agora, depois de exposição do Teatro da Politécnica, começamos a mostrá-los nos locais nossos amigos. Tanta gente, nestes últimos tempos. Com o coração.

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