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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Assédio Teatro apresenta espectáculo duplo, de 15 a 19 de Fevereiro - DERIVA+LOT e o DEUS DELE

Lot e o Deus Dele_Assédio Teatro_6_©António Alv

 

O fundamento do tempo é a Memória síntese originária do tempo que constitui a vida do presente que passa; A Memória é a síntese fundamental do tempo que constitui o ser do passado (o que faz passar o presente). O passado encontra-se encerrado entre dois presentes: aquele que ele foi e aquele em relação ao qual ele é passado…


DERIVA é uma peça de Áudio-Teatro performativa no espaço cénico. projecção sonora de um filme sem imagem em movimento. É um diálogo, de uma só actriz, de um tripartido. Um texto sobre a perda da memória, em que a fragmentação e a recursos na busca da identidade, sendo o tempo a única constante.


Notas de encenação Num espaço vazio, sem referência de um tempo ou local, espera O espaço é mental. O diálogo é de um corpo presente em 3 entidades. Supõe a presença de 3, apesar do pensamento ser a 2, sendo que a presença não é a do corpo, é meta entanto há acções e há movimento, deslocação no espa Existe a quarta dimensão “associada ao deslocamento sucessivo do ângulo visual, à qual foi atribuída a designação de “tempo”. Mas, a quarta dimensão, pode ser desdobrada em múltiplas dimensões, as necessárias para que exista uma correcta compreensão do invólucro mural que delimita o espaço interior” (TÁVORA, Fernando – que se deslocam e fazem acções. Existem 3 entidades dispostas no espaço. Existe caderno e uma caneta, apesar de não haver escrita. Há uma corporeidade implícita, não apenas na oralidade, ou verbalização, dos pensamentos e da relação entre os 3 Eu's.


Esta peça é apresentada no âmbito da pelos criativos da ASSéDIO: Francisco Leal, Nuno Meira e Sissa Afonso.
ASSéDIO TEATRO www.assedioteatro.com


DERIVA
O fundamento do tempo é a Memória (...) A Memória (…) repousa sobre o Hábito. O Hábito é a síntese originária do tempo que constitui a vida do presente que passa; A Memória é a síntese fundamental do tempo que constitui o ser do passado (o que faz passar o presente). O passado encerrado entre dois presentes: aquele que ele foi e aquele em relação ao qual ele
Gilles Deleuze, in “Diferença e Repetição”, 2000


Teatro em que a sonoplastia e a iluminação são os meios de linguagem no espaço cénico. É uma espécie de teatro radiofónico sem a mediação da telefonia, uma projecção sonora de um filme sem imagem em movimento. É um diálogo, de uma só actriz, de um tripartido. Um texto sobre a perda da memória, em que a fragmentação e a repetição das ideias são os recursos na busca da identidade, sendo o tempo a única constante.
Num espaço vazio, sem referência de um tempo ou local, espera-se. O espaço é mental. O diálogo é de um corpo presente em 3 entidades. Supõe a presença de 3, apesar do pensamento ser a 2, sendo que a presença não é a do corpo, é meta-física e é uma reflexão sobre si. No entanto há acções e há movimento, deslocação no espaço e distanciamento em relação a um ponto. Existe a quarta dimensão “associada ao deslocamento sucessivo do ângulo visual, à qual foi atribuída a designação de “tempo”. Mas, a quarta dimensão, pode ser desdobrada em múltiplas dimensões, as que exista uma correcta compreensão do invólucro mural que delimita o espaço Da Organização do Espaço. Porto: FAUP publicações, 2006 que se deslocam e fazem acções. Existem 3 entidades dispostas no espaço. Existem 2 relógios. Há um caderno e uma caneta, apesar de não haver escrita. Há uma corporeidade implícita, não apenas na oralidade, ou verbalização, dos pensamentos e da relação entre os 3 Eu's.
Esta

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