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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

.BONS SONS 2017: Partida Lagartixa, Fugida

BONS SONS 2017
PARTIDA, LAGARTIXA, FUGIDA
 

A aldeia abriu as portas e o cartaz começa forte, logo no primeiro dia. O BONS SONS hoje é o espaço ideal para acompanhar projectos emergentes e a evolução da mais recente música portuguesa. Cem Soldos enche-se de cor com a feira de novo artesanato e com as simpáticas Tixas, que nascem de um projecto de intercâmbio cultural que une gerações. Chegar a Cem Soldos é tão fácil que, para uma escapadela de fim-de-semana, vale a pena – prometemos só o melhor programa cultural do país, pensado para toda a família.

PARTIDA

 

11 AGOSTO

10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
14:00   BAND’OLIM MPAGDP
15:45   SINGULARLUGAR MPAGDP
16:45   WHALES Giacometti
17:45   ANA JEZABEL E ANTÓNIO TORRES Auditório
18:00   MANUEL FÚRIA E OS NÁUFRAGOS Tarde ao Sol
19:15   SURMA Giacometti
20:45   HOLY NOTHING Lopes-Graça
22:00   GLOCKENWISE Eira
23:15   VIRGEM SUTA Lopes-Graça
00:30   CAPITÃO FAUSTO Eira
01:45   THUNDER & CO Aguardela
03:00   GROOVE SALVATION Aguardela

Hoje arrancamos os concertos com Band’Olim na igreja de S. Sebastião, um projecto de originais com raízes na tradição musical portuguesa, folk e clássica, seguidos de SingularLugar, um duo com sotaque lusófono a criar pontes entre o popular e o erudito, que incluem no reportório composições originais, além de temas tradicionais e canções de Fausto e José Afonso.

Vencedores da edição 2016 do Festival Termómetro, os Whales são uma das mais recentes revelações da nova música de Leiria e vão estrear esta edição do Palco Giacometti. No adro da igreja, Manuel Fúria no seu percurso a solo acompanhado pelos Náufragos mantém o cruzamento pródigo entre o rock e a música tradicional portuguesa, que já havia ensaiado no seu projecto colectivo Os Golpes. De volta ao coreto, vamos poder ver Surma, a one-woman-band com sons que oscilam entre o jazz e o post-rock, a pintar-nos paisagens desconhecidas.

Com o cair da noite e a inaugurar o soalho do Palco Lopes Graça, os Holy Nothing, vão misturar projecções com sintetizadores, palavras com imagens, música com cinema. A percorrer o vão entre o rock’n’roll e o garage-rock com pinceladas indie dos 80s, o quarteto barcelense Glockenwise vai inflamar o Palco Eira.

Os Virgem Suta transpiram portugalidade e assumem-no. Vão tocar guitarras, adufe e cavaquinho no palco mais central, porque lhes é natural e a isto juntar uma letra mordaz que só contribui para dançarmos com um sorriso.

À nossa espera no Palco Eira vão estar os Capitão Fausto com três álbuns de canções orelhudas em carteira. Entre o rock e a pop, têm-se afirmado na cena musical portuguesa com crescente maturidade e inspiração.

A pista de dança liderada pelo Palco Aguardela começa com a batida balançante de Thunder & Co., uma referência nos valores emergentes da música portuguesa, com um registo sonoro único e emocionante. A fechar a noite, Groove Salvation traz as suas remixagens com sons house, deep house e tech house.

Além do cartaz musical, o Auditório é o espaço das artes performáticas em parceria com a Materiais Diversos. Hoje Ana Jezabel e António Torres trazem um debate sobre o próprio corpo, sobre as suas características, sobre a personalidade que o veste, aspetos para esquecer, ocultar, e que, contudo, perduram e emergem incontrolavelmente.

 

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