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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

BONS SONS 2017: Viagens Sonoras a bordo de várias naves… espaciais

BONS SONS 2017
VIAGENS SONORAS A BORDO DE VÁRIAS NAVES… ESPECIAIS

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Domingo no BONS SONS, o programa musical tem os olhos no futuro e traz recordações do passado. Durante os dias de festival, Cem Soldos é um lugar de encontros. A ansiedade é muita para revisitar velhos amigos e conhecer novos. A música percorre as ruas e entra nas casas. “AGORA, AQUI” é umas das surpresas mais bem guardadas do festival, com artistas a entrarem casa adentro e fazerem pequenos instantâneos acústicos para quem conseguir, ou calhar, ver.

 

 

13 AGOSTO


10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
15:00   MOÇOS DA VILA MPAGDP
16:15   JOANA BARRA VAZ Giacometti
17:30   SONOSCOPIA Tarde ao Sol
17:45   CARLOTA LAGIDO Auditório
18:45   CAPTAIN BOY Giacometti
20:00   SAMPLADÉLICOS Tarde ao Sol
21:00   PAULO BRAGANÇA Lopes-Graça
22:15   SAMUEL ÚRIA Eira
23:30   10.000 ANOS DEPOIS ENTRE VÉNUS E MARTE Lopes-Graça
00:45   ORELHA NEGRA Eira
02:00   PUTO ANDERSON, DJ NINOO E K30 (FIRMA DO TXIGA) Aguardela



O terceiro dia de BONS SONS começa com os Moços da Vila no Palco MPAGDP. A fazer jus ao nome, estes jovens entoam orgulhosamente o cante alentejano, reconhecido pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade desde 2014.

Joana Barra Vaz sobe ao coreto da praça de S. Pedro e vai mostrar porque foi aclamada pela crítica logo no seu primeiro registo de longa duração. Joana embala-nos entre o folk e a electrónica e leva-nos no ritmo das canções que traz na ponta da língua.

No Palco Tarde ao Sol, uma proposta diferente com Sonoscopia a apresentar “Phobos, orquestra robótica disfuncional” – um conjunto de pequenos geradores automáticos de música que formam uma orquestra de dispositivos estranhos com comportamento aleatório. Voltamos depois ao Giacometti para ouvir mais um capitão do festival. A voz rouca e guitarra a tiracolo de Captain Boy contam-nos as histórias das suas aventuras a bordo de um barco imaginário. Os Sampladélicos levam-nos de novo a entrar na igreja de S. Sebastião para um espectáculo que tem tanto de sonoro como visual, com uma performance a partir das gravações de práticas musicais e ambientes sonoros que percorrem todo o país.

Um dos regressos mais aguardados, só possível para o BONS SONS, é o de Paulo Bragança, intérprete excepcional do fado. Fiel à imagem irreverente que caracterizam a sua maneira de sentir a musica, Paulo Bragança está de volta a Portugal para um espectáculo que focaliza grande expectativa do público.

Samuel Úria tem presença assídua em vários palcos do país e no BONS SONS tem reservado o Palco Eira. É um prolífico cantautor e em constante desafio para o acompanharmos nas suas mensagens e letras cheias de conteúdo para decifrar.

Corria o ano de 1978 e a conquista espacial estava no horizonte político mundial. Uns passos à frente estava o visionário álbum 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, uma obra de génio do rock, editada à frente do seu tempo, que ganhou estatuto de álbum de culto tanto em Portugal como além-fronteiras. É este o grande motivo para celebrarmos os quase 40 anos deste álbum, no Palco Lopes-Graça, com o seu compositor e intérprete original, José Cid.

Os Orelha Negra prosseguem o seu ritmado e envolvente reencontro com um público sempre ao rubro. Reabre-se o Palco Eira para os receber, às suas canções ao rubro e aos medleys surpreendentes a que a banda já nos habituou.

A noite termina no Palco Aguardela com Puto Anderson e DJ NinOo, dois dos membros da Firma do Txiga, produtores inventivos, DJs realizados e uma das crews mais jovens e pujantes a produzir música de dança electrónica autóctone da Grande Lisboa, na companhia de K30.

No Auditório, Carlota Lagido apresenta Jungle Reed ou Der Elgnuj, um argumento ornitológico, que conta com a participação de diversas pessoas para transmitirem à autora um minuto de uma ideia, sequência de movimento, imagem em movimento ou cénica, um universo sonoro, que serão posteriormente transformadas em algo seu, do seu corpo, com um tempo e características outras, fazendo o todo da composição coreográfica.



AGORA, AQUI


Sem pré-aviso, os concertos instantâneos vão decorrer ao longo das tardes do festival. Em qualquer ponto do recinto, mesmo dentro das casas, os artistas do cartaz podem emergir com um micro-espectáculo tão acústico como irrepetível. Quem está, está.




Vem Viver a Aldeia!





 

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PASSE 4 DIAS: 45€
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